Para aqueles que comemoram, divirtam-se neste Halloween e cuidado com as travessuras
Boas Curvas! ![]()
"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"
Passou-se mais uma semana e uma vez mais os aventureiros habituais voltaram aos trilhos Micaelenses, para mais uma manhã de pura aventura e diversão ![]()
Desta vez o nosso objectivo centrava-se na Vila Franca do Campo, onde lá se encontram muitos trilhos desconhecidos do grupo, mas que segundo constava, eram mais apropriados para motas mais “light”.
Assim sendo, Eu e o Miranda viemos montados nas “cabritas”, o Pedro na sua meia “cabrita” e o Filipe no seu “mamute”.
Esta manhã ia ser divertida
O nosso passeio arrancou com um percurso inicial no asfalto, pois a distância assim obrigava, fazendo-me “sofrer” um pouco aos comandos da DR-Z 400, pois, definitivamente, não é uma mota talhada para o asfalto.
Mas em pouco tempo atingimos Água d’Alto, onde os percursos fora de estrada surgiram sob a forma de alguns estradões muito acessíveis e ideais para despertar
Também efectuamos algumas incursões pelas zonas onde estão a construir as novas vias-rápidas, pois ainda possuem muitas zonas com percursos TT e com ligação a outros trilhos:
A dada altura entramos numa zona com uma forte presença da natureza, ou seja, trilhos com muita mata e vegetação, conferindo ao passeio uma grande beleza e um espírito mais selvagem
Em pouco tempo atingimos Vila Franca do Campo e aqui se desenrolou a maior parte do passeio, com vários percursos pelo meio da mata, muitos deles com uma forte vegetação.
A parte mais interessante do passeio aconteceu numa zona com uma subida, a qual se revelou muito trabalhosa para todos, ou seja, as motas maiores tiveram alguns problemas em transpor esta subida, não pela falta de potência, mas sim pelo facto do piso se encontrar mole, irregular e escorregadio.
Nas DR foi uma subida fácil de fazer, mas para a Adventure e Super Teneré…, bem, já lá vamos
Na subida deparamo-nos com uma vaquinha perdida, que depois conseguimos encaminhar para um lavrador que se encontrava ali perto:
Tal como referi, as motas “grandes” tiveram algumas dificuldades nesta subida…
Começando pelo Pedro, ele até ia bem, mas assim que perdeu tracção, desiquilibrou-se e parou.
A partir daí nunca mais conseguiu arrancar, pois o piso estava mole e escorregadio da lama, ajudado por algumas irregularidades, como raízes de árvores.
A coisa teve que ser a braços:
Mesmo com a força de braços, não estavamos a conseguir fazer o Pedro progredir no terreno, pois tanto escorregava ele e a mota, como escorregava que ajudava.
Então o Pedro voltou para trás, de forma a iniciar de novo o percurso, mas com mais velocidade e convicção:
E vinha o Pedro cheio de genica, com a mota a dar-lhe luta, pois tanto fugia de traseira, como fugia de frente
Mas infelizmente foi vítima das irregularidades do piso e não evitou um tombo, sem qualquer tipo de consequências:
Restou parar para descansar e repensar a estratégia da subida.
No entanto, conseguimos fazer com que o Pedro atingisse o fim da subida, através da força de braços.
Foi cansativo, mas conseguimos! ![]()
Mas ainda faltava a Super Teneré do Filipe…
Alguns minutos depois o Filipe iniciou a sua subida:
Mas também não conseguiu efectuar a mesma e perdeu tracção e equílibrio a dada altura.
Uma vez mais fizemos tudo à base da força de braços…
Só que empurrar uma Super Teneré nem sempre é tarefa fácil, pois esta “menina” é um pouco porcalhona
O que nos valeu foi o facto do Filipe ser alto e conhecer bem a sua mota, pois facilitou um pouco a nossa tarefa de empurrar, porque o Filipe preferiu não ir em cima da mota, mas sim ao lado, colocando menos peso na traseira:
Foi muito cansativo, mas conseguimos que eles ultrapassassem a zona mais complicada da subida.
Mas mesmo no fim da subida, quer o Pedro quer o Filipe, não evitaram um tombo, fruto de algum cansaço e falta de concentração:
E depois lá foram as DR, sem qualquer tipo de problemas.
Foram uma escolha muito acertada para este passeio
Finalmente uma zona aberta e que nos deu mais algum descanso, porque bem precisavamos…
Contudo, seguiram-se alguns percursos muito rápidos e que nos permitiram enrolar um pouco mais o acelerador.
Os percursos estavam a ser super divertidos, especialmente porque a minha DR-Z permitia-me rolar a um bom ritmo e ultrapassar todos os obstáculos sem dificuldades de maior.
Mas o meu abuso do acelerador teve mau resultado e à saída de uma curva entusiasmei-me um pouco demais com o acelerador e não evitei que a mota se atravessasse para um lado e para o outro e me levasse direitinho para o interior de uma vala:
Foi tudo tão rápido que nem tive tempo para reagir às “traseiradas” da DR…
Felizmente não houve consequências físicas e até deu para me rir um pouco com a situação.
