"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"




Baja Resistência TT ACSport - CRÓNICA

No passado Domingo, realizou-se a Baja Resistência TT ACSport.
Esta foi uma prova direccionada para o lado da resistência e para 3 classes: Enduro/MX, Quads e uma novidade, as Maxi-Trail.
Além disso, desde cedo despertou o interesse de vários pilotos, especialmente pela ausência de determinadas exigências típicas de provas federadas, bem como pelo formato em si da prova, cujo traçado, revelado na última semana anterior à prova, foi um factor determinante e de grande interesse.
Da minha parte, inscrevi-me na classe Maxi-Trail, porque tinha muita curiosidade em por à prova a LC8, bem como alguma curiosidade em competir. No entanto, a experiência em competição motorizada era nula, o que levou a que acumulasse alguma ansiedade e nervosismo extra. Normal…
Por outro lado, a classe Maxi-Trail esteve em risco de não se realizar, dado que não estava sendo fácil reunir um mínimo de 6 participantes. Mas lá se conseguiu :-)
No dia de prova, a organização chegou cedo e iniciou as operações de montagem do centro de operações, bem como reconhecimento ao percurso, entre outras tarefas.

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Montagem dos Transponders, os quais iriam registar os tempos e nº de voltas:

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Colocação do nº:

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Fiquei com o nº 1, o que me deixou ainda mais nervoso…

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Quem também participou nesta prova, na classe Enduro/MX, foi o César Kini Neves:

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De salientar o convite feito pela SRMOTO, para que Eu, o César e restante pessoal de KTM, ficasse sob a assistência dos mesmos, incluindo colocação das motas no paddock da referida empresa.
Muito simpáticos e atenciosos! :-)

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Para as Maxi-Trail, estava previsto realizar-se os treinos, reconhecimentos e qualificação às 9:30. Contudo, houve um pequeno atraso, mas nada que impedisse o normal desenrolar das actividades.
Nos treinos e reconhecimentos, iam tirar o melhor tempo por volta de cada um, de forma a determinar a grelha de partida.
Nesta fase estava super nervoso, sentido a garganta constantemente seca, mesmo após beber água. Não estava nada fácil…
Mas após iniciarem-se os treinos, o nervosismo desapareceu e deu lugar a uma maior concentração e vontade de andar :-)

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Os treinos correram muito bem, mas tinha dado para perceber que o traçado favorecia claramente as Maxi-Trail (principalmente uma certa NX4, que de Maxi-Trail não tem nada) mais leves e pequenas, ou seja, traçado sinuoso e sem grandes espaços para estes motores grandes se libertarem como deve ser.

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Para a classe Maxi-Trail, estavam previstos inicialmente 6 pilotos. No entanto, houve um piloto que não compareceu, ficando a grelha reduzida a 5, nomeadamente, Eu na KTM 950 ADV, o Pedro Freire e Carlos Rego em 2 KTM 640 ADV, o Filipe Castro em Yamaha XTZ 750 Super Ténéré e o André Coelho na Honda NX4.
Mas, infelizmente, a grelha de partida sofreu redução de mais 1 piloto e mota, neste caso o Filipe Castro e a sua Yamaha 750 Super Ténéré, o qual viu-se obrigado a desistir devido a um tombo nos treinos, que danificou o radiador da sua Yamaha.
Uma pena, pois teria havido mais “luta” e diversidade na corrida…
Quanto à corrida, a partida seria estilo “Le Mans”, ou seja, motas de um lado e pilotos do outro e, assim que é dada a partida, pilotos correm para as motas e arrancam.
Fiquei em 3º lugar na grelha de partida, o que não é mau :-)
Quanto à corrida, assim que foi dada a partida corremos todos que nem uns loucos para as motas e arrancamos, com o André e Carlos em KTM 640 e Honda NX4 a tomarem a liderança, seguido do Pedro, que por uma unha negra ficou à minha frente. Bem, a zona do arranque não era nada favorável à LC8, mas fez-se o possível.

