"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Passeio KTM SRMOTO

No passado Sábado, dia 2 de Novembro, realizou-se em São Miguel o passeio anual KTM, organizado pela nova empresa concessionária da marca, a SRMOTO.

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Esta inciativa pretendeu reunir o maior número possível de possuidores de motas KTM e proporcionar aos mesmos um passeio de carácter TT acessível a todos, por alguns dos mais belos trilhos da ilha de São Miguel. Claro que neste tipo de iniciativa a componente diversão, adrenalina e evasão está sempre incluída, a par do sempre desejado convívio social entre todos os participantes.

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Este passeio teve a particularidade de ter tido a participação de duas Maxi-Trails, nomeadamente o Miranda na sua KTM Adventure 950 e eu numa KTM Adventure 640. De salientar que a minha participação neste passeio foi na condição de convidado por parte da empresa SRMOTO, na pessoa do Sr. Miguel Sousa e Victór Rodrigues. A eles o meu obrigada pela oportunidade proporcionada!!! :-)

Voltando ao passeio, o pessoal começou a reunir-se na oficina da SRMOTO, pelas 8:00, começando a azáfama deste tipo de eventos, nomeadamente a preparação das motas, com a colocação de gasolina e verificações gerais e vestir do equipamento adequado para este tipo de passeios, como botas, coletes, protecções e afins.

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O Paulo Maciel equipando-se a rigor:

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O Miranda já começava a ter comportamentos suspeitos, ou seja, chegava-se para junto das leves e potentes monocilindrícas a 4 tempos e tirava-lhes as medidas. Será que se apaixonou??? Só o tempo dirá.

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Antes da partida, os participantes começaram no sempre saudável convívio, o qual foi sempre animado durante todo o dia:

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Os participantes continuaram a reunir-se para o passeio, mas uns minutos mais tarde esta reunião continuou junto ao stand de vendas da SRMOTO, na zona dos Valados, nos Arrifes.

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Uns minutos mais tarde, já era tempo de nos fazermos à estrada. Tenho que confessar que estava um pouco nervoso, poque estava a embarcar numa aventura diferente das que tinha feito até agora, onde havia vários praticantes assíduos de TT, muito experientes e à vontade nestas andanças, sendo eu e o Miranda os “verdinhos” e aos comandos de motas bem maiores e pesadas.

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Mas não havia razão para este nervosismo, porque o responsável pelo percurso do passeio, nomeadamente o André Cabral, cedo nos informou que haviam partes do passeio que seria complicado acompanharmos o ritmo e que haviam percursos de díficil transposição para as nossas Maxi-Trails. Resumindo, a nossa tarefa ficou facilitada e limitamo-nos a acompanhar a caravana nos percursos possíveis às nossas montadas e, nos que não eram possíveis, tomava-mos outros percursos alternativos e mais fáceis.

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Logo nos primeiros trilhos em que acompanhamos as “cabras do monte”, verificamos que o grupo que montava este tipo  de motas era muito rápido e com grande experiência no todo terreno, onde facilmente “desapareciam” do nosso campo de visão, deixando apenas marcas profundas no piso e uma grande nuvem de pó. Este pessoal não anda, voa :-)

O todo terreno tem às vezes pequenos precalços, como a rede que se enrolou na roda traseira da KTM EXC 525 do nosso grande piloto “Dragon”. Após uma intervenção rápida, o “Dragon” voltou à carga.

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De referir que o percurso do passeio foi delineado essencialmente na zona norte da ilha de São Miguel, onde se explorou vários trilhos em direcção à cidade da Ribeira Grande, incluindo a bonita zona da Lagoa do Fogo.

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Atravessamos trilhos rápidos e acessíveis, sendo apenas uma espécie de aperitivo e aquecimento. O pior, ou melhor dizendo, o melhor estava para vir…

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Uma coisa que gostei de verificar neste passeio foi a camaradagem existente, onde pude constatar que à entrada de novos trilhos existe a preocupação de esperar pelos participantes mais atrasados, de modo a que ninguém fique para trás.

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Eu e o Miranda andamos sempre na cauda do pelotão, sendo o pó levantado pelos outros o nosso grande inimigo. Mas à frente é que não podiamos ir, senão só seriamos mais um obstáculo no caminho ;-)

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Como é normal na nossa ilha, as paisagens são sempre uma contante e tornam o passeio ainda mais agradável e relaxante. Aqui temos uma vista para as montanhas da Lagoa do Fogo:

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Este pessoal acelerava e bem…

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Quero também referir que havia um participante neste passeio que se preocupava em certificar-se que eu e o Miranda não ficavamos para trás e se estavamos bem, era o Lourenço Cymbron, que está na foto de capacete vermelho. Além disso, preocupou-se em dar-nos umas dicas de condução. Obrigada Lourenço, resultaram em pleno :-)

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Uns quilómetros mais à frente, dava-se a primeira paragem, junto à zona do parque industrial da Ribeira Grande, onde alguns aproveitavam para limpar algum pó e não só…

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Este passeio teve um acompanhamento constante por parte do Rui Ferreira, o qual surpreendeu alguns participantes com entrevistas, incluindo eu e o Miranda. Que grande cena… ;-)

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Claro que estas filamegens e entrevistas seriam para o programa “Máquinas e lazer”.

Outra surpresa agradável no passeio foi a oportunidade do Miranda experimentar uma verdadeira mota de Enduro, cortesia do sempre prestável Lourenço Cymbron.

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Gostei de ver o Miranda aos comandos desta máquina, onde por uma ou duas vezes levantou a roda dianteira. Acho que não imaginava que estas máquinas eram tão nervosas e rápidas. Valeu a experiência!!! :-)

A partir da Ribeira Grande, foi tempo de eu e o Miranda abandonar o grupo e a tomar percursos alternativos, porque dali para a frente o grupo começou a tomar trilhos mais ao estilo de uma prova de Enduro, sendo um bom teste para a técnica de condução e capacidade física de cada um. Os trilhos alternativos que tomamos eram de grande beleza e alguns deles eram-nos desconhecidos.

