"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


top

Posts da categoria 'Novidades'

Kawasaki W800 Special Edition

As clássicas modernas estão cada vez mais na moda :-)
Não sei se é a sua imagem retro, se são as suas soluções técnicas simples, ou se simplesmente apelam mais ao prazer de condução que outrora reinava nas estradas.
Uma coisa é certa, além da Triumph e Ducati, cada vez mais existem constructores interessados nesta pequena fatia de mercado, que apesar de não registarem valores de vendas assinaláveis, cativam outro tipo de clientes para as marcas e produzem motas muito interessantes.
Uma das marcas interessadas nestas motas de inspiração vintage, é a Kawasaki, que recentemente apresentou uma edição especial da sua W800, dominada pelo negro e cheia de carisma:

      kw800-1.jpg

kw800.jpg

Apesar de não apresentar nada de extraordinário em termos técnicos, a W800 Special Edition não deixa ninguém indiferente, especialmente pelas suas linhas clássicas, mas com um certo toque desportivo, especialmente pela cor negra dominante, a par da cor dourada das jantes.
Estamos na presença de uma ciclística simples, onde os elementos mais “modernos”, talvez seja o travão de disco dianteiro e pouco mais. De resto, a Kawasaki tentou manter a mota dentro da simplicidade outra época, incluindo um travão de tambor na traseira e 2 suspensões tipo “mola” na traseira.

kw800-3.jpg

Em termos de motor, outra solução técnica muito usada em outros tempos, um bicilindríco paralelo vertical, de 773 cc, 8 válvulas, caixa de 5 velocidades e injecção electrónica.
Em termos de potência, andará na casa dos 50 cavalos, que serão mais que suficientes para os objectivos desta máquina.
Por outras palavras, um motor de inspiração retro, mas devidamente modernizado.

kw800-4.jpg

Para queles que querem uma clássica moderna, mas com uma imagem mais desportiva, sempre podem optar pela versão Cafe, com uma pequena carenagem dianteira, e um assento mais desportivo, também eles com imagem típica de outra época.

        kw800-2.jpg

Esta W800 Special Edition é uma mota carregada de pormenores de bom gosto, que fazem dela uma clássica moderna muito apelativa e desejável.
Em boa hora a Kawasaki se lembrou de actualizar a sua W650 para uma versão 800 e, melhor ainda, para esta magnífica edição especial.
Os mais puristas continuam a preferir as motas mesmo da época, devidamente recuperadas e com todas as características e “feitios” inerentes às mesmas. Mas, já não é preciso recuar tanto no tempo, porque motas como estas, a par de propostas de outras marcas, recuperam o espírito e o charme da época, sem exigir mais do seu proprietário.
Poderia vir uma destas para a minha garagem, sem dúvida!!! ;-)

Boas Curvas! :-)

Yamaha Super Ténéré 1200 WorldCrosser - Versão final

Após a apresentação da tão aguardada nova Super Ténéré, a Yamaha não perdeu tempo e, na altura, apresentou um protótipo denominado de WorldCrosser.
Este protótipo mais não era do que a nova Super Ténéré 1200, mas numa versão mais arrojada, ou melhor dizendo, mais aventureira e, aparentemente, mais apta às viagens e incursões no fora de estrada.
A mota causou muita sensação e muitos foram aqueles que sonharam com a mesma e até houve pedidos para que a Yamaha comcercializasse a WorldCrosser. E não era para menos…

wc-1.jpg

Após algum interregno, eis que a Yamaha regressa a este assunto, registando a patente WorldCrosser, lançando euforia nos fãs da marca.
Mas pairavam algumas incertezas, o registo desta patente iria levar a que a Yamaha disponibilizasse os acessórios necessários para a transformação das ST 1200 em versões WorldCrosser, ou será que este modelo ia mesmo ser lançado?
Não foi necessário esperar muitos meses até estas e outras questões serem respondidas, a Yamaha avançou com a produção da WorldCrosser, com base na actual Super Ténéré 1200:

worlcrosser.jpg

worlcrosser-9.jpg

Ok, deverão estar a pensar, mas esta mota não tem nada haver com o protótipo inicial…
Infelizmente, a Yamaha apostou noutro sentido, ou seja, em vez de lançar o protótipo super exclusivo que na altura apresentou (1ª imagem acima), onde não faltava um depósito de gasolina suplementar, suspensões Ohlins, escape Akrapovic de colocação lateral tipo mota de Dakar, entre outros aspectos, preferiu tornar a actual ST numa Maxi-Trail mais aventureira e apta a enfrentar os terrenos mais duros.
E, se formos a ver bem, o resultado parece bem conseguido e resulta esteticamente muito bem, não havendo uma perda de identidade com o modelo agora considerado mais “touring”.
A fórmula foi simples, adicionaram-se mais algumas protecções, incluindo mais alguma protecção na protecção do cárter, protecções na zona da transmissão por veio, protecções na zona do travão traseiro, entre outras.

