"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts de Bruno

Passeio em memória do João Cabral

No passado dia 21 de Janeiro, fez precisamente 1 ano que o nosso amigo João Cabral nos deixou, para seguir na mais longa viagem da sua vida.
Em poucas palavras, o João era um dos sócios mais acarinhados do Clube Motard de São Miguel, principalmente pela sua postura, simpatia, amizade e disposição para ajudar o próximo.
Era aquele companheiro de estrada, viagem e passeios que estava sempre a nosso lado para o que fosse preciso. Foi um privilégio ter realizado vários passeios na sua companhia!
Infelizmente, a vida tem destas coisas, mas uma coisa é certa, o João será sempre recordado com todo o carinho que sempre despertou em nós.

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E para recordar o nosso amigo João, nada melhor que realizar um passeio de mota, porque, afinal de contas, era uma das coisas que mais gostava de fazer.
Assim sendo, o Clube Motard de São Miguel, através do seu primo e também sócio do CMSM, o Carlos Raposo, realizou um passeio mototurístico no passado dia 21, no qual os sócios e simpatizantes responderam em bom número.

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As condições meteorplógicas estavam a favor e previa-se um excelente passeio. Até algumas caras que andavam afastadas destas actividades, voltaram a aparecer. Esperemos que se mantenham, pois fazem falta ;-)

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O “Capitão” seria, naturalmente, o nosso Raposo e a sua GS:

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No meu caso, participei neste passeio de outra forma, ou seja, de automóvel…
Infelizmente, a lesão contraída na Baja ainda não me permite andar de mota…
Contudo, o lado positivo é que pude levar as 2 mulheres da minha vida neste passeio, a Carla e a Mafalda. Foi a estreia da Mafalda nas actividades do CMSM :-)
Pela estrada, a temperatura estava agradável e dava para perceber que a malta estava a divertir-se e a tirar bom proveito das boas condições meteorológicas.

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O percurso foi interessante, especialmente para que estava de mota, com o mesmo a ter como objectivo paragem no miradouro do Sato do Cavalo. A direcção do passeio foi através do norte da ilha, aproveitando assim as excelentes condições que as novas estradas agora apresentam.
No entanto, assim que começamos a subir mais um pouco, principalmente já no Salto do Cavalo, as condições meteorológicas começaram a ficar adversas, com o nevoeiro a instalar-se aos poucos e alguns chuviscos.

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Nesta zona do Salto do Cavalo ainda se via qualquer coisa…

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Paragem no miradouro do Salto do Cavalo, para relaxar e para a fotografia:

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Mas foi uma paragem muito curta, pois a chuva estava a aumentar aos poucos e, pior, o nevoeiro não deixava ver absolutamente nada na zona do miradouro:

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O melhor mesmo foi partir e iniciar a descida da montanha, em direcção à Povoação:

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Assim que se iniciou a descida da montanha, as condições meteorológicas melhoraram muito, com a chuva e nevoeiro a desaparecerem e o sol a surgir.
Uma descida com vistas muito bonitas :-)

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A descida da montanha levou-nos até à Povoação, mas não paramos por lá e seguimos sentido Ribeira Quente, onde nos esperava um lanche num estabelecimento já muito conhecido do CMSM, onde servem tremoço de bigode do melhor :-)
Chegada à Ribeira Quente:

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É sempre bonito ver tantas motas juntas :-)

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Estava muito agradável na Ribeira Quente :-)

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Nada como reunir tantos amigos à mesma mesa e desenvolver animadas conversas :-)

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Um lanche muito animado e cujo conteúdo muito agradou aos presentes.
Importante referir que este lanche foi cortesia do nosso amigo Raposo, em memória do João.
No fim, a foto do grupo:

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Depois deu-se o regresso a Ponta Delgada, onde ainda alguns dos presentes estiveram presentes na cerimónia religiosa em memória do nosso amigo João.
Em suma, foi um excelente passeio e convívio, sem dúvida. Mas, mais importante, foi recordarmos este nosso grande amigo e companheiro de estrada, que para sempre ficará na história do CMSM e nos nossos corações.
Um bem haja à iniciativa!

