"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts da categoria 'Equipamento'

Mais um “brinquedo” para os passeios

Alguns dias atrás adquiri através do ebay mais um “brinquedo” novo para os passeios de mota e não só, uma máquina fotográfica à prova de aventura, uma GOPRO :-)

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A GOPRO é, actualmente, a máquina fotográfica da moda no que respeita a um uso mais aventureiro, ou seja, em ambientes “outdoor” e de pura aventura, onde é possível fotografar e filmar sem qualquer preocupação com água, pó e quedas/choques, pois é resistente a tudo isto.
Além disso, pode ser usada como uma máquina fotgráfica normal :-)
Contudo, existem vários modelos da GOPRO, incluindo o novíssimo modelo que filma em alta definição (HD) e “wide screen”, a HERO 5 HD, e a versão abaixo, a HERO 5 WIDE, que não filma em alta definição, mas filma em “wide screen” e com uma qualidade de filmagem muito boa.
No meu caso, optei pela versão normal, a HERO 5 WIDE, a qual estava a um preço irrecusável no ebay :-)
Apesar de não ser HD, já tinha visto uns vídeos que me deixaram satisfeito e, caso se justifique mais tarde, faço o “upgrade” para a HD ou alguma outra versão mais elaborada que possa sair.
O pacote que optei, o “MOTORSPORTS HERO 5″, vem com várias possibilidades de encaixe/afixar na mota ou capacete (ou automóvel/outros), que poderão proporcionar filmagens ou fotos muito interessantes.
Inclui cabo de transferência de dados, caixa estanque e à prova de água e uma sistema de ventosa muito útil para superfícies mais planas:

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Fora da caixa estanque, esta máquina é muito, mesmo muito pequena, ou seja, são 4.45 cm x 5.84 cm x 3.18 cm:

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Quanto às especificações:
Resolução:
5 megapixéis (foto 2592×1944, video 512×384)
Formato Vídeo: MJPEG, 30 fps, ficheiro .AVI
Ópticas: Lente de vidro, abertura f/2.8 com grande angular de 170º
Modos: video, foto standard, foto cada 2 ou 5 segundos, 3x foto burst sequence, temporizador, rotação 180º foto/vídeo
Controlo da exposição: auto
Balanço de brancos: auto
Temporizador: 10 segundos
Microfone: Integrado com nível de gravação regulável
Formato Áudio: 8kHz, mono
Memória: 16 MB interna, expansível até 2GB com cartão SD (não incluído), expansível até 4GB com cartão SDHC (não incluído)
Capacidade: 56 minutos de video (incl. audio) ou 1,945 fotografias com cartão SD de 2GB (opcional). 1 hora e 52 minutos de video (incl. audio) com cartão SD opcional de 4G.
Fonte de alimentação: 2x pilhas tamanho AAA (não incluídas), pilhas de lítio altamente recomendadas. 3 horas de gravação video com lítio, 2 horas com NiMH
Compatibilidade: PC Windows ME, 2000, XP, e Vista; Mac OS X 10.2 ou mais recente
Estanquecidade: À prova de água até 30 metros
Dimensões: 4,45cm x 5,84cm x 3,18cm (AxLxC)
Peso: 139 g

Como podem ver, esta máquina possui características técnicas que farão toda a diferença nos passeios de mota “on” ou “off-road” :-)
Esta manhã fiz um pequeno teste em termos de fotos, em andamento e parado e, como podem verificar, a lente “wide” permite captar toda a envolvência de onde nos encontramos:

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O braço parece enorme :-)

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Parece que está a uma grande distância, mas na realidade a distância é muito curta, apenas a sua óptica e abertura permite apanhar tudo isto, até faz impressão ;-)

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Hehehe…, grandes dois… ;-)

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Em andamento as fotos são sempre interessantes, especialmente a curvar :-)