worlcrosser-6.jpg

Alguns plásticos parecem ter sofrido alguma atenção, no sentido de lhes tornar mais estilizados e de acordo com o espírito deste novo modelo e, para marcar ainda mais a diferença, foram colocados um par de pneus cardados, por sinal uns Metzeler Karoo T.

              worlcrosser-5.jpg

              worlcrosser-10.jpg

A decoração está bem conseguida e suficientemente apelativa, onde não faltou decoração nas jantes.
Nas fotos mostradas pela Yamaha, algumas incluem uma ponteira de escape da Akrapovic e faróis auxiliares na dianteira. Contudo, não há confirmação se estes acessórios virão de série ou se serão opcionais.

worlcrosser-2.jpg

worlcrosser-7.jpg

worlcrosser-4.jpg

Pouco mais se sabe sobre a nova WorldCrosser, partindo-se do princípio que em termos técnicos tudo se manterá idêntico à actual versão, isto é, valores de potência e binário e restantes “gadgets” electrónicos.
Pela lógica, as suspensões deveriam apresentar outro nível de preparação, de forma a lidar mais eficazmente com os terrenos para que foi pensada, mas também nada se sabe sobre este campo.

worlcrosser-3.jpg

worlcrosser-8.jpg

Infelizmente, a Yamaha não revelou mais nada, restando esperar por mais informações.
Uma coisa é certa, é ainda no decorrer de 2012 que a WorldCrosser estará disponível nos concessionários, a um preço ainda por definir e disponível em 2 cores, azul e branco.
Portanto, se já gostavam da Super Ténéré 1200, de certeza que a WorldCrosser não lhes vai deixar indiferente :-)

Boas Curvas! :-)
 
 
 
 

Husqvarna MOAB Concept

Desde que pertence ao grupo BMW, a Husqvarna tem mostrado mais vitalidade do que nunca, quer seja pela qualidade dos seus produtos, quer seja pelo espírito inovador que tem apresentado.
Prova disso é a “concept bike” que a Husqvarna mostrou, a MOAB, muito interessante e revivalista :-)

husky-1-1.jpg

husky-1-2.jpg

A MOAB procura recuperar o conceito Scrambler dos anos 60 e 70, mas com um toque de modernidade, sem nunca perder a ligação com o passado, através de um aspecto suficientemente “vintage”.
A fonte de inspiração da MOAB foi a Husqvarna H400, outrora usada pelo famoso Steve McQueen.

husky-1.jpg

husky-1-10.jpg

Para este projecto, a Husqvarna recorreu a um monocilindríco a 4 tempos, de 650 cc, enquanto que na ciclística manteve-se tudo muito simples, mas actual.
Para já, é apenas uma interessante “concept bike”, mas o interesse geral que tem despertado, poderá levar a uma produção em série.

Boas Curvas! :-)

Nova BMW GS em 2013???

Ainda não é oficial, mas já se fala algum tempo que a BMW estará a desenvolver a sucessora da actual R 1200 GS/Adventure, a qual irá estrear o muito “badalado” motor Boxer refrigerado por líquido.
Contudo, algum tempo atrás foram “apanhadas” em estradas públicas, 2 GS com um aspecto diferente das actuais, que levam a acreditar que se tratam de protótipos da nova geração de Maxi-Trails da BMW:

capture.JPG

r-1250-gs-lc-2.jpg

Pelas fotos, dá para perceber que o Boxer possui diferenças para o actual, como por exemplo, a saída dos colectores de escape, situados na parte de baixo dos cilindros, ao invés de saírem pela secção dianteira, como acontece actualmente.
Além disso, diz-se que o Boxer verá a sua capacidade aumentada, não só em termos de cilindrada, mas também em termos de potência.
Ficam as dúvidas no ar, será o Boxer realmente refrigerado a líquido? Terá 1250, 1300 cc?

