"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts da categoria 'OFF-ROAD'

TT SEM DESTINO…

No passado Domingo, dia 7 de Março, o grupo do costume voltou a reunir-se na sede do Clube Motard de São Miguel para mais um passeio aventura, não obstante a ameaça de mau tempo que pairava no ar :-)

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Mas há que agarrar todas as oportunidades que temos de levar as nossas “meninas” a passear, pois elas bem merecem ;-)
Contudo, estava planeado para este passeio o aparecimento de mais alguns elementos, incluindo uma valente senhora num Moto4, mas após largos minutos de espera, tal não se concretizou e o passeio acabou por ter uma partida tardia.
Que pena… :-(
Apesar deste contratempo, não valia a pena estragar o resto da manhã e, após a chegada do Pedro e mais alguns minutos de conversa com  o nosso amigo Paulo “TREK” Silva, partimos para mais uma aventura :-)
Como não havia destino certo e havia alguma quebra de concentração no grupo, devido aos muitos minutos perdidos, acabamos por realizar um passeio um pouco improvisado, aproveitando os vários percursos fora de estrada que haviam nas redondezas.
Foi do tipo, entre num trilho, que depois leva a um outro e que termina num local que dá acesso a outro e por aí adiante.
Nada planeado, mas que acabou por se revelar divertido :-)
Seguindo esta lógica, começamos por aproveitar os percursos existentes nas laterais das vias rápidas, os quais serviram de aquecimento:

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Até apanhamos alguns obstáculos inesperados :-)

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Esta época super chuvosa leva ao aparecimento de muitas poças de água, que acabam por animar um pouco mais os passeios ;-)

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Entrada num percurso do Pilar da Fajã de Cima, junto à antiga curva “mata mulheres”:

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Um percurso acessível, onde apenas alguns regos originados pelas chuvas acabaram por animar mais as coisas ;-)

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Este percurso leva-nos até à zona do Pinhal da Paz, onde existem mais percursos para explorar. É a tal situação, um trilho vai levando a outro.

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O Gregório e o Pedro como são pouco fotogénicos ;-) , preocuparam-se em tomar a dianteira do passeio, deixando as motas mais bonitas para as fotos :-)

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Já que estava-mos no Pinhal da Paz, atravessamos o trilho situado junto ao Parque Natural do Pinhal da Paz:

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Um trilho que vale sempre a pena e que oferece uma maior envolvência com a natureza.

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Contudo, há que ter atenção a alguns regos que se encontram numa zona de piso mais mole:

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Seguiram-se os percursos laterais ao campo de Golfe da Batalha, os quais estavam algo traiçoeiros em algumas zonas, ou seja, tapetes de cascalho muito densos e com alguns regos pelo meio, tornando o piso algo incerto e, por vezes, provocava alguma oscilação na roda dianteira.

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Nesta zona fui surpreendido por uma sucessão de “whoops”, os quais não tive tempo de evitar e apenas tive que manter a velocidade e esperar por um correcto funcionamento das suspensões, especialmente da dianteira.
Mas, felizmente, as suspensões WP da KTM portaram-se à altura, justificando toda a sua fama :-)

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Depois de uma pequena pausa, voltamos à acção :-)

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Andamos a deambular por alguns trilhos situados junto à Marques:

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Depois surgiu um trilho muito interessante, na zona do Pico do Fogo, que atravessa uma mata:

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Este trilho costuma a ser usado em provas de TT e possui algumas dificuldades naturais que exigem um pouco mais de pilotos e máquinas, como regos/valas que, em algumas zonas, dificultam a nossa passagem, muita pedra solta, acompanhada de lama e alguns troncos de árvores.
Um espectáculo! ;-)
Mas antes de avançarmos, demos uma vista de olhos a pé, de forma a analizar o percurso, pois as fortes chuvadas devem ter tornado esta zona ainda mais interessante ;-)

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Um percurso muito bonito em termos de vegetação, mas cuja subida não oferece grandes facilidades.

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O 1º valente a iniciar a subida foi o Miranda:

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Com muita calma e jeitinho, o Miranda lá chegou ao fim, apesar de não se ter livrado de algumas situações de para-arranca.

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Seguiu-se o Pedro e a sua 640 Adventure:

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O seu ritmo foi mais à defesa, mas estava a safar-se :-)

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No entanto, não conseguiu evitar uma sacudidela da traseira, fruto da pedra solta que lá estava e teve um pequeno tombo:

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Nada de preocupante e em breves segundos a mota estava de pé e com o Pedro pronto para enfrentar o restante percurso.

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A pedra solta estava sempre a provocar reacções inesperadas da traseira e consequente perda de tracção:

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E chegou a minha vez :-)

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E também tive direito a tombo:

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Numa zona de rego e onde tinha que seguir na lateral do mesmo, esqueci-me de fazer contra-balanço e assim que me desiquilibrei para o lado do rego, tombei de imediato, dado que já não tinha pernas para chegar ao chão.
Um tombo sem consequências físicas e onde apenas se registou uma manete da embraiagem super torta e uns riscos na protecção de mão.
Ossos do ofício ;-)
Nada de desanimar e bora lá seguir em frente :-)

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E, finalmente, o Gregório:

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Com o seu típico ritmo calmo e sem grandes aventuras, ultrapassou todos os obstáculos:

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Continuamos no interior desta mata, sendo os seus vários percursos muito agradáveis.

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Maravilha! :-)

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Como já estava no final da manhã e eu tinha que abandonar o grupo, devido a compromissos familiares, fizemos mais alguns percursos paralelos à via rápida, de forma a que eu ficasse mais perto de casa.

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E tempo de me despedir do pessoal :-(

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Mas esta malta tinha mais alguma disponibilidade e decidiram continuar a explorar mais alguns percursos.
Segundo o Miranda, foram explorar mais alguns trilhos situados entre a freguesia de Água d’Alto e Água de Pau, com passagem por algumas zonas pertencentes às obras das novas vias rápidas.

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Segundo consta, os trilhos foram muito interessantes. Que inveja…

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Entraram num trilho em que parte do mesmo era propriedade privada, mas sem obterem qualquer tipo de problemas e com uma circulação sempre respeitosa pelo meio envolvente.

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O Miranda contou-me que o mesmo tinha algumas zonas com alguma dificuldade, mas ultrapassáveis.
Contudo, o aspecto que mais destacou, foi a beleza de todo o percurso, sempre com uma grande envolvênvia de mata e vegetação, tornando-o mais selvagem e bonito.

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Grandes vadios :-)

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Como é hábito nas zonas de alguma altitude, a paisagem torna-se interessante, apesar de algo sombria, devido ao mau tempo.

