"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts da categoria 'OFF-ROAD'

Passeio das GRANDES

Já fazia algum tempo que a malta das “Big Trail” não se juntava para um passeio aventura, como acontecia à muito tempo atrás, onde o grupo chegou a ser bem composto.
Contudo, alguns dias atrás, o Pedro Freire falou comigo no sentido de se voltar a realizar mais alguns passeios como “antigamente”, mas tentando juntar o máximo possível do pessoal que habitualmente participava.
E assim foi!
Após os devidos contactos, lá se conseguiu reunir um nº interessante de participantes, os quais mais não eram que a malta que já participava nestes passeios.
Compareceram, Eu na 950 ADV, Narciso na 950 ADV, Pedro Freire na 640 ADV, Carlos Rego também em 640 ADV, Nuno na NX4 e o Filipe na ST 750.

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Algumas das ausências notadas foi a do nosso amigo Miranda, com a sua boa disposição e o Gregório, que nos acompanhou desde o início. Claro que ficam a faltar o Adolfo e o Dinis, por exemplo, mas estes já não se encontram na ilha, o que é uma pena.
Quanto ao passeio, dada a ausência de inscursões no fora de estrada pela maior parte dos elementos do grupo, não convinha “atacar” de imediato os trilhos ditos mais difíceis, mas sim ir progredindo aos poucos, ou então, conforme a disposição do grupo.
O destino escolhido foi as Sete Cidades, onde a grande variedade de trilhos seria ideal para este passio.
Até lá, o habitual, Vigia das Feteiras, Feteiras e arredores e Sete Cidades.
Passagem pela Vigia das Feteiras, com o piso a apresentar-se muito escorregadio. No meu caso, sentia a frente constantemente a “fugir”. Penso que aquele Karoo T que tenho na dianteira é o culpado, cuja configuração é pouco agressiva e eficaz no piso escorregadio e enlameado…, a rever…

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O ritmo do passeio estava a ser agradável, com cada um a não entrar em ritmos mais “vivos”. A preocupação era voltar a ganhar confiança com as motas grandes e depois viria a diversão.

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Contudo, o passeio estava a correr bem e não tardou nada até tentarmos alguns trilhos que pediam mais atenção, como a descida com vista para os Mosteiros, que feito de “Maxi Trail” não deixa de ser intimidante:

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O problema não é tanto a descida, mas sim algumas partes com regos e piso solto. Além disso, se abusarmos do travão traseiro, a tendência é atravessar a traseira em demasia, como aconteceu com o Pedro e o Narciso.

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Menos travão… ;-)

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Hora de um pequeno banho ;-)

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Grande ST 750, os anos não passam por ela :-)

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Passagem pelas sempre rápidas Cumeeiras, com umas vistas fabulosas, especialmente por causa das excelentes condições climatéricas :-)

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Quando se apanha um excelente dia como este, as Sete Cidades são qualquer coisa de espectacular. Não sei se é o verde, se são as vistas, a envolvência, ou a combinação de todos estes factores, mas é um prazer estar nas Sete Cidades com bom tempo.

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Fantástico!!! :-)

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Descendo ao centro das Sete Cidades:

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O Narciso apesar de não abusar no acelerador da sua LC8, foi sempre muito certinho e cuidadoso. Mais alguns passeios e já pareces o Cyril Despres ;-)

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Antes do almoço, ainda demos um saltinho ao Caminho dos 3 Kms, mas o azar bateu-me à porta, isto é, em pela subida e aceleração a minha LC8 foi-se abaixo. Ligo-a novamente, tento arrancar e vai abaixo. Repito o processo e vai abaixo…
Bem, fiquei logo a bater mal, mas quando voltei a tentar, reparei que a LC8 ia abaixo assim que engrenava 1ª velocidade e tentava arrancar. Pareceu-me coisa de sensor de descanso lateral, ou seja, como se estivesse com o descanso aberto.
Após uma rápida vista de olhos, confirmou-se que o sensor do descanso, mais concretamente uma espécie de placa eléctrica, estava danificada, ou melhor dizendo, partida, baralhando aquela pequena parte eléctrica e impossibilitando-me de arrancar.
Resolveu-se fazer uma ligação “pirata”, isto é, unir os fios, só que como haviam 3 fios, tínhamos que ir às tentativas.
Felizmente, o Narciso foi uma grande ajuda, porque como não entendo nada de partes eléctricas, preferi pedir a quem soubesse.

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O homem acertou à primeira e problema resolvido em 5 minutos :-)
Obrigado Narciso!
Problema resolvido, subiu-se os 3 Kms:

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Mas já era hora do almoço e, regressamos ao centro das Sete Cidades para tal, aproveitando a sempre agradável estrada de cimento:

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No almoço tivemos a presença do nosso amigo Miranda, que está a recuperar de uma intervenção cirúgica à mão.
Como sempre, estava bem disposto e animou o almoço, além deste encontro com o grupo servir para lhe motivar ainda mais na sua recuperação.
Força amigo! :-)

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De tarde, andamos mais um pouco, mas já sem a companhia do Narciso, Nuno e mais tarde o Filipe.
Continuamos por alguns trilhos das Sete Cidades, assim como alguns trilhos de regresso a Ponta Delgada.
Alguns revelaram algumas surpresas e fruto do mau tempo, como árvores caídas, que, felizmente, não impediram a nossa progressão.

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Descendo o caminho que fica ao lado do hótel Monte Palace:

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Não foi uma descida pacífica com estas motas grandes, porque o piso em pedra pomes estava muito solto e haviam muitos regos. Fez-se, mas não convinha facilitar…

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Seguiu-se uma incursão por um trilho de Enduro, o qual até nem é nada do outro mundo, mas existem alguns regos mais profundos, que poderiam complicar a nossa vida. E complicaram! :-)

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Surgiram os tais regos mais profundos, os quais acabaram por ser profundos demais para o volume destas grandes “senhoras”. Mas ainda assim continuamos em frente, estudando sempre muito bem a nossa progressão.

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Valia de tudo para se passar da melhor forma, até de costas :-)

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Lá vai a LC8, que nunca se nega a um desafio :-)

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Tudo bem aí em cima? ;-)

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E pronto, eis que chegamos a um rego verdadeiramente profundo e onde as motas ficavam bem encaixadinhas :-)

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Com algum jeitinho, as 640 ADV passaram:

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Já a LC8 avançou alguns metros e ficou encaixada, muito por culpa das “crash bars”:

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Mas com alguma ajuda lá se conseguiu tirar a LC8 de lá. Parecia que ia ser complicado, mas não, foi rápido e sem muito esforço físico.
Seguiram-se mais alguns trilhos e estava terminado este passeio com as motas GRANDES.
Resumindo, foi um excelente passeio, não só por reunir novamente as motas grandes, mas principalmente pelo reencontro do grupo que outrora se aventurava pelos trilhos.
Um regresso saudável e que se pretende dar continuidade.
Percurso e pessoal foram 5 estrelas, valeu a pena!