r-1250-gs-lc-4.jpg

Em termos estéticos, este suposto protótipo possui uma imagem na linha daquilo que a BMW nos habituou nas GS, apesar de algumas diferenças, mas sem recorrerem a cortes radicais com as anteriores linhas.
Pouco mais se sabe acerca das possíveis novas GS, mas tendo em conta que se trata de um dos modelos mais importantes e emblemáticos da marca Bávara e com números de vendas verdadeiramente assinaláveis, a BMW terá que se empenhar e ter muita atenção com a nova geração de GS, pois as expectativas à volta deste modelo são sempre muito elevadas.
2012 ainda agora começou, mas a BMW já está a preparar 2013 ;-)

Boas Curvas! :-)

Kawasaki Versys 1000 - Novidade 2012

Após o sucesso em alguns mercados da Kawasaki Versys 650, eis que a marca de Akashi apresenta a versão “maior”, a Versys 1000 :-)

versys-1000-4.jpg

versys-1000-2.jpg

Esta nova Kawasaki marca a entrada do constructor japonês no mercado das Maxi-Trail, com um produto inteiramente concebido pela marca, visto que a anterior KLV 1000 não passava de uma Suzuki V-Strom 1000 “disfarçada” de Kawasaki, fruto da extinta pareceria entre estes dois constructores.
Assim, a Kawasaki pretende brindar todos os amantes da marca e das Maxi-Trail, com um novo produto e que reflecte a interpretação da marca deste segmento, o qual, cada vez mais, se afasta do conceito original Trail.
Temos à disposição uma Versys que lembra um pouco a versão 650, mas um pouco mais refinada e musculada, onde impera um motor de 4 cilindros em linha, 16 válvulas, refrigerado por líquido, 6 velocidades  e de injecção electrónica. Um motor já conhecido e usado na Naked Z 1000.

versys-1000-5.jpg

versys-1000-3.jpg

Portanto, estamos na presença de um motor pouco habitual neste segmento, mas que será, de certeza, um bom exemplo d suavidade e elasticidade.
São 118 cv às 9,000 rpm e 102 Nm às 7,700 rpm, assistidos por um sistem de controlo de tracção de 3 níveis, que deverão ser mais que suficientes para uma utilização diária, ou mesmo turística. Diferentes mapas (2 mapas) de injecção electrónica incluídos. 
Por falar em utilização turística, esta Kawasaki vai de encontro aos amantes das viagens, tendo como argumentos o já referido motor, assim como um conforto num bom nível, pois os asssentos, posição de condução e ecrã regulável denunciam tais pretensões.
Além disso, a Versys possui um vasto catálogo de acessórios que permitem torná-la ainda mais turísticas, como malas laterais, top case, ecrã de maiores dimensões, entre outros.

versys-1000.jpg

No entanto, esta também será uma excelente opção para aqueles que pretendem uma mota divertida e fácil, pois o tipo de pneus, aliados a um par de jantes 17, permitem este tipo de utilização.

versys-1000-1.jpg

Em termos ciclísticos, a Kawasaki apresentou igualmente soluções actuais, como um quadro do tipo “twin-tube” em alumínio, suspensão dianteira invertida de 43 mm, com possibilidade de ajuste, suspensão traseira igualmente ajustável, discos de travão em pétala de 300 mm na dianteira e 250 mm na traseira, incluindo ABS, e braço oscilante em alumínio.
Infelizmente, a transmissão secundária está a cargo de um sistema convencional de corrente. Numa mota deste tipo e com aspirações turísticas, um sistema por veio não tinha sido descabído…
O painél de instrumentos é agradável, e possui muita informação:

versys-1000-6.jpg

Referência ainda para os 21 litros de capacidade do depósito de combustível e os 239 kgs de peso (a seco, penso eu).
Em suma, esta Versys 1000 assume-se como uma opção a ter em conta no segmento das Maxi-Trail, apresentando argumentos muito interessantes e que fazem dela uma excelente estradista.
Mas penso que será pouco correcto colocar-lhe no segmento em questão, dadas as características puramente estradistas.
Será que já não está na hora de nascer um segmento designado de Maxi-Tourer?
Bem, já existem motas para este possível novo segmento, só falta definirem o mesmo ;-)

