"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts da categoria 'Passeios-Crónicas'

Nordeste by night & by scut

Numa sexta-feira à noite e após uma semana de trabalho, nada melhor que um passeio de mota para relaxar um pouco :-)
Já havia algum tempo que não realizava um passeio destes, fruto de falta de alguma oportunidade, mas com este espaço disponível, não desperdicei e fiz-me à estrada.
A noite estava muito boa, com apenas algum vento e algum frio, típico de Outono e, digo eu, ideal para um passeio nocturno.
Em vez de fazer um passeio já muito explorado, ou seja, até às Furnas, aproveitei a abertura da nova scut, que liga o nó dos Barreiros, na Maia, à Lomba da Fazenda, no Nordeste, para realizar este passeio.
Também tinha muita curiosidade para experimentar esta nova estrada que nos liga ao Nordeste, pois ainda não tinha tido a oportunidade.
Claro que de noite não dá para ver com a clareza ideal todos os pormenores desta mega construcção, especialmente as vistas das famosas pontes/viadutos, com altura considerável. Segundo dizem, um dos viadutos tem um comprimento total de 385 metros, tem o tabuleiro a 165 metros de altura e um vão de 185 metros entre pilares.
A constatação destes números ficará para um passeio diurno.
Após deixar a cidade da Ribeira Grande para trás e assim que entrei na nova scut propriamente dita, deu logo para perceber que o asfalto parecia bom, isto é, bom piso e sem desníveis a registar.
Dei por mim a circular quase sempre a direito e com pouquíssimas curvas, mas muito suaves. Afinal de contas, esta obra reduziu as 134 curvas da estrada “antiga” que liga Ribeira Grande a Nordeste para apenas 16. Impressionante!
A iluminação é que não é a mais agradável, ou seja, a mesma existe essencialmente junto às saídas para as várias freguesias que ficam pelo caminho. De resto, temos que confiar na boa iluminação do nosso meio de transporte (graças a Deus que tenho xenon) e na boa sinalização da estrada.
Por falar em sinalização, pareceu-me suficiente e correcta.
Não tardou nada até me deparar com a proximidade a Nordeste :-)

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Posso dizer que da Galp nas Laranjeiras até ao centro de Nordeste, demorei menos de uma hora, o que é notável, tendo em conta que fiz o trajecto de noite e a um ritmo cuidadoso. Também não apanhei trânsito…

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Em Nordeste, a tranquilidade de sempre :-)

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Posso dizer que fiquei surpreendido com a rapidez com que se chega a Nordeste, e até consultei o painél de instrumentos para ver quantos kms tinha realizado, pois quase não queria acreditar.
Fiz quase 60 kms em menos de uma hora e quase sem curvas, o que na estrada “antiga” era impossível.
Contudo, não há bela sem senão, ou seja, é espectacular ir de Ponta Delgada ao Nordeste em pouquíssimo tempo, mas perdem-se muitos pontos de interesse e toda a beleza da estrada “antiga”. Além disso, para nós Motociclistas perde-se muito em diversão, isto é, todas aquelas curvas que tornavam a condução divertida…
Para o Turista, a estrada “antiga” é obrigatória, pois é lá que se encontram todas as paisagens espectaculares, todos os miradouros e demais pontos de interesse.
Já que estava em Nordeste, aproveitei para dar uma volta pelo centro e tirar algumas fotos:

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Nordeste é impressionante, estava tudo tão calmo e sereno, quase nãi vi pessoas, aliás penso que só vi 2 pessoas (estátua não conta).

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Torna-se agradável andar por aqui, pois não há agitação. Mas pergunto eu, com esta nova scut e com todas as facilidades que a mesma oferece, até quando Nordeste vai ser um local calmo e sem agitação?
Só o futuro dirá…

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A sempre rotunda florida:

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Sózinho e sem mais nada para fazer, regressei a Ponta Delgada, novamente pela scut:

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De Nordeste a Ponta Delgada, já circulei na scut com mais confiança, porque já a tinha feito num sentido e já sabia o que me esperava. Se na ida levei menos de 1 hora, no regresso ainda menos. Mas também enrolei mais um pouco o acelerador…
Em jeito de conclusão, posso dizer que foi um bom passeio, muito relaxante e intressante. Agora e para aqueles que gostam realmente de fazer kms de mota, não há desculpa para não se ir tomar um cafézinho até Nordeste, pois poupa-se em tempo e combustível.
Penso que vou ir mais vezes ao Nordeste, mas também penso que depois deste factor novidade passar, a estrada “antiga” vai ter ainda mais sabor e encanto.
No entanto, na scut anda-se muito a direito, e eu gosto de curvas ;-)
Para a população de Nordeste, penso que será uma melhoria na qualidade de vida e abrem-se outras oportunidades. Mas só o tempo dirá as consequências positivas e negativas desta mega construcção, que “invadiu” paisagens de grande beleza deste lado da ilha. Quanto a este último facto, é inegável que a nossa paisagem perdeu muito.
Agora falta realizar um passeio diurno para uma observação mais clara e concreta desta nova via.