Boas Curvas! :-)


 

1ª Concentração de Natal Enduro - Açores - CRÓNICA

No passado Domingo, realizou-se a 1ª Concentração de Natal Enduro - Açores :-)

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Os objectivos desta concentração eram simples, ou seja, reunir o maior nº possível de amantes do Enduro, divulgar um pouco mais a modalidade, realizar um agradável passeio por alguns dos mais belos trilhos de São Miguel e, claro, promover um bom convívio.
Contudo, adicionou-se a esta concentração uma causa nobre, ou seja, estamos em época Natalícia, época por excelência de alegria, paz e solidariedade. Então, foi pedido aos participantes se queriam participar na entrega de um cabaz de Natal a uma instituição de solidariedade, cabendo apenas uma pequena contribuição monetária, neste caso, apenas 5 euros.
O Sancho Eiró ficou encarregue do cabaz e de seleccionar a instituição, que neste caso foi a Casa do Gaiato de Ponta Delgada.
Bem, voltando ao passeio, importante referir que este foi um passeio realizado com as devidas autorizações da Câmara Municipal de Ponta Delgada, com conhecimento para a PSP.
Portanto, seria à partida um passeio sem qualquer tipo de problemas…
O ponto de encontro foi na Avenida D. João III, onde por volta as 08:00 começaram a surgir os primeiros madrugadores:

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No meu caso, equipei-me de acordo com a época, ou seja, à Pai Natal, e vim para o passeio com a belíssima KTM EXC-F 530 do amigo César Kini Neves:

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O nosso bem conhecido Trialista Rui Cabral e Endurista Vítor Ferreira:

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Aos poucos, já começavamos a ser muitos :-)

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Antes da partirmos para as Portas da Cidade, que era o ponto de partida da Concentração, houve tempo para alguma troca de impressões entre os participantes, reinando boa disposição.

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Partida para as Portas da Cidade:

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Nas Portas da Cidade surgiram mais alguns participantes, tornando o grupo maior e mais interessante:

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Foi bonito ver tantas motas de Enduro reunidas, apesar do número presente andar muito longe da realidade…

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Houve que decorasse o capacete a rigor :-)

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Quando já estávamos perto da nossa partida, eis que surge a primeira adversidade, isto é, recebemos um telefonema de um amigo a informar que nas Sete Cidades se encontrava um forte dispositivo Policial, possívelmente à nossa espera, pois tinham conhecimento oficial que íamos passar por aquela zona.
Mas vejam lá a atenção das autoridades em relação a nós:

PSP
1 Carrinha/Esquadra Móvel
2 viaturas 4×4 (descaracterizadas)
1 Viatura Patrulha
Tudo isto totalizando 10 Agentes!!!

GNR
1 Viatura 4×4
3 Agentes

E tudo isto porquê?
Simples, como todos nós sabemos, neste tipo de motas é muito fácil encontar pontos onde “pegar”, como a falta de espelhos retrovisores, os piscas, a iluminação, as matrículas que normalmente estão em mau estado, fruto das pancadas que levam nos trilhos, e por aí fora.
Enfim, parece-me que para as forças de segurança esta Concentração era uma boa oportunidade de “caça” à multa.
Senão o que estaria este forte aparato Policial a fazer nas Sete Cidades, local por excelência pacífico e onde nada se passa???
Sinceramente, não havia necessidade, parecendo-me que esta atitude foi exagerada e despropositada.
Existe na ilha situações que carecem deste tipo de aparato e actuação, mas que não se verifica.
Uma vez mais, as motas e quem as conduz são o alvo mais fácil e, quem sabe, que dá menos trabalho.
Tenho grandes amigos na Polícia e que são Motociclistas, por isso, se estiver enganado, digam qualquer coisa.
Talvez a presença destes senhores tivesse sido mera coincidência, dado que foram informados do nosso itinerário, o qual estava devidamente autorizado.
Uma coisa é certa, as Sete Cidades foram a zona de São Miguel mais bem protegida. O nosso obrigado por zelarem pela nossa segurança!
Mas voltando ao passeio, tivemos que efectuar alguns ajustes no percurso, só para evitar a passagem pelas autoridades, de forma a evitar alguma situação desconfortável.
Como existe um sem nº de trilhos em São Miguel e como estávamos aos comandos de motas de Enduro, as possibilidades eram mais que muitas.
Partimos em direcção à Rocha da Relva, para atravessarmos a Vigia das Feteiras:

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Infelizmente, tivemos o abandono prematuro do nosso amigo Vítor Ferreira, devido a um furo no penu dianteiro.
Paragem para reagrupar:

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Depois andamos por vários trilhos que se encontram na freguesia das Feteiras, Candelária e Ginetes, onde foi possível a todos divertirem-se um pouco :-)

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Já se sabe que alguns trilhos foram mais trabalhosos que outros, mas nada com dificuldades exageradas, pois o que se pretendia era um passeio em grupo e em que ninguém ficasse para trás. Aliás, houve sempre a preocupação de manter o grupo reunido, com algumas paragens para reagrupar.
Adoro trilhos como este, ou seja, mais “fechados” pela vegetação:

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Estamos todos?
Siga!!

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Subida em direcção ao miradouro Vista do Rei:

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Ops…

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A sempre espectacular vista do miradouro Vista do Rei:

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Cenário magnífico :-)

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Descida em direcção ao Caminho dos 3 Kms:

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Mas à medida que descíamos o Caminho dos 3 Kms, tivemos que voltar para trás, porque fomos, novamente, informados que as forças de segurança estavam à nossa espera no final do trilho. Parecia mesmo que a época de caça tinha aberto.

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Paragem para reagrupar, sempre com as Lagoas no horizonte e com excelentes condições climatéricas:

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O Pai Natal Duarte Brasil:

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De volta à acção:

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Paragem na freguesia dos Ginetes, para um bem merecido lanche:

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Outra curiosidade do passeio era a mota do Abel, que foi decorada com um presente de Natal. Para quem seria? :-)

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O próximo percurso que se seguiu foi um dos que fez parte do Enduro dos Gintes, sempre muito interessante e trabalhoso.

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Não faltou vegetação:

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O sempre bem disposto Luís Resendes:

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A dada altura surgiu um rego que se tornou numa carga de trabalhos, ou seja, o rego estava muito fundo, levando a que as motas tivessem muita dificuldade em progredir, porque a dada altura ficam com a roda de trás fora do chão e sem tracção. Tivemos que recorrer à força de braços.

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Pequeno vídeo do Manuel Martins a dar um salto em sentido ascendente:

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Paragem para reagrupar, descansar e desenrascar uma vela na Gas Gas do Luís Resendes:

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Nesta paragem a animação ficou a cargo do Paulo Machado, sempre muito divertido e expressivo nas suas histórias.
O homem é um ponto :-)

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De regresso aos trilhos, iníciamos o regresso a Ponta Delgada, mais ou menos pelos mesmos percursos da partida, com uma última paragem na Rocha da Relva:

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Mais alguns bons momentos de boa disposição:

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E com esta última paragem, estava terminada a 1ª Concentração de Natal Enduro - Açores.

Vídeo do passeio:

Se preferirem assistir no VIMEO e com música a “bombar”:

http://vimeo.com/33922328

O pessoal rumou a casa, pois já bastava de aventura e de “brincar” ao gato e rato com as autoridades.
Restou Eu e o Filipe Alves, que alguns minutos mais tarde juntamo-nos ao Sancho Eiró, para entrega do cabaz de Natal à Casa do Gaiato de Ponta Delgada.
Foi, talvez, o momento mais importante e especial desta Concentração, pois um gesto solidário como este não custa nada e é sempre muito bom despertar um sorriso no rosto destas crianças.

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E claro que as motas são sempre alvo de grande curiosidade e excitação para as crianças, que não perdem uma oportunidade para sentir de mais perto este fantástico mundo.
Fututo companheiro de trilhos :-)

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Também foi muito agradável conversar com os animadores da Casa do Gaiato, pois ficamos a conhecer um pouco melhor a realidade desta instituição.
Em suma, a nossa ida à Casa do Gaiato valeu a pena, e todos quanto participaram no cabaz de natal estão de parabéns, pois não só contribuiram para uma acção nobre, como também para o sorriso destas crianças.
Valeu a pena, sem dúvida!

