"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts da categoria 'As nossas motas'

Acessórios práticos

Quando penso que já coloquei tudo o que tinha para colocar na V-Strom, aparece mais um ou outro acessório que me chama a atenção e, em última análise, acabo por os adquirir.

Com o aumento dos passeios fora de estrada, surgem outras necessidades, as quais por vezes são obrigatórias, de modo a prevenir situações indesejáveis.

Com a colocação do guarda-lamas dianteiro da Touratech, a V-Strom ficou com as baínhas da suspensão um pouco expostas, podendo as mesmas ficar danificadas, por exemplo, por alguma pedra que seja projectada pela mota que segue à minha frente. E uma baínha riscada, marcada pela projecção de uma pedra, etc, quase que significa a substituíção da mesma ou o aparcimento de sinais de corrosão.

Para prevenir estas situações, coloquei umas protecções de suspensão/baínhas feitas num material elástico e fléxivel, as quais também previnem uma acumulação de terra, pó e lama nas mesmas:

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Estas protecções são um acessório oriundo das bicicletas de montanha e encaixaram na perfeição nas baínhas da suspensão da V-Strom. Elas até conferem um “look” cuidado e de competição.

As mesmas ficam presas através de uma faixa de velcro, a qual prende na perfeição estas protecções:

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A título de curiosidade, estas protecções são da BBB (www.bbbparts.com):

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Outra protecção oriunda das bicicletas de montanha e que coloquei na V-Strom são estas:

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Também são no mesmo tipo de material das usadas na suspensão e com o mesmo sistema de fixação. Coloquei estas protecções nas crash-bars de modo a prevenir alguns danos (riscos) nas mesmas em caso de tombo para o lado. Estas preotecções são da Woodman Components (www.woodmancomponents.com) e até são uma “mariquice”, mas mais vale prevenir do que remediar.

Outra utilidade é o saco de depósito magnético da SW-Motech que adquiri:

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Já tinha um saco magnético de depósito da V-Strom, mas o mesmo possui dimensões exageradas para uma condução em TT, é mais para uso estradista e turístico.

Este saco foi adquirido com o objectivo de transportar alguns objectos que normalmente não dispnsamos, como a carteira, telemóvel e, no meu caso, a máquina fotográfica para as crónicas, suporte de máquina, lenços, etc. O espaço é mais que suficiente:

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A grande vantagem é mesmo as suas dimensões reduzidas e o facto de não incomodar numa utilização fora de estrada:

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E, finalmente, deixo mais 2 fotos do aspecto actual da “burra”:

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Aqui fica a lista actualizada das alterações da minha V-Strom 650:

-Ecrã preto transparente da SECDEM
-Protecções das mãos da Suzuki
-Capas para os piscas da CLEAR ALTERNATIVES
-Aros cromados para o painel de instrumentos da V-Strom 1000
-Top Case GIVI E-52 Maxia-Monokey
-Instalação de um kit de luzes de STOP na Top Case
-Colocação de luzes no interior da Top-Case da OSRAM
-Encosto para o passageiro da GIVI na Top Case
-Malas laterais da GIVI E41 Keyless-Monokey
-Grelha para a Top Case da GIVI
-Forra interior da Top Case da GIVI
-Saco de depósito magnético V-Strom
-saco de depósito manético SW-MOTECH
-Crash-Bars da GIVI
-Suportes de malas laterais da GIVI
-Protecção da corrente em alumínio polido da Suzuki
-Protecção do radiador de água em alumínio de cor preta da Suzuki
-Protecções do quadro em borracha da DL 650 V-Strom K7
-Protecção do depósito em espinha da Pro-Grip
-Protecção imitando carbono do bocal de enchimento do depósito Pro-Grip
-Protecção do colector de escape da TOURATECH
-Protecção do radiador de óleo da TOURATECH
-Protecção do cárter do motor SW-MOTECH
-Protecção das baínhas da suspensão dianteira BBB
-Protecções das crash-bars Woodman Components
-Poisa-pés do tipo “rally” TOURATECH
-Molas da suspensão dianteira da Wirth - TOURATECH
-Pedal do travão traseiro da TOURATECH
-Tampa do óleo do motor da TOURATECH
-Alargador do descanso lateral da TOURATECH
-Guarda-lamas dianteiro da TOURATECH
-Cabos de travão dianteiro em malha de aço da GODRIDGE
-Cabo de travão traseiro em malha de aço da HEL
-Ponteira de escape em titânio da REMUS
-Filtro de ar da K&N
-Desbloqueador da centralina da NIKKO RACING - G-PACK
-Velas NGK íridium
-Alarme da Suzuki específico para a V-Strom
-Assento da TOP-SADLERY
-Corrente cinza RK CHAIN
-Cremalheira JT SPROCKETS
-Pinhão JT SPROCKETS
-Guiador Renthal 677
-Pesos do guiador da RIZOMA
-punhos da Ariete
-Suportes de cavalete Valter Moto Components
-Pneus Metzeler Karoo T
-Descanso central da SW MOTECH
-Guarda-Lamas traseiro encurtado

