"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts da categoria 'OFF-ROAD'

Agosto com lama

Mais um fim-de-semana, mais um passeio e mais um grupo de pessoas bem dispostas para mais uma aventura :-)
O ponto de encontro foi o de sempre, com o grupo a ser constituído por Mim, o Miranda, o Filipe, o Hugo e o Nuno:

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Quanto ao percurso, nada de muito distante, Ribeira Grande!
A semana que passou uma vez mais contemplou os Açorianos com chuva (sim, leram bem, novamente chuva em Agosto), deixando antever a presença de alguma humidade e lama nos percursos.
Este passeio ia ser divertido! :-)
Ora bem, partimos bem cedinho, mas não directamente para a Ribeira Grande, ou seja, tomamos alguns percursos fora de estrada, delineados na Lagoa e Pico do Fogo, os quais já são nossos conhecidos e bons para aquecer ;-)

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Nada como começar por alguns percursos estilo estradão, de forma a despertarmos gradualmente, pois às 8:00 ainda estamos com alguns sentidos adormecidos ;-)

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Chegados ao Pico do Fogo, pequena pausa antes de “atacar” um percurso pelo meio de uma mata de eucaliptos:

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Este percurso pelo meio da mata é super interessante de fazer, pois em certas zonas a vegetação costuma a ser muito densa e chega a parecer que estamos a desbravar novos caminhos.
Contudo, é preciso ter atenção com o piso, pois é escorregadio e com muita pedra e troncos espalhados.
O Nuno Cordeiro estava um pouco apreensivo, pois em vez de vir com a Habitual Honda NX4, veio com a V-Strom
Mas não vale a pena ficar assustado, o que não faltam são braços para ajudar :-)
Lá foi o Filipe:

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O Miranda desta vez deixou a “bicicleta” em casa, ou seja, a DR 650 e veio montado numa mota a sério ;-)

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O Nuno optou por transpor algumas zonas a pé, visto que o peso do condutor aliado à curta distância da zona do motor ao chão, poderia levar a algumas pancadas mais ingratas na protecção do cárter.
Opção sensata, mas cansativa…

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O pessoal com pneus mistos, como o Filipe e Eu, tiveram algumas dificuldades de tracção em algumas zonas.

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O Hugo é que se safava muito bem com a sua cinquentinha, leve, ágil e suficiente para as dificuldades.

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Tenho que, definitivamente, voltar a montar os pneus cardados. Neste passeio tive muitos problemas de tracção…

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Mata Pico do Fogo:

Depois de empurrar várias motas, nada como uma pequena paragem para recuperar fôlego:

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Depois foi continuar a percorrer a restante mata e alguns percursos em direcção à Ribeira Grande, onde lá nos esperava mais diversão.

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Por vezes é obrigatório parar:

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Seguiu-se a zona Geotérmica, já em pleno coração da Ribeira Grande:

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Nada como água fresca para ajudar a despertar ;-)

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Depois de uma sucessão de percursos acessíveis na zona Geotérmica da Ribeira Grande, seguiram-se vários percursos fora de estrada e de montanha, que nos guiaram pela zona da Coroa da Mata e arredores.

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Nesta zona da Coroa da Mata os percursos ficaram mais interessantes, pois começamos a enfrentar percursos mais densos de vegetação e com uma presença gradual de lama.
As coisas começavam a ficar mais interessantes, mas os pneus mistos da minha LC8 e da Teneré do Filipe não estavam a permitir um andamento mais à vontade, dado que o piso estava escorregadio em algumas zonas.

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Esta zona da Ribeira Grande é muito bonita e só é pena grande parte de alguns percursos serem privados, pois limita muito a escolha dos percursos.
Contudo e na eventualidade de ser necessário atravessar alguns percursos privados, fica sempre bem tomar uma atitude ordeira e educada e deixar tudo como encontramos, ou seja, não rebentar com os fios eléctricos das pastagens, não abrir buracos nos pastos e não assustar as vacas.
Ficamos todos a ganhar e não se geram confusões.

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Após vários percursos pela mata, chegamos a uma zona muito interessante, ou seja, lama, muita lama :-)
A travessia era inevitável! :-)

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O Nuno teve o azar de entrar na zona mais profunda da lama e atascou a sua V-Strom.
Ele bem que tentou sair de lá sózinho, mas não dava, a mota não se mexia nem um pouco:

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Bem, teve que haver voluntários à força para ajudar a retirar a V-Strom da lama :-)

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E com alguma força de braços, lá se conseguiu libertar a mota da lama:

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O resultado final era digno de se ver, ou seja, lama por todo o lado:

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Um tratamento de beleza completo :-)

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Lá foi a LC8 nas calmas…

Momentos que animaram o grupo! ;-)
Um pouco mais adiante, encontramos mais um grupo de entusiastas pelo TT e paramos para conversar um pouco e trocar algumas impressões acerca do percurso que se seguia.
Malta fixe e bem disposta e também com muito gosto pelos maus caminhos :-)

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Despedimo-nos deste grupo simpático e continuamos em frente.

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Pela frente esperava-nos mais uma passagem por uma zona de lama, mas desta vez sem a profundidade da mesma.
Passar pela lama com pneus mistos e gastos é simplesmente esquisito, parece que estou sempre à espera de cair.
Felizmente nunca aconteceu, mas deu para apanhar alguns sustos.

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Nesta zona atravessam-se várias pastagens…

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No entanto, numa determinada zona esperva-nos alguns trabalhos inesperados, ou seja, surgiu-nos uma zona inclinada com um piso super escorregadio devido a muito cascalho, e com algumas valas pelo meio, para ajudar a dificultar a subida.

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O Nuno, o Miranda e o Hugo safaram-se, nas calmas…

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Claro que para quem estava com pneus cardados, a coisa foi bem mais fácil, mas para a minha LC8 e a Teneré do Filipe, foi um calvário bem grande.
Digamos que a roda traseira fartava-se de rodar, sem quase nunca conseguir ganhar tracção e acabavamos por tomar direcções indesejadas, ou seja, a o escorregar da traseira fazia com que a roda da frente ganhasse vida própria.