Podemos concluir que a 1ª Concentração de Natal Enduro - Açores foi um sucesso, muito embora assombrada pelas forças Policiais, apesar de ter sido concedido as devidas autorizações.
Foi engraçado reunir este grupo de entusiastas pela modalidade e realizar este belo passeio, sempre com um convívio muito agradável, onde não faltou muita boa disposição.
Melhor que tudo, foi a causa nobre que se associou a esta Concentração, que não deixa de ser muito importante, especialmente na época que atravessamos.
Resta desejar a todos umas Boas Festas!

Boas Curvas! :-)
 
 

Estágio de Enduro ANC - Residencial Sete Cidades - CRÓNICA

No fim-de-semana de 3 e 4 de Dezembro, realizou-se em São Miguel o Estágio de Enduro ANC - Residencial Sete Cidades, ministrado pelo grande piloto Português Paulo Marques.

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Este estágio realizou-se numa altura que penso ter sido adequada, dado que o Enduro nos Açores voltou a ganhar novo fôlego com o recém criado Campeonato, além de que o interesse pela modalidade sempre foi grande por parte dos Açorianos em geral.
Além disso, o Campeonato dos Açores de Enduro terminou recentemente, sendo uma boa oportunidade para todos os pilotos e não pilotos, poderem desenvolver mais algumas competências na área do Enduro.
Portanto, seria um estágio para o piloto de corridas, para o piloto amador ou mesmo para o piloto de fim-de-semana.
O importante seria desenvolver ainda mais aquilo que todos já sabiam, bem como ir um  pouco mais além, focando situações particulares e formas mais eficazes e correctas de ultrapassar as adversidades do terreno. Em suma, ser o mais eficazes possíveis e sem desperdiçar muitas energias.
Para tudo isso, nada como aprender de perto com o grande Campeão Paulo Marques, cujo currículo é invejável a todos os níveis, contando com um sem número de vitórias em Campeonatos Nacionais de Enduro e TT, bem como diversas participações no mítico Dakar, sempre com classificações de destaque.
Palavras para quê?

Sábado, 3 de Dezembro: Pista de obstáculos e passeio Enduro

No sábado, dia 3 de Dezembro, o grupo de inscritos reuniu-se junto da empresa ANC, onde de imediato começou um convívio saudável e agradável entre todos.

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Alguns já se conheciam, outros não, mas com o passar dos minutos, já pareciam velhos conhecidos. O poder que as motas têm de reunir pessoas é fantástico :-)

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Com os participantes reunidos, que penso ter sido à volta dos 15, deu-se oficialmente início ao estágio, começando com um pequeno briefing, em que todos se apresentaram, incluindo o próprio Paulo Marques.

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Rapidamente todos perceberam que o Paulo Marques era uma pessoa muito acessível, directa, objectiva e à vontade, tornando o diálogo e interação bem mais fácil.
Com uma presenção tão ilustre, era mais que natural que os meios de comunicação manifestassem o seu interesse neste evento.

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Paulo Marques, um homem simples e acessível, mas sempre muito claro, directo e objectivo.

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Após o briefing e entrevistas, era tempo dos alunos e professores se dirigirem para a pista de Motocross da Soluções M, onde num terreno anexo à pista se encontrava uma pista de obstáculos, criada propositadamente para o estágio.

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A pista de obstáculos foi idealizada e criada pelo Pedro Dias e Nelson Rocha, os quais souberam criar no terreno uma pista bem ao estilo extreme, onde não faltaram obstáculos para todos os gostos e típicos de uma extreme.
Portanto, não faltavam condições para que todos pudessem desenvolver mais um pouco as suas capacidades técnicas.
Mas antes da aula prática, primeiro a aula teórica, onde se percorreu a pé a pista em toda a sua extensão, passando por todos os obstáculos e com o Paulo Marques a explicar qual a abordagem correcta/ideal a cada um dos obstáculos.

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O famoso buraco seguido de uma subida, que tantas dores de cabeça deu a alguns, especialmente a mim, onde bati o recorde das quedas no mesmo…

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Durante a passagem por todos os obstáculos, o Paulo Marques foi sempre muito claro e objectivo nas suas explicações.
A palavra chave neste dia era, woooooopppppp, que é como quem diz, abrir acelerador e já está, já passamos ;-)

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Outra componente importante e focada neste estágio, foi o aquecimento. Um ritual constituído por exercícios muito simples e que poderão ajudar a evitar lesões. É muito importante aquecer antes de iniciar qualquer actividade com a mota, ou mesmo qualquer actividade desportiva. Um facto muitas vezes esquecido.

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Aula teórica dada e aquecimento feito, bora lá praticar! :-)
Começamos a “enfrentar” um obstáculo de cada vez e diversas vezes, de forma a que todos pudessem praticar e perceber como melhorar a sua técnica ou forma de o ultrapassar.
Claro que a prática foi sempre sob o olhar atento do Paulo Marques, que com a sual calma e experiência foi sempre ajudando-nos em tudo.

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Os tubos em cimento eram o obstáculo mais fácil de ultrapassar, mas mesmo sendo o mais fácil, requer sempre algum “jeitinho” ;-)

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Duarte Brasil e Pedro Soares em Acção :-)

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Passando ao buraco, seguido de subida em pedra e com um tubo de cimento no topo, esse nem sempre foi simples, pelo menos para mim. Aliás, estava tão nervoso e tenso, que caí umas quantas vezes no final da subida. Chegou a um ponto que já era um pouco embaraçante…
Contudo, estava ali para aprender, nem que fosse à força ;-)

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Eventualmente, acabei por ir melhorando neste obstáculo, mas nunca andou perto do ideal. Penso que os nervosismo atrapalhou-me por completo…
Manuel Martins, sempre eficaz e espectacular na forma como aborda e ultrapassa os obstáculos:

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Um dos promotores do evento, o André Coelho, da ANC, também participou e até fez uns “bonecos” engraçados :-)

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A ultrapassagem dos pneus era mais fácil do que parecia, bastando ir com decisão:

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Importante referir que os elemntos da Organização, nomeadamente o Pedro Dias e Nelson Rocha, estavam sempre a ajudar o pessoal, nem que fosse na hora de ajudar a levantar a mota do chão. Excelente!
Mesmo o público que assistia também ajudou muito :-)

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Os rolos de madeira também não causaram grandes dificuldades, especialmente por possuírem uma pequena rampa de terra à entrada e saída dos mesmos. Sem estas 2 rampas a história era outra.

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Grande Paulo, faz tudo com uma naturalidade e à vontade desconcertantes. É um senhor!

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Outro obstáculo que gostei, foi a depressão seguida de subida. Muito divertida, especialmente por sairmos com a dianteira bem no ar.

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Rui Galante e Pedro Dias em destaque :-)

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Não tenho fotos dos restantes obstáculos, pois a dada altura limitei-me a praticar e apenas ir filmando em andamento.

