"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts da categoria 'Enduro/TT nos Açores'

Circuito TT Grupo Marques

No passado Domingo, realizou-se a última prova do Campeonato de TT a cargo de Abel Carreiro e a ACSport.
O Circuito TT Grupo Marques encerrou com chave de ouro uma série de provas plenas de adesão e sucesso, e que muito animaram pilotos e público. A receita para este sucesso foi simples, apostando claramente em provas de nível médio de dificuldade e sempre com um figurino descomplicado.
Para esta última prova, a zona da cascalheira da Marques voltou a ser a eleita, com a organização a voltar a apresentar algumas inovações no percurso, de forma a animar mais a prova e a luta pelas posições cimeiras.
Infelizmente, a lista de participantes para esta prova sofreu algumas baixas, onde se inclui Manuel Martins e André Cabral, com ambos impossibilitados de participar devido ao envolvimento em provas do Nacional de Motocross e Enduro.
Todavia, haviam muitas presenças em campo que prometiam muito espectáculo e animação, num circuito que se antevia rápido e escorregadio.
Pela manhã, a habitual rotina da colocação dos números e transponders, e muita boa disposição :-)

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O jovem Abel Carreiro Jr. em mais uma participação com os “grandes”:

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Equanto não se dava início aos treinos, aumentava a ansiedade e nervosismo de alguns pilotos. Normal, é muita adrenalina ;-)

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O chefe da banda da música, Abel Carreiro, na companhia de Rui “Jarvis” Galante:

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A meio da manhã deu-se início aos treinos cronometrados, onde desde muito cedo todos os pilotos imprimiram um ritmo forte. Além disso, havia uma curva larga, rápida e escorregadia que proporcionava passagens muito rápidas e quase sempre em derrapagem, quase como se de uma prova Supermoto se tratasse. Estava visto que esta era a zona espectáculo.

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André Câmara foi um dos homens espectáculo na passagem por esta curva, quase sempre com trajectórias de grande beleza e espectáculo. Grande controle e empenho!

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Fim da sessão de treinos, afinam-se pormenores nas máquinas:

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E estava na vez dos Quads treinarem, com a lista de inscritos nesta classe a ser em pouco número, comparativamente a outras provas.

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Os homens das 4 rodas também deram muito espectáculo na dita curva, não só pelas típicas traseiras a atravessarem-se, mas também pela grande velocidade em curva. Destaque para Rui Borges, o qual evidenciou desde muito cedo um andamento muito forte, fruto de boa resistência física e um Quad muito bem preparado.

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Quanto às corridas, este evento estava dividido em 2 corridas por cada classe, com a duração, se não estou em erro, de 30 minutos por corrida. Portanto, corridas curtas, mas a exigirem mais empenho e rapidez, de form a que a contabilização das 2 corridas seja a melhor possível.
Nas 2 rodas e na partida para a 1ª corrida, o arranque registou uma grande rapidez de todos os pilotos, com André Câmara a tomar a dianteira da corrida:

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Infelizmente, o Vítor Ferreira não conseguiu evitar uma queda na partida, que o atrasou um pouco e praticamente hipotecou as suas hipóteses de um resultado mais cimeiro. Ainda assim, realizou uma excelente recuperação e até conseguiu terminar dentro dos primeiros 5 lugares.

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A corrida foi sempre muito disputada, com vários pilotos a envolverem-se em despiques muito interessantes e animados, o que fez as delícias do público presente.
Além disso, havia a tal curva, que proporcionava grandes momentos de pilotagem.

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Com o decorrer da corrida, a luta pelas primeiras posições centrou-se no André Câmara e no Sérgio Pinheiro, com ambos a darem o seu máximo em pista e a denotarem um andamento muito competitivo. Com o acumular de tempo e voltas, o André acabaria por ceder a 1ª posição ao Sérgio, o qual até ao final da corrida nunca mais largou. Muito boa competição!

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Mais atrás haviam umas lutas muito particulares e animadas, como a do Rui Mandarina e o “Carapuça”, com ambos a chegarem a rodar muito próximos. De salientar a sempre rápida e agressiva condução do “Carapuça”, a não facilitar a vida aos seus adversários. Sempre um espectáculo de assistir :-)

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Outros pilotos pautaram-se por um andamento regular e sem arriscar muito, porque afinal de contas são 2 corridas, como o Paulo Vieira, Nelson Pragana, Sário Ponte, Filipe Silva, Tiago Silva e mesmo o Nuno Pita, a braços com um pneu traseiro em mau estado.

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O mau estado do pneu traseiro do Nuno Pita provocava derrapagens mais acentuadas e exigia mais atenção, mas por outro lado, originava momentos espectaculares, como este :-)

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A curva espectáculo :-)

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No final da 1ª corrida, o vencedor foi o Sérgio Pinheiro, mas por aquilo que se tinha assistido, a 2ª corrida prometia muito mais espectáculo e luta.
Quanto à corrida dos Quads, infelizmente não houve grande história, visto que no arranque o Rui Borges destacou-se de imediato e em pouco tempo/voltas conseguiu uma vantagem considerável e confortável em relação ao seu mais directo perseguidor, o Bruno Furna.

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No entanto, a corrida não deixou se ser interessante, porque assistiu-se a muita velocidade e a derrapagens igulamente espectaculares por parte destas motas.
Também foi notório o empenho de alguns pilotos, como o Bruno Furna, o qual nunca baixou os braços e tentou sempre ser rápido e diminuir a distância para o Rui Borges. Mas apesar de todo o esforço, estava a ser muito difícil dar répilica ao Rui e ao seu rapidíssimo Suzuki, que estiveram sempre um nível acima. Mérito para o esforço do Bruno.
Geraldo Borges também tentou de tudo para superar o Bruno Furna, mas a sua tarefa também não foi muito fácil, não só pelo andamento mais rápido do Bruno, mas também por aquilo que pareciam ser alguns problemas técnicos.
Os restantes pilotos em pista pautaram-se por uma prestação mais regular.

