"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts da categoria 'OFF-ROAD'

Ginetes, Sete Cidades e Mosteiros

Mais um Domingo, mais um passeio :-)
Desta vez, com a presença do regressado Nelson, que após ausência de alguns meses, regressou aos trilhos. Já fazia falta, especialmente ao Rui Cabral, que já sentia falta de alguém para “implicar” ;-)
Também tivemos neste passeio a presença de mais 2 companheiros que não conhecia, o Rui Marques e o Luís Resendes.
O Rui iniciou-se à pouco tempo no TT e o Luís é um veterano nestas andanças, isto é, pelo que percebi já anda nestas lides desde os anos 80. Ia fazer o passeio aos comandos da Montesa do Rui Cabral.
Portanto, previa-se um passeio interessante :-)
Ponto de partida, freguesia dos Ginetes, mas com uma pequena odisseia pela manhã, ou seja, a KTM do Nelson esteve parada alguns meses, sem qualquer utilização, e para a colocar em funcionamento foi uma carga de trabalhos, especialmente pelo arranque eléctrico não estar a funcionar…

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O mais interessante é que o Nelson partiu para este passeio com uns pneus “slick”:

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Pior, já tem os pneus novos em casa, mas não teve tempo ou paciência para os montar.
Ir para as “canadas” com uns pneus destes é mesmo de HOMEM :-)
iníciamos o passeio em alguns trilhos dos Ginetes, sentido Sete Cidades, com os mesmos a apresentarem-se um pouco húmidos e com uma vegetação mais cerrada, cenário habitual um pouco por toda a ilha nesta altura do ano.

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As primeiras dificuldades não tardaram a surgir, sob a forma de um rego, o qual era um pouco mais acentuado em algumas partes.

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Para o Rui e o Luís nas motas de Trial, não houve qualquer dificuldade, mas para a malta das Enduro, convinha não hesitar, ou seja, colocar o nosso peso na secção traseira da mota, acelerar de forma contínua e, se necessário, ajudar nas laterais da mota empurrando com as pernas.
O Rui Marques teve algumas dificuldades nesta zona, fruto de alguma hesitação e também da sua mota, ou seja, a sua KTM SX-F 250 (de Motocross) gosta de fazer rotação, e não era fácil colocar a potência na dose certa nesta zona…

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No topo desta subida estava a turma dos mais de 40, a assistir às nossas dificuldades:-)

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E lá foi o Rui Marques mais uma vez, com a nossa ajuda e apoio:

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Vai, força!!! :-)

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Para meu azar, fiquei sem bateria na máquina fotográfica, e não tinha nenhuma suplente comigo :-(
Tive que recorrer ao telemóvel para o restante passeio, situação que não se revelou muito prática, mas deu para desenrascar.
No meu caso, consegui ultrapassar esta zona, não obstante alguma ajuda na parte final.
Por fim, o Nelson e os seus pneus “slick” :-)

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E não é que o homem conseguiu subir com aqueles pneus completamente gastos e com um piso escorregadio…
Bem, envergonhou aqueles que tiveram algumas dificuldades e com pneus novos.
É o meu novo ídolo :-)

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Mas a vista de alguns destes trilhos compensa sempre as dificuldades :-)

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Tivemos pela frente mais uma sucessão de trilhos bem ao jeito do Enduro, ou seja, muitas irregularidades em sentido ascendente, e que pediam convicção na progrssão, pois o piso estava escorregadio, com pedra solta e alguns regos.
O segredo era não parar, e em caso de parar, arrancar com jeitinho.
No meu caso, adorei, especialmente porque fiz tudo à primeira. Aliás, neste passio corria-me tudo bem :-)
O Rui Marques e o Nelson é que não vieram pelo mesmo percurso, tomaram um atalho.
Batoteiros ;-)

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Já no centro das Sete Cidades:

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Claro que o Rui Cabral encontra sempre um “cantinho” para “brincar” com a sua mota de Trial:

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O Luís Resendes também “brincou” um pouco com a Montesa e estava surpreso com as capacidades destas máquinas:

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Pausa para Kit Kat :-)

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Siga que a malta quer mais! :-)

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Qual pneu gasto qual quê, o Nelson não pára ;-)

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Passagem pela freguesia dos Mosteiros, com o Rui a seguir por um percurso diferente, isto é, por uma zona de passagem de ribeira:

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O restante grupo seguiu por outras vias :-)

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Antes de terminarmos o passeio, paragem num miradouro com vista para os bonitos ilhéus dos Mosteiros.

