"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts de Maio, 2010

Beach Ride

Sábado passado teve lugar um passeio que já não acontecia algum tempo, um passeio com o Telmo e a sua Suzuki M 800 Intruder.
Estes passeios com o Telmo já não acontecia alguns largos meses, devido a razões diversas, mas Sábado recordamos os bons velhos tempos.
Ora bem, não foi preciso complicar muito, bora tomar um copo à praia de Santa Bárbara, na Ribeira Grande :-)

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Chega a parecer estranho, mas nos nossos últimos passeios, ainda tinha a V-Strom

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Mas a vida é uma constante mudança e as motas não são excepção ;-)
Partimos da casa do Telmo, a um ritmo calmo, ideal para relaxar e aproveitar a boa estrada e vista que surgia nosso horizonte.

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Chegados á praia de Santa Bárbara, nada como aproveitar a vista, tomar um cafézinho e colocar a conversa em dia :-)

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Nestas saídas entre conhecidos de longa data, cuja amizada vai muito além das motas, fala-se de tudo, das motas, projectos, trabalho e, claro, gajas ;-)
O dia não estava nada de especial, nublado em várias zonas, mas estava calmo e sereno e no mar avistava-se boas ondas para os Surfistas que lá estavam.
Mas já estava na hora de regressarmos à estrada! :-)

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Olhó passarinho :-)

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A nossa saída foi observada atenciosamente :-)
Um futuro Motociclista

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O Telmo estava a sentir a sua Intruder algo instável nas curvas e achou por bem verificar a pressão dos pneus:

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Conclusão, tinha a pressão de ambos os pneus completamente fora do recomendado, ou seja, bem baixa.
Após o devido acerto, a mota ficou logo outra e isso notava-se.
Abalamos em direcção a Ponta Delgada, calmamente, com o vento a bater na cara…

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Paragem numa zona tipo miradouro, situada na estrada que liga Santa Clara à Relva:

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O dia já estava a chegar ao fim, mas nem por isso deixou de ser belo e merecedor de alguns momentos de contemplação e introspecção :-)

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Esta zona é belíssima para se assistir ao por do sol :-)

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As gaivotas no seu bailado de fim de tarde:

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A Intruder a marcar uma forte presença…

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E “back to the road” :-)

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Quando estamos a fazer aquilo que mais gostamos, ou seja, andar de mota, o tempo passa a voar e, quando demos por nós, já era hora de jantar.
Nada melhor que terminar o dia como começamos, na praia :-)
Mas não sem antes uma pequena volta nos arredores de Ponta Delgada.

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Reflexos de um dia bem passado :-)

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E chegamos à praia do Pópulo, mas conhecida por praia pequena:

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Hora de jantar, de conversar, de dar mais umas boas gargalhadas e olhar para trás e verificar que o dia foi magnífico e que o amanhã ainda será melhor :-)
Foi um óptimo passeio, daqueles que saímos completamente relaxados e satisfeitos, pois não há pressas, agitação ou horários a cumprir.
A companhia do Telmo é sempre uma mais valia e só espero que venham mais passeios como este.
Até ao próximo passeio!

Boas Curvas! :-)


 
 

Mais carbono, filtro de ar, malas, guarda-lamas…, CADA VEZ MELHOR!!!

Aposto que já estavam com saudades de mais um post relativo a alterações na minha KTM LC8 950 ADVENTURE
Não precisam de esperar mais, porque as últimas semanas foram férteis alterações, as quais tornaram aquela que já é “READY TO RACE” ainda mais “READY” :-)
Começando pelas protecções, a minha LC8 ficou a gostar do carbono e, como tal, adicionei mais 2 acessórios em carbono que visam proteger as tampas laterais do motor, quer de danos causados por possíveis tombos, quer por riscos causados pelo roçar das botas:

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Estas tampas laterais são da CARBON PERFORMANCE, à semelhança das protecções que já tinha colocado na parte inferior dos depósitos de gasolina.
Chegaram muito rapidamente cá e o único problema que se colocava era a sua montagem, ou seja, as mesmas não são de aparafusar, mas sim de colar.
Após alguns dias de pesquisa de qual seria o melhor silicone para o efeito, encontrei numa loja dedicada a materia de reparação auto, um silicone que usam para fazer isolamento de caixas metálicas, fibras, etc, o qual parecia ser ideal para o serviço pretendido:

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Estava um pouco céptico quanto à eficácia deste silicone, mas como me tinham informado que o mesmo suportava altas temperaturas e permitia mais tarde descolar as tampas em carbono sem danificar as tampas do motor, decidi experimentar.
Espalhei o silicone no verso de cada tampa, desenhando várias filas de silicone, de forma a que quando colasse, o silicone ficasse devidamente espalhado.
Depois, colei adesivo, de forma a segurar as tampas:

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Uma área ingrata, dado que não oferece muitas hipósteses de arranjar esquemas que segurem as tampas, enquanto o silicone actua.

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Mas o adesivo estava a resultar e as tampas estavam a ficar seguras.
O importante era que as mesmas não deslizassem do seu lugar.

