"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts de Março, 2011

Mais uma etapa na evolução da SUZUKI DR-Z 400 E

Nos últimos tempos, achei que estava na hora de melhorar um pormenor na DR, ou seja, a tampa do pinhão de ataque.
De série, esta tampa tapa a totalidade da zona do pinhão de ataque, coisa que até nem fica mal, mas acaba por gerar um inconveniente, acumula muita terra e porcaria no interior.
Quando desmontei a tampa, era impressionante a quantidade de terra que se encontrava acumulada/presa no interior da tampa:

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 A tampa tem uma abertura por baixo, mas acaba por ser insuficiente para o escoamento da terra.
Resumindo, o melhor mesmo era cortar a parte plástica lateral e transformar a tampa numa tampa de dimensões mais reduzidas e de aspecto mais desportivo e TT.
Antes do corte:

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Para este trabalho, usei uma rebarbadora eléctrica com um disco de corte super fino, tendo resultado em pleno:

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Fora com o plástico a mais ;-)

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Usei a rebarbadora, porque o plástico desta protecção é um pouco duro.
Depois de cortado, restou alisar a superfície, de forma a melhorar o aspecto da protecção.
Uma vez mais, o disco da rebarbadora cumpriu bem o trabalho:

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E o resultado final:

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Ficou bem melhor, com um aspecto mais TT e, mais importante, permite um escoamento da terra/porcaria mais eficaz.
No entanto, ainda não estava satisfeito a 100% com o resultado obtido, ou seja, pretendia abrir as 3 ranhuras que se encontram na tampa, de forma a melhorar ainda mais o escoamento da terra/porcaria.
Mas abrir aquelas 3 ranhuras parecia-me um pouco complicado, especialmente pela falta de meios adequados para o efeito.
Contudo, quando menos esperava, encontrei à venda no hipér mercado Modelo (actualmente Continente) a ferramenta ideal para este trabalho, ou seja, uma ferramenta eléctrica, onde era possível montar vários tipos de acessórios,os quais vinham incluídos no kit, incluindo pequenos discos de corte.
Perfeito! :-)

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O pequeno disco de corte revelou-se acertado para o corte das ranhuras e a ferramente eléctrica, com regulação de velocidade, portou-se de forma impecável.
Em poucos minutos consegui abrir as 3 ranhuras:

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Ranhuras abertas e aperfeiçoadas:

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E assim fiquei, finalmente, com o resultado pretendido, não só em termos estéticos, como também em termos práticos :-)

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Outro ponto que pretendia melhorar mais um pouco na DR, era a posição de condução.
A mesma já tinha sido melhorada com a montagem de um guiador “fat bar” em alumínio WRP e respectivos adaptadores um pouco mais altos, mas ainda faltava qualquer coisa, isto é, na condução de pé, sentia que a posição de condução ainda estava baixa, obrigando-me a adoptar uma posição mais curvada.
Após uma pesquisa, encontrei a solução que me pareceu a mais indicada, ou seja, uns elevadores da ROX RISERS:

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Vieram directamente dos Estados Unidos da América e possuem uma excelente qualidade de construcção :-)
Passando à montagem, a mesma é simples e rápida, sendo apenas necessário retirar dos novos elevadores uns adaptadores, ou seja, de série, os elevadores da ROX vêm preparados para receber quer guiadores de série, quer guiadores de diâmetro superior, como os “fat bar”:

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Elevadores montados:

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E coloca-se o guiador, não esquecendo de ajustar ao nosso gosto ;-)

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E já está, elevadores e guiador montados :-)

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E na prática? :-)
Tudo diferente, ou seja, a posição de condução melhorou muito, especialmente de pé, onde já é possível manter uma posição direita e mais confortável.
Sinto mais confiança e mais à vontade :-)
A posição sentado também me agradou muito com estes elevadores da ROX.