Paramos na zona do Miradouro de Santa Iria, onde havia o pessoal da assitência à espera dos participantes para um reabastecimento e assistência em caso de necessidade.

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E por falar em assitência:

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Minutos mais tarde começavam a chegar os “bravos do pelotão” num ritmo frenético:

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Uma zona muito bonita para este reabastecimento:

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Mas este pessoal queria mais…

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No entanto, continuamos o passeio e tal como referi acima, os trilhos tornaram-se mais díficeis e eu e o Miranda fomos por trilhos alternativos, alternando estrada com trilhos fora de estrada, sempre a um ritmo calmo e descontraído, onde a KTM 640 Adventure cedida para este passeio ultrapassava todos os obstáculos sem dificuldade e me proporcionava grandes momentos de diversão. Uma Trail espectacular, com uma ciclística muito equilibrada, onde destaco as suspensões e leveza do conjunto. Adorei!!!

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Na Achada das Furnas, novo reabastecimento e aí o pessoal do monte já começava a apresentar alguns sinais da dureza dos percursos e alguma lama a decorar motas e equipamento. Rapazes, aguentem-se!!!

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 A única coisa que tenho pena é de não podermos acompanhar esta caravana nestes percursos de carácter mais endurista, dado que os mesmos são de grande beleza e porpocionam momentos de condução muito interessantes, mas igualmente muito exigentes para máquinas e pilotos. Mas sem mota adequada o risco de surpresas desagradáveis é muito elevado.

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Da Achada das Furnas aos Graminhais foi um pequeno passo, onde aí fomos todos surpreendidos por um nevoeiro intenso e alguns chuviscos. Nada de especial, mas que não deixava de ser incomodativo.

Segundo os participantes, no trilhos existentes nos Graminhais havia muita lama e ao que parece houve algumas pequenas quedas, sem consequências e que deixaram alguns participantes todos enlameadados. Ossos do ofício!

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Como de costume, lá fomos os dois por trilhos alternativos, os quais tinham como destino novamente a zona norte da ilha, mais concretamente o Nordeste. Nestes trilhos predomina uma vegetação muito intensa e verdejante, bem como estradões com um piso muito bom e que permitem um bom ritmo de passeio.

Miranda e o “canhão” 950 Adventure:

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Eu e a fantástica 640 Adventure:

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Em Nordeste, novo reabastecimento e não só, esperava-nos um lanche, cortesia da SRMOTO.

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Este lanche soube muito bem, porque após vários quilómetros pelos “maus caminhos” as energias já começavam a ser poucas. Um rabastecimento que veio mesmo a calhar :-)

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Esta paragem foi um pouco mais longa e para além do lanche o pessoal aproveitou para descansar um pouco mais. As conversas acerca do passeio também estavam animadas, onde já se ouviam várias histórias acerca de uma ou outra situação mais engraçada ou caricata que se tinha passado com alguns particpantes. Aqui houve novamente entrevistas para o “Máquinas e lazer”, onde eu fui “caçado” pelo Rui Ferreira. Nem sabia o que dizer… ;-)

No entanto, foi tempo de seguir viagem e eu e o Miranda lá seguimos pela via alternativa, com o objectivo de chegar à bonita zona da Tronqueira. Apanhamos um ou outro trilho mais acidentado e complicado, mas que serviram para testar as nossas capacidades de pilotagem, bem como ganhar um pouco de mais experiência nestas andanças. Uma vez mais a Adventure 640 assumiu um papél muito importante, permitindo-me ultrapassar todos os obstáculos com relativa facilidade e sempre a um ritmo “vivo”. Fantástica esta mota. Fiquei fã…

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O Miranda e eu atravessamos o sinuoso troço da Tronqueira a um ritmo muito elevado para aquilo que estavamos habituados a fazer, onde a Adventure 950 não conseguia “descolar-se” da Adventure 640. Negociamos curvas a um ritmo entusiasmante, onde não forma raras as vezes que a traseira se atravessava, tornando a condução num exercício de prazer e diversão.

No fim deste troço, já nos encontrava-mos na Povoação, onde haveria um último reabastecimento e assistência.

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Nesta zona de montanha da tronqueira existem trilhos paradisíacos, mas igualmente exigentes.

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E a chegada do pessoal:

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Novamente contavam-se histórias, onde a que mais se ouvia era o ritmo endiabrado com que o André Cabral e companhia fizeram o troço da Tronqueira, era do tipo, “epá, que sorte em não apanharmos nenhum carro de frente…”. Estão a ver o ritmo destes malucos???

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Nesta foto é bem vísivel a “máscara de beleza” que o Lourenço Cymbron tinha :-)

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Contudo, já estavamos a caminhar para o final da tarde e já era tempo de regressar à base para um muito desejado jantar. Como era esperado, o regresso a casa foi feito por percursos TT acessíveis, onde seguimos todos em grupo, sempre a um ritmo despachado.

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Por esta altura eu já começava a sentir um certo cansaço nos braços, mãos e omoplatas, que começava a incomodar-me e a fazer com que abrandasse um pouco o ritmo. Afinal de contas já tinhamos cerca de 200 kms de “off-road” no corpo…

Este regresso levou-nos da Povoação à Vila Franca do Campo e depois até Ponta Delgada e finalmente Arrifes. Ufa…, estavamos cansados.

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O melhor da festa estava reservado para o final do passeio, ou seja, o jantar no Snack Bar Europa na zona industrial dos Valados.

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No jantar foi possível assistir a um convívio muito animado e saudável, onde se contavam várias histórias das aventuras do pessoal ao longo do dia nos trilhos Micaelenses, onde algumas destas histórias foram motivo para uma boa gargalhada.

Claro que o jantar estava uma delícia e nada faltou, sempre com um atendimento impecável.

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A conversa continuou noite dentro, onde todos tiveram um tema interessante para se falar e sempre à volta das duas rodas, bem como um copo de vinho a acompanhar, tornando as conversas ainda mais divertidas.

