"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts de Agosto, 2011

Um passeio diferente…, com mota de TRIAL

No Domingo passado e a convite do Rui Cabral, embarquei numa aventura diferente das habituais, isto é, participei num passeio com uma mota de Trial :-)
O Rui adquiriu recentemente uma nova mota de Trial, uma Gas Gas de 300 cc, mas ainda tem lá na garagem a sua mota anterior, uma Montesa de 250 cc.
Então, convidou-me para lhe acompanhar num passeio de Trial com a Montesa, convite que me agradou e despertou muito interesse em experimentar algumas sensações do Trial.

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A nova Gas Gas TXT 300 do Rui, uma beldade com vários pormenores de construcção interessantes e de topo:

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Bem, à partida já sabia que este era um daqueles passeios em que não ia ser possível fotografar muito, pois o equipamento para este passeio tinha que ser mais “light”, e a máquina fotográfica nem sempre esteve “à mão”.
Quanto ao passeio, o Rui escolheu a zona das Feteiras como ponto de partida, mais concretamente o Cascalheiro, seguindo-se todos os trilhos circundantes, que nos levam em direcção à Covoada e Sete Cidades.
Portanto, não iam faltar várias situações para me porem à prova, ou melhor dizendo, para me darem trabalho, pois a minha experiência com este tipo de motas é zero.
As primeiras dificuldades surgiram na mata paralela ao Cascalheiro, onde alguns “drops” me deram algumas dores de cabeça, mas nada que o Rui não me ajudasse, quer com dicas, ou mesmo ele a ultrapassar os obstáculos.
Nesta 1ª fase, deu para perceber que, apesar das dimensões e peso reduzido destas motas, não é fácil fazer manobras/habilidades como vemos na televisão. Para chegar lá, é preciso muito treinos, muitas horas em cima da mota e muita persistência.
Uma coisa notei logo, ultrapassam os obstáculos com muita facilidade, chegando a ser desconcertante.
Paragem para o meu descanso, porque para o Rui ainda era cedo:

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Enquanto descansava um pouco, algumas motas de Enduro chegaram junto de nós:

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Era o nosso amigo e companheiro de passeios Vítor Ferreira, também a aproveitar a bela manhã de Domingo:

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Fôlego recuperado, seguimos em frente pela mata e depois por mais alguns trilhos em direcção à famosa “canada” das Couves, onde ia, uma vez mais, ser posto à prova nesta trialeira.
Até chegarmos lá, comecei a sentir-me mais à vontade com a Montesa, o que não significa que estivesse a ser um mar de rosas, mas estava melhor.
E chegamos às Couves:

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Nesta trialeira, o meu desempenho teve um pouco de tudo, ou seja, falta de confiança e experiência com uma mota de Trial, momentos de inspiração, partes com boa progressão, tombos e no fim, um voo da Montesa.
Sim, leram bem, na última parte deste trilho passeio por um bom momento de inspiração e estava a conseguir a progredir bem no terreno, só que mesmo chegando ao fim, a Montesa levantou de frente mais do que o desejado, e com a velocidade que vinha, simplesmente voou, ou seja, não consegui segurar a mota e ela voou em direcção ao céu, passando com a roda traseira na minha barriga e aterrando numa zona de vegetação. Este momento é vísivel ao minuto 4:06 do vídeo que se encontra mais abaixo.
Mota sem consequências, mas já eu fiquei com a tatuagem do Michelin X11 na minha barriga:

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Parece mau, mas após o banho apenas tinha alguns arranhões e menos alguns pêlos. Obrigado Michelin pela depilação ;-)
Mas nem tudo foi mau, nesta trialeira passei por bons momentos de progressão no terreno, e também foi possível verificar que podia confiar totalmente nas capacidades deste tipo de mota, pois passa por buracos, pedras, regos, etc, com uma facilidade incrível. É tudo uma questão de confiança, equilíbrio e, no meu caso, treinar mais a técnica.
Uma vez mais, encontramos o Vítor e a restante malta do Enduro nesta trialeira:

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Vítor em acção com a sua novíssima KTM EXC 250 SIX DAYS de 2012:

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O restante pessoal, cada um com a sua técnica e dificuldades ;-)

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Após uma breve conversa com os nossos amigos, regresso aos trilhos, com o Rui a levar-me por alguns percursos que desconhecia, e bem mais ao jeito/acessíveis a motas de Trial, e sempre com paisagens espectaculares, como as que se seguem, alusivas ao miradouro Lagoa do Canário, com uma vista magnífica das lagoas das Sete Cidades:

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É incrível, mas com uma mota de Trial quase não existem percursos inacessíveis, e damos por nós a atingir determinados pontos, mas através de percursos improváveis.
Que vista… :-)

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Voltamos à zona do Covoada e andamos por lá a explorar mais algumas zonas e a “brincar” um pouco com as motas, aliás, mais o Rui, porque eu bem que tentava, mas ainda preciso de muitas horas com este “brinquedo” ;-)

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Bem, por esta altura já era hora de regressarmos, pois já estava na nossa hora e também já não havia gasolina para muito mais.
Mas pelo caminho, o Rui encontra sempre motivos para “brincar” mais um pouco ;-)

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Grande Rui, com ele ainda tenho muito para aprender :-)

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E demos por terminado o nosso passeio de Trial.

Vídeo do passeio:

Qual a lição que tiro deste passeio?
Simples, gostei muito desta experiência aos comandos de uma mota de Trial, pois percebe-se o porquê das grandes capacidades destas motas ultrapassarem obstáculos de todo tipo, sem causar cansaço como uma mota de Enduro e sem exigir força física como estas exigem.
É certo que uma mota de Trial exige muitas horas e kms de treino para se desenvolver a técnica, o equilíbrio e o à vontade, mas basta apanharmos um pouco o jeito que percebemos de imediato o que elas são capazes.
O mais interessante é que não exigem acelerador a fundo, toques de acelerador…

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Ao Rui, o meu MUITO OBRIGADO pela cedência da Montesa e pela experiência porporcionada, bem como pelas suas indicações e ajuda preciosa. Adorava repetir e, quem sabe, um dia ter um brinquedo destes na garagem.
Até podia ser a Montesa, pois senti alguma empatia por ela ;-)

Boas Curvas! :-)

Mais um passeio de férias

Tal como prometido, Eu e o Ricardo aproveitamos mais um dia das nossas férias para realizar mais um passeio TT.
Desta vez, o nosso objectivo era novamente os trilhos entre a Lagoa e Vila Franca do Campo, já nossos conhecidos, mas com uma pequena diferença, alguns deles iam ser feitos em sentido ascendente, ao contrário daquilo que tínhamos feito até agora, ou seja, em sentido descendente.
Uma pequena diferença, mas que no terreno se revelou interessante em alguns trilhos, mas trabalhosa e penosa em outros trilhos.
Começamos pelos trilhos da Lagoa, acessíveis e muito divertidos:

Um obstáculo que já conhecemos muito bem :-)

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Já estamos a ficar prós na transposição de troncos ;-)

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Há sempre tempo para a foto :-)

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Seguindo em frente:

Nesta zona constatamos algum abate de árvores, que deixa a paisagem algo pobre. Um mal necessário, pois a reflorestação tem destas coisas.

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Seguiu-se um dos trilhos que nunca tínhamos feito em sentido ascendente, uma trialeira, para animar um pouco as coisas :-)

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Uma trialeira que gostei particularmente, porque oferecia as dificuldades típicas de uma trialeira de Enduro, mas também permitia progredir no terreno:

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O próximo objectivo era subir em direcção à Barrosa, mas não através do típico trilho de pedras que já conhecemos, mas sim através de outro que fica paralelo a este, igualmente com um percurso em pedra, mas um pouco mais díficil.
Mas antes de lá chegarmos, tivemos que subir uma montanha tipo pastagem, cujo piso não facilitou nada a nossa vida, visto que era muito irregular e a sua inclinação não permitia enrolar muito o acelerador, dado que o perigo de “backflip” era real.