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É importante salientar que os elevadores da ROX permitem outro tipo de ajuste, isto é, permitem ajustar a posição de condução para a frente, ou para trás, através da rotação do apoio que encaixa na mesa de direcção de série.
Uma mais valia :-)

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 A ROX também possui elevadores com sistema anti-vibração, só que são mais dispendiosos…
A última alteração efectuada foi de ordem estética, ou seja, optei por montar umas tampas laterais de cor branca, da ACERBIS,  e um novo kit de autocolantes, inspirado na Suzuki RM-Z 450 de Ryan Dungey, da equipa Americana Suzuki de Supercross e Motocross:

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Estava um pouco cansado de ver a DR toda de amarelo, e achei que ficava mais equilibrada, ou menos cansativa, se tivesse um pouco de branco.
Para torná-la um pouco mais interessante, colei no kit de autocolantes que tinha adquirido já algum tempo, o qual foi colado com a preciosa ajuda da minha cara metade, porque se fosse eu a fazer este trabalho, de certeza que não ficava tão bem ;-)

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Obrigado Carlinha, you’re the best :-)

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O kit incluía os autocolantes das tampas laterais dianteiras, bem como autocolantes para o depósito de gasolina, os quais podiam ter sido um pouco mais abrangentes na parte inferior do depósito de gasolina.
O resultado final é, na minha opinião, mais agradável e interessante.
Contudo, ainda não está a gosto, isto é, acho que se tiver uma óptica dianteira de cor branca, ficará bem melhor.
Um pormenor a resolver muito brevemente ;-)
E assim termina mais uma etapa da evolução da minha DR, a qual está cada vez mais a gosto e completa.

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Boa mota!

Boas Curvas! :-)
 
 
 

Moto Rali da Primavera

No passado Domingo, o Clube Motard de São Miguel realizou o Moto Rali da Primavera.
Esta actividade MotoTurística além de dar as boas vindas à Primavera, também caracterizou-se por ser a 1ª actividade realizada pela nova Direcção do CMSM, recentemente eleita.
Portanto, havia uma grande expectativa quanto à mesma e às capacidades da nova Direcção e, claro, também havia uma natural ansiedade da parte dos membros da Direcção, pois queriam muito agradar sócios e simpatizantes presentes.
Mas o CMSM é como uma grande família, e a descontracção e camaradagem dos presentes rapidamente se instalou e superou alguma ansiedade ou nervosismo da nova Direcção :-)
Por volta das 10:00, os participantes desta actividade começaram a surgir na sede do CMSM e em pouco tempo já eram bastantes:

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O Filipe estreou nesta Primavera a sua nova montada, a novíssima Yamaha Super Ténéré 1200, edição First Edition.
Boa forma de entrar na nova estação :-)

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À medida que iam chegando, iam recebendo os indispensáveis road-book para se orientarem na actividade.
A partir deste momento, começavam logo com a rotina do acertar os relógios das motas, dar uma vista de olhos no road-book, fazer contas às horas de chegada aos controles, etc, etc.

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O Raposo e as suas contas secretas ;-)

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O Nicolau a requisitar intervenção divina do GPS ;-)

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Um evento com cobertura televisiva :-)

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E lá partimos para mais umas horas de Mototurismo!

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Da minha parte, encarava esta actividade com um espírito diferente do habitual, ou seja, não era apenas mais um Moto Rali, era sim uma boa oportunidade de treinar para a minha participação no 13º Portugal de Lés-a-Lés, nomeadamente, leitura de road-book e preparar o físico para umas horas em cima da mota.
Infelizmente, as condições meteorológicas não foram as melhores, ou seja, o dia estava encoberto em Ponta Delgada, mas à medida que subimos em direcção aos percursos de montanha, piorou, surgindo muito nevoeiro e alguns chuviscos.
Em algumas zonas, o nevoeiro era tão denso que causava muitas dificuldades de visibilidade:

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Nevoeiro à parte, a actividade decorreu com a normal tranquilidade, onde destaco os vários controles existentes ao longo da mesma, alguns secretos e inesperados.
Os homens da nova Direcção estavam a levar as coisas a sério ;-)

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Olhó passarinho :-)

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A actividade terminou na simpática freguesia da Maia:

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Lá iam eles a caminho do controle de chegada:

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As flores não enganam, chegou a Primavera:

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Por esta altura também acontecem as habituais Romarias, sendo aconselhável uma condução prudente, porque podemos encontrar um grupo destes à saída ou entrada de uma curva, ou mesmo numa zona de fraca visibilidade.