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No fm dos 30 minutos, vitória incontestável de Rui Borges.
Passando para a 2ª corrida das 2 rodas, a mesma voltou a registar algumas semelhanças com a corrida anterior, com a discussão dos primeiros lugares a centrar-se entre o Sérgio Pinheiro, André Câmara e Vítor Ferreira, seguidos de muito próximo durante algumas voltas pelos restantes pilotos.

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Desta vez o Vítor Ferreira não teve o azar de cair como na 1ª corrida, e animou a discussão pelos primeiros lugares, sempre ao seu melhor estilo, ou seja, consistente e sempre a optar por uma condução o mais eficaz possível e sem desperdiçar tempo.

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Destaque para o jovem Abel Carreiro Jr., que após ter sido forçado a desistir na 1ª corrida devido a avaria, participou na 2ª corrida aos comandos de uma KTM 300 2T. E não se deu mal, mostrou que dentro de poucos anos os graúdos vão ter que contar com ele.

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Rui Galante a desempenhar a função de mota “vassoura” :-)

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Com o decorrer da corrida, o Sérgio Pinheiro conseguiu, uma vez mais, superiorizar-se aos seus mais directos rivais. Contudo, teve que estar sempre com atenção e não baixar a guarda, visto que bastaria um pequeno deslize para que a vitória lhe fugisse das mãos. Defendeu a sua posição muito bem e mostrou uma consistência assinalável, optando sempre por linhas mais rápidas e eficazes para tal.
O André Câmara e o Vítor de tudo fizeram para contrariar o Sérgio, mas não foi possível, tendo ambos optado por defender as suas posições um do outro e dos demais.
Os restantes pilotos tiveram um desempenho mais ou menos dentro das expectativas da 1ª corrida, e alguns envolveram-se em algumas lutas particulares, mas sempre sem arriscar muito.
Pilotos como o Nélson Pragana, Sário Ponte e Filipe Silva registaram no fim desta prova e campeonato um balanço muito positivo, além de uma evolução muito boa. Esperemos que continuem a participar, assim como o Nuno Pita, que tem andamento para estas provas.

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Outros pilotos que tiveram uma participação muito positiva foi o Paulo Vieira, Sérgio Sousa, Tiago Silva, “Carapuça” e restantes, os quais poderão vir a subir de prestações, caso mantenham alguma regularidade nas suas participações. O “Carapuça” por razões óbvias faz falta a estas provas, porque o homem dá espectáculo e em certas zonas é um piloto com uam rapidez assinalável.
Vitória merecida do Sérgio Pinheiro:

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A 2ª corrida dos Quads repetiu a história da 1ª corrida, ou seja, Rui Borges a arrancar na frente e a não dar hipóteses a mais ninguém.
Esperemos que em futuros eventos haja mais competição nesta classe, de forma a tornar as corridas mais interessantes e emotivas.
Ainda assim, os Quads são sempre garantia de muito espectáculo e velocidade em pista.

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Em suma, mais um excelente evento, bem organizado e com corridas muito boas.
A organização está de parabéns, e faço votos para que realize mais um campeonato destes e sempre com o empenho e qualidade que já nos habituou.
Os pilotos estão igualmente de parabéns, pela dedicação e esforço que colocaram em todas as provas que participaram. Sem eles não havia espectáculo, que continuem na nossa companhia.

Boas Curvas! :-)

Troféu Inverno TT Motas & Quads ACSport 2013

No passado Domingo realizou-se o Troféu Inverno TT Motas & Quads ACSport 2013 :-)
Esta era uma prova de resistência e que marcava o regresso deste tipo de provas, após uma pausa de alguns meses. Também seria o regresso a um local que muitos pilotos agradou, na zona sa Somague/Marques. Um terreno de eleição para este tipo de eventos, não só por ser privado e não incomodar os demais, mas também porque oferece várias possibilidades de desenhar um traçado interessante, incluindo vários níveis de dificuldade.
Desta vez, o evento destinou-se apenas às motas de MX/Enduro e Quads, contando com a participação dos habituais pilotos locais, embora fosse notável a ausência de alguns pilotos que muito contribuem para a animação e colorido destas provas.
De qualquer forma, as condições necessárias para a realização deste evento estavam mais que reunidas :-)
Pela manhã, pilotos, máquinas e público começavam a chegar, gerando-se um convívio muito agardável:

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Alguns pilotos tinham formas muito particulares de se prepararem para a prova :-)

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Uma será o reflexo da outra após a prova e mais alguns passeios:

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Outros pilotos registavam imprevistos de última hora, como o Sário Ponte, que viu-se a braços com um furo. Aliás, quem se viu a braços com o furo foi o André Cabral, que não hesitou em auxiliar o Sário:

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E na falta de uma câmara de ar na medida certa, aplicam-se alguns truques e tudo funciona ;-)

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Os mais jovens também marcaram presença e deram bem conta de si:

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A meio da manhã deu-se início ao programa das festas, com os treinos a constituirem a 1ª fase, onde todos puderam tomar conhecimento com aquilo que lhes esperava durante 1 hora de prova, assim como tentar realizar o melhor tempo para a sua posição na grelha de partida.

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Apesar de serem apenas treinos, alguns pilotos começaram a imprimir um ritmo forte e que deixava antever uma prova animada.

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Os mais pequenos também lá estiveram e mostraram aos graúdos como é que se anda a sério. Sempre muito bonito ver estes pequenos grandes pilotos em acção.