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A subida desta montanha foi um pouco díficil em algumas zonas e até chegamos a cair. Terreno muito irregular e com algumas “armadilhas” escondidas nas partes que tinham erva maior.

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O repouso foi obrigatório no fim da montanha, antes de iniciarmos a nossa incursão no percurso de pedras em direcção à Barrosa.
A vista para Vila Franca do Campo e para o seu ilhéu revelou-se relaxante, mas com o belo dia de Verão que estava, já pensava o quanto seria bom estar no ilhéu a apanhar uns belos banhos de sol ;-)

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Bem, lá tivemos que enfrentar o percurso de pedras, o qual só tínhamos feito em sentido descendente.
Desta vez, em sentido ascendente, as dificuldades revelaram-se bem maiores, dado que em determinadas zonas as pedras estão muito soltas e provocavam constantes perdas de tracção ou mesmo desequlíbrios. Neste percurso, estamos constantemente a lutar contra o terreno…

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Aqui também convém ter uma boa protecção de cárter, senão…, enfim, é pancada atrás de pancada.

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Mas surgiu a 1ª grande dificuldade deste percurso, ou seja, um “drop” em sentido ascendente.
Aqui tivemos algumas dificuldades em colocar as motas na parte de cima, especialmente porque eramos só 2, que tornava praticamente impossível realizar esta tarefa através da força de braços.
Após o Ricardo falhar algumas algumas tentativas de colocar, pelo menos, a roda dianteira na parte de cima, eis que ele numa última tentativa acelara um pouco mais, e a Husqvarna levantou voo, ou seja, com a velocidade a roda dianteira apontou bem para cima, e a mota teve velocidade suficiente para saltar para a parte de cima, mas sem o Ricardo em cima dela. Que alívio, uma já está :-)

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Faltava a “pesadona”:

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A DR foi um pouco mais díficil, principalmente por causa do piso já degradado devido às tentativas dom Ricardo subir, bem como devido ao maior peso dela.
Tentamos várias vezes e nada de conseguirmos…
Por fim, colocamos algumas pedras no trilho, pois o mesmo já estava escorregadio, e lá tentamos, aliás, o Ricardo é que tentou, porque eu já estava KO, já não me sentia com energia para tentar.
O Ricardco tentou conseguiu:

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À semelhança da Husqvarna, a DR também levantou voo, obrigado Ricardo :-)
Mas neste ponto, já estávamos muito cansados, pois este trilho é físicamente demolidor. Acho que se tornou ainda pior devido ao calor que se fazia sentir.
Contudo, ainda não tinha acabado, havia mais umas sequências de trilhos com pedras e com mais alguns “drops” em sentido ascendente.
Ainda havia mais castigo…

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Devido ao cansaço, a nossa concentração baixou e, consequentemente, a nossa progressão no terreno começou a ser mais penosa e lenta.
Resumindo, mais desequlíbrios, mais pancadas e quedas:

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Felizmente, sem consequências físicas e apenas uma manete de travão dobrada.
E mais um “drop” em sentido ascendente e com uma pequena curva:

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O Ricardo bem que tentou, mas o cansaço já era de tal ordem que já nada corria bem, aliás, quanto mais insistíamos, pior era.
Ainda descansamos e ponderamos continuar a tentar, mas ainda haviam mais 2 “drops” do mesmo género e percursos em pedra como os anteriores. Com o cansaço que tínhamos, não ia dar certo e além disso, a hora já estava a avançar.
Penso que se seguíssemos em frente, tínhamos acampado nesta zona…
Atiramos a toalha ao chão e voltamos para trás pelo mesmo percurso, com a moral em baixo por não termos conseguido chegar ao fim.
Mas pronto, a vida é mesmo assim e haverão mais tentativas e, de certeza, com sucesso em alguma delas.
Demos por terminado o passeio, pois o corpo já pedia descanso e as nossas bebés já estavam a chamar por nós ;-)
Resumindo e concluindo, foi um excelente passeio, com belos percursos, especialmente aqueles que fizemos em sentido contrário ao que estávamos habituados, e com um belo dia de Verão.