Boas Curvas! :-)
 

Tou fora…

Após a minha queda na Baja Resistência TT ACSport, a ida a um especialista impunha-se.
Apesar do diagnóstico realizado no serviço de urgências do Hospital local, em que me foi diagnosticado 4 costelas partidas e uma pequena fractura na mão direita, achei que devia consultar um reconhecido especialista na área da Ortopedia.
Não se trata propriamente de falta de confiança no diagnóstico hospitalar, mas queria uma segunda opinião, mais atenção e dissipar qualquer dúvida que pudesse existir.
Afinal de contas, quero voltar às 2 rodas sem problemas de maior ;-)
Ora bem, lá tive que repetir novos exames, e os mesmos confirmaram o diagnóstico inicial, ou seja, 4 costelas partidas do lado esquerdo e uma pequena fractura na mão direita.
Dêm uma vista de olhos, fracturas dento do círculo:

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Consequências imediatas, inibição de andar de mota durante, sensívelmente, 6 semanas

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Esperam-me 6 semanas de recuperação e de pausa nas motas, em que a ausência de esforços físicos é prioritária, de forma a que estes ossos calcifiquem da melhor forma possível e, claro, para que mais tarde não surjam complicações.
Recomendações que pretendo seguir escrupulosamente, porque quero regressar às 2 rodas e viver mais aventuras.
Bem, a 1ª experiência em competição motorizada será inesquecível ;-)

Boas Curvas! :-)

Baja Resistência TT ACSport - CRÓNICA

No passado Domingo, realizou-se a Baja Resistência TT ACSport.
Esta foi uma prova direccionada para o lado da resistência e para 3 classes: Enduro/MX, Quads e uma novidade, as Maxi-Trail.
Além disso, desde cedo despertou o interesse de vários pilotos, especialmente pela ausência de determinadas exigências típicas de provas federadas, bem como pelo formato em si da prova, cujo traçado, revelado na última semana anterior à prova, foi um factor determinante e de grande interesse.
Da minha parte, inscrevi-me na classe Maxi-Trail, porque tinha muita curiosidade em por à prova a LC8, bem como alguma curiosidade em competir. No entanto, a experiência em competição motorizada era nula, o que levou a que acumulasse alguma ansiedade e nervosismo extra. Normal…
Por outro lado, a classe Maxi-Trail esteve em risco de não se realizar, dado que não estava sendo fácil reunir um mínimo de 6 participantes. Mas lá se conseguiu :-)
No dia de prova, a organização chegou cedo e iniciou as operações de montagem do centro de operações, bem como reconhecimento ao percurso, entre outras tarefas.

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Montagem dos Transponders, os quais iriam registar os tempos e nº de voltas:

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Colocação do nº:

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Fiquei com o nº 1, o que me deixou ainda mais nervoso…

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Quem também participou nesta prova, na classe Enduro/MX, foi o César Kini Neves:

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De salientar o convite feito pela SRMOTO, para que Eu, o César e restante pessoal de KTM, ficasse sob a assistência dos mesmos, incluindo colocação das motas no paddock da referida empresa.
Muito simpáticos e atenciosos! :-)

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Para as Maxi-Trail, estava previsto realizar-se os treinos, reconhecimentos e qualificação às 9:30. Contudo, houve um pequeno atraso, mas nada que impedisse o normal desenrolar das actividades.
Nos treinos e reconhecimentos, iam tirar o melhor tempo por volta de cada um, de forma a determinar a grelha de partida.
Nesta fase estava super nervoso, sentido a garganta constantemente seca, mesmo após beber água. Não estava nada fácil…
Mas após iniciarem-se os treinos, o nervosismo desapareceu e deu lugar a uma maior concentração e vontade de andar :-)

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Os treinos correram muito bem, mas tinha dado para perceber que o traçado favorecia claramente as Maxi-Trail (principalmente uma certa NX4, que de Maxi-Trail não tem nada) mais leves e pequenas, ou seja, traçado sinuoso e sem grandes espaços para estes motores grandes se libertarem como deve ser.