De registar apenas uma protecção de mão partida, porque de resto a DR é mota de guerra
Vejam o vídeo abaixo, a minha entrada na vala acontece a partir do minuto 1:16.
Se forem fazendo pausa no filme, conseguem ver a DR a atravessar-se
Lá tiramos a DR da vala e continuamos o passeio, onde o ritmo não abrandou e, uma vez mais, houve mais um tombo, fruto do entusiasmo, desta vez o Miranda:
Seguiram-se mais alguns trilhos que nos levaram novamente para zonas com forte vegetação e muita lama.
Muitas conteiras e humidade
E muita lama para tratamento de beleza das nossas “meninas”
Quando não se consegue desatascar, deita-se a mota, arrasta-se para uma zona mais estável e tá pronto a andar
Mas numa determinada zona não conseguimos progredir mais no terreno, pois não havia saída possível.
O Miranda foi o primeiro a constatar isso e ficou numa posição ingrata para dar a volta à mota:
Se não estívessemos com atenção, o que nos esperava logo a seguir era um precípicio, cujo fim não estava à vista, tal a densidade da vegetação:
Voltamos para trás pelo mesmo caminho, já mais cansados, especialmente o Miranda, que tanta energia já tinha perdido neste dia a ajudar a empurrar as motas.
Este cansaço levou a que ele registasse mais 2 tombos, mas daqueles tombos que resultam de um pequeno desíquilibrio e cujo cansaço já não nos permite ter força para aguentar a mota:
O interessante é que ele tombava e começava a rir ![]()
Quando questionado sobre o que se passava, só dizia que estava super cansado e já não se aguentava em cima da mota ![]()
Hehehehe…, cheira-me que precisa de algum exercício
Ainda exploramos mais alguns percursos, mas os mesmos acabaram por nos levar a becos sem saída…
Mas ainda assim fizeram-nos atravessar alguns trilhos com algumas subidas e descidas muito interessantes
Uma pequena passagem de água:
E assim terminamos o nosso passeio! ![]()
Foi mais um passeio super interessante, mas desta vez mais cansativo para todos, devido às transposições de obstáculos feitas à força de braços.
Mas não foi por isso que deixou de ser divertido, porque são situações como estas que ficam para sempre gravados na nossa memória e trazem ao de cima o melhor de cada um, ou seja, o companheirismo e o espírito de entre ajuda.
Domingo que vem há mais!
Boas Curvas! ![]()
No passado dia 24 de Outubro, realizou-se na pista da Soluções M o Grande Prémio Além Mar Motocross, prova pontuável para o Campeonato Nacional de MX2.
Para esta prova haviam vários motivos de interesse, como as habituais disputas entre os pilotos Açorianos e o facto de Tiago Gonzaga estar muito perto de alcançar o título Regional na classe MX2.
Destaque ainda para a presença dos principais pilotos Nacionais da Classe de MX2, como o Ivo Fernandes, Sandro Marcos e o Campeão Nacional Luís Correia, bem como a presença de 2 pilotos Americanos, o Jacob Morrison e Paul Lamb.
Motivos mais que suficientes para proporcionar um grande espectáculo ao muito público presente ![]()
Contudo, os momentos que antecedem a prova são sempre muito interessantes, onde é possível observar pilotos e equipas nas sua habitual rotina:
A presença da KTM neste evento não passou despercebida, aliás, era impossível, pois era um autêntico “laranjal”, tal a quantidade de motas presentes:
De salientar a presença do Campeão Regional de MX na KTM, o Marco Garcia, bem como Ivo Fernandes e o jovem talento Igor Gonzaga.
Marco Garcia naturalmente não passou despercebido à comunicação social, ou não fosse ele o 13 vezes Campeão Regional:
Os pilotos Americanos convidados encontravam-se integrados na estrutura da SRMOTO KTM, bem como a jovem piloto Vanessa Hilário:
Miguel Sousa estava naturalmente feliz com as suas “laranjinhas” a portarem-se bem:
Ainda na KTM, destaque para a presença da novíssima KTM SX-F 350, que tanta atenção reuniu, ou não tivesse esta moto sido Campeã Mundial de MX1:
Uma mota de Motocross muito interessante e com pormenores de construcção estupendos, onde se destaca a cilindrada deste propulsor a 4 tempos, que, segundo os especialiastas, aliada ao seu baixo peso, traduz-se na melhor relação peso/potência.
Os resultados obtidos este ano pelo piloto Antonio Cairoli falam por si, ou seja, Campeã Mundial de MX1, frente às 450 cc da concorrência.