Boas Curvas! :-)
 
 
 
 

Vida de Motociclista nem sempre é fácil…

Vida de Motociclista nem sempre é fácil…

Boas Curvas! :-)

TT Férias Agosto 2011

Depois de 2 semanas de adaptação à nova rotina da minha vida, isto é, bebé, fraldas, chuchas e muitas horas em casa, era tempo de tirar algumas horas das minhas férias e ralaxar um pouco.
E que melhor forma de fazer isso senão com um passeio de mota? :-)
Para minha sorte, o Ricardo também estava de férias, e lá fomos os dois dar uma voltinha pelos belos trilhos da ilha.

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A melhor coisa que pode haver nos passeios durante um dia da semana, é que não nos deparamos com a habitual agitação de fim-de-semana, onde frequentemente encontramos mais pessoal pelos trilhos quer de mota, bicicleta ou mesmo a pé.
Portanto, os passeios durante a semana recomendam-se quando possível :-)
Para esta 4ª feira, delineamos um passeio essencialmente na zona da Covoada e Sete Cidades, mas com partida do lado norte da ilha, com travessia da zona industrial da Marques, Capelas e Covoada.
Chegados à Covoada, incursão nos habituais trilhos de cascalho e montanha desta zona, com o objectivo de irmos até ao Cascalheiro, para lá o Ricardo estrear-se a subir o mesmo, pois esta era uma zona desconhecida para ele.
Assim que iniciamos a subida de montanha, as vistas começaram a ser deslumbrantes :-)

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Descida em direcção ao Cascalheiro, através da mata, que é sempre um espectáculo:

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Pausa antes do iniciarmos a subida do Cascalheiro, com o Ricardo com algum nervosismo de estreante, pois a subida era grande e mole.

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Bem, na minha 1ª subida fracassei, fruto de alguma hesitação, porque ou se vai de punho enrolado e sem tirar os pés dos poisa-pés, ou então ficamos atolados.
À 2ª lá subi, onde notei que a nova relação de transmissão 14X49 fazia a DR subir que nem um fogeute, sempre com muita força. Gostei!
Depois esperei pelo Ricardo:

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Uma pequena hesitação e a 300 do Ricardo já não subiu…

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Mas à 2ª a 300 subiu cheia de power :-)

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Parabéns Ricardo, conquistaste o Cascalheiro :-)

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Continuamos, agora com o objectivo de ir até às Couves, trialeira que o Ricardo também não conhecia.

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A passagem do Cascalheiro para a mata é muito estreita e exige alguma atenção, pois à mínima distracção vamos parar lá para baixo ;-)

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Este trilho da mata é espectacular e até estava acessível, mas não deixou de reservar algumas surpresas, especialmente para o Ricardo:

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Esta zona é muito bonita e verde :-)

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E chegamos às Couves, onde nos esperava uma trialeira que habitualmente nos dá algum trabalho a ultrapassar:

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Nesta altua do ano percebe-se bem o porquê de se chamar Couves a esta trialeira, pois as plantas que lá se encontram possuem alguma semelhança com couves:

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Haviam muitas destas plantas, tapando muito o percurso e escodendo muito das suas irregularidades, nomeadamente muita pedra e regos.

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Bem, fui o 1º a iniciar a subida:

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Estava particularmente inspirado e a minha subida desta trialeira foi relativamente rápida e eficaz, ou seja, rodei o acelerador sempre com decisão e a DR foi ultrapassando as irregularidades do terreno com alguma rapidez e dem grandes dificuldades. Valeu-me a capacidade de tracção desta mota, bem como as suspensões com afinação macia.