MANUEL MARTINS NUMA VOLTA À PISTA DE OBSTÁCULOS:

Terminada a secção dos obstáculos, tempo para todos almoçarem e conviverem um pouco com o “Marquês”:

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A foto de família :-)

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Após o almoço, estava reservado um passeio Enduro com o Paulo Marques, o qual tinha como objectivo passar por alguns dos trilhos que fizeram parte do Enduro do Livramento, 3ª prova do Campeonato dos Açores de Enduro.
Um passeio onde alguns dos ensinamentos da pista de obstáculos poderiam vir a ser úteis e necessários.
Mas antes do passeio, tivemos uma pequena conversa com o Paulo, o qual tocou noutro assunto importante, a sacoche de Enduro, isto é, o que levar na mesma.
Outro aspecto que muitas vezes nos passa ao lado, ou é dada pouca atenção. Contudo, de grande importância e que poderá nos “salvar” de situações complicadas, ou fazer mesmo a diferença entre ficar a pé ou chegar a casa de mota.

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No passeio Enduro, havia muito entusiasmo no ar, pois sabe sempre muito bem andar pelo mato, especialmente na companhia de um grande Campeão.
Tal como referi, percorremos os trilhos do Enduro do Livramento, os quais ofereceram vários níveis de dificuldade, bem como grande dose de diversão.
Não faltou nada, até mesmo passar por baixo ou por cima de árvores:

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O ritmo do passeio não foi para piloto, mas também não foi para amador de 1ª vez, foi sim um ritmo sempre ligeiro, que nos permitiu gozar os trilhos e as capacidades das nossas máquinas.
Neste ambiente, notava-se uma maior descontracção e à vontade de todos em geral.
Até houve uma subida impossível (para alguns), em que alguns dos presentes enfrentaram, quase sempre com sucesso.
Dava um gozo ouvir os motores “berrarem” ao longo da subida :-)

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Sempre que necessário, o Paulo Marques dava mais algumas explicações em pleno passeio.

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Belos trilhos estes do Enduro do Livramento :-)

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Terminado o passeio Enduro, estava terminado o 1º dia de éstágio com o grande Paulo Marques.
O balanço do 1ª dia era positivo, onde senti que alguns dos ensinamentos foram de grande importância, mesmo os que pareciam menos importantes, como, por exemplo, a posição dos controlos, nomeadamente manete de embraiagem e travão.
Estava um pouco “moído”, mas já só pensava no 2º dia de estágio :-)

Domingo, 4 de Dezembro: Pista MX e passeio Enduro
 
Para o Domingo, dia 4 de Dezembro e último dia de estágio, estava programado uma deslocação à pista de Motocross da Soluções M, onde todos iriam aprender algumas técnicas de MX, como fazer barreiras, curvas e saltos. Técnicas úteis não só no MX, mas também no Enduro, e como saber não ocupa espaço, bora lá!
No entanto, é importante salientar que a empresa ANC achou por bem incluir no estágio as camadas jovens do MX Açoriano, pois seria uma mais valia para eles aprender de perto com uma das referências nacionais. Uma atitude que merece todo o reconhecimento, pois os jovens são o futuro de qualquer modalidade.
O ponto de encontro foi novamente na ANC, com deslocação em caravana para a pista de MX Soluções M.
Como sempre, o habitual briefing:

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Também tivemos uma aula teórica, onde percorremos grande parte da pista de MX a pé, e onde nos foi explicado com a maior simplicidade e precisão possível, quais as melhores formas de abordar as barreiras e saltos.
Para nós, praticantes do Enduro, algumas coisas eram novidades absolutas, pois são modalidades diferentes. Como diria o Paulo Marques, no Motocross o piloto dá 110% num traçado sempre igual. No Enduro, o piloto tem que dosear o esforço, pois passa muito tempo sozinho e tem que ser inteligente nos vários tipos de obstáculos que vão surgindo.

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A foto da turma de MX e Enduro :-)

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Passando à prática, o Paulo pediu que todos dessem umas voltas de mota à pista de MX, de forma a que relaxassem um pouco e se ambientassem à mesma.
No meu caso, entrei com o pé direito na pista, ou seja, correu tudo muito bem e adorei as voltas que dei dentro da pista. Senti-me descontraído e sem qualquer nervosísmo, o que me permitiu fazer “boa figura”.
No entanto, era chegada a hora as aulas, com a ajuda do Manuel Martins, o qual para além de piloto de Enduro, também é piloto de MX, contando um muitos anos de experiência em ambas as modalidades.
Ora bem, antes que todos pudessem entrar em acção, o Paulo primeiro explicava as formas de abordar, neste caso, a curvas, e depois o Manuel Martins exemplificava:

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Simples não é?
Bem, feito por um pró parece simples, mas na realidade, não é assim tão simples, exige muito treino ;-)

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Os mais pequenos não se deixaram intimidar pelos graúdos e mostraram como é que se faz.
Aliás, envergonharam a malta do Enduro, pois são bem rápidos em pista :-)

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Manter a mota dentro do rego, percorrer o trajecto do mesmo e sair em velocidade, não é fácil…

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E fazer barreiras???

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Manuel Maritns mostra, seguindo as indicações do Paulo Marques:

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Depois praticamos nós, umas vezes melhor, outras vezes mais ou menos ;-)

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Alguns tinham formas bem diferentes de abordar as barreiras :-)

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E saltos???
Bem, os saltos já assustam mais um pouco, porque além de exigir muita concentração, tembém exige um à vontade muito grande e técnica.
O Manuel Martins bem que exemplificou, mas era dífici voar como ele…

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Contudo, os mais pequenos deram show :-)

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Alguns dos Enduristas até deram alguns saltos jeitosos, como este do nosso amigo “Dragon”:

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O Nelson está a evoluir a olhos vistos, o que será muito bom para prósximos campeonatos ;-)

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O salto de mesa também foi abordado, mas, uma vez mais, são aspectos mais indicados para os pilotos mais experimentados neste campo, como o Manuel Martins:

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Os mais pequenos não têm medo de arriscar, como o Abel Carreiro Jr.:

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A pequena CR-F 150 voa :-)

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“Dragon”, Rui Galante e Duarte Brasil no ar :-)

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Eu também fiz umas tentativas de saltar, mas a falta de experiência e o bom senso levaram-me sempre a cortar no acelerador ;-)

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Mesmo assim dava para comprimir e bem as suspensões da DR:

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Noutra parte da pista:

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E lá foi a suspensão toda abaixo…, coitadinha da DR

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Últimas fotos cortesia do amigo Pedro Silva

Pedro Dias:

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Paulo Marques a dar show aos comandos da KTM 250 do Manuel Martins. Quem sabe não esquece!

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Terminada a sessão de MX, passou-se ao almoço.
A passagem do estágio pela pista de MX foi muito positiva, pois permitiu perceber a importância de curvar bem e rápido, bem como saber saltar, nem que seja mínimamente.
Andar uma pista de MX durante uns largos minutos não é fácil, porque é muito exigente em termos físicos e exige muita concentração e determinação.
Esta parte do estágio também foi muito proveitosa para as camadas jovens do MX Açoriano, pois não há nada melhor do que aprender de perto com grandes campeões como o Paulo Marques.
Após o almoço, realizou-se o passeio Enduro, o qual contou com a presença de 2 grandes praticantes da modalidade, o Vítor Ferreira e o André Cabral.
Com estes 2 no passeio, a diversão estava garantida, mas também estava garantido um verdadeiro passeio de Enduro e com toda a exigência e dificuldades que advém da prática desta modalidade.
Dado que o Paulo Marques é um grande apreciador dos Açores, especialmente das Sete Cidades, o passeio teve como objectivo uma passagem pelas Sete Cidades, de forma a que o Paulo pudesse também gozar um pouco a sua passagem por São Miguel.
Partimos, tomando alguns percursos sentido norte, para depois enveredarmos por percursos em direcção às Sete Cidades.

