"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts da categoria 'As nossas motas'

Protecção do radiador

Com o objectivo de melhorar ainda mais a minha KTM 950 ADVENTURE, coloquei hoje uma nova protecção do radiador:

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A nova protecção do radiador é construída em alumínio e visa substituir a de série, construída em plástico.
Também visa melhorar o arrefecimento do radiador, dado que a de série é fechada demais, dificultando a passagem do ar.
Esta nova é toda perfurada, proporcionando uma entrada directa do ar e consequente melhoria em termos de arrefecimento (pelo menos em teoria…).

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Uma vez mais recorri ao catálogo “POWER PARTS” da KTM, através da SRMOTO, os quais têm sido sempre de uma disponibilidade imediata.
Visto que me encontrava na oficina da SRMOTO, aproveitei os serviços e amabilidade do Mestre Ernesto para a montagem desta protecção:

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A protecção de série:

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O formato das alhetas não facilita a passagem de ar.
O radiador:

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E a nova protecção em alumínio já montada:

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De salientar o baixo peso desta peça e maior área de protecção da mesma, bem como a facilidade de montagem.

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Como podem ver nas fotos, a minha KTM está toda decorada do último passeio :-)

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Mais uma alteração de grande utilidade, que para além dos seus aspectos funcionais, confere à minha KTM um ar mais cuidado e “racing” :-)
Uma vez mais, o meu OBRIGADO à SRMOTO e ao Mestre Ernesto pela sua atenção e disponibilidade imediata para estas alterações.

Boas Curvas! :-)
 

Um pequeno retoque na estética

Nem só de peças especiais vive a minha KTM! :-)
Na semana passada, recebi uns autocolantes muito interessantes e que se enquadram perfeição no espírito desta mota, ou seja, o logótipo do Dakar:

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E porque é que se enquadram na perfeição no espírito desta mota???
Resposta simples, este “canhão” foi desenvolvido na mítica prova Africana e este logótipo é dos elementos estéticos que melhor caracterizam todo o espírito e “raça” desta KTM.

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Este logótipo apesar de não possuir dimensões muito generosas, veio com o tamanho certo (75 mm x 120 mm) para ser colado na zona onde se encontra, ficando mesmo abaixo da inscrição KTM.
O Touareg encontra-se em ambos os lados:

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Curiosamente, as cores deste logótipo são quase idênticas às de série da KTM e a pequena diferença de cor existente, promove algum destaque a este logótipo.
Visto de qualquer ângulo, ficou excelente! :-)

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Quanto aos autocolantes em si, os mesmos foram adquiridos no ebay (http://www.ebay.co.uk/), após uma rápida pesquisa.
O vendedor é Português e é muito rápido nos envios: http://myworld.ebay.co.uk/stickers_4_autos/
Os autocolantes são daqueles tipo decalque e com boa capacidade de aderência. Segundo a minha análise, não são daqueles que descolam facilmente, pelo contrário, “agarraram-se” à superfície com grande facilidade.
Quem estiver interessado: http://cgi.ebay.co.uk/2-KTM-DAKAR-STICKERS-DECALS-950-990-adventure-supermoto_W0QQitemZ280470380221QQcmdZViewItemQQptZUK_Motorcycle_Parts?hash=item414d565ebd
Apenas um elemento decorativo, mas muito apelativo! :-)

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Boas Curvas! :-)
 

Pinhão de ataque de 16 dentes

Hoje foi dia da minha menina ir ao Dentista :-) , pois estava a queixar-se de um dente que estava a mais :-)
De série, a KTM 950 ADVENTURE vem equipada com um pinhão de ataque de 17 dentes, que juntamente com a cremalheira de 42 dentes, torna a relação longa e muito estradista
Na prática e nos passeios fora de estrada tenho que, por vezes, recorrer mais vezes à caixa e usar velocidades mais baixas, especialmente se for em percursos mais sinuosos. Em muitos percursos, quando tento circular uma velocidade acima, por vezes o motor começa com o típico “bater”, dado que precisa que se imprima mais velocidade, só que muitas vezes os percursos não o permitem…
No asfalto, tudo bem, aliás, quase tudo bem.
Na minha opinião, a relação de série é boa para os grandes espaços, onde se rola em estradas/estradões que permitem velocidades mais elevadas e permitem que se extraia mais “sumo” do motor.
Na realidade Açores, mais concretamente em São Miguel, os grandes espaços não existem. Existem sim estradas/estradões com mais ou menos distância, mas nunca GRANDES no verdadeiro sentido da palavra.
No fora de estrada ainda pior, ou seja, os nossos percursos são muito sinuosos (muitas vezes técnicos) e não permitem muitas vezes levar o LC8 até onde ele merece, obrigando-nos a usar mais as rotações baixas e médias.
Com a relação de série e tendo em conta a minha realidade, por vezes o LC8 “bate” em demasia e obriga a recorrer a velocidades mais baixas.
ATENÇÃO, este motor não tem falta de potência, pelo contrário, apenas a relação de série não e a mais indicada para a minha realidade.
SOLUÇÃO: pinhão de ataque de 16 dentes :-)