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Os Quads também realizaram os seus treinos e, como habitualmente, não tardou nada até imprimirem um ritmo muito forte, assim como as bonitas e espectaculares curvas de lado, como só eles sabem fazer.

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A velocidade que alguns pilotos realizavam a trajectória desta curva era alucinante :-)

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Com os treinos terminados, era tempo de dar início à prova das 2 rodas, com duração de 1 hora e partida estilo “Le Mans”:

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A prova teve um início com muito fulgor, notando-se que alguns pilotos imprimiram desde muito cedo um ritmo elevado. Para pilotos como o Manuel Martins e André Cabral, nem parecia uma prova de resistência, tal a velocidade que imprimiram.

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O jovem Abel Carreiro Jr. participou nesta classe, não se intimidando com os demais pilotos e com uma velocidade em pista notável. Futuramente vai dar muitas dores de cabeça a alguns pilotos :-)

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Qunato ao decorrer da prova, pilotos como o Manuel Martins imprimiram o tal ritmo muito forte durante algumas voltas, o que criou alguma distância para os seus mais directos rivais. Com esta distância confortável e controlável, realizaram uma prova de gestão, atacando quando deviam e de forma inteligente. A experiência tem destas coisas…

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Ops, acelerador a mais ;-)

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Todavia, foi interessante verificar o desempenho de outros pilotos, como o Vítor Ferreira, André Câmara e Sérgio Pinheiro. Na minha opinião, estes pilotos são autênticos campeões de regularidade e consistência, isto é, podem não ser tão exuberantes ou rápidos como um Manuel Martins e André Cabral, mas conseguem manter o mesmo ritmo ao longo de uma prova, ritmo esse que não é nem de perto nem de longe lento, pelo contrário, fluído e constante. Pilotos assim são sempre um perigo à espreita dos excessos/azares dos mais rápidos.
De qualquer forma, foram pilotos com uma prestação muito boa, onde só foi pena o abandono do Sérgio Pinheiro, devido a furo (penso eu).

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Vítor Ferreira (foto acima e abaixo) sempre descontraído, mas constante.

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O André Câmara tem mostrado grande maturidade no fora de estrada, quer em lazer ou em eventos desportivo. Muito certinho e constante e até autor de alguns momentos de condução bem bonitos.

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Na curva até teve tempo de tirar os óculos e atirá-los :-)

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Nota para a prestação de Manuel Martins neste evento, que esteve intocável e inacessível aos restantes, tal o ritmo diabólico que muito cedo imprimiu e soube gerir. Além de muito rápido, brindou muitas vezes o público com “bonecos” e curvas quase em estilo Supermoto. Notável!!!

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Outro piloto com uma prestação de topo é o André Cabral, que apesar de ser mais adepto do Enduro e Hard Enduro, também mostrou grande rapidez nestes espaços mais abertos, assim como uma condução igualmente espectacular.

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Já que falo em homens espectáculo, não posso deixar de fazer alusão à condução do piloto identificado como “Carapuça”, que com a sua Suzuki RM 125 deu muito espectáculo, especialmente quando abria o acelerados à amarelinha, isto é, realizava umas trajectórias invulgares e a uma velocidade alucinante. Tiro chapéu ao homem, pois tem muita garra e vontade de andar rápido.

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Outros nomes em jogo e que também têm mostrado uma evolução positiva em eventos desportivos é o Sário Ponte, Nelson Pragana e Filipe Silva. Ambos estiveram em bom plano, e mesmo sem contar com a rapidez de outros, conseguiram aguentar até ao fim e tentaram sempre ser o mais regulares possível.

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Ops, acontece ;-)

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Ainda nas 2 rodas, destaque para o regressado José Rebelo, mais conhecido por “Dragon”, o qual voltava às lides que outrora muito participou. No entanto, foi forçado a abandonar, devido a furo. Outro piloto regressado, foi o Tiago Bettencourt, que deu luta aos presentes, especialmente ao Filipe Silva.
Pedro Moniz também deu um ar da sua graça nesta prova e esteve muito bem, tendo em conta que não se tem dedicado às 2 rodas. A sua KTM SX-F 350 não passou despercebida.
Para terminar, uma palavra amiga ao Alberto Branco, que infelizmente teve que abandonar devido a queda, tendo se magoado um pouco. Força e rápidas melhoras.

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Quanto a resultados:

E1
Manuel Martins
Tiago Bettencourt
“Carapuça”

E2
André Cabral
André Câmara
Vítor Ferreira

Quanto à prova dos Quads, tal como se esperava, a luta foi intensa e o ritmo foi diabólico e alucinante. Há sempre pilotos que são mais rápidos que outros, mas nesta classe e regra geral, são todos muitom rápidos e senhores de uma condução vistosa.
Esta classe voltou a contar com alguns dos pilotos mais importantes, como o Rui Borges, Bruno Furna, Fábio Teves, entre outros, sendo garantia de um bom espectáculo e muita luta em pista.
Com a partida dada, dispararam que nem foguetes:

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A prova desta classe decorreu sempre a um ritmo elevado, não parecendo que estavam numa prova de resistência e gestão, o que foi muito bom, porque deram muito espectáculo e proporcionaram grandes lutas e momentos fotográficos.
Rui Borges voltou a ser igual a si mesmo, ou seja, conseguiu uma boa partida e cedo se colocou na liderança da prova, cimentando uma distância segura. Apesar disso, nunca baixou os braços e manteve um ritmo em pista muito elevado e sem muitos erros.