Mais informações: http://www.kawasaki.eu/Versys1000

Boas Curvas! :-)

PS: Pode ser impressão minha, mas a secção traseira lembra-me a Yamaha TDM 900

KTM DUKE 690 - Novidade 2012

A KTM apresentou no EICMA - Salão de Milão, a nova DUKE 690 :-)

ktm-duke-690-2012-01_jpg_630.jpg

    ktm-duke-690-2012-19_jpg_630.jpg

    ktm-duke-690-2012-16_jpg_630.jpg

Para 2012, a KTM achou que seria melhor renovar a mais pequena das Duke e enveredou por um caminho menos radical, ou seja, apresentou uma Duke com uma imagem que se aproxima mais de uma Naked e se afasta mais do conceito anterior, ou seja, Supermoto.
Além disso, tornou a Duke mais acessível a todos, baixando um pouco a distância do assento ao solo (agora 835 mm), já que a versão anterior, era um pouco mais radical neste campo.

ktm-duke-690-2012-28_jpg_630.jpg

Esteticamente, o conceito foi suavizado, ou seja, as linhas são menos redicais e irreverentes, apesar da zona do depósito de gasolina denunciar formas mais estilizadas.

         ktm-duke-690-2012-26_jpg_630.jpg

A secção traseira também mudou por completo, e acompanha a nova tendência desta Duke, ou seja, mais estilo Naked. Aliás, no site oficial da KTM, a Duke está catalogada como Naked.
No entanto, penso que a KTM foi pouco arrojada neste campo, pois as formas e soluções encontradas são um pouco conservadoras, tendo em conta o ADN da marca.
A ponteira de escape abandona a posição debaixo do motor e passa a estar colocada na lateral da mota. Solução algo convencional…

ktm-duke-690-2012-25_jpg_630.jpg

A instrumentação mantém o formato já conhecido, continuando a faltar o indicador de nível de combustível.

      ktm-duke-690-2012-20_jpg_630.jpg

Em termos ciclísticos, a KTM continua a apostar num quadro tipo treliça, responsável por uma excelente maneabilidade e precisão.
A opção pela cor laranja no quadro revela-se acertada, além de visualmente bonita.

ktm-duke-690-2012-24_jpg_630.jpg

As suspensões continuam a cargo da WP, exemplos de bom funcionamento e eficácia.
Os travões são, naturalmente, da Brembo, imperando na dianteira um único disco de travão, de 320 mm, mas assistido por pinças de montagem radial. Na traseira, um disco de 240 mm.

ktm-duke-690-2012-18_jpg_630.jpg

Destaque ainda para as bonitas jantes de 5 raios, bem como o bem dimensionado braço oscilante em alumínio.
Quanto ao “coração” da máquina, mantém-se o comprovado monocilindríco a 4 tempos, de 690 cc, refrigeração líquida, injecção electrónica e caixa de 6 velocidades, assistida por uma embraiagem APTC deslizante.
A potência subiu para uns expressivos 70 cv, tornando o LC4 no monocilindríco de série mais potente de sempre.
No mínimo impressionante! :-)

          ktm-duke-690-2012-21_jpg_630.jpg

Portanto, continuamos a ter à nossa disposição motor mais que suficiente para provocar sensações muito fortes, que aliado à excelente ciclística que a KTM habitualmente disponibiliza, deverão tornar a nova Duke numa mota muito agradável de conduzir numa estrada de montanha.

ktm-duke-690-2012-02_jpg_630.jpg

O peso a seco situa-se aproximadamente na casa dos 150 kgs.

ktm-duke-690-2012-07_jpg_630.jpg

Com esta renovação, a KTM pretende não só apresentar um produto com a imagem renovada, mas também tornar o produto mais abrangente e universal, que não deixa de ser legítimo e acertado, mas, convenhamos que, podiam ter sido um pouco mais irreverentes e radicais nas suas intenções.
Contudo, não deixa de ser uma máquina interessante ;-)

Mais informações em: http://www.ktm.com/pt/ready-to-race.html

Boas Curvas!