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Para a classe Maxi-Trail, estavam previstos inicialmente 6 pilotos. No entanto, houve um piloto que não compareceu, ficando a grelha reduzida a 5, nomeadamente, Eu na KTM 950 ADV, o Pedro Freire e Carlos Rego em 2 KTM 640 ADV, o Filipe Castro em Yamaha XTZ 750 Super Ténéré e o André Coelho na Honda NX4.
Mas, infelizmente, a grelha de partida sofreu redução de mais 1 piloto e mota, neste caso o Filipe Castro e a sua Yamaha 750 Super Ténéré, o qual viu-se obrigado a desistir devido a um tombo nos treinos, que danificou o radiador da sua Yamaha.
Uma pena, pois teria havido mais “luta” e diversidade na corrida…
Quanto à corrida, a partida seria estilo “Le Mans”, ou seja, motas de um lado e pilotos do outro e, assim que é dada a partida, pilotos correm para as motas e arrancam.
Fiquei em 3º lugar na grelha de partida, o que não é mau :-)
Quanto à corrida, assim que foi dada a partida corremos todos que nem uns loucos para as motas e arrancamos, com o André e Carlos em KTM 640 e Honda NX4 a tomarem a liderança, seguido do Pedro, que por uma unha negra ficou à minha frente. Bem, a zona do arranque não era nada favorável à LC8, mas fez-se o possível.

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A corrida das Maxi-Trail foi super animada e disputada, com o André Coelho e o Carlos Rego a entrarem numa grande luta pelo 1º lugar, havendo ultrapassagens, derrapagens e sei lá mais o quê. Os 2 estavam em guerra! :-)
Um pouco mais atrás, era a batalha para o 3º lugar entre mim e o Pedro Freire, com este a segurar-me durante algum tempo, fechando-me e bem nas zonas de ultrapassagem.
Por esta altura, já não sentia qualquer nervosismo e só pensava, tenho que passar o Pedro!!! :-)

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Ora bem, durante algumas voltas o Pedro “segurou-me”, até que comecei a tentar exercer alguma pressão nele, através de aproximações em curva, mostrando-lhe a roda dianteira, ou mesmo reduções mais em cima dele, daquelas com o motor a “berrar” de furioso.
Penso que este tipo de pressão começou a resultar, e houve uma 1ª vez que o Pedro alargou a trajectória, mas não o consegui ultrapassar, devido a encontrar-me numa zona de terra mole e a LC8 ter andado a atravessar a traseira, em vez de “disparar” para a frente.
Mas mais tarde, o Pedro voltou a alargar a trajectória e lá consegui ultrapassá-lo :-)
Uma sensação verdadeiramente espectacular, isto é, andar a “lutar” por uma posição e conseguir chegar à mesma :-)

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Muito importante referir que a LC8 estava a portar-se muito bem, muito por culpa dos pneus que montei para esta prova, um Metzeler Karoo na traseira e um Pirelli Scorpion Rally na dianteira, que mantiveram a LC8 sempre “colada” ao chão. O Pirelli foi uma surpresa muit agradável, pois portava-se bem em todas as situações e permitia todo o tipo de abusos. Adorei e recomendo!
Voltando à corrida, apesar de ter ultrapassado o Pedro e estar em 3º lugar, era muito díficil chegar aos 2 da frente, dado que o tempo que perdi a “lutar” pela 3ª posição, permitiu que o Carlos e o André ganhassem uma vantagem considerável.
Mas como era uma corrida de resistência, tudo podia acontecer ;-)

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Apesar de algo longe, continuei a tentar imprimir um ritmo forte, acelerando forte sempre que podia e tentando ser rápido sempre que podia. Mas a dada altura pensei, bem, vai ser muito difícil alcançar os 2 primeiros, mas ao menos vou tentar dar um pouco de espectáculo ao público presente.
E assim foi, sempre que passava por uma zona favorável e com público, abria o acelerador da LC8 à bruta e colocava a traseira a varrer de um lado para o outro, sempre acompanhado pela melodia inconfundível do bicilindríco Austríaco.
Por aquilo que ouvi dizer, o público adorou o ronco e o “power” da LC8 :-)