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Eu tentei desenrascar-me sózinho, só que esforcei tanto a mecânica, que acabei por aquecer a mota em demasia e a luz da temperatura acendeu-se no páinel…

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Com a temperatura a atingir o seu limite, era tempo de parar, descansar e arrefecer o motor.
Foram vários minutos a castigar a mota, que apenas me levaram em direcção às conteiras:

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Entretanto, voltamos a encontrar o mesmo grupo, os quais subiram esta inclinação com um à vontade desconcertante, especialmente o Pedro (acho que é este o seu nome) e a sua Husqvarna 300 a 2 tempos, que fez a restante subida com um bonito cavalinho.

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Com a chegada deles, ganhamos alguns pares de braços extra para nos ajudar a empurrar as motas em dificuldades, nomeadamente a LC8 e a Teneré.
O Miranda estava a adorar ver-nos em dificuldades, ria que nem um perdido :-)

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Para quê ir para o ginásio, quando se pode ir para o mato empurrar os “mamutes” dos amigos? :-)

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O pessoal estava a ficar com a língua de fora :-)

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E o Filipe estava safo, faltava Eu…

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Lá tiveram que fazer um último esforço e empurraram-me ;-)

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No final o pessoal estava de rastos, mas sempre bem dispostos :-)
Em meu nome e do Filipe, muito obrigado a todos pela ajuda! :-)
São momentos como estes que se vê a grande camaradagem que existe entre todos e nos dá vontade de continuar.
Por falar em continuar, ainda havia mais para explorar:

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Contudo, o Nuno e o Hugo tiveram que abandonar o grupo. Mas os restantes elementos não pararam e seguiram em direcção à Lagoa de São Brás, sempre acompanhados por cenários maravilhosos.

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O trilho de ligação à Lagoa de São Brás é simplesmente lindo e resume-se a um pequeno corredor enfeitado por muita vegetação:

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Descendo para a Lagoa de São Brás, onde o único cuidado a ter era com uma vala mais acentuada, mesmo no meio do percurso.

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E chegamos ao fim do nosso passeio, na Lagoa de São Brás, situada na zona da Gorreana:

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As “babes” :-)

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O Miranda verificou que estava com um pequeno problema no travão traseiro, ou seja, bateu com o pedal de travão numa zona qualquer e entortou-o para o interior, deixando-o a roçar contra a tampa do motor.
Colamos fita na tampa, de forma a evitar mais riscos:

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Depois era tempo de rumar a casa e descansar um pouco, pois o passeio tinha sido um mais físico que o habitual.

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Quando cheguei a casa, verifiquei que neste passeio tinha acabado de destruir o Pirelli Scorpion de série, abrindo-lhe alguns buracos, onde era possível ver partes mais “íntimas” do pneu :-)

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Juro que não sei como é que fiz isso… ;-)

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Esta mota detesta pneus :-)
Foi um passeio espectacular e que nos permitiu alargar um pouco mais os nossos conhecimentos acerca dos trilhos da Ribeira Grande.
Esta cidade tem sido uma agradável surpresa e só é pena haverem muitos trilhos privados, pois corremos sempre o risco dos mesmos estarem bloqueados ou não nos deixarem prosseguir em frente.
De qualquer forma, foi uma manhã bem passada, com pessoal 5 estrelas, incluindo o outro grupo que conhecemos e que muito nos ajudaram.
Para a próxima combinamos um passeio em conjunto.

Boas Curvas! :-)
 
 


 

Continuando a iniciação…

Apesar do seu 1º passeio aventura ter sido um pouco “duro”, o Nuno Machado não virou as costas às dificuldades inerentes a um iniciante, e voltou a “oferecer-se” para mais um passeio deste tipo :-)
Nesta fase, o importante é ir ganhando gradualmente confiança e à vontade nos vários tipos de piso e obstáculos, mas também é importante retirar algum prazer e diversão, já para não falar do espírito de camaradagem que se vive.
A par do Nuno, tivemos a presença do Eduardo e da sua Husqvarna TE 250, que finalmente parecia que era desta que ia nos acompanhar até ao fim, assim como o regressado Hugo e a sua Yamaha DT 50.

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Antes da partido, o Nuno começou por proceder a alguns ajustes na V-Strom, como o baixar do ecrã, de forma a ficar com um melhor campo de visão.

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O grupo voltou a ser pequeno e com a falta de alguns participantes habiuais, mas suficiente para a diversão.

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Dado que a curiosidade do Nuno era grande em relação às Sete Cidades, decidimos efectuar um passeio nesta localidade, aproveitando os excelentes percursos que lá proliferam, bem como outros nas áreas circundantes.
Passagem pela freguesia das Feteiras, onde o excelente dia que se fazia sentir revelou muito pó e um piso com muita terra solta.

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Além de poeirento, em algumas partes o piso estava um pouco mole, não sendo díficil deixar marcas vísiveis da nossa passagem.

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Hugo e Miranda com a sua habitual boa disposição :-)

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Continuamos a mostrar os percursos desta zona ao Nuno, o qual estava a sair-se bem, aliás, este passeio estava a ser muito diferente do seu 1º, em vez de lama e chuva estava a apanhar com sol e pó :-)

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Chegando às Sete Cidades, sempre a um ritmo descontraído, apesar do último percurso ter sido super divertido, devido às muitas zonas propícias a saltos.

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O vídeo deste percurso, que entre nós ficou conhecido por caminho das lombas:

Vista do Rei :-)

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Depois de alguns estradões, achamos que estava na hora do Nuno conhecer o Caminho dos 3 Kms, em sentido descendente :-)

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O Hugo e o Eduardo seguiram à frente, pois para as suas “cabrinhas” este percurso apresentava-se acessível e até divertido, mas para iniciados, este é um percurso que inicialmente assusta um pouco, especualmente em sentido descendente.
Contudo, Eu e o Miranda ficamos sempre a acompanhar o Nuno na sua descida, dando-lhe todo o tipo de indicações úteis, de forma a que a sua progressão no terreno fosse tranquila e segura.

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O Nuno iniciou a sua descida a um ritmo muito moderado, pois estava com alguns receios, devido à inclinação e piso irregular da descida.
Uma situação muito normal, pois Eu e o Miranda sentimos o mesmo quando nis iniciamos neste tipo de passeios.