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Uma vez mais recorri aos serviços da SRMOTO e do catálogo “POWER PARTS” da KTM para solucionar esta questão.
Eu também poderia ter optado por mudar a cremalheira e colocar uma de 45 dentes, que a KTM disponibiliza para este modelo, mas, segundo a opinião de vários possuidores da ADVENTURE, o pinhão de ataque de 16 dentes resolve bem esta questão, tornando o LC8 mais “vivo” e possante.
Na prática, esta alteração produz um maior binário e uma faixa de rotação mais utilizável e menos esforço para o motor nos trilhos mais sinuosos/técnicos.
O Miranda já tinha realizado esta alteração e ficou muito agradado com  a mesma. Diz que a KTM fica a trepar tudo e mais alguma coisa ;-)
Passando à prática, uma vez mais o Mestre Ernesto tomou conta das operações de mecânica e encarregou-se de efectuar a troca, sempre com o seu típico profissionalismo:

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O novo pinhão de ataque, em tudo idêntico ao de série, mas com menos 1 dente:

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De salientar a grande qualidade desta peça.
Após alguns breves minutos, o mesmo já estava no seu devido lugar:

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Uma alteração rápida e simples! :-)
Agora falta testar esta solução no fora de estrada que, segundo sei, será já no próximo Domingo, num passeio que se prevê interessante.
No entanto, não pude deixar de fazer um pequeno teste de asfalto e notar algumas diferenças importantes.
Notei um maior “apetite” na subida de rotação, bem como um empurrão mais interessante, nada de transcendente, mas nota-se.
Numa situação na via rápida em que circulava atrás de um enlatado e um pouco mais lento, notei que ia em 6ª velocidade e o LC8 não protestava e não pedia uma velocidade abaixo.
Espectáculo! :-)
Resumindo, em poucos kms as diferenças foram notórias e agradáveis, deixando antever um comportamento em “off-road” mais eficaz e divertido.
Acho que vou gostar! :-)
Uma vez mais o meu MUITO OBRIGADO à SRMOTO pela sua disponibilidade e ao Mestre Ernesto pela sua preciosa colaboração

Boas Curvas! :-)
 

CAMEL TOE & LEOVINCE SBK EVO II

Uma vez mais, a minha KTM LC8 950 ADVENTURE, foi alvo de mais 2 alterações que visam melhorar mais alguns aspectos desta grande descendente das maratonas africanas.
As 2 alterações efectuadas possuem aspectos práticos e positivos e consistiram na montagem de um CAMEL TOE e de 2 ponteiras de escape da LEOVINCE, modelo SBK EVO II.
Começando pelo CAMEL TOE, esta peça mais não é do que uma base larga para a extremidade do o descanso lateral, a qual evita que a KTM se afunde quando estacionada/parada em pisos moles:

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Optei pela marca CAMEL TOE, porque a mesma possui uma boa qualidade de construcção e, porque a peça possuía um formato interessante, ou seja, parece a pata de um camelo :-)

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A base que assenta no piso:

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Em termos de construcção, estamos a falar de uma peça construída em aço inoxidável (2×33 m), cnstituída por porcas e parafusos com bom aspaecto e 4 anilhas de borracha, que ajudam a fixar a peça ao descanso.

