"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts de Julho, 2011

VENDE-SE Yamaha FZ6 S2 - ***VENDIDO***

VENDE-SE Yamaha FZ6 S2:

-Ano 2009
-7.000 e poucos kms
-600 cc
-98 cv
-Ponteiras de escape em carbono LeoVince SBK
-Filtro de ar K&N
-Guiador em alumínio Magura
-Cabos de aço em malha de aço nos travões dianteiros
-Faról traseiro em Leds e com piscas incorporados também em Leds
-Piscas dianteiros em Leds
-Espelho mais pequeno
-Pesos de punho em alumínio
-Suporte de matrícula mais pequeno
-Autocolante cinza no rebordo das jantes
-Lâmpada do faról dianteiro de efeito xénon
-Revisões em dia e feitas no concessionário da marca

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Possibilidade de venda com todos os extras + material de origem (piscas, suporte de matrícula, espelhos, filtro de ar, guiador e escapes) ou sem os extras.
Para mais informações, contactar brunobotelhosuzuki@gmail.com ou 968625878

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Boas Curvas! :-)

Mais uma ida às pedras

No passado Domingo, Eu e o Ricardo realizamos mais um passeio de TT, novamente para os lados da Lagoa e Vila Franca do Campo.
Desta vez o grupo foi pequeno, mas sempre com os mesmos objectivos, ou seja, passar umas horas agradáveis em cima da mota, sem pressas, mas sempre à procura de percursos interessantes.
Voltamos a passar por alguns percursos do último passeio, mas desta vez o objectivo era também subir a Barrosa pelo caminho de pedras.
No início do passeio, Eu e o Ricardo trocamos de motas, o que é sempre interessante, pois ele tem uma 2 tempos e eu uma 4 tempos, sendo bom sentir as sensações dos diferentes tipos de motorização.
Gostei da 300 do Ricardo, mas aquilo é cavalo selvagem, basta uma aceleração mais agressiva que a frente ganha vida própria e aponta para o céu :-)
Requer hábito, mas é interessante :-)
Ricardo na minha DR:

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Começamos por explorar alguns percursos na Lagoa, mais concretamente alguns para os lados da Macela, o que nos obrigou a algumas travessias de pastagens, mas sempre respeitando os animais, cancelas, vedações e demais particularidades deste tipo de zonas.
Quando é assim, os Lavradores até nos facilitam a vida e dão-nos indicações :-)

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Quando passamos com calma e alguma distância, as vacas nem se assustam :-)

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Siga em frente!

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Tivemos que passar por algumas passagens mais apertadinhas ;-)

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Não é todos os dias que se vê um cenário destes :-)

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Teve sorte…
Estávamos atravessar trilhos sem grandes complicações, mas interessantes.

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Os percursos que se seguiram são do meu agrado, pois existe uma grande envolvência da natureza e alguns obstáculos naturais pelo caminho.

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E bora lá trabalhar um pouco mais :-)

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Este tronco já nos conhece ;-)

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E era chegada a vez da DR :-)

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No problem, a amarelinha passa sempre ;-)

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E já estávamos próximos de um dos nossos objectivos para este passeio, subir a Barrosa, mas pelo caminho de pedras, claro! :-)

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Ao longo da subida da montanha, as vistas são sempre  espectaculares, fazendo-nos esquecer por momentos das dificuldades que nos esperava…

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Bem, não viemos só para ver as vistas, vamos lá suar um pouco ;-)

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Subir a Barrosa pelas pedras é sempre um desafio, pois cada vez que subimos, nunca é igual, as pedras são muitas, os desequilíbrios são frequentes e as pancadas nas pedras uma constante.
Abençoada protecção de cárter…

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A mota nem sempre vai para onde queremos e nem sempre reage da forma desejada, pois as pedras originam muitas reacções indesejadas.