Cada vez mais única!!!

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Boas curvas! :-)

Metzeler Karoo T na minha V-Strom

Finalmente montei os Metzeler Karoo T na minha V-Strom!!!

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Comprei estes pneus cardados aquando da minha estadia na bela cidade do Porto, os quais foram comprados e montados com o objectivo de dar continuidade aos passeios fora de estrada.

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Estes Metzeler são um pneu específico para Maxi-Trail, por isso não confundam com um pneu cardado “normal” e o meu objectivo com a montagem destes pneus prendem-se mais com razões de segurança, ou seja, pretendo obter mais algum “feedback” do terreno, coisa que com uns pneus mistos nem sempre é inteiramnente possível. Claro que os mesmos aumentam o grau de segurança, evitando determinadas situações indesejáveis, como o escorregar da traseira ou mesmo da roda da frente.

Conferem um aspecto mais agressivo à V-Strom:

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Dianteiro:

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Com a colocação destes pneus, o guarda-lamas dianteiro da Touratech fica agora mais de acordo com a estética:

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Em relação ao seu comportamento, a parte do “off-road” ficará para outro post, porque já houve 2 incursões no fora de estrada. Na estrada, não há milagres, é um pneu que possui determinadas limitações, das quais apenas a circulaçao em piso molhado se torna mais perigosa, especialmente no empedrado, mas nada que não nos adaptemos. Em estrada, estes pneus fazem um pouco de ruído, mas nada de excessivo e só a velocidades acima dos 160 km/h. De resto, tenho curvado normalmente e estes pneus até curvam bem, tendo em conta os objectivos para os quais foram criados.

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Conclusão: estou satizfeito com os mesmos e agora resta-me testar ao longo do tempo a sua durabilidade, tendo em conta que os mesmos terão um uso em estrada (dia a dia) e todo terreno.

Boas curvas! :-)

Mais uns retoques na minha V-Strom

Até à pouco tempo atrás, eu pensava que já tinha todos os extras que queria ver montados na V-Strom, mas estava enganado… :-)

Devido à nova fase que tenho andado a atravessar, isto é, mais off-road e menos on-road, tenho dedicado alguma atenção à V-Strom com vista a uma melhorar a sua preparação para o todo terreno. Não é que o TT que tenho andado a fazer com os amigos seja do tipo “hardcore”, bem pelo contrário, mas mais vale melhorar alguns aspectos e andar com mais segurança no TT, do que esforçar em demasia.

Assim sendo, a Touratech foi novamente a marca eleita, dado o seu vasto leque de acessórios para o “rally-touring”, tendo desta vez colocado um “alargador” do descanso lateral, de modo a evitar algum possível afundamento em piso mais mole:

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 É construído em alumínio e possui um bom grau de rigidez, sendo igualmente muito simples de montar:

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A base que assenta no chão:

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Mesmo em piso “normal” (o do dia-a-dia), a mota fica com uma área de apoio melhor, devido à maior amplitude da base.