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A montagem é muito simples e bastaram apenas 10/15 minutos para a mesma ficar no seu devido lugar.
Começamos por separar a peça em 2, tal como mostra a imagem acima e, depois, encaixamos a base no descanso, de forma a ajustar-mos correctamente a mesma. Convém verificar se as borrachas ficam na posição correcta, tal como recomendam as instrucções:

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Depois é só colocar a parte superior da peça, encaixando-a através dos parafusos e proceder ao aperto:

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É preciso ter atenção para não se apertar os parafusos em demasia, senão…

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E já está! :-)

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Assenta que nem uma luva e apoia a KTM de forma segura:

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Não posso deixar de voltar a falar no seu aspecto, que é, de facto, interessante, mas bem conseguido :-)

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Quando à aquisição da peça, poderão encomendara mesma à Adventure Parts, ou Adventure Workshop, a qual possui muitos acessórios para Trails e Maxi-Trails.
Passando para os LEOVINCE SBK EVO II, como já todos sabem, eu adoro ouvir  a melodia de um “v-twin”, especialmente quando rosna e, na KTM, isto não era excepção.
Após uma consulta e avaliação de várias marcas, optei pela LEOVINCE por razões que já muitos conhecem, ou seja, preço/qualidade. Neste aspecto, continua a ser uma marca referencial no mercado…
Contudo, surgiram outras razões para esta minha escolha, como foi o caso do som emitido pelos mesmos :-) , o qual era simplesmente BRUTAL :-)
Vi alguns videos no Youtube que me deixaram simplesmente apaixonado e decidido a optar pelos mesmos. Também adorei o acabamento final cónico :-)
A sua qualidade de construcção também era muito boa, em alumínio e, permitia uma poupança de peso considerável, ou seja, de 11 kg (ponteiras e colectores de série) para 7,3 kg (LEOVINCE).
Nada mau! :-)
Para a sua aquisição, contei com a preciosa colaboração da SRMOTO, concessionário oficial da KTM, os quais foram de uma grande atenção nesta opção.
Após algumas semanas de espera, os LEOVINCE chegaram:

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Tal como esperava, o seu aspecto não desiludiu:

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A versão encomendada vem equipada de série com o “db killer”, isto é, um restrictor de ruído, de forma a que a KTM cumpra com as normas de pelas quais foi homolgada.
No entanto, estes restrictores são amovíveis…
O segundo tubo é o restrictor de ruído:

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Visto da zona onde encaixa os colectores, onde é possível verificar o restrictor na outra extremidade:

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E os novos colectores da LEOVINCE, que substituem os de série:

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Claro que as comparações são inevitáveis ;-)

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Passando à montagem, contei com a grande ajuda do Mestre Ernesto, o qual começou por desmontar toda a secçã traseira da LC8:

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Uma operação que envolve a desmontagem de vários componentes, mas necessária, dado que se não for assim, torna-se díficil ou mesmo impossível, desmontar os colectores de série da KTM, be, como a montagem dos novos colectores da LEOVINCE.
O sub-quadro desmontado, o qual não é nada complicado de desmontar:

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E as ponteiras e colectores de escape de série, prontos para serem arrumados :-)

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Posto isto, passou-se à montagem do novo material, começando pelos novos colectores, de aspecto irrepreensível:

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Depois passou-se à análise dos vários parafusos que fazem parte dos novos escapes, que são muitos :-)

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Nada como seguir as instrucções e começar a agrupar os mesmos para a montagem final:

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Mas enquanto o Mestre Ernesto trabalha, eu asseguro-me que a área está segura ;-)

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Entretanto, chegou o Miranda, super curioso com os escapes :-)

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Mas ainda teve que esperar muito até os mesmos ficaram montados ;-)
Importante referir toda a atenção e empenho do Mestre Ernesto nesta operação, onde destaco o seu grande cuidado em certificar-se que tudo estava a ficar devidamente montado. Muito profissional nestas coisas!
Após uns largos minutos, os LEOVINCE ficaram montados:

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O que dizer do aspecto final???
FANTÁSTICO!!! :-)

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Os LEOVINCE melhoraram muito a estética da secção traseira da LC8, ficando agora com um “look” mais agressivo e espectacular, onde o acabamento cónico dos mesmos contribuem muito para esta nova imagem.

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Já repararam no diâmetro da saída de gases???

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Pois é, o restrictor de ruído já foi retirado, através do desaperto de um parafuso, ficando a saída de gases com este aspecto verdadeiramente assustador:

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Alguns pormenores de construcção, os suportes que seguram as ponteiras:

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Os novos colectores de escape:

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As molas que reforçam a união dos colectores às ponteiras, cobertas por uma borrcha com a inscrição LEOVINCE:

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A norma de homolgação das ponteiras de escape (com o restrictor de ruído):

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E o bonito logótipo SBK na zona cónica das ponteiras:

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Que mais posso dizer???
TÁ LINDA!!!