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A corrida das Maxi-Trail foi super animada e disputada, com o André Coelho e o Carlos Rego a entrarem numa grande luta pelo 1º lugar, havendo ultrapassagens, derrapagens e sei lá mais o quê. Os 2 estavam em guerra! :-)
Um pouco mais atrás, era a batalha para o 3º lugar entre mim e o Pedro Freire, com este a segurar-me durante algum tempo, fechando-me e bem nas zonas de ultrapassagem.
Por esta altura, já não sentia qualquer nervosismo e só pensava, tenho que passar o Pedro!!! :-)

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Ora bem, durante algumas voltas o Pedro “segurou-me”, até que comecei a tentar exercer alguma pressão nele, através de aproximações em curva, mostrando-lhe a roda dianteira, ou mesmo reduções mais em cima dele, daquelas com o motor a “berrar” de furioso.
Penso que este tipo de pressão começou a resultar, e houve uma 1ª vez que o Pedro alargou a trajectória, mas não o consegui ultrapassar, devido a encontrar-me numa zona de terra mole e a LC8 ter andado a atravessar a traseira, em vez de “disparar” para a frente.
Mas mais tarde, o Pedro voltou a alargar a trajectória e lá consegui ultrapassá-lo :-)
Uma sensação verdadeiramente espectacular, isto é, andar a “lutar” por uma posição e conseguir chegar à mesma :-)

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Muito importante referir que a LC8 estava a portar-se muito bem, muito por culpa dos pneus que montei para esta prova, um Metzeler Karoo na traseira e um Pirelli Scorpion Rally na dianteira, que mantiveram a LC8 sempre “colada” ao chão. O Pirelli foi uma surpresa muit agradável, pois portava-se bem em todas as situações e permitia todo o tipo de abusos. Adorei e recomendo!
Voltando à corrida, apesar de ter ultrapassado o Pedro e estar em 3º lugar, era muito díficil chegar aos 2 da frente, dado que o tempo que perdi a “lutar” pela 3ª posição, permitiu que o Carlos e o André ganhassem uma vantagem considerável.
Mas como era uma corrida de resistência, tudo podia acontecer ;-)

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Apesar de algo longe, continuei a tentar imprimir um ritmo forte, acelerando forte sempre que podia e tentando ser rápido sempre que podia. Mas a dada altura pensei, bem, vai ser muito difícil alcançar os 2 primeiros, mas ao menos vou tentar dar um pouco de espectáculo ao público presente.
E assim foi, sempre que passava por uma zona favorável e com público, abria o acelerador da LC8 à bruta e colocava a traseira a varrer de um lado para o outro, sempre acompanhado pela melodia inconfundível do bicilindríco Austríaco.
Por aquilo que ouvi dizer, o público adorou o ronco e o “power” da LC8 :-)

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Apesar de estar a divertir-me e agradar o público de alguma forma, eis que o inesperado acontece, fui ao tapete… :-(
Numa zona de barro duro e polido, abri o acelerador mais do que devia e a LC8 atravessou a traseira 3 vezes e mandou-me para fora. Foram 2 atravessadelas muito rápidas e violentas, que não deram qualquer hipótese de tentar controlar.
Bem, o voo que dei para fora da mota não foi o pior, o pior foi a recepção no chão, que foi de lado e de cabeça e tipo peso morto, mesmo em cheio.
Resultado, levantei-me mas estava um pouco tonto e sentia o corpo um pouco dorido, especialmente na zona das costelas, onde tinha batido em cheio.
Tentei levantar a mota uma vez, mas não consegui, só à 2ª tentativa é que a coloquei de pé, mas continuava tonto e a respirar um pouco mal.
Entretanto o Pedro passa por mim e disse adeus ao 3º lugar. Depois fui dobrado pelos primeiros 2 classificados, ainda lá parado.
Cheguei a pensar em desistir, mas saltei para a mota e arranquei, ainda a recuperar algum equilíbrio, até que na zona da meta vi a placa de que faltavam apenas 4 minutos para a prova terminar.
Com esta informação, senti alguma motivação extra para tentar terminar a prova, mas também algum sentimento de frustração por ter caído mesmo perto do fim.

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No entanto, eis que a prova sofre mais um revés, encontro o André Coelho (NX4) caído no chão. Nessa altura pensei, ok, valeu a pena não desistir, porque parece que recuperei o 3º lugar :-)

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E passados mais alguns minutos, termina a prova das Maxi-Trail.