Simplesmente “Ready To Race”
Do lado da Yamaha, as atenções centravam-se no Campeão Nacional de Motocross Luís Correia, detentor de um grande talento e que ainda tem muito para dar a esta modalidade:
A belíssima YZF 450 de Luís Correia, que voou para a vitória em ambas as mangas da prova:
Sandro Marcos junto a um dos grandes nomes do Motociclismo Regional de competição, João Marques (t-shirt branca):
Uma das bonitas Suzuki que se encontravam em prova, uma delas com Sandro Marcos como piloto:
A Kawasaki era a segunda marca mais representada nesta prova:
Os mais novos também marcaram presença, com destaque para a estrutura do jovem piloto Abel Carreiro, muito vistosa:
Em relação às corridas e começando pelos mais jovens, estas são sempre corridas muito bonitas de se assistir, pois é interessante ver o que estes jovens pilotos conseguem fazer em pista, apesar da sua tenra idade.
Assistiram-se a corridas animada e que no fim teria como vencedor o jovem Tiago Gonzaga, em KTM, o qual se sagrou Campeão Regional de Infantis.
Classificação Infantis
1.ª Manga:
1.º Tiago Gonzaga (KTM)
2.º Abel Carreiro (KTM)
3.º Filipe Moniz (KTM)
4.º Frederico Rocha (KTM)
5.º Gonçalo Medeiros (KTM)
6.º Henrique Ferreira (Kawasaki)
2.ª Manga:
1.º Filipe Moniz (KTM)
2.º Tiago Gonzaga (KTM)
3.º Abel Carreiro (KTM)
4.º Gonçalo Medeiros (KTM)
5.º Frederico Rocha (KTM)
6.º Henrique Ferreira (Kawasaki)
Quanto às corridas principais da tarde, as mesmas foram, como sempre, um grande espectáculo, que animaram o muito público presente.
Desde a partida até à bandeira de xadrez, a emoção esteve sempre ao rubro e houve sempre grandes lutas entre os pilotos presentes.
O traçado da pista estava muito bom e proporcionava muito espectáculo.
O melhor mesmo foi a ausência de pó no circuito, facilitando a vida aos pilotos, os quais podiam imprimir o seu ritmo e sem receios.
Quanto à 1ª manga, a mesma começou por ser liderada pelo Americano jacob Morrison em KTM, o qual parecia prometer uma grande corrida e, possívelmente uma vitória.
Contudo, Jacob Morrison levava atrás de si o Campeão Nacional, o Luís Correia, o qual não facilitou a vida ao Americano e, após as 3 voltas iniciais, Luís Correia passou para a liderança e nunca mais largou a mesma.
O Campeão Nacional não deixou os seus créditos por mãos alheias e venceu com autoridade e com grande vantagem para o segundo classificado, o Ivo Fernandes, em KTM.
Quanto aos pilotos Americanos, Jacob Morrison acabou por registar 2 quedas nesta 1ª manga, levando a que o mesmo acabasse a corrida em 5º lugar e Paul Lamb acabou por ascender ao 4º lugar.
Digamos que as suas prestações foram um pouco aquém das expectativas de todos nesta 1ª manga…
De salientar o 7º lugar obtido pelo Campeão Regional Marco Garcia.
Classificação 1ª manga
1.º Luís Correia (Yamaha)
2.º Ivo Fernandes (KTM)
3.º Sandro Marcos (Suzuki)
4.º Paul Lamb (KTM)
5.º Jacob Morrison (KTM)
6.º Luís Oliveira (Yamaha)
7.º Marco Garcia (KTM)
Quanto à 2ª manga, a mesma acabou por ter um ínicio muito animado, com o Jacob Morrison a protagonizar um forte ataque, liderando a corrida durante 8 voltas, mas sempre com Luís Correia “colado” à sua traseira.
De facto, o piloto Americano não teve a vida facilitada e apesar de vir de um país onde o Motocross é de grande nível, o mesmo não resisitiu aos fortes ataques de Luís Correia e acabou por ceder a liderança ao piloto da Yamaha.
Luís Correia estava motivado com a vitória na 1ª manga e pretendia repetir o feito, imprimindo um ritmo muito forte e que não deu hipóteses ao piloto Americano
Uma exibição de grande nível por parte de Luís Correia
No entando, Jacob Morrison não cometeu os mesmos erros da 1ª manga e terminou a corrida na 2ª posição, seguido de Sandro Marcos, o qual conseguiu superiorizar-se ao jovem Ivo Fernandes, numa luta muito animada.
Luís Correia não só venceu, como também deu espectáculo em pista
Os restantes pilotos também deram espectáculo, especialmente os Americanos, com alguns saltos ao estilo do Supercross
Classificação 2ª manga
1.º Luís Correia (Yamaha)
2.º Jaco Morrison (KTM)
3.º Sandro Marcos (Suzuki)
4.º Ivo Fernandes (KTM)
5.º Paul lamb(KTM)
6.º Luís Oliveira (Yamaha)
7.º Frederico Dias (Kawasaki)
Em termos de Campeonato Regional, Marco Garcia já é campeão e assim juntou mais um título à sua carreira.
Por falar em carreira, ainda não é certo, mas fala-se que Marco Garcia poderá abandonar a modalidade no fim desta época, colocando assim um pontom final a uma brilhante carreira, recheada de glória e muitos títulos Regionais.
Se assim for, a sua ausência será, de certeza, notada, mas será uma saída pela porta grande, ou seja, Campeão Regional.