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Apesar de estar a divertir-me e agradar o público de alguma forma, eis que o inesperado acontece, fui ao tapete… :-(
Numa zona de barro duro e polido, abri o acelerador mais do que devia e a LC8 atravessou a traseira 3 vezes e mandou-me para fora. Foram 2 atravessadelas muito rápidas e violentas, que não deram qualquer hipótese de tentar controlar.
Bem, o voo que dei para fora da mota não foi o pior, o pior foi a recepção no chão, que foi de lado e de cabeça e tipo peso morto, mesmo em cheio.
Resultado, levantei-me mas estava um pouco tonto e sentia o corpo um pouco dorido, especialmente na zona das costelas, onde tinha batido em cheio.
Tentei levantar a mota uma vez, mas não consegui, só à 2ª tentativa é que a coloquei de pé, mas continuava tonto e a respirar um pouco mal.
Entretanto o Pedro passa por mim e disse adeus ao 3º lugar. Depois fui dobrado pelos primeiros 2 classificados, ainda lá parado.
Cheguei a pensar em desistir, mas saltei para a mota e arranquei, ainda a recuperar algum equilíbrio, até que na zona da meta vi a placa de que faltavam apenas 4 minutos para a prova terminar.
Com esta informação, senti alguma motivação extra para tentar terminar a prova, mas também algum sentimento de frustração por ter caído mesmo perto do fim.

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No entanto, eis que a prova sofre mais um revés, encontro o André Coelho (NX4) caído no chão. Nessa altura pensei, ok, valeu a pena não desistir, porque parece que recuperei o 3º lugar :-)

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E passados mais alguns minutos, termina a prova das Maxi-Trail.

Vídeos com algumas passagens das Maxi-Trail:

Resultado final, Carlos Rego em KTM 640 ADV em 1º lugar, Pedro Freire igualmente em KTM 640 ADV em 2º lugar e, finalmente, Eu em KTM 950 ADV em 3º lugar.
Um pódio inteiramente KTM! :-)

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Nem faltaram as entrevistas para os programas televisivos :-)

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O troféu do 3º lugar :-)

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Antes de virar a página, quero direccionar uma palavra de apreço ao André Coelho, porque após terminada a prova soube que a sua queda tinha sido aparatosa. É pena, pois a sua prestação estava a ser muito boa. Força na recuperação e abraço!

Depois seguiu-se a prova das Enduro/MX, na qual estavam inscritos muitos pilotos, incluindo alguns dos supeitos do costume, como o Manuel Martins, André Cabral, Pedro Dias, Francisco Bettencourt, Sérgio Pinheiro, entre outros, aos comandos de motas das mais diversas cilindradas.
Além disso, também contou com a presença do amigo César Kini Neves, que se encontra de passagem na ilha.
O César não se fez rogado, e participou neste evento com a sua KTM EXC-F 530.
A partida para esta classe foi também ao estilo “Le Mans”, onde dei uma ajudinha ao César, segurando-lhe a mota para a partida:

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Apesar de ter havido uma 1ª falsa partida, voltou-se a repetir a partida e lá foram eles em força e furiosos:

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Manuel Martins em KTM SX-F 250, garantiu muito cedo a liderança da prova, mostrando um andamento muito rápido e consistente. Pareceu-me um nível acima dos restantes…

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Contudo, ao longo da prova decorreram despiques bem interessantes, envolvendo, por exemplo, André Cabral, Francisco Bettencourt e o César Kini Neves. OS 3 com uma pilotagem muito empenhada e tentando de tudo para de aproximarem ou desembaraçarem dos seus adversários.

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Depois seguiam-se outras pequenas lutas, que envolviam pilotos bem nossos conhecidos, como o Sérgio Pinheiro, Rodrigo Eloi ou mesmo o Sancho Eiró.
Enfim, estava uma corrida super animada e com muita agressividade em pista.

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De salientar a prestação do jovem Henrique Benevides, aos comandos de uma Kawasaki KX 125, que deu muita rápilica a alguns pilotos, além de deliciar o público com o “cantar” do motor 2 tempos da máquina verde.

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O César Kini Neves estava a ter uma prestação assinalável frente aos pilotos locais, mantendo-se em 3º lugar da geral e em 2º lugar da sua classe. O público presente adorou o ronco da 530, assim como o “power” que a mesma transmitia assim que o César acelerava forte.

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Imagens da descida numa zona de cascalho mole, a qual apanhou alguns pilotos de surpresa, causando alguns tombos:

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Outras partes do circuito eram muito rápidas, permitindo aos pilotos ganharem mais algum tempo.

