"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts da categoria 'Viagens'

Lés-a-Lés - somos os 475

Já faltam poucos dias para o 13º Portugal de Lés-a-Lés e já foi divuldada a lista de partidas/chegadas e almoços deste grande evento.
Ao “AÇORES ADVENTURE TEAM” foi atribuído o nº 475, mesmo atrás (474) dos nossos amigos Nuno e Ricardo, igualmente representantes do Clube Motard de São Miguel no LAL:

http://www.fmportugal.pt/imgupload/fmp_lal11-lstSD-01.pdf

Os nossos horários são agradáveis e bem melhores que alguns, que partem às 06:00 no 1º e 2º dia do evento.
Para esta aventura, achei que ficaria engraçado mandar fazer uns autocolantes com o logótipo da equipa, para colar nas motas ou nas malas.
O resultado final foi este:

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Agora é só colar ;-)
Já faltam poucos dias para a aventura começar…

Boas Curvas! :-)

Vemo-nos em Lisboa, até já!

Se a participação do “AÇORES ADVENTURE TEAM” no 13º Portugal de Lés-a-Lés já estava em contagem decrescente, hoje demos demos mais um empurrão na contagem, ou seja, colocamos as motas no Transitário, para as mesmas serem enviadas de barco para Lisboa.
No final da tarde deslocamo-nos para o Transitário Ilhaçores, onde revestimos as motas com aqule plástico de bolhas de ar, de forma a proteger ao máximo as nossas queridas LC8.
Um trabalho com uma mistura de sentimentos, por um lado as saudades de rolar de LC8, por outro lado, a vontade de fazer muitos kms em Portugal Continental.

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O Vítor com a sua habitual boa disposição :-)

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Não levou muito tempo até as motas ficarem mínimamente revestidas e prontas para embarcar :-)

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E a foto da despedida temporária ;-)

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Agora só fica a faltar a nossa partida, mas até lá, cresce a vontade de devorar kms e de nos divertirmos nesta grande maratona mototurística.
Vemo-nos em Lisboa, até já!

Boas Curvas! :-)

Já cheira a Lés-a-Lés

Pois é, já cheira a Lés-a-Lés :-)

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Nestes últimos dias, têm sido realizados os últimos preparativos para a participação do “AÇORES ADVENTURE TEAM” na grande maratona mototurística, realizada em Portugal Continental.
Os preparativos visaram um check-up à LC8, devidamente executados pelo grande Mestre Ernesto da SRMOTO KTM, o qual certificou-se que tudo estava dentro da normalidade. Obrigado Ernesto! :-)
Sendo esta uma prova em que o asfalto é o tipo de piso predominante, mudei os habituais pneus cardados por uns mistos, mas não excessivamente asfálticos, os HEIDENAU K60 SCOUT:

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Estes pneus de origem Alemã, são considerados por muitos como um excelente compromisso para uma utilização mista, ou seja, para aqueles que desejam uns pneus que ofereçam um bom comportamento em asfalto, mas sem esquecer possíveis incursões no fora de estrada.
Daí o seu aspecto “agressivo” e até de aspecto fora de estrada :-)
O teste aos Heidenau já foi feito, numa volta de fim de tarde pela Lagoa do Fogo, Monte Escuro e Lombadas, onde comprovei as excelentes qualidades da borracha Alemã :-)

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Os Heidenau portam-se bem no asfalto, curvando e “agarrando” bem e, quando o piso piora, com o surgimento de buracos, terra, cascalho e até calçada, portam-se à altura e não provocam sustos ou sensações estranhas.
Achei que os pneus possuem uma boa leitura do terreno e são resistentes quanto baste ao binário “bruto” que a LC8 transmite para a roda traseira.
Um excelente dia para testar mota e pneus para o Lés-a-Lés :-)

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Outro acessório que foi montado e que é indispensável no Lés-a-Lés, é o leitor de road-book:

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No Lés-a-Lés, este instrumento de navegação torna-se um bem essencial, dado que é mais prático ir lendo o road-book através do leitor, e ir enrolando à medida das necessidades, do que através de um saco de depósito e ter que parar para mudar de página.
Por fim, foram montadas as malas laterais, uma última limpeza, uma última vista de olhos resta esperar pelo dia de a colocar no contentor, para seguir de barco até Lisboa :-)

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Até ao dia da nossa partida para este evento, é capaz de surgir este ou aquele pormenor a melhorar ou rever, mas é normal, há sempre qualquer coisa que escapa ;-)
No entanto, cresce a cada dia que passa a vontade de participar neste 13º Portugal de Lés-a-Lés e de correr o país de norte a sul.
Até lá, já me dou por contente de ver a nossa equipa e nomes na lista de participantes: http://www.fnm.pt/imgupload/fmp_lal11-lstA-01.pdf

Boas Curvas! :-)

No Porto… com as motas

No dia 9 de Janeiro tive que me deslocar novamente à cidade do Porto, por motivos familiares, os quais me retiveram lá uma semana.
Claro que nas minhas deslocações ao Continente, as motas nunca ficam nos Açores, vão sempre comigo em pensamento e no coração e, quando consigo algum tempo livre, tenho que as procurar. E foi isso que fiz, novamente!
Fui até à Rua de Camões, que é uma espécie de santuário do Motociclismo, porque nesta rua encontramos imensas marcas de motas, incluindo as mais conhecidas e algumas das mais exclusivas.
Contudo, estava na esperança de encontrar alguns modelos de 2009 já em exposição, mas não tive muita sorte, dado que ainda haviam muitos poucos modelos, mas as qua lá estavam já serviam de consolo à minha alma de Motociclista.
A minha primeira paragem foi na Motoboxe, reconhecido stand Honda, a par da não menos importante Moto Guzzi. E vejam lá o que é que estava à porta para test-ride:

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Não, não é uma clássica, mas sim uma moderna de inspiração retro, a V7 Classic. Que espectáculo de mota, onde a harmonia e simplecidade das linhas deixaram-me simplesmente “babado” a olhar. Fiquei fã…
No interior deste stand, uma beleza exótica, que dá pelo nome de CB 1000 R:

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Mas esta não era uma CB 1000 R de série, já possuia alguns extras que a deixavam ainda mais bela e espectacular. Por exemplo, encontramos uma manete de travão e embraiagem oriundas da ASV e as tampas do reservatório de óleo eram em alumínio de cor azul, a par de uns muitos vistosos reguladores de suspensão rápido e pesos de punho da Valter Moto Components:

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E que dizer do traseira super curta, com um suporte de matrícula, novamente da Valter Moto Components, e uma ponteira de escape em titânio da Leovince a deixar a bela jante traseira ainda mais exposta??? Maravilha!!!

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Esta CB também tinha uns protectores de motor do tipo “cogumelo” da R&G,a par de outras protecções desta mesma marca no eixo dianteiro e traseiro. O assento é outro extra e é em gel. Esta CB está à venda com todos estes acessórios.

Da Motoboxe dei um salto até ao stand da Suzuki e Aprilia, a Horizmoto, onde fiquei de “boca aberta” a olhar para a Aprilia Dorsoduro 750:

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Esta mota é qualquer coisa de espectacular “ao vivo e a cores”, onde os pormenores fabulosos de construcção não deixam ninguém indiferente:

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Vista de traseira, é “deliciosa”…

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A Aprilia deixou-me fascinado, talvez mais do que a Multistrada, que também já tive a oportunidade de ver na viagem anterior ao Porto.
Fora esta “bomba”, haviam Suzukis para todos os gostos, mas já nossas conhecidas, como a família GSX-R, mas ainda sem a 1000 K9, as Intruder 1800, V-Strom 650 e 1000, etc, etc. Aliás, a que me chamou atenção foi o Quad LT-R 450, com uma decoração especial, sendo edição limitada:

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Voltei a levantar acampamento e fui até à Motorcycles World, representande de várias marcas de motas, onde primeiramente dei atenção à Triumph, pois lá se encontrava a nova Street Triple R:

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Uma Naked de grande beleza e com uma imagem de grande rebeldia. Mesmo parada, parece chamar por nós e parece querer despertar o nosso lado mais rebelde. Linda!!!
Mesmo ao lado, mais uma retro, uma Thruxton 900:

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Uma classica que fica bem em qualquer garagem, bem como o “navio almirante” Rocket III:

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Mesmo ao lado outra marca que adoro, a KTM. A primeira a receber a minha atenção foi a LC4 690 Enduro:

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Que Trail fantástica e que se encaixaria muito bem no nosso meio.
A Supermoto Duke estavam lá, com uma imagem muito forte e muito bem adornadas com componentes de grande qualidade:

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E, finalmente, a minha grande paixão do momento e, quem sabe, futura mota, a 990 Adventure:

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Esta mota estava em campanha e estava a um preço muito apetecível…, o sinal dizia tudo, “Adventure-se”. Vontade não faltava, mas…, enfim, como se diz ultimamente, crise económica :-(
Na porta ao lado, stand AS Motorrad, que é como quem diz BMW. A F 800 GS estava lá e é outra Trail que também gosto muito:

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A R 1200 GS é uma presença obrigatória num stand BMW. É uma mota com uma presença muito forte e que impõe respeito, quer pela tradição e fama que carrega, quer pelo seu aspecto encorpado. Uma boa companheira de viagem!

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A mais “pequena” da família GS, a 650, também estava lá:

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Outra “bomba” que lá estava era a G 450 X, a qual tinha alguns extras, como uma linha de escape completa da Akrapovic:

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Uma Enduro com pormenores de construcção interessantes, onde apenas achei que era um pouco comprida e alta demais. Mas ao vivo é bem mais bonita que em revista.

No stand da Kawasaki, o destaque ia todo para a nova KLX 250:

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Uma Trail que fará as delícias daqueles que procuram uma TT acessível e a um bom preço. Muito bonita ao vivo.
A gama R e turística também se destacavam, embora já nossas conhecidas:

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Por último, visitei o stand dos “ferros”, a HD Porto, onde encontrei a fantástica Harley Davidson XR 1200:

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Muito interessante esta HD. Contudo, a sua faceta desportiva não me convenceu. Continuo a achar as V-ROD bem mais interessantes sob o ponto de vista desportivo. E por falar nisso:

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E que tal uma mais turística, qualquer coisa acima dos 20.000 euros

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Por último, uma fantástica Sportster Nightster, a qual era simplesmente muito bonita:

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Esta Nighster é bonita não pela combinação de cores, mas sim pela simplecidade de construção e pelo facto de não ser demasiadamente carregada de acessórios.
E assim terminou a minha peregrinação pelo mundo das motas no Porto.
São momentos breves, mas que me deixam super satisfeito.
No entanto, no breve contacto com alguns vendedores destes stands, notei  que a crise económica também os está a afectar, onde as vendas têm sido mais baixas e a procura menor.
Esperemos que seja uma situação passageira e que não acabe com a paixão de alguns por estas meninas muito especiais.

Boas curvas! :-)
 
 

Adventure Motorcycling

Cada vez mais aparecem Motociclistas dispostos em efectuar uma viagem de mota, mas não uma viagem qualquer, mas sim uma viagem de aventura, uma viagem por percursos pouco habituais, de díficil acesso e transposição e onde a componente de exploração e de conhecer novos países e culturas está sempre presente.

Estas viagens são feitas maioritarimente em motas do segmento Trail e são viagens que têm como Continentes alvo o Africano, Americano e Latino. Também são viagens que demoram muito tempo a planear, que requerem muita burocracia, uma mota adequada e com um bom nível de preparação, alguma experiência de condução, etc, etc, enfim, são viagens que exigem muito do viajante, antes, durante e depois da mesma.