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O que será que o Rui estava a fazer a olha para os ilhéus??? :-)

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E pronto, terminamos mais um passeio de Domingo :-)
Excelente passeio, que deu para libertar todo o stress semanal e, uma vez mais, em excelente companhia.
Foi um prazer realizar este passeio com novos companheiros, neste caso o Rui Marques e Luís Resendes, e espero contar com eles num próximo passeio.
Uma nota final para o nosso amigo Rui Cabral, pelo empenho e limpeza que tem com o seu automóvel, é que nem “preservativo” para o volante faltou :-)

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Boas Curvas! :-)

Costa Norte

No passado Domingo, e para não fugir à regra, Eu, o Rui e o Ricardo voltamos aos trilhos!
Desta vez, a costa norte era o nosso objectivo, com o Rui a querer explorar alguns trilhos que tinha em mente, especialmente um para os lados da Lagoa de São Brás.
Ora bem, começamos por efectuar algumas incursões por alguns trilhos que atravessavam alguns terrenos, com o objectivo de encontrar um determinado trilho, que nos levasse para mais perto da Lagoa de São Brás.

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Trilho encontrado, bora lá subir um pouco :-)

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Nesta altura do ano, os trilhos da ilha encontram-se com muita vegetação. Para alguns é incómodo, mas eu até acho que ficam bem mais interessantes e bonitos:

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Um trilho engraçado, mas muito escorregadio. Não valia a pena abusar do acelerador, apenas aproveitar o efeito de binário do motor e progredir nas calmas.
No fim, uma bonita vista de uma parte da costa norte:

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Seguimos em frente, com o Rui sempre a aproveitar qualquer irregularidade no terreno para treinar :-)

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Depois seguimos em direcção à Lagoa de São Brás, com o habitual trilho desta zona a apresentar-se igualmente bem povoado de vegetação.
O piso também não estava grandes coisas, mas em compensação havia muitas amoras, que o Ricardo aproveitou e bem ;-)

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Passagem pela sempre bonita Lagoa de São Brás:

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Bem, já estava na hora de explorarmos um trilho que existe muito perto da Lagoa de São Brás.
O trilho até certa parte é acessível, apresentando apenas um piso muito escorregadio e muita vegetação:

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E fim da linha, aparentemente…

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Mas alguns metros adiante e após atravessarmos mais alguma vegetação, este trilho tem continuidade, mas não da forma desejada ou mais fácil, ou seja, existe um fosso que divide o trilho em 2, já para não falar do enorme buraco que se encontra mesmo ao lado.
Resumindo, a passagem das motas teria que ser feita manualmente e com muito cuidado, pois corríamos o risco das motas caírem para o buraco, o qual tinha uns bons metros de profundidade.
O Rui e o Ricardo foram a pé verificar se valia a pena efectuar a travessia, ou seja, após passarem o fosso fizeram uma pequena caminhada, de forma averificar se este trilho tinha continuidade/saída.

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E eu fiquei a guardar as motas ;-)

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Parecia que o trilho tinha saída, portanto, iníciamos a travessia do fosso:

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1º foi a peso pluma, pois não convinha iniciar esta experiência com as maiores ;-)

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Depois de deixar a mota escorregar de frente para o fosso, restava colocá-la do outro lado, que era sempre mais cansativo.

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Depois era a vez da menos leve de todas :-)

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A DR passou para o outro lado, mas deu luta aos braços…

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Depois descobri o que é que estava a tornar a DR mais pesada, era o meu pendura ;-)

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Por fim, a Husqvarna do Ricardo:

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Missão cumprida!

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Após tanto trabalho, esperava-nos um percurso pelo mato em estado virgem, isto é, sem zonas de circulação definidas. Era mesmo atravessar e tentar seguir pelas zonas que nos pareciam mais transitáveis.

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Apanhámos com cada galho na cara…, enfim, levamos uma grande tareia de galhos, vegetação, arbustos e tudo mais que se encontra numa mata, mas valeu a pena :-)

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Depois andamos muito perto do Monte Escuro, a explorar mais alguns percursos.
Creio que existem alguns que ficarão para outra ocasião…

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Um cenário muito bonito, também em formato artístico :-)

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No entanto, já estava na hora do Rui terminar o passeio, mas eu e o Ricardo continuamos mais um pouco, “brincando” um pouco mais em alguns percursos de mata, com uma última passagem por alguns trilhos do Monte Escuro.