E assim terminou o passeio KTM organizado pela SRMOTO.

Cliquem no link abaixo para verem o vídeo deste passeio:

http://br.youtube.com/watch?v=9qw6uSzW5TY

A empresa SRMOTO está de parabéns por este evento muito bem organizado, no qual não faltou nada e proporcionou aos participantes grandes doses de diversão e prazer. Foi também um evento com uma boa componente social, onde destaco o grande espírito de camaradagem e ajuda entre todos, mostrando que não é só no asfalto que existe o espírito Motard.

Também quero agradecer novamente à SRMOTO por esta magnífica oportunidade aos comandos da inesquecível KTM LC4 640 Adventure, a qual me ofereceu bons momentos de todo terreno através de um comportamento muito sincero e eficaz. Sinceramente, uma mota que superou as minhas expectativas :-)

Da minha parte e do Miranda um agradecimento especial a todo o pessoal que participou neste passeio, pela sua receptividade a duas pessoas inexperientes nestes eventos. Pessoal 5 estrelas e que sabe receber e proporcionar momentos bem divertidos.

Boas curvas!

Sete Cidades TT + Caminho dos 3 kms

No passado dia 18 de Outubro, os entusiastas do todo terreno para “pesos pesados”, voltaram a reunir-se para mais um passeio pelos “maus caminhos”.

O grupo, nomeadamente Eu, o Miranda, Diniz e Gregório, juntou-se na sede do Clube Motard de São Miguel e facilmente chegamos à conclusão de que o nosso destino seria as Sete Cidades, onde apenas pretendia-mos um passeio “soft”, para relaxar, nada de exigências de maior. Mas uma vez mais, estava-mos a enganar-nos a nós próprios…

Antes da partida, tempo para apreciar as alterações que o Miranda efectuou na sua KTM Adventure, nomeadamente a colocação de um guarda-lamas dianteiro idêntico ao das motas de Enduro da KTM e, colocação de um par de protecções das baínhas da suspensão dianteira:

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Estava um mimo!!!

Outros, precupavam-se com inspecções de última hora. Será que o problema é da biela do escape??? ;-)

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Uns minutos mais tarde fizemo-nos à estrada, em direcção à costa norte da ilha, nomeadamente a zona das Capelas e Bretanha, para entrar-mos no nosso primeiro percurso fora de estrada, o qual teria como objectivo levar-nos até às Cumeeiras das Sete Cidades.

A vista à entrada deste percurso era magnífica:

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Este percurso já nos era familiar, só que desta vez ia ser feito no sentido ascendente.

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Como de costume, havia um pequeno nervosismo à entrada do trilho, mas que foi desaparecendo à medida que enrolamos o punho e à medida que o entusiasmo começou a tomar conta de nós.

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Este passeio teve a particularidade de não possuir muitas fotos do grupo em plena acção, dado que preocupamo-nos em fazer mais filamagens, as quais geraram os filmes que se encontram no fim.

Contudo, sempre se foi tirando algumas, as quais mostram algumas zonas acessíveis, outras nem por isso.

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Neste percurso ascendente, houve oportunidade para enrolar bem o punho e efectuar alguns pequenos saltos aproveitando as lombas existentes, as quais estavam numa posição favorável a este tipo de iniciativa.

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Mas havia que ter algum cuidado, dado que o piso possuia muita terra, pedra e algum cascalho, os quais estavam muito soltos e caso aumentasse-mos demais o ritmo a traseira rabejava em demasia, isto é, desenhava vários S’s. Era divertido, mas podia correr mal…

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Haviam zonas com algum nevoeiro, mas nada de grave.

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Este troço possuia algumas zonas bem rápidas, proporcionando algum gozo e diversão.

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E finalmente chegamos às Cumeeiras, sempre ligeirinhos…

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E tempo para despedidas, o dever chamava pelo Diniz e este teve que abandonar o passeio a partir deste ponto, mas sem antes observar as bonitas lagoas das Sete Cidades:

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Há gajos que fazem tudo para a sua “menina” ganhar protagonismo :-)

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Após esta pequena paragem, seguimos por este troço das Cumeeiras, já com o objectivo de descer até às Sete Cidades. O piso nesta zona estava bom e inspirava muita confiança e, consequentemente, o ritmo aumentava, Os motores roncavam de prazer…

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Bem, já estava na altura de abrandar o ritmo. Nada melhor que entrar num trilho mais técnico para acalmar os ânimos.

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Este percurso que se seguiu era curto e a descer, mas exigia alguns cuidados e atenção, dado que a par de várias lombas, havia novamente muita terra, pedra e cascalho solto, mas desta vez estava pior e fez-nos abrandar. Apanhei uns 2 ou 3 sustos, onde quase perdi a traseira da minha mota com as atavessadelas proporcionadas por este piso.

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A última vez que circulei neste percurso tive um precalço com a embraiagem da minha mota. Se calhar as coisas não me correram muito bem por causa deste “fantasma” que me atormentou neste percurso. Mas só insistindo é que combatemos os nossos medos.

Depois deste último percurso, fizemos uma pequena paragem para beber qualquer coisa num café local das Sete Cidades. Após estas reposição de energias, continuamos o passeio pela zona da Península da lagoa das Sete Cidades, onde nos divertimos com algumas incursões na lagoa:

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A nebulosidade e humidade era bem intensa nas Sete Cidades. Normal para esta altura do ano.

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E a foto do Grupo dos “maluquinhos” das Trail:

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No entanto, continuamos a circular neste piso de terra batida e dirigimo-nos para a outra lagoa, onde encontramos um acesso para um outro trilho.

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Entramos no mesmo, mas com a dúvida se seria privado ou não. Pelo caminho encontramos um grupo que estava a jogar Paint Ball, os quais cessaram fogo para nos proporcionar uma passagem segura. Depressa nos apercebemos a razão pela qual estava a decorrer este tipo de jogo nesta zona, isto é, quanto mais seguia-mos em frente, o caminho ficava mais estreito, a vegetação ficava mais densa e mais parecia que estava-mos a circular no interior de uma selva, tal era a densidade da vegetação e árvores.