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Chegada dos participantes ao controle final:

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E estacionamento reservado junto à Igreja da Maia:

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O almoço convívio foi no restaurante Sagitário, o qual recomenda-se pelo excelente peixe que servem.
À boa maneira do CMSM, o almoço foi animado e as conversas foram muitas, quase sempre sobre motas, naturalmente ;-)

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Que seria destas actividades sem o nosso Giesta :-)

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Nada como um geladinho, não é Emanuel? ;-)

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O João a zelar pelas motas, pois parece que estavam a ser algo de algo mais que um olhar…

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Uma actividade muito participada e com muita boa disposição:

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Depois chegou a hora mais aguardada, ou seja, entrega dos troféus :-)
Em 3º lugar, Paulo Vasco e João:

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Em 2º lugar, Eduardo Cordeiro e Maria:

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E em 1º lugar, um surpreendente Marco Henrique:

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Ops, já me esquecia, o ex Presidente também quis um prémio :-)

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Palavras finais e balanço muito positivo desta 1ª actividade com a nova Direcção do CMSM:

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Faço votos para que esta Direcção continue empenhada com a mesma determinação e entusiasmo que demonstrou nesta sua 1ª actividade, pois só assim se ultrapassam as dificuldades e se torna o bom no muito bom.
Uma actividade bem conseguida em termos de percurso, onde só foi pena o nevoeiro que se sentiu.
Que venha a próxima actividade!

Boas Curvas! :-)
 
 

13º Portugal de Lés-a-Lés: Mogadouro – Castelo de Vide - Lagoa

Este ano, o Portugal de Lés-a-Lés já vai na sua 13ª edição e irá desenrolar-se entre Mogadouro e Lagoa, ou seja, de Norte a Sul e de 23 a 25 de Junho.

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Será uma edição com cerca de 1.000 kms e que é considerado como um regresso às origens, isto é, estamos perante uma edição com um percurso com uma enorme riqueza natural e histórica, com passagens por localidades de enorme beleza, como os vales do Alto Douro e Sabor, e Parque Natural do Douro Internacional.
Os participantes, que na edição do ano passado superou os 1.200, terão a oportunidade de atravessar aldeias históricas, quase desertas e quase esquecidas no tempo, desfrutar das mais belas estradas de montanha de Portugal, contactar com as calorosas populações e saborear um Portugal tão rico e vasto ao longo de toda a actividade.
Será um passeio repleto de aventura, camaradagem, emoção e, principalmente, inesquecível.
Uma das equipas a participar no 13º Portugal de Lés-a-Lés, será a AÇORES ADVENTURE TEAM :-)

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A equipa é constituída por dois Motociclistas Micaelenses, nomeadamente Eu e o Vítor Ferreira, ambos aos comandos das fantásticas KTM LC8 950 ADVENTURE.
A AÇORES ADVENTURE TEAM tem como objectivo representar o Clube Motard de São Miguel mas, principalmente, os Açores na mais importante actividade Motorurística realizada no país.

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Este evento constitui, assim, uma excelente oportunidade para a marca “Açores” estar presente no meio de milhares de Motociclistas e amantes das 2 rodas, mas também o de percorrer Portugal Continental de Norte a Sul, literalmente.
No meu caso em particular, esta será a primeira vez que participo no Portugal de Lés-a-Lés, havendo naturais expectativas. No caso do Vítor, será a sua segunda participação, havendo um natural mais à vontade neste evento.
Portanto, esperam-nos muita aventura, camaradagem e, no fim, muitas histórias para contar.
O 1º passo desta aventura já foi dado, ou seja, a inscrição :-)
Agora é só continuar a preparação para o evento e contar os dias que faltam para a partida ;-)

Poderão continuar a seguir esta aventura em:

http://www.motoazores.com/

http://vabem.blogspot.com/

Mais informações sobre o 13º Portugal de Lés-a-Lés  em:

http://www.fmportugal.pt/ambiente.asp?cod_seccao=6239

Boas Curvas! :-)

Ryan Moore Stunts the Aprilia SXV Supermoto

Num post aqui publicado, o Filipe Alves disse que a Aprilia SXV Supermoto era a que o fascinava mais.
Pois bem, aqui fica um vídeo com esta Supermoto fantástica, que afinal de contas, não foi feita só para as curvas ;-)

Boas Curvas! :-)

Ducati Multistrada 1200 S Pikes Peak

Já não bastava ser terrivelmente espectacular, ainda acharam que a podiam tornar ainda mais… ESPECTACULAR :-)
Foi o que fizeram com a Ducati Multistrada, na versão especial Pikes Peak:

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Uma mota incrível e que ficou mais apelativa e interessante nesta versão especial, alusiva à vitória da Ducati na mítica prova de montada nos Estados Unidos da América, ou seja, Pikes Peak.
As alterações foram poucas, mas suficientes conferir um ar mais desportivo à Multistrada, como a decoração, escape Termignoni e diversos componentes em carbono.