Vídeos com algumas passagens das Maxi-Trail:

Resultado final, Carlos Rego em KTM 640 ADV em 1º lugar, Pedro Freire igualmente em KTM 640 ADV em 2º lugar e, finalmente, Eu em KTM 950 ADV em 3º lugar.
Um pódio inteiramente KTM! :-)

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Nem faltaram as entrevistas para os programas televisivos :-)

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O troféu do 3º lugar :-)

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Antes de virar a página, quero direccionar uma palavra de apreço ao André Coelho, porque após terminada a prova soube que a sua queda tinha sido aparatosa. É pena, pois a sua prestação estava a ser muito boa. Força na recuperação e abraço!

Depois seguiu-se a prova das Enduro/MX, na qual estavam inscritos muitos pilotos, incluindo alguns dos supeitos do costume, como o Manuel Martins, André Cabral, Pedro Dias, Francisco Bettencourt, Sérgio Pinheiro, entre outros, aos comandos de motas das mais diversas cilindradas.
Além disso, também contou com a presença do amigo César Kini Neves, que se encontra de passagem na ilha.
O César não se fez rogado, e participou neste evento com a sua KTM EXC-F 530.
A partida para esta classe foi também ao estilo “Le Mans”, onde dei uma ajudinha ao César, segurando-lhe a mota para a partida:

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Apesar de ter havido uma 1ª falsa partida, voltou-se a repetir a partida e lá foram eles em força e furiosos:

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Manuel Martins em KTM SX-F 250, garantiu muito cedo a liderança da prova, mostrando um andamento muito rápido e consistente. Pareceu-me um nível acima dos restantes…

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Contudo, ao longo da prova decorreram despiques bem interessantes, envolvendo, por exemplo, André Cabral, Francisco Bettencourt e o César Kini Neves. OS 3 com uma pilotagem muito empenhada e tentando de tudo para de aproximarem ou desembaraçarem dos seus adversários.

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Depois seguiam-se outras pequenas lutas, que envolviam pilotos bem nossos conhecidos, como o Sérgio Pinheiro, Rodrigo Eloi ou mesmo o Sancho Eiró.
Enfim, estava uma corrida super animada e com muita agressividade em pista.

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De salientar a prestação do jovem Henrique Benevides, aos comandos de uma Kawasaki KX 125, que deu muita rápilica a alguns pilotos, além de deliciar o público com o “cantar” do motor 2 tempos da máquina verde.

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O César Kini Neves estava a ter uma prestação assinalável frente aos pilotos locais, mantendo-se em 3º lugar da geral e em 2º lugar da sua classe. O público presente adorou o ronco da 530, assim como o “power” que a mesma transmitia assim que o César acelerava forte.

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Imagens da descida numa zona de cascalho mole, a qual apanhou alguns pilotos de surpresa, causando alguns tombos:

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Outras partes do circuito eram muito rápidas, permitindo aos pilotos ganharem mais algum tempo.

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César a dar-lhe forte. O homem aguenta-se bem com aquele “canhão”…

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E fim da prova, com Manuel Martins a vencer a mesma:

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Pequeno vídeo da corrida:

Mais alguns vídeos:

Seguiram-se as entrevistas aos 3 primeiros classificados:

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Pormenor do pneu dianteiro da mota do Manuel Martins, onde são notórias as consequências do forte ritmo que este piloto imprime às suas máquinas:

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Seguiram-se os Quads, com uma grelha de partida bem preenchida e com máquinas bem preparadas:

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A corrida dos Quads foi o que já se esperava, muita velocidade, logas derrapagens e grandes lutas pelas posições cimeiras.
O ritmo de alguns pilotos era verdadeiramente alucinante e, por vezes, parecia que iam além de alguns limites.

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No final, a vitória acabou por sorrir aos piloto Rui Borges, em KTM 450.