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Atravessando as obras para as nova via rápida:

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Esta invasão da natureza é que não me convence nada, mesmo NADA! :-(
Espero estar enganado, mas esta evolução poderá vir a ser desastrosa para o nosso meio ambiente.
Que crime… :-(

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E assim terminou mais um grande passeio do pessoal Trail Açores :-)
Mas antes da despedida, fiquem com o vídeo deste passeio:

Se preferirem, vejam no canal AçoresTube:

http://www.acorestube.com/video/4437/TT-SEM-DESTINO–SÃO-MIGUEL#video

Apesar do contratempo ocorrido de manhã, este foi um belo passeio, que apesar de não ter tido nenhum destino em particular, foi muito bom em todos os sentidos, mas com especial destaque para toda a amizade e espírito de entre ajuda sempre presente.

Boas Curvas! :-)

PS: Espero que a senhora do Moto4 apareça na próxima oportunidade ;-)

Terminar Fevereiro em grande

No passado Domingo, realizou-se mais um magnífico passeio aventura, o qual foi uma excelente forma de terminar Fevereiro em grande.
Para este passeio, não haviam muitos participantes, pelo menos os habituais… :-(
Contudo, pelas 9:30 o Pedro Freire e o Paulo Miranda apareceram em minha casa e um pouco depois fizemo-nos à estrada, com apenas uma pequena paragem para abastecimento.

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Apenas 3 motas e curiosamente todas KTM! :-)
Quanto ao destino do passeio, o objectivo era Nordeste e a exploração do mesmo.
No entanto, o Pedro não dispunha do dia todo para esta aventura, tinha compromissos familiares e, de forma a que ele também aproveitasse um pouco o passeio, decidimos efectuar algumas incursões “off-road” antes de atingirmos Nordeste.
O percurso era simples, Vila Franca do Campo, Salto do Cavalo e pelo final da manhã já estaríamos muito perto do Nordeste.
Assim sendo, fomos directos para Vila Franca do Campo e iniciamos a nossa aventura pelos percursos onde actualmente estão a construir as novas vias rápidas, as famosas “scuts”.
Os pilares de algumas pontes já são bem vísiveis e, diga-se de passagem, é um contraste total com a natureza que se encontra à volta:

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São tudo questões políticas, mas estas novas obras são um crime no nosso meio…
Nestas ditas obras, haviam algumas rectas em cascalho muito boas para um “sprint” :-)

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Depois abandonamos estes percursos feitos pelo Homem, para entrarmos em percursos mais naturais e bem mais bonitos.
A partir daqui foi trepar a montanha, em direcção ao Salto do Cavalo:

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Havia de tudo, lama, regos, cascalho, pedra solta, mas sempre dentro das nossas possibilidades.

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Curiosamente, costuma haver aqui uma passagem de água e, desta vez, estava seca. Fiquei admirado, pois tem chovido imenso e aqui quase de certeza que deveria haver uma passagem de água.

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A lama começou a surgir com mais frequência e, pelo caminho, contabilizamos um pequeno tombo do Pedro, sem quaisquer danos físicos ou materiais.

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Por esta altura, já estavamos no Salto do Cavalo, mas não para o efectuar por asfalto :-)
Tomamos um percurso paralelo fora de estrada, o qual iria nos levar até bem perto de Nordeste:

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Aqui haviam algumas zonas com muita pedra solta, causando algumas dificuldades de tracção.

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Seguimos em ritmo rolante, sem stress nem pressas, pois a partir de um determinado ponto as coisas iriam tornar-se um pouco mais complicadas ;-)
A paisagem, como sempre, é fantástica:

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Daqui em frente e tal como referi, as coisas iam tornar-se um pouco mais complicadas, pois íamos iniciar uma descida que era um misto de lama e muitos buracos irregulares, os quais mais se assemelhavam a uma trialeira.
Mas antes da descida, o Pedro decidiu descansar um pouco ;-)

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Esta descida maravilha situa-se numa zona de pastagem, que serve de entrada a uma zona de mata, cujo único acesso é este percurso super irregular:

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O Pedro foi o 1º a atacar e safou-se muito bem.
Este rapaz anda a revelar uma evolução muito interessante e aquela 640 Adventure parece ser à prova de tudo ;-)

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Depois foi a vez das “big ones”, sempre a um ritmo calmo e atento, pois o piso não oferecia facilidades:

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O Miranda seguia atrás de mim e perante o meu ritmo calmo e cauteloso demais, só gritava: “anda pá, deixa essa mota andar, acelera…”

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Apesar de motivadoras, as palavras dele não me fizeram seguir mais rápido…
Ainda por cima, em algumas partes fui pela lado mais díficil…

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Uma visão muito interessante do restante percurso:

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Sempre que olhava para trás…

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Lá estva o Miranda a dirigir-me palavras de incentivo ;-)

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Os buracos neste percurso eram enormes. Por 2 vezes fiquei apoiado na protecção do cárter.

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A minha sorte é a KTM ter uma ciclística excelente, senão…

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E, finalmente, chegmos ao final deste “castigo” e entramos na zona de mata:

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O percurso tornou-se mais agradável e foi uma oportunidade de relaxar um pouco os braços.

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A transposição de alguns obstáculos foi rápida e pacífica:

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E paragem para descanso e despedida do Pedro:

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Daqui adiante, o passeio ia ser feito apenas por mim e pelo Miranda.
Mas já era hora do almoço e, sem hesitarmos, procuramos uma zona para almoçarmos, que acabou por ser no Parque Natural Ribeira dos Caldeirões:

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Uma excelente escolha para o almoço, pois reina uma grande tranquilidade neste Parque:

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Bora lá recuperar energias :-)

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Para a sobremesa, trazia 4 queijadas de nata, mas, para minha surpresa, as 4 queijadas de nata transformaram-se numa só, resultado de andar à pendura numa KTM 950 Adventure:

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Nunca vi tal coisa :-)
Após o almoço, era hora de explorar alguns percursos de Nordeste! :-)
Começamos por explorar alguns trilhos no meio do mato, os quais eram muito bonitos, mas igualmente traiçoeiros, pois o seu piso estava muito coberto por ramos e folhas de árvore, ocultando possíveis depressões ou lombas.

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Também havia que ter atenção a algumas árvores que se encontravam caídas no percurso:

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No entanto, chegamos a um beco sem saída :-(
Aliás, no percurso havia uma parte que indicava que em tempos este percurso teve continuidade, mas, devido às constantes mudanças da natureza e do terreno, já não havia mais zona de passagem para o outro lado.