Boas Curvas! :-)

Explorando…, outra vez

No passado Domingo, Eu, o Ricardo e o Rui, voltamos a realizar mais um passeio fora de estrada, o qual voltou a assumir um carácter exploratório.
Voltamos a centrar as nossas atenções para os trilhos que se situam entre a Lagoa e Vila Franca do Campo, pois parece-nos que existem alguns trilhos mais “escondidos” e possíveis de atravessar.
Contudo, as condições meteorológicas não estavam as melhores, ou seja, nevoeiro e promessa de alguma chuva.
Mas nada que nos impedisse de sair ;-)
Neste passeio, testei os novos óculos da SCOTT, com a lente ligeiramente escurecida e espelhada:

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Muito bons, com grande nitidez e sem escurecer em demasia. O que gostei mais foi o encaixe na cara, ou seja, muito confortável e anatómico.
Voltando ao passeio, começamos o mesmo na Lagoa, atravessando alguns trilhos já familiares:

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Aqui o nevoeiro ainda não era muito…

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Além do nevoeiro, tivemos que ter atenção com o piso, porque o mesmo estava enlameado em algumas zonas, mas em termos gerais, estava escorregadio, fruto da humidade que estava.
Fui vítima do piso escorregadio, ou seja, a roda dianteira escorregou e caí para o lado:

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O problema não foi cair para o lado, o problema foi que caí para o lado de uma ravina e fui de “voo” lá para baixo para as conteiras:

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Para minha sorte, não caí muitos metros, dado que houve um tronco de árvore que parou o meu “voo”. Felizmente, não me magoei, fruto das protecções e de também não ter apanhado uma superfície dura.
Mais adiante, aquilo que a malta gosta, troncos :-)

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Perto da Barrosa, estivemos a explorar um novo trilho, o qual parece fazer ligação com um outro trilho que exploramos da última vez.

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Contudo, optamos por ir a pé, pois não tínhamos a certeza se, de facto, este trilho fazia ligação com o outro e o mesmo não apresentava condições para irmos de mota, ou seja, uma zona tipo trialeira e cujo piso era puro barro:

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A pé já escorregávamos bastante, imaginem de mota?

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Definitivamente e tal como o Rui referiu, havemos de fazer este trilho de mota, mas num dia sem humidade, com o piso bem seco e a subir :-)
Bem, continuamos a nossa exploração “à la pata”, atravessando algumas pastagens através do nevoeiro, que ficava cada vez mais denso:

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Ainda andamos uma distância considerável, que com equipamento TT foi muito confortável, especialmente para os pés, devido ao grande conforto das botas TT.
A dada altura já parecia que já tínhamos andado mais a pé do que de mota ;-)
E eis que no meio do nevoeiro surge alguém, que por momento pensei ser o D. Sebastião, mas não, era o Rui ;-)

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Concluímos que este trilho é possível, mas terá de ser num dia mais seco, porque descer uma trialeira em barro, seria demasiadamente arriscado.
Voltamos para trás, agora com a subida da Barrosa em mente.

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Ao longo da subida, apanhamos com muito nevoeiro, que se tornou super incómodo, especialmente quando queríamos tentar perceber qual a melhor trajectória.

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Como habitualmente, para o Rui e para a sua Gas Gas de Trial, esta subida das pedras da Barrosa não constituiu grande dificuldade, apenas para mim e para o Ricardo é que foi mais trabalhoso.
No entanto, saliento o nosso desempenho nesta trialeira, ou seja, relativamente rápido e cada vez mais à vontade.
Claro que há sempre uma ou outra parte que nos dificulta mais a vida, mas nada que não se ultrapasse com um pouco de entre ajuda:

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Sabia que a Husqvarna fazia motas e moto-serras, mas lança pedras desconhecia :-)

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Ainda bem que estava afastado, senão ia doer ;-)
A parte final da subida da Barrosa:

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Após a Barrosa, exploramos mais alguns trilhos que se situam na descida da Lagoa do Fogo, sentido Lagoa.
Uma vez mais, tivemos que deixar as motas para trás e seguir a pé, pois tratava-se de uma zona de ravina, não sendo conveniente arriscar.
Apesar do nevoeiro, a beleza desta zona era evidente:

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Ainda bem que seguimos a pé, porque este trilho não era “pêra doce”, ou seja, descidas acentuadas e escorregadias e subidas igualmente nos mesmos moldes, com ravinas nas laterais. Não havia margem para erros…

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Conclusão, mais um belo trilho, que num dia de sol deverá revelar paisagens espectaculares, mas não indicado para motas, dado os acessos muito apertados em algumas zonas, as subidas e descidas que andam de mãos dadas com as ravinas e a incerteza do sucesso.
Um bom trilho pedestre, e mesmo assim com alguns perigos.
Seguiram-se mais alguns trilhos desconhecidos, mas que não deu para explorar muito, pois o nevoeiro era muito.
Ficará para um dia de sol ;-)

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O Rui estava imparável, de mota ou a pé, queria trilhos novos :-)

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Um pequeno vídeo daquilo que foi o passeio em traços gerais (câmera montada na mota,):

E pronto, o tempo passou depressa e já era tempo de regressar a casa.
Uma vez mais, foi um excelente passeio, não só pela sempre óptima companhia, mas também pelo percurso e novos trilhos descobertos.
Pena as condições meteorológicas não terem sido as mesmas do dia anterior, senão teria sido bem mais divertido.
De qualquer forma, valeu a pena cada km.

Boas Curvas! :-)
 

Explorando…

No Domingo passado, Eu, o Ricardo e Rui voltamos a realizar mais um excelente passeio TT.
E excelente porquê?
Simples, ao invés de seguirmos um percurso já nosso conhecido e definido, andamos a explorar algumas zonas em busca de novos trilhos.
Claro que inevitavelmente passamos por alguns trilhos já nossos conhecidos, mas faz parte, porque afinal de contas estamos numa ilha ;-)
As zonas por onde andamos foram os trilhos entre a Lagoa e a Vila Franca do Campo, com uma primeira incursão a revelar algumas zonas bem interessantes, como por exemplo algumas pontes antigas e um mini túnel.

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Pareceram-me antigos percursos que ligavam as freguesias entre si, ou então, percursos que serviam de ligação entre terrenos de Lavradores.
De qualquer forma, achei muito interessante, pois desconhecia os mesmos.
O Ricardo e o Rui contornaram o túnel por cima:

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Eu atravessei o túnel :-)

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Por cima ou através do túnel, ia dar ao mesmo local :-)

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Não tardou muito até surgir o 1º desafio, ou seja, uma zona de escadas, daquelas construídas usando as condições naturais do terreno, que serviam de acesso entre 2 trilhos.
Esta zona era um pouco inclinada…, ia dar luta ;-)

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Demos uma vista de olhos a pé, e verificamos que a transposição era possível, mas não ia ser possível sempre em cima da mota, ou seja, em determinadas zonas (maior parte) as motas teriam que ser levadas pela mão e com a ajuda de todos.
Tá visto que isto ia dar para suar ;-)
Primeiro a peso pluma:

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Uma zona que exigia calma e boa escolha das trajectórias:

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Só mais um pouco e já está! :-)

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Agora faltavam as maiores, com prioridade para a mais pesadinha de todas, isto é, a DR, porque se não resultasse bem, era escusado tentar com a Husqvarna do Ricardo.
Mas com um pouco de esforço e empenho, a DR lá chegou ao topo, mas deu para suar e bem :-)

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Venha lá a “moto-serra” :-)

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Apesar de mais leve, também deu luta :-)

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Ricardo, pareces cansado ;-)

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Após este super aquecimento aos músculos, continuamos a explorar estes trilhos desconhecidos, os quais nos levaram a uma enorme pastagem, a qual pareci não ter saída, obrigando-nos a explorar ainda mais possíveis saídas desconhecidas.

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Chegamos a um ponto em que não tínhamos mesmo qualquer referência em termos orientação, tornando-se mais díficil arriscar.
Mas nem por isso o terreno deixou de ser muito interessante e divertido.

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Contudo, progredimos mais um pouco, mas depois chegamos a um ponto em que o trilho ficava cada vez mais estreito e tomava a forma de escarpa.
Bem, aí nada melhor do que explorar a pé, pois não vale a pena correr riscos desnecessários.
Numa determinada zona, ficou de tal forma estreito, que era impossível passar montados nas motas:

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Se por acaso este trilho tivesse continuidade, as motas teriam que passar à mão, tipo um de nós numa ponta a segurar pela frente, e outro na parte de trás a fazer o mesmo. Mesmo assim, ia ser perigoso…

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De qualquer forma, nem tudo era mau, a vista desta escarpa era espectacular:

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Bom, lá seguimos a pé, de forma a verificar se o risco valia a pena…