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Claro que houve partes que deram luta, mas não baixei os braços e por vezes a DR parecia um cavalo louco ;-)

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Aqui os desequilíbrios são frequentes, mas o importante é insistir:

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Nem sempre é possível ir à boleia ;-)

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E vale tudo, até tipo Super Homem ;-)

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Já está! :-)

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Seguiu-se o Ricardo:

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A subida do Ricardo foi bem melhor que a minha, ou seja, mais rápida e com menos esforço, fruto da leveza da sua 300 a 2 tempos, bem como do seu motor, cheio e explosivo.

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Ops… :-)

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Gostei de ver o Ricardo nesta subida, muito rápido e decidido :-)

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E já está, venha lá outra trialeira! :-)

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Seguiu-se as Sete Cidades, onde o objectivo principal era mostrar ao Ricardo o trilho de “down hill”, habitualmente usado pelo pessoal das bicicletas na vertente “down hill”.
A habitual foto da praxe, onde é notório o excelente dia que se fazia sentir:

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Mais uma incursão pelos trilhos de mata, que pessoalmente gosto muito :-)

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E início do trilho de “down hill”, que me deixa sempre um pouco apreensivo, pois aqui é sempre a descer e com algumas passagens entre árvores muito apertadinhas.

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Curvas manhosas e com piso mole à mistura:

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A partir daqui as descidas eram um pouco acentuadas e até cheguei a cair numa dessas descidas, felizmente sem consequências para mim ou para a mota.
Aqui mais vale a pena deixar a mota descer, não apertar o travão dianteiro e sempre a controlar a velocidade com o travão traseiro ou mesmo com um pouco de travão de motor, com 1ª engrenada. De qualquer forma, muita atenção…

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E chegamos ao fim, com sucesso e prontos para mais ;-)
Contudo, falhamos a saída, mas nada que não fosse possível dar a volta :-)

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Uma pausa bem merecida, antes de seguirmos em frente, já com o objectivo de regressarmos a casa:

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O regresso a casa foi feito através da Covoada, com mais umas passagens por algumas zonas bem bonitas:

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Parece um “playground”, mas não é, é área protegida e habitualmente fiscalizada pelas autoridades.
E terminamos o passeio com estas belas paisagens e com um belo dia de sol.
Foi um excelente passeio de Enduro, pois divertimo-nos muito, não houve pressas, as motas portaram-se bem e adoramos as dificuldades.
Da minha parte e do Ricardo, é para repetir, dado que estamos de férias ;-)

Boas Curvas! :-)

DR-Z: Factory Effex & Kriega

A DR recebeu mais alguma atenção nos últimos dias, mas desta vez no sentido de melhorar alguns aspectos práticos.
No último passeio, tive o azar de rasgar a forra do assento ao passar numa zona mais estreita, em que raspei com o assento num muro.
Fiquei fulo, mas não havia a pena pensar muito no assunto.

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Também tive a desculpa que precisava para mudar a forra de série, dado que a mesma escorregava em demasia.
Consegui através da net uma forra da Factory Effex, a qual indicava possuir um tecido anti-derrapante:

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A forra foi colocada através de um Estofador que se encontra na zona industrial dos Valados, o qual me foi indicado pela sempre prestável SRMOTO. A forra ficou muito bem colocada :-)

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Aparentemente, a qualidade é boa, restanto testar no terreno se a forra é realmente anti-derrapante:

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Outro acessório que coloquei, foi uma pega/cabo da Kriega na secção dianteira da mota, de forma a facilitar a vida de quem (ou mesmo eu) me ajudar a puxar a mota de alguma zona difícil:

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Será de grande utilidade e a sua qualidade parece-me boa, onde não faltou uma forra em borracha na zona de puxar, de forma a minimizar o desconforto de quem puxar:

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Por fim, um saco de ferramentas da Kriega:

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Já estava cansado das bolsas de ferramentas convencionais, as quais rasgam-se com o tempo/uso, e nas quais as ferramentas encontram-se todas misturadas, dificultando na hora que precisamos delas.
O saco de ferramentas da Kriega possui compartimentos para cada ferramenta, permitindo uma melhor organização, para além de que protege melhor a ferramenta:

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Pessoalmente, gostei da qualidade destes acessórios da Kriega. São caros, mas parecem-me muito bons.
Agora tenho que ir para o mato testar este material ;-)

Boas Curvas! :-)

KTM EXC 250 SIX DAYS & KTM DUKE 125 - JÁ CHEGARAM!

Chegou esta semana ao concessionário oficial KTM em São Miguel, a SRMOTO, as novíssimas e muito aguardadas KTM EXC 250 SIX DAYS e a KTM DUKE 125 :-)

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Apesar de pertencerem a dois segmentos muito diferentes, estas 2 fantásticas produções da KTM não deixam ninguém indiferente, e a sua chegada ao mercado regional vem, uma vez mais, reforçar a presença da marca Austríaca, que tanta popularidade e aceitação goza nos Açores.
Começando pela KTM EXC 250 SIX DAYS, que é um modelo já de 2012, é díficil descrever esta mota, pois o seu impacto visual é de tal forma impressionante, que nos deixa simplesmente sem palavras.
Os primeiros minutos são de pura contemplação e admiração com a beleza deste modelo, bem como a elevada qualidade de construcção e atenção ao pormenor por parte da KTM.

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É que não é só a decoração alusiva aos SIX DAYS na Finlândia que capta a nossa atenção, é todo o conjunto, ou seja, desde as novas formas dos plásticos, ao novo quadro, às cores, entre outras peças especiais, que só as versões SIX DAYS trazem de série.
Já que falo em plásticos, os Engenheiros da KTM foram felizes na escolha das formas, pois transmitem uma imagem fluída e minimalista. Ficamos de imediato com a sensação de que a mota é estreita e com poucos plásticos a “atrapalhar” a condução.

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Pormenor interessante no assento, com um sistema que evita que escorreguemos em demasia para a secção traseira da mota:

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Em termos de motorização, a KTM continua a apostar no desenvolovimento das motorizações a 2 tempos, estando os motores da marca “laranja” cada vez melhores, cada vez mais utilizáveis e, principalmente, cada vez mais eficazes. Não é ao acaso que no “extreme/hard Enduro” as motas a 2 tempos são intocáveis, eficazes e vencedoras.
Esta versão conta com arranque eléctrico, sendo uma mais valia na hora de a colocar em funcionamento em zonas difíceis ou em situações de grande cansaço:

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Mas as novidades em termos de motorização não se ficam por aqui, a KTM oferece a possibilidade de se escolher 2 curvas de ignição diferentes, de forma a que o utilizador possa adequar a entrega de potência ao tipo de terreno que enfrenta, tornando assim a sua progressão mais eficaz.
As curvas podem ser selecionados através de um interruptor colocado no guiador. Mais fácil não podia ser ;-)

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A panela de escape conta com uma bonita protecção em carbono, de forma a salvaguardar qualquer azar, pois nas motas a 2 tempos a localização desta peça torna-se muitas vezes alvo de pancadas indesejadas:

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Em termos e ciclística, era quase dispensável entrar neste campo, pois aqui ninguém tem dúvidas que a KTM sabe o que faz, dotando sempre as suas motas com material de topo e, claro, “ready to race“.
Contudo, nunca é demais referir que esta dois e meio vem equipada com a nova geração de quadros, os quais permitiram melhorar muito o desempenho destas motas, e reposicionar a suspensão traseira, garantindo assim benefícios em termos de tracção.
No campo das suspensões, vem equipada com as habituais suspensões WP, estando montado na dianteira uma suspensão invertida de 48 mm  e 300 mm de curso, e na traseira o já conhecido e eficaz sistema PDS, com 335 mm de curso. Suspensões de sonho…