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Os restantes pilotos tudo fizeram para alcançar Rui Borges, mas na impossibilidade de tal, envolveram-se em interassantes lutas, como Fábio Teves e Orlando Viveiros.
Bruno Furna deu espectáculo em pista, mas desta vez não conseguiu chegar um pouco mais longe.

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A foto abaixo foi, certamente, a melhor foto que tirei a estes senhores. Uma foto demasiadamente próxima do campo de batalha ;-)

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Quanto a resultados dos Quads:

Rui Borges
Fábio Teves
Orlando Viveiros

Em suma, esta prova de resistência foi, uma vez mais, um excelente evento, não só pelo seu formato, mas também pela zona onde a mesma se realizou. A organização uma vez mais esteve em bom plano e faço votos para que continuem com estes eventos e com o bom trabalho.
Os pilotos que participaram também estão de parabéns, porque uma vez mais fizeram a festa e deram espectáculo. Espero que continuem e que outros que desta vez não participaram, voltem num próximo evento.

Boas Curvas! :-)

Enduro Sprint Ano Novo

No passado Domingo, realizou-se na ilha o 1º Enduro Sprint de 2013, ou melhor dizendo, do Ano Novo :-)
Este é um evento que vem dar seguimento às provas de TT realizadas pelo Abel Carreiro e companhia, os quais têm brindado os pilotos locais com belíssimas provas e quase sempre em formato inovador.
Desta vez a organização voltou a inovar, e apresentou uma prova num novo formato, o qual definiria como um misto de Enduro, TT e MX.
Defino assim, porque o evento propunha-se a oferecer trilhos com características de Enduro, com alguns espaços mais abertos das provas de TT e, por fim, algumas zonas a permitirem a velocidade que só o MX consegue proporcionar.
Em suma, um formato que prometia uma grande manhã desportiva, muita adrenalina e espectáculo para o público presente.
Pena desta vez não ter havido Quads neste evento.
Logo pela manhã, organização e pilotos começaram a ocorrer ao local, para os preparativos que antecedem a prova.
O amigo Vítor Ferreira desta vez optou por fazer parte do espectáculo, ou seja, prova :-)

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Equipas a montarem o “estaminé” :-)

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Outros ultimam afinações de última hora:

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A boa disposição é sempre a nota dominante nestes eventos :-)

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Por falar em boa disposição, que seriam destes eventos sem a presença e ajuda do Paulo Machado e a sua contagiante boa disposição?

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Número colado e tá pronto a correr:

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Quanto à prova, a mesma dividia-se entra a classe E1, dedicada às motas de menor ciclindrada, e a classe E2, dedicada às motas de maior cilindrada.
Ambas as classes tinham inscritos pilotos já bem conhecidos do panorama local desportivo e de lazer, os quais são plenos de capacidades para fazer desta prova um grande espectáculo a todos os níveis, principalmente em termos de lutas pelas posições cimeiras.
Tal como referi, é uma prova de sprint, com 3 voltas num sentido do percurso, e mais 3 voltas no sentido contrário. Uma prova com controles de tempos de partida e de chegada, mas onde apenas os tempos das últimas 2 voltas iriam contar. A 1ª volta pode ser considerada um reconhecimento ao percurso.
Portanto, a malta ia andar de punho enrolado :-)
No meu caso, estive a realizar controles horários em 2 locais distintos, pelo que me resta apenas resumir aquilo que assisti, assim como publicar algumas das melhores fotos que consegui realizar.
Algumas fotos da passagem por uma das zonas de controle horário:

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Nas 3 voltas realizadas na minha 1ª zona de controle de tempos, cedo percebi que este tipo de prova favorecia claramente os pilotos mais destemidos e adeptos da velocidade, porque alguns dos percursos permitiam os pilotos elevar o ritmo sem grandes perigos. Neste sentido, aqueles pilotos que já tinham alguma experiência de MX, como o Manuel Martins, André Cabral, Luís Raposo, Rui Pacheco ou mesmo o Sancho Eiró, sentiam-se como peixes na água.
E podem acreditar que passaram muito rápido :-)

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No entanto, não se pense que eram apenas alguns pilotos que estavam à vontade, todos eles passaram rápido, só que haviam secções do traçado que alguns conseguiam claramente manter a consistência e rapidez em relação a outros.

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Passando para a 2ª zona de controle horário a meu cargo, voltei a verificar mais do mesmo, ou seja, grande rapidez dos pilotos.
Todavia, esta zona apanhava uma descida seguida de uma curva, onde aí a experiência de uns em relação aos outros era nítida, ou seja, haviam pilotos que realizavam esta curva de forma muito rápida e eficaz, quase como se tivesse barreira.
Neste asepcto, o Manuel Martins, Luís Raposo e o André Cabral destacavam-se dos demais.

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De salientar a garra que o jovem Luís Raposo transmitia na sua condução, ou seja, sempre muito agressivo, combativo e igualmente rápido. Em certas zonas do percurso notava-se bem toda a sua herança do MX.

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Abaixo as fotos dos “cavalinhos” mais bonitos que captei, a cargo do Manuel Martins:

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E Vítor Ferreira:

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Não menos importante foram as prestações de outros pilotos que começaram à pouco tempo a participar em eventos desportivos, como o Filipe Silva, Sário Ponte, Nelson Pragana, Rodrigo Travassos ou mesmo o Alberto Branco. Estiveram todos muito bem e mostraram uma boa adaptação ao tipo de prova, assim como muita vontade de brilhar e chegar a um bom resultado. Continuem!!!
Por outro lado, haviam outros pilotos mais experientes e que voltaram a pautar-se por prestações de grande consistência e sempre muito certinhos, como o Vítor Ferreira, André Câmara, Sancho Eiró e o Rui Galante. Dá gosto ver estes pilotos no terreno, porque apesar de, por vezes, não serem tão exuberantes, são terrívelmente eficazes e consistentes. Uma “dor de cabeça” em qualquer prova e para qualquer piloto que queira vencer.