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De salientar que o modo de fotografia a cada 2 ou 5 segundos é um muito útil, permitindo captar muitas fotos, as quais permitem fazer um vídeo com fotos sequenciais ou mesmo captar aquela foto em que não é possível parar a mota e fotografar.
Imaginem este modo de fotografia numa situação de muita aventura ou adrenalina, tipo um passeio fora de estrada num trilho muito sinuoso, com saltos, paisagem, etc???
Vai ser um espectáculo! :-)

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Agora falta fazer uns vídeos e testar muito, até a técnica de filmar e fotografar com a GOPRO ficar apurada.
Uma coisa é certa, a GOPRO é um investimento seguro, eficaz e muito fácil de trabalhar, VALE A PENA!
Podem aquirir esta máquina no ebay, em http://cgi.ebay.co.uk/ws/eBayISAPI.dll?ViewItem&item=230483073878
ou então na Espaços Sonoros em http://www.espsonoros.com/
ou visitem a página da GOPRO em http://www.goprocamera.com/

Boas Curvas! :-)

POWER WEAR

Alguns dias atrás tive uma surpresa muito agradável e recebi 2 acessórios “POWER WEAR” da KTM, uma mochila e uns chinelos tipo havaianas :-)
Começando pela mochila, a mochila que recebi da KTM é uma daquelas mochilas multifunções, ou seja, dá para transportar desde um PC portátil, documentos, roupa, etc, dá para tudo.
A mochila foi concebida pela OGIO exclusivamente para a KTM e, como não podia deixar de ser, as cores e decoração são típicas da marca laranja:

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Veio mesmo a calhar, porque a mochila anterior sofreu um pequeno contacto com a roda traseira da minha LC8 e ficou mal tratada…
Quanto aos chinelos, são definitivamente muito interessantes e com alguma imaginação à mistura, pois além de combinar a típica cor laranja e logótipo KTM, vem com a inscrição “BRAKE” no chinelo do pé direito e “GEAR” no chinelo do pé esquerdo :-)

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Com estes chinelos é impossível trocar a funcionalidade de cada pedal ;-)
Enfim, 2 acessórios muito úteis para o dia-a-dia, cheios de imaginação e com uma imagem muito bem conseguida, inspirada e embebida do espírito “READY TO RACE”.
O meu agradecimento muito especial à pessoa que me ofereceu estes acessórios :-)
Poderão encontrar estes e mais acessórios em http://www.ktm.at/ , ou num concessionário oficial da KTM, como a SRMOTO em São Miguel.

Boas Curvas! :-)

Equipamento novo…, BORA LÁ ESTREAR!!!

Este Sábado acordei com uma vontade tremenda de, finalmente, comprar umas botas e calças decentes para os passeios fora de estrada.
O equipamento que andava a usar da cintura para baixo, nomeadamente as calças e botas, eram oriundos da estrada, sendo, naturalmente, limitados e inadequados para estes passeios mais aventureiros.
Saí de casa e parei no concessionário Honda local, a Equipo, onde me apaixonei de imediato por umas calças Acerbis Baggy Moto Korp, bem como umas botas da mesma marca, as Graffiti:

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As botas apesar do seu aspecto algo irreverente e até estranho, são muito bonitas ao vivo :-)