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Um espectáculo, agora parecia uma daquelas aventuras que só vemos em livros. Uma espécie de exploração do desconhecido por um trilho incerto, acidentado e maioritariamente coberto pela natureza. Houve partes em que fomos atingidos por ramos de árvores e por folhas de vegetação. O pessoal estava a adorar!!!

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Ainda por cima era final de tarde e no meio deste mato já começava a ficar muito escuro, parecendo ínicio de noite em algumas zonas:

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Mas este troço levou-nos a outro trilho que nos fez tremer temporariamente, ou seja, levou-nos ao famoso Caminho dos 3 kms:

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Este é um percurso de 3 kms, muito usado para provas de todo terreno e, especialmente, para provas de rampa, onde o pessoal tem que efectuar este subida, a qual é super acidentada, com muitas lombas, valas, zonas moles e várias curvas. Resumindo, uma carga de trabalhos. Se o pessoal com motas para o puro TT já afirma que o mesmo é díficil, imaginem lá com motas como as nossas…

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Mas decidimos enfrentar a subida e para nossa surpresa, tudo começou bem e as nossas motas lá iam trepando com mais ou menos dificuldade. Mas umas curvas mais à frente, fiquei atascado numa vala com terra mole.

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Fiz com a ajuda do Miranda algumas tentativas  para superar esta zona, mas quanto mais insistia mais ficava atascado e mais o motor aquecia. Fizemos uma pausa e esperamos pelo Gregório, o qual conseguiu ultrapassar esta zona, e o mesmo veio em nosso socorro, mas a pé.

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Com o Gregório a ajudar houve uma maior confiança, pois tinha uma pessoa de cada lado a manter-me equilibrado, e lá consegui superar esta zona díficil.

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No fim, havia um cansaço generalizado entre todos, porque tiveram todos que empurrar a minha “burra” :-) . Mas a satisafação de obstáculo ultrapassado superava o cansaço.

Neste percurso também dava para observar a lagoa das Sete Cidades:

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E lá vinha o Gregório a pé:

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Visto deste ângulo até nem parece mau, mas do ângulo contrário as coisas são bem diferentes…

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No fim da subida, o cansaço apoderou-se de tal forma do Miranda que apenas restou-lhe deitar-se no chão:

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A vida de um “KTM RIDER” não é fácil ;-)

No final desta subida, a qual fica situada junto ao miradouro da Vista do Rei, decidimos dar por terminado o passeio e regressar a casa.

Foi um passeio espectacular, especialmente pelas dificuldades que sentimos neste último percurso e pelo trilho no meio do mato. Fez-nos sentir uns verdadeiros aventureiros e ficamos com vontade de repetir a dose.

Abaixo deixo o link do vídeo deste passeio, o qual está dividido em 2 partes. No vídeo é bem vísivel a espectacularidade de alguns dos percursos por onde circulamos.

1ª Parte:

http://www.youtube.com/watch?v=Oc6ibNOjPzQ

2ª Parte:

http://www.youtube.com/watch?v=O5JY1uqDtXI

 Boas curvas! :-)

Nordeste dos RESISTENTES

A febre do TT parece ter vindo para ficar em alguns de nós possuidores de Trails e Maxi-trails.

Inicialmente o grupo era constituído por um número agradável de participantes e até já nos chamava-mos grupo do costume, dada a regularidade das mesmas pessoas nos passeios. Mas com o passar do tempo, o grupo sofreu uma redução considerável e neste momento é conhecido pelo grupo dos RESISTENTES, grupo este que não desarma deste tipo de passeio. ALiás, a vontade de fazer mais passeios destes é cada vez maior. Será dos pneus??? Mas adiante!

No passado Domingo, dia 28 de Setembro, os Resistentes voltaram a reunir-se às 9:00 na sede do Clube Motard de São Miguel para mais um passeio TT, o qual já estava planeado para se desenrolar na bonita zona de Nordeste. E como o objectivo era andar no TT o dia inteiro, trouxemos almoço.

Antes da partida, o Gregório testava o conforto da V-Strom “Adventure”. Será que vai mudar de montada??? :-)

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O Hugo estava todo equipado, mais parecia um “action man”:

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Depois de alguma conversa e consequente acerto do percurso até Nordeste, decidimos partir, tomando as estradas do lado sul da ilha, com o objectivo de chegar à Povoação e tomar um percurso da famosa prova de TT Micaelense, o Transverde 500, o qual nos levará até à Tronqueira.

Pelo caminho, houve que fazer acertos à pressão dos pneus:

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O dia estava espectacular e proporcionou algumas fotos agradéveis, como esta na Povoação:

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Hehehe…, o Homem da crónica:

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E o “canhão” de serviço:

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Após uma breve paragem na Povoação, a qual serviu para o Hugo abastecer s sua cinquentinha, entramos finalmente nos percursos TT, embora eu e o Miranda já tívesse-mos feito um pré-aquecimento na zona da lagoa das Furnas ;-)

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O primeiro percurso teve o seu ínicio na Povoação e iria nos levar até ao percurso do Transverde 500. Esta parte do passeio revelou-se fácil e engraçada:

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Depois foi um tal enrolar o punho nuns estradões muito bons:

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Os percursos desta zona da ilha possuem uma cor avermelhada, e os mesmos são em determinadas partes um pouco escorregadios, provocando sustos aos mais desprevenidos.

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A foto abaixo foi tirada no percurso de ligação à Tronqueira e foi palco de um episódio um pouco caricato, mas ao mesmo tempo engraçado. E adivinhem que foi o actor deste episódio??? O Miranda e a sua KTM.

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O nosso amigo Miranda ao ver-me a filmar a sua passagem e a fazer sinal para abrandar, entendeu que eu estava a dizer para ele acelerar e com base nesta interpretação acelerou que nem um louco nesta descida super irregular e escorregadia. Mas não se lembrou que este trilho acabava uns metros mais à frente com uma curva e quando deu conta disto teve que travar a fundo, porvocando um “rabejar”algo brusco da traseira da KTM.