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Tivemos que voltar para trás :-(

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Enveredamos por mais percursos de montanha, sempre acompanhados por este verde intenso, que chega a fazer confusão aos olhos ;-)

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E atingimos os Graminhais, zona que possui um percurso de montanha que nos permite circular muito rápido.
Mas o melhor mesmo é circular a um ritmo mais moderado e aproveitar toda a beleza paisagística que esta zona nos oferece.

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E lá fomos uma vez mais para o mato :-)

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A partir daqui efectuamos um percurso muito voberto por vegetação e árvores, tornando o passeio muito agradável, mas igualmente fresco:

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Com esta mota é impossível não ficar com um enorme sorriso ;-)

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Nordeste é um espectáculo em termos de percursos e paisagem.
Uma deslocação mais longa, mas que vale a pena :-)

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Após vários percursos menos exigentes, seguiram-se alguns mais interessantes :-)

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E por falar em interessante:

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Este próximo percurso era desconhecido e tornou-se mais complicado por ser feito em sentido descendente e pelo facto de terminar mesmo junto à estrada, não oferecendo qualquer hipótese de travagens mais tardias.
Para ajudar ainda mais à festa, possuía zonas de pedra irregulares, assim como muita pedra solta.

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Parecia mais sólido, mas não era :-(
Se a mota ganhasse velocidade, ia ser muit complicado travar no meio de tanta pedra solta.

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Ok, a malta safou-se desta, mas havia mais kms pela frente :-)
Voltamos a entrar no desconhecido, mas para uma vez mais não haver saída:

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Entramos num percurso tipo pastagem, cujo piso era super traiçoeiro, isto é, mole e escorregadio, mas voltamos a entrar num beco sem saída, obrigando-nos a manobras incómodas de inversão de marcha.
O piso estava tão mole que até o pneu passava de cardado a slick:

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E, por fim, entramos num dos percurso que mais adoramos em Nordeste, a Tronqueira:

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Um percurso de montanha de grande beleza paisagística e que permite um ritmo muito alegre.

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Mas é preciso ter cuidado com o ritmo, pois existem muitas curvas de reduzida visibilidade e é preciso ter sempre presente que esta é uma zona muito visitada por turistas, podendo cada curva esconder uma surpresa…

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De qualquer forma, foi muito divertido, especialmente atravessar a traseira à saída de curvas :-)

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Quando já estávamos a descer para a Povoação, o trilho revelou algumas surpresas, fruto do mau tempo que se tem abatido na ilha, ou seja, algumas derrocadas, que incluíam árvores, as quais barravam parte do caminho:

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Nada de díficil transposição, mas para os Jipes já será mais complicado.
Esta descida é espectacular! :-)

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E mais obstáculos no caminho:

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Neste caso o espaço de passagem era bem mais pequeno:

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Mas com jeitinho lá passamos :-)

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O restante percurso foi simples tinha algumas rectas muito interessantes para “sprintar” ;-)

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Adorei andar de punho enrolado nestas rectas :-)

Esta “menina” é “unstoppable” ;-)

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Na Povoação voltamos a explorar mais um trilho desconhecido, mas, novamente, não tinha saída.
Aliás, o ter saída tinha, mas só por água:

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Bem, tivemos que voltar para trás, onde por esta altura, o cansaço já se fazia sentir.

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Decidimos dar por terminado o dia e regressar a casa.
Apesar de já estarmos um pouco cansados, ainda tomamos mais alguns percursos fora de estrada que ficavam pelo caminho, mas já a um ritmo vísivelmente mais lento e típico de que já está cansado.
Ainda assim, tivemos que fazer uma paragem e esperar que estas “amigas” se desviassem do percurso:

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Que mais posso dizer???
Já sei, vejam o vídeo:

Ou, se preferirem, vejam o vídeo aqui:

http://www.acorestube.com/video/4405/NORDESTE-TT–28-FEVEREIRO-2010#video

Foi um passeio magnífico, mas com algum sabor a 1ª vez, dado que ainda não tinha circulado com a KTM nestes percursos.
A KTM portou-se à altura do desafio, ultrapassando todos os obstáculos com grande à vontade, permitindo mesmo que se abuse em algumas situações, que se corrijam erros e que se retire o máximo de diversão dos trilhos.
É uma mota FANTÁSTICA!
Como sempre, a companhia neste passeio foi do melhor e só tenho mesmo pena de não ter aparecido mais pessoal.
Nordeste vale a pena!

Alguns dados do passeio:
Participantes: 3
Quedas: 3
Tempo Deslocação: 04:57
Parado: 02:55
Deslocação Média: 41.7 Km/h
Média Geral: 26.2 Km/h
Velocidade Máxima: 158 Km/h
Ascenção Total: 6312 m
Elevação Máxima: 958 m
Odómetro: 206.85 Km

Mapa com o trajecto efectuado:

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Boas Curvas! :-)

Anda a chover muito ou é impressão minha?

Se calhar não é impressão minha, de facto anda a chover muito!
A prova disso é o passeio fora de estrada que o Miranda e o Pedro realizaram este Domingo passado, onde uma descida até à Lagoa de São Brás, revelou um cenário muito interessante e nada habitual:

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Assim que se tenta descer à Lagoa de São Brás, o percurso que existe do lado esquerdo e que nos leva até ao pequeno areal, já não existe, está submerso pela água da Lagoa, que ficou mais cheia devido à chuva constante que tem caído.
Para que não conhece, normalmente vê-se o percurso e pequeno areal que referi, como atesta a foto abaixo:

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Bem diferente! :-)
Claro que isto foi motivo de diversão para o Miranda e para o Pedro, obrigando-os a algumas travessias aquáticas, tornando o passeio mais interessante.
O pequeno areal resumia-se a isto:

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Normalmente encontra-se assim:

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Que belo passeio que eu perdi… :-(

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Aqui fica um vídeo rápido do Pedro a efectuar uma das suas travessias:

Que inveja… :-(
Resultado das travessias:

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As KTM ficaram bem sujinhas, mas a diversão foi muita, pois ao telefone com o Miranda, percebi que fizeram deste local um pequeno “playground” aquático.
Para a próxima não posso falhar!