Pequeno vídeo da corrida:

Entrega dos troféus da classes Enduro/MX:
Na classe E1 das Enduro/MX, Henrique Benevides ficou em 3º lugar, em 2º lugar Pedro Dias e em 1º lugar Manuel Martins:

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Na classe E2, em 3º lugar ficou o Sérgio Pinheiro, em 2º lugar o César Kini Neves e em 1º lugar o André Cabral:

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Nos Quads, em 3º lugar ficou Bruno Furnas, em 2º lugar ficou Aurélio Broges e em 1º lugar o Rui Borges:

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E estava terminado a Baja Resistência TT ACSport :-)
No meu caso, a Baja ainda não tinha terminado, ou seja, estava com algumas dores na zona das costelas, ombro e mão direita, que me estavam a preocupar. A ida ao Hospital impunha-se…
Antes disso, deixei a LC8 nas instalações da SRMOTO, para uma vistoria, e lá constatei o abuso de que o pneu traseiro foi alvo nesta prova
Ora bem, este Metzeler Karoo foi novíssimo para a prova, mas no fim da mesma ficou assim:

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Esta mota detesta pneus ;-)
O pneu dianteiro estava impecácel. Aliás, o Pirelli Scorpion Rally foi uma excelente escolha, pois manteve a dianteira sempre segura e “colada” ao chão, transmitindo-me muita confiança e à vontade. Recomendo!

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Os danos do tombo, pisca partido e alguns riscos. Marcas de personalidade ;-)

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Seguiu-se uma ida ao Hospital, com o César Kini Neves a fazer-me companhia e, após algumas horas e exames, concluiu-se que tinha 4 costelas partidas e uma pequena fractura na mão direita.
Que chatice…, especialmente por ficar privado de andar de mota cerca de 2 meses…
Paciência, agora é recuperar e pensar na próxima aventura ;-)
O meu obrigado ao César por me ter acompanhado no Hospital, pois ajudou muito a levantar a moral e a olhar para o lado positivo das coisas. Grande amigo!

Em jeito de conclusão, a Organização está de parabéns, pois conseguiu organizar uma prova interessante e competitiva, onde para tal muito contribuiu a propriedade usada, que oferecia um traçado interessante e com dificuldades qb.
Penso que este tipo de provas tem “pernas para andar”, nem que seja pelo facto de não exigir tanto dos pilotos em termos burocráticos e material. Mas só o futuro dirá.
Ainda estão de parabéns pela coragem que tiveram em introduzir a classe Maxi-Trail num evento deste tipo, porque como todos nós sabemos, não ia ser fácil atrair pilotos e máquinas para um evento deste género, dada a maior vocação para o Mototurismo do público que as tem.
Claro que há sempre um ou outro pormenor a rever, mas, sinceramente, para uma 1ª prova, melhor era impossível.
Valeu a pena!

Boas Curvas! :-)

PS: O meu obrigado ao Paulo Miranda, Pedro Silva, Nicolau Wallenstein e Eduardo Pereira pelas fotos e vídeos cedidos, pois sem estes elementos esta crónica não seria a mesma.
 
 
 
 
 


 

3 comentários em “Baja Resistência TT ACSport - CRÓNICA”


  1. 1 Rodrigo Eloi

    Antes de mais, parabéns pela cronica Bruno, está de encontro aquilo que nós já estamos habituados :)
    Também sou da tua opinião, a prova foi muito fixe, gostei bastante!
    Parabéns pelo teu 3º lugar, foi merecido ;) (para além disso concordo a 100% com a tua frase referente à NX4…)

    quanto a mim, a prova estava a correr muito bem, estava a sentir-me ótimo, mas foi pena a minha queda (que por sinal a maior que já dei xD ) e que me impossibilitou de alcançar o meu objectivo. Não me magoei, diverti-me, mas fica sempre aquela sensação de que podia ter feito melhor. Mais provas virão!

    Abraço Bruno e as melhoras. Não tarda estás de volta aos trilhos ;)

  2. 2 Vítor Ferreira

    Viva
    Parabéns pelas vossas prestações… não era necessário era haver malhos, mas numa prova deste tipo dificilmente isso não acontece. Acredito que quase todos os pilotos de 2 rodas caíram, uns com consequências, outros nem tanto.
    Aproveito para desejar as rápidas melhoras!
    Abraço

  3. 3 Bruno Botelho

    Pessoal, obrigado pelas vossas palavras :-) No meu caso, esta minha 1ª experiência em competição não correu da melhor fora.
    Mas, apesar do azar, não me arrependo e adorei.
    Penso que ficou bem patente as capacidades das MAxi-Trail (algumas).

    Abraço!

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