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Pela beleza do trilho, valia a pena, mas para nosso azar (ou sorte), o trilho esgotava-se numa pequena ponte antiga, que não parecia suficientemente segura e larga para também a atravessarmos de mota:

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Definitivamente não valia a pena arriscar, quer na zona de escarpa, quer na ponte adiante.
Tivemos que voltar para trás, recuando com as motas e com ajuda mútua, pois já tínhamos passado por uma zona estreita e que não permitia manobrar a mota:

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Ainda tentamos mais uma alternativa nesta mesma zona, mas também só nos oferecia mais uma bela vista:

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O pior de tudo foi que quando tentamos sair por uma suposta saída, a mesma encontrava-se com um portão e com cadeado…
Lá tivemos que andar às voltas à procura de uma possível saída, que é como quem diz, “inventar” uma saída.

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Até numa ribeira que estava seca tentamos a saída:

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Mas não tinha saída…

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Bora para trás procurar outra saída…

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O Ricardo com uma nova manobra de inversão de marcha, chamada a técnica da conteira ;-)

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Eventualmente, encontramos uma saída, que até estava mais perto do que prevíamos.
Mas os nossos espíritos estavam sedentos por mais aventura e exploração e, uma vez mais, voltamos a explorar mais alguns trilhos desconhecidos, muito por culpa de uma zona que estava a ser alvo de desflorestação, e que nos obrigou a tomar estes trilhos desconhecidos.
Mas voltamos a não ter sorte, visto que uma vez mais apanhamos um trilho sem saída, e apenas com uma boa vista:

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Lá tivemos que voltar para a zona de desflorestação que, para nossa surpresa, já tinha a via obstruída por árbores abatidas.
Nada para assustar, tivemos que encontrar no meio dos galhos uma boa forma de passar ;-)

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O pessoal que se encontrava aqui a trabalhar foi 5 estrelas connosco, dado que desobstruíram a entrada para um trilho que conhecíamos. Espectáculo! :-)

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Pois é, mais árvores para passar por cima :-)

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Depois de tanta exploração, achamos por bem terminar o passeio subindo as pedras da Barrosa, nem que fosse para aproveitar enquanto estava vom tempo, porque o nevoeiro começava a surgir muito rapidamente, podendo tornar-se inconveniente.

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E lá chegamos às pedras da Barrosa, que pareciam mais reviradas que o habitual.

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Para piorar, estávamos um pouco cansados, que aliado à dureza desta trialeira, revelou-se durinho chegar ao fim.

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Bem, apanhamos uma tareia…
É que não há uma vez que venha a esta trialeira e que já não esteja cansado…

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2 Vídeos com o Ricardo a enfrentar as pedras da Barrosa:

 

Mas não me posso queixar da progrssão no terreno, pois a capacidade de tracção da DR, aliada à boa capacidade de tracção do Michelin Cross AC traseiro, ajudou-me imenso a progredir.
Penso que foi a vez que subisse em menos tempo e sem aquecer demais o motor.
Apesar do cansaço, gostei desta subida! :-)

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Claro que o Rui e a sua Gas Gas de Trial subiram estas pedras num abrir e fechar de olhos ;-)
E com esta subida o passeio já estava praticamente terminado, restando descer a Lagoa do Fogo, sentido Lagoa, e com uma vista sempre fabulosa deste lado da ilha:

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Eu e o Ricardo despedimo-nos do Rui e rumamos até ao nosso ponto de partida, junto à pista de Motocross, ainda com espaço para um bonito percurso:

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E pronto, estava terminado mais um passeio TT de Domingo.
Conclusão, foi um excelente passeio, sem dúvida :-)
Apesar do percurso pouco definido, tivemos a oportunidade de explorar novos trilhos, que apesar de alguns não terem saída, proporcionou-nos uma boa dose de diversão.
Uma vez mais, a camaradagem foi determinante em algumas partes do passeio.
Belo passeio e bela companhia! :-)

Boas Curvas! :-)

     

Passeio como nos velhos tempos

Este fim-de-semana, o nosso amigo Adolfo Pedradas esteve de passagem na ilha e, como sempre, não podia faltar um passeio na sua companhia :-)
Claro que este passeio seria como nos velhos tempos, ou seja, de Trail ou Maxi-trail, e seguindo sempre a filosofia do grupo, a camaradagem, a entre ajuda e a boa disposição.
Contudo, não seria só mais um passeio, seria também a estreia do Francisco Narciso e da sua bonita KTM LC8 950 ADVENTURE S, edição GO!!!!!
Portanto, estavam reunidas condições para uma boa manhã de Domingo :-)
O ponto de encontro foi o habitual, comparecendo Eu na minha LC8, o Adolfo na DR 650, o Nuno na V-Strom 650 e o Francisco na LC8:

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O nosso estreante desejoso de testar as capacidades da sua nova montada :-)

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Tínhamos convidado mais alguns elementos que habitualmente participavam nestes passeios, mas parece que se assustaram com a chuva que se fez sentir pela manhã. Ficaram a perder, porque ao longo do passeio só apanhamos com algum orvalho esporádico.
Este passeio também era importante para mim, porque tinha alterado as suspensões da minha LC8 para as especificações da versão “S” de 2005, isto é, mais curso (245 mm salvo erro), e pretendia testar no terreno esta alteração.
Quanto ao passeio, após algumas incertezas decidimos delinear o passeio pela zona das Sete Cidades e arredores, dado que estas zonas oferecem uma boa diversidade de trilhos.
Atravessando as Capelas:

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Um trilho simples e óptimo para o Francisco começar a ambientar-se ;-)

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Seguiu-se Covoada e Sete Cidades, com incursão pelas Cumeeiras, onde surgiram as primeiras dificuldades, sob a forma de algumas valas e lombas, que normalmente causa alguma incerteza a quem se inicia.

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Confesso que também estava um pouco tenso, dado que já não andava com a LC8 no fora de estrada já algum tempo, e também porque a mota estava mais alta devido à alteração das suspensões.
Mas com o passar dos kms, comecei a recuperar a confiança e a sentir os benefícios das “novas” suspensões.
Que diferença… :-)

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O dia podia não estar nublado, mas não retirou nem um pouco da beleza das lagoas:

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Tomamos algumas zonas de estradão junto à Lagoa das Sete Cidades, de forma a oferecer ao Francisco uma oportunidade de explorar ainda melhor a sua LC8.

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Vídeo da Península:

No entanto, também efectuamos algumas incursões por alguns percursos que exigissem mais um pouco, de forma a divertirmo-nos mais um pouco, e também para o Francisco perceber ainda mais um pouco das reais capacidades da sua máquina.
Tomamos o caminho do cemitério das Sete Cidades, sentido Caminho dos 3 Kms.
Devido à chuva, esta zona com piso de areia mais espessa revelou-se mais desafiante, pois causava mais instabilidade à dianteira.

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Vídeo do trilho de ligação ao Caminho dos 3 kms:

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As várias lombas (estilo rampa) que aqui existem ofereceram alguma diversão, onde numa delas consegui mesmo dar um salto com a LC8 :-)
Na recepção ao solo, consegui sentir as diferenças das suspensões “normais” para as agora “S”. Um mundo de diferenças, sem afundra em excesso e com maior suavidade. Espectáculo! :-)

Salto ao minuto 2:07 :

Passamos pelo Caminho dos 3 kms, o qual estava um pouco irregular, exigindo mão firme na hora de ultrapassar as mesmas, dado que algumas irregularidades situavam-se precisamente em plena curva.
Todos passaram, não obstante a alguma apreensão do Francisco, que é perfeitamente compreensível.

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Importante salientar a boa disposição sempre presente, em boa parte culpa do Adolfo, que tem sempre aquela capacidade de animar a malta. Este companheiro já estava a fazer falta :-)

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Paragem na Vista do Rei:

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Voltamos às Cumeeiras, desta vez em direcção à Seara, com o objectivo de tomarmos mais alguns percursos em direcção aos Mosteiros.
Nas Cumeeiras, as vistas são sempre uma maravilha:

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Verde e mais verde…

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A partir de agora estes cenários serão mais frequentes :-)

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A nossa descida aos Mosteiros foi apenas com o objectivo de entrarmos nos vários trilhos que atravessam as freguesias deste lado da ilha. Trilhos do tipo estradão e com algumas partes muito boas para enrolar o punho direito ;-)

Por último, e já em jeito de fim de passeio, passagem por parte do trilho da Vigia das Feteitas:

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Algumas partes estavam mais densas de vegetação:

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Fim de passeio no miradouro da Rocha da Relva:

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Uma vez mais, foi um bom passeio, especialmente pela sempre bem vinda e agradável presença do Adolfo, que tão bem sabe conferir a estes passeios um espírito de aventura.
A sua presença já fazia falta, assim como a dinâmica deste grupo, onde só foi pena alguns elementos não terem comparecido ou poderem participar.
Foi um passeio como nos velhos tempos, sem stress, animado e com muita camaradagem.
Por fim, referência às alterações efectuadas nas suspensões da minha LC8, ou seja, resultaram em pleno e fazem toda a diferença na hora de “atacar” as zonas mais irregulares. Valeu a pena, Obrigado SRMOTO e Mestre Ernesto pelo óptimo serviço.
Até ao próximo passeio.