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Na travagem, tudo ao mais alto nível, ou seja, última geração de travões Brembo a morder discos “wave” de 260 mm na dianteira e 220 mm na traseira.
Na foto abaixo, nota-se mais uma peça especial, uma protecção do disco de travão maquinada em alumínio, bem como o facto da KTM ter optado por não utilizar um habitual disco de travão perfurado:

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Encontramos ainda mais peças especiais na ciclística, oriundas do catálogo “Power Parts“, mas que na versão SIX DAYS vêm de série.
São peças que não só embelezam esta mota, como também visam melhorar o desempenho da mesma, como as espectaculares mesas de direcção, maquinadas em alumínio e de cor laranja, e o bonito guiador laranja em alumínio da Neken:

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As sempre espectaculares cremalheiras de duplo composto (alumínio e aço) da KTM, que não só agradam visualmente, como também garantem uma durabilidade superior:

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Nota ainda para para o peso total desta mota, que sem combustível cifra-se em apenas 102.9 kg.
Com o depósito de 9.5 litros cheio, não deverá aumentar significativamente o peso total, tornando assim esta 250 numa escolha muito acertada e racional na hora de atacar os trilhos da nossa belíssima ilha.
Para aqueles que ainda têm dúvidas em relação ao potencial das motas a 2 tempos da KTM, basta olhar para o 5 vezes vencedor do Erzberg, Taddy Blazusiak, que não dispensa este tipo de motorização.
Que mais posso dizer???
Bolas, é LINDA!!! :-)

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Mais sobre esta 250 SIX DAYS aqui.
Felicidades e desejos de muitos e bons kms ao proprietário desta belíssima mota de Enduro :-)

Em relação à KTM DUKE 125, pode-se dizer que ao “vivo e a cores” não desilude, bem pelo contrário, é uma agradável surpresa e todo o conjunto transparece uma imagem jovial, desportiva e irreverente :-)

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A DUKE 125 constitui a primeira abordagem a sério da KTM em relação aos mais jovens, assim como todos aqueles que agora beneficiam da famosa “lei das 125″, apresentando para tal uma Naked com uma imagem decalcada da sua irmã maior, a SUPER DUKE, mas mais acessível, mas sem significar menos divertida ou desportiva.
Para cirar esta mota, a KTM efectuou um estudo aprofundado junto dos mais jovens, de forma a saber o que é que pretendiam numa 125 e, claro, pretendiam uma mota com um ar de mota maior, desportiva e radical, com possibilidades de alterações, entre outros aspectos. Por outras palavras, queriam tudo a que os adultos habitualmente têm nas suas motas.
A KTM não hesitou e apresentou uma DUKE que vai de encontro aquilo que lhes foi pedido, ou talvez mais além, tendo, para já, obtido um enorme sucesso em vários mercados europeus, bem espelhado nos muitos vídeos já colocados no Youtube por muitos jovens.
Para alcançar este sucesso, a KTM desenvolveu um novo monocilindríco a 4 tempos, de 4 válvulas DOHC, de injecção electrónica BOSCH, refrigeração líquida, caixa de 6 velocidades e 15 cavalos de potência.
No papél, um motor de concepção moderna, mas que ao vivo parece ter mais cilindrada, tal o aspecto de motor “grande” que possui:

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Segundo os testes de vários especialistas, este monocilindríco é uma delícia, pois possui uma resposta alegre, que se traduz em performances acima daquilo que era até agora conhecido.
Contudo, está devidamente limitado, de forma a adequar-se de forma correcta ao seu público alvo, já para não falar dos baixos consumos garantidos pela marca.
No entanto, um olhar mais atento sob esta DUKE faz-nos descobrir pormenores de bom gosto e bem à imagem da KTM, como por exemplo os vários componentes da ciclística, onde facilmente constatamos a presença de um quadro tipo treliça, muito parecido aos que equipam outros modelos da KTM.
Por falar em semelhanças, o braço oscilante em alumínio também volta a mostrar não só a sua fonte de inspiração, mas também contribui para a imagem desportiva deste modelo:

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As jantes são de bom gosto, são construídas em alumínio e albergam pneus de caracterísitcas desportivas, encontrando-se na dianteira um pneu de medida 110/70 R17 e na traseira um 150/60 R17.
Travagem a cargo da Bybre, que mais não é do que outra linha de travões da Brembo, associados a discos de travão de 280 mm na dianteira e 230 mm na traseira. De salientar que a bomba de travão dianteira é de montagem radial.

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Em termos de suspensões, evidentemente que a WP voltou a ser a eleita, equipando esta 125 com uma unida invertida na dianteira de 45 mm e 150 mm de curso, e na traseira unidade de 150 mm. Suspensões com uma taragem e afinação adequadas para as pretensões deste modelo e que mais parecem de mota “grande”.
O painél de instrumentos é simplesmente espectacular, bem como completo, fazendo inveja a muitas outras motas:

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Radiator de grandes dimensões, de forma a assegurar uma refrigeração eficaz, e um “bico de pato” como na SUPER DUKE, acentuando ainda mais a desportividade deste modelo:

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Existe a possibilidade de transportar passageiro, pois de certeza que os mais novos vão precisar, tal o sucesso que vão fazer na Escola com esta KTM ;-)

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Secção traseira simples e com faról e piscas de pequenas dimensões, bem ao jeito das desportivas:

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O depósito de combustível de quase 11 litros, possui formas fora do convencional, permitem um bom encaixe de pernas e não levam a que andemos de pernas demasiadamente abertas. Gosto! :-)

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Vista de frente, encontramos uma silhueta já familiar (SUPER DUKE, novamente) e que se encontra muito bem integrada no conjunto. Se olharmos bem, verificamos que está em sintonia com as formas laterais do depósito de gasolina.
Reparem também nas dimensões do apoio inferior da suspensão dianteira. Mais um pormenor de bom gosto:

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Em termos de peso, a DUKE 125 possui um peso a seco de aproximadamente 124 kgs, peso muito aceitável e dentro dos parâmetros da cilindrada.
Por fim, importante referir que a KTM não se esqueceu dos mais jovens em termos de acessórios, e oferece aos mesmos um leque de acessórios muito vasto e variado, que permitem alterar significativamente a DUKE.
Desde decoração, suporte de matrícula mais pequeno, cremalheiras diferentes, guiador, protecções, etc, no catálogo “Power Parts” há de tudo para que os mais jovens tornem a DUKE ainda mais radical e a gosto.
Com esta DUKE 125, a KTM dá um grande passo no sentido de se aproximar dos mais jovens, apresentando uma mota com todo o ADN desportivo da marca, mas sempre respeitando os limites do público a que se destina.
É também uma opção a ter em conta para quem procura uma 125 com carácter e sem as dimensões exageradas de mota de puto, como algumas marcas apresentam.
Uma coisa é certa, a DUKE 125 além de original, é uma grande inovação no segmento e talvez a mais espectacular e interessante de todas.
O conceito “Ready to Race” nunca esteve tão perto de todos como agora está :-)
Mais sobre a DUKE 125 aqui.
Para os interessados em ver estas 2 beldadades laranja, poderão ir até ao concessionário SRMOTO, situado nos Valados, em frente ao híper Sol Mar.
Da minha parte, valeu a pena a visita :-)

Boas Curvas! :-)
 
 

Hayabusa VS “enlatados”

Mas não são uns “enlatados” quaisquer… ;-)

Com o Porsche:

 

Com o Nissan:

Malucos…

Boas Curvas! :-)