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A falta de confiança do Nuno era mais que notória e isso preocupava-nos um pouco.
Por isso, avançavamos alguns metros e depois apoiávamos o Nuno na sua deslocação, de forma a evitar alguma situação menos boa.

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Lá vinha o Nuno, devagar, mas certinho ;-)

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O Caminho dos 3 Kms é muito bonito de se fazer, não só pelo seu percurso, mas também por toda a beleza natural que o envolve, além de nos oferecer algumas vistas magníficas das lagoas das Sete Cidades.
Vale a pena parar, contemplar e registar o momento :-)

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Os “terroristas”, o Miranda:

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Eu :-)

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Que vista…

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Após uma breve pausa, continuamos a descida, com o Nuno a revelar uma maior descontracção.

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Há fotografias que nos obrigam a poses esquisitas ;-)

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É importante referir que parte das dificuldades do Nuno ficam-se a dever à sua mota, ou seja, a V-Strom é uma Trail estradista e com pouquíssimas capacidades off-road, tornando as incursões em terrenos como este, um exercício de grande dificuldade e até sofrimento.
Tive uma e percebo o que ele estava a sentir.
Mas aos poucos ia ficando mais à vontade :-)

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Bela vista! :-)

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Onde está o Nuno??? :-)

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No stress… :-)

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Depois seguiu-se o trilho que nos leva ao parque de campismo das Sete Cidades, o qual seria um pouco mais acessível ao Nuno, dado que já não haviam inclinações acentuadas e curvas mais apertadas.

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O trilho do parque de campismo:

E uma pequena paragem para descanso no centro das Sete Cidades.

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Para a 2ª parte do passeio estava reservado uma passagem pelas Cumeeiras, de forma a que o Nuno pudesse se divertir um pouco com este percurso sinuoso, que por esta altura se encontra em excelente estado e óptimo para enrolar um pouco mais o punho direito :-)

O Eduardo e a Husky estavam a rolar sempre soltos e a um bom ritmo:

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Mas uma das muitas vistas possíveis neste percurso:

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Este percurso costuma a ser o meu palco de eleição para libertar um pouco mais a “alma” do podereoso LC8 e, desta vez, não foi excepção ;-)

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No entanto, a determinada altura optamos por tomar um percurso em direcção ao norte da ilha, mais concretamente em direcção a Santo António.
Um percurso simples, mas com algumas lombas mais acentuadas que o normal…

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Em plena freguesia das Capelas, a DR do Miranda voltou a pregar-nos uma partida, ou seja, novamente falhas eléctricas, que depois originam falha no arranque.
Resultado: reboque by LC8 :-)

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Uma vez mais, a DR após alguns metros de reboque voltou à vida :-)
Acho que esta DR precisa sempre de um empurrãozinho “laranja” para trabalhar em condições ;-)
Seguiram-se alguns percursos do lado norte da ilha, que nos levaram por alguns trilhos da zona do Pinhal da Paz e arredores.

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E terminamos o passeio na Fajã de Cima, mesmo na hora certa de rumar a casa e almoçar :-)
Foi um bom passeio, onde, uma vez mais, o Nuno pude explorar o seu lado aventureiro e desenvolver um pouco mais a sua condução em percursos off-road.
Tenho a certeza que com o tempo o Nuno ficará ainda mais à vontade e ainda com mais vontade de continuar nestas andanças.
Contudo, seria bom para ele começar a pensar numa Trail um pouco mais vocacionada para a aventura, de forma a perder alguns receios que a sua actual mota lhe impõe e aventurar-se um pouco mais.
Pena o Nuno ter que regressar ao Continente e não continuar connosco…
Mas esperamos que o Nuno continue com este tipo de passeios no Continente, pois lá há muito para explorar e conhecer.
Um bom companheiro e o qual esperamos numa próxima deslocação à ilha.

Boas Curvas! :-)


 

Passeio de iniciação

Alguns dias atrás realizou-se mais um passeio aventura, mas com um carácter diferente do habitual, ou seja, seria um passeio de iniciação de um novo membro deste grupo.
O novo membro é o Nuno Machado, possuidor de uma Suzuki V-Strom 650 e Micaelense radicado no Continente já alguns anos.
Na sua deslocação à ilha e em férias, o Nuno trouxe na bagagem a sua mota, uma formação de iniciação ao fora de estrada da MotoXplorers e muita vontade de explorar a ilha por percursos mais aventureiros.
Assim sendo, juntou-se a nós! :-)
O ponto de encontro foi diferente do habitual, ou seja, reunimo-nos na localidade de origem do Nuno, Vila Franca do Campo.
O grupo para este passeio era pequeno, mas suficiente para a “festa”, ou seja, Eu, o Miranda, o Gregório e o Nuno:

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A ideia era efectuar alguns percursos simples e acessíveis, de forma a que o Nuno pudesse desfrutar do passeio com calma e sem pressas, dado que a sua experiência no fora de estrada ainda era pouca.
Por conseguinte, achamos que o melhor seria aproveitar alguns percursos que ligam Vila Franca do Campo à Achada das Furnas e, conforme o andamento do passeio, logo se via o que fazer a seguir.
Os primeiros percursos foram simples…

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…mas a impetuosidade do Miranda aliada a algumas partes escorregadias, levou a que o mesmo “limpasse” uma barreira :-)

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Para este homem não existe aquecimento, ele quer é trepar :-)
Felizmente, não houve consequências físicas, apenas um pisca partido e o guiador ligeiramente fora da sua posição original.

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O que vale é que estas situações em nada afectam a boa disposição do Miranda :-)

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Com a DR novamente pronta para a acção, continuamos o passeio, sempre sentido Vila Franca do campo - Achada das Furnas.

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Apesar de ainda se notar algumas incertezas na sua condução, o Nuno estava a progredir bem e os percursos em si estavam a ser óptimos para ele por em prática algumas técnicas que aprendeu na sua formação.

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Hehehe…, LC8 POWER!!!