Ao filmar este cena até ele desaparecer da minha vista, fiquei com a sensação de que tinha caído, especialmente depois de o ter ouvido a gritar, mas afinal era falso alarme. Após o grito ele voltou a gritar bem alto “tou vivo, não caí” :-). Fiquei aliviado, pois se aquele “rabejar” tivesse corrido mal  não sei qual seria o resultado.

Quando todos chegaram, o assunto era naturalmente o episódio acima relatado, com muitas gargalhadas à mistura e o Miranda ainda a tremer e incrédulo de que tinha conseguido dominar a KTM naquela situação de grande instabilidade. Este episódio caricato tá no vídeo que apresento no fim.

Contudo, a KTM já apresentava alguns sinais de maus tratos. Miranda, tu és mau…

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Nada que não se resolva.

Depois do Miranda recuperar o fôlego, decidimos continuar o passeio, já em plena Tronqueira:

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Olhem só que dois:

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Nos trilhos da Tronqueira foi um tal verdascar “forte e feio” e nem mesmo o peso extra de algumas “meninas” mais encorpadas (enetenda-se V-Strom) fez abarndar o ritmo. Aliás, o ritmo estava espectacular!!!

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Após alguns bons momentos de TT, o miradouro da Tronqueira era ponto de paragem obrigatória. A paisagem vista de lá é algo de espectacular, tal a imensidão do verde:

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São trilhos e mais trilhos no meio do mato:

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E a foto do grupo dos RESISTENTES:

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No entanto, a sede do TT ainda era muita. Por isso, fizemo-nos à estrada para mais uma boa dose de verdasca.

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Na Tronqueira é fácil distrair-mo-nos com a paisagem:

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Estes percursos são uma delícia de fazer. Proporcionaram grandes momentos de prazer, nos quais se inclui curvas com as respectivas traseiras das motas a atravessarem-se, arranques a fundo e muita, mas mesmo muita diversão.

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O tempo passa depressa quando estamos a fazer aquilo que gostamos de fazer. Quando demos por nós já era tempo de reabastecer energias e lá fomos até ao miradouro da Ponta do Sôssego para almoçar-mos.

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A vista deste Miradouro também é muito bonita:

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Após o almoço, partimos novamente em busca dos “maus caminhos” e descemos um trilho que, acho eu, se chama Fajá do Araújo, a qual desce a montanha em direcção ao mar, através de um trilho um pouco inclinado e escorregadio. Nada que não se faça e até porporciona alguma diversão.

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junto ao mar tiramos mais algumas fotografias.

O “KTM Man”:

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E o “Billy the Kid”:

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No regresso, a tal subida inclinada foi muito divertida de se fazer, levando-nos até ao topo a um ritmo “vivo”, onde uma vez mais o Miranda e a sua KTM voavam baixinho. Grande motão!!!

Depois deste trilho, dirigimo-nos para a freguesia da Algarvia, situada em Nordeste, para entrar-mos num percurso em direcção aos Graminhais.

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Este percurso tem o nome de Planalto dos Graminhais e é igualmente espectacular, com partes muito rápidas. E quando digo rápidas, são mesmo rápidas.

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Eu e o Miranda circulamos bem rapidinho nestes percursos do Planalto dos Graminhais:

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O Gregório e o Hugo também estava a divertir-se, apesar de mais comedidos no acelerador.

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Já em pleno Graminhais, a vista era novamente de grande beleza:

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Nesta parte do passeio circulamos com alguma precaução, porque o piso era muito irregular, alternando valas com muita pedra solta.

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Este percurso levou-nos até ao Salto do Cavalo, onde uma vez mais havia uma paisagem de gande beleza, desta vez sob as Furnas:

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Por esta altura o cansaço já se fazia sentir um pouco, mas ainda havia uma reserva de energias.

Esta reserva de energias foi gasta num percurso na Achada das Furnas, o qual nos levou até Vila Franca do Campo.

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Aqui já circulamos a um ritmo mais moderado, não só pelo cansaço, mas também porque neste dia havia Rally e esta troço fazia parte do mesmo. Para nossa sorte, o Rally já tinha terminado e circulamos um pouco mais descansados.

Quando chegamos a Vila Franca do Campo, fizemos uma pausa na Marina e tomamos um copo. Também decidimos dar por terminado o passeio, pois o cansaço já se fazia sentir e afinal de contas já tinha-mos feito cento e muitos quilómetros (quse 200 kms ao todo) em percursos TT. Das 9:00 às 17:00 foram horas de pura diversão!!!

E deixo aqui uma foto diferente, será que reconhecem???

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Nota final para os “meninos” que continuam a faltar a estes passeios. Será que já não têm capacidades para acompanhar o ritmo dos RESISTENTES???

Aqui fica o vídeo do passeio:

http://br.youtube.com/watch?v=slG_zA61jb4

Boas curvas! :-)

PS: Os Karoo T e TK-C 80 são uma maravilha no TT. Eu e o Miranda estamos cada vez mais à vontade e rápidos. O pessoal que anda a faltar que se cuide…
 

Passeio TT “pesos pesados”

Tal como tinha prometido, esta é a crónica do 2º passeio TT que eu e o Miranda fizemos com os nossos novos pneus cardados, nomeadamente o Karoo T e TK-C 80. O 1º passeio foi nocturno e foi mais em jeito de curiosidade de testar os pneus, este já era encarado de uma forma mais séria, mas ao mesmo tempo a ideia era divertir-nos, sem pressas, sem stress, como de costume.