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No fim da prova e feitas as contas, os vencedores foram os seguintes:

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Manuel Martins
Filipe Silva
Rodrigo Travassos

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E2
Luís Raposo
André Cabral
Vítor Ferreira

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O vencedor à geral foi o jovem Luís Raposo, seguido de Manuel Martins e André Cabral.
Aos vencedores e pilotos em geral, os meus parabéns, porque deram muito espectáculo e mostraram sempre muito desportivismo e boa disposição.
A organização está igualmente de parabéns por mais um excelente evento e, claro, quer venham mais destes!

Boas Curvas! :-)

Último passeio de 2012

No passado dia 30 de Dezembro, realizou-se aquele que seria o meu último passeio do ano 2012.
Neste caso, encerrei o ano com mais um passeio de Enduro, e com um grupo de amigos já habituais nestas andanças.
Contudo, devido às condições climatéricas adversas, nomeadamente muito nevoeiro e ameaça de chuva, faltaram alguns elementos habituais neste tipo de passeios, mas ainda assim surgiu um grupo em número interessante e com vontade de encerrar o ano da melhor forma :-)

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Quanto ao passeio, já estávamos a prever algumas dificuldades de visibilidade relacionadas com o nevoeiro, mas nada que nos impedisse de tentar realizar um passeio mínimamente interessante.
Partimos em direcção às Sete Cidades, tomando alguns trilhos habituais e ideais para aquecer o físico e máquinas.

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Assim que iniciamos a nossa subida da costa norte para as Sete Cidades, o nevoeiro intensificou-se e foi uma autêntica praga, causando muitas dificuldades de visibilidade e retirando algum do prazer da condução, porque obrigou-nos a abrandar e a arriscar menos.

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No entanto, as dificuldades passaram a técnicas, com a corrente da KTM do André Câmara a saltar para fora da cremalheira e a provocar uma autêntica dor de cabeça:

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Na zona do pinhão de ataque quase que deu 2 voltas…

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A malta de imediato que sacou das ferramentas que tinha para tentar resolver a questão, mas apesar de tentarmos várias soluções, como dar folga à roda traseira, tentar libertar o pinhão de ataque, puxar a corrente, exercer pressão com chaves, entre outras, o que é certo que a corrente teimava em não folgar ou sair daquele engate :-(

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O nosso maior problema era a probabilidade de podermos danificar o veio do pinhão de ataque ao exercermos força para desengatar a corrente e, além disso, não nos ocorria ideias melhores ou eficazes para resolver o problema…

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Resumindo e concluindo, achou-se por bem não insistir, de forma a não estragaro material, e um dos participantes no passeio, o Nelson Pragana, foi buscar um meio transporte para transportar a mota. Enquanto isso, colocou-se a mota na estrada, restando o André esperar pela chegada do Nelson.
Apesar de termos perdido algum tempo, voltamos ao passeio, mas, para nosso surpresa, mais um azar, o Filipe Silva tinha um furo no pneu dianteiro. Mais um a ver-se forçado a abandonar o passeio.
Um passeio de final de ano a revelar-se complicado para alguns de nós…
Uma vez mais recomeçamos o passeio, subindo um belíssimo trilho:

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Este trilho deu alguma luta, visto que possuía muitas valas, zonas únicas e estreitas de passagem e alguns buracos escondidos no meio da vegetação. Um trilho bem ao gosto de que gosta de algum trabalho :-)

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Às vezes é preciso relaxar um pouco os braços :-)

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Como é natural nestes passeios, a camaradagem está sempre presente e ninguém fica para trás ou em apuros :-)

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A partir de certa altura o percurso tonou-se um pouco mais rolante, mas não queria dizer fácil, apenas a permitir mais velocidade ;-)

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Zonas muito interessantes e a pedir condução sem hesitações :-)

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A certa altura parte do grupo estava atrasado, talvez por alguma dificuldade inesperada. Nada como um de nós voltar a trás para verificar se estava tudo ok:

Afinal estav tudo bem e lá vinham eles :-)

Não é preciso estar um dia de sol ou de Verão para estes passeios, mas convenhamos que com nevoeiro estes passeios muitas vezes tornam-se um autêntico castigo e exercício de concentração, especialmente para quem usa óculos como eu.

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Ainda realizamos mais alguns trilhos a caminho de Ponta Delgada, mas devido à hora e condições climatéricas, demos por terminado este passeio.
Em suma, não foi o melhor passeio de Enduro dos últimos tempos, mas também não foi o pior, foi o possível, mas que não deixou de ser agradável, muito por culpa dos excelentes grupos que se formam para estes passeios,
Se não fosse o nevoeiro, garantidamente que a história teria sido outra e que tínhamos feito mais kms.
De qualquer forma, valeu a pena.
Bom Ano a todos e em 2013 esperam-nos mais passeios, muitas histórias para contar, de preferência com muita saúde e prosperidade.

Boas Curvas! :-)

Circuito Resistência Motas e Quads - CRÓNICA

No passado Domingo realizou-se mais uma prova dedicada às 2 e 4 rodas o Circuito Resistência Motas e Quads :-)

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Tratava-se de mais uma prova com o carimbo de qualidade do Abel Carreiro e companhia, pelo que seria de esperar uma prova interessante e competitiva.
Ao contrário das provas anteriores, esta prova não reuniu a quantidade de pilotos e máquinas esperada, mas o suficiente e com alguns suspeitos habituais.