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Alguns vídeos dos trilhos de ligação Vila Franca do Campo - Achada das Furnas :-)

A partir do 0:24 a LC8 devorou o estradão :-)

Paragem na Achada das Furnas para descanso e balanço da 1ª parte do passeio:

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O Nuno estava a gostar e parecia querer mais :-)
Conclusão, vamos continuar e oferecer ao Nuno mais alguns minutos de aventura nestes belos trilhos :-)

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Achada das Furnas - percurso simples e óptimo para uma condução descontraída ;-)

Os próximos percursos levaram-os até à zona da Lomba da Maia, sempre a um ritmo muito calmo e com o Nuno a portar-se bem.
Contudo, o Gregório preparou-nos uma surpresa, ou seja, levou-nos para um percurso que liga a localidade da Lomba de São Pedro ao Salto do Cavalo (Furnas).
Este percurso seria um pouco mais díficil para o Nuno, mas nada que não se tentasse, para além de ser uma boa oportunidade dele desenvolver ainda mais a sua condução no fora de estrada.
Este percurso costuma a ser muito enlameado, dado encontrar-se numa zona com forte vegetação e consequente concentração de humidade, e termina com uma subida muito interessante…
Mas já lá vamos! :-)
Após alguns metros de circulação cautelosa, devido à lama existente e devido ao facto de estar com um par de pneus mistos Pirelli Scorpion, deparei-me a mota do nuno tombada.
Ok, nada de grave, a lama é muita e o Nuno ainda não está à vontade neste cenário.
Levanta-se a mota e tá pronto a andar :-)

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Nada como lama para animar as coisas :-)

Muita vegetação, humidade e lama, até nos faz esquecer que estamos em pleno mês de Agosto…

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O Nuno estava a sentir algumas dificuldades em lidar com a lama e voltou a não conseguir evitar um tombo, felizmente sem consequências.

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Para piorar a situação, o Nuno tinha na dianteira um pneu misto, o qual estava a dificultar-lhe imenso a vida…
Contudo, Eu, o Miranda e o Gregório estávamos ali para lhe ajudar naquilo que fosse preciso :-)

Lidar com a V-Strom em percursos mais exigentes não é tarefa fácil, por isso, quando o cansaço começa a tentar vencer-nos, nada como parar para descansar e recuperar fôlego para o restante percurso.

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De volta à lama, mas desta vez com alguma ajuda:

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Houve alturas em que o Nuno chegou a pensar em desistir, mas com a nossa motivação e ajuda ele não desistiu.
Ainda bem, porque só com as dificuldades é que aprendemos e ultrapassamos as nossas dificuldades.

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Mas as coisas não estavam nada fáceis para o Nuno e a dada altura a lama, as dificuldades de tracção e o cansaço levaram a melhor sobre ele…
O piso não estava nada fácil para ele e para a V-Strom:

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Nesta parte do percurso a lama foi a nossa maior adversidade…

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De forma a popar um pouco o Nuno, saltei para a sua mota e fiz a ultrapassgem desta zona mais complicada.
Entretanto começa a chover, obrigando-nos a parar um pouco.

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O Miranda estava muito pensativo :-)

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Depois de parar a chuva, era chegada a minha vez de ultrapassar a zona de lama.

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Mesmo com uns pneus mistos, a LC8 portou-se super bem e ultrapassou esta zona de lama.
Contudo, acho que a experiência acumulada em vários passeios é que foi o elemento determinante nesta situação, dado que me ajudou a manter a calma e atitude adequada perante a situação.

Passada esta fase, era chegada a hora de enfrentar outra adversidade, uma subida sinuosa numa zona de pastagem e toda enlameada.
Uma vez mais as coisas não iam ser fáceis para o Nuno e para os meus pneus mistos…

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Primeiro foi o Gregório e depois o Miranda, com ambos a chegarem ao fim da subida sem dificuldades de maior.

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Depois seguiu-se eu, onde para minha surpresa, consegui efectuar a subida sem atascar ou parar por falta de tracção.
Mas ao longo da subida senti que se alguma vez parasse, díficilmente conseguia arrancar, pois o tipo de pneu que tinha não o ia permitir.
Fiquei super saqtisfeito comigo mesmo!
Visto de cima até nem parece muito díficil ;-)

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E era chegada a vez do Nuno, onde as suas reservas eram muitas.

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No entanto, na subida e em pleno pasto, havia uma zona com marcas de rodas de um tractor e que cortava a direito um pouco da subida.

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Achamos que seria melhor para ele seguir aquelas marcas de roda, pois eliminava uma boa parte da subida e seria menos penoso para ele.

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Com a nossa ajuda, os índices de confiança do Nuno melhoraram e ele foi vencendo a subida :-)

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No fim da subida, a sensação de alívio e satisfação eram mais que notórios na cara do Nuno :-)

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Muito bem Nuno, é com as dificuldades que nos superamos a nós próprios :-)
Seguiu-se mais um percurso em sentido ascendente, o qual  ainda possuía lama, a par de alguns regos manhosos.

Com mais ou menos dificuldade, lá vinha o Nuno e a V-Strom.
Estava a ser interessante ver o Nuno a ultrapassar as dificuldades com aquela mota, pois lembrou-me os tempos em que tinha uma mota idêntica e sentia o mesmo tipo de dificuldades.

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Acho que mais alguns passeios e o Nuno vai trocar a V-Strom por uma LC8;-)

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A DR do Miranda adora confundir-se com o terreno :-)

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Esta zona era muito bonita e merecedora de uma paragem para observação:

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Mas havia mais lama pela frente! :-)

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Seguiram-se mais algumas zonas de lama, mas desta vez com alguma pedra à mistura, tornado tudo mais interessante ;-)

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O que estaria o Miranda a fazer naquela posição??? :-)

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Nesta fase do passeio o Nuno já acusava algum cansaço extra, pois devido às características estradistas da V-Strom, o esforço dispendido nestes percursos é superior.
De forma a poupar-lhe um poucoi mais e evitar algum tombo por cansaço, saltei novamente para a sua mota e fiz a transposição de mais uma zona enlameada.

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E descanso dos guerreiros, já na zona do Salto do Cavalo - Furnas:

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Enquanto o Miranda descansava, eu experimentava a DR no fora de estrada que, diga-se de passagem, é uma excelente mota para este tipo de passeios, com motor e ciclística mais que suficientes para as encomendas.