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Troncos?
No problem! :-)

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Que belos cenários que a costa norte nos oferece :-)

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Lama para terminar em grande ;-)

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E pronto, o passeio tinha terminado :-)
Uma vez mais, foi um belo passeio, especialmente pelo maior espírito de aventura e companheirismo que este passeio trouxe ao de cima, muito por culpa da zona mais “extreme” para os lados da Lagoa de São Brás.
Foi cansativo, é certo, mas lá de vez em quando são precisos desafios como este para tornar os passeios ainda mais animados e inesquecíveis.
Venha o próximo!

Boas Curvas! :-)
 
 
 
 

Sete Cidades…

No passado Domingo e como habitualmente, realizou-se mais um passeio fora de estrada, desta vez nas Sete Cidades e arredores.
O ponto de encontro foi mesmo nas Sete Cidades, mais concretamente na Seara, numa casa de família do nosso amigo Rui Cabral:

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De destacar neste passeio o regresso do Paulo Sousa, que após uma pausa de Verão, regressou com a sua KTM EXC 450. Bem vindo de volta :-)

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O Gregório também voltou aos passeios com a sua Dominator, mas esperemos que se mantenha regular, pois ora aparece, ora desaparece ;-)

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Ora bem, quanto ao passeio, com o Rui como guia, só podemos esperar um bom passeio :-)
Começamos por fazer algumas incursões em alguns trilhos das Sete Cidades, com um nível de dificuldade acessível a todos:

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Desta vez, o Ricardo trocou a sua habitual Husqvarna pela anterior mota de Trial do Rui, a Montesa:

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Trilho paralelo ao túnel das Sete Cidades:

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Um trilho acessível e muito bonito, especialmente por causa da forte vegetação e toda a intensidade da cor predominante, o verde:

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A “amarelinha” não se confunde com o terreno ;-)

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Ritmo calmo e descontraídeo, de forma a que todos pudessem acompanhar e desfrutar do passeio.

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Fizemos uma pequena passagem pela freguesia dos Mosteiros, com o Rui e o Ricardo a experimentarem um percurso numa zona de Ribeira, que neste momento está seca:

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O pessoal das Enduro ficou a ver os homens do Trial a ultrapassar os obstáculos:

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Sem espinhas para o Rui :-)

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O Ricardo fazia o que podia neste tipo de mota, mas não se saiu muito mal:

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Saindo dos Mosteiros:

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O Rui a mostrar como é que se faz ;-)

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Regressando às Sete Cidades:

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O Ricardo a aproveitar o grande conforto da Montesa :-)

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Voltamos aos belos trilhos verdejantes das Sete Cidades, com passagem por alguns percursos que fizeram parte da 1ª prova do Campeonato dos Açores de Enduro:

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Pausa para “Kit Kat” ;-)

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Após a pausa, água para refrescar um pouco. Já fazia algum tempo que não via um cenário destes:

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Seguiu-se um pequeno desafio ao Ricardo e às suas capacidades aos comandos da Montesa, uma subida junto ao parque de campismo das Sete Cidades.
Parecia fácil, mas bastava um mau arranque ou a velocidade errada na caixa de velocidades para a coisa falhar:

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Ele bem que tentou várias vezes, e andou perto de conseguir atingir o topo:

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O Rui mostrou como é que se fazia, e até pareceu fácil:

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O Ricardo depois tentou novos caminhos para atingir o topo:

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Até que conseguiu…, batoteiro ;-)

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Para terminar o passeio, regressamos à Seara, mas dividimos o grupo em 2, com o Gregório e o Paulo a seguirem um percurso mais acessível, e Eu o Rui e o Ricardo tomamos um percurso pela mata, em sentido ascendente e com curvas tipo gancho. Em suma, este percurso exigia ritmo contínuo, porque caso perdêssemos velocidade ou parássemos, seria díficil arrancar.
Aconteceu comigo uma vez, e só com a ajuda do Ricardo e Rui é que foi possível arrancar. Piso escorregadio em subida aliado a curvas gancho são uma maravilha…

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Chegada à Seara e a vista magnífica que se tem da casa dos familiares do Rui:

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Mas este passeio parecia que já tinha terminado, mas não. O Rui levou-nos por mais alguns percursos de mata, com o objectivo de nos mostrar outra vista para a lagoa das Sete Cidades.
Contudo, o percurso estava com alguns obstáculos, fruto de abate de árvores:

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Camaradagem sempre presente :-)

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Mas não foi possível efectuar todo o percurso de mota, dado que surgiram zonas literalmente obstruídas pelo abate das árvores. Seguimos a pé, e valeu a pena, porque fomos presenteados com mais uma bela vista.