Honda Crosstourer 1200 - Novidade 2012

A tão aguardada nova Maxi-Trail da Honda já foi apresentada, a Crosstourer 1200 :-)

cross-tourer-8.jpg

cross-tourer.jpg

Uma vez mais, muito se esperava do maior constructor nipónico, tendo em conta a evolução deste segmento, que tantas novidades tem conhecido.
Pois bem, a Honda pegou no protótipo Crosstourer que tinha apresentado no Salão de Milão em 2010 e apenas efectuou algumas alterações relativamente a este, apresentado uma mota que segue a tendência actual das Maxi-Trail, ou seja, mais vocacionada para o asfalto, mas com a possibilidade de algumas incursões fora de estrada “soft”.
Na prática, temos à disposição uma Maxi-Trail com grandes capacidades para viajar confortavelmente.

cross-tourer-1.jpg

cross-tourer-2.jpg

Em termos técnicos, a Honda seguiu aquilo que já tinha mostrado no seu protótipo, ou seja, dotou a Crosstourer com um motor V4, oriundo da sua sport tourer VFR 1200 F, mas devidamente adaptado à utilização pretendida.
Temos à disposição um motor moderno, com 1237 cc, injecção electrónica, refirgerado por líquido e com 129 cv (a confirmar). Tendo em conta tratar-se de um 4 cilindros em “V”, espera-se um bom equilíbrio de funcionamento, a par de uma boa suavidade e binário.
Fala-se que haverá uma versão com o sistema DCT, já estreado na VFR 1200 F, ou seja, de dupla embraiagem, que permitirá passagens de caixa automáticas.

cross-tourer-6.jpg

Na ciclística, a Honda optou por um quadro dupla trave em alumínio, uma suspensão invertida na dianteira, sistema de travagem com ABS e possívelmente com o já conhecido sistema de travagem combinada da Honda, o Dual CBS.
A transmissão final, ficou a cargo de um sistema por veio, através de um sempre espectacular mono-braço oscilante em alumínio. Um sistema sempre muito fiável, de baixa manutenção e mais prático/cómodo na hora de fazer muitos kms. Além disso, os grandes nomes deste segmento já tornaram este sistema de transmissão quase obrigatório.
Na minha opinião, nota positiva para o tipo de jantes escolhidas, ou seja, de raios e “tubeless”, as quais conferem um visual mais agradável e mais aventureiro. Além disso, são uma mais valia na capacidade de absorção de impactos ou numa utilização fora de estrada.

           cross-tourer-7.jpg

O painél de instrumentos é moderno e segue a tendência de outros modelos recentes da Honda, disponibilizando muita informação. Também temos disponível uma tomada de 12 v, indispensável numa mota com pretensões turíticas, como por exemplo para ligar o GPS.

cross-tourer-5.jpg

Em termos estéticos, na minha opinião, não se pode dizer que se trata de uma revolução ou uma mota de grande beleza. Parece-me que a secção traseira (metade da mota para trás) foi a menos bem conseguida, e até lembra outros modelos da concorrência.
Contudo, gosto do desenho da secção dianteira, moderna e dentro das actuais linhas da Honda. A Crosstourer também transmite a sensação de que oferecerá uma boa protecção aerodinâmica, pois a combinação do depósito, carangens laterais e secção dianteira transmitem esta ideia.
O ecrã dianteiro é regulável em altura.

cross-tourer-4.jpg

Como habitual neste tipo de motas, haverão muitos acessórios disponíveis, que a tornarão ainda mais apta a viajar, como malas laterais e top case, protecções laterais (crash-bars) das carenagens, punhos aquecidos, luzes auxiliares, ecrã de maiores dimensões, entre outros.

cross-tourer-3.jpg

Quanto ao peso, apesar de ainda por confirmar, fala-se em 275 kgs de peso a cheio, constituindo uma cifra algo elevada.
Para já, as informações acerca da Crosstourer 1200 são escassas, carecendo ainda de mais divulgação e de confirmação de alguns dados.
No entanto, saúda-se a vinda de mais um modelo para o muito competitivo e popular segmento das Maxi-Trail, aumentando ainda mais a oferta e diversidade neste segmento.
É certo que para os mais aventureiros, esta não era a proposta que esperavam da Honda, dado o saudosísmo deixado pela Africa Twin, mas será uma excelente substituda da Varadero e uma concorrente à altura da Yamaha XT-Z 1200 Super Ténéré, da BMW R 1200 GS ou mesmo da nova Triumph Tger 1200 Explorer.
A grande novidade, e que certamente deixa muita curiosidade, será o seu motor V4, que tão boas críticas recebeu na VFR 1200 F.

Boas Curvas! :-)