Boas Curvas! :-)

O regresso dos “professores”

No passado Domingo, dia 7 de Fevereiro, realizou-se mais um passeio aventura, o qual revestiu-se de um carácter muito especial e até nostálgico, dado que contou com a presença de 2 pessoas muito importantes no panorama aventureiro das Trails em São Miguel, o Adolfo Pedradas e o Carlos Raposo.
Mas o que é que estes 2 indivíduos têm de especial??? :-)
Simples, foi na companhia deles que Eu e o Miranda íniciamos as nossas aventuras no fora de estrada e foram eles que deram ínicio a esta pequena “grande” revolução na nossa vida enquanto Motociclistas.
O Raposo é o nosso “old school teacher”, com muita experiência de vida e sempre com bons conselhos.
O Adolfo Pedradas, que veio do Continente, mudou e marcou as nossas vidas positivamente através desta pequena “grande” revolução.
É um grande “maluco” (no bom sentido) e GRANDE, mas mesmo GRANDE aventureiro, que sempre esteve pronto para nos acompanhar nas nossas aventuras.
Em traços gerais, são estes aspectos que tornaram este passeio especial e, também, porque já fazia muito tempo que os 2 não nos acompanhavam, um por motivos de saúde e o outro por motivos profissionais, estilo Nómada ;-).
Contudo, o Miranda e o Gregório não puderam ir :-( , tendo sido uma pena, pois são duas presenças obrigatórias nestes passeios e completam este círculo aventureiro.
Mas voltando ao passeio, o encontro deu-se na sede do Cube Motard de São Miguel, onde pelas 9:00 o grupo já estava praticamente reunido, ou seja, Eu na KTM LC8 950 ADV, o Dinis na Suzuki DR 600 Dakar, o Pedro Freire na KTM LC4 640 ADV, o Raposo na BMW R 1200 GS, o João Morais na BMW R 1150 GS e, apenas faltava o Adolfo na BMW R 80.

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Este passeio também era uma espécie de baptismo para o João Morais, dado que era a 1ª vez que acompanhava o grupo e, também, uma excelente oportunidade de ficar a conhecer melhor a ilha, dado que este é um homem do norte “carago” :-) , recém chegado à ilha.
Naturalmente, a sua bonita GS 1150 despertou alguma curiosidade nos participantes:

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Todos à espera do Adolfo ;-)

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E não tardou nada até o nosso Alentejano Nómada chegar, montado na sua relíquia. Respect!!! :-)

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Tomou-se um cafézinho, trocaram-se algumas conversas e estava na hora de arrancar para mais um passeio aventura:

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Dado que se tratava de um passeio de iniciação para o João Morais, optamos por efectuar um passeio na zona das Sete Cidades, onde existem alguns estradões simpáticos e acessíveis a alguém que se inicia.

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Não foi necessário realizar muitos kms até entrarmos nos trilhos mais ao jeito da aventura, ou seja, fora de estrada:

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Neste caso, estou a falar do trilho da Rocha da Relva, um velho conhecido nosso :-)

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Não existem grandes segredos para atravessar este trilho, a não ser estar atento às constantes mudanças do terreno, o qual oscila entre o piso duro e rochoso, a piso solto ou mesmo enlameado.
Chega a ser esquisito, porque o mesmo tipo de piso não se mantém por muito tempo neste trilho, podendo mesmo acontecer surpresas…

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No entanto, devo confessar que achei este primeiro trilho um pouco “agressivo” para o João, dada a diversidade constante de piso existente e visto que devido aos dias de chuva que têm assolado a ilha, este trilho não iria ser uma auto-estrada.
Infelizmente, o João sofreu uma pequena queda, mas sem consequências físicas:

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Foi uma daquelas quedas quase parado, ajudada por alguma lama traiçoeira. Mas o poessoal estava logo ali para o ajudar e apenas partiu 2 piscas, os quais com um pouco de fita adesiva ficaram operacionais novamente ;-)
Depois da Rocha da Relva, seguiram-se os vários estradões que existem junto à costa deste lado da ilha e que vão desde a freguesia das Feteiras até às Sete Cidades.

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São percursos acessíveis e que permitem rolar de uma forma mais despreocupada e solta. Inclusivé, existem algumas zonas onde rodar o acelerador torna-se um grande exercício de prazer :-)

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Uma foto de grupo, onde é fantástico ver tantas Trail juntas:

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Voltando aos estradões, os mesmos continuaram super acessíveis e apenas houve que ter cuidado com uma ou outra curva com um piso mais arenoso ou enlameado. São ratoeiras bem disfarçadas…

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O Dinis e a sua DR não falham, ou seja, devagar mas certinhos :-)

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Notei que o João estava algo tenso na sua condução, o que é normal, visto que não tem muita experiência no “off-road” com grandes “mamutes”.
Mas se for persistente, apanha o jeito e depois é só diversão :-)

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Hehehe…, o Adolfo, homem de paz, amor e aventura ;-)

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Cenários simples, mas que tornam estes passeios em grandes e bons momentos de relaxamento :-)

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Após alguns kms, a freguesia dos Mosteiros e os seus ilhéus já se encontravam no nosso horizonte.  Um cenário simplesmente lindo! :-)

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A malta estava animada e sedenta por mais aventura ;-)

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Na freguesia dos Mosteiros haviam mais alguns percursos interessantes e que nos levariam até às Sete Cidades.
Uma característica destes percursos é a mudança da cor da terra, passando da característica cor castanha escura, tipo barro, para um castanho claro.
Talvez haja alguma explicação de origem vulcânica, mas só o Pedro é que poderá dar ;-)

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A partir daqui já começaram a surgir algumas zonas com algumas lombas, que permitiam rodar um pouco mais o acelerador e efectuar alguns pequenos saltos.
De salientar o comportamento da minha LC8 nestas lombas, onde saltar era praticamente “brincadeira de criança”. Espectáculo!!! :-)

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Mas já era tempo de fazer uma pequena pausa no passeio, de modo a recuperar algum fôlego e energia.
Na nossa chegada ao centro das Sete Cidades, estavam lá os homens do Enduro, na companhia do Victór Rodrigues da SRMOTO.
Estavam todos montados em KTM, vai se lá saber porquê… :-) ;-)
Claro que a foto com este pessoal mais “hardcore” era inevitável:

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E o descanso dos “guerreiros”, com uns bolinhos pelo caminho :-)

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No café, a conversa foi animada, onde se falou no ínicio destas aventuras e de todas as histórias engraçadas que fazem parte delas.
Desde a chegada do Adolfo à ilha, aos primeiros passeios com motas super mal preparadas para o efeito, até ao espírito e valores que reinam no grupo e que são importantee não esquecer, ou seja, o COMPANHEIRISMO, a AMIZADE, a ENTRE AJUDA, o RESPEITO, a PERSISTÊNCIA, etc, etc.
Resumindo, o importante é conviver, passar bons momentos e desfrutar da beleza da ilha :-)
Apesar da conversa estar a ser agradável, voltamos aos “maus caminhos”, através das Cumeeiras:

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Nas Cumeeiras as vistas deslumbrantes sob as lagoas das Sete Cidades são uma constante, podendo mesmo levar a algumas distracções ;-)

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Aqui o vento estava um pouco forte e fazia com que a mota, por vezes, mudasse a sua trajectória involuntariamente. Mas estamos numa zona com alguma altitude, por isso, é normal ;-)
Os 2 Alentejanos do passeio, Adolfo e Dinis:

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Conforme fomos subindo, surgiu o nevoeiro e mais vento, a par de um piso mais irregular, onde constavam várias valas/regos, os quais exigiam mais cuidados.