Por conseguinte, o ponto de encontro e paretida foi na sede do Clube Motard de São Miguel e aos poucos o pessoal foi chegando. As nossas “meninas” estavam tão bonitas com os seus novos acessórios de moda:

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O Hugo tá sempre pronto para estas aventuras e a sua cinquentinha também não se nega a estas andanças:

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E o nosso aventuriro internacional, Adolfo e a sua BMW de 1900 e qualquer coisa:

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Esperamos um pouco de modo a ver se aparecia mais alguém para nos acompanhar, mas os aventuriros são cada vez menos e o grupo do costume já começa a ser o grupo dos resistentes, como diz o Adolfo e desculpem lá a expressão, os de “colhão preto”. Não sei o que se passa com os restantes, mas cheira-me que ficaram com receio de fazer má figura frente aos nossos pneus…

Após algum tempo, decidimos partir e decidimos fazer um percurso já nosso conhecido, que vai desde a Rocha da Relva até às Sete Cidades, maioritariamente por percursos TT e com vários tipos de piso e boas paisagens. Um passeio como de costume, aliar o gosto pelo TT ao mototurismo.

Rocha da Relva:

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E lá começou a nossa incursão, pela Vigia das Feteiras:

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Este percurso estava um pouco diferente desde o nosso último passeio, isto é, estava um pouco mais degradado, com algumas valas e pedras pelo caminho, a par de zonas muito fechadas pela vegetação.

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O Miranda ia me indicando o caminho:

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O Miranda aos comandos da KTM já parece o Marc Coma ;-)

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Olhem só a técnica dele:

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Aqui parecia que estavamos numa selva, tal era a cobertura dos elementos naturais neste percurso. Levei com alguns destes elementos naturais no capacete, incluindo uma cana no pescoço:

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No final deste percurso, já acusava-mos algum cansaço, porque houve uma parte ou outra que exigiu um pouco mais do físico. Afinal de contas são motas com pesos acima dos 180 kg, não é fácil.

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Mas este grupo não desiste ou se assusta com tão pouco! Continuamos em frente, destemidos e sempre a dar luta.

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Nesta parte do percurso já estavamos a atravessar as várias freguesias desta parte da ilha, nomeadamente Feteiras, Várzea, Ginetes, em direcção aos Mosteiros.

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Isto de ser fotógrafo de serviço tem um inconveniente, raramente se aparece nas fotos, o protagonismo vai quase sempre para os restantes elementos :-(

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Mas há que salientar uma coisa, até aqui o comportamento da KTM e da V-Strom com os pneus cardados estava a ser uma maravilha. As nossas motas iam sempre agarradas ao piso, permitindo-nos uma condução mais solta e descontraída, bem como algumas brincadeiras pelo caminho. O investimento/mudança já tinha valido a pena.

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A foto do grupo é sempre obrigatória, neste caso o grupo dos resistentes. Onde estão os outros???

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Uma vista magnífica sob os ilhéus dos Mosteiros:

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Nos Mosteiros entrmos em mais um percurso TT em direcção às Cumeeiras das Sete Cidades, o qual é muito engraçado de se fazer e proporciona uma vista espectacular sob as lagoas das Sete Cidades. Ainda por cima podemos ver as mesmas atrvés de vários pontos, sendo todos eles magníficos.

Mas antes destas vistas, tenho que dar algum protagonismo à minha “burra”:

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Lá vem a cavalaria:

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Cheios de técnica, com pernas fora do pois-pés, parecem profissionais:

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A KTM do Miranda é um autêntico “canhão” no TT. Haja braços para aguentar o ímpeto desta menina:

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E por falar em ímpeto:

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O Miranda está a revelar-se um autêntico adventure rider :-)

E finalmente as vistas que falei. Incomparáveis!!!

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Estes passeios não teriam piada se não houvesse uma pausa para contemplar aquilo que de melhor temos por cá, ou seja, a nossa natureza única.

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Contudo, o pessoal queria mais um pouco de acção. Lá fomos nós novamente em busca de aventura.

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Finalmente eu numa foto:

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E mais umas fotos de outros ângulos das Sete Cidades:

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Maravilha!!!

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Neste percurso, nomeadamente Cumeeiras, existe um acesso a outro percurso TT que vai até ao lado norte da ilha, mais concretamente Bretanha e Capelas. Nunca o tinha feito, mas os restantes elementos já o tinham feito a subir. desta vez seria a descer.

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Este percurso revelou-se de alguma dificuldade, porque além do piso possuir partes escorregadias e irregulares, havia várias lombas, as quais possuiam uma elevação considerável, que nos obrigava a circular com precução. Mas os pneus cardados uma vez mais se mostraram importantes nestes pisos e facilitaram-nos a vida. Cada vez mais estava a gostar deles.

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Neste percuros as tais dificuldades pregaram uma partida ao Adolfo e a BMW e os seus “repolhos” foram lavrar um pouco a terra:

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Mas o Adolfo não se intimida com estas coisas:

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E lá continuamos, sempre com cuidado, porque quando menos esperava-mos aparecia-nos uma lomba manhosa:

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O Miranda desde que comprou a KTM está sempre a rir e desde que montou os TK-C 80 nem se fala…

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E que dizer de percurso que acabam num beco sem saída???

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Aqui não havia saída e havia que dar a volta às motas no meio de tanta vegetação. Mas ao menos proporcionou momentos divertidos e uma foto espectacular:

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Depois desta aventura no meio da vegetação terminou o passeio.

Se desejarem, poderão clicar no link abaixo e ver esta aventura em filme. Não é um filme só com fotos, existem vídeos pelo meio, onde ao menos eu apareço :-), com uma musiquinha à maneira a acompnhar. Divirtam-se:

http://br.youtube.com/watch?v=WSJOCddUzzg

Apesar do grupo ser pequeno, foi um passeio divertido, com percursos TT que proporcionaram bons momentos. Pena que aqueles que costumavam a apracer continuem a faltar. Será que estão a ficar sem “pedalada” para estas andanças???

Resta-me referir que os pneus cardados revelaram-se de grande utilidade e importância, porporcionando-nos uma condução segura, descontraída e divertida. Valem a pena, caso a componente TT seja para ser lavada de forma mais séria e segura.

Boas curvas! :-)
 

Passeio TT nocturno - a estreia dos KAROO T e TKC 80

Além de eu ter colocado na minha V-Strom um par de pneus cardados, os Metzeler Karoo T, um dos meus companheiros de aventura enveredou pelo mesmo caminho e colocou na sua KTM 950 Adventure um par de pneus cardados da Continental, nomeadamente os famosos TKC 80.