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O Ricardo não satisfeito com as dificuldades das pedras, decidiu elevar o nível de dificuldade :-)

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Não valia a pena inventar caminho, era seguir em frente e aguentar a “porrada” ;-)

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Este percurso castiga muito mota e piloto…

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Mas chegar ao fim do mesmo, é uma grande vitória, cujo prémio é as maravilhosas vistas da Lagoa do Fogo e da ilha :-)

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Seguiram-se alguns momentos de descanso, incluindo um diálogo com um casal de turistas, que se encontravam a explorar aquela zona e que ao ver-nos a subir aquele caminho tortuoso, tiraram-nos várias fotos, e fizeram questão de ficar com o nosso contacto, para nos enviar as fotos
Descanso feito, bora lá continuar mais um pouco, com o Ricardo a indicar o caminho a seguir ;-)

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Vamos até lá baixo :-)

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Estivemos a explorar alguns percursos, na esperança de encontrarmos algum trilho novo, mas a maior parte deles não nos levava a lado nenhum…

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Que bonitos que estão alguns percursos, com as hortênsias a embelezar os mesmos:

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Pausa para relaxar…

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Bem, e ficamos mais ou menos por aqui.
Foi mais um excelente passeio, com bons momentos TT, com grandes paisagens e com a sempre agradável companhia do Ricardo.
Talvez tivesse sido o último passeio TT deste Verão, porque para alguns é tempo de férias, para outros tempo de pausa e preparar a mota para a próxima “época”, e para mim, contagem decrescente para a chegada de um novo membro à família.

Boas Curvas! :-)


 

Remoção do SAS e EPC da minha KTM 950 ADVENTURE

Havia uma alteração que já algum tempo pretendia realizar na minha KTM 950 ADVENTURE, a remoção do SAS e EPC.
Mas o que é o SAS e EPC? :-)
Para quem não está familiarizado, o SAS, é um sistema que em conjunto com os catalizadores melhora a queima do combustível, enviando ar fresco para os colectores. A intenção é evitar que haja combustível mal queimado e que os gases emitidos pelos escapes sejam menos nocivos.
Resumindo, um sistema que apenas funciona com as ponteiras de escape de série, que origina muitos ráteres, mas que com uns escapes de rendimento de rendimento, como no meu caso, deixa de fazer sentido.
O EPC, é um sistema que a KTM instalou para que a mota passasse nos testes de homolgação no que respeita às normas europeias anti-poluição.
Na prática, o EPC limita a 2ª e 3ª velocidade em termos de resposta, dado que é nestas relações que os testes das normas europeias anti-poluição são realizados.
Após retirado, a mota fica “desbloqueada”, especialmente em 2ª e 3ª velocidade, reflectindo-se numa resposta ao acelerador mais brusca, ou seja, quando se acelera nestas 2 relações de caixa, ela dá tudo o que tem para dar.
Qualquer um destes sistemas pode ser retirado sem implicações em termos de fiabilidade, dado que os mesmos apenas lá estão por questões de homolgação relacionadas com normas europeias anti-poluição.
Além disso, se algum destes sistemas avariar/funcionar incorrectamente, pode originar alguns problemas, que normalmente são díficeis de identificar.
Passando ao trabalho, uma vez mais pude contar com a ajuda preciosa do meu amigo Miranda e Narciso, os quais estão sempre prontos para ajudar.
Afinal de contas, 3 cabeças pensam melhor que uma ;-)
Começa-se por desmontar a mota, que inclui desmontar depósitos de gasolina, caixa e filtro de ar, enfim, deixar a KTM com a parte mecância completamente exposta:

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Não esquecer de antes de retirar os depósitos de gasolina, fechar as torneiras de gasolina de ambos os depósitos e a torneira principal.