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O João foi apanhado de surpresa por uma destas valas e ficou com a mota apoiada sob a protecção de cárter, sendo quase impossível para ele sair de lá sem tombar ou, possívelmente, danificar a mota.

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Mas o espírito de entre ajuda é forte no grupo e lá o ajudamos a recuar e a optar por uma nova e mais segura trajectória :-)

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Lá vai o João com muita cautela, pois a GS 1150 não é propriamente uma peso-pluma:

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Nas várias valas/regos que surgiram nesta parte do percurso, o segredo era rodar o acelerador com decisão saltar as mesmas, pois só assim se tinha uma passagem “limpa” e segura, além de muito divertida.
Até dava gozo ver o Adolfo “voar” baixinho com a sua R 80 do tempo dos Romanos ;-)

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Este percurso das Cumeeiras iria conduzir o grupo até à Covoada, zona das 9 janelas (acho que são 9).

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Na Covoada deu-se a separação do grupo, ou seja, o Raposo e o João tinham que nos deixar, dado que tinham compromissos familiares.
Desejamos-lhes boa viagem e votos de um rápido regresso a estes passeios.
Quanto aos restantes, decidimos de imediato continuar esta aventura, mas não sem antes almoçarmos.
No entanto, não há nada melhr do que procurar um local para o almoço através do mato:

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Existem alguns trilhos na Covoada que são um espectáculo e que possuem um tipo de lama com muitas propriedades medicinais para as nossas “meninas” ;-)

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Highway to heaven :-)

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Palavras para quê, uma beldade num cenário espectacular ;-)

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Numa zona de terreno mais aberto, o vento estava forte e conseguiu derrubar o Adolfo. Até foi um momento divertido, dado que o apanhou desprevinido ;-)

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De referir que encontramos nesta zona, bem como em outras, mais lixo abandonado, revelando cenários desoladores de olhar… :-(
Irei falar mais tarde nestes cenários que encontrei na nova categoria dedicada a estas saituações - Moto Verde.
Depois seguiu-se o almoço, em Santo António, no restaurante 4 Plátanos:

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Um restaurante muito simpático e acolhedor, onde destaco não só a gastronomia, mas também a simpatia dos seus funcionários e a magnífica vista sob a costa norte que o mesmo oferece:

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Não deixem de visitar o site deste espaço (http://www.4platanos.com/), onde cosntam fotos soberbas da ilha e não só, tiradas pelo Ludgero Costa. Grande fotógrafo!!!
No almoço, a conversa foi, naturalmente, super animada, onde se trocaram várias experiências de vida e se falou de tudo um pouco.
Quando o Adolfo está, é impossível não haverem conversas animadas :-)
Após o Almoço, “back to the road”!

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Da parte da tarde, andamos um pouco à deriva, isto é, a explorar vários trilhos desconhecidos, os quais quase sempre nos levaram a zonas sem saída.

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Mas apesar de não possuirem saída, forma muito interessantes de explorar e ate ofereceram algumas dificuldades inesperadas.

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Num destes becos se saída, o Adolfo decidiu deitar-se um pouco para descansar ;-)

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Adolfo rules!!! :-)

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Pessoalmente, estava a adorar estes percursos, porque nos obrigaram a a efectuar algumas manobras de inversão de marcha, estilo “adventure rider”, ou seja, sentado na mota e recuando e manobrando com a roda dianteira até a mota ir progressivamente virando para a direcção oposta.

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Mais um percurso com lama medicinal :-)

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O Adolfo, uma vez mais, a querer dormir uma sesta ;-)
São efeitos de um bom almoço :-)

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Ui…, que gozo atravessar a lama ;-)

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Como tinha referido, surgiram algumas dificuldades inesperadas:

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Por vezes o piso parecia sólido e assim que passava-mos por cima dele, era notório o qunato estava mole, causando algumas dificuldades de tracção.
Nada de preocupante, haviam vários braços para ajudar empurrar ;-)

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Numa determinada zona, o Dinis foi também apanhado de surpresa e ficou atascado naquilo que parecia um piso solido:

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Era estranho, porque havia uma zona com piso super verde e que parecia tipo relvas, mas, era muito enganador e, assim que lá pisava-mos, os pés desapreciam para o fundo.
Se este percurso tivesse saída e com este tipo de piso, seria muito engraçado ver o desempenho das máquinas e pilotos ;-)

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Tivemos que voltar para trás!

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Finalmente, entramos num trilho com saída, desta feita, em direcção às Sete Cidades.
Um trilho já nosso conhecido e com muitas zonas de salto, além de uma grande beleza paisagística.
Que Domingo maravilhoso! :-)

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Este trilho levou-nos, novamente, às Cumeeiras, onde o cansaço já se fazia sentir, quer no corpo, quer no ritmo.

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“I’m the king of the world!” :-)

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Mas bastava olhar para cenários como o abaixo, para as forças virem ao de cima e voltar a rodar o acelerador com entusiasmo :-)

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Eu é que não resisto a uma ou outra paragem para, apenas, contemplar e inspirar-me :-)
Adoro esta ilha! :-)

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Notei que o Pedro está cada vez mais à vontade com a sua KTM, onde se nota um aumento de segurança e confiança na sua condução. A persistência tem destas coisas…

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E, para terminar, travessia do último percurso das Cumeeiras, em direcção à Vista do Rei.