Já estava-mos ansiosos para experimentar estes pneus cardados em percursos fora de estrada e na passada sexta-feira decidimos fazer um passeio fora de estrada com o objectivo de testar estes pneus.

Como não queria-mos andar muito tempo durante a noite, partimos por volta das 19:30 e entramos nuns percursos fora de estrada na zona da Lagoa.

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Na Lagoa existe uma zona de acesso a várias pastagens e quintas (junto ao hipér Modelo da Lagoa),  com várias ruas, todas elas feitas de terra, alternando com algumas partes de piso mais mole e algumas indesejáveis valas e pedra solta. Portanto, havia que ter cuidados redobrados.

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Mas a vontade de experimentar estes pneus era tanta que quase que nos esquecemos dos perigos e quando damos por nós já vamos a ritmos um pouco elevados, tendo em conta o porte das nossas “meninas”.

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O nosso passeio nesta zona delineou-se nestas ruas “manhosas”, onde apanhamos umas zonas com valas e pedras soltas que nos causaram um susto ou outro, mas nada de especial. Acho que apanhamos os sustos devido ao excesso de nervosismo que estavamos a sentir pelo facto de desconhecer-mos o comportamento deste tipo de pneus no TT.

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Contudo, à medida que o tempo e os quilómetros passavam, começamos a sentir mais confiança nos pneus e a perceber a facilidade que os mesmos oferecem neste tipo de piso. Também percebemos de imediato que a pressão de ar que os nossos pneus tinham não era a mais adequada para a circulação no fora de estrada, ou seja, estavam com pressão a mais.

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Olha que dupla, ou será a dupla dos cardados??? ;-)

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Neste passeio atravessamos alguns túneis pertencenets às estradas que ficavam por cima dos terrenos em que estavamos a circular:

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A noite já era a nossa companheira e havia que ter ainda mais cuidados:

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Mas já era tempo do Miranda reabastecer a “burra” e, também aproveitamos para acertar a pressão dos pneus. Até trouxemos um aparelho de medir a pressão em bar/psi dos pneus. Já parecemos profissionais ;-)

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Após esta paragem e acerto da pressão dos pneus, a qual foi feita na base das impressões que retiramos da 1ª parte do passeio, partinos novamente para o terreno e para nossa surpresa o comportamento de ambas as motas melhorou bastante. Sentimos mais aderência e a mota já não saltitava como antes, permitindo-nos fazer trajectórias limpas e com um pouco de mais acelerador. Estava-mos  a divertir-nos, mesmo sendo noite.

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O cronista de serviço sempre pronto para partir à aventura:

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No entanto, a noite já se tinha instalado por completo e achamos que era melhor terminar o passeio, por razões de segurança.

Fomos até à sede do Clube Motard de São Miguel para descansar um pouco e o tema de conversa era só um, o todo terreno e os pneus. Mas a adrenalina ainda era muita e num piscar de olhos lembramo-nos de uma coisa, andar de mota na areia. A ideia era tentadora, mas havia um misto de receio e emoção acerca da mesma, que não nos impediu de decidir na hora que tinha de ser.

E assim foi. Fizemo-nos à estrada e fomos até à praia de Água d’Alto para testar as nossas capacidades “dakarianas”. Descemos a rampa de acesso à areia, debaixo de uma grande escuridão e nervosismo e começamos a nossa incursão na areia.

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Foi mais uma aventura, a qual se revelou engraçada, mas ao mesmo tempo díficil, ou seja, andar na areia não é “pêra doce”, pelo menos com motas com o tamanho e peso das nossas. Mas foi engraçado e ainda me recordo o quão mole é a areia Micaelense, obrigando-nos a um ritmo contínuo e mudar de direcção por vezes não é fácil.

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Resumindo: andar na areia é díficil e não é daquelas experiências para se fazer sózinho. Mas vale a pena experimentar…. :-)

Com esta incursão na areia terminamos a nossa noite de “off-road”, a qual foi simplesmente fantástica e serviu para conhecer-mos um pouco melhor os nossos pneus, ficando no ar a vontade de fazer um passeio TT a sério já nos próximos dias.

Boas curvas! :-)

PS: Quanto a esta história de passeio TT nos próximos dias, o mesmo realizou-se no passado Domingo e foi ESPECTACULAR. Aguardem a crónica.

Verde, verde, verde e… mais verde

Aquilo que gosto mais de fazer quando estou de folga é fazer alguns quilómetros de mota, fazer algum mototurismo, percorrer as nossas estradas regionais e nelas divertir-me um pouco, ou nesmo relaxar com as paisagens incríveis que por cá temos.

Hoje foi mais um destes dias e apesar das condições meteorológicas estarem mais típicas de um dia de Outono do que um dia de Verão, isso não me deteve e lá parti com rumo às Sete Cidades e arredores.

Pelo caminho, reparei que o dia cinzento que estava a par do imenso nevoeiro que se fazia sentir na zona de montanha, intensificava um pouco mais os verdes da nossa paisagem e até certo ponto conferia um tipo de beleza diferente, a qual não podia deixar de registar e vos mostrar:

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A minha “menina” estava de olhos postos na estrada e com um sorriso matreiro, e sabem porquê???

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Por causa destas curvas:

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É um prazer fazer esta estrada de montanha, onde as curvas sucedem-se e parecem não terminar. Mota e Motociclista formam um par num bailado de curvas, onde a natureza verdejante mais não é do que um simples espectador:

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Após terminar esta dança, parei para contemplar a lagoa das Sete Cidades a partir do miradouro da Vista do Rei:

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Reparem na quantidade de nevoeiro que se encontrava nesta zona:

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Quase que “engole” as Sete Cidades:

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Contudo, continuei o passeio, deixando para trás o triste e abandonado hótel Monte Palace:

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Pelo caminho, tive a possibilidade de observar as lagoas sob outra perspectiva:

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Mas sempre com o nevoeiro a marcar presença nas fotos:

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Os verdes desta zona são uma delícia para os olhos:

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Na minha descida às Sete Cidades, não podia ignorar esta belíssima lagoa em que o seu verde e o verde à volta é tão forte que quase que ficamos embriagados:

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Espectáculo!!!

