No passado Domingo, e para não fugir à regra, Eu, o Rui e o Ricardo voltamos aos trilhos!
Desta vez, a costa norte era o nosso objectivo, com o Rui a querer explorar alguns trilhos que tinha em mente, especialmente um para os lados da Lagoa de São Brás.
Ora bem, começamos por efectuar algumas incursões por alguns trilhos que atravessavam alguns terrenos, com o objectivo de encontrar um determinado trilho, que nos levasse para mais perto da Lagoa de São Brás.

Trilho encontrado, bora lá subir um pouco

Nesta altura do ano, os trilhos da ilha encontram-se com muita vegetação. Para alguns é incómodo, mas eu até acho que ficam bem mais interessantes e bonitos:

Um trilho engraçado, mas muito escorregadio. Não valia a pena abusar do acelerador, apenas aproveitar o efeito de binário do motor e progredir nas calmas.
No fim, uma bonita vista de uma parte da costa norte:

Seguimos em frente, com o Rui sempre a aproveitar qualquer irregularidade no terreno para treinar

Depois seguimos em direcção à Lagoa de São Brás, com o habitual trilho desta zona a apresentar-se igualmente bem povoado de vegetação.
O piso também não estava grandes coisas, mas em compensação havia muitas amoras, que o Ricardo aproveitou e bem

Passagem pela sempre bonita Lagoa de São Brás:

Bem, já estava na hora de explorarmos um trilho que existe muito perto da Lagoa de São Brás.
O trilho até certa parte é acessível, apresentando apenas um piso muito escorregadio e muita vegetação:

E fim da linha, aparentemente…


Mas alguns metros adiante e após atravessarmos mais alguma vegetação, este trilho tem continuidade, mas não da forma desejada ou mais fácil, ou seja, existe um fosso que divide o trilho em 2, já para não falar do enorme buraco que se encontra mesmo ao lado.
Resumindo, a passagem das motas teria que ser feita manualmente e com muito cuidado, pois corríamos o risco das motas caírem para o buraco, o qual tinha uns bons metros de profundidade.
O Rui e o Ricardo foram a pé verificar se valia a pena efectuar a travessia, ou seja, após passarem o fosso fizeram uma pequena caminhada, de forma averificar se este trilho tinha continuidade/saída.

E eu fiquei a guardar as motas

Parecia que o trilho tinha saída, portanto, iníciamos a travessia do fosso:

1º foi a peso pluma, pois não convinha iniciar esta experiência com as maiores

Depois de deixar a mota escorregar de frente para o fosso, restava colocá-la do outro lado, que era sempre mais cansativo.

Depois era a vez da menos leve de todas

A DR passou para o outro lado, mas deu luta aos braços…


Depois descobri o que é que estava a tornar a DR mais pesada, era o meu pendura

Por fim, a Husqvarna do Ricardo:

Missão cumprida!

Após tanto trabalho, esperava-nos um percurso pelo mato em estado virgem, isto é, sem zonas de circulação definidas. Era mesmo atravessar e tentar seguir pelas zonas que nos pareciam mais transitáveis.


Apanhámos com cada galho na cara…, enfim, levamos uma grande tareia de galhos, vegetação, arbustos e tudo mais que se encontra numa mata, mas valeu a pena

Depois andamos muito perto do Monte Escuro, a explorar mais alguns percursos.
Creio que existem alguns que ficarão para outra ocasião…

Um cenário muito bonito, também em formato artístico

No entanto, já estava na hora do Rui terminar o passeio, mas eu e o Ricardo continuamos mais um pouco, “brincando” um pouco mais em alguns percursos de mata, com uma última passagem por alguns trilhos do Monte Escuro.

Troncos?
No problem!


Que belos cenários que a costa norte nos oferece

Lama para terminar em grande

E pronto, o passeio tinha terminado 
Uma vez mais, foi um belo passeio, especialmente pelo maior espírito de aventura e companheirismo que este passeio trouxe ao de cima, muito por culpa da zona mais “extreme” para os lados da Lagoa de São Brás.
Foi cansativo, é certo, mas lá de vez em quando são precisos desafios como este para tornar os passeios ainda mais animados e inesquecíveis.
Venha o próximo!
Boas Curvas! 
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