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Mas falta falar numa coisa, o som :-)
Bem, quanto ao som, com o restrictor de ruído, o som já é muito forte e agressivo, ou seja, completamente diferente relativamente ao som com as ponteiras de série, mostrando toda a virilidade do LC8.
Mas, após ter removido o restrictor de ruído, o som altera-se por completo, parecendo que o LC8 está com um ataque de fúria, querendo devorar todas as estradas e trilhos que surgem no seu caminho. É como uma noite de forte trovoada! :-)
É assustador e chega a sair lume pelas ponteiras de escape…
Para melhor perceberem, vejam o vídeo abaixo:

Gostaram??? :-)
Aposto que sim, mas não se iludam com o vídeo, por que ao vivo, o som é bem mais assustador ;-)
Resumindo, os LEOVINCE SBK EVO II foram uma excelente opção, quer na qualidade de construcção dos mesmos, quer no aspecto estético, quer no som emitido e quer em prestações, porque, naturalmente, a faixa de potência ficou um pouco mais cheia (como se este motor precisasse de mais potência…).

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Resta-me agradecer à SRMOTO e ao seu pessoal pelo empenho que tiveram nesta alteração, bem como ao Mestre Ernesto pela sua grande paciência em montar cuidadosamente estas ponteiras e trabalhar até tarde.
Foram 5 estrelas, MUITO OBRIGADO!
A minha KTM LC8 950 ADVENTURE já começa a ficar cada vez mais a meu gosto e cada vez mais apta para a aventura.
Ainda existem mais algumas modificações em vista, mas por enquanto estas são as últimas.

Os acessórios:
CAMEL TOE: http://www.adventureparts.co.uk/epages/d49uaaq6tkqv.sf
ou : http://www.adventurersworkshop.com/
LEOVINCE: http://www.leovince.com/it

Boas Curvas! :-)
 
 

A KTM foi à Inspecção Técnica Periódica

A KTM que adquiri foi matriculada em Janeiro de 2006, tendo  em Janeiro deste ano (2010) celebrado a jovem idade de 4 anos, que significa Inspecção Técnica Periódica :-(
Segundo a lei Regional e que, segundo consta, foi adoptada a nível Nacional, qualquer veículo de 2 rodas de cilindrada superior aos 125 cc, faz a primeira  Inspecção Técnica Periódica aos 4 anos de idade.
A Inspecção deverá ser feita no mês em que a mota foi matriculda, não sendo necessário ir num dia específico ou efectuar uma marcação prévia, é só comparecer. Desde que seja feita no mês (ou antes) que consta no agora chamado Documento Único de Circulação, está tudo bem, porque se for feita no mês seguinte, paga-se uma coima.
Assim sendo, lá fui eu com a LC8 para o centro de Inspecções da ilha, a CENTROVIA, onde tive que passar primeiramente pela recepção para:

-apresentação da documentação - Documento Único de Circulação (antigo Livrete + Registo de Propriedade) e Seguro
-pagamento de 22,40 euros

Simples, não???
Pois é, mas os 22,40 euros é que me parecem um pouco exagerados, mas é assim que está regulamentado…
Seguidamente, foi só seguir com a LC8 para uma das linhas de Inspecção e aguardar serenamente a minha vez:

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Muito importante para quem for pela 1ª vez à inspecção:

-mota em estado geral de limpeza e conservação
-número do quadro legível
-pneus em bom estado e com as medidas indicadas pelo fabricante
-luzes de mudança de direcção homolgadas e, claro, a funcionar
-iluminação dianteira e traseira a funcionar, incluindo luz de STOP a funcionar quer com o pedal de travão, quer com a manete de travão
-espelhos no seu devido lugar e homolgados
-Calços/pastilhas discos de travão em bom estado
-escape em condições, ou seja, esqueçam escapes de série adulterados ou escapes de rendimento excessivamente ruídosos, porque os décibeis serão medidos por um aparelho próprio para o efeito e o nível dos décibeis terá que estar de acordo com os dados da homolgação. Optem por escapes de série ou de rendimento homolgados ou com os “abafadores” de ruído amovíveis que alguns trazem de série

Resumindo: A mota terá que estar em condições/estado de ir à Inspecção e circular na via pública, porque todos os aspectos acima referidos, serão avaliados pelo Inspector e aparelhos específicos para os Motociclos.