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Em poucos minutos fica “despida” :-)

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Retira-se a a caixa do filtro de ar, bem como o próprio filtro de ar, não esquecendo de em primeiro lugar desconectar o tubo do SAS da caixa do filtro de ar:

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Retira-se o filtro de ar:

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E ficamos com os carburadores mais expostos, bem como o acesso mais facilitado a todas as tubagens do SAS e EPC:

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Desconecta-se outro tubo de ar do SAS da zona lateral direita da caixa do filtro de ar:

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Com os tubos de ar do SAS já desconectados da caixa do filtro de ar, desliga-se uma pequena ficha eléctrica (válvula) do EPC, que se encontra ligada ao SAS, e depois retira-se o SAS do suporte de plástico que o segura, bem como todo este mecanismo para fora, incluindo os tubos

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Muito cuidado ao retirar os tubos de ar do SAS, dado que um deles encontra-se ligado a uma pequena ponta plástica, que é muito frágil e fácil de se partir. No meu caso partiu-se…
Passando ao EPC, o mesmo encontra-se na zona lateral direita, mesmo junto ao radiador e depósito do líquido de refirgeração.
Desliga-se uma pequena ficha eléctrica, que mais não é que a válvula do EPC, e também retira-se este mecanismo para fora, o qual encontra-se seguro a um suporte de plástico.

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Não esquecer que para retirar todo este mecanismo, é necessário retirar da caixa do filtro de ar um tubo que liga o EPC à mesma:

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Posto isto, passamos à desmontagem do restante mecanismo SAS e EPC, nomeadamente as tampas das válvulas de escape.

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A tampa do cilindro traseiro é a mais fácil de retirar, devido à sua acessibilidade:

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Quanto à tampa do cilindro dianteiro, esta encontra-se menos acessível e com vários “obstáculos” que dificultam a sua desmontagem:

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A desmontagem desta tampa foi uma autêntica odisseia, ou para bom entendedor, um “grande pincel”…
Quase não existe espaço para colocar a chave, temos que andar a enfiar os dedos entre os tubos e tentar inventar mil e uma formas de conseguir realizar esta tarefa e, por fim, quase damos em malucos. E ainda faltava montar a nova tampa…

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Com um pouco de esforço e paciência, lá de conseguiu desmontar:

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Existe um tubo pertencente ao SAS, que sai do meio dos cilindros, onde os carburadores se ligam ao motor, o qual após a remoção do SAS não serve para mais nada. Das duas uma, ou deixamos ficar este tubo, ou cortamos um pouco o mesmo, mas em qualquer um dos casos, convém tapar a ponta do mesmo.

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Com o SAS e EPC retirados, ficamos com algumas zonas com buracos, ou seja, zonas que antes eram ocupados por tubagens. Estas zonas incluem de orifícios nos carburadores, os quais são necessários tapar.
Para tapar estes buracos e orifícios, utiliza-se umas tampas de borracha, as quais podem ser adquiridas numa loja de ferragens. Para não corrermos riscos, coloca-se as tampas de borracha com um pouco de cola de borracha, de forma a que as mesmas não se soltem e deixem entrar impurezas.
O meu amigo Miranda tinha uma cola muito boa para esta operação, já para não falar das tampas ;-)

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Tapa-se os pequenos orifícios de acesso aos carburadores:

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E tapa-se os restantes buracos da caixa e tampa do filtro de ar, por onde antes passavam as tubagens dos respectivos sistemas, sempre com as tampas de borracha e cola:

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E passamos à montagem das tampas nos cilindros, que no meu caso foram compradas para o efeito, mas também é possível fazer umas em casa, usando chapa de alumínio.

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Para tal, usa-se silicone para juntas mecânicas:

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O cilindro traseiro já está :-)

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Faltava o cilindro dianteiro, aquele possui uma acessibilidade reduzida.
Bem, após uns largos minutos de tentativa e erro, já começava a ficar aborrecido e com falta de paciência. Até desapertei o radiador e reservatório de óleo na esperança de melhorar esta operação, mas de pouco serviu…
Mas eis que quando menos esperava, o Narciso (agora também proprietário de uma 950 Adventure S) apareceu e ajudou-nos a resolver esta situação:

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Em poucos minutos resolveu a situação, fruto do seu grande à vontade com a mecânica:

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Obrigado Narciso, se não fosses tu tinha dado em maluco ;-)
Atenção ao aperto das tampas de alumínio nos cilindros, ou seja, não deverá ser em excesso. Penso que 10 Nm na chave dinamométrica é suficiente.
Bem, fica o aviso para aqueles que pretenderem fazer isto nas suas LC8, o cilindro dianteiro é muito, mas mesmo muito aborrecido de retirar a tampa e colocar a nova, não tenham ilusões.
E a operação de romoção do SAS e EPC estava concluída, restando no fim estas peças, que só estavam a ocupar espaço e a limitar um pouco o motor:

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Na zona do cilindro traseiro é visível o maior espaço que ficou, facilitando assim a manutenção da mota:

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Mas ainda faltava montar o resto da mota, nomeadamente os depósitos de gasolina e demais componentes.
Bem, com um pouco de paciência lá se montou tudo de novo, ficando a minha LC8 com o aspecto de sempre, ou seja, linda :-)

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Conclusão, dá algum trabalho realizar esta alteração, mas vale a pena.
Já fiz alguns kms desde esta alteração e na prática, verifica-se que a resposta do motor em 2ª e 3ª velocidade melhorou, ou seja, nota-se uma resposta mais cheia e brusca, especilamente em 2ª velocidade.
Quando se acelera de forma mais decidida e sem contemplações, a resposta é realmente um pouco mais brusca e, dependendo do regime de rotação a que vamos, é possível levantar a roda dianteira em aceleração.
Numa palavra, GOSTO! :-)
Para quem já acha o LC8 “nervoso” ou brusco, esta alteração acentua um pouco mais este carácter. Portanto, se não querem alterar um pouco mais o carácter do LC8, não retirem o SAS e EPC.

Boas Curvas! :-)

PS: OBRIGADO Miranda e Narciso pela vossa ajuda.
 
 


 

Há coisas que me fazem impressão…

Há coisas que me fazem impressão, como por exemplo, alguém dar uma voltinha na sua mota, ou na de outro, sem capacete.
Mas às vezes as coisas correm mal… (vai se lá saber porquê)

Boas Curvas! :-)

De volta ao TT

Algumas semanas antes de participar no 13º Portugal de Lés-a-Lés, achei por bem fazer uma pausa nos passeios TT, de forma a evitar determinados riscos inerentes a este tipo de actividade e, consequentemente, colocar em risco a minha participação no Lés-a-Lés.
Mas passada esta fase, voltei ao passeios TT e cheio de vontade, pois as saudades já eram algumas.
Como já vinha sendo hábito, encontrei-me com o Rui e com o Ricardo, e lá fomos nós desfrutar dos belos trilhos da nossa ilha.
O passeio desenrolou-se entre a Lagoa e Vila Franca do Campo, com o Rui e a sua Montesa a serem os nossos guias.
Começamos com alguns percursos fáceis, de forma a aquecer um pouco ;-)

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Não tardou muito até surgirem alguns obstáculos naturais, como pequenos troncos atravessados nos trilhos:

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E algumas árvores caídas, que obrigaram-nos a mais algum empenho ;-)

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Este tipo de obstáculos são, na minha opinião, muito bons para se treinar, porque ajudam a desenvolver a técnica. Como o pessoal é amador, acaba por puxar mais pela parte física, o que também é bom :-)

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No meu caso, estava com algumas dúvidas se conseguia levar a DR a transpôr este tronco, especialmente a parte de levantar a roda dianteira para cima do tronco. Afinal foi mais fácil do que pensava, ou seja, foi só aproveitar um pouco o binário da DR para colocar a roda em cima do tronco :-)

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Este percurso era um pouco estreito em algumas partes, e possuía algumas ravinas que não permitiam desequilibrios…

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Subindo a montanha em direcção às pedras da Lagoa do Fogo:

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À espera do Rui…

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O que é que o Rui estava a fazer???

