Após vários dias a lançar “teasers”, a Suzuki finalmente revelou a nova V-STROM
Tal como os “teasers” davam a entender, a nova V-STROM revelou-se como uma evolução do conceito já existente, apresentando linhas mais modernas e apelativas, mas sem perder os traços de identidade com o modelo que agora substitui.
À primeira vista, o novo modelo apresenta, na minha opinião, um desenho dos plásticos mais bem conseguido, com linhas mais fluídas, mais modernas e também um pouco mais agressivas
Todo o conjunto transmite uma imagem de melhor encaixe de todos os componentes, contribuindo também para tal, o novo sistema de escape, de aspecto mais moderno.
Vista de frente, possui uma maior agressividade, especialmente por causa das entradas de ar e ópticas redesenhadas.
Os indicadores de direcção (piscas) dianteiros é que destoam por completo…
Parece que se esqueceram deste componente e foi integrado à última da hora.
Em termos de motor, e segundo o site da Suzuki, o mesmo mantém a cilindrada de 645 cc, injecção electrónica e 6 velocidades, mas com a diferença de tratar-se de uma unidade mais evoluída e eficiente, onde pontifica o Suzuki Dual Throttle Valve (SDTV) system. Motor muito provavelmente com base no motor da Gladius.
Não foram revelados dados de potência, mas espera-se mais qualquer coisa, apesar do motor do modelo anterior já ser senhor de excelentes prestações.
Em termos ciclísticos, parece não haver grandes novidades, e até mesmo o quadro visto lateralmente, parece tratar-se do mesmo. Contudo, deverá ter sido alvo de alguma evolução em termos dde rigidez e agilidade.
A travagem encontra-se dentro dos parâmetros já conhecidos, com ABS, continuação de jantes de liga, e suspensões com o mesmo figurino, as quais seria bom terem melhorado, especialmente a dianteira.
A Suzuki voltou a apostar num Marketing que aponta para o mototurismo, revelando imagens de uma V-STROM capaz de viajar, coisa que não deverá ser díficil, mas que não dispensará a inclusão de alguns acessórios, como revelam as imagens.
A nova V-STROM 650 está aí, actualizada quanto baste, mais jovem, apelativa e, quem sabe, com argumentos suficientes para dar continuidade ao sucesso que registou desde o seu lançamento.
É certo que se esperava um maior atrevimento da Suzuki neste campo, especialmente tendo em conta a forte concorrência de uma BMW F 800 GS e Triumph Tiger 800 XC, mas tal não se verificou, infelizmente.
Apostaram na evolução e não na revolução, que não deixa de ser positivo, especialmente para aqueles que sempre viram na simplicidade e fiabilidade deste modelo grandes aliados, mas um pouco mais de atrevimento era bem vindo.
Agora resta esperar pela reacção do público em geral
Boas Curvas! ![]()

















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