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Após uma breve conversa com o funcionário, o mesmo apresentou-me um preço irrecusável pelos 2 artigos e sem pensar em mais nada, comprei-os de imediato :-)
O meu OBRIGADO à Equipo pelo excelente preço :-)
Claro que a vontade de estrear este material era muita e decidi aproveitar o excelente dia de sol que estava para testar os novos artigos.
Como nunca tinha tido umas botas 100% TT, estranhei de imediato as mesmas, dado que se perde muita sensibilidade e o tacto torna-se estranho.
Apercebi-me de imediato que tinha que haver uma adaptação ao “feeling” deste tipo de botas e não convinha fazer um passeio por percursos muito díficeis, de forma a poder adaptar-me às mesmas, sem pressas ou incidentes.
Resumindo, parti para as Sete Cidades, para efectuar os trilhos que vão desde as freguesias deta zona até às Sete Cidades, os quais são trilhos simples, acessíveis e com algum estradão.
Nos primeiros kms, foi tudo muito estranho, quase não sentia o pedal do travão traseiro e, muitas vezes, ou travava a menos ou travava a mais.
O pedal das mudanças também passou a ser um estranho, ou seja, estava numa posição muito baixa para este tipo de botas e andava a falhar o engrenamento de mudanças várias vezes.
Em suma, os primeiros trilhos estavam a ser desastrosos, com muitos erros de pilotagem. Eu parecia pior do que alguém que vai para o fora de estrada pela primeira vez…
Tive que parar nos, no miradouro da Ferraria, para me recompor e esquecer os primeiros kms, os quais foram um autentico martírio :-(

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Verifiquei que as obras de reabilitação da zona balnear termal da Ferraria encontram-se em bom ritmo e já se nota que as mesmas poderão estar a terminar:

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Recomposto, voltei aos trilhos, com um piso super seco e solto:

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Cada vez que olhava para baixo, sentia-me estranho, pois usar botas de TT era um mundo novo para mim e que estava a ser de díficil adaptação.

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Contudo, com o passar dos kms as coisas começaram a melhorar e, progressivamente, comecei a habituar-me ao “feeling” das botas e a conseguir tirar mais partido das mesmas, apesar das mesmas ainda estarem a condicionar muito a minha condução.
Mas a coisa estava a melhorar :-)
Os ilhéus dos Mosteiros ao longe:

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O dia estava magnífico, ou seja, não estava excessivamente quente e para qualquer lado que fossemos não havia qualquer nebulosidade.

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Quanto às calças da Acerbis, as mesmas assentaram que nem uma luva e estavam a cumprir bem com o seu papel, permitindo muita liberdade de movimentos, quer fossemos de pé ou sentados.
Mesmo com as joeilheiras por baixo, não havia qualquer incómodo.
Boa compra!
Continuei a subir em direcção às Sete Cidades, sempre num piso muito seco e solto.
Estava a ser um gozo atravessar a traseira da LC8 em aceleração :-)

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No entanto, achei que estava na gora de ajustar o pedal da caixa de velocidades, dado que quando conduzia de pé estava a sentir muitas dificuldades em passar de caixa e tinha que baixar muito o pé para o fazer.
Sentado disfarçava, mas de pé não e a condução estava a sair prejudicada…

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Depois de ajustar o pedal, entrei nas Cumeeiras:

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Uma vez mais o deslumbramento total…

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Em dias de sol, as Sete Cidades são qualquer coisa de fantástico e vistas das Cumeeiras, ainda melhor! :-)

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Que coisa mais linda!!! :-)

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Bem, quando estamos nas Cumeeiras e olhamos no horizonte e percebemos que temos pela frente um belíssimo trilho de montanha, só apetece “disparar” em ritmo contra-relógio :-)

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E foi exactamente isso que fiz, ou seja, fiz o restante percurso em ritmo de corrida, onde tudo me corria bem, desde o curvar, travar ou mesmo controlar a mota nas zonas mais irregulares.
Sem dar por nada, a sensação de estranho que as botas me causavam já tinha praticamente desaparecido e eu estava a curtir os trilhos e a mota sem que as botas me incomodassem.
Houve uma ou outra situação que falhei a passagem de caixa ou travagem, mas já estava a ser menos frequente.
Já estava a gostar mais das botas :-)
Paragem no miradouro Vista do Rei:

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O entusiasmo era tanto que quase não parei e decidi fazer as Cumeeiras no sentido inverso, mas com um objectivo, tentar ser um pouco mais rápido.
Claro que ia ser díficil, especialmente com paisagens destas pelo caminho:

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Mas consegui ser mais rápido que a primeira passagem e até fiquei surpreendido comigo mesmo, visto que nunca pensei andar de forma tão “diabólica” nas Cumeeiras como andei neste dia.
É a LC8, faz-nos parecer o Meoni por breves momentos… ;-)
E seguiram-se mais alguns trilhos, um pouco mais lentos:

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Também atravessei o percurso que serve de acesso ao caminho dos 3 kms, de forma a poder disfrutar do piso arenoso que lá existe.
Adorei!!!