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A localização desta prova foi exactamente a mesma da Baja Resistência TT realizada em Janeiro passado, mas com várias diferenças para esta, tornando-a bem mais interessante.
Importante referir que o espaço para esta prova, junto à sede da Marques, não só é excelente pela sua localização, mas também pelas inúmeras possibilidades que oferece em termos de traçado.
Antes o começo da prova, a rotina habitual da organização, com a entrega dos números e montagem dos transponders:

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O arranque da prova aconteceu primeiramente para as 2 rodas, com um sessão de treinos, seguido de um pequeno intervalo e a seguir a prova em si, com a duração de 60 minutos.

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Uma vez mais, e tendo em conta os nomes presentes, o favoritismo coube novamente ao Manuel Martins e André Cabral, apesar do Manuel ainda estar a recuperar de uma lesão.
Contudo, haviam outros habitués que poderiam ter uma palavra a dizer na discussão pelas posições cimeiras, como o Sérgio Pinheiro e André Câmara.
Estes pilotos têm mostrado uma consistência e evolução notáveis, pelo que não seria de estranhar vê-los a ir mais além :-)

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Outros pilotos a destacar foram o jovem Abel Carreiro Jr, que valentemente participou com os graúdos e mostrou rapidez suficiente para surpreender muitos. De pequenino é que se torce o pepino.
O Rodrigo Eloi e o Paulo Vieira também não quiseram ficar de fora e fizeram o gosto ao punho direito.

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Quanto à prova em si, na minha óptica, não foi a prova em que houvesse mais luta ou agressevidade em pista, talvez pelo nº reduzido de pilotos, mas nem por isso deixou de ser interessante.
Desde muito cedo o Manuel Martins agarrou a liderança da prova, e imprimiu um ritmo elevado do ínicio ao fim, não dando qualquer hipótese a mais ninguém.

Apesar de menos exuberante, André Cabral optou por um ritmo certinho e consistente, levando a que este ambém não se sentisse muito incomodado pelos outros pilotos.

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O restante pelotão esteve inicialmente envolvido em algumas ultrapassagens e trocas de posição, tornando a prova interessante.
O Sérgio, André Câmara e o Sancho, apesar de menos rápidos que o Manuel e o André, mostravam-se combativos e com uma consistência díficil de bater pelos outros. O Sancho em particular, apesar de participar pouco nestas provas, surpreende sempre, se continuasse ia ser interessante :-)

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Isto de 60 minutos a andar dá sede :-)

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Ops…, acontece ;-)

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O Manuel Martins é um senhor do espectáculo, vê-lo fazer a longa curva junto à meta era fantástico, porque deslizava e reacelerava ao longo da curva, como no Supermoto. Muito bom mesmo :-)

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E passados 60 minutos, fim da prova, com a vitória a sorrir ao Manuel Martins:

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Uma vitória em certa parte esperada, mas tendo em conta a lesão que contraiu à pouco tempo, poderia não ter tido a vida facilitada.
As restantes posições foram basicamente as esperadas, se bem que a subida ao pódio so Sancho na sua categoria, não deixou de constituir uma surpresa.
A consistência compensa, sem dúvida!
As habituais entrevistas a alguns dos pilotos:

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Classificações Motas:

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Eloi, o representante do Clube KTM Portugal :-)

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A foto com os vencedores:

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E a foto do grupo de pilotos das 2 rodas que participou nesta prova:

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Passando aos Quads, esta classe reuniu um mior número de pilotos e máquinas, mostrando claramente que esta classe encontra-se cheia de vitalidade e força para participar nestes eventos, o que é muito bom.
Os pilotos presentes foram os habituais, com alguns a apresentarem as suas máquinas um pouco mais evoluídas, assim como curiosas em termos visuais:

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O bonito cenário de montanha desta prova:

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Montagem dos transponders:

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Em termos de prova, nos Quads já era esperada muita competitividade e agressividade em pista, como é apanágio desta classe.
Nomes como Rui Borges, Bruno Furna, Paulo Vieira, entre outros, são sinónimo de muita velocidade em pista, pelo que esta prova não deveria ser diferente.
Mesmo nos treinos, já é notável o empenho e ritmo elevado destes pilotos, onde mais parece que já se encontram em plena prova.
Muita adrenalina, sem dúvida!

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Deixa-me passar, lol :-)

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Breves indicações antes da partida, onde é visível a quantidade de Quads presente:

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E partida ao melhor estilo”Le Mans” :-)

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Alguns pilotos foram mesmo muito rápidos na partida. As partidas são, muitas vezes, determinantes num bom resultado.

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Em termos de prova, uma vez mais houve muita luta e velocidade em pista. Tréguas é uma palavra que os pilotos dos Quads não conhecem ;-)

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Pessoalmente, tenho alguma dificuldade em identificar pelas fotos pilotos e máquinas, pelo que seria errado comentar o desenvolvimento da prova, porque a dada altura perdi-me…
Contudo, posso afirmar que valeu a pena assistir a esta prova e, em algumas zonas, o espectáculo era mais que garantido, como na descida das fotos abaixo, em que deu para alguns levantarem as 2 ou mesmo as 4 rodas do chão :-)

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Imagens verdadeiramente espectaulares e que não fazem justiça à intensidade e rapidez que estes pilotos colocam em pista.

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No fim dos 60 minutos, a vitória sorriu ao Paulo Vieira, tendo este conseguido contrariar o sempre rápido Rui Borges. Uma das surpresas desta prova foi o resultado do Bruno Furna, talvez estivesse em dia não, como pode acontecer a qualquer um de nós.