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De volta às motas a pé. Isto já começava a parecer mais passeio pedestre que de mota ;-)

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De volta à Seara, para assim concluirmos este belo passeio de Domingo:

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Resumindo, baralhando e concluindo, foi mais um belo passeio, com belos percursos e com excelente companhia.
Espero que o Paulo continue a acompanhar-nos e que o Gregório mantenha a regularidade de outros tempos.
Domingo há mais!

Boas Curvas! :-)
 
 
 
 

Um passeio diferente…, com mota de TRIAL

No Domingo passado e a convite do Rui Cabral, embarquei numa aventura diferente das habituais, isto é, participei num passeio com uma mota de Trial :-)
O Rui adquiriu recentemente uma nova mota de Trial, uma Gas Gas de 300 cc, mas ainda tem lá na garagem a sua mota anterior, uma Montesa de 250 cc.
Então, convidou-me para lhe acompanhar num passeio de Trial com a Montesa, convite que me agradou e despertou muito interesse em experimentar algumas sensações do Trial.

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A nova Gas Gas TXT 300 do Rui, uma beldade com vários pormenores de construcção interessantes e de topo:

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Bem, à partida já sabia que este era um daqueles passeios em que não ia ser possível fotografar muito, pois o equipamento para este passeio tinha que ser mais “light”, e a máquina fotográfica nem sempre esteve “à mão”.
Quanto ao passeio, o Rui escolheu a zona das Feteiras como ponto de partida, mais concretamente o Cascalheiro, seguindo-se todos os trilhos circundantes, que nos levam em direcção à Covoada e Sete Cidades.
Portanto, não iam faltar várias situações para me porem à prova, ou melhor dizendo, para me darem trabalho, pois a minha experiência com este tipo de motas é zero.
As primeiras dificuldades surgiram na mata paralela ao Cascalheiro, onde alguns “drops” me deram algumas dores de cabeça, mas nada que o Rui não me ajudasse, quer com dicas, ou mesmo ele a ultrapassar os obstáculos.
Nesta 1ª fase, deu para perceber que, apesar das dimensões e peso reduzido destas motas, não é fácil fazer manobras/habilidades como vemos na televisão. Para chegar lá, é preciso muito treinos, muitas horas em cima da mota e muita persistência.
Uma coisa notei logo, ultrapassam os obstáculos com muita facilidade, chegando a ser desconcertante.
Paragem para o meu descanso, porque para o Rui ainda era cedo:

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Enquanto descansava um pouco, algumas motas de Enduro chegaram junto de nós:

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Era o nosso amigo e companheiro de passeios Vítor Ferreira, também a aproveitar a bela manhã de Domingo:

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Fôlego recuperado, seguimos em frente pela mata e depois por mais alguns trilhos em direcção à famosa “canada” das Couves, onde ia, uma vez mais, ser posto à prova nesta trialeira.
Até chegarmos lá, comecei a sentir-me mais à vontade com a Montesa, o que não significa que estivesse a ser um mar de rosas, mas estava melhor.
E chegamos às Couves:

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Nesta trialeira, o meu desempenho teve um pouco de tudo, ou seja, falta de confiança e experiência com uma mota de Trial, momentos de inspiração, partes com boa progressão, tombos e no fim, um voo da Montesa.
Sim, leram bem, na última parte deste trilho passeio por um bom momento de inspiração e estava a conseguir a progredir bem no terreno, só que mesmo chegando ao fim, a Montesa levantou de frente mais do que o desejado, e com a velocidade que vinha, simplesmente voou, ou seja, não consegui segurar a mota e ela voou em direcção ao céu, passando com a roda traseira na minha barriga e aterrando numa zona de vegetação. Este momento é vísivel ao minuto 4:06 do vídeo que se encontra mais abaixo.
Mota sem consequências, mas já eu fiquei com a tatuagem do Michelin X11 na minha barriga:

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Parece mau, mas após o banho apenas tinha alguns arranhões e menos alguns pêlos. Obrigado Michelin pela depilação ;-)
Mas nem tudo foi mau, nesta trialeira passei por bons momentos de progressão no terreno, e também foi possível verificar que podia confiar totalmente nas capacidades deste tipo de mota, pois passa por buracos, pedras, regos, etc, com uma facilidade incrível. É tudo uma questão de confiança, equilíbrio e, no meu caso, treinar mais a técnica.
Uma vez mais, encontramos o Vítor e a restante malta do Enduro nesta trialeira:

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Vítor em acção com a sua novíssima KTM EXC 250 SIX DAYS de 2012:

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O restante pessoal, cada um com a sua técnica e dificuldades ;-)