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Nesta última parte “off-road” do passeio, decidi queimar as últimas energias e fiz o mesmo em ritmo contra-relógio, sempre ajudado pela eficácia soberba da LC8, a qual me fez voar pelas Cumeeiras.
Adorei esta brincadeira e por breves momentos pensei que estava numa prova Africana ou coisa do género.
Com a KTM ADVENTURE, nem os sonhos são lmites ;-)
Na Vista do Rei, uma vista digna de… REI :-)

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Paragem para um breve repouso e debate sobre próximos passeio e percuros:

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Demos por terminado o passeio, mas não a nossa separação, ou seja, aceitamos o convite do Pedro e fomos até ao armazém da sua empresa, a GEO FUN, para darmos um tratamento de beleza às “meninas” :-)

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A BMW do Adolfo mesmo parada é muito veloz :-) , reparem no velocímetro, vai a 150 km/h, mesmo parada :-)

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Já que é para lavar, é mesm o para lavar tudo :-)

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Hehehe…, não interpretem mal, o jacto tinha muita pressão, quase levantava voo ;-)

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E assim terminou mais um grandioso passeio, com muita galhofa, diversão e algum cansaço.
Foi um dia muito bem passado, na companhia de pessoal de grande nível, diria mesmo 5 estrelas, onde a diversão foi obrigatória e os trilhos espectaculares :-)
Um passeio que nos fez reviver passeios mais antigos, pois lá estavam o Raposo e o Adolfo e que deixou no ar votos e desejos de mais eventos deste estilo, pois são as pessoas que os tornam únicos e especiais.
Pena o Miranda e o Gregório não estarem presentes, pois, certamente, teriam deixado a sua marca e ajudado à festa.
Mas contamos com eles para a próxima, bem como os restantes elementos que participaram desta vez (ouviste Raposo? ouviste João?)! :-)

Abaixo deixo alguns dados do passeio:
Número de participantes/motas: 6
Quedas: várias…
Tempo Deslocação: 03:06
Parado: 03:15
Deslocação Média: 40.1 Km/h
Média Geral: 19.6 Km/k
Velocidade Máxima: 135 Km/h
Ascenção Total: 4144 m
Elevação Máxima: 865 m
Odómetro: 124.66 Kms

Mapa com o percurso do passeio:

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E um vídeo para animar o pessoal:

 

Se preferirem ver no Açores Tube, que parece-me ter ficado com mais qualidade de imagem , cliquem:

http://www.acorestube.com/video/4317/SETE-CIDADES-OFF-ROAD#video

Boas Curvas! :-)

Bora lá espairecer um pouco…

Alguns dias atrás, fizemos um pequeno passeio numa tarde de Domingo, o qual mais não serviu para espairecer um pouco, explorar um ou dois percursos novos e, no que toca a mim, ganhar um pouco mais de experiência com a LC8.
Partiram este pequeno passeio “off-road”, Eu e o Miranda nas LC8, o Gregório na Dominator e o Pedro Freire na sua LC4, todos embebidos de um espírito domingueiro, ou seja, nas calmas ;-)
O primeiro percurso a sério foi na freguesia da Covoada, com um trilho com zonas muito enlameadas e molhadas, mas muito divertido de atravessar :-)

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Acho que esta lama possui propriedades medicinais ;-)

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A vista era fabulosa e ajudava a manter um espírito calmo e descontraído:

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Hehehe…, quando pensavamos que a lama acabava, ela aparecia de novo e em mais quantidade. Espectáculo!!! :-)

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Este percurso era um pouco coberto pela vegetação, tornando algumas partes ainda mais belas, mas igualmente mais húmidas:

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A minha LC8 estava como peixa na água, ou seja, ultrapassava tudo sem qualquer dificuldade e com grande facilidade.
Que mota!!!

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Depois da lama na Covoada, vieram alguns percursos mais secos e mais ao jeito de estradão, permitindo-nos fazer o gosto ao punho direito e rolar um pouco mais soltos.

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Em algumas partes, a velocidade chegou a ser bem interessante e atravessar a roda traseira tornou-se uma rotina :-)

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Já pertinho da zona norte da ilha, decidimos explorar um percurso que não conhecíamos e que parecia interessante.
Era em sentido descendente e ao longo da descida a vista era muito bonita.
Será que tinha saída??? :-)

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Bem, nada como explorar o mesmo! ;-)

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No fim da descida, uma surpresa:

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O que é isto, rampas?
É para saltarmos?

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A resposta para estas rampas é simples, estava-mos num trilho de bicicletas de BTT, mais concretamente de “DownHill” e as rampas destinam-se aos saltos loucos que estes meninos executam.
O Miranda sugeriu que tentasse-mos saltar, mas quando sugeri que ele fosse o primeiro a tentar, apenas expressou uma gargalhada bem ao seu jeito :-)

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Belas rampas, mas não para os nossos “mamutes” ;-)

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Contudo, haviam algumas saídas laterais destinadas ao “DownHill”, mas não tinha-mos a certeza se estes percursos seriam viáveis na sua totalidade às nossas motas:

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O ínico de cada um parecia simples, mas e o resto?
Se foi feito para bicicletas, acho que só mesmo uma mota de Enduro/MX poderá fazê-los também…

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Achamos sensato não arriscar, até termos informações credíveis acerca do restante percurso.
No entanto, fizemos uma pequena caminhada para verificar se havia outra saída possível, sem termos que voltar para trás:

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Mas parecia que não haviam saídas, apenas um trilho que se tornava cada vez mais estreito e cheio de árvores a barrar o caminho de várias formas:

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Bem, estava mais que visto que a solução era voltar para trás… :-(

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E lá efectuamos as manobras de inversão de marcha:

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Ficamos um pouco desiludidos por não termos arriscado aquelas descidas, mas mais vale a pena tentar mais tarde e com mais certezas do que arriscar.

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Esta zona é muito bonita:

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O Miranda pensava que estava na proa do Titanic :-)

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Depois foi rolar calmamente em mais alguns percursos fora de estrada na zona da Ribeira Grande:

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Passagem pela zona da Batalha, onde o piso estava muito solto, mole e irregular:

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Por vezes a roda da frente ganhava vontade própria ;-)

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E após estes e mais um ou outro percurso, terminamos o nosso passeio molengão de Domingo.
Apesar de ter sido um passeio simples e calmo, apanhamos com muita lama e terra, que tão bem decorou as nossas “meninas”:

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Esta é a decoração natural delas :-)

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Para a próxima, temos que deixar a pasmaceira em casa…

Boas Curvas! :-)
 
 
 

2º PASSEIO SRMOTO KTM - CRÓNICA

No passado Domingo, dia 17 de Janeiro, realizou-se a 2ª edição do Passeio KTM, organizado pela empresa concessionária da marca para São Miguel, a SRMOTO.
Este era um passeio de carácter “off-road” e que, segundo os seus organizadores, nomeadamente o Sr. Victór Rodrigues e Sr. Miguel Sousa, pretendia reunir o máximo de membros possíveis da “família” KTM e passar um dia divertido por alguns dos mais belos percursos fora de estrada da ilha.
Apesar dos inscritos serem maioritariamente possuidores de motas de Enduro e Motocross, a organização optou por disponibilizar dois percursos, com o objectivo de adequar os percursos às motas de TT “puras” e às grandes réplicas de Rally-Raid, as Adventure, bem como os Moto4.
Resumindo, todos iam ter um gostinho do TT e passar por momentos de muita adrenalina e diversão :-)
Como é hábito neste tipo de eventos, o ponto de encontro foi nas oficinas da SRMOTO, nos Valados, onde logo pela manhã começaram a surgir os primeiros madrugadores, equipados a rigor, como mandam as regras do “off-road”:

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Entre os participantes haviam aqueles que se destacavam pelas suas montadas, quer por algumas delas possuírem um grau de preparação interessante, ou quer por já virem de série com elementos técnicos e decorativos que não deixam ninguém indiferente, como esta edição especial da EXC-F 250, alusiva aos ISDE realizados no ano passado em Portugal Continental:

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No interior das instalações da SRMOTO, o ambiente era de boa disposição e confraternização entre todos os participantes, onde os temas de conversa eram invariavelmente sobre motas e, como é óbvio, o TT :-)

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Victór Rodrigues sempre prestável e disponível para uma boa conversa:

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Outra pessoa incansável nestas andanças foi o Miguel Sousa, que aqui estava a explicar ao Miranda e ao Pedro algumas técnicas úteis no “off-road”. Não sei se aprenderam algumas coisa… ;-)

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Nem uma decoração interessante faltou no interior das oficinas :-)

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Para este passeio compareceram várias personalidades conhecidas do panorama Regional do TT, como foi o caso do nosso bem conhecido Paulo Maciel, o qual apesar de não possuir uma KTM, já é uma presença habitual entre os pilotos convidados neste evento “laranja” :-)

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Na foto abaixo, Miguel com outra cara bem conhecida do TT e Rallies, neste caso Sancho Eiró ao centro e outro entusiasta do TT, o Filipe:

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No entanto, as condições meteorológicas pioraram durante alguns largos minutos, onde o vento se fazia sentir com alguma intensidade, bem como a chuva, apesar desta última ser um mal menor.
A organização optou por esperar alguns minutos até estas condições melhorarem, oferecendo mais uma oportunidade de convívio entre todos os participantes, apesar da vontade de todos se fazerem aos “maus caminhos” já ser muita :-)

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Os mais precavidos preferiram não arriscar e começaram a vestir os “fatos de mergulho” ;-)

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Entretanto, o parque começava a ficar cada vez mais composto, onde o “laranja KTM” imperava em todo o seu explendor, sendo um regalo para os olhos ;-)

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Ao contrário daquilo que as condições meteorológicas faziam prever, a chuva parou, o vento abrandou e foi possível à Organização dar ínicio ao passeio, através de um breve “brieffing”:

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Nem mesmo esta espectacular 530 Supermoto faltou a este passeio :-)

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Todos os participantes montaram as suas motas e arrancaram para o passeio, com o Victór Rodrigues a capitanear o grupo das motas de Enduro e Motocross, as quais iriam enfrentar um percurso mais ao seu jeito, ou seja, mais ao estilo Enduro/Todo o Terreno.

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No ínicio houve uma pequena passagem pela terra, de modo a “aquecer” os pneus ;-)

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Tal como referi no ínicio, o segundo grupo foi liderado pelo Miguel Sousa e o seu Moto4 SX 450 ATV, os quais tinham como objectivo levar este grupo constituído por Quads e pelas Adventure, por percursos mais acessíveis, mas sem criar facilidades excessivas, senão perdia a piada ;-)

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Assim que nos fizemos ao terreno, o entusiasmo e adrenalina estavam ao rubro, pois a vontade de enrolar o punho nas nossas “canadas” era muita, muito por culpa de todo o ambiente que nos encontrava-mos envolvidos, onde o ruído “feroz” das motas de Enduro/MX (especialmente as 4 tempos) fazia cada batida do nosso coração acompanhar o ritmo do motor.

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A partir de um determinado ponto, cada grupo rumou para o seu percurso e apenas me restaram algumas fotos de partes dos percursos por onde andamos, pois o ritmo imprimido não permitia muitas paragens para fotografias.
E o Miguel dizia-nos que estava a rolar com calma…, imaginem lá se não estivesse ;-)
Assim sendo, começamos por enfrentar o percurso “off-road” da Rocha da Relva o qual, ao contrário daquilo que pensava, encontrava-se em muito mau estado, apresentando zonas com muita lama, muitos buracos, pedra solta e algumas armadilhas pelo caminho.
Digamos que estava impróprio para pilotos mais “verdinhos”…

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O Pedro na sua LC4 640 Adventure:

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O Miranda com a sua bem conhecida calma lá ia ultrapassando tudo nas calmas :-)

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Neste percurso e numa zona com um piso que combinava areia com lama, esqueci-me de desligar na minha cabeça o modo “on road” e assim que pressionei ligeiramente a manete do travão dianteiro, fui de imediato ao tapete :-(
Foi o baptismo da minha Adventure! ;-)
Felizmente, já tinha as protecções laterais montadas e não houve danos materiais ou físicos. Este tombo aconteceu comigo praticamente parado (que vergonha…).
Daqui para a frente, só funcionou o modo “off-road” ;-)

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Nas paragens que efectuamos, as conversas foram sempre super animadas :-)

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O passeio continuou a desenrolar-se em direcção às Sete Cdades, onde, ocasionalmente, partilhava-mos por breves momentos alguns trilhos com o pessoal das “cabras do monte”, para depois desaparecerem por entre o mato em busca de sensações fortes.
Na Vista do Rei havia uma pequena assisatência rápida para aqueles que precisassem, de modo a que ninguém se visse forçado a parar ou desistir.
Um pormenor bem pensado por parte da organização! :-)

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Da parte dos bravos das Adventure, estava tudo 5 estrelas :-)

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Na Vista do Rei a paisagem continuava como sempre, ou seja, FABULOSA, mesmo com algum nevoeiro:

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A chegada dos “outros”, vindos de percursos que, segundo eles, estavam em muito mau estado, muito por culpa da muita chuva que tem caído ultimamente.

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Todos equipados a rigor:

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Contudo, o passeio continuou pelo trilho das Cumeeiras, sempre a um ritmo despachado:

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Os homens do Enduro em mais uma passagem muito rápida por nós:

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Eles voavam baixinho…

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O percurso seguinte revelou-se um pouco mais duro e apresentou-nos umas quantas dificuldades, as quais surgiram sob a forma de valas/regos com alguma profundidade e largura que não deixavam muita margem de manobra, ou seja, a melhor solução era enrolar o acelerador e passar em velocidade.