Foi mais um evento de grande qualidade e onde uma vez mais as grandes estrelas foram os pilotos, os quais animaram a bonita tarde de Outono que se fazia sentir.
A presença dos pilotos Americanos ajudou a abrilhantar este evento, bem como todo o talento e destreza de alguns pilotos Nacionais, onde destaco Luís Correia, Sandro Marcos e Ivo Fernandes.
Para o ano há mais e, quem sabe, com a presença de mais pilotos estrangeiros.
Boas Curvas! ![]()
Domingo passado a malta juntou-se novamente para mais um belíssimo passeio aventura ![]()
Como de costume, encontramo-nos no local habitual e, uma vez mais, compareceram apenas os madrugadores…
Para este passeio o pessoal veio montado em Maxi-Trails e Trails, tornando assim o grupo mais diversificado e interessante.
De salientar a presença do Francisco Narciso aos comandos da DR 600 do Miranda e da minha parte, era o regresso aos passeios de Domingo, dado que estive umas semanas ausente, devido a uma lesão no ombro, que me inibiu de me aventurar.
Tanto que me custou ficar sentado no sofá…
Anyway, i’m back, mas de DR-Z, dado que o ombro ainda não está a 100% e preferi optar por uma opção mais light ![]()
Quanto ao percurso, uma vez mais fomos para os lados das Sete Cidades, optando por alguns percursos habituais, mas sempre com vontade de experimentar novos percursos.
Iniciamos o passeio no trilho da Vigia das Feteiras, junto à Rocha da Relva:
Este trilho é sempre um bom aperitivo
O Pedro não evitou um pequeno tombo, fruto do piso um pouco escorregadio, mas sem qualquer tipo de consequências:
Com a chegada do Outono, existem zonas que estão cada vez mais cobertas pela vegetação:
Pequena paragem nas Cumeeiras, para recuperar energia.
Já repararam na minha garrafa de água???
Seguiu-se uma descida um pouco inclinada, com vista para o ilhéu dos Mosteiros:
O Francisco estava a safar-se bem com a DR do Miranda, apesar de nas descidas evidenciar algum nervosismo e excesso de travão traseiro.
Situação mais que normal, pois a experiência ainda não é muita:
Nas Sete Cidades exploramos alguns trilhos novos e muito interessantes, como um trilho conhecido como o trilho da Marconi.
Um facto muito curioso deste passeio foi as poucas paragens que efectuamos, ou seja, estavamos tão entusiasmados com o passeio, com os percursos e com o ritmo, que quase não paramos.
Foi sempre a rolar!
Como não podia deixar de acontecer, subimos o Caminho dos 3 Kms, onde eu diverti-me imendo com a DRZ, pois o ritmo foi sempre animado, com a DRZ a transpor os obstáculos sem qualquer tipo de problemas.
Uma mota muito divertida e eficaz!
Que bela paisagem
Numa determinada zona do Caminho dos 3 Kms, havia um tapete de cascalho muito mole e com pedras um pouco grandes, que apanharam de surpresa alguns de nós, como o Filipe, que não evitou um pequeno tombo, fruto do típico escorregar em piso mole:
Com este seu tombo o pessoal que seguia logo atrás teve que parar nesta zona e, consequentemente, atascaram:
Tava tão mole que até o descanso lateral afundou-se no piso:
E bora lá desatascar o pessoal:
O Miranda bem que tentou sózinho, mas o power da LC8 só lhe prejudicava…
Só com um empurrão…
O Francisco também precisou de ajuda:
Chegando ao fim do Caminho dos 3 Kms:
Seguiu-se a descida ao lado do hótel:
Quando penso que esta descida assustava-nos quando nos iniciamos nestes passeios aventura, até me dá vontade de rir ![]()
Hoje em dia tudo parece mais fácil…
Cumeeiras a todo o vapor…
O Pedro testou a minha DRZ e, naturalmente, ficou encantado com as potencialidades desta pequena máquina
Após as Sete Cidades, iniciamos a nossa descida a Ponta Delgada, mas com passagem por mais alguns percursos fora de estrada, na freguesia da Covoada.
Nestes percursos a lama foi uma presença constante…, ADOREI!
Infelizmente, um dos percursos não possuía saída, obrigando-nos a tomar o mesmo caminho de regresso.
Mais lama!
Que bela vista…
Mais um trilho na Covoada e com uma vista espectacular:
Este trilho é muito bonito
E houve mais um pouco de lama
O melhor que pode haver a partir desta altura do ano é o facto de haver muita humidade, ou seja, acaba-se o pó e as dificuldades de visibilidade, mas ganha-se mais sujidade.
Paciência
O Miranda e as suas travessias à bruta de poças de lama:
Da Covoada demos um saltinho a norte da ilha e fizemos alguns percursos no sentido do Pinhal da Paz, com um piso muito rápido e onde o pessoal em geral enrolou o punho direito.
Recordo-me da subida em direcção ao Pinhal da paz, onde eu e o Miranda a fizemos a um ritmo impróprio para cardíacos.
Estavamos eufóricos!!!