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Após uma breve conversa com os nossos amigos, regresso aos trilhos, com o Rui a levar-me por alguns percursos que desconhecia, e bem mais ao jeito/acessíveis a motas de Trial, e sempre com paisagens espectaculares, como as que se seguem, alusivas ao miradouro Lagoa do Canário, com uma vista magnífica das lagoas das Sete Cidades:

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É incrível, mas com uma mota de Trial quase não existem percursos inacessíveis, e damos por nós a atingir determinados pontos, mas através de percursos improváveis.
Que vista… :-)

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O Rui voltou a levar-me por mais alguns trilhos que desconhecia, e bem ao meu gosto, ou seja, pelo mato :-)

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Voltamos à zona do Cascalheiro e andamos por lá a explorar mais algumas zonas e a “brincar” um pouco com as motas, aliás, mais o Rui, porque eu bem que tentava, mas ainda preciso de muitas horas com este “brinquedo” ;-)

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Bem, por esta altura já era hora de regressarmos, pois já estava na nossa hora e também já não havia gasolina para muito mais.
Mas pelo caminho, o Rui encontra sempre motivos para “brincar” mais um pouco ;-)

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Grande Rui, com ele ainda tenho muito para aprender :-)

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E demos por terminado o nosso passeio de Trial.

Vídeo do passeio:

Qual a lição que tiro deste passeio?
Simples, gostei muito desta experiência aos comandos de uma mota de Trial, pois percebe-se o porquê das grandes capacidades destas motas ultrapassarem obstáculos de todo tipo, sem causar cansaço como uma mota de Enduro e sem exigir força física como estas exigem.
É certo que uma mota de Trial exige muitas horas e kms de treino para se desenvolver a técnica, o equilíbrio e o à vontade, mas basta apanharmos um pouco o jeito que percebemos de imediato o que elas são capazes.
O mais interessante é que não exigem acelerador a fundo, toques de acelerador…

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Ao Rui, o meu MUITO OBRIGADO pela cedência da Montesa e pela experiência porporcionada, bem como pelas suas indicações e ajuda preciosa. Adorava repetir e, quem sabe, um dia ter um brinquedo destes na garagem.
Até podia ser a Montesa, pois senti alguma empatia por ela ;-)

Boas Curvas! :-)
 
 
 

Mais um passeio de férias

Tal como prometido, Eu e o Ricardo aproveitamos mais um dia das nossas férias para realizar mais um passeio TT.
Desta vez, o nosso objectivo era novamente os trilhos entre a Lagoa e Vila Franca do Campo, já nossos conhecidos, mas com uma pequena diferença, alguns deles iam ser feitos em sentido ascendente, ao contrário daquilo que tínhamos feito até agora, ou seja, em sentido descendente.
Uma pequena diferença, mas que no terreno se revelou interessante em alguns trilhos, mas trabalhosa e penosa em outros trilhos.
Começamos pelos trilhos da Lagoa, acessíveis e muito divertidos:

Um obstáculo que já conhecemos muito bem :-)

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Já estamos a ficar prós na transposição de troncos ;-)

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Há sempre tempo para a foto :-)

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Seguindo em frente:

Nesta zona constatamos algum abate de árvores, que deixa a paisagem algo pobre. Um mal necessário, pois a reflorestação tem destas coisas.

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Seguiu-se um dos trilhos que nunca tínhamos feito em sentido ascendente, uma trialeira, para animar um pouco as coisas :-)

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Uma trialeira que gostei particularmente, porque oferecia as dificuldades típicas de uma trialeira de Enduro, mas também permitia progredir no terreno:

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O próximo objectivo era subir em direcção à Barrosa, mas não através do típico trilho de pedras que já conhecemos, mas sim através de outro que fica paralelo a este, igualmente com um percurso em pedra, mas um pouco mais díficil.
Mas antes de lá chegarmos, tivemos que subir uma montanha tipo pastagem, cujo piso não facilitou nada a nossa vida, visto que era muito irregular e a sua inclinação não permitia enrolar muito o acelerador, dado que o perigo de “backflip” era real.

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A subida desta montanha foi um pouco díficil em algumas zonas e até chegamos a cair. Terreno muito irregular e com algumas “armadilhas” escondidas nas partes que tinham erva maior.