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Seguiu-se as Cumeeiras de cima, em direcção à freguesia da Covoada, onde as paisagens continuaram a ser de cortar a respiração:

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Algumas partes do percurso apresentavam sinais de derrocada, havia que ter cuidado…

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Palavras para quê???

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De salientar que por esta altura as botas já quase não incomodavam, apesar de lá de vez enquando cometer alguns erros…

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Passagem pela Covoada:

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De regresso a Ponta Delgada através da freguesia da Covoada, parei na zona do cascalheiro, onde me diverti um pouco com o piso mole dos percursos existentes neste pequeno “playground”.

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Hehehe…, quando os nossos passeios não têm água, até estranhamos ;-)

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Para terminar o dia em grande, passagem pela Rocha da Relva, para assistir a um lindo por do sol:

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O passeio não podia ter terminado de forma melhor! :-)
Foi um passeio muito agradável e que me ajudou muito na adaptação às botas de TT.
Nunca pensei que fosse sentir tantas dificuldades a adaptar-me a este tipo de botas…
Contudo, reconheço as vantagens em termos de funcionalidade e segurança e as mesmas são para continuar a usar, sem dúvida!
Quanto às calças, um espectáculo!

Boas Curvas! :-)

Este já era….

Pouco tempo após ter adquirido a KTM LC8 950 ADVENTURE, substituí os pneus de série, uns competentes Pirelli Scorpion, por uns de vocação “off-road”, os Metzeler Karoo.
Dado que alguns dos objectivos para esta mota passavam por uns passeios de carácter mais aventureiro, onde a componente TT assume um papél preponderante, os Metzeler Karoo eram os mais indicados, permitindo um uso mais de acordo com as minhas pretensões.
Contudo, o pneu traseiro já era :-) , ou seja, já teve que ser trocado, pois o seu estado de uso já não permitia grandes aventuras, especialmente com a segurança desejada:

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Em termos de uso, este pneu fez qualquer coisa como 2500 kms, tendo sido alvo de um uso total, ou seja, fou usado, naturalmente nos passeios fora de estrada, foi usado nas minhas deslocações diárias, onde o asfalto assume o papél principal e até em passeios só pelo asfalto.
Digamos que foi no asfalto onde ele sofreu mais, dado que não é o seu terreno de eleição-
Contudo, houve muitas vezes contenção com o acelerador, de forma a poupar mais este pneu, mas no geral, fez de tudo e durou o expectável, tendo em conta que teve que suportar os abusos que um motor de 98 cv transmite.
Não é fácil…

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Que mais posso dizer sobre este pneu???
Bem, de destacar as medidas disponibilizadas pela Metzeler neste modelo em particular, permitindo-me continuar com as medida de séries, ou seja, 150/70-18 e 90/90-21.
No mercado não existem muitas marcas de pneus a fornecerem estas medidas, especialmente na traseira, dado que a medida da jante é típicamente a medida de uma jante de Enduro, onde na maior parte dos casos apenas se consegue ir até ao 140 de largura.
Neste aspecto, a alternativa são os Continental TKC 80, mas estes pecam por serem muito caros e serem um pneu cardado mais pensado para ter um desempenho agradável na estrada e satisfatório na terra. É o pneu de eleição de muitos adeptos do MotoTurismo de aventura.
Mas devido a curcunstâncias geográficas da ilha, não vale a pena investir nos Continental, dado que o que me interessa é um pneu eficaz em terra, capaz de aguentar todos os abusos, com boa capacidade de tracção, bom desempenho nos diversos tipos de terrenos no fora de estrada e seguros.
Nisso, estes Metzeler são muito bons! :-)
Perante a satisfação do primeiro par, não hesitei em continuar com os mesmos :-)