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Bem, sem darmos conta, as horas tinham passado a voar e já era hora de cada um fugir para o seu cantinho.
Além disso, o Nuno já tinha tido suado o suficiente neste passeio e era melhor ele descansar um pouco, pois para uma primeira vez num passeio aventura a sério, tinha sido trabalhoso.
Fomos pelo asfalto a um ritmo calmo, mas, sem que nada fizesse prever, a DR do Miranda começou a falhar, emitindo uns ráteres estrondosos, até que paramos e ela foi abaixo.
Resumindo, cada vez que se punha a DR em funcionamento, ela emitia novamente ráteres e dava a sensação que não estava a chegar gasolina ao motor.
Pior que tudo, a DR deixou de conseguir entrar em funcionamento, parecendo falta de bateria.
Mas o que era mais estranho é que a bateria era nova e não havia razão para falta de bateria…
Ficamos com a sensação de que o alternador (acho que as DR têm esta peça) não estava a trabalhar correctamente, levando a que a bateria não carregasse em andamento.
Associado a isto e apesar da nossa falta de conhecimento técnico acerca desta mota, ficamos também com a sensação de que a bomba de gasolina é eléctrica e, devido à falha de bateria, a gasolina não estava a chegar a onde deveria, originando os tais ráteres :-(
Conclusão, a LC8 teve que rebocar a DR :-)

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Contudo, a DR voltou a conseguir entrar em funcionamento, sabe-se lá porquê, e nunca mais voltou a falhar pelo caminho.
Cá para mim cheira-me a anomalia eléctrica…
Passagem pelo Monte Escuro, com uma vista espectacular:

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Quando o Nuno pensava que já estava tudo acabado, eis que o Miranda fez uma passagem rápida pela zona Geotérmica da Ribeira Grande, para lavagem das motas :-)

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E assim terminou o passeio de iniciação do Nuno, com umas passagens de água refrescantes :-)
Foi um bom baptismo para o Nuno, apesar de algumas partes do passeio terem sido algo trabalhosas para ele, talvez mais do que previsto, mas que com a nossa ajuda e motivação se tornaram ultrapassáveis.
Ainda bem que o Nuno não desistiu e, no final do passeio, mostrou de imediato disponibilidade para mais passeios enquanto estivesse em São Miguel.
O espírito está lá, agora virá o resto com o acumular de kms.
Temos homem!!!

Boas Curvas! :-)
 
 
 
 
 

Passeio com o Adolfo

Algumas semanas atrás, o nosso amigo Adolfo deslocou-se uma vez mais até São Miguel e, aproveitando a sua estadia de alguns dias, lá fomos nós dar uma voltinha por alguns trilhos.
A ideia não era complicar muito a coisa, apenas fazer alguns kms por percursos fora de estrada e conviver um pouco, pois com o Adolfo por perto, o humor está sempre em alta.
À hora e local habitual, lá nos encontramos:

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O Miranda ainda não se habituou às botas de TT e lá de vez enquando vê-se aflito com as mesmas.
Tem paciência companheiro, este tipo de calçado é uma mais valia em termos de segurança:-)

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Bem, lá fomos nós para mais um belo passeio, o qual teve como palco alguns trilhos que ligam a freguesia da Ribeira Chã à Vila Franca do Campo, entre outros.
Como o tempo tinha estado mais quente nos últimos dias, tivemos a presença de muito pó…
Como era sempre o gajo que fechava o grupo, comi o pó de todos :-(
Pronto, paciência…
O pessoal estava a ir bem, até chegarmos a uma subida mais manhosa, com alguma terra e pedra solta, que levaram o Pedro ao tapete:

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Tombo sem consequências, mas que deu algum trabalho :-)

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Como é que se estaciona uma BMW??? :-)
Fácil, deita-se para um dos lados, que o motor faz o resto ;-)

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Lá vem o Miranda averiguar a razão da nossa demora :-)

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O pessoal a relaxar um pouco antes de voltar a atacar a subida:

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Finalmente, o Pedro encheu-se de coragem e atacou a subida com a valente LC4:

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Mesmo no fim da subida, desiquilibra-se e…

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Depois seguiu-se o Adolfo e a sua GS do século passado :-)

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Quando chegou à minha vez, havia algum receio, visto que neste momento tenho um par de pneus mistos montados, os Pirelli de série, e tinha algumas dúvidas quando às suas capacidades de lidar com o piso solto que esta subida apresentava.

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Mas com algum jeitinho lá consegui levar a LC8 até cimo, apesar de algumas vezes ter perdido tracção.

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O Miranda fez a subida, mas depois reparou que tinha deixado a mota atrás :-)

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E lá vem ele, desta vez com a mota :-)

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Também aproveitamos para atravessar algumas das zonas de construcção das novas vias rápidas, dado que lá existem alguns estradões bem interessantes.
Contudo, para mim não deixa de ser chocante a grande invasão que se está a processar no nosso meio, ou seja, uma violação brutal da nossa natureza… :-(

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Os próximos trilhos foram muito interessantes, dado que combinavam zonas muito verdes com percursos sinuosos.

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Sem comentários… :-)

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Estes passeios com o Adolfo são sempre um espectáculo, pois a sua boa disposição e sentido de humor são sempre contagiantes, já para não falar nas histórias super engraçadas das suas aventuras :-)

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Os próximos kms foram bem ao jeito de aventura, ou seja, passar por baixo de árvores, piso acidentado, alguma lama, enfim, ia ser interessante :-)

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Contudo, eu não estava a ver as coisas com bons olhos, pois os meus pneus não eram os ideais para ultrapassar esta parte que se seguia.
Mas lá tentei :-)

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Até aqui tudo ok, mas a subida que se seguiu tornou-se mais penosa para mim, pois devido ao piso escorregadio, os Pirelli perderam constantemente tracção, sendo necessário a ajuda do restante pessoal por diversas vezes.

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O que vale é que o companheirismo está sempre presente :-)

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O pessoal lá ultrapassou todas as adversidades…

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Depois seguiram-se mais alguns percursos acessíveis e que nos levaram até Vila Franca do Campo.