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O repouso foi obrigatório no fim da montanha, antes de iniciarmos a nossa incursão no percurso de pedras em direcção à Barrosa.
A vista para Vila Franca do Campo e para o seu ilhéu revelou-se relaxante, mas com o belo dia de Verão que estava, já pensava o quanto seria bom estar no ilhéu a apanhar uns belos banhos de sol ;-)

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Bem, lá tivemos que enfrentar o percurso de pedras, o qual só tínhamos feito em sentido descendente.
Desta vez, em sentido ascendente, as dificuldades revelaram-se bem maiores, dado que em determinadas zonas as pedras estão muito soltas e provocavam constantes perdas de tracção ou mesmo desequlíbrios. Neste percurso, estamos constantemente a lutar contra o terreno…

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Aqui também convém ter uma boa protecção de cárter, senão…, enfim, é pancada atrás de pancada.

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Mas surgiu a 1ª grande dificuldade deste percurso, ou seja, um “drop” em sentido ascendente.
Aqui tivemos algumas dificuldades em colocar as motas na parte de cima, especialmente porque eramos só 2, que tornava praticamente impossível realizar esta tarefa através da força de braços.
Após o Ricardo falhar algumas algumas tentativas de colocar, pelo menos, a roda dianteira na parte de cima, eis que ele numa última tentativa acelara um pouco mais, e a Husqvarna levantou voo, ou seja, com a velocidade a roda dianteira apontou bem para cima, e a mota teve velocidade suficiente para saltar para a parte de cima, mas sem o Ricardo em cima dela. Que alívio, uma já está :-)

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Faltava a “pesadona”:

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A DR foi um pouco mais díficil, principalmente por causa do piso já degradado devido às tentativas dom Ricardo subir, bem como devido ao maior peso dela.
Tentamos várias vezes e nada de conseguirmos…
Por fim, colocamos algumas pedras no trilho, pois o mesmo já estava escorregadio, e lá tentamos, aliás, o Ricardo é que tentou, porque eu já estava KO, já não me sentia com energia para tentar.
O Ricardco tentou conseguiu:

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À semelhança da Husqvarna, a DR também levantou voo, obrigado Ricardo :-)
Mas neste ponto, já estávamos muito cansados, pois este trilho é físicamente demolidor. Acho que se tornou ainda pior devido ao calor que se fazia sentir.
Contudo, ainda não tinha acabado, havia mais umas sequências de trilhos com pedras e com mais alguns “drops” em sentido ascendente.
Ainda havia mais castigo…

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Devido ao cansaço, a nossa concentração baixou e, consequentemente, a nossa progressão no terreno começou a ser mais penosa e lenta.
Resumindo, mais desequlíbrios, mais pancadas e quedas:

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Felizmente, sem consequências físicas e apenas uma manete de travão dobrada.
E mais um “drop” em sentido ascendente e com uma pequena curva:

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O Ricardo bem que tentou, mas o cansaço já era de tal ordem que já nada corria bem, aliás, quanto mais insistíamos, pior era.
Ainda descansamos e ponderamos continuar a tentar, mas ainda haviam mais 2 “drops” do mesmo género e percursos em pedra como os anteriores. Com o cansaço que tínhamos, não ia dar certo e além disso, a hora já estava a avançar.
Penso que se seguíssemos em frente, tínhamos acampado nesta zona…
Atiramos a toalha ao chão e voltamos para trás pelo mesmo percurso, com a moral em baixo por não termos conseguido chegar ao fim.
Mas pronto, a vida é mesmo assim e haverão mais tentativas e, de certeza, com sucesso em alguma delas.
Demos por terminado o passeio, pois o corpo já pedia descanso e as nossas bebés já estavam a chamar por nós ;-)
Resumindo e concluindo, foi um excelente passeio, com belos percursos, especialmente aqueles que fizemos em sentido contrário ao que estávamos habituados, e com um belo dia de Verão.

Boas Curvas! :-)
 
 
 
 

TT Férias Agosto 2011

Depois de 2 semanas de adaptação à nova rotina da minha vida, isto é, bebé, fraldas, chuchas e muitas horas em casa, era tempo de tirar algumas horas das minhas férias e ralaxar um pouco.
E que melhor forma de fazer isso senão com um passeio de mota? :-)
Para minha sorte, o Ricardo também estava de férias, e lá fomos os dois dar uma voltinha pelos belos trilhos da ilha.

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A melhor coisa que pode haver nos passeios durante um dia da semana, é que não nos deparamos com a habitual agitação de fim-de-semana, onde frequentemente encontramos mais pessoal pelos trilhos quer de mota, bicicleta ou mesmo a pé.
Portanto, os passeios durante a semana recomendam-se quando possível :-)
Para esta 4ª feira, delineamos um passeio essencialmente na zona da Covoada e Sete Cidades, mas com partida do lado norte da ilha, com travessia da zona industrial da Marques, Capelas e Covoada.
Chegados à Covoada, incursão nos habituais trilhos de cascalho e montanha desta zona, com o objectivo de irmos até ao Cascalheiro, para lá o Ricardo estrear-se a subir o mesmo, pois esta era uma zona desconhecida para ele.
Assim que iniciamos a subida de montanha, as vistas começaram a ser deslumbrantes :-)

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Descida em direcção ao Cascalheiro, através da mata, que é sempre um espectáculo:

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Pausa antes do iniciarmos a subida do Cascalheiro, com o Ricardo com algum nervosismo de estreante, pois a subida era grande e mole.