Outra alteração com vista ao TT e especialmente aos pisos enlameados e aos futuros pneus de tacos, troquei o guarda-lamas dianteiro de série por um da Touratech:

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É um guarda lamas mais simples que o de série, muito fácil de montar e construído num material de boa qualidade e resistente às “intempéries” do TT.

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Se reparerem bem, o guarda-lamas possui na zona dianteira um pequeno espaço entre o pneu e a parte interior do mesmo, de modo a evitar acumulação excessiva de lama e de modo a albergar um pneu de tacos.

É bem mais curto que o de série:

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Pormenor do acabamento e design:

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Parte traseira:

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É um guarda-lamas cuja a aparência poderá não agradar a todos, mas que foi colocado com vista a determinados objectivos.

O acesso a estes acessórios da Touratech foi possível através da colaboração e amabilidade da empresa Carreiro & Comp, Lda, a qual tem me fornecido a maior parte dos acessórios, bem como ajudado na preparação da mota em si. Pessoal 5 estrelas.

E por fim, vou mostrar-vos os pneus escolhidos para os passeios de TT:

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É isso mesmo, os Metzeler Karoo T. A escolha inicial foram os Continental TKC 80, mas o seu preço era algo elevado e após alguma pesquisa e opiniões de utilizadores, o Metzeler enquadra-se nos objectivos e a um preço bem mais reduzido. Os mesmos foram adquiridos na Motoboxe do Porto. O aspecto deles é simplesmente fenomenal.

Dianteiro:

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Traseiro:

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E a comparação lado a lado com os actuais Michelin Anakee:

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O objectivo desta mudança radical é obter uma melhor leitura do terreno a par de uma maior segurança, porque apesar dos Michelin se portarem bem, acabam por ser limitados em alguns pisos e numa utilização TT mais exigente. A vontade de colocar os Karoo já é muita, mas será depois do Verão e depois de “derreter” o Anakee traseiro.

Para terminar, a foto da menina:

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São alterações simples e com o objectivo “rally-touring” e, que vêm a tornar a minha V-Strom 650 ainda mais exclusiva e a meu gosto.

Aqui fica a lista actualizada das alterações da minha V-Strom 650:

-Ecrã preto transparente da SECDEM
-Protecções das mãos da Suzuki
-Capas para os piscas da CLEAR ALTERNATIVES
-Aros cromados para o painel de instrumentos da V-Strom 1000
-Top Case GIVI E-52 Maxia-Monokey
-Instalação de um kit de luzes de STOP na Top Case
-Colocação de luzes no interior da Top-Case da OSRAM
-Encosto para o passageiro da GIVI na Top Case
-Malas laterais da GIVI E41 Keyless-Monokey
-Grelha para a Top Case da GIVI
-Forra interior da Top Case da GIVI
-Saco de depósito magnético V-Strom
-Crash-Bars da GIVI
-Suportes de malas laterais da GIVI
-Protecção da corrente em alumínio polido da Suzuki
-Protecção do radiador de água em alumínio de cor preta da Suzuki
-Protecções do quadro em borracha da DL 650 V-Strom K7
-Protecção do depósito em espinha da Pro-Grip
-Protecção imitando carbono do bocal de enchimento do depósito Pro-Grip
-Protecção do colector de escape da TOURATECH
-Protecção do radiador de óleo da TOURATECH
-Protecção do cárter do motor SW-MOTECH
-Poisa-pés do tipo “rally” TOURATECH
-Molas da suspensão dianteira da Wirth - TOURATECH
-Pedal do travão traseiro da TOURATECH
-Tampa do óleo do motor da TOURATECH
-Alargador do descanso lateral da TOURATECH
-Guarda-lamas dianteiro da TOURATECH
-Cabos de travão dianteiro em malha de aço da GODRIDGE
-Cabo de travão traseiro em malha de aço da HEL
-Ponteira de escape em titânio da REMUS
-Filtro de ar da K&N
-Desbloqueador da centralina da NIKKO RACING - G-PACK

-Velas NGK íridium
-Alarme da Suzuki específico para a V-Strom
-Assento da TOP-SADLERY
-Corrente cinza RK CHAIN
-Cremalheira JT SPROCKETS
-Pinhão JT SPROCKETS
-Guiador Renthal 677
-Pesos do guiador da RIZOMA
-punhos da Ariete
-Suportes de cavalete Valter Moto Components
-Pneus Michelin Anakee
-Pneus Metzeler Karoo T
-Descanso central da SW MOTECH
-Guarda-Lamas traseiro encurtado

Boas curvas! :-)

Vendo - Suzuki DR 650 SE - 2001

VENDIDA!