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Após 2 dias, retirei o adesivo e as tampas estavam devidamente coladas, sem qualquer espaço mal colado:

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Ficou ESPECTACULAR e juntamente com as tampas dos depósitos de gasolina, faz um contraste engraçado com o preto da mota:

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O mais importante é a protecção que fornece e após algum uso, verrifiquei que as tampas não ficam demasiadamente quentes.
Passando para a performance, adquiri um filtro de ar da DNA:

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Já tinha colocado os escapes de rendimento da LeoVince e faltava apenas colocar a admissão de ar de acordo com as exigências das novas ponteiras.
A escolha recaíu sob a DNA, marca reconhecida pela sua grande qualidade e rapidez na entrega, ou seja, efectuei a compra numa segunda-feira e recebi na quinta-feira.
Melhor não podia ser! :-)
Ainda por cima apanhei uma promoção “on line” que por mais 5 euros veio incluído o kit de limpeza e lubrificação:

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Filtro com bom aspecto, de grande qualidade de construcção e de durabilidade muito superior ao de série:

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Antigo e novo:

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A montagem foi super simples e sem qualquer hipótese de engano, ou seja, só encaixa de uma forma:

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Quanto a resultados práticos, notei que nas rotações mais altas, talvez a partir das 6.500 rpm, o motor fica com um maior “apetite” por rotação, ou seja, há uma subida final mais enérgica, respira melhor.
Gostei! :-)
Outra alteração que efectuei, foi a colocação de um guarda-lamas dianteiro tipo TT em detrimento do de série, de aspecto mais estradista.
Optei pelo guarda-lamas da KTM, modelo específico para as Supermotos, sendo o mesmo de dimensões mais contidas em relação a um de TT:

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Uma vez mais, a SRMOTO foi o meu precioso aliado e desenrascou-me o mesmo.
Este guarda-lamas possui a particularidade de vir com uma parte em laranja, ficando em sintonia com o laranja das letras KTM nos depósitos de gasolina.
Além disso, o facto de ser mais curto confere um ar de mota mais alta quando vista de frente e fica bem melhor na LC8.

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Contudo, esta alteração obriga-me a alterar o sistema de travagem dianteira, nomeadamente os cabos de travão, dado que de série a LC8 vem equipada com um único cabo de travão para uma das pinças de travão e depois é repartida para a outra pinça, através de um pequeno cabo, que se serve do guarda-lamas dianteiro de série para apoio.
Resultado, alterar todos os cabos…
No meu caso, esta alteração foi feita pelo Mestre Ernesto da SRMOTO, o qual optou por usar um repartidor de óleo escondido por dentro da carenagem frontal, mesmo junto à zona da coluna de direcção, à semelhança das LC8 990:

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Desta forma, continuou a sair apenas 1 cabo de travão da bomba, para depois sairem 2 cabos de travão do repartidor de óleo, um para cada pinça de travão:

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De salientar que os cabos de travão usados são em malha de aço e são oriundos da FRENTUBO e feitos à medida, ou seja, na SRMOTO possuem todo o material para fazer estes cabos à medida, sem termos que recorrer a encomendas e demoras que daí advêm:

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Claro que também tive que colocar umas protecções das baínhas da supensão, de forma a proteger as mesmas e a servirem de guia para os cabos de travão:

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As protecções das baínhas são da KTM SX 85 e quase que acertam de primeira nas roscas de origem, sendo apenas necessário uma ligeira alteração, usando uma pistola de calor para o efeito, ou seja, dilatar um pouco mais a furação lateral das protecções, de forma a coincidirem com a rosca dos parafusos.

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Depois prende-se com uma braçadeira de serrilha na parte lateral das protecções e fica 5 estrelas :-)

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Ficaram com a distância necessária das baínhas, não há encosto durante o funcionamento da suspensão, mesmo em uso agressivo:

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Trabalho feito de forma exemplar pelo Mestre Ernesto da SRMOTO, onde não constam falhas na travagem ou menor poder de travagem.
O guarda-lamas novo ficou muito bem:

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No final, a minha “menina” ficou com este aspecto fantástico e bem mais “racing” :-)

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Quem tem uma ADVENTURE sonha numa viagem de aventura, como Marrocos :-)
Mas para uma viagem destas, é necessário capacidade de carga, ou seja, malas laterais e respectivos suportes.
Após uma análise das opções disponíveis, optei através da SRMOTO por uns suportes de malas laterais da KTM:

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A razão principal desta opção prendeu-se com a resistência destes suportes, principalmente em queda (não é Miranda?), os quais além de poderem albergar as belíssimas malas GOBI da Hepco & Becker, protegem as ponteiras de escape e parte das carenagens laterais traseiras.

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E montam-se sem qualquer dificuldade de maior :-)

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Quanto às malas, tal como referi, a opção foi a Hepco & Becker e as malas GOBI em preto:

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Estas malas são simplesmente lindas e com um aspecto bem de acordo com as pretensões da LC8, ou seja, a aventura :-)

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Estas malas são exactamente iguais às de série da KTM, onde a única diferença reside na zona lateral exterior, a qual vem com o logótipo KTM inscrito.
Aliás, a Hepco & Becker é que faz as malas da KTM
Sistema de encaixe nos suportes, através de encaixe e fechadura:

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Simples, rápidas e muito seguras quando montadas, são ESPECTACULARES! :-)

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As GOBI possuem, na minha opinião, uma grande qualidade de construcção, sendo construídas numa espécie de fibra, a qual é super resistente aos choques e completamente estanques à água e pó.

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Possuem (se não estou em erro) 37 litros de capacidade de carga, espaço mais que suficiente para carregar todo o material para uma viagem de aventura (Marrocos, here i go…).

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Outra vantagem reside no facto de serem construídas com uma dupla parede, a qual permite o transporte de aproximadamente 3.5 litros de água, havendo uma zona para colocação de uma torneira (extra):

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Muita atenção nos pormenores, como um sistema que evita que a tampa de feche quando a mesma está aberta:

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Resultado final:

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Apesar de poderem chocar os menos habituados, as malas ficam muito bem integradas na LC8 e nem se pode dizer que sejam exageradas nas dimensões.

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Posso parecer tendicioso, mas a minha KTM ficou LINDA com as malas :-)

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Estas malas foram adquiridas através do ebay, mais concretamente a uma empresa que possui loja virtual no ebay e na net, a MOTO24.
Comprei-as a um preço muito bom e bem abaixo dos preços que me forneceram em Portugal.
Vantagens das lojas “on line”

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Tá pronta para a viagem (em fase de planeamento) :-)

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Agora vem a parte mais interessante deste post, as ALTERAÇÕES DAS ALTERAÇÕES… :-)
Ora bem, eu gostei do gurada-lamas Supermoto da KTM, mas confesso que gostei ainda mais do guarda-lamas Supermoto da Polisport :-)
E porquê?
Simples, de dimensões um pouco mais minimalistas, conferindo á dianteira um “look” ainda mais agressivo:

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Chamem-me esquisito, mas gostei mais deste guarda-lamas :-)

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Atenção, continuo a gostar do guarda-lamas da KTM e aconselho o mesmo, esta 2ª escolha apenas ficou mais dentro dos parâmetros estéticos que tinha pensado para a minha mota ;-)

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O mesmo possui uma entrada de ar frontal, a qual encarrega-se de canalizar ar para o radiador.
Engenhoso :-)

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Importante referir que consegui este guarda-lamas da Polisport através de um membro do fórum Trail Aventura, o Paulo Monteiro.
A ele o meu MUITO OBRIGADO pela atenção, disponibilidade e simpatia :-)
Outra alteração e alteração, foram as protecções das baínhas da ssupensão dianteira.
Algum tempo atrás encontrei na oficina da SRMOTO a KTM LC4 690 SUPERMOTO de 2010 e, reparei a zona das roscas/furação das protecções das baínhas desta, pareciam exactamente idênticas às da Adventure.
Após uma rápida análise e medição, verifiquei mais o Mestre Ernesto que era tudo idêntico :-)
Resultado, encomendei de imediato umas :-)

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Ficaram impecáveis! :-)

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Não é necessário qualquer tipo de adaptação, é só colocar e aparafusar :-)
Possuem distância suficiente da baínha:

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Agora escusam de comprar as protecções da KTM SX 85 e fazer pequenas adaptações ;-)
E pronto, por agora é tudo! :-)

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A minha LC8 está CADA VEZ MELHOR, ou melhor dizendo, cada vez mais a gosto, mas sempre com o espírito “READY TO RACE” no seu ADN :-)

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Neste momento já se encontra a caminho de São Miguel mais alguns acessórios, mas estes ficarão para outro post…
Por fim o meu MUITO OBRIGADO à SRMOTO pela disponibilidade e atenção dispensada (especialmente os descontos).

Boas Curvas! :-)

Moto-Rali da Primavera

O Clube Motard de São Miguel realizou nesta passada segunda-feira mais uma excelente actividade e de carácter MotoTurístico, o Moto-Rali da Primavera.
Esta actividade foi uma bela forma de aproveitar o feriado regional e proporcionar aos seus sócios e simpatizantes um dia agradável, bem como um treino de preparação para os que vão participar no próximo Portugal de Lés-a-Lés.
O dia amanheceu positivamente, com o sol a brilhar e a temperatura a prometer um dia mais quente. Excelente!
Logo pela manhã começaram a surgir os primeiros participantes, bem como os elementos da Direcção, os quais iniciaram a rotina deste tipo de actividades, com a distribuição do nº de participante e roadbook.

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Desta vez os troféus do Moto-Rali eram bem interessantes e bonitos:

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Os minutos que antecedem o ínicio da actividade são sempre engraçados de observar, com os participantes a colarem o nº de participante nas mais variadas áreas das suas motas :-)

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Há motas em que a única hipótese é na óptica dianteira :-)

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A minha KTM já estava Ready To Go!!! :-)

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Mas o mais divertido é