No meu caso, a KTM estava num estado irrepreensível, quer de limpeza, quer do material em si:

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Chegada a minha vez, o Inspector pediu o Documento Único de Circulação e verificou se todos os dados do Motociclo estavam correctos, incluindo quilometragem, e deu uma vista de olhos geral na mota, que inclui a verificação do nº do quadro.
Depois, avaliou toda a iluminação, incluindo respectivas homolgações do material, onde se inclui a avaliação das luzes médias e altas feitas por um aparelho específico, o qual indicou que as luzes médias estavam baixas. Nada de especial, pois não significa ”chumbo” e as mesmas poderão ser rapidamente ajustadas no local, caso fosse exigido.
Seguidamente, o Inspector verificou se os pneus estão em condições, bem como se as medidas estavam correctas. O facto dos pneus serem cardados não importa, desde que possuam as medidas correctas e estejam em bom estado (com piso), passam sem qualquer problema.
Depois assumiu os comandos da mota e levou-a para a “máquina de rolos”, para inspeccionar o sistema de travagem traseiro e dianteiro:

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Com um dos pneus colocados na “máquina dos rolos”, a mesma faz o pneu rodar e o Inspector vai travando progressivamente até bloquear a roda, de forma a avaliar a eficácia dos travões.

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Nesta fase da Inspecção, se alguma coisa estiver mal em algum dos travões, como pastilhas/calços gastos, poderá ser suficiente para “chumbar”…
No meu caso, a travagem estava impecável :-)
Como possuía escapes de série e os mesmos não se encontravam adulterados ou a emitir ruídos estranhos/elevados, não foi necessário proceder à medição dos décibeis.
E posto isto, termina a Inspecção, onde o resultado foi o desejado, ou seja, APROVADO! :-)

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Quando a Inspecção termina, recebemos um documento com o resultado da Inspecção e com todos os dados referentes ao Motociclo, como a marca da mota, ano, nº do quadro, etc, do qual consta uma parte picotada (tipo o selo das Finanças) que deverá ser retirada e acompanhar os documentos do Motociclo.

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É importante referir que, caso o Motociclo não possua a Inspecção Técnica Periódica, o seu proprietário poderá, em caso de abordagem por parte das autoridades (Polícia), “sofrer” coimas pesadas e, se não estou em erro, o Motociclo poderá ser apreendido :-(
Portanto, o melhor mesmo é seguir a lei, que determina que todos os Motociclos (não inclui Ciclomotores):

“4 anos após a data da primeira matrícula e, em seguida, anualmente até prefazerem 7 anos; no 8º ano e seguintes, semestralmente.”

Na minha opinião, a lei não é de todo correcta/adequada, principalmente as Inspecções anuais após os 4 anos.
Mas é a lei que temos… :-(
Para terminar, posso referir que o Inspector que me atendeu foi de uma grande simpatia e empatia pelas motas e, curiosamente, não possuem uma atitude reprovadora como é hábito o senso comum levar-nos a pensar.
Apenas estão a fazer o seu trabalho, o qual passa em grande parte pela avaliação feita por aparelhos próprios e específicos, os quais não são permissivos quando detectam as falhas.
Tenham as vossas motas em condições mecânicas e gerais boas, não só para obterem o resultado APROVADO nas Inspecções, mas também para garantirem que circulam na via pública em condições de segurança.
Não deixem de visitar o site da CENTROVIA (http://www.centrovia.pt/), onde é possível obter mais informações sobre as Inspecções, incluindo toda a legislação sobre a mesma, bem como efectuar marcações “online”.

Boas Curvas! :-)
 
 

Mais algumas modificações na minha KTM LC8 950 ADVENTURE

Alguns dias atrás, voltei a mimar novamente a minha KTM LC8 950 ADVENTURE, colocando-lhe alguns acessórios que se revestem de grande importância no campo da protecção e não só.