Tendo em conta estas necessidades, Robert Wicks (com a ajuda de Ted Simon), escreveu o livro “Adventure Motorcycling”:

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Este é um livro que pode ser encarado como um manual de preparação para uma viagem de aventura. É um livro que aborda vários temas cruciais para este tipo de viagem, tais como a escolha e preparação da mota, burocracia/documentação necessária nos vários países e Continentes, técnicas de condução, material necessário para uma viagem deste tipo, escolha de acessórios, mapas e GPS, manutenção, entre outros. Também conta com testemunhos de vários viajantes e ilustrações (algumas reais) de grande qualidade.

Trata-se de um livro de leitura indispensável para quem pretende realizar uma viagem de aventura. Apesar de não estar a planear uma viagem deste tipo, estou a adorar a leitura deste livro e aconselho a leitura do mesmo a qualquer Motociclista.

O livro encontra-se escrito em inglês e pode ser adquirido na “travel store” do site www.globebusters.com

Boas curvas! :-)

Novamente no Porto…

Já começa a parecer uma peregrinação, mas nos últimos 2 anos tenho viajado várias vezes até à bonita cidade do Porto.

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Estas deslocações não aconteceram ao acaso, pois para além de se passar uns dias agradáveis e em estado de férias, também foi tempo de acompanhar a minha “cara metade” na sua missão Universitária, isto é, Mestrado.

No Porto é possível fazer umas férias interessantes, especialmente na altura em que fui, isto é, mês de Julho. Uma das coisas que não podem ficar por fazer é a prova do vinho, bem como uma volta pela cidade, onde imperam vários edíficios de aspecto antigo e muitas curiosidades, como esta:

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Hehehe… :-)

Mas eu não vim falar de turismo de cidade para aqui!

Um Motociclista que se desloque ao Porto tem como paragem obrigatória a Rua de Camões, pois é lá que se encontram vários stands de várias marcas, algumas delas das mais importantes a nível Mundial.

A minha caminhada começou junto ao stand da BMW, onde à sua porta se encontrava este Airbus:

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Lá dentro, a minha perdição, R 1200 GS e F 800 GS:

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Grandes 2 motas para explorar os trilhos Micaelenses, se bem que a 800 já me satizfazia e se adequava melhor ao nosso meio:

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Mesmo ao lado, outra loucura, KTM, onde na montra já era possível delirar com a magnífica RC8:

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Esta super-desportiva é simplesmente espectacular e as suas linhas são muito agressivas quando vistas de perto:

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No interior, um ícone das Supermotos, a Duke 690:

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A irmã mais velha também lá estava, a Super Duke 990:

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Quando pensava que já tinha visto tudo, deparo-me com esta Trail, a LC4 690:

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Uma Trail de média cilindrada muito interessante e de dimensões contidas para a sua cilindrada. Deve ser muito interessante numa utilização mista.

Mas KTM não é só 2 rodas, o quad também lá estava:

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Debaixo do mesmo tecto da KTM, também lá estava a Triumph, onde destaco a presença de uma Street Triple 675, com alguns extras, como capa do assento do passageiro e linha de escape da ARROW. De ficar com água na boca:

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Uma MV Agusta F4 1000 nunca passa despercebida:

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Esta era uma usada e estava à venda por 15000 e muitos euros…

Bem, se o Telmo está a ler isto, já deve estar a perguntar-se se eu vi “ferros” ou não :-)

Vi sim Senhor, e dos bons. Entrei no HD Porto, onde na montra estava uma fabulosa Cross Bones:

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Uma Chopper da “velha guarda” muito bem construída e onde a qualidade de construcção é vísivel em vários pormenores constructivos, como a pintura.

A que se segue dispensa apresentações:

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Para os amantes das Clássicas:

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E, finalmente, aquela que realmente me seduziu e me deixou “babado”, Rocker C:

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Mais parece uma produção vinda de um constructor (tipo OCC) qualquer, tal é a imagem de personalização que tem.

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A gama desportiva da Harley, as Buell, também lá estavam:

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À saída, deparei-me com um sinal importante:

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Hehehe… os gajos dos “ferros” são tramados.