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Apesar de ser um pneu com um carácter “off-road” muito vincado, também consegue boas prestações no asfalto, apesar de algumas limitações naturais, claro!
No asfalto, consegue aguentar os abusos até um determinado ponto, onde apenas há que ter atenção às acelerações bruscas à saída de curvas, de forma a que a traseira não escape em demasia.
Também convém ter atenção nas inserções em curva, pois não podemos nos esquecer que se tratam de “tacos” e que os mesmos sobre forte pressão podem ceder e dobrarem-se e provocar instabilidade ou reacções estranhas
No molhado, há que ter a mesma atenção que temos com um pneu “normal”, dado que a aderência será sempre menor.
Mas no fora de estrada, este pneu é soberbo! :-)

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Podemos acelerar com confiança, travar com segurança e até níveis para lá do normal, tem uma excelente capacidade de leitura do terreno, fornece uma boa capacidade de tracção e não se dá nada mal em pisos mais enlameados.
Um pneu maravilhoso, que me tem permitido abusar da minha KTM sem qualquer receio ou insegurança e cuja durabilidade não pode ser considerada negativa, tendo em conta o uso a que está sujeito.
Mesmo no asfalto, tem cumprido com tudo, embora nos obrigue a adoptar outro estilo de condução.
Mas há que ter atenção a um aspecto, o à vontade na condução no asfalto com uns pneus cardados depende muito de Motociclista para Motociclista, não se pode afirmar que é melhor ou pior, tudo depende da experiência de cada um e da capacidade de se adaptarem ao “feeling” deste tipo de pneus.
Também não estou a querer afirmar que são bons no asfalto, apenas poderão ser considerados satisfatórios dependendo da experiência de cada um.
Uma coisa é certa, já me habituei de tal forma a este tipo de pneus, que seja na terra ou no asfalto, uso-os sem qualquer problema ou receios e consigo tirar partido deles em ambos os terrenos. Uma questão de hábito!
Resumindo, uma excelente opção e que continuará a “calçar” a minha KTM :-)
Poderão adquirir estes pneus na SRMOTO, na zona indústrial dos Valados, os quais são propostos a um preço interessante.
Mais informações em: http://www.metzelermoto.com/web/banner.page

Boas Curvas!

AXO AIR CAGE

Já algum tempo que pretendia adquirir um colete “full protection” para usar nos passeios fora de estrada, de forma a elevar o grau de protecção durante os passeios.
O colete que pretendia não é mais do que o modelo de coletes usados no Todo o Terreno ou Enduro, os quais oferecem protecções em várias zonas de grande importância e que normalmente são passíveis de sofrer danos em caso de queda/acidente.
Claro que não ando de mota a pensar que vou cair e que me posso magoar, mas é sempre uma possibilidade, especialmente quando se circula no fora de estrada.
Por isso, tempo de investir em mais alguma protecção :-)
Após uma análise de vários modelos e marcas existentes no mercado Micaelense, optei inicialmente pela marca DRENALINE, devido à boa relação preço/qualidade.
Contudo, levei umas semanas sem dar o passo para a compra e devido a circunstâncias do momento, ou seja, devido a uma campanha promocional da Carreiro & Comp., Lda, acabei por optar por outra marca, a AXO, modelo AIR CAGE:

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Desde o 1º dia que o vesti fiquei apaixonado pelo mesmo, dado que se encaixava muito bem na minha estrutura física, permitindo uma liberdade de movimentos normal.
Contudo, este colete era um pouco caro, quase 200 euros, o que me deixava um pouco apreensivo, quando mesmo ao lado havia o Drenaline a um preço muito mais emn conta.
Mas devido à já referenciada promoção, o colete ficou em pouco mais de 130 euros e esta era uma oportunidade a não perder :-)
Assim sendo, o mesmo já cá canta, assenta-me que nem uma luva e possui as tão desejadas protecções, como peitoral:

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Coluna e região lombar, a qual fica justa à cintura através de uma cinta com velcro:

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Ombros, cotovelo e ante-braço:

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O colete sem si é uma estrutura construída em nylon HT (não sei o que querem dizer com o HT), a qual segura/prende todas as protecções existentes e assegura que toda a estrutura possua um baixo peso.

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Possui vários tipos de ajuste em várias zonas, os quais são fáceis de operar, de forma a moldar o colete de forma mais eficaz à anatomia de cada um.

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O facto do seu tecido assumir uma forma de rede, favorece o arejamento do corpo :-)

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De salientar que este tipo de coletes não permite que se vista por baixo roupa com tecidos com muito volume, o ideal será usar uma t-shirt ou sweat-shirt e vestir um blusão por cima do colete.
Na minha opinião, este foi um bom investimento no campo da protecção e espero não ter que testar a eficácia deste colete.
Para já, adorei:

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Já pareço o Robocop ou qualquer coisa do género ;-)

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Mais informações ou acessórios da AXO em: http://www.axo.com/

Boas Curvas! :-)


 

SHOEI XR - 1100

A reputada marca Japonesa de capacetes, a SHOEI, já apresentou o sucessor do seu popular XR - 1000 e que promete ser um caso sério de popularidade, o XR - 1100:

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Na minha opinião, só existe um adjectivo para classificar este capacete, especialmente o seu aspecto, ESPECTACULAR!

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O XR - 1100 apresenta argumentos muito actuais e capazes de convencer qualquer um, começando pela sua aerodinâmica, a qual dizem ser mais eficiente, bem como os materiais empregues na sua construcção, que são, como de costume, de grande qualidade.
Outro aspecto positivo, é a sua viseira, a qual possui um sistema de anti-embaciamento, através da dupla viseira e seu sistema de “pinlock”.
Ainda na viseira, a mesma possui um sistema de desmontagem e montagem simples e eficaz, não havendo tampas laterais para complicar o processo.

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Os interiores são de grande qualidade e conforto, em que se verifica a aplicação de materiais anti-transpirantes, anti-alérgicos, laváveis, etc, etc, para além de serem amovíveis.
De referir que a SHOEI trabalhou no melhoramento da insonorização, dado que o antecessor era muito criticado neste aspecto

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Nota final para o sistema de ventilação, o qual foi melhorado e proporciona condições de ventilação superiores ao seu antecessor. Este sistema de ventilação é feito através das bonitas entradas de ar situadas na sua colota, as quais também estão estrategicamente colocadas.
Por fim, este capacete estrá disponível em 4 tamanhos diferentes, que vão desde o XXS ao XXL.
Mais informações em: http://www.shoei-helmets.com/

Boas Curvas! :-)
 

NAU N350 HEXXA

Desde que tenho a Yamaha Drag Star 650 Classic na garagem, tenho feito alguns passeios de curta/média distância, essencialmente com intuito de descontrair um pouco, a baixa velocidade e sentir o ar a bater na cara.
Estes passeios têm sido agradáveis e nem mesmo um capacete de acordo com o espírito das Choppers faltou, um capacete tipo “penico”, com formato de capacete da 2ª Guerra Mundial das tropas Alemães.
Mas havia um pequeno problema, este tipo de capacete não se encontra homolgado para uso em motas de cilindrada superior a 50 cc. Aliás, o próprio capacete é considerado pela marca que o comercializa, a Red Bike, como capacete de colecção.
Por tanto, estava a arriscar-me a pagar uma multa, que, segundo consta, são 120 euros. Este dinheiro já dá para encher o depósito da Star umas quantas vezes e fazer uns quantos passeios…
Decidi que já era tempo de mudar este cenário e, após uma procura nas casas da especialidade existentes na ilha, a NAU foi a marca que tinha a proposta mais de acordo com as minhas expectativas e exigências, com o modelo N350 HEXXA:

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Calma, não é um capacete de aviador, mas a inspiração parece ter sida retirada deste :-)
O capacete que melhor assenta numa Chopper, homolgado (claro) é, sem dúvida, um capacete do tipo “jet” ou semelhante e, após a tal procura, a Equipo Honda tinha na NAU a proposta mais em conta.

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Os argumentos deste capacete são simples, mas mais que suficientes  para me convencer. Um capacete com um visual e estética muito agradável, uma viseira muito útil, especialmente em estrada aberta, boa qualidade de construcção, que vai desde o seu casco termoplástico aos interiores amovíveis, laváveis, anti-alérgicos e anti-transpirantes, passando pela viseira com tratamento anti-risco.
Que mais podia pedir por um preço de 69,75 euros (preço com desconto)?  :-)

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Um preço muito bom, tendo em conta tudo o que oferece e, mais importante, um produto “made in Portugal”, que é sinónimo de qualidade, ao contrário daquilo que muitos poderão pensar.

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Mas faltava uma coisa, colocá-lo na cabeça e verificar se realmente o seu conforto era bom, porque já tinha experimentado alguns “jet” de marcas com muita reputação e o seu conforto e encaixe na cabeça (pelo menos na minha), era esquisito e desconfortável.
Após colocá-lo na cabeça, fiquei agradávelmente surpreendido com o seu conforto, apesar de não ser referencial, mas ao menos o encaixe na cabeça não era estranho, sendo muito natural.
O interior:

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Os materiais de que são feitos o interior pareceram-me de boa qualidade, onde não falta mesmo um pequeno prolongamento do interior, para proporcionar mais algum conforto extra:

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O fecho do capacete é feito através de um sistema de encaixe rápido, sendo muito rápido e intuitivo de operar:

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Outro pormenor importante, o peso, que neste modelo fica-se pelas 1100 gramas, as quais parecem ser menos, tal a sensação de leveza que este capacete transmite.
O sistema que prende a viseira é de boa qualidade, com o parafuso central a ser construído num metal de boa resistência. Apenas a parte que segura a viseira é que podia ser construída num material mais resistente, dado que é construída em plástico. Mas só o tempo dirá a resistência deste sistema.

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Um aspecto que achei de bom gosto foi o acabamento existente a contornar o capacete, em pele, transmitindo uma imagem de qualidade e atenção aos pormenores:

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Por fim, faltava o teste dinâmico:

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Fui dar uma volta até Ponta Delgada e depois até Vila Franca do Campo, de forma a testar o comportamento deste capacete na “vida real”.
Bem, não fiquei desiludido! :-)
O capacete é realmente confortável e agradou-me num aspecto muito importante, a insonorização. Apesar de não ter a insonorização de um capacete integral, a mesma encontra-se a um bom nível neste “jet”, abafando na quantidade suficiente o ruído exterior, especialmente o troar vindo dos “Silver Tail Pipes”, o qual pode ser incómodo ao fim de alguns kms.
Quanto à viseira, na prática é funcional e oferece uma boa protecção para metade da face. No entanto, esta viseira deveria possuir uma patilha, ou outro sistema qualquer, que facilitasse a operação de deslizar para baixo ou para cima. Mas esta não é uma característica que manche a qualidade geral deste produto.
Resumindo, uma boa proposta da NAU, quer na qualidade, quer no preço :-)

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Se querem um “jet”, não deixem de dar uma vista de olhos no N350 HEXXA nas instalações do stand Equipo Honda, no Caminho Pico do Funcho, Armazém 14, ou dêm uma vista de olhos em: http://www.nau-helmets.com/

Boas Curvas! :-)