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Enquanto esperávamos pelo Rui, aproveitávamos a vista magnífica que esta zona nos oferecia, embora um pouco encoberta pelo nevoeiro:

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Somewhere over the rainbow… :-)

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Com o Rui já na nossa companhia, tentamos explorar um novo percurso:

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Mas parece que não estávamos sózinhos :-)

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Contudo, não valia a pena continuar a explorar o mesmo, dado que o nevoeiro não estava a permitir seguir em frente com segurança. Fica para outro dia!

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Regressamos à subida para o caminho das pedras da Lagoa do Fogo, mas não para chegar ao topo, ou seja, logo no ínicio tomamos um percurso que o Rui já conhecia, mas que era novo para mim e para o Ricardo:

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Este novo percurso era a descer, mas não era fácil, ou seja, uma descida com muita pedra e só aconselhável para aqueles que têm uma boa protecção de cárter, senão…

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Por vezes foi assim, deixa-se a mota por si própria descer os degraus mais acentuados. Coitadinha…

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Apesar de um pouco durinho, estava a gostar deste percurso de pedra. O Rui já o tinha feito a subir, deve ser um grande desafio para as motas de TT.

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Seguiram-se algumas descidas por pastagens de montanha, algo escorregadias, mas com grandes vistas:

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Em algumas travessias foi necessário adoptar alguns cuidados, de forma a não assustar as vacas, ou seja, motas desligadas e desliza-se ou empurra-se. Fácil e as vaquinhas não correm assustadas ;-)

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Vá pessoal, motas desligadas que eu seguro o bicho :-)

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Seguiram-se mais alguns percursos interiores e com umas pequenas trialeiras:

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Com o Rui nunca se sabe, isto é, tanto andamos por zonas conhecidas, como num instante perdemos o sentido de orientação e já não sabemos onde estamos. Mas ele sabe…

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Cenários espectaculares :-)

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Já perto do final do passeio, e já um pouco cansados, eis que surge um percurso muito engraçado, mas um pouco perigoso, ou seja, um percurso de sentido único, estreito e desenhado ao longo de uma montanha.

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Alternava com algumas zonas mais largas, mas por pouco tempo.

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Depois era mais ou menos assim, de um lado a rocha da montanha, do outro lado escarpa. Não convinha haverem desequilíbios ou desatenções…

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Houve uma parte que era relamente perigosa, ou seja, uma passagem estreia, com uma pequena depressão e muito escorregadia, devido aos limos que cobriam as pedras:

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Se acontecesse um desequilíbrio só havia uma certeza, a queda era grande:

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Para o Rui foi mais simples, mas para as motas de Enduro foi mais delicado e foi preferível passar as motas à mão, pois os limos escorregavam muito:

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Obstáculo ultrapassado, refresca-se um pouco as ideias ;-)

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Esta pequena fonte de água natural contrastava com as escarpas e perigos deste percurso:

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E quando pensamos que as dificuldades terminaram, eis que elas voltam a surgir:

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E beco sem saída:

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Não tem problema, inventa-se uma saída :-)

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Nesta zona, o percurso estava interrompido devido ao abate de árvores que se encontra em curso. Só nos restavam 2 alternativas, ou voltávamos para trás e passávamos novamente os perigos da escarpa, que não apetecia, ou inventávamos uma saída.
Optamos por inventar uma saída, também muito em parte pelo facto do Rui ter viagem marcada para as 15:00, não sendo conveniente atrasar-se mais do que já estava.

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A saída improvisada revelou-se mais simples que inicialmente prevista, porque o terreno não estava a ceder e até estava “fofinho” para se descansar um pouco :-)

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Seguiu-se mais um ou outro percurso, mas já em ritmo calmo, pois o cansaço já pesava um pouco. Falta de preparação física…
E pronto, terminamos o passeio! :-)
Foi um belo passeio e um excelente regresso após a pausa de algumas semanas.
O Rui voltou a surpreender-nos com trilhos de grande qualidade e com alguma dificuldade, que é sempre bem vinda, pois é para isso que saímos aos Domingos.
Venham mais desses!