Boas Curvas! :-)
 

Ginetes, Sete Cidades e Mosteiros

Mais um Domingo, mais um passeio :-)
Desta vez, com a presença do regressado Nelson, que após ausência de alguns meses, regressou aos trilhos. Já fazia falta, especialmente ao Rui Cabral, que já sentia falta de alguém para “implicar” ;-)
Também tivemos neste passeio a presença de mais 2 companheiros que não conhecia, o Rui Marques e o Luís Resendes.
O Rui iniciou-se à pouco tempo no TT e o Luís é um veterano nestas andanças, isto é, pelo que percebi já anda nestas lides desde os anos 80. Ia fazer o passeio aos comandos da Montesa do Rui Cabral.
Portanto, previa-se um passeio interessante :-)
Ponto de partida, freguesia dos Ginetes, mas com uma pequena odisseia pela manhã, ou seja, a KTM do Nelson esteve parada alguns meses, sem qualquer utilização, e para a colocar em funcionamento foi uma carga de trabalhos, especialmente pelo arranque eléctrico não estar a funcionar…

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O mais interessante é que o Nelson partiu para este passeio com uns pneus “slick”:

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Pior, já tem os pneus novos em casa, mas não teve tempo ou paciência para os montar.
Ir para as “canadas” com uns pneus destes é mesmo de HOMEM :-)
iníciamos o passeio em alguns trilhos dos Ginetes, sentido Sete Cidades, com os mesmos a apresentarem-se um pouco húmidos e com uma vegetação mais cerrada, cenário habitual um pouco por toda a ilha nesta altura do ano.

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As primeiras dificuldades não tardaram a surgir, sob a forma de um rego, o qual era um pouco mais acentuado em algumas partes.

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Para o Rui e o Luís nas motas de Trial, não houve qualquer dificuldade, mas para a malta das Enduro, convinha não hesitar, ou seja, colocar o nosso peso na secção traseira da mota, acelerar de forma contínua e, se necessário, ajudar nas laterais da mota empurrando com as pernas.
O Rui Marques teve algumas dificuldades nesta zona, fruto de alguma hesitação e também da sua mota, ou seja, a sua KTM SX-F 250 (de Motocross) gosta de fazer rotação, e não era fácil colocar a potência na dose certa nesta zona…

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No topo desta subida estava a turma dos mais de 40, a assistir às nossas dificuldades:-)

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E lá foi o Rui Marques mais uma vez, com a nossa ajuda e apoio:

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Vai, força!!! :-)

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Para meu azar, fiquei sem bateria na máquina fotográfica, e não tinha nenhuma suplente comigo :-(
Tive que recorrer ao telemóvel para o restante passeio, situação que não se revelou muito prática, mas deu para desenrascar.
No meu caso, consegui ultrapassar esta zona, não obstante alguma ajuda na parte final.
Por fim, o Nelson e os seus pneus “slick” :-)

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E não é que o homem conseguiu subir com aqueles pneus completamente gastos e com um piso escorregadio…
Bem, envergonhou aqueles que tiveram algumas dificuldades e com pneus novos.
É o meu novo ídolo :-)

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Mas a vista de alguns destes trilhos compensa sempre as dificuldades :-)

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Tivemos pela frente mais uma sucessão de trilhos bem ao jeito do Enduro, ou seja, muitas irregularidades em sentido ascendente, e que pediam convicção na progrssão, pois o piso estava escorregadio, com pedra solta e alguns regos.
O segredo era não parar, e em caso de parar, arrancar com jeitinho.
No meu caso, adorei, especialmente porque fiz tudo à primeira. Aliás, neste passio corria-me tudo bem :-)
O Rui Marques e o Nelson é que não vieram pelo mesmo percurso, tomaram um atalho.
Batoteiros ;-)

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Já no centro das Sete Cidades:

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Claro que o Rui Cabral encontra sempre um “cantinho” para “brincar” com a sua mota de Trial:

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O Luís Resendes também “brincou” um pouco com a Montesa e estava surpreso com as capacidades destas máquinas:

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Pausa para Kit Kat :-)

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Siga que a malta quer mais! :-)

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Qual pneu gasto qual quê, o Nelson não pára ;-)

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Passagem pela freguesia dos Mosteiros, com o Rui a seguir por um percurso diferente, isto é, por uma zona de passagem de ribeira:

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O restante grupo seguiu por outras vias :-)

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Antes de terminarmos o passeio, paragem num miradouro com vista para os bonitos ilhéus dos Mosteiros.