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Até foi divertido e as Adventure ultrapassaram tudo sem pestanejar, mas estas dificuldades juntamente com alguma falta de visibilidade devido ao nevoeiro, exigiram mais concentração e empenho na condução.

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Na minha opinião, os heróis do dia estavam a ser os 2 participantes que vieram montados em Supermotos, os quais estavam a efectuar os mesmos percursos que nós e estavam a chegar ao fim dos mesmos.
No entanto, não se livraram de alguns tombos e uns quantos sustos, mas depois compensavam tudo com “cavalinhos” intermináveis e muito bem executados nas zonas de asfalto :-)

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Seguiram-se mais trilhos com muita lama…

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… mas igualmente muito belos:

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Estava particularmente a adorar este percurso, não sei bem porquê, mas estava.
Será que era por causa de algum mais à vontade com a LC8???
Talvez…

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Nada como trilhos com uma vegetação mais densa…

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Depois foi tempo de mais uma pequena paragem, antes do regresso à SRMOTO, onde nos esperava uma grande churrascada :-)

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Nesta foto é vísivel osa pneus Michelin Pilot (slick) que este participante usa na sua Supermoto e com os quais efectuou o passeio.
Não foi nada fácil, mas este jovem tem muito espírito :-)

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Com o grupo todo reunido fizemo-nos à estrada, onde os homens das Supermoto uma vez mais não resistiam à tentação dos “cavalinhos”:

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E chegada à SRMOTO, já com o churrasco em andamento :-)

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Mas antes do pessoal “atacar” o churrasco, havia uma pequena surpresa, ou seja, um percurso tipo circuito, no qual os participantes iriam tentar efectuar o mesmo no mínimo tempo possível, demonstrando toda a sua técnica e destreza.
Escusado será dizer que apenas participaram os homens das motas “light” ;-)
Quem não participou ajudou a Organização a orientar os participantes no percurso e deliciou-se com o espectáculo proporcionado pelos mesmos.
Algumas fotos da zona onde me encontrava:

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Uma subida que causou alguns desiquilíbrios aos mais desprevenidos ;-)

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Os meios de comunicação social aproveitaram para efectuar algumas filmagens interessantes:

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No fim, venceu o Paulo Maciel e as entrevistas aos responsáveis de mais um evento pleno de sucesso foram inevitáveis:

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Nem Eu escapei a uma entrevista…
Mas toda esta excitação já pedia um bom almoço! :-)
Portanto, bora lá devorar o churrasco! :-)

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O almoço estava divinal!!! :-)

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Após o almoço, a foto de família, embora já sem a presença de alguns participantes:

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Para fechar o dia em beleza, a SRMOTO disponibilizou o Moto4 SX 450 ATV para “test ride” :-)

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Claro que eu não perdi esta belíssima oportunidade :-)

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Que posso dizer sobre esta experiência???
Bem, fenomenal!!!
Este Moto4 tem tudo o que se espera de uma máquina de topo deste tipo, isto é, estabilidade, precisão, eficácia, ciclística e um motor que é um autêntico “canhão”.
Apesar de enferrujado, adorei as voltas que fiz ao circuito, com o SX a responder sempre de forma irrepreensível e muito para além dos meus dotes de pilotagem.

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Depois foi a vez dos mais experientes demonstrarem o que uma máquina destas é capaz:

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O Victór não brinca em serviço e consegue domar esta “fera” com muito à vontade:

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O Miguel também mostrou que quem sabe não esquece e também deu espectáculo:

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Aliás, ele ao longo do passeio demonstrou grande rapidez, apesar de já não competir com estes “animais” já algum tempo.

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E com este “test ride” deu-se por encerrado o 2º PASSEIO SRMOTO KTM.
Foi um passeio que conseguiu amplamente atingir todos os objectivos que se esperam deste tipo de eventos, ou seja, reunir a “família” e proporcionar momentos de grande diversão, adrenalina e convívio, sempre num ambiente de festa e descontracção.
Os percursos foram excelentes e as KTM superaram todas as dificuldades que surgiram no terreno, ficando bem patente que a filosofia “Ready To Race” não é apenas um slogan, é uma realidade ;-)
A Organização está de parabéns e, para os que não participaram, para o ano há mais e até lá, fiquem com este vídeo:

 Para os que preferirem uma música mais “agressiva” (bem melhor):

http://www.acorestube.com/video/4204/2º-PASSEIO-SRMOTO-KTM#video

E o percurso efectuado pelos Moto4 e Maxi-Trails (as Enduro/MX andaram por percursos mais radicais):

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Boas Curvas! :-)


 
 


 
 

KTM SX 450 ATV IN ACTION

Na última vez que estive na oficina da SRMOTO, o Moto4 da KTM, o SX 450 ATV, estava prestes a fazer-se à “terra” para um breve teste, que tinha como objectivo testar as novas afinações das suspensões, bem como a pressão dos pneus.
Este breve teste contou com a pilotagem de um dos membros da equipa SRMOTO, o Miguel Sousa, o qual já foi um excelente piloto de TT aos comandos destes “mísseis” de 4 rodas.

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Para o Miguel estes “brinquedos” não têm segredos e não foi preciso esperar muito para vê-lo a varrer terreno com uma naturalidade espontânea :-)

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Este SX 450 ATV é impressionante, pois além de possuir umas linhas super agressivas, possui material de topo e que o tornam no Moto4 mais “Ready To Race” do mercado.

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Assim que o Miguel terminou a sua brincadeira, desculpe, teste :-) , chegou outro apaixonado por estes “brinquedos”, o Victór Rodrigues, e também quiz fazer a vontade ao punho direito :-)

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Para os mais distraídos, o Victór Rodrigues também é um ex piloto de Moto4 (actualmente mais ligado às 2 rodas) e, quando competia, era um “osso duro de roer”.
Lembro-me de o ver travar batalhas épicas e memoráveis, sempre a um ritmo alucinante.
O Victór era “louco”… :-)

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Pena o Victór e o Miguel já não competirem de Moto4, pois são pilotos que fazem falta nas provas Micaelenses.

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No fim, a “besta” olhava-me com um ar pouco amigo.
Simplesmente fabulosa, mas intimidante…

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E que tal verem o Victór Rodrigues a divertir-se um pouco com o KTM SX 450 ATV?
Que tal ouvirem o ronco deste “animal”???
Deliciem-se com este pequeno vídeo :-)

Quem sabe não esquece! :-)
Para dominar este “fera” é preciso coragem e alguma dose de loucura ;-)
Se quiserem ver esta mota em pormenor, basta ir até à oficina da SRMOTO nos Valados, ou poderão ver a mesma em pormenor aqui neste blog.

Boas Curvas! :-)