Mas eu não vou em qualquer (H)onda, e a DN-01 é uma delas:

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Um conceito interessante, mas que na minha opinião “não é carne nem peixe”.

No stand da Honda, também lá estava a CB1000 R:

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Uma Naked bem ao estilo Streetfighter, de dimensões compactas e com uma estética nuito bem conseguida.

Neste espaço comercial havia uma mota muito interessante, a Moto Guzzi Stelvio:

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Quando se olha para ela é quase inevitável não encontrar-mos traços estílisticos inspirados na R 1200 GS da BMW, pelo menos na minha opinião.

Na rua ao lado estava a Suzuki, com uma forte presença da gama desportiva GSX-R.

O “falcão” estava lá:

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A nova GSX-R 600 também lá estava:

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Uma estética que me agradou:

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A secção dianteira da mesma faz-me lembrar as máscaras que os Samurais levavam para as batalhas. Pode parecer maluquisse, mas lembra-me:

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A clássica 1800 não passava despercebida:

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E terminou a minha volta pelos espaços comerciais dedicados ao Motociclismo, onde destaco a existência de motas para test-ride em todos eles. Uma mais valia para o cliente.

No entanto, estamos no Verão e apetece andar mais de mota. Na cidade do Porto deparei-me com várias motas estacionadas e de vários tipos. Algumas delas são raridade e díficeis de encontrar, como esta Vespa:

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Ou mesmo esta Ducati Hypermotard:

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Simplesmente linda! Ao vivo é de dimensões reduzidas e baixa:

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No Porto encontrei um exemplar da nova Ducati Monster:

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Ao vivo percebi que é, de facto, uma digna substituda da geração anterior.

Mas se algumas motas são raridades, outras são uma espécie de “best seller”, ou como o pessoal gosta de dizer, “mota do povo”. E o que eu quero dizer é que a mota que eu mais vi na cidade do Porto foi a Suzuki DL 650 V-Strom:

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Parecia que havia uma em cada esquina, quase todas 650 e onde apenas encontrei uma 1000. Impressionante, parecia que estava em São Miguel. Os Motociclistas do Porto são pessoas de bom gosto :-)

Outra mota que se vê com alguma frequência, quer sejam elas de habitantes ou de turistas, é a R 1200 GS, quer a “normal” quer a Adventure:

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Cada vez que vejo uma destas fico minutos a admirá-la.

E assim termina o meu relato turístico pelo mundo das motas no Porto, onde só faltou uma visita ao Moto Clube do Porto. A visita estava planeada, mas não foi possível. Fica para a próxima.

Boas curvas e boas férias se for o caso! :-)

Motos em Bangkok

Demorou quase 3 meses mas aqui vai um olhar motard sobre Bangkok.

Apesar de estar em serviço em Bangkok aproveitei também, dentro dos possiveis, para conhecer a cidade, as pessoas e sua cultura e costumes.

Uma das coisas que não me poderia passar despercebida é o motociclismo em tailandês.

Várias coisas despertaram a minha atenção como os incríveis tuc-tuc, a grande adesão às motas e a cilindrada das mesmas.

Começando pelos tuc-tucs, que são moto-taxis muito utilizados por estes lados, e que são as tão famosas motos de 3 rodas nas quais são aplicadas coberturas e bancos para cerca de 3 pessoas atrás e a experiência de andar neste meio de transporte é, no mínimo, muito interessante :)

Seguem-se algumas fotos e um pequeno vídeo a bordo de um tuc-tuc:

Consola de instrumentos de última geração

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Gilette!! O acessório sempre muito importante numa moto :)

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Suspensão invertida “Òhlinda”

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Presença sempre esperada em qualquer recanto da cidade

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É um desenrascar constante

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Uma oficina de fazer sonhar qualquer “Vesperino”

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As motas têm uma presença muito forte por toda a cidade

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 Sem palavras

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Concorrentes?!?!

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Por tudo o que vi e vivi vale MUITO a pena a visita a esta cidade asiática tremendamente cosmopolita com grandes contrastes entre o tradicional e o moderno!

Até qualquer dia Bangkok…