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Mais betão em zonas de grande beleza…, que pena… :-(

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Os próximos percursos ligaram Vila Franca do Campo à Achada das Furnas, sendo os mesmos ideais para rolar sem stress.
Aliás, a ideia para este passeio era mesmo esta, rolar sem stress e sem pressa ;-)

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Chegando à Achada das Furnas, deixando para trás muito pó.
Desta vez não fui o último do grupo…, aliás, deixei algum pó de presente para os meus companheiros ;-)

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Infelizmente, tive que terminar o passeio aqui, mas os restantes companheiros continuaram.
Foi um passeio muito agradável, onde a presença do Adolfo uma vez mais foi uma mais valia.
Só temos pena do Adolfo não se deslocar a São Miguel com mais frequência.

Boas Curvas! :-)
 
 

Iniciação de uma Super Teneré - 2ª PARTE

CONTINUAÇÃO

Após uns breves minutos de paragem na Vista do Rei, voltamos aos maus caminhos, desta vez através da 1ª parte das Cumeeiras, onde o trilho sinuoso que serpenteia a antiga cratera vulcânica, iria proporcionar bons momentos de Todo Terreno, especialmente a quem gosta de rodar mais o punho direito :-)

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Ao longo deste trilho as vistas são sempre magníficas e há que ter cuidado, pois é fácil perder concentração durante a condução com tanta beleza natural ;-)

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Cumeeiras by  GOPRO:

Feita a 1ª parte das Cumeeiras, paragem no centro das Sete Cidades e tempo do pessoal experimentar novas sensações, nomeadamente Eu e o Miranda na Super Teneré e o Filipe na LC8 e DR.
A curiosidade de todos nós era muita, pois não é todos os dias que se tem a oportunidade de testar a mítica Super Teneré.

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Resumindo, qualquer uma das motas testadas e desconhecidas foram uma surpresa agradável :-)
No caso da ST, surpreendeu-me toda a suavidade do conjunto e resposta do motor. Apenas não gostei muito da posição de condução…
Posto isto, de volta aos nossos adorados trilhos :-)

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Verde e mais verde…

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É um prazer circular nas Cumeeiras, quer pela paisagem, quer pela facilidade com que conseguimos andar rápido :-)

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Cumeeiras by GOPRO:

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E nova paragem…

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Quando chegamos ao ponto mais elevado das Cumeeiras, a vista é de cortar a respiração :-)

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Claro que todos querem uma foto nesta magnífica vista sob a ilha ;-)

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O restante trilho das Cumeeiras foi feito nas calmas e em poucos minutos já nos encontrava-mos na freguesia da Covoada, onde os mais aventureiros tentaram explorar uma zona denominada de Cascalheiro, mas…

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…mas sem sucesso, pois a dada altura o cascalho era tanto e tão mole, que as motas limitaram-se a perder rapidamente tracçãol levando aos atascansos e, inclusivé, a um pequeno tombo do Miranda.
Resultado, voltaram para trás.

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O próximo trilho foi um já conhecido nosso, mas novo para o Filipe, situado na Covoada.

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Apesar deste trilho poder apresentar mais algumas dificuldades, o Filipe e a ST portaram-se muito bem e uma vez mais demonstraram que temos que contar com eles para estas aventuras.
Covoada by GOPRO:

Após este trilho e quando já circulavamos no asfalto, encontramos uma entradaq para um novo trilho.
Sem quaisquer receios ou dúvidas, entramos no mesmo e iniciamos a exploração :-)

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O trilho estava a ser agradável e estava a atravessar várias pastagens, sendo uma incógnita quanto à sua continuidade.
Numa breve paragem não evitei um desíquilibrio da roda dianteira e tombei, só que não na totalidade, ou seja, assim que tombei para o lado, a mota ficou apoiada em cima da parte traseira da minha bota.
Fiquei bloqueado sem conseguir sair, com os meus companheiros a olharem e a acharem muita piada ao sucedido :-)

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Esta mota fica bem em qualquer paisagem ;-)

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Continuando a exploração…

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Pequeno tombo do Nuno, mas sem consequências…

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Atravessando a pastagem by GOPRO:

E, uma vez mais, tivemos que voltar para trás, pois o trilho não tinha saída.
Que pena, estava a ser super interessante… :-(

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Depois rumamos até á costa norte da ilha, atravessando pequenos trilhos e alguns estradões, como os situados na zona da Batalha e Pinhal da Paz, sempre sob um sol muito intenso.

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Batalha by GOPRO:

A partir deste ponto, o pessoal já começava a sentir que já estava na hora de terminar o passeio, pois é Verão e em São Miguel não há nada como aproveitar um lindo dia de sol na praia ;-)
Contudo, ainda houve tempo para dar um salto à zona Geotérmica da Ribeira Grande, com algumas passagens de água para refrescar homens e máquinas :-)

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Geotermia by GOPRO:

E final do passeio nas Caldeiras da Ribeira Grande:

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Em jeito de conclusão, podemos afirmar que apesar do muito calor que se fez sentir, o passeio foi muito agradável e nem mesmo o pó conseguiu afastar a boa disposição geral do grupo.
O Filipe e a Super Teneré passaram com distinção este primeiro passeio com este grupo de aventureiros e nós esperamos que ele continue a acompanhar-nos, pois só lhe esperam grandes passeios, por trilhos maravilhosos e com pessoal animado e sempre pronto para o ajudar.
Agora só lhe faltam montar um par de pneus cardados, pois esperam-lhe desafios maiores ;-)
Quanto ao Eduardo e a sua Husqvarna, esperamos que o próximo passeio não seja azarado como este. Contamos contigo companheiro!

Boas Curvas! :-)
 

Iniciação de uma Super Teneré - 1ª PARTE

Algumas semanas atrás, o grupinho das aventuras por maus caminhos voltou a “atacar” os trilhos de São Miguel, mas com uma novidade no seio do grupo, um novo elemento e uma nova mota :-)
O novo elemento já algum tempo que seguia as nossas aventuras e também pretendia participar, o Filipe Castro e a mota, era nada mais nada menos que uma Yamaha Super Teneré 750, máquina de guerra e à altura dos desafios.
Tendo em conta que se tratava de uma passeio com carácter de iniciação e que o Filipe tinha na ST uns pneus mistos, achamos por bem efectuar um trajecto acessível, mas ao mesmo tempo agradável, de forma a que o Filipe tivesse uma adptação progressiva e sem complicações.