Estou a vender a minha Suzuki DR 650 SE…

Está em muito bom estado, tem pneus mistos de tacos semi-novos e conta com alguns melhoramentos, como o guiador, protecções de mãos, piscas, punhos…

Tem pouco mais de 9.000 km e ainda à menos de um mês mudou óleo e respectivo filtro…

Infelizmente, não tenho disponibilidade para andar com ela….

NOTA: A mota pode ser vista no stand da MOTOMAIS…

VENDIDA!

A minha DR650 - Versão final…

Depois de algumas experimentações, aqui está ela, e assim vai ficar…

Novos instrumentos, leitor de road-book e ciclo-computer…

Novas protecções de mãos integrais da Drenaline, piscas e o pormenor do novo autocolante Suzuki…

Pegas para pendura pintadas de preto e novos piscas traseiros…

“Bricolage” caseira para montar o sensor do ciclo-computer da Sigma…

Deu-me muito gozo fazer sozinho todas as alterações à moto…

Modéstia à parte, acho que ficou porreira… :)

Até já é capa de revista!!!

Inspecção Técnica Periódica

Parece que foi “ontem” que comprei a minha V-Strom 650 e, no entanto, já lá vão 4 anos desde que a tenho.

Com a bonita idade de 4 anos, a V-Strom teve que ser alvo da tal inspecção Técnica Periódica, que apenas é obrigatória nos Açores.

No caso das motas acima dos 125 cc é feita a primeira inspecção aos 4 anos (quando adquirida nova) e depois anualmente.  Uma boa forma de “sacar” dinheiro ao pessoal das motas. Já não bastava o selo…

Mas vamos ao que interessa.

Ontem, dia 17 de Março, levei A V-Strom à sua primeira inspecção, a qual foi realizada na CENTROVIA (Centro de Inspecção de Viaturas dos Açores, Lda), situada em Ponta Delgada, mais concretamente na Nordela-Santa Clara, um pouco mais á frente do antigo matadouro.

Após passar pela parte burocrática, nomedamente, o registo informátco dos dados da mota, em que é pedido o Livrete, Registo de Propriedade e Seguro, passei para a inspecção propriamente dita.

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No passado, já tinha feito inspecção a 2 antigas motas minhas, as quais foram do tipo “só para inglês ver”, pois o rigor deixava muito a desejar. Mas passados estes anos todos, as técnicas de inspecção às motas evoluiram e o rigor também.

A primeira fase da inspecção consiste em verificar toda a iluminação da mota, nomedamente as luzes médias e altas, piscas e luz de stop, isto é, verificar se as mesmas estão a funcionar correctamente. Inclusivé, têm uma máquina que verifica se as luzes médias e altas estão a ser projectadas correctamente e se são nítidas.

Também foi verificado o estado dos pneus e se as medidas dos mesmos estão de acordo com as que estão indicadas no Livrete.

Seguidamente, verificação do sistema de travagem, dianteiro e traseiro. Antigamente era o propietário é que se sentava em cima da mota e colocava a roda dianteira e depois a traseira em cima de uns rolos que fazem dgirar as mesmas e obedecia às instrucções do Inspector, ou seja, mandanto travar.