E final do passeio na Fajã de Cima:
Foi mais um passeio espectacular e que marcou o meu regresso, no qual o meu ombro não deu qualquer tipo de problemas ou sinais de fadiga. Senti-me muito bem! ![]()
Importante referir o ritmo deste passeio, sempre muito animado e cheio de adrenalina, fruto de algum entusiasmo natural deste tipo de passeios.
Contudo, não considero que em alguma ocasião nos colocamo numa posição demasiadamente exposta ao perigo, ou seja, tudo sempre dentro das capacidades de cada um e de cada mota.
A DR-Z 400 continua a surpreender-me e a revelar qualidades dinâmicas à altura dos desafios e, em muitas situações, supera as minhas expectativas.
Que bela mota!
Nota final para a boa disposição e camaradagem existente no grupo ![]()
Sem dúvida o melhor que pode haver nestes passeios!
Domingo há mais!
Boas Curvas! ![]()
A KTM LC8 990 ADVENTURE R foi considerada em 2010 pela revista Cycle World Magazine, a melhor “Dual Sport” da actualidade.
Como sou um orgulhoso proprietário de uma LC8, não podia deixar passar em branco este título.
Uma excelente mota, com qualidades e capacidades dinâmicas ímpares na sua classe e onde basta uma pequena volta para ficarmos viciados
Atrevam-se a testar uma
Boas Curvas! ![]()
O segmento das Naked de média cilindrada vive actualmente tempos de revolução e renovação, ou seja, a cilindrada 600 deixou de ser a utilizada e gradualmente temos assistido à implementação de cilindradas que variam entre os 750 cc e 800 cc, levando ao surgimento de novas motas, mais agressivas, potentes, estilizadas, mas igualmente utilizáveis.
A Suzuki também se converteu à nova moda e apresentou a GSR 750, que mais não é do que a natural evolução da pequena GSR 600, que, em princípio, deverá deixar de ser produzida.
A nova Naked da Suzuki segue as linhas que estão na moda, com um desenho agressivo e dimensões aceitáveis, de forma a enquadrar-se na imagem de Naked desportiva, ou se desejarmos ir um pouco mais longe, uma imagem mais ao estilo Streetfighter.
A GSR 750 é, de facto, apelativa e tem tudo para atrair um público jovem, assim como obter sucesso comercial, pois a sua construcção assenta em determinados aspectos que tanto sucesso tem feito e tantos clientes tem atraído para a Suzuki, como o seu motor, que deriva das desportivas puro sangue da marca, as GSX-R 750, só que devidamente mais domesticado e utilizável.
Assim, temos um 4 clindros em linha DOHC, de refrigeração líquida e injecção electrónica, do qual ainda não se conhecem valores máximos de potência, mas que deverão estar dentro dos padrões da classe, ou seja, talvez entre os 105 e 115 cv.
Nota ainda para o facto deste motor possui o sistema “Suzuki Dual Throttle Valve” (SDTV), assim como “Idle Speed Control” (ISC).
Nota positiva para o desenho de todas as carenagens, com formas suficientemente agressivas, onde se destaca o desenho da óptica frontal:
Na ciclística não encontramos muitos pormenores muito exuberantes, aliás, encontramos sim um pacote muito comum a muitos constructores, que em alguns aspectos chega a ser simples demais, tendo em conta algumas concorrentes.
Por exemplo, o braço oscilante é de arquitectura muito simples e em aço, não se justificando a utilização de um elemento como este, pois está claramente desenquadrado e fora de moda. Já repararam no braço oscilante da Yamaha FZ8???
O quadro também poderia ter uma presença mais forte…
A ponteira de escape também me parece mal pensada, ou seja, de aspecto pobre, parecendo que foi feita à última da hora…
No entanto, existem pormenores que merecem referência, como a suspensão dianteira invertida de 41 mm, jantes em alumínio fundido, discos de travão dianteiros de 310 mm e um traseiro de 240 mm, espelhos retrovisores estilizados, painel de instrumentos digital e com iluminação regulável etc.
A Suzuki GSR 750 é um boa aposta da Suzuki para o novo segmento das Naked de média cilindrada, com uma mota actual e agressiva, onde apenas alguns pormenores destoam e mereciam uma revisão.
Aliás, poderiam seguir o caminho da Kawasaki Z 750, que possui a versão “normal” e agora lançou a versão “R”, a qual abdicou dos componentes mais simples e adoptou uma postura mais desportiva, com componentes mais actuais e de superior qualidade.
Será que a Suzuki vai seguir este caminho?
Era bom! ![]()
De qualquer forma, não deixa de ser uma excelnte opção e cujo preço não deverá desapontar.
O spot publicitário:
Boas Curvas! ![]()
Parece que foi ontem, mas não, o Waypoint Trail Challenge São Miguel já se realizou à uma semana atrás e já deixou muitas saudades.
Foram dias de grande entusiasmo, alegria, companheirismo, emoções fortes e, principalmente, dias em que se travaram muitas amizades através de factores comuns a todos, as 2 rodas e o gosto pela aventura e pelo MotoTurismo.