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O ritmo do passeio foi sempre ligeiro, obrigando a alguma concentração, bem como algum empenho na condução.
As dificuldades foram surgindo naturalmente, mas foram quase sempre ultrapassadas, nem que fosse através da ajuda de outros colegas.
Da minha parte, só tenho a agradecer este grupo, pois ajudaram-se várias vezes em situações difíceis, especialmente quando o cansaço começava a levar a melhor.

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Uma vista ímpar e maravilhosa :-)

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Paragem para beber um pouco de água e recuperar energias.

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Descemos ao “coração” das Sete Cidades, onde a dada altura tivemos que atravessar um autêntico lamaçal, o qual apanhou desprevenido o Manuel Martins, ou seja, atascou e teve muitas dificuldades para tirar a mota de lá:

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Os restantes que faltavam passar não seguiram pelo caminho que ele tentou:

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Bem, um cenário estranho num passeio, um pela frente, outro por trás e o Manuel a meio…, teve de ser, a mota não tinha descanso lateral e estava com dificuldades em se ligar ;-)

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Trilho em direcção à Seara, o qual deu bastante trabalho, especialmente pelo seu piso muito escorregadio, associado a uma grande sinuosidade deste trilho.

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E depois de suarmos bastante na Seara, mais uma paragem para recuperar fôlego:

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Hehehehe… :-)

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Grande Paulo Marques, um pessoa super simples e agradável :-)

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Terminada a pausa, voltamos aos trilhos, mas, no meu caso, não foi por muito tempo, ou seja, num dos trilhos caí para o lado esquerdo e acabei por danificar o “start” da DR. Para quem não está familiarizado, as Suzuki apenas arrancam de “start” quando apertamos a manete da embraiagem, caso contrário o arranque eléctrico não funciona. Para tal, existe um espécie de mecanismo eléctrico que está associado à mente da embraiagem e detecta se a manete está pressionada ou não.
Com o tombo, este mecanismo ficou danificado e não consegui recorrer ao arranque eléctrico. Para piorar, a DR não possui “kick”…
Contudo, o Rui Galante e o Pedro Soares foram de uma grande ajuda e fui rebocado pelo Galante com uma corda que o Paulo Marques tinha, até que a DR pegou de empurrão.
Galante e Pedro, obrigado pela vossa ajuda.
Paulo Marques, obrigado por cederes a corda.
Restante grupo, obrigado por terem esperado por mim.
Não me restou senão rumar a casa pelo asfalto e tentar que a DR não fosse abaixo, senão…
E pronto, estava terminado o Estágio de Enduro com o Paulo Marques.

VÍDEO DOS 2 DIAS DE ESTÁGIO:

SE PREFERIREM ASSISTIR NO VIMEO:

http://vimeo.com/33239513

Em jeito de conclusão, este estágio foi uma mais valia, pois permitiu recolher ensinamentos que serão de grande utilidade nos passeio TT e Enduro.
Aprender de perto com o grande Campeão Paulo Marques foi um privilégio, pois por trás do seu grande currículo, está uma pessoa simples, de trato fácil e que não dispensa uma boa conversa.
Um bom professor, sempre directo, claro e objectivo, sendo fácil aprender.
A Organização está de parabéns pela iniciativa, bem como pela excelente pista de obstáculos que construíram. Neste aspecto, o Pedro Dias e o Nelson Rocha foram impecáveis.
Um bem haja também a todos quanto participaram neste estágio, pois criaram um bom ambiente, descontraído e cheio de companheirismo.
Por fim, o meu obrigado a todos quanto me ajudaram, especialmente nos momentos mais complicados, como os tombos.
Faço votos para que esta iniciativa se repita.

Boas Curvas! :-)
 
 


 
 
 

Estreia do César Kini Neves com passeio pelo percurso do Enduro SRMOTO Arrifes

Cada vez que se realiza uma prova de Enduro, há sempre aquela curiosidade natural de no fim-de-semana seguinte realizar um passeio pelo percurso da prova.
Mas nem sempre é possível ou nem sempre conseguimos “atinar” com o percurso todo.
Contudo, a malta que organizou mais uma excelente prova de Enduro, o SRMOTO Arrifes, tinha planeado dar uma voltinha pelo percurso da prova, com o objectivo de recolher as fitas de marcação do percurso.
Uma tarefa extremamente importante, não só em termos de imagem e credebilidade de quem organizou estas provas, mas também em termos ambientais, dado que as fitas são em plástico, material altamente prejudicial ao ambiente.
Além disso, este passeio marcava a estreia de mais um companheiro por trilhos Micaelenses, o César Kini Neves, que se encontra deslocado do Continente.
Felizmente, o César seguiu o meu conselho e trouxe a mota consigo, uma KTM EXC 530.
Portanto, seria um passeio com objectivos ambientais e um passeio de baptismo :-)
O ponto de encontro foi nos Arrifes, junto à Extreme Cross Test do Enduro SRMOTO Arrifes, tendo comparecido o Abel Carreiro, Paulo Machado, Pedro Soares, Duarte Silva e, claro, Eu e o César.
Não tardou nada até a boa disposição se instalar, muito por culpa do Paulo Machado ;-)

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Um grupo grande, animado e cheio de vontade de ir fazer umas “canadinhas” :-)

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Ora bem, começamos a nossa missão de limpeza primeiramente pelos trilhos dos Arrifes, com o grupo a efectuar a recolha das fitas de forma ordeira e sem se “atropelarem”.

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Houve quem fosse mais meticuloso ao retirar as fitas, trazendo um a tesoura. É coisa de profissional, só pode ;-)

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Infelizmente, as condições meteorológicas não estavam as melhores, com alguma chuva e nevoeiro, mas nada que nos impedisse de concretizar o trabalho, ou mesmo divertirmo-nos.

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O Abel tinha uma mochila que funcionava como ecoponto, ou seja, assim que enchíamos os bolsos com fitas, depois colocávamos na sua mochila ecoponto:

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Neste passeio conheci alguns trilhos novos nos Arrifes, o que é uma vergonha, tendo em conta que nasci e cresci nesta freguesia.

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E chegamos a uma das partes mais divertidas do percurso, trilhos em cascalho na zona da Covoada:

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Adoro fazer estes trilhos a subir, pois gosto da sensação que este tipo de piso oferece e exige de nós. Muito divertido!

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Grande César, não só estava a ter uma excelente oportunidade de conhecer belos trilhos, como também ajudou-nos na recolha das fitas.

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Segundo o César, os nossos trilhos e o seu tipo de piso são muito diferentes daquilo que habitualmente se encontra no Continente, exigindo alguma habituação. Mas, por aquilo que vi ao longo do passeio, O César não só anda muito bem, como também habituou-se rapidamente ao tipo de piso e trilhos.
Na foto abaixo, o César a tentar fazer a espargata ;-)

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Grande Vítor, às vezes penso que não se cansa, tal o ritmo que conseque imprimir durante o passeio.

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Não faltaram árvores para testar a nossa coluna ;-)

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Alguns fios eléctricos usados pelos lavradores estavam a dar choques, que o diga o Paulo Machado ;-)

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Uma pausa para relaxar e, na foto, da esquerda para a direita, César Neves, Paulo Machado, Eu e o Vítor.