Agora mudou, o Inspector é que assume os comandos da nossa “menina” e realiza toda a operação, isto é, colocação das rodas (uma de cada vez) nos tais rolos e verificação da qualidade da travagem.  Acho que esta medida é para evitar “aldrabices” por parte de “chicos espertos”. Mas ao ver este Senhor montar a minha V-Strom não fiquei lá muito satisfeito, pois esta é uma “menina” com algum porte, como o próprio verificou e expressou na altura. Enfim, não é para “trinca espinhas” como ele… :-)

Depois desta verificação veio a inpecção aquilo que mais temia, ruído do escape. Antigamente (estou muito nostágico), não ispeccionavam o ruído das motas, porque não tinham aparelhos de medição. Mas tudo muda… infelizmente :-(

Foi-me pedido para colocar a mota no exterior do edíficio e o Inpector foi buscar o tal aparelho de medição sonora, que julgo chamar-se sonómetro, e montou o mesmo. Um aparelho com um ar muito profissional, ou seja, uma pasta que continha um medidor com um ecrã, onde é possível ver nível de décibeis, rotações do motor (que segundo o Ispector não conrrespondem à realidade), etc, ligado a um microfone, o qual se encontra num tripé a uma certa distância (curta) da ponteira de escape.

Após a montagem de todo o equipamento, foi-me pedido para ligar a mota e os próximos 15 minutos (sensívelmente) que se passaram foram de verdadeira angústia para mim, porque aquela inspecção ao ruído podia ditar a reprovação da minha mota. Para os que não conehcem o escape da minha V-Strom, tenho um Remus em titânio, o qual tem um “bocal” de saída de gases enorme e produz um pouco de ruído, o qual é “música” para os meus ouvidos, mas não para os do Inspector.

 Mas voltando á inspecção do ruído. Durante os tais 15 minutos, o Inspector andou às acelerações na mota, mas não as do tipo acelera e desacelera, mas sim acelerar a mota por fases de rotação, isto é, acelerava até as 3500 rpm e aguentava um pouco, até às 4500 rpm e aguentava um pouco, processo que se prolongou até cerca das 7000 rpm.

Durante esta fase da inspecção, mudoua posição do microfone do aparelho 2 vezes.

Cheguie-me para junto do aparelho que registava os décibeis e mostrava num pequeno ecrã e para minha surpresa vejo lá marcado (quando andava a acelerar até cerca das 7000 rpm) cerca de 82 décibeis, 81,8 se não estou em erro.

Perguntei se aquele número correspondia á medição real que o sonómetro estava a registar, ao que me foi respondido positivamente. Fiquei aliviado, porque o Livrete da V-Strom 650 indica que a mesma foi homolgada com um nível de ruído que pode ir até um máximo de 87 décibeis. Com cerca de 82 décibeis estou safo :-).

E assim foi, a V-Strom passou no teste do ruído, sem sequer pestanejar :-). O Inspector afirmou junto de mim que pensou que ela não passava neste teste, pois o ruído emitido pelo Remus é mais que evidente. Mas nem tudo o que parece é, e apesar de parecer mais ruido que o escape de série, este Remus produz poucos décibeis, porque o Inspector referiu que uma homolgação com um máximo de 87  décibeis já é muito.

Resultado final da isnpecção: APROVADO!!! :-)

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A minha V-Strom está apta a circular na via pública e, infelizmente, terá que fazer nova inspecção em Março de 2009. A lei assim obriga as motas de cilindrada superior a 125 cc, coisa que acho ridículo, porque regra geral, as motas andam sempre em melhor estado que grande parte dos automóveis que por aí circulam nas nossas estradas. Mas lei é lei e terei que desembolsar 22 euros de ano a ano.

Agora terei que guardar este dístico na carteira, à semelhança do selo:

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Este dístico faz parte deste documento, do qual é destacado:

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Uma vista do cabeçalho do docmento:

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Como podem verificar, a única coisa apontada na inspecção da minha mota foi as luzes mádias, as quais consideram que o feixe está com orientação baixa. Mas estão assim propositadamente, dado que com a regulação de série, os mesmos apontam na direcção da visão dos condutores de “enlatado”, deixando-os encandeados (azar deles…).

Mas o que interessa é o resultado final, APROVADO.

Para quem for fazer a inspecção à sua mota, já sabe, convém ter tudo em ordem e escapes de rendimento nem sempre são sinónimo de décibeis a mais. vale a pena arriscar.

Boas curvas! :-)