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O que será que o Rui estava a fazer a olha para os ilhéus??? :-)

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E pronto, terminamos mais um passeio de Domingo :-)
Excelente passeio, que deu para libertar todo o stress semanal e, uma vez mais, em excelente companhia.
Foi um prazer realizar este passeio com novos companheiros, neste caso o Rui Marques e Luís Resendes, e espero contar com eles num próximo passeio.
Uma nota final para o nosso amigo Rui Cabral, pelo empenho e limpeza que tem com o seu automóvel, é que nem “preservativo” para o volante faltou :-)

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Boas Curvas! :-)

Costa Norte

No passado Domingo, e para não fugir à regra, Eu, o Rui e o Ricardo voltamos aos trilhos!
Desta vez, a costa norte era o nosso objectivo, com o Rui a querer explorar alguns trilhos que tinha em mente, especialmente um para os lados da Lagoa de São Brás.
Ora bem, começamos por efectuar algumas incursões por alguns trilhos que atravessavam alguns terrenos, com o objectivo de encontrar um determinado trilho, que nos levasse para mais perto da Lagoa de São Brás.

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Trilho encontrado, bora lá subir um pouco :-)

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Nesta altura do ano, os trilhos da ilha encontram-se com muita vegetação. Para alguns é incómodo, mas eu até acho que ficam bem mais interessantes e bonitos:

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Um trilho engraçado, mas muito escorregadio. Não valia a pena abusar do acelerador, apenas aproveitar o efeito de binário do motor e progredir nas calmas.
No fim, uma bonita vista de uma parte da costa norte:

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Seguimos em frente, com o Rui sempre a aproveitar qualquer irregularidade no terreno para treinar :-)

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Depois seguimos em direcção à Lagoa de São Brás, com o habitual trilho desta zona a apresentar-se igualmente bem povoado de vegetação.
O piso também não estava grandes coisas, mas em compensação havia muitas amoras, que o Ricardo aproveitou e bem ;-)

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Passagem pela sempre bonita Lagoa de São Brás:

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Bem, já estava na hora de explorarmos um trilho que existe muito perto da Lagoa de São Brás.
O trilho até certa parte é acessível, apresentando apenas um piso muito escorregadio e muita vegetação:

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E fim da linha, aparentemente…

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Mas alguns metros adiante e após atravessarmos mais alguma vegetação, este trilho tem continuidade, mas não da forma desejada ou mais fácil, ou seja, existe um fosso que divide o trilho em 2, já para não falar do enorme buraco que se encontra mesmo ao lado.
Resumindo, a passagem das motas teria que ser feita manualmente e com muito cuidado, pois corríamos o risco das motas caírem para o buraco, o qual tinha uns bons metros de profundidade.
O Rui e o Ricardo foram a pé verificar se valia a pena efectuar a travessia, ou seja, após passarem o fosso fizeram uma pequena caminhada, de forma averificar se este trilho tinha continuidade/saída.

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E eu fiquei a guardar as motas ;-)

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Parecia que o trilho tinha saída, portanto, iníciamos a travessia do fosso:

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1º foi a peso pluma, pois não convinha iniciar esta experiência com as maiores ;-)

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Depois de deixar a mota escorregar de frente para o fosso, restava colocá-la do outro lado, que era sempre mais cansativo.

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Depois era a vez da menos leve de todas :-)

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A DR passou para o outro lado, mas deu luta aos braços…

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Depois descobri o que é que estava a tornar a DR mais pesada, era o meu pendura ;-)

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Por fim, a Husqvarna do Ricardo:

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Missão cumprida!

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Após tanto trabalho, esperava-nos um percurso pelo mato em estado virgem, isto é, sem zonas de circulação definidas. Era mesmo atravessar e tentar seguir pelas zonas que nos pareciam mais transitáveis.

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Apanhámos com cada galho na cara…, enfim, levamos uma grande tareia de galhos, vegetação, arbustos e tudo mais que se encontra numa mata, mas valeu a pena :-)

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Depois andamos muito perto do Monte Escuro, a explorar mais alguns percursos.
Creio que existem alguns que ficarão para outra ocasião…

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Um cenário muito bonito, também em formato artístico :-)

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No entanto, já estava na hora do Rui terminar o passeio, mas eu e o Ricardo continuamos mais um pouco, “brincando” um pouco mais em alguns percursos de mata, com uma última passagem por alguns trilhos do Monte Escuro.

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Troncos?
No problem! :-)

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Que belos cenários que a costa norte nos oferece :-)

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Lama para terminar em grande ;-)

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E pronto, o passeio tinha terminado :-)
Uma vez mais, foi um belo passeio, especialmente pelo maior espírito de aventura e companheirismo que este passeio trouxe ao de cima, muito por culpa da zona mais “extreme” para os lados da Lagoa de São Brás.
Foi cansativo, é certo, mas lá de vez em quando são precisos desafios como este para tornar os passeios ainda mais animados e inesquecíveis.
Venha o próximo!