Boas Curvas! :-)
 

VÍDEO 13º Portugal de Lés-a-Lés

E aqui está o vídeo do 13º Portugal de Lés-a-Lés by “Açores Adventure Team:-)

 

Sempre dá para sentir um “cheirinho” desta grande aventura ;-)

Boas Curvas! :-)

PS: Peço desculpa pelas legendas que surgem em algumas partes do filme, pois devido a problemas técnicos, tive que realizar o vídeo com um programa de demonstração.

O pós Lés-a-Lés - Passeio pela Costa Vicentina & regresso a casa

Domingo, dia 26 de Junho, já tinha terminado o 13º Portugal de Lés-a-Lés, e com ele uma grande e memorável aventura.
Já estava a sentir alguma nostalgia, pois foram dias de puro Motociclismo e puro Mototurismo, em que por momentos conseguimos nos abstrair das realidades das nossas vidas e gozar cada km percorrido.
Enfim, uma sensação única de liberdade ;-)
Contudo, os nossos passeios por Portugal Continental ainda não tinham terminado, dado que só na segunda-feira é que partíamos para São Miguel, restando o Domingo para mais alguns passeios.
Para não fugir à regra, o dia amanheceu quente, e até com alguma humidade, fruto da nossa proximidade com o mar.
A vista do nosso quarto para o Castelo de Silves não enganava, estamos em terra de Mouros ;-)

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No Domingo acordamos sem pressa ou stress, mas já com o objectivo traçado, regresso a Lisboa, mas através de um passeio pela Costa Vicentina :-)
Mas desta vez não íamos ter a companhia do Ricardo, que teve que regressar ao norte do país e às suas actividades laborais.

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Olhó passarinho ;-)

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Fizemo-nos à estrada, em ritmo calmo e descontraído, e apreciando as localidades algarvias.
Pelo caminho, um episódio curioso, o Nuno não fechou correctamente uma das malas laterais da sua GS, e a tampa ficou pelo caminho :-)
Felizmente teve a sorte do Vítor ter reparado, porque eu não reparei :-)

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Palavras para quê, é um Ferrari ;-)

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Paragem no Cabo de São Vicente:

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Paragem para apreciar a paisagem:

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O Cabo de São Vicente situa-se no extremo sudoeste, na freguesia de Sagres, concelho Vila do Bispo.
Lá encontra-se o antigo “Promontorium Sacrum” romano, dedicado ao deus Saturno, situando-se também a antiga Fortaleza de Sagres.

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Alguns habitantes locais:

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De volta ao nosso passeio pela costa, divertimo-nos um pouco com algumas estradas que apanhamos, pois algumas tinham algumas curvas bem interessantes, que até me levaram a raspar com a bota 2 vezes no asfalto.
Diversão…

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Passamos por algumas localidades que nos lembraram o nosso regresso a casa, como a que se encontra na foto, São Miguel :-)

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Para o almoço, paragem em Vila Nova de Milfontes:

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O primeiro restaurante que entramos já não nos podia servir almoço, pois já eram 15:00…, mas o segundo que tentamos aceitou-nos de boa vontade.
E o que é que almoçamos???
Porco à Alentejana :-)

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Bem, depois daquele belo almoço nem apetecia andar de mota, apetecia deitar-me debaixo de uma árvore e dormir qualquer coisa ;-)
Mas não podia ser, Lisboa ainda estava longe.
Back to the road! :-)

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Seguiram-se mais alguns kms de estrada, sempre a ritmo descontraído e, lá de vez em quando, uma paragem para relaxar um pouco.
Numa das paragens houve tempo para fazer novos amigos ;-)

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Passamos pela zona de praias de Tróia e Comporta, mas infelizmente sem ir à praia.

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Mas ao longo de Tróia e Comporta, eram vísiveis os vários percursos de areia paralelos à estrada. Estamos a falar de grandes areais e muito convidativos a uns passeios TT mais ao estilo africano.
Aliás, é na zona da comporta onde os Nomads, Trail Aventura e muitos outros adeptos de TT realizam passeios TT na areia.
Por aquilo que vi, areia não falta :-)
Não me importava de dar uma voltinha por lá…
E chegada em final de tarde ao pequeno porto do ferry, que nos levaria até à outra margem, até Setúbal.

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Quando chegamos ao pequeno porto, o ferry tinha acabado de partir. Contudo, não tardou nada até regressar e até fomos os primeiros a entrar :-)

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Viagem tranquila e com um belo fim de tarde :-)

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Bem, restou rumar até à casa do Nuno, atravessando a Arrábida.
A travessia da Arrábida foi muit agradável, pois ofereceu-nos estradas estradas agradáveis e com uma envolvência de montanha que fazia lembrar São Miguel.
Pelo caminho, um episódio engraçado :-)
Digamos que me distraí e passei na Via Verde sem pagar…
Ainda paramos para ver se era possível pagar, mas tarde demais, a multa chegará a casa.
Olha, paciência ;-)
Chegada à casa do Nuno:

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Após chegar à casa do Nuno, e apesar do passeio do dia ter sido calmo, não podia deixar de estar a sentir algum cansaço. Afinal de contas, andamos de mota do dia 22 de Junho ao dia 26 de Junho.
Foram dias magníficos, que adorei e que ficarão para sempre na minha memória, quer pelo LAL, quer pelas experiências vividas e quer pelas amizades e companheirismo ao longo dos dias.
Nesta nossa deslocação, e segundo o Nuno, foram qualquer coisa como 2015 kms.
O meu pneu traseiro, o Heidenau, apresentava todos os sinais de um grande uso ao longo destes dias:

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Já que falo em pneus, nota muito positiva para os Heidenau K60 Scout que equipei a LC8 para esta viagem. Portaram-se muito bem nos vários tipos de piso que enfrentei, oferecendo sempre muita tracção, mesmo no fora de estrada, bem como segurança e confiança, mesmo com a mota com mais peso (malas laterais).
Um bom pneu “allround“! :-)
Na segunda-feira, dia 27 de Junho, era dia de entregar as motas no Transitário, para regressarem a casa.
Com elas seguiam as recordações de uma grande aventura :-)

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Embrulhamos as motas em plástico aderente, de forma a evitarmos possíveis danos, como riscos:

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Uma vez mais, o Nuno foi de uma grande disponibilidade, levando-nos até ao Transitário e fornecendo-nos o plástico aderente. Grande amigo! :-)

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Hehehehe…, embrulhadas que nem queijo ;-)

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O nosso OBRIGADO ao Rui Franco do Transitário Ilhaçores, pelo apoio prestado no transporte das motas para Lisboa.

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Foi também neste dia que regressamos a casa, mas antes, ainda tivemos tempo para passar na Moto Ponto 2, cortesia novamente do Nuno, para dar uma vista de olhos nos equipamentos para Motociclismo, pois aqui há muito por onde escolher.

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Não resisti e comprei alguns equipamentos da Dainese :-)
E pronto, já não restava muito mais a fazer, senão ir para o Aeroporto e regressar a São Miguel.
Despedidas feitas ao Nuno, um GRANDE OBRIGADO pela sua disponibilidade e amizade, pois foi incasável e sempre prestável. Obrigado amigo!
Referência às fotos usadas nas crónicas, não só minhas, mas também fornecidas pelo Nuno, João Morais e Vítor. OBRIGADO pessoal, a crónica ficou mais completa com as vossas fotos.
Por fim, mais um agardecimento ao Vítor, por ter sido o meu companheiro nesta aventura, por me ter aturado, por ter sido um grande amigo, por estar sempre disponível e prestável, enfim, quem conhece o Vítor sabe do que falo.
Não deixem de ver a crónica do Vítor sobre o LAL no seu blog:
http://www.vabem.blogspot.com/
Mais concretamente:
http://vabem.blogspot.com/p/les-les-2011_10.html
Vítor, se voltares a fazer o LAL e precisares de alguém para fazer equipa, já sabes com quem podes contar ;-)
E assim termina esta grande e memorável aventura.
Para o ano há mais! ;-)

Boas Curvas! :-)