Foram mais de 20 participantes, equipados a rigor e em motas de origem Trail para todos os gostos, que de 1 a 6 de Outubro embelezaram as estradas Micaelenses.
Da minha parte, estive no papél de assistência e seria impossível relatar toda a dimensão do evento, pois foi grandioso, percorreu toda a ilha de São Miguel e gerou muitas histórias engraçadas, que ficarão para sempre gravadas na memória de todos quanto se associaram a este evento.
Uma coisa é certa, este evento marcou positivamente a vida de todos os participantes e deixou em todos a vontade de regressar e repetir.
Os Açores são assim, natureza mágica e viciante! ![]()
Abaixo deixo um pequeno resumo de todo o evento, que de forma alguma faz justiça aos bons momentos que se viveram.
Sexta-feira, dia 1 de Outubro
Este foi om dia da chegada de todos os participantes vindos do Continente Português, muitos deles pela 1ª vez em São Miguel e quase todos desconhecidos dos Motociclistas Micaelenses.
Foi engraçado conhecer pessoalmente algumas caras que só conhecia de alguns fóruns espalhados pela internet.
Abertura do contentor na sede do Clube Motard de São Miguel, momento sempre muito concorrido, pois todos anseiam por rever as suas montadas e verificar se está tudo bem com elas
Tal como mandam as regras do WTC, as motas presentes eram de origem Trail, havendo para todos os gostos.
Algumas motas já são verdadeiras lendas vivas, como esta Suzuki DR 800 Big:
Segiu-se um alegre convívio entre todos os presentes, sendo bonito ver a sede do CMSM cheia de motas
O sempre bem disposto Filipe Elias a orientar o pessoal:
Carregando os GPS dos participantes:
E após a recepção aos participantes, era tempo de lhes indicar o local onde iriam dormir, neste caso a Residencial Sete Cidades e dar um saltinho às Portas do Mar para uns copos:
Sábado, dia 2 de Outubro
Para o Sábado estvava reservado o 1º dia de prova do WTC São Miguel, o qual iria ter o seu ínicio de tarde e a partir das Sete Cidades, recentemente eleita uma das maravilhas de Portugal.
O pessoal a preparar-se para sair:
Houve que encontrasse um estacionamento à sua medida
Na sede do CMSM havia muita actividade inerente a este tipo de eventos, desde os últimos preparativos para a prova, passando por conversas animadas, até mesmo entrevistas da RTP Açores à organização e participantes.
Mário Jorge sempre prestável no aperto dos últimos parafusos:
O bonito autocolante feito propositadamente para este WTC especial:
Contudo, antes do ínicio da prova, ouve tempo para um pequeno passeio, o qual teria como objectivo levar toda a caravana de participantes até à Ferraria, para um belíssimo banho termal na poça natural lá existente.
A caravana partiu debaixo de uma chuva teimosa, mas que não demoveu a boa disposição de todo o grupo e, sem darem conta, já se encontravam na Ferraria, prontos para um belíssimo banho termal no mar.
Estes nossos amigos Continentais estavam com sorte, pois a água estava com uma temperatura agradável e depressa convidou os presentes a mergulharem:
Foi muito engraçado verificar as expressões de satisfação de todos quanto estavam no mar, pois acredito que terão ficado surpresos com a água morna do mar.
É natural, é tudo vulcânico por cá.
De regresso à estrada, era tempo de lamoçarem no restaurante Raião:
Após o almoço, o grupo rumou até às Sete Cidades, para aí montarem acampamento no parque de campismo, pois era aí que iriam passar a noite.
De salientar uma ligeira melhoria das condições meteorológicas, as quais se mantiveram o resto do dia.
Um bonito parque de campismo, onde é pena as suas condições não estarem as melhores…
No entanto, era tempo de dar ínicio ao WTC, com a distribuição dos mapas e road books fotográficos, assim como as últimas orientações da organização, porque a partir daí cada um está por sua conta.
A prova começou debaixo de grande entusiasmo, pois era tudo novo para quase todos os participantes, com excepção da equipa Micaelense, composta pelo Nicolau Wallenstein e Pierre Sousa Lima.
Uma prova que se iria delinear na bonita zona das Sete Cidades e freguesias circundantes.
De certeza que os pontos escolhidos para esta prova iriam deliciar os participantes.
Quanto à assistência, era-nos impossível estar em todos os pontos de passagem. Por isso, limitamo-nos a estar presentes nos mais próximos e captar alguns momentos.
Junto ao túnel das Sete Cidades já se notava muito entusiasmo e encantamento com aquilo que estavam a ver.