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Contudo, também tivemos a presença de mais um estreante, mas aos comandos de uma “cabrinha”, o Eduardo e a sua Husqvarna TE 250.
O Eduardo já não é um novato nestas andanças, já praticou TT alguns anos atrás e este passeio não ia constituir uma dificuldade a ele.
O grupo a aumentar de ano para ano, espectáculo!!! :-)

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Assim sendo, as Sete Cidades e alguns dos estradões que por lá existem pareciam o cenário ideal para o Filipe, além dos muitos percursos de Enduro que poderiam ser uma boa alternativa ao Eduardo, caso o mesmo desejasse mais adrenalina.
O dia estava magnífico, ou seja, um autêntico dia de Verão :-)
O passeio prometia muito pó… ;-)
Bem, vamos lá ver se não me alongo muito nas palavras e vou directamente ao assunto, porque é Verão e o pessoal não tem muito tempo para as leituras ;-)
A 1ª parte do passeio foi delineada entre as freguesias das Feteiras e os Mosteiros, onde atravessamos várias zonas de estradões que atravessam as várias freguesias desta zona:

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Como é Verão, o piso dos trilhos encontra-se geralmente duro e com muita terra solta, levantando muito pó…

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Após estes estradões, efectuamos uma 1ª paragem na freguesia dos Mosteiros, de forma a reagrupar.

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De salientar o desempenho do Filipe até a esta altura, ou seja, estava a conseguir ultrapassar todas as dificuldades e nervosismo inerente a uma primeira incursão “off-road”.
Aliás, notava-se muito entusiasmo e vontade de continuar.
Contudo, as coisas não correram tão bem para o Eduardo, ou seja, a dada altura a embraiagem da sua Husqvarna começou a falhar e ele teve que voltar para casa, antes que o problema se agravasse.
Paciência, fica para a próxima…
Depois foi iniciar a subida para as Sete Cidades:

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Ligação Mosteiros - Sete Cidades by GOPRO:

Na 2ª parte do passeio, seguiu-se uma incursão no trilho de ligação ao Caminho dos 3 Kms, mas com uma breve passagem por outro trilho:

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O trilho de acesso é muito bonito, dado que possui uma forte vegetação e é super verdejante.
Por esta altura, achamos que o Filipe e a ST estavam à vontade para enfrentar desafios maiores e achamos que o Caminho dos 3 Kms seria uma boa experiência para ele :-)

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Ligação trilho do parque de Campismo das Sete Cidades ao Caminho dos 3 Kms by GOPRO:

E, finalmente, Caminho dos 3 Kms :-)

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Apesar das preocupações iniciais que tivemos com o Filipe neste percurso, tudo correu da melhor forma e apenas os pneus mistos lhe causaram algumas dificuldades de tracção am algumas zonas com alguma lama.
O homem tem garra e a ST carácter! :-)
Caminho dos 3 Kms by GOPRO:

E paragem nas Vista do Rei, onde a vista para as lagoas era deslumbrante :-)

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CONTINUA…

Explorando a Ribeira Grande

Domingo passado, Eu, o Miranda, o Pedro e o Nuno juntamo-nos novamente no local do costume, para mais um passeio de carácter “off-road” pelos belos trilhos Micaelenses.

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As condições meteorológicas não estavam as melhores, havendo muita humidade no ar e ameaçã de chuva, já para não falar que no dia antes tinha chovido bastante.
Portanto, pó era coisa que não ia surgir ou incomodar :-)
Venha a lama!!! ;-)
Desta vez e indecisos quanto ao destino, decidimos ir para o lado norte, mais concretamente a Ribeira Grande, apesar de partida nos parecer um passeio curto e com poucas novidades.
Mas estavamos tão enganados…
Ok, fizemo-nos à estrada e optamos por fazer um pequeno aquecimento ao “esqueleto” através de alguns percursos secundários situados nas laterais da via rápida.

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Percursos muito acessíveis e que serviram para despertar e aquecer aos poucos os músculos.
Da minha parte, detesto começar logo em trilhos exigentes, pois por vezes parece que ainda não despertei ou não estou 100% à vontade para “atacar”.

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Mas as facilidades foram breves e em pouco tempo já estavamos na zona do Pico do Fogo, prontos para devorar o percurso TT que se situa perto da zona industrial da Marques.

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Este percurso situa-se numa mata, com muita vegetação no seu ínicio e, dado o dia que estava, muita humidade.
Outra particularidade é o seu piso, ou seja, super irregular, com muita pedra e alguns troncos soltos, partes mais moles que outras e muitos altos e baixos que aliados às pedras exigem um pouco mais das suspensões, já para não falar dos braços.
Fixe! :-)

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Contudo, neste percurso basta uma hesitação, distracção ou mesmo um desíquilibrio para se provar a terra, não é Pedro? ;-)

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No meu caso, bastou falhar uma transposição de uma zona mais alta para me colocar em trabalhos, ou seja, quando tentava ultrapassar uma zona mais alta e de pedra, abusei um pouco mais do acelerador e cavei um buraco, impossibilitando-me de tomar aquela direcção:

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É o poder do LC8, fazer o quê??? ;-)
Bem, toma-se outra alternativa :-)

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Outros “artistas” dedicam-se à fotografia no meio do mato :-)

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O Nuno é que estava no céu com a sua NX4, ou seja, mota leve, com pouco volume e fácil de levar nas zonas mais irregulares:

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Um pouco mais à frente, a Adventure do Miranda teve uma crise de sono e decidiu dormir um pouco ;-)

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Digamos que o Miranda caiu exactamente na zona onde já caí, ou seja, uma zona com uma vala mais acentuada no meio e que leva a que a maior parte do pessoal tome as laterais da vala, que ficam mais altas, mas que em caso de desíquilibrio para o interior da vala, fica-se muito alto e não se consegue colocar o pé no chão.
Resultado, pausa para descanso ;-)
Este percurso no meio do mato é muito bonito e oferece uma sensação de liberdade e isolamento.
Gosto!!! :-)