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De resto, é aquilo que já se conhece, ou seja, um poderoso bicilindríco em “L”, de 1198.4 cc, 150 cv às 9250 Rpm, injecção electrónica ajustável em vários níveis, suspensões Ohlins ajustáveis electrónicamente, mono-braço oscilante em alumínio, travões mono-bloco de montagem radial da Brembo, etc, etc.
Muito carácter e ADN desportivo :-)

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Um pequeno “gosto” de Pikes Peak ;-)

Mais informações em:

http://www.ducati.com/bikes/multistrada/1200_s_pikes_peak/index.do

Boas Curvas! :-)

Arredores de Ponta Delgada

Na semana passada, o passeio acabou um pouco mais cedo que o habitual, dado que a Montesa do Rui e a minha DR não estavam a colaborar, ou seja, uma a teimava em engasgar-se e a outra a rebentar fusíveis.
Naquele dia ficamos com a sensação de sabor a pouco, e ficou decidido na hora que era para regressar e terminar o que íniciamos.
E assim foi este Domingo! :-)
Partimos do mesmo local, com o grupo a ser constituído por Mim e pela DR-Z, o Rui na Montesa e o Nuno na NX4:

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O Nuno estava um pouco apreensivo quanto ao passeio, pois como estava na companhia de uma mota de Enduro e uma de Trial, estava a antever um percurso puxadinho para a sua NX4.
Contudo, o Nuno não desistiu e fez-se aos trilhos connosco.
A NX4 nem sabia o que lhe esperava… ;-)
Para abrir o apetite, entrada para o mato:

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Aqui começaram a primeira de várias dificuldades, ou seja, havia logo no ínicio um rego algo alto, que levava a que as motas ficassem engatadas, sendo necessário usar a força de braços para as retirar de lá.
Para piorar, havia um degrau com raízes de árvores, que exigia, uma vez mais, força de braços:

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Apesar das baixas temperaturas que se abateram sobre a ilha, rapidamente deixamos de sentir frio, pois o trabalho físico foi suficiente para aquecer.

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E lá continuamos a progredir na mata do cascalheiro:

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O Rui e as suas opções de percurso…

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Para nós não dava, e como opção, restava passar por baixo de 2 árvores que se encontravam no caminho.
Mais trabalho físico…

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Nesta zona em particular, o Nuno sentiu e bem o peso da NX4:

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Uma pequena por piso mole, para depois rumarmos à 2ª mata desta bonita zona:

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A partir daqui apanhamos várias zonas em que o piso estava super escorregadio e com alguma lama, provocando imensas dificuldades de tracção.
Era preciso ter muita calma com o acelerador e mesmo assim, foi preciso trabalho físico.

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Os próximos cenários que nos esperavam eram igualmente espectaculares, mas também trabalhosos.
A chuva faz maravilhas nestes percursos ;-)

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As zonas de regos e lama foram um castigo para o Nuno e a NX4, pois levava a que a NX4 ficasse muitas vezes engatada, devido a baixa altura da mesma.
Mas o Nuno foi sempre persistente, e com mais ou menos ajuda seguiu sempre em frente.
Que tareia que a NX4 estava a apanhar…

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Qual tracção…, BRAÇOS! :-)

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Apesar da dureza de algumas partes, o percurso estava a ser agradável, onde o verde intenso do mesmo é qualquer coisa de espectacular:

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Para o Rui e para a Montesa, estava a ser tudo muito acessível.
Por vezes fazia impressão a facilidade com que aquela “bicicleta” passava pelos obstáculos.
Grrrrr…, que inveja ;-)

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Back to work…

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Quando chegamos ao fim da mata, estavamos mais que quentes, pois o trabalho físico tinha sido imenso.
Em espaço mais aberto, sentimos e bem as baixas temperaturas que estavam previstas.