Filipe Elias, um organizador nítidamente satisfeito com o decorrer do evento:
Passagem pelas Cumeeiras, onde lá haviam alguns pontos muito interessantes:
Uma das pessoas mais marcantes deste evento, quer pela sua disponibilidade e quer pela sua grande simpatia, carinho e ternura para com todos, Catarina Almeida:
Eu e a Carla:
Chegada aos Mosteiros, freguesia onde iria terminar o 1º dia do WTC São Miguel, mesmo na altura do por do sol:
A chegada da 1ª equipa a terminar a prova, curiosamente a equipa Micaelense, Nicolau e Pierre, uma GRANDE equipa
A chegada dos restantes participantes, mesmo a tempo do por do sol:
Mário Araújo e a sua muito bem equipada V-Strom e Carlos Dias na sua bonita KTM Adventure:
E o magnífico por do sol nos Mosteiros:
Muita alegria, diversão e companheirismo neste 1º dia de WTC São Miguel.
Para a noite estava reservado um jantar convívio no restaurante Lagoa Azul.
E assim estava terminado o 1º dia de prova, cheio de emoções fortes, rico em paisagens fabulosas e altamente viciantes.
Os participantes estavam ávidos por mais!
Domingo, dia 3 de Outubro
Para Domingo estava desatinado um dia descanso, ou seja, sem prova, de forma a que todos os participantes pudessem descansar um pouco e aproveitar um pouco as vistas oferecidas pela ilha.
O dia começou com o desmontar do acampamento:
O Luís Deus e o Romero a avaliarem os resultados das suas aventuras ![]()
Esta NX4 estava a ter a aventura da sua vida
O grupo partiu das Sete Cidades em caravana, onde o objectivo era efectuar uma primeira paragem nos poços naturais de São Vicente.
O dia estava um pouco instável, mas nada que prevesse um agravamento das condições meteorológicas, apesar de um orvalho aqui e acolá.
Paragem nos poços de São Vicente:
Seguiram-se mais alguns kms até à próxima paragem, a cidade da Ribeira Grande, tendo o grupo passado por algumas localidades bem conmhecidas de todos, como Rabo de Peixe, entre outras.
Chegada à Ribeira Grande e paragem em frente à Câmara Municipal:
Contudo, a hora de almoço já se aproximava a passos largos e como havia local marcado para almoço, era hora do pessoal se fazer à estrada, sempre pelo lado norte da ilha.
E, finalmente, chegada ao local de almoço, restaurante Sagitário, na freguesia da Maia:
Um almoço muito bom, peixe, onde se brindou a tudo
O melhor destes eventos é todo o convívio que se gera à volta do mesmo, onde se conhecem melhor as pessoas e se fortalecem as amizades.
O café estava reservado para a praia dos Moínhos, na freguesia do Porto Formoso, onde nos foi permitido descer com as motas até ao estabelecimento, formando uma bonita moldura motociclística.
As motas ficaram estacionadas mesmo na zona da esplanada.
Este café mesmo junto à praia estava por conta do WTC
Houve que aproveitasse para recuperar algumas horas de sono:
A bandeira do Arquipélago dos Açores:
No entanto, ainda haviam alguns kms pela frente, pois o WTC ia desta vez montar acampamento no parque de campismo de Nordeste.
Ainda houve tempo para uma paragem na fábrica de chá da Gorreana, onde o André Mota explicou aos presentes o processo de fabrico do chá.
A próxima paragem aconteceu já em Nordeste, no Parque Natural Ribeira dos Caldeirões:
A cascata de água deste Parque é sempre qualquer coisa de espectacular:
A próxima paragem foi no parque de campismo de Nordeste:
Houve que tentasse novas formas de chegar ao parque de campismo, neste caso os suspeitos do costume, Luís Deus e Romero.
O Luís até se safou nas escadas, cheias musgo.
Nada detinha a valente NX4
Seguiu-se o Romero, aos comados da GS 800 do Filipe Elias, e até estava a ir bem, mas foi traído pelo musgo e não evitou um pequeno tombo, sem consequências de registo:
E como este pessoal não se move a ar, era hora do jantar, no restaurante Tronqueira:
E assim terminou o dia de descanso do WTC São Miguel, com passagem por mais alguns locais maravilhosos.
O descanso foi bem-vindo!
Segunda-feira, dia 4 de Outubro
Na segunda-feira ia se dar ínicio à 2ª etapa do WTC São Miguel, o qual iria ter a sua partida no miradouro da Ponta da Madrugada, em Nordeste, mesmo pela altura do nascer do sol.
Portanto, o pessoal teve que acordar muito cedinho.
Infelizmente, o dia estava um pouco nublado e apenas foi possível visualizar um pouco do nascer do sol, suficiente para encantar os presentes.
Posto isto, deu-se a distribuição de todo o material necessário para a prova, com as equipas a delinearem a melhor estratégia para este dia.
Este dia de prova iria se desenrolar na zona do Nordeste e Povoação, onde os participantes iriam ter a oportunidade de passar por locais verdadeiramente espectaculares e óptimos para explorarem as capacidades das suas montadas, como a tronqueira.
Passagem de alguns participantes pela Tronqueira, onde era notório o grande entusiasmo de todos com este percurso, o qual levou a que a maior parte enrolasse um pouco mais o punho direito.
A foto exigida pelas regras da prova:
A partir daqui, não me foi possível apanhar mais participantes em outros pontos, pois os waypoints deste dia de prova eram mais distantes uns dos outros.