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Mesma foto abaixo, mas desta vez sem mim e com o Pedro Soares:

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E baixa outra vez…

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Outra das zonas muito divertidas, foi a subida do cascalheiro. Aqui, não tem muito que saber, enrolar o acelerador com decisão e fé em Deus ;-)
Vítor em grande estilo, já no fim da subida do cascalheiro:

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Sabe bem quando conseguimos chegar ao topo do cascalheiro :-)

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No entanto, não foi à primeira que subi, fruto de asneira, ou seja, ia em 3ª, bem embalado, mas assim que cheguei à última parte da subida, que fica um pouco mais inclinada, a mota começou a percer um pouco de velocidade  e, em vez de lhe dar um cheirinho de embraiagem para lhe manter na rotação ideal, reduzi para 2ª e automaticamente perdi mais velocidade e atasquei.
Na altura que atasquei, o César estava a subir e, fiquei de boca aberta com a velocidade dele nesta subida, ou seja, ele voou com a 530. Que mota!!!

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Bem, parecia que a subida do cascalheiro era uma das partes que iria exigir mais, mas não, a entrada para a mata a seguir ao cascalheiro estava bem complicadinha, fruto de muita lama tipo barro, regos e muitas irregularidades.
Não foi fácil e foi necessário recorrer a alguma ajuda estra de braços.

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O Vítor foi o que menos dificuldade sentiu. Parece-me que as 2 tempos sentiam menos dificuldades…

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Pedro Soares a dar-lhe forte no acelerador :-)

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Bonito serviço, mas a DR não ficou para trás :-)

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O César optou por um atalho, mas também não se safou de alguns trabalhos.
Na foto abaixo, o César estava a testar um novo tipo de marcação para as provas de Enduro da próxima época, ou seja, em vez de se usarem fitas, usam-se motas ;-)

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Esta zona de entrada na mata cansou um pouco, muito por culpa do piso, que está muito exigente…

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E continuamos a nossa subida pela mata:

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O César bem que queria seguir em frente, mas a sua 530 tem muita vontade própria ;-)

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Ops…

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Seguiu-se a trialeira das couves, a qual também não foi a coisa mais simples de se fazer.
Aliás, na zona mais empedrada não havia dificuldades de maior, o problema era na zona dos regos em barro.

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Engarrafamento???

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Aqui, só me lembro do César me dizer, “nos Açores até as pedras escorregam” :-)

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Vítor a fazer valer a leveza e agilidade da sua 250 a 2T:

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Lá vinha o César, com o seu “canhão”:

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Nas couves vale tudo para se conseguir passar nos buracos ;-)

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Vídeo do César numa parte das couves:

E lá vinha o Abel:

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Vídeo do Abel numa parte das couves:

Siga em frente!

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Andamos por mais alguns percursos muito próximos das Sete Cidades, e sempre com algum nevoeiro e chuva.

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Ainda no regresso, atravessamos a Vigia das Feteiras e acabamos o passeio nos Arrifes.
Abaixo, o momento mais importante e grande objectivo deste passeio, a colocação das fitas recolhidas no contentor do ecoponto.
Missão cumprida! :-)

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Ainda passamos pelo percurso da Extreme Cross Test e recolhemos mais algumas fitas. Contudo, fomos abordados por um senhor que, supostamente, usa alguns daqueles terrenos, e nos causou algum incómodo na recolha das fitas, porque simplesmente não queria que o fizéssemos de mota.
Bem, o homem era cá de uma incompreensão, que tirava a paciência a qualquer santo…
A conversa com ele chegou a ficar um pouco mais quente, mas, felizmente, os ânimos acalmaram-se e fomos embora.
Não valia a pena estragar um excelente passeio por causa deste senhor, por sinal alheio ao nosso trabalho e de uma grande incompreensão.
Mas antes de irmos para casa, tivemos que abastecer com gasolina com chumbo ;-)

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Uma vez mais, muita animação e com o carimbo do Paulo Machado :-)
E pronto, estava terminado o passeio.
Resumindo, excelente passeio e excelente companhia!
Foi um bom passeio de baptismo para o César, o qual, se não estou em erro, ficou a gostar dos trilhos Micaelenses e quer mais :-)
Além disso, cumprimos com uma missão muito importante, que foi a recolha das fitas.

Boas Curvas! :-)
 
 

Nevoeiro e Exploração

No Domingo passado, o nosso passeio caracterizou-se essencialmente por um factor, nevoeiro.
Pois é, parece que estamos naquela altura do ano em que já não podemos esperar grandes dias de sol, o que é natural, tendo em conta que estamos numa ilha.
Mas não era isso que nos ia impedir de sair ;-)
Portanto, Eu e o Rui voltamos a “atacar” os trilhos situados entre a Lagoa e Vila Franca do Campo, e voltamos a vestir a pele de exploradores, na procura de mais alguns trilhos, ou simplesmente no aprofundamento de alguns já conhecidos.
Não tarda nada e só nos falta o chicote, tipo Indiana Jones ;-)
Ora bem, começamos pela Lagoa e por alguns trilhos que desconhecia. Já tinha passado pela entrada dos mesmos, mas nunca me tinha aventurado:

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Não demorou muito até termos que desmontar as motas e explorar “à la pata”. Já começa a ser um hábito ;-)

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Mas tinha que ser a pé, porque quando a progressão se torna duvidosa, não vale a pena arriscar, porque é muito fácil ficarmos numa situação em que não é possível inverter a marcha, ou mesmo sermos apanhados por “armadilhas” naturais, como terreno instável.
Por falar em instabilidade, este trilho já teve continuidade, mas agora, está obstruído por uma grande derrocada:

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Olha Rui, aqui ao lado tem um pequeno trilho em pedra, achas que conseguimos ir nele?
Resposta, riu-se :-)

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Bem, tivemos que voltar para trás…

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Seguiu-se mais um novo percurso, chamado de:

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Este trilho, chamado de Flor da Rosa, ia nos levar a um local onde o pessoal que pratica escalada habitualmente vai.
Desconhecia a existência deste local, mas o Rui já tinha ouvido falar.
Uma vez mais, motas para trás e siga a pé :-)

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Bem, o local onde fazem escalada é impressionante e com uma envolvência espectacular:

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Para aqueles que gostam de escalada, este local deve um dos mais interessantes da ilha, pois alia uma zona de rocha muito bonita, com uma grande envolvência da natureza e todos os verdes característicos de São Miguel.

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A mini caminhada valeu a pena!

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Nesta zona não dava para progredir mais, voltamos para trás e atravessamos algumas zonas de pastagem, em busca de mais trilhos e ligações entre os mesmos.
Hoje e tal como o Rui dizia, estava com faro para os trilhos, pois estava a achar novas ligações entre os mesmos, apesar do muito nevoeiro.
Por falar em nevoeiro, o mesmo nunca nos abandonou e até tornou a travessia de alguns trilhos num exercício de incerteza.
Na foto abaixo, travessia de uma pastagem com inclinação, e que para mim não foi das travessias mais agradéveis, porque apesar de na foto o piso parecer regular, na realidade a erva do pasto esconde muitas irregularidades, além de que com a humidade, torna-se muito escorregadio.

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Mais um paragem para exploração :-)

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Isto aqui são só silvas, melhor não arriscar ;-)

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Encontramos mais um trilho interessante, mas que não oferecia condições para arriscar ma travessia, pelo menos com esta humidade. Ficará para o Verão!