Classificações Quads:

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Em jeito de conclusão, foi mais uma excelente prova, quer em termos de circuito e traçado do mesmo, ou mesmo organização, que nunca é fácil e muitas vezes pouco reconhecida.
Penso que, uma vez mais, foi uma prova do agrado dos pilotos e só foi pena não terem surgido mais inscritos.
Seguramente perderam um excelente evento.
Agora resta esperar pela realização de mais eventos como estes e que mais pilotos participem.

Boas Curvas! :-)

Circuito Resistência Motas e Quads - 17 Junho 2012

É já neste próximo Domingo, dia 17 de Junho, que se realiza o Circuito Resistência Motas e Quads

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Trata-se de mais uma prova semelhante às Bajas Resistência TT realizadas anteriormente, em que estarão em competição motas Enduro/MX, bem como Quads.
A prova irá realizar-se no mesmo local da Baja de Janeiro passado, ou seja, mesmo junto à sede do Grupo Marques, mas com o traçado a ser completamente diferente.
Será, de certeza, mais uma prova interessante de seguir, especialmente pelas muitas possibilidades que este terreno oferece para se criar uma prova super competitiva e espectacular.

Mapa da localização da prova:

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O traçado do circuito:

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Horário da prova:

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Mais uma prova a não perder!  

Boas Curvas! :-)

Baja Resistência TT ACSport - 2ª Prova - CRÓNICA

No passado Domingo realizou-se a 2ª Baja Resistência TT ACSport, desta vez na zona do Cabouco, num terreno gentilmente cedido pela empresa A.R. Casanova & Filhos, Lda.

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Esta 2ª Baja era encarada por pilotos e público em geral com muito entusiasmo, dado o sucesso da 1ª prova, a qual revelou-se muito competitiva e interessante, além do formato constituir uma excelente alternativa às provas federadas.
Com um novo circuito e nunca antes utilizado em provas, e uma lista de inscritos em Enduro/MX e Quads a rondar os 40 pilotos, estavam reunidas todas as condições para uma grande prova motorizada :-)
De salientar o cancelamento da classe Maxi-Trail, por falta de inscrições. Uma pena, mas esta é uma classe muito difícil de angariar pilotos e máquinas.
Voltando à prova, e tal como referi, a mesma realizou-se numa propriedade privada e nunca antes utilizada para provas, mais concretamente no Cabouco, numa zona de cascalheiro.
Uma propriedade com excelentes condições para este tipo de eventos, pois oferece possibilidade de desenhar um circuito de diversas formas, além de em algumas zonas permitir um ritmo rápido e entusiasmante.
Logo pela manhã, equipas e pilotos preparavam-se para a prova e recebiam os transponders nas suas motas.

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Como sempre, a organização mostrou-se sempre disponível e em cima do acontecimento ;-)

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Muito bonita esta CR-F :-)

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Uma das zonas mais espectaculares para se assistir a esta prova, situava-se no topo do cascalheiro, onde haviam várias curvas e zonas mais técnicas, além de um piso solto em muitas zonas.
Aliás, ao longo da prova este piso revelou-se traiçoeiro, pois onde parecia que o mesmo era compacto e duro, depressa se tornou mole, levando ao surgimento de alguns regos. Mas já lá vamos!
No topo do cascalheiro, a vista era magnífica :-)

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Nestas coisas de assisitir a provas, nada como estar com um grupo animado, para que nunca falte boa disposição :-)

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Sensívelmente a meio da manhã, a classe Enduro/MX iniciou os treinos/reconhecimentos do circuito, os quais duraram um pouco mais do que o previsto, dado que alguns transponders registaram algumas anomalias no seu funcionamento. Nada de grave e apenas ajudou aos pilotos a ambientarem-se melhor ao circuito ;-)

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Mesmo tratando-se apenas de treinos/reconhecimentos, era vísivel a vontade que alguns pilotos tinham de andar rápido, imprimindo um ritmo forte e constante.

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Alguns tiveram tempo para uns “bonecos”, como o Manuel Martins, sempre muito amigo das objectivas :-)

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O homem dá sempre espectáculo :-)

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Ainda em termos de pilotos, esta era uma prova que se previa interessante, pois além dos habituais pilotos presentes, como o Manuel Martins, André Cabral, Sérgio Pinheiro, André Câmara, entre outros, juntavam-se alguns jovens pilotos, que ficaram de fora da 1ª Baja, como o Igor Gonzaga e o jovem Abel Carreiro Jr, os quais certamente iriam ajudar ao espectáculo.

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Após uma merecida pausa dos treinos/reconhecimentos, deu-se início à prova das Enduro/MX :-)

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Arranque:

A grande parte dos pilotos desta classe imprimiu desde cedo um ritmo forte, tentando ganhar alguma vantagem que pudesse ser mais tarde uma vantagem.
Um exemplo disso foi o Igor Gonzaga, que desde cedo saltou para a liderança e manteve até ao fim da prova um excelente ritmo e até ganhou alguma distância para os seus perseguidores.
Contudo, pilotos como o Francisco Bettencourt, Sérgio Pinheiro, André Cabral e André Câmara, não baixavam os braços e mostravam-se muito combativos.
De salientar a evolução de alguns destes pilotos, visivelmente mais rápidos e consistentes, fruto do seu empenho nestas andanças.

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Outros optavam por uma toada um pouco menos agressiva, talvez a pouparem energias com vista a uma melhor performance a partir do meio da prova, altura em que alguns poderiam “quebrar” e tornarem-se “presas” fáceis.
Estratégias à parte, a prova estava a ser muito interessante e competitiva :-)

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Esta zona de curva cedo se tornou mais complicada, visto que após algumas passagens o piso degradou-se, surgindo um rego que deu algum trabalho a mais a alguns pilotos. Foi uma daquelas zonas cujo piso parecia “bom”, mas que acabou por se revelar traiçoeiro.