Boas Curvas! :-)
 
 
 
 

Sete Cidades…

No passado Domingo e como habitualmente, realizou-se mais um passeio fora de estrada, desta vez nas Sete Cidades e arredores.
O ponto de encontro foi mesmo nas Sete Cidades, mais concretamente na Seara, numa casa de família do nosso amigo Rui Cabral:

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De destacar neste passeio o regresso do Paulo Sousa, que após uma pausa de Verão, regressou com a sua KTM EXC 450. Bem vindo de volta :-)

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O Gregório também voltou aos passeios com a sua Dominator, mas esperemos que se mantenha regular, pois ora aparece, ora desaparece ;-)

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Ora bem, quanto ao passeio, com o Rui como guia, só podemos esperar um bom passeio :-)
Começamos por fazer algumas incursões em alguns trilhos das Sete Cidades, com um nível de dificuldade acessível a todos:

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Desta vez, o Ricardo trocou a sua habitual Husqvarna pela anterior mota de Trial do Rui, a Montesa:

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Trilho paralelo ao túnel das Sete Cidades:

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Um trilho acessível e muito bonito, especialmente por causa da forte vegetação e toda a intensidade da cor predominante, o verde:

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A “amarelinha” não se confunde com o terreno ;-)

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Ritmo calmo e descontraídeo, de forma a que todos pudessem acompanhar e desfrutar do passeio.

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Fizemos uma pequena passagem pela freguesia dos Mosteiros, com o Rui e o Ricardo a experimentarem um percurso numa zona de Ribeira, que neste momento está seca:

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O pessoal das Enduro ficou a ver os homens do Trial a ultrapassar os obstáculos:

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Sem espinhas para o Rui :-)

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O Ricardo fazia o que podia neste tipo de mota, mas não se saiu muito mal:

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Saindo dos Mosteiros:

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O Rui a mostrar como é que se faz ;-)

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Regressando às Sete Cidades:

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O Ricardo a aproveitar o grande conforto da Montesa :-)

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Voltamos aos belos trilhos verdejantes das Sete Cidades, com passagem por alguns percursos que fizeram parte da 1ª prova do Campeonato dos Açores de Enduro:

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Pausa para “Kit Kat” ;-)

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Após a pausa, água para refrescar um pouco. Já fazia algum tempo que não via um cenário destes:

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Seguiu-se um pequeno desafio ao Ricardo e às suas capacidades aos comandos da Montesa, uma subida junto ao parque de campismo das Sete Cidades.
Parecia fácil, mas bastava um mau arranque ou a velocidade errada na caixa de velocidades para a coisa falhar:

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Ele bem que tentou várias vezes, e andou perto de conseguir atingir o topo:

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O Rui mostrou como é que se fazia, e até pareceu fácil:

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O Ricardo depois tentou novos caminhos para atingir o topo:

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Até que conseguiu…, batoteiro ;-)

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Para terminar o passeio, regressamos à Seara, mas dividimos o grupo em 2, com o Gregório e o Paulo a seguirem um percurso mais acessível, e Eu o Rui e o Ricardo tomamos um percurso pela mata, em sentido ascendente e com curvas tipo gancho. Em suma, este percurso exigia ritmo contínuo, porque caso perdêssemos velocidade ou parássemos, seria díficil arrancar.
Aconteceu comigo uma vez, e só com a ajuda do Ricardo e Rui é que foi possível arrancar. Piso escorregadio em subida aliado a curvas gancho são uma maravilha…

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Chegada à Seara e a vista magnífica que se tem da casa dos familiares do Rui:

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Mas este passeio parecia que já tinha terminado, mas não. O Rui levou-nos por mais alguns percursos de mata, com o objectivo de nos mostrar outra vista para a lagoa das Sete Cidades.
Contudo, o percurso estava com alguns obstáculos, fruto de abate de árvores:

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Camaradagem sempre presente :-)

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Mas não foi possível efectuar todo o percurso de mota, dado que surgiram zonas literalmente obstruídas pelo abate das árvores. Seguimos a pé, e valeu a pena, porque fomos presenteados com mais uma bela vista.

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De volta às motas a pé. Isto já começava a parecer mais passeio pedestre que de mota ;-)

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De volta à Seara, para assim concluirmos este belo passeio de Domingo:

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Resumindo, baralhando e concluindo, foi mais um belo passeio, com belos percursos e com excelente companhia.
Espero que o Paulo continue a acompanhar-nos e que o Gregório mantenha a regularidade de outros tempos.
Domingo há mais!

Boas Curvas! :-)