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E mais um trilho novo, por sinal com muita vegetação :-)

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Gosto particularmente destes trilhos mais fechados de vegetação, pois conferem um ambiente de aventura e descoberta ainda maior. No entanto, são muito escorregadios…

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Para não variar, desmontamos as motas e voltamos a explorar a pé:

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Mas diga-se de passagem, este trilho obrigava a uma exploração a pé, porque além de se tornar apertado e incerto, num dos lados era ravina, e das grandes…

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Surpresa, encontramos no meio da natureza algo feito pelo homem, umas escadas e uma ponte:

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Não aconselhado a quem tem vertigens, pois nas laterais a vista era um pouco assustadora.

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Continuamos a pé, porque este trilho despertava alguma curiosidade, no sentido de se perceber até onde iria dar.
De salientar a grande beleza deste trilho, muito bom para umas caminhadas, mas um pouco díficil para se fazer de mota.

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Apesar do nevoeiro, a intensidade do verde era grande. Num dia de sol, este trilho deverá revelar paisagens bem bonitas.

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Muita envolvência da natureza :-)

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Infelizmente, o trilho estava interrompido por uma derrocada e tivemos que regressar.
De qualquer forma, a escadaria e a ponte seriam um pouco incómodos de passar de mota, além de que um pouco mais adiante, o piso estava escorregadio e haviam algumas zonas mais complicadas para ultrapassar, especialmente para uma mota de Enduro.
Mas de mota de Trial…, fica para outra altura e, possívelmente, com uma Montesa emprestada ;-)
Passagem por uma zona, agora já conhecida:

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Vou pelo túnel :-)

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Mais uma Ponte?!

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Esta ponte no cenáro que se encontrava, quase parecia fazer parte de ruínas de algum templo antigo, mas não, não se trata de nenhum templo, mas a ponte deverá ser muito antiga, dado o seu estado e construcção.

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Bem, isto é alto…

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Bora lá ver a vista lá de cima da ponte :-)

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Uma vez mais, não convém ter vertigens ;-)

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Infelizmente, a aparente única forma de passar para o outro lado, era uma pequena passagem situada na ponte, mas que não tinha largura e altura para as motas passarem. Para uma pessoa já era díficil…

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Após esta zona, andamos mais um pouco e demos por encerrado o passeio.
Tal como o Rui referia, e bem, não foi um dos melhores passeios que já realizamos, muito por culpa do nevoeiro, mas valeu pelo carácter exploratório, que nos levou a conhecer mais alguns trilhos bem bonitos.
Cada vez mais gosto de explorar esta ilha fantástica!

Boas Curvas! :-)

Explorando…, outra vez

No passado Domingo, Eu, o Ricardo e o Rui, voltamos a realizar mais um passeio fora de estrada, o qual voltou a assumir um carácter exploratório.
Voltamos a centrar as nossas atenções para os trilhos que se situam entre a Lagoa e Vila Franca do Campo, pois parece-nos que existem alguns trilhos mais “escondidos” e possíveis de atravessar.
Contudo, as condições meteorológicas não estavam as melhores, ou seja, nevoeiro e promessa de alguma chuva.
Mas nada que nos impedisse de sair ;-)
Neste passeio, testei os novos óculos da SCOTT, com a lente ligeiramente escurecida e espelhada:

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Muito bons, com grande nitidez e sem escurecer em demasia. O que gostei mais foi o encaixe na cara, ou seja, muito confortável e anatómico.
Voltando ao passeio, começamos o mesmo na Lagoa, atravessando alguns trilhos já familiares:

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Aqui o nevoeiro ainda não era muito…

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Além do nevoeiro, tivemos que ter atenção com o piso, porque o mesmo estava enlameado em algumas zonas, mas em termos gerais, estava escorregadio, fruto da humidade que estava.
Fui vítima do piso escorregadio, ou seja, a roda dianteira escorregou e caí para o lado:

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O problema não foi cair para o lado, o problema foi que caí para o lado de uma ravina e fui de “voo” lá para baixo para as conteiras:

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Para minha sorte, não caí muitos metros, dado que houve um tronco de árvore que parou o meu “voo”. Felizmente, não me magoei, fruto das protecções e de também não ter apanhado uma superfície dura.
Mais adiante, aquilo que a malta gosta, troncos :-)

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Perto da Barrosa, estivemos a explorar um novo trilho, o qual parece fazer ligação com um outro trilho que exploramos da última vez.

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Contudo, optamos por ir a pé, pois não tínhamos a certeza se, de facto, este trilho fazia ligação com o outro e o mesmo não apresentava condições para irmos de mota, ou seja, uma zona tipo trialeira e cujo piso era puro barro:

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A pé já escorregávamos bastante, imaginem de mota?

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Definitivamente e tal como o Rui referiu, havemos de fazer este trilho de mota, mas num dia sem humidade, com o piso bem seco e a subir :-)
Bem, continuamos a nossa exploração “à la pata”, atravessando algumas pastagens através do nevoeiro, que ficava cada vez mais denso:

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Ainda andamos uma distância considerável, que com equipamento TT foi muito confortável, especialmente para os pés, devido ao grande conforto das botas TT.
A dada altura já parecia que já tínhamos andado mais a pé do que de mota ;-)
E eis que no meio do nevoeiro surge alguém, que por momento pensei ser o D. Sebastião, mas não, era o Rui ;-)

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Concluímos que este trilho é possível, mas terá de ser num dia mais seco, porque descer uma trialeira em barro, seria demasiadamente arriscado.
Voltamos para trás, agora com a subida da Barrosa em mente.

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Ao longo da subida, apanhamos com muito nevoeiro, que se tornou super incómodo, especialmente quando queríamos tentar perceber qual a melhor trajectória.

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Como habitualmente, para o Rui e para a sua Gas Gas de Trial, esta subida das pedras da Barrosa não constituiu grande dificuldade, apenas para mim e para o Ricardo é que foi mais trabalhoso.
No entanto, saliento o nosso desempenho nesta trialeira, ou seja, relativamente rápido e cada vez mais à vontade.
Claro que há sempre uma ou outra parte que nos dificulta mais a vida, mas nada que não se ultrapasse com um pouco de entre ajuda:

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Sabia que a Husqvarna fazia motas e moto-serras, mas lança pedras desconhecia :-)

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Ainda bem que estava afastado, senão ia doer ;-)
A parte final da subida da Barrosa:

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Após a Barrosa, exploramos mais alguns trilhos que se situam na descida da Lagoa do Fogo, sentido Lagoa.
Uma vez mais, tivemos que deixar as motas para trás e seguir a pé, pois tratava-se de uma zona de ravina, não sendo conveniente arriscar.
Apesar do nevoeiro, a beleza desta zona era evidente:

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Ainda bem que seguimos a pé, porque este trilho não era “pêra doce”, ou seja, descidas acentuadas e escorregadias e subidas igualmente nos mesmos moldes, com ravinas nas laterais. Não havia margem para erros…

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Conclusão, mais um belo trilho, que num dia de sol deverá revelar paisagens espectaculares, mas não indicado para motas, dado os acessos muito apertados em algumas zonas, as subidas e descidas que andam de mãos dadas com as ravinas e a incerteza do sucesso.
Um bom trilho pedestre, e mesmo assim com alguns perigos.
Seguiram-se mais alguns trilhos desconhecidos, mas que não deu para explorar muito, pois o nevoeiro era muito.
Ficará para um dia de sol ;-)

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O Rui estava imparável, de mota ou a pé, queria trilhos novos :-)

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Um pequeno vídeo daquilo que foi o passeio em traços gerais (câmera montada na mota,):

E pronto, o tempo passou depressa e já era tempo de regressar a casa.
Uma vez mais, foi um excelente passeio, não só pela sempre óptima companhia, mas também pelo percurso e novos trilhos descobertos.
Pena as condições meteorológicas não terem sido as mesmas do dia anterior, senão teria sido bem mais divertido.
De qualquer forma, valeu a pena cada km.