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Apesar de já vir muito bem equipada de série, onde se inclui uma ciclística muito eficaz e um motor que é uma fonte inesgotável de prazer, a LC8 possui, na minha opinião, algumas lacunas, as quais são simples de eliminar.
Começando pela área da protecção, apesar dos depósitos de gasolina serem de uma fibra muito resistente aos impactos, decidi não facilitar e recorri aos serviços da TOURATECH PORTUGAL, através do sempre disponível Rui Baltazar e esposa, para encomendar umas protecções laterais (”crash-bars”).
Contudo, não optei pelas protecções laterais da TOURATECH, mas sim pelas da SW-MOTECH, igualmente representadas pelo Rui Baltazar:

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Optei pelas protecções desta marca, pelo facto de gostar do enquadramento das mesmas na LC8 e pelo facto de serem muito resistentes em caso de quedas laterais.
O meu companheiro de passeios, o Miranda, possui umas idênticas e, infelizmente, já tombou algumas vezes, bem como já teve uma queda um pouco aparatosa em asfalto e as mesmas resisitiram de forma irreprensível aos impactos sofridos :-)
Perante estes factos, não tive dúvidas na escolha ;-)

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Aliás, tombei no 2º PASSEIO SRMOTO KTM e as mesmas apenas sofreram alguns ligeiros riscos.
São de boa qualidade, quer no material usado na sua construcção, quer na qualidade da pintura.

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Possuem um reforço pelo interior da zona frontal da mota, que me parece capaz de evitar que as mesmas vão de encontro ao depósito de gasolina em caso de queda/acidente (espero nunca testar a sua eficácia…):

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Apenas tive o cuidado de colar uma borracha no apoio que encosta ao quadro, de forma a evitar que o mesmo fique danificado (riscos):

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Ainda no campo da protecção, o reservatório de óleo do travão traseiro encontra-se desprotegido e algo exposto aos “maus tratos”. Por isso, recorri à TOURATECH e coloquei uma protecção nesta peça de grande importância na mota:

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Agora está devidamente protegida! :-)
Também optei por proteger as zonas lateais do quadro contra os riscos causados pelo roçar das botas, situação fácil de acontecer.
Para esta zona, recorri aos serviços da SRMOTO, através do catálogo das “POWER PARTS” da KTM, e coloquei umas bonitas protecções em plástico, que por sinal me parecem resisitentes:

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A do lado do esquerdo obrigou-me a desmontar a tampa de série do pinhão de ataque, dado que esta protecção além de proteger o quadro, também faz de tampa do pinhão de ataque mais ao estilo Enduro:

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Ficou com um “look” mais agrssivo, além de facilitar as operações de limpeza desta zona.
Para melhorar a condução em pé, montei os “elevadores” da KTM:

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Aumentam a altura do guiador para 18 mm, que em teoria parece pouco, mas que na prática se sente e até torna a condução sentado mais agradavel, dando uma sensação de mais controle e conforto.
Voltando à TOURATECH, também montei um sistema de fechadura no compartimento dos fusíveis, dado que de série este apenas possui um parafuso de desaperto rápido:

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Mas como já devem ter reparado, não coloquei a fechadura na posição recomendada pela TOURATECH, mas sim na posição onde existia o tal parafuso de despaerto rápido, dado que a posição recomendada pela marca não era 100% eficaz.
Para esta operação, contei com a ajuda de outros 2 Motociclistas, o Francisco Narciso, o qual é um “artista” na arte do bricolage e tem sempre umas ideias interessantes, bem como o David, o qual gosta de nos ajudar sempre nestas operações.
Assim sendo, desmontamos este compartimento e após corta aqui e aperta ali, o sistema de fechadura ficou uma maravilha:

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A peça adaptada que garante que a fechadura fique trancada de forma eficaz:

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Agora já posso deixar objectos de valor com maior segurança e a caixa de fusíveis já não se encontra ao dispôr de brincadeiras de mau gosto.
Outro acessório que coloquei foi uma nova base no pedal de travão traseira, oriunda da TOURATECH:

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Achava que a de série oferecia pouca base de pressão na actuação do pedal de travão traseiro, além de não ser articulado, podendo ficar danificada em caso de tombo.

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Novamente com a preciosa ajuda do Francisco e do David, foi-me possível adapatar a base da “top case” da GIVI na KTM:

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Esta base possuía um apoio próprio para ser montada na V-Strom, não sendo compatível com a LC8. Mas com uma chapa de inox e com a habilidade destes 2 engenheiros, foi possível continuar a utilizar a mesma base e não ter que encomendar as peças necessárias à GIVI:

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Apenas faltou tinta para pintar a parte inferior da chapa. Fica para uma próxima vez ;-)
Outro acessório que passei da anterior mota para esta e que não tinha qualquer dificuldade de montagem, foi o apoio da RAM-MOUNT para o GPS, o qual ficou montado no lado esquerdo do guiador:

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Como toque final na estética, colei na suspensão dianteira uns bonitos autocolantes com o novo logótipo da WP, os quais conferem à secção dianteira mais alguma agressividade e imagem “factory”:

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Este novo logótipo está muito bonito e apelativo.
De destacar a qualidade do autocolante, o qual possui uma certa espessura e uma cola super aderente.
Colá-los foi uma odisseia… ;-)

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E, por enquanto, é tudo em termos de acessórios!