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César a dar-lhe forte. O homem aguenta-se bem com aquele “canhão”…

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E fim da prova, com Manuel Martins a vencer a mesma:

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Pequeno vídeo da corrida:

Mais alguns vídeos:

Seguiram-se as entrevistas aos 3 primeiros classificados:

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Pormenor do pneu dianteiro da mota do Manuel Martins, onde são notórias as consequências do forte ritmo que este piloto imprime às suas máquinas:

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Seguiram-se os Quads, com uma grelha de partida bem preenchida e com máquinas bem preparadas:

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A corrida dos Quads foi o que já se esperava, muita velocidade, logas derrapagens e grandes lutas pelas posições cimeiras.
O ritmo de alguns pilotos era verdadeiramente alucinante e, por vezes, parecia que iam além de alguns limites.

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No final, a vitória acabou por sorrir aos piloto Rui Borges, em KTM 450.

Pequeno vídeo da corrida:

Entrega dos troféus da classes Enduro/MX:
Na classe E1 das Enduro/MX, Henrique Benevides ficou em 3º lugar, em 2º lugar Pedro Dias e em 1º lugar Manuel Martins:

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Na classe E2, em 3º lugar ficou o Sérgio Pinheiro, em 2º lugar o César Kini Neves e em 1º lugar o André Cabral:

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Nos Quads, em 3º lugar ficou Bruno Furnas, em 2º lugar ficou Aurélio Broges e em 1º lugar o Rui Borges:

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E estava terminado a Baja Resistência TT ACSport :-)
No meu caso, a Baja ainda não tinha terminado, ou seja, estava com algumas dores na zona das costelas, ombro e mão direita, que me estavam a preocupar. A ida ao Hospital impunha-se…
Antes disso, deixei a LC8 nas instalações da SRMOTO, para uma vistoria, e lá constatei o abuso de que o pneu traseiro foi alvo nesta prova
Ora bem, este Metzeler Karoo foi novíssimo para a prova, mas no fim da mesma ficou assim:

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Esta mota detesta pneus ;-)
O pneu dianteiro estava impecácel. Aliás, o Pirelli Scorpion Rally foi uma excelente escolha, pois manteve a dianteira sempre segura e “colada” ao chão, transmitindo-me muita confiança e à vontade. Recomendo!

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Os danos do tombo, pisca partido e alguns riscos. Marcas de personalidade ;-)

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Seguiu-se uma ida ao Hospital, com o César Kini Neves a fazer-me companhia e, após algumas horas e exames, concluiu-se que tinha 4 costelas partidas e uma pequena fractura na mão direita.
Que chatice…, especialmente por ficar privado de andar de mota cerca de 2 meses…
Paciência, agora é recuperar e pensar na próxima aventura ;-)
O meu obrigado ao César por me ter acompanhado no Hospital, pois ajudou muito a levantar a moral e a olhar para o lado positivo das coisas. Grande amigo!

Em jeito de conclusão, a Organização está de parabéns, pois conseguiu organizar uma prova interessante e competitiva, onde para tal muito contribuiu a propriedade usada, que oferecia um traçado interessante e com dificuldades qb.
Penso que este tipo de provas tem “pernas para andar”, nem que seja pelo facto de não exigir tanto dos pilotos em termos burocráticos e material. Mas só o futuro dirá.
Ainda estão de parabéns pela coragem que tiveram em introduzir a classe Maxi-Trail num evento deste tipo, porque como todos nós sabemos, não ia ser fácil atrair pilotos e máquinas para um evento deste género, dada a maior vocação para o Mototurismo do público que as tem.
Claro que há sempre um ou outro pormenor a rever, mas, sinceramente, para uma 1ª prova, melhor era impossível.
Valeu a pena!

Boas Curvas! :-)

PS: O meu obrigado ao Paulo Miranda, Pedro Silva, Nicolau Wallenstein e Eduardo Pereira pelas fotos e vídeos cedidos, pois sem estes elementos esta crónica não seria a mesma.
 
 
 
 
 


 

Baja Resistência TT ACSport

Para os interessados, no próximo Domingo realiza-se a Baja Resistência TT ACSport.
A Baja contará com 3 classes, Enduro/MX, Quads e Maxi-Trail, as quais prometem muito espectáculo e adrenalina.
De salientar a estreia da classe Maxi-Trail em competições Regionais, que certamente irá despertar muito interesse a quem for assistir à prova, além de ser uma demonstração de inovação da parte da Organização.
Abaixo, encontram-se os mapas de como chegar à localização da prova, bem como do circuito em si.