Boas Curvas! :-)
 

Explorando…

No Domingo passado, Eu, o Ricardo e Rui voltamos a realizar mais um excelente passeio TT.
E excelente porquê?
Simples, ao invés de seguirmos um percurso já nosso conhecido e definido, andamos a explorar algumas zonas em busca de novos trilhos.
Claro que inevitavelmente passamos por alguns trilhos já nossos conhecidos, mas faz parte, porque afinal de contas estamos numa ilha ;-)
As zonas por onde andamos foram os trilhos entre a Lagoa e a Vila Franca do Campo, com uma primeira incursão a revelar algumas zonas bem interessantes, como por exemplo algumas pontes antigas e um mini túnel.

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Pareceram-me antigos percursos que ligavam as freguesias entre si, ou então, percursos que serviam de ligação entre terrenos de Lavradores.
De qualquer forma, achei muito interessante, pois desconhecia os mesmos.
O Ricardo e o Rui contornaram o túnel por cima:

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Eu atravessei o túnel :-)

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Por cima ou através do túnel, ia dar ao mesmo local :-)

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Não tardou muito até surgir o 1º desafio, ou seja, uma zona de escadas, daquelas construídas usando as condições naturais do terreno, que serviam de acesso entre 2 trilhos.
Esta zona era um pouco inclinada…, ia dar luta ;-)

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Demos uma vista de olhos a pé, e verificamos que a transposição era possível, mas não ia ser possível sempre em cima da mota, ou seja, em determinadas zonas (maior parte) as motas teriam que ser levadas pela mão e com a ajuda de todos.
Tá visto que isto ia dar para suar ;-)
Primeiro a peso pluma:

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Uma zona que exigia calma e boa escolha das trajectórias:

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Só mais um pouco e já está! :-)

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Agora faltavam as maiores, com prioridade para a mais pesadinha de todas, isto é, a DR, porque se não resultasse bem, era escusado tentar com a Husqvarna do Ricardo.
Mas com um pouco de esforço e empenho, a DR lá chegou ao topo, mas deu para suar e bem :-)

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Venha lá a “moto-serra” :-)

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Apesar de mais leve, também deu luta :-)

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Ricardo, pareces cansado ;-)

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Após este super aquecimento aos músculos, continuamos a explorar estes trilhos desconhecidos, os quais nos levaram a uma enorme pastagem, a qual pareci não ter saída, obrigando-nos a explorar ainda mais possíveis saídas desconhecidas.

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Chegamos a um ponto em que não tínhamos mesmo qualquer referência em termos orientação, tornando-se mais díficil arriscar.
Mas nem por isso o terreno deixou de ser muito interessante e divertido.

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Contudo, progredimos mais um pouco, mas depois chegamos a um ponto em que o trilho ficava cada vez mais estreito e tomava a forma de escarpa.
Bem, aí nada melhor do que explorar a pé, pois não vale a pena correr riscos desnecessários.
Numa determinada zona, ficou de tal forma estreito, que era impossível passar montados nas motas:

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Se por acaso este trilho tivesse continuidade, as motas teriam que passar à mão, tipo um de nós numa ponta a segurar pela frente, e outro na parte de trás a fazer o mesmo. Mesmo assim, ia ser perigoso…

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De qualquer forma, nem tudo era mau, a vista desta escarpa era espectacular:

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Bom, lá seguimos a pé, de forma a verificar se o risco valia a pena…

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Pela beleza do trilho, valia a pena, mas para nosso azar (ou sorte), o trilho esgotava-se numa pequena ponte antiga, que não parecia suficientemente segura e larga para também a atravessarmos de mota:

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Definitivamente não valia a pena arriscar, quer na zona de escarpa, quer na ponte adiante.
Tivemos que voltar para trás, recuando com as motas e com ajuda mútua, pois já tínhamos passado por uma zona estreita e que não permitia manobrar a mota:

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Ainda tentamos mais uma alternativa nesta mesma zona, mas também só nos oferecia mais uma bela vista:

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O pior de tudo foi que quando tentamos sair por uma suposta saída, a mesma encontrava-se com um portão e com cadeado…
Lá tivemos que andar às voltas à procura de uma possível saída, que é como quem diz, “inventar” uma saída.

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Até numa ribeira que estava seca tentamos a saída:

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Mas não tinha saída…

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Bora para trás procurar outra saída…

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O Ricardo com uma nova manobra de inversão de marcha, chamada a técnica da conteira ;-)

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Eventualmente, encontramos uma saída, que até estava mais perto do que prevíamos.
Mas os nossos espíritos estavam sedentos por mais aventura e exploração e, uma vez mais, voltamos a explorar mais alguns trilhos desconhecidos, muito por culpa de uma zona que estava a ser alvo de desflorestação, e que nos obrigou a tomar estes trilhos desconhecidos.
Mas voltamos a não ter sorte, visto que uma vez mais apanhamos um trilho sem saída, e apenas com uma boa vista:

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Lá tivemos que voltar para a zona de desflorestação que, para nossa surpresa, já tinha a via obstruída por árbores abatidas.
Nada para assustar, tivemos que encontrar no meio dos galhos uma boa forma de passar ;-)

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O pessoal que se encontrava aqui a trabalhar foi 5 estrelas connosco, dado que desobstruíram a entrada para um trilho que conhecíamos. Espectáculo! :-)

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Pois é, mais árvores para passar por cima :-)

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Depois de tanta exploração, achamos por bem terminar o passeio subindo as pedras da Barrosa, nem que fosse para aproveitar enquanto estava vom tempo, porque o nevoeiro começava a surgir muito rapidamente, podendo tornar-se inconveniente.

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E lá chegamos às pedras da Barrosa, que pareciam mais reviradas que o habitual.

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Para piorar, estávamos um pouco cansados, que aliado à dureza desta trialeira, revelou-se durinho chegar ao fim.

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Bem, apanhamos uma tareia…
É que não há uma vez que venha a esta trialeira e que já não esteja cansado…

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2 Vídeos com o Ricardo a enfrentar as pedras da Barrosa:

 

Mas não me posso queixar da progrssão no terreno, pois a capacidade de tracção da DR, aliada à boa capacidade de tracção do Michelin Cross AC traseiro, ajudou-me imenso a progredir.
Penso que foi a vez que subisse em menos tempo e sem aquecer demais o motor.
Apesar do cansaço, gostei desta subida! :-)

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Claro que o Rui e a sua Gas Gas de Trial subiram estas pedras num abrir e fechar de olhos ;-)
E com esta subida o passeio já estava praticamente terminado, restando descer a Lagoa do Fogo, sentido Lagoa, e com uma vista sempre fabulosa deste lado da ilha:

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Eu e o Ricardo despedimo-nos do Rui e rumamos até ao nosso ponto de partida, junto à pista de Motocross, ainda com espaço para um bonito percurso:

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E pronto, estava terminado mais um passeio TT de Domingo.
Conclusão, foi um excelente passeio, sem dúvida :-)
Apesar do percurso pouco definido, tivemos a oportunidade de explorar novos trilhos, que apesar de alguns não terem saída, proporcionou-nos uma boa dose de diversão.
Uma vez mais, a camaradagem foi determinante em algumas partes do passeio.
Belo passeio e bela companhia! :-)

Boas Curvas! :-)