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Bem, na minha 1ª subida fracassei, fruto de alguma hesitação, porque ou se vai de punho enrolado e sem tirar os pés dos poisa-pés, ou então ficamos atolados.
À 2ª lá subi, onde notei que a nova relação de transmissão 14X49 fazia a DR subir que nem um fogeute, sempre com muita força. Gostei!
Depois esperei pelo Ricardo:

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Uma pequena hesitação e a 300 do Ricardo já não subiu…

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Mas à 2ª a 300 subiu cheia de power :-)

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Parabéns Ricardo, conquistaste o Cascalheiro :-)

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Continuamos, agora com o objectivo de ir até às Couves, trialeira que o Ricardo também não conhecia.

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A passagem do Cascalheiro para a mata é muito estreita e exige alguma atenção, pois à mínima distracção vamos parar lá para baixo ;-)

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Este trilho da mata é espectacular e até estava acessível, mas não deixou de reservar algumas surpresas, especialmente para o Ricardo:

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Esta zona é muito bonita e verde :-)

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E chegamos às Couves, onde nos esperava uma trialeira que habitualmente nos dá algum trabalho a ultrapassar:

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Nesta altua do ano percebe-se bem o porquê de se chamar Couves a esta trialeira, pois as plantas que lá se encontram possuem alguma semelhança com couves:

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Haviam muitas destas plantas, tapando muito o percurso e escodendo muito das suas irregularidades, nomeadamente muita pedra e regos.

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Bem, fui o 1º a iniciar a subida:

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Estava particularmente inspirado e a minha subida desta trialeira foi relativamente rápida e eficaz, ou seja, rodei o acelerador sempre com decisão e a DR foi ultrapassando as irregularidades do terreno com alguma rapidez e dem grandes dificuldades. Valeu-me a capacidade de tracção desta mota, bem como as suspensões com afinação macia.

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Claro que houve partes que deram luta, mas não baixei os braços e por vezes a DR parecia um cavalo louco ;-)

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Aqui os desequilíbrios são frequentes, mas o importante é insistir:

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Nem sempre é possível ir à boleia ;-)

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E vale tudo, até tipo Super Homem ;-)

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Já está! :-)

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Seguiu-se o Ricardo:

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A subida do Ricardo foi bem melhor que a minha, ou seja, mais rápida e com menos esforço, fruto da leveza da sua 300 a 2 tempos, bem como do seu motor, cheio e explosivo.

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Ops… :-)

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Gostei de ver o Ricardo nesta subida, muito rápido e decidido :-)

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E já está, venha lá outra trialeira! :-)

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Seguiu-se as Sete Cidades, onde o objectivo principal era mostrar ao Ricardo o trilho de “down hill”, habitualmente usado pelo pessoal das bicicletas na vertente “down hill”.
A habitual foto da praxe, onde é notório o excelente dia que se fazia sentir:

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Mais uma incursão pelos trilhos de mata, que pessoalmente gosto muito :-)

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E início do trilho de “down hill”, que me deixa sempre um pouco apreensivo, pois aqui é sempre a descer e com algumas passagens entre árvores muito apertadinhas.

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Curvas manhosas e com piso mole à mistura:

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A partir daqui as descidas eram um pouco acentuadas e até cheguei a cair numa dessas descidas, felizmente sem consequências para mim ou para a mota.
Aqui mais vale a pena deixar a mota descer, não apertar o travão dianteiro e sempre a controlar a velocidade com o travão traseiro ou mesmo com um pouco de travão de motor, com 1ª engrenada. De qualquer forma, muita atenção…

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E chegamos ao fim, com sucesso e prontos para mais ;-)
Contudo, falhamos a saída, mas nada que não fosse possível dar a volta :-)

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Uma pausa bem merecida, antes de seguirmos em frente, já com o objectivo de regressarmos a casa:

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O regresso a casa foi feito através da Covoada, com mais umas passagens por algumas zonas bem bonitas:

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Parece um “playground”, mas não é, é área protegida e habitualmente fiscalizada pelas autoridades.
E terminamos o passeio com estas belas paisagens e com um belo dia de sol.
Foi um excelente passeio de Enduro, pois divertimo-nos muito, não houve pressas, as motas portaram-se bem e adoramos as dificuldades.
Da minha parte e do Ricardo, é para repetir, dado que estamos de férias ;-)

Boas Curvas! :-)

Mais uma ida às pedras

No passado Domingo, Eu e o Ricardo realizamos mais um passeio de TT, novamente para os lados da Lagoa e Vila Franca do Campo.
Desta vez o grupo foi pequeno, mas sempre com os mesmos objectivos, ou seja, passar umas horas agradáveis em cima da mota, sem pressas, mas sempre à procura de percursos interessantes.
Voltamos a passar por alguns percursos do último passeio, mas desta vez o objectivo era também subir a Barrosa pelo caminho de pedras.
No início do passeio, Eu e o Ricardo trocamos de motas, o que é sempre interessante, pois ele tem uma 2 tempos e eu uma 4 tempos, sendo bom sentir as sensações dos diferentes tipos de motorização.
Gostei da 300 do Ricardo, mas aquilo é cavalo selvagem, basta uma aceleração mais agressiva que a frente ganha vida própria e aponta para o céu :-)
Requer hábito, mas é interessante :-)
Ricardo na minha DR:

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Começamos por explorar alguns percursos na Lagoa, mais concretamente alguns para os lados da Macela, o que nos obrigou a algumas travessias de pastagens, mas sempre respeitando os animais, cancelas, vedações e demais particularidades deste tipo de zonas.
Quando é assim, os Lavradores até nos facilitam a vida e dão-nos indicações :-)

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Quando passamos com calma e alguma distância, as vacas nem se assustam :-)

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Siga em frente!

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Tivemos que passar por algumas passagens mais apertadinhas ;-)

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Não é todos os dias que se vê um cenário destes :-)

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Teve sorte…
Estávamos atravessar trilhos sem grandes complicações, mas interessantes.

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Os percursos que se seguiram são do meu agrado, pois existe uma grande envolvência da natureza e alguns obstáculos naturais pelo caminho.

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E bora lá trabalhar um pouco mais :-)

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Este tronco já nos conhece ;-)

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E era chegada a vez da DR :-)

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No problem, a amarelinha passa sempre ;-)

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E já estávamos próximos de um dos nossos objectivos para este passeio, subir a Barrosa, mas pelo caminho de pedras, claro! :-)

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Ao longo da subida da montanha, as vistas são sempre  espectaculares, fazendo-nos esquecer por momentos das dificuldades que nos esperava…

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Bem, não viemos só para ver as vistas, vamos lá suar um pouco ;-)

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Subir a Barrosa pelas pedras é sempre um desafio, pois cada vez que subimos, nunca é igual, as pedras são muitas, os desequilíbrios são frequentes e as pancadas nas pedras uma constante.
Abençoada protecção de cárter…

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A mota nem sempre vai para onde queremos e nem sempre reage da forma desejada, pois as pedras originam muitas reacções indesejadas.

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O Ricardo não satisfeito com as dificuldades das pedras, decidiu elevar o nível de dificuldade :-)

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Não valia a pena inventar caminho, era seguir em frente e aguentar a “porrada” ;-)

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Este percurso castiga muito mota e piloto…

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Mas chegar ao fim do mesmo, é uma grande vitória, cujo prémio é as maravilhosas vistas da Lagoa do Fogo e da ilha :-)

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Seguiram-se alguns momentos de descanso, incluindo um diálogo com um casal de turistas, que se encontravam a explorar aquela zona e que ao ver-nos a subir aquele caminho tortuoso, tiraram-nos várias fotos, e fizeram questão de ficar com o nosso contacto, para nos enviar as fotos
Descanso feito, bora lá continuar mais um pouco, com o Ricardo a indicar o caminho a seguir ;-)

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Vamos até lá baixo :-)

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Estivemos a explorar alguns percursos, na esperança de encontrarmos algum trilho novo, mas a maior parte deles não nos levava a lado nenhum…

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Que bonitos que estão alguns percursos, com as hortênsias a embelezar os mesmos:

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Pausa para relaxar…

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Bem, e ficamos mais ou menos por aqui.
Foi mais um excelente passeio, com bons momentos TT, com grandes paisagens e com a sempre agradável companhia do Ricardo.
Talvez tivesse sido o último passeio TT deste Verão, porque para alguns é tempo de férias, para outros tempo de pausa e preparar a mota para a próxima “época”, e para mim, contagem decrescente para a chegada de um novo membro à família.

Boas Curvas! :-)