Como lá chegar:

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Circuito (terá pequenas diferenças para as Maxi-Trails):

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Horários:

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Lista de Inscritos:

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Portanto, já sabem, não marquem nada para Domingo e não percam a oportunidade de assistir a uma excelente prova motorizada.

Boas Curvas! :-)                

The Tough One 2012

É já este fim-de-semana :-)

Mais em http://www.thetoughone.com/

Boas Curvas! :-)

Passeio das GRANDES

Já fazia algum tempo que a malta das “Big Trail” não se juntava para um passeio aventura, como acontecia à muito tempo atrás, onde o grupo chegou a ser bem composto.
Contudo, alguns dias atrás, o Pedro Freire falou comigo no sentido de se voltar a realizar mais alguns passeios como “antigamente”, mas tentando juntar o máximo possível do pessoal que habitualmente participava.
E assim foi!
Após os devidos contactos, lá se conseguiu reunir um nº interessante de participantes, os quais mais não eram que a malta que já participava nestes passeios.
Compareceram, Eu na 950 ADV, Narciso na 950 ADV, Pedro Freire na 640 ADV, Carlos Rego também em 640 ADV, Nuno na NX4 e o Filipe na ST 750.

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Algumas das ausências notadas foi a do nosso amigo Miranda, com a sua boa disposição e o Gregório, que nos acompanhou desde o início. Claro que ficam a faltar o Adolfo e o Dinis, por exemplo, mas estes já não se encontram na ilha, o que é uma pena.
Quanto ao passeio, dada a ausência de inscursões no fora de estrada pela maior parte dos elementos do grupo, não convinha “atacar” de imediato os trilhos ditos mais difíceis, mas sim ir progredindo aos poucos, ou então, conforme a disposição do grupo.
O destino escolhido foi as Sete Cidades, onde a grande variedade de trilhos seria ideal para este passio.
Até lá, o habitual, Vigia das Feteiras, Feteiras e arredores e Sete Cidades.
Passagem pela Vigia das Feteiras, com o piso a apresentar-se muito escorregadio. No meu caso, sentia a frente constantemente a “fugir”. Penso que aquele Karoo T que tenho na dianteira é o culpado, cuja configuração é pouco agressiva e eficaz no piso escorregadio e enlameado…, a rever…

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O ritmo do passeio estava a ser agradável, com cada um a não entrar em ritmos mais “vivos”. A preocupação era voltar a ganhar confiança com as motas grandes e depois viria a diversão.

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Contudo, o passeio estava a correr bem e não tardou nada até tentarmos alguns trilhos que pediam mais atenção, como a descida com vista para os Mosteiros, que feito de “Maxi Trail” não deixa de ser intimidante:

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O problema não é tanto a descida, mas sim algumas partes com regos e piso solto. Além disso, se abusarmos do travão traseiro, a tendência é atravessar a traseira em demasia, como aconteceu com o Pedro e o Narciso.

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Menos travão… ;-)

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Hora de um pequeno banho ;-)

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Grande ST 750, os anos não passam por ela :-)

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Passagem pelas sempre rápidas Cumeeiras, com umas vistas fabulosas, especialmente por causa das excelentes condições climatéricas :-)

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Quando se apanha um excelente dia como este, as Sete Cidades são qualquer coisa de espectacular. Não sei se é o verde, se são as vistas, a envolvência, ou a combinação de todos estes factores, mas é um prazer estar nas Sete Cidades com bom tempo.

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Fantástico!!! :-)

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Descendo ao centro das Sete Cidades:

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O Narciso apesar de não abusar no acelerador da sua LC8, foi sempre muito certinho e cuidadoso. Mais alguns passeios e já pareces o Cyril Despres ;-)

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Antes do almoço, ainda demos um saltinho ao Caminho dos 3 Kms, mas o azar bateu-me à porta, isto é, em pela subida e aceleração a minha LC8 foi-se abaixo. Ligo-a novamente, tento arrancar e vai abaixo. Repito o processo e vai abaixo…
Bem, fiquei logo a bater mal, mas quando voltei a tentar, reparei que a LC8 ia abaixo assim que engrenava 1ª velocidade e tentava arrancar. Pareceu-me coisa de sensor de descanso lateral, ou seja, como se estivesse com o descanso aberto.
Após uma rápida vista de olhos, confirmou-se que o sensor do descanso, mais concretamente uma espécie de placa eléctrica, estava danificada, ou melhor dizendo, partida, baralhando aquela pequena parte eléctrica e impossibilitando-me de arrancar.
Resolveu-se fazer uma ligação “pirata”, isto é, unir os fios, só que como haviam 3 fios, tínhamos que ir às tentativas.
Felizmente, o Narciso foi uma grande ajuda, porque como não entendo nada de partes eléctricas, preferi pedir a quem soubesse.