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Mas prometo mais novidades para breve, vindas de Itália e dos Estados Unidos da América :-)
A minha “laranjinha” está, modéstia à parte, cada vez mais linda e cada vez mais a meu gosto.
Por fim, um agaradecimento MUITO especial ao Francisco Narciso e ao David pela sua disponibilidade e engenho na montagem de alguns destes acessórios, ao Miranda pela cedência da sua garagem para esta operação e também pela sua preciosa e sempre disponível ajuda e ao Pedro Freire pela paciência de assistir a estas operações :-)
Também um GRANDE agradecimento ao Rui Baltazar e esposa da TOURATECH PORTUGAL, os quais após receberem todo o material numa quarta-feira, desenvolveram todos os esforços e medidas necessárias para que o material estivesse na sexta-feira nas minhas mãos, de forma a ir mais protegido para o passeio KTM.

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E, claro, à SRMOTO pelo seu GRANDE espírito “Ready To Race” no que respeita às “Power Parts” da KTM.

Boas Curvas! :-)
 
 
 
 

Os primeiros mimos para a KTM

Apesar das KTM serem motas que ao sairem da caixa já estão “Ready To Race”, eu não resisti à tentação de melhorar um pouco mais a minha ADVENTURE e meti mãos à obra :-)

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O primeiro acessório a ser colocado, foram os espelhos articulados que se encontravam na V-Strom, os quais são muito funcionais na hora de ir para o fora de estrada, pois dobram-se para o interior do guiador, não interferindo na condução.
Também oferecem várias possibilidades de ajuste.

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Também foi adicionado umas válvulas/purgadores de ar da suspensão dianteira, oriundos das “Power Parts” da KTM:

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De série, era necessário recorrer a uma ferramenta para desaparafusar um pouco o parafuso e vazar o ar. Mas com estas válvulas/purgadores, basta pressionar no topo (a preto), que o ar sai pelo pequeno oríficio que se vê na foto acima.
Funciona na perfeição e ouve-se o ar a sair.

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De série, a KTM ADVENTURE possui uns poisa-pés de Todo o Terreno, só que os mesmos encontram-se cobertos por uma borracha, de forma a evitar que se sintam vibrações indesejadas.
Contudo, esta borracha é amovível e dispensável num uso “off-road”, tendo me levado a remover a mesma.
Assim fica bem melhor! :-)

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Como era de esperar, troquei os pneus de série, uns Pirelli Scorpion, por um par de pneus cardados, tendo a minha escolha recaído sob os Metzeler Karoo.
Para esta operação, recorri à oficina da SRMOTO e aos serviços do Mestre Ernesto:

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Em poucos minutos o pneu traseiro já estava montado:

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Um pneu com um aspecto nítidamente TT e que não faz qualquer concessão a um uso meramente estradista.

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Ao vivo, este pneu é lindo, mas o aspecto do seu piso não deixa margem para dúvidas, ou seja, na terra deve ter uma aderência fantástica, mas em estrada poderá ser “traiçoeiro” e, se não tiver alguma moderação no acelerador, ele vai ficar “slick” num abrir e fechar de olhos.

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Também escolhi estes pneus pelo facto da Metzeler fornecer a medida “150″ para o pneu traseiro (medida de série) e a um preço muito acessível. A maior parte das marcas apenas possui a medida “140″…, isso se não quisermos optar pelos caríssimos Continental TK-C 80

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Depois do traseiro, foi a vez do dianteiro:

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Não tardou nada e já estava montado :-)

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Com estes Metzeler, tenho a certeza que a segurança está mais que garantida e já poderei efectuar passeios com outro nível de dificuldade :-)
Estas são as primeiras alterações que a minha KTM LC8 950 ADVENTURE recebeu, mas já se encontra em projecto outras modificações, as quais têm como objectivo tornar o BOM em EXCELENTE :-)

Boas Curvas! :-)