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A “fera” pronta a atacar ;-)

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O Nuno sempre nas calmas:

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E pausa para descanso e colocar a LC4 do Pedro em funcionamento através de “kick”, já que a menina estava a recusar-se ao arranque eléctrico:

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O curioso da história do arranque eléctrico é que na queda do Pedro a torneira de gasolina ficou na praticamente na posição de fechada, dificultando a entrada em funcionamento.
E eu que não tinha mais nada que fazer, não verifiquei primeiro a torneira de gasolina e decidi exercitar a perna esquerda :-)
De volta à aventura, fizemos o resto desta mata e tomamos alguns percursos em direcção ao nosso objectivo principal, a Ribeira Grande.
Miranda em grande estilo e apanhado pela GOPRO :-)

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Já na Ribeira Grande, passagem pela zona Geotérmica, com direito a travessia de algumas pequenas ribeiras:

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O pessoal gosta é disto :-)

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A partir daqui tomamos mais alguns percursos conhecidos e acessíveis, sempre na busca de novos trilhos, dado que por vezes passamos por alguns acessos que pensamos não ir dar a lado nenhum, quando afinal de contas levam-nos a zonas da ilha muito interessantes.

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E assim foi! :-)
Encontramos alguns acessos que nunca tinhamos explorado e aventuramo-nos nos mesmos :-)
Contudo, alguns não tinham saída e obrigaram-nos a algums inversões de marcha mais apertadinhas e trabalhosas ;-)

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Mais um acesso que parecia ir dar a algum lado, mas…

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…mas alguns de nós depararam-se com algumas surpresas, nomeadamente uma zona muito rica em lama tipo “manteiga”, ou seja, super fina e escorregadia.

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É que mesmo com pneus com piso bom e com cuidado com o acelerador, não havia forma de se conseguir subir, era um tal andar com a roda no mesmo sítio e escorregar.

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O melhor mesmo foi ajudar na manobra de inversão de marcha, enquanto que outros se entretiam a fotografar :-)

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Ainda bem que não conseguimos progredir mais, pois após nos cruzar-mos com um Lavrador e suas vacas, fomos informados que aquele trilho não tinha saída.

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De volta ao percurso principal, voltamos a encontrar mais alguns acessos interessantes, mas desta vez com saída e com algumas passagens muito entusiasmantes, incluindo mais mata, lama e alguma chuva à mistura.

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Alguns dos percursos que atravessamos são, muitas vezes, utilizados pelos donos das pastagens que por ali abundam e, como tal, possuem muitas vezes cães a guardar as mesmas, os quais nos causam muitas vezes algumas surpresas e sustos.

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Quando demos por nós, estavamos a encontrar cada vez mais novos trilhos e cada vez melhores. Aliás, quando demos por nós já estavamos a desbravar trilhos na zona da Coroa da Mata na Ribeira Grande, zona até agora desconhecida para nós.

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Não há nevoeiro e humidade que retire a boa disposição a este grupo :-)

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E seguiram-se mais e bons percursos :-)

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Os novos percursos que descobrimos na Ribeira Grande estavam a ser uma delícia, quer por toda a envolvência da natureza, quer pelo próprio piso, permitindo, por vezes, um andamento mais ligeiro, apesar de algumas irregularidades e zonas mais escorregadias, que nos causaram algumas dificuldades de tracção.

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Após alguns e bons kms, chegamos ao fim desta zona magnífica e fomos tomar um cafézinho à praia do Porto Formoso :-)

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Belezas locais :-)

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A vida é feita de pequenos prazeres e andar de mota e conviver com bons e grandes amigos são apenas alguns destes pequenos prazeres :-)

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Após este belíssimo cafézinho, rumamos novamente aos maus caminhos, desta vez com o objectivo de passarmos pela Lagoa de São Brás e zona da Gorreana.

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O trilho final de acesso à Lagoa de São Brás é muito fixe, pois é super estreito e com a vegetação mais concentrada, mas com um piso algo traiçoeiro, ou seja, super escorregadio, devido a alguma lama disfarçada no meio da erva:

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O Miranda e o seu humor contagiante e sempre pronto para atacar estes trilhos mais traiçoeiros :-)

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Antes de iniciarmos a descida final para a Lagoa de São Brás, houve que desviar 2 fios que se encontravam a limitar a passagem, não para nós, mas sim para vacas:

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Uma descida curta, mas com uma vala um pouco acentuada e a exigir mais atenção:

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O Pedro sempre em forma :-)

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E chegada à pequena praia da Lagoa de São Brás:

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A minha mota estava um pouco suja e já estava a precisar de um banho, por isso, banho com ela :-)

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São estas pequenas aventuras e maluquices que tornam estes passeios inesquecíveis e diferentes ;-)

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Depois do banho e de panhar uma grande molha, onde não escapou nada, era tempo de rumar a casa.
Pelo caminho ainda houve tempo para o Miranda se meter em atalhos e em trabalhos :-)

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Achou que aquela pastagem era mais rápida e segura, de forma a evitar uma zona de água, mas no entanto, a pastagem estava super húmida e mole, provocando um quase atascanso.
Que sorte a dele e que vida negra para a embraiagem da sua mota :-)

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O regresso a casa foi marcado por muito nevoeiro e muita chuva, obrigando-nos a circular com precaução, pois estavamos a sentir algumas dificuldades de visão, devido à chuva que se fazia sentir.
Mas devagarinho lá nos safamos.
Foi um excelente passeio, que nos ajudou a conhecer um pouco melhor os trilhos da Ribeira Grande, local que até agora nos parecia pouco fértil em trilhos acessíveis.
Mas estavamos tão enganados…
O vídeo do passeio, que está sem áudio, dado que o YouTube cortou, devido a direitos de autores…
Fiz lá o “AudioSwap”, mas até agora não surgiu nada…, fico lixado…

Enfim, foi muito bom e já tou com vontade de explorar um pouco melhor esta zona.
Alguém falou em Monte Escuro???

Boas Curvas! :-)