Restou-nos relaxar um pouco e aguardar a chegada de todos no final da prova, junto ao restaurante Cardoso.
A chegada de Luís Deus e Romero, os quais neste dia de prova aventuraram-se por percursos mais agrestes e castigaram um pouco mais a NX4.
As suas histórias deste dia foram de partir a rir…
Após o almoço estava reservado o desmontar do acampamento em Nordeste e deslocação às Furnas, para novo acampamento no parque de campismo nas Furnas.
Estes 2 não existem…
Desmontando o acampamento…
E bora lá até às Furnas!
Luís Deus a bordo de um dos RAV4 de assistência, pronto para acção
Os participantes rumaram em caravana até às Furnas, mas com nova passagem pela Tronqueira, desta vez mais calma e de forma a que todos pudessem aproveitar a grande beleza desta zona.
Chegada ao parque de campismo das Furnas e novo acampamento:
Com o acampamento montado, era hora de relaxar um pouco nas poças de águas termais D. Beija, nas Furnas:
Que mais podiam pedir???
Esta malta quer é festa
A foto do grupo, já relaxadinhos e prontos para mais um dia de prova
O jantar iria ser servido no restaurante do parque de campismo, estando contemplado o tradicional cozido das Furnas.
Antes do jantar, alguma diversão:
Havia uma banda local a tocar música, Só que a malta presente estava um pouco paradinha.
Então, a malta do WTC saltou para a pista e animou o serão como ninguém:
epois do jantar o pessoal rumou até ao bar 3 Bicas, para mais uns copos, animação e dança.
A Catarina até ajudou o pessoal do bar na preparação das caipirinhas
Havia uma banda local a tocar música, Só que a malta presente estava um pouco paradinha.
Então, a malta do WTC saltou para a pista e animou o serão como ninguém
Enfim, uma noite em cheio, onde a boa disposição esteve em alta!
Melhor não podia ser! ![]()
No dia seguinte seria a última etapa do WTC.
Terça-feira, dia 5 de Outubro
A terça-feira era o dia da 3ª e última etapa do WTC São Miguel, onde esperava aos participantes mais um dia de prova com pontos distantes entre si, mas igualmente fantásticos.
A prova iria se desenrolar na zona das Furnas, Vila Franca do Campo e arredores.
Contudo, o dia não amanheceu da forma ideal e no exterior a chuva caía de forma intensa e sem sinais de abrandamento.
Que pena…
De qualquer forma, nada demovia esta malta de se fazer à estrada e descobrir mais algumas belezas naturais de São Miguel.
Novamente, a assistência apenas conseguiu apanhar os participantes em alguns pontos, como no miradouro Pico do Ferro:
Descendo o percurso do miradouro Pico do Ferro, simplesmente lindo, mesmo com chuva:
Passagem pelo Cavalo Branco, onde uma vez mais as vistas são arrebatadoras
As marcas da passagem de alguns participantes.
Este ponto era mais manhoso…
Chegada dos participantes aó fim da prova, na Ribeira Quente, que apesar de toda a chuva, estavam bem dispostos e já com saudades…
Seguiu-se o almoço no restaurante Costaneira, na Ribeira Quente:
Depois do almoço estava destinado a desmontagem do acampamento e deslocação até Ponta Delgada, até à Residencial Sete Cidades, onde todos iriam poder descansar um pouco antes do jantar de encerramento da actividade.
Rumo a Ponta Delgada
À noite realizou-se o jantar convívio no restaurante Alcides, onde houve muitas histórias para contar
E claro, os habituais discursos:
Seguiu-se um pequeno passeio pela cidade de Ponta Delgada:
No dia seguinte, era dia de alguns participantes regressarem ao Continente, enquanto que outros aproveitaram o dia para passear um pouco, incluindo uma deslocação marítima para verem e nadarem com os golfinhos.
Um passeio que encantou todos!
De tarde, arrumaram-se as restantes motas no contentor:
E assim terminou o WTC SÃO MIGUEL!
Em jeito de balanço final, pode-se concluir que este evento foi um grande sucesso e que foi uma excelente oportunidade de divulgar um pouco mais São Miguel e todas as suas belezas naturais.
Para este sucesso contribuiram várias pessoas e entidades, aos quais deixo o meu muito obrigado pela sua colaboração.
Também não posso de deixar sublinhar a grande simpatia e boa disposição de todos os participantes deste evento, pois foram um dos principais responsáveis para o sucesso deste WTC. Estiveram sempre prontos para o que desse e viesse e nunca deixaram de estar bem dispostos ![]()
Foi muito engraçado conhecer algumas das pessoas que estão por detrás do teclado nos fóruns. Foram uma agradável surpresa e de certeza que a amizade estabelecida nunca será esquecida.
Uma palavra final para o Filipe Elias, Daniel Filipe e Catarina Almeida, organizadores incansáveis, amáveis e disponíveis. A eles o meu muito obrigado por terem trazido a São Miguel este grande evento.
Faço votos para que este evento regresse em 2011.
Abraço e Boas Curvas a todos!
Comentários