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Um pouco mais à frente, estive a ver de perto este trilho fora de estrada:

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A vontade de explorar o mesmo era muita, mas sózinho nem pensar, porque não sei onde o mesmo vai dar, se é possível ir até ao fim do mesmo com a mota, se é perigoso, etc, etc. Acima de tudo, não estava devidamente equipado e o pneu traseiro já se encontra gasto. Mas já tenho um par de Metzeler Karoo T com muita vontade de explorar este trilhos :-)

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Uma vez mais um olhar diferente sob a lagoa:

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Bem, já devem ter reparado que nas fotos de hoje só existe uma tonalidade, o VERDE! Ainda não acabou, há mais verde, por isso façam uma pausa para descansar a vista :-).

No fim da descida para as Sete Cidade, uma paragem para obsrervar as duas lagoas, de um ângulo mais próximo:

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Não me importava de alugar aquela casa e passar um fim-de-semana aqui nas Sete Cidades:

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Seja qual for o ângulo por onde se observa, a beleza paisagística está sempre lá:

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Depois de passear um pouco nas Sete Cidades, decidi regressar pelo mesmo caminho e regressar a Ponta Delgada pela zona da Covoada. Mas decidi fazer uma paragem nesta zona:

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É isso mesmo, já adivinharam, mais um trilho que conto fazer de mota muito em breve. Já o fiz de bicicleta de montanha e o mesmo é possível de se fazer de mota. Contudo, há que ter determinadas precauções, porque apesar de aparentemete fácil, o mesmo tem as suas “armadilhas”.

Para não variar, a foto com o incansável Mototurista e a sua fiél companheira:

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Continuei a descer a estrada de montanha da zona da Covoada, debaixo de um nevoeiro um pouco mais cerrado e com alguns pingos de chuva, mas nada de especial e nada que me impedisse de registar mais alguns… VERDES:

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Nesta estrada construiram um novo miradouro, o qual tem uma vista magnífica sob Ponta Delgada, mas que o nevoeiro não permitiu observar convenientemente:

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Nesta foto ficamos com a sensação de que o nevoeiro vai tocar nas nossa cabeça:

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Continuei a minha descida e enveredei por um percurso que me levou à Relva e decidi, quase à última da hora, ir até ao miradouro da Rocha da Relva, essenciamente por causa do acesso até ao mesmo, ou seja, um caminho de terra batida e fácil. A intenção era mesmo divertir-me um pouco na terra, mas num percurso fácil como este.

Mas cuidado, por vezes nos deparamos com surpresas como esta:

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E a vista do miradouro mencionado:

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Depois deste miradouro rumei até casa para escrever esta crónica e, também, para fugir da chuva que ameaçava cair. Aliás, meia hora depois começou a chover bastante. Safei-me!!!

Foi um passeio muito agradável, quer pelo percurso quer pelas paisagens e, desculpem lá a quantidade de fotos, mas a beleza da nossa ilha é tão grande que não me consigo conter ;-)

Boas curvas! :-)

Mais um passeio nocturno

Ontem à noite foi dia de mais um passeio nocturno e que teve as Furnas novamente como destino.

Desta vez apareceram na sede do Clube Motard de São Miguel para me acompanhar neste passeio o Miranda na sua KTM 950 Adventure e o David na sua Suzuki V-Strom 650, os quais queriam conhecer o bar em que eu e o Filipe estivemos no último passeio nocturno.

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Mas antes de iniciarmos o nosso passeio, decidi que tinha que aquecer um pouco o pneu traseiro, ou seja, burnout:

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 Cliquem no link para verem o vídeo do burnout:

http://www.youtube.com/watch?v=xr529YHNZzc

 O burnout deixa sempre as suas marcas, quer no pneu:

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 quer no chão:

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Bem, depois de alguns momentos de diversão estava na hora de nos fazer-mos à estrada:

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E até chegar-mos às Furnas o pecurso foi idêntico ao do último passeio nocturno, isto é, pelo lado sul e sem paragens intermédias. Na zona mais alta do percurso fomos novamente contemplados com uma grande frescura e cheiro intenso a verdura, flores, etc, tornando este passeio uma vez mais agradável.

Após a nossa chegada ao destino, as meninas ficaram a guardar a KTM ;-)

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E mais uma imagens deste bar ao ar livre, com aproveitamento de troncos de árvores para fazer mesas e cadeiras:

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E o abastecimento, gasolina sem chumbo ;-)

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Uma foto diferente:

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Depois desta pausa e de alguma conversa, sempre com as motas em mente, deambulamos mais um pouco pelas Furnas, tirando uma foto aqui e outra acolá.

Esta foto refere-se a uma mini piscina de água quente, em que o seu aquecimento é de origem vulcânica. Muitas pessoas vêm para aqui à noite para mergulhar os pés na água quente e conversar um pouco. Já o fiz e é muito relaxante:

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Mais uma foto das caldeiras:

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Olha que dois:

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Nas ruas existentes nas Furnas é muito comum observar vapor quente a sair do chão. Não perdi a oportunidade para aquecer o “pistão”  :-)

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Contudo, já era hora de regressar a Ponta Delgada, porque o dia seguinte era dia de trabalho. Pelo caminho, uma foto da lua com o seu olhar atento sob as Furnas:

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E de novo na estrada, a escuridão foi a nossa companheira durante muitos quilómetros, a par de muita vegetação, que de noite ganha outro encanto:

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E terminou mais um passeio nocturno!

Estes passeios nocturnos valem a pena, nem que seja pelo factor descontracção e fugir à rotina dos passeios diurnos, mas se for na companhia de mais alguns amigos, ainda melhor. Uma vez mais ficou no ar a vontade de repetir, mas desta vez será para outra zona da ilha.

Boas curvas! :-)