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O homem acertou à primeira e problema resolvido em 5 minutos :-)
Obrigado Narciso!
Problema resolvido, subiu-se os 3 Kms:

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Mas já era hora do almoço e, regressamos ao centro das Sete Cidades para tal, aproveitando a sempre agradável estrada de cimento:

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No almoço tivemos a presença do nosso amigo Miranda, que está a recuperar de uma intervenção cirúgica à mão.
Como sempre, estava bem disposto e animou o almoço, além deste encontro com o grupo servir para lhe motivar ainda mais na sua recuperação.
Força amigo! :-)

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De tarde, andamos mais um pouco, mas já sem a companhia do Narciso, Nuno e mais tarde o Filipe.
Continuamos por alguns trilhos das Sete Cidades, assim como alguns trilhos de regresso a Ponta Delgada.
Alguns revelaram algumas surpresas e fruto do mau tempo, como árvores caídas, que, felizmente, não impediram a nossa progressão.

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Descendo o caminho que fica ao lado do hótel Monte Palace:

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Não foi uma descida pacífica com estas motas grandes, porque o piso em pedra pomes estava muito solto e haviam muitos regos. Fez-se, mas não convinha facilitar…

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Seguiu-se uma incursão por um trilho de Enduro, o qual até nem é nada do outro mundo, mas existem alguns regos mais profundos, que poderiam complicar a nossa vida. E complicaram! :-)

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Surgiram os tais regos mais profundos, os quais acabaram por ser profundos demais para o volume destas grandes “senhoras”. Mas ainda assim continuamos em frente, estudando sempre muito bem a nossa progressão.

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Valia de tudo para se passar da melhor forma, até de costas :-)

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Lá vai a LC8, que nunca se nega a um desafio :-)

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Tudo bem aí em cima? ;-)

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E pronto, eis que chegamos a um rego verdadeiramente profundo e onde as motas ficavam bem encaixadinhas :-)

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Com algum jeitinho, as 640 ADV passaram:

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Já a LC8 avançou alguns metros e ficou encaixada, muito por culpa das “crash bars”:

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Mas com alguma ajuda lá se conseguiu tirar a LC8 de lá. Parecia que ia ser complicado, mas não, foi rápido e sem muito esforço físico.
Seguiram-se mais alguns trilhos e estava terminado este passeio com as motas GRANDES.
Resumindo, foi um excelente passeio, não só por reunir novamente as motas grandes, mas principalmente pelo reencontro do grupo que outrora se aventurava pelos trilhos.
Um regresso saudável e que se pretende dar continuidade.
Percurso e pessoal foram 5 estrelas, valeu a pena!

Boas Curvas! :-)


 

Husqvarna MOAB Concept

Desde que pertence ao grupo BMW, a Husqvarna tem mostrado mais vitalidade do que nunca, quer seja pela qualidade dos seus produtos, quer seja pelo espírito inovador que tem apresentado.
Prova disso é a “concept bike” que a Husqvarna mostrou, a MOAB, muito interessante e revivalista :-)

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A MOAB procura recuperar o conceito Scrambler dos anos 60 e 70, mas com um toque de modernidade, sem nunca perder a ligação com o passado, através de um aspecto suficientemente “vintage”.
A fonte de inspiração da MOAB foi a Husqvarna H400, outrora usada pelo famoso Steve McQueen.

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Para este projecto, a Husqvarna recorreu a um monocilindríco a 4 tempos, de 650 cc, enquanto que na ciclística manteve-se tudo muito simples, mas actual.
Para já, é apenas uma interessante “concept bike”, mas o interesse geral que tem despertado, poderá levar a uma produção em série.

Boas Curvas! :-)