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Numa determinada zona de montanha, tivemos tantas dificuldades de tracção, que tivemos que sair do percurso principal, para tentarmos conseguir uma melhor tracção, que resultou:

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A coisa não estava nada fácil :-)

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No entanto, seguiram-se alguns percursos mais relaxantes e rolantes, onde o piso principal era mole, tornando as coisas mais divertidas.
Gosto cada vez mais deste tipo de piso :-)

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Numa pausa para descanso, o Rui continuou a “brincar” um pouco com a Montesa e depois deixou-nos dar uma voltinha.
Gostei, mas por enquanto não fiquei cliente ;-)

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Voltamos aos trilhos, com mais piso em cascalho à mistura e vistas dignas de postal :-)

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Descida do cascalheiro:

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Uma das melhores partes do passeio estava reservada para o final, ou seja, o Rui encontrou o acesso para um percurso que já não é utilizado pelo pessoal do Enduro/TT à muito tempo, ou seja, o terreno do percurso estava intocado e em estado selvagem.
Numa palavra, maravilha! :-)

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E depois de mais uma volta aqui e acolá, terminamos o passeio.
Terminamos o passeio cansados, pois o trabalho físico foi muito, mas super satisfeitos, porque tinha sido um passeio com  trilhos espectaculares.

Vídeos do passeio, 1ª Parte:

2ª Parte:

No caminho para casa, esperava-nos uma última surpresa, ou seja, começou a chover imenso e, a dada altura, começou a cair imenso granizo:

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O granizo até magoava quando acertava no nariz e na cara.

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Bem, resumindo, foi um excelente passeio, onde destaco, naturalmente, toda a camaradagem e boa disposição ao longo do passeio, bem como toda a persistência e empenho do Nuno ao longo do passeio, porque conseguiu fazer na totalidade um percurso de Enduro com a sua NX4.
Foi um grande sacrífio e exigiu muito trabalho físico, mas o Nuno safou-s e a NX4 resistiu a todos os abusos.
Máquina de guerra! ;-)

Boas Curvas! :-)

Passeios de Carnaval

Em época de Carnaval não há nada melhor que uns bons passeios de mota :-)
Aproveitando esta época festiva e o facto dos trilhos andarem mais “vazios” de motas, pois o pessoal anda nos bailes e festas, participei em 2 passeios que foram muito bons, quer em percursos, quer em companhia.
Começando pelo 1º passeio, que se realizou no passado Domingo, Eu e o Emanuel juntamo-nos ao Ricardo e companhia para um passeio pela Ribeira Grande, o qual tinha como objectivo passar uma manhã animada e sem muitas complicações.
Dado que haviam 2 Moto4 neste passeio, incluindo um Artic Cat enorme, não valia a pena enveredar por percursos apertadinhos, e sim ir para espaços mais abertos ;-)
Ora bem, começamos por circular em alguns percursos bem rolantes da Ribeira Grande, os quais eram bem acessíveis e interessantes, onde se incluiram algumas travessias aquáticas :-)

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Este Moto4 até guincho tinha, portanto, ninguém ia ficar atascado ;-)

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O Ricardo e o seu capacete de passeio :-)

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A chuva fez a sua aparição, mas nada que assustasse, mas que obrigou a algumas pequenas paragens para nos protegermos:

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Aproveitamos para atravessar a Coroa da Mata, zona muito interessante, bonita e com percursos bem ao jeito do nosso passeio:

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Paragem para relaxar ;-)

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As vistas são, como sempre, um regalo para os olhos :-)

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Abram alas:

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O ritmo do passeio foi sempre descontraído e sem pressões, apesar de às vezes fazer um pouco a vontade ao punho direito ;-)

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Chegada à Lagoa de São Brás:

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Aqui alguns aproveitaram para uma lavagem automática e algumas brincadeiras :-)

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Onde é que está a mota?

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A Lagoa de São Brás é uma zona de grande beleza e que vale bem a pena a nossa visita:

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De volta aos trilhos e já com o regresso a casa em mente, esperava-nos mais umas travessias aquáticas:

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Embalados pela tranquilidade da Lagoa de São Brás, efectuamos um percurso de regresso a casa e depois cada um rumou para o seu cantinho.
Foi um excelente passeio, onde o prato forte foi a boa disposição, camaradagem e vontade de fazer mais alguns kms.
Uma palavra de apreço aos amigos de Moto4, os quais foram 5 estrelas.