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O André Cabral foi uma das vítimas do piso desta curva manhosa…

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Uma das zonas mais espectaculares de assistir era a grande recta ascendente em direcção ao topo do cascalheiro, onde era notável a grande velocidade que alguns pilotos conseguiam atingir, mesmo com as suas montadas a “varrer” invariavelmente :-)

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Contudo, a prova sofreu uma baixa de peso muito cedo, isto é,  Manuel Martins viu-se obrigado a abandonar a prova, fruto de problemas com a gasolina da sua mota, a qual parece ter sofrido sabotagem, com a introdução de sabão na mesma. Uma pena, pois além do espectáculo que habitualmente proporciona, era um dos candidatos à vitória.
Ao acto de sabotagem, melhor mesmo não comentar…
Adiante!
No circuito haviam algumas zonas onde os pilotos mais experimentados podiam saltar e proporcionar mais algum “show” ao público presente:

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Alguns saltos com mais estilo :-)

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A experiência de alguns pilotos em MX facilitava a forma como enfrentavam estes saltos, isto é, com mais à vontade e fluidez.

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Ao longo de uma hora assistiu-se a uma grande corrida, na qual penso que um dos maiores adversários de pilotos e máquinas foi o piso, o qual foi se degradando ao longo da prova, além de ser muito solto e, consequentemente, escorregadio em muitas zonas. Alguns pilotos não conseguiram evitar alguns pequenos tombos, felizmente sem consequências.
Outro episódio interessante nesta corrida ocorreu mesmo no fim da mesma, quando um piloto parou numa curva com um rego e fez com que mais alguns parassem por não conseguir passar, gerando alguma confusão, na qual o André Cabral muito subtilmente aproveitou e passou, se não estou em erro, um dos seus adversários, o Sérgio Pinheiro.
A prova de que a corrida só acaba com a bandeira de xadrez.
Em suma, uma grande corrida, a evidenciar as capacidades de alguns pilotos, os quais em futuras competições poderão evoluir ainda mais.
Em termos de resultado, a vitória à geral sorriu a Igor Gonzaga, o qual fez uma grande corrida, sendo pouco incomodado.
Em e lugar ficaram André Cabral e Francisco Bettencourt.
Após uma pequena pausa, seguiu-se os treinos/reconhecimentos dos Quads

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Esta é uma classe onde habitualmente se assistem a grandes corridas e a uma competição feroz, tal o ritmo que estes pilotos em geral conseguem imprimir em pista.

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Também nesta classe se assistiu a um ritmo de treinos/reconhecimentos muito elevado, diria mesmo mais do que esperado, antevendo-se uma corrida com muita velocidade e agressividade.
E assim foi, ou seja, assim que foi dada a partida, a grande parte dos pilotos dos Quads imprimiu um ritmo muito forte e agressivo, proporcionando um grande espectáculo a quem assistia.
Na grande recta que lá havia, era espectacular ver a velocidade que estas máquinas conseguiam atingir na mesma :-)

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Na corrida, as lutas foram sempre intensas, com as ultrapassagens a sucederem-se e com alguns pilotos a destacarem-se, como foi o caso do Paulo Vieira, que desta vez não deu hipóteses aos seus mais directos adversários, nomeadamente o Rui Borges, Bruno Furna e Aurélio Borges.
Digamos que nesta prova estava uns furos acima, talvez por mais rápida adaptação ao circuito e suas características.

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Uma das zonas onde os Quads deram espectáculo foi no salto, com vários pilotos a efectuarem saltos dignos de registo e que requeriam alguma destreza, pois muitas vezes verificava-se que na recepção ao solo estas máquinas “abanavam” mais, fruto da degradação do piso.
Fica o registo fotográfico destes bonitos “bonecos” :-)

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Imagens verdadeiramente espectaculares e que atestam bem as capacidades de pilotos e máquinas desta classe.
Importante referir que a calsse dos Quads sofreu um pouco com a degradação do piso, ou seja, o mesmo já se encontrava um pouco degradado da 1ª corrida, mas com o acumular de voltas da corrida dos mesmos, o piso ficou bem pior, diria mesmo péssimo em algumas zonas, levando a um maior desgaste físico dos pilotos, bem como desgaste mecânico, pois era nítido a “pancadaria” que algumas destas máquinas apanhavam do piso.
Digamos que as maiores vítimas deste piso traiçoeiro foram os Quads
De qualquer forma, foi uma grande corrida e com muito espectáculo, já típico e esperado desta classe.
Um dos grandes animadores desta corrida foi o Aurélio Borges, que fez de tudo para chegar ao 3º lugar e até chegou a andar lá perto, mas escapou-lhe.
A vitória sorriu ao Paulo Vieira, seguido de Rui Borges e Bruno Furna.

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As habituais entrevistas de um evento que bem merece destaque na imprensa, não só pela excelente organização, mas também pela lista recheada de pilotos, que nos dias de hoje não é fácil conseguir.

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Em jeito de conclusão, é seguro afirmar que esta prova foi mais uma aposta ganha, quer pela excelente e sempre cuidada organização, quer pelo seu formato, que tantos pilotos cativa. Por falar em pilotos, também estes estão de parabéns pelas suas prestações e empenho, pois proporcionaram um grande espectáculo e têm demonstrado uma excelente evolução.
Este novo circuito revelou-se interessante, mas penso penso que apanhou desprevenido a organização e pilotos, pois se o mesmo parecia de bom piso, duro e compacto, com o decorrer das corridas degradou-se grandemente e foi exigente para pilotos e máquinas.
Mas também o que seria de uma prova sem dificuldades???
Enfim, que venham mais provas e que outros pilotos adiram às mesmas.

Boas Curvas! :-)