Vídeo do passeio:

Quanto ao 2º passeio, que se realizou em pleno dia de Carnaval, de ínicio parecia que o passeio ia se resumir só a mim, pois mais ninguém compareceu, mas, para minha sorte, o Rui Cabral viu a minha mota e veio ao meu encontro convidar-me para me juntar a ele e ao Nelson.
Claro que aceitei o convite! :-)

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Este ia ser um passeio interessante, pois eram 2 motas de Enduro e uma de Trial, antevendo-se um percurso interessante aos 2 géneros :-)
Quanto ao percurso, escolhemos a zona da Covoada e do Cascalheiro como pontos de partida, sendo possível a partir daí evoluir até às Sete Cidades e arredores.
Fizemo-nos aos trilhos com as primeiras incursões a servirem de aquecimento e de busca por percursos com mais alguns obstáculos.
Com o Rui e a sua Montesa de Trial na frente, as surpresas podem acontecer a qualquer momento ;-)

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O Nelson estava com vontade de dormir ;-)

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Começamos por explorar os trilhos do Cascalheiro, zona que adoro, pois o seu piso de cascalho é super mole e, por mementos, faz-me pensar que estou noutro sítio que não São Miguel e faz-me sonhar com outros horizontes.
Enfim, sonhos… ;-)
Back to reality, a dada altura fizemo-nos à subida principal do Cascalheiro, onde logo à primeira tentativa consegui alcançar o topo da subida de cascalho.
A DR-Z subiu sem problemas de maior e até fiquei surpreso com o meu cada vez maior à vontade neste tipo de terreno.
Espectáculo! :-)

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Neste piso não há espaço para erros durante a subida…

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A vista do topo é fantástica:

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E lá vinha o Rui nas calmas:

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O Nelson não conseguiu efectuar a subida, pois a sua KTM estava, imagine-se, com os 2 penus gastos.

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O pneu traseiro estava num estado que não permitia qualquer tipo de tracção…

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Não valia a pena isistir, porque a KTM só estava a aquecer em demasia nas tentativas de subida e o Nelson estava a cansar-se em desnecessariamente.

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Voltamos para trás e tomamos um trilho alternativo, ou seja, a mata na lateral da subida em cascalho, igualmente em sentido ascendente, mas com o piso a ser uma mistura de cascalho com raízes e vegetação.

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Aqui o Nelson safou-se melhor, mas ainda assim deu alguma luta aos pneus gastos dele ;-)

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Quanto ao Rui, estava a safar-se na boa, pois os obstáculos encontrados eram bricadeira de crianças para a Montesa dele.

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A partir daqui surgiram problemas para mim e para o rui, ou seja, a minha DR a dada altura calou-se, sem qualquer sinal de bateria, e a Montesa do Rui revelava problemas de carburação ou coisa parecida, desligando-se e voltando à vida após muita insistência.
No caso da DR, o problema revelou ser fácil de contormar, ou seja, era um fusível que tinha rebentado. Para minha sorte, tinha um fusível suplente e rapidamente a DR voltou à acção.
No caso do Rui, mexia-se no carburador, dava-se ao kick com insistência e por vezes resultava.

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Apesar dos percalços técnicos, reinava a boa disposição e vontade de continuar em frente.
O Rui e o Nelson estavam a ser excelentes companheiros de passeio :-)

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O Rui andou a ver qual o melhor caminho a seguir:

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O melhor caminho era o que se encontrava por debaixo das árvores…

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Passar por debaixo de árvores com mota nem sempre é fácil…

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No fim do percurso pela mata, topo do Cascalheiro mà vista:

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E a Montesa a dificultar por momentos a vida ao Rui…

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Contudo, o passeio viria a terminar mais cedo que o esperado, ou seja, o fusível da DR voltou a rebentar, e eu não havia mais nenhum para desenrascar, e a Montesa voltou a calar-se e a não querer voltar à vida.
Infelizmente, atiramos a toalha ao chão tivemos que regressar :-(
A nossa sorte é que o automóvel e o atrelado não estavam longe e o percurso até lá tinham muitas descidas.
Forma ingrata de terminar um passeio, com a mota pela mão :-(

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Esta semana tenho que verificar o que poderá estar a causar este rebentamento do fusível…
A minha sorte era que o Rui tinha espaço para a minha DR no atrelado:

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E assim terminou este 2º passeio!
Apesar do azar sofrido, o passeio foi muito bom e a companhia do melhor.
Ficou decidido que temos que voltar aquela zona e terminar o passeio :-)

Vídeo do passeio:

Foi um Carnaval  diferente, onde os passeios de mota foram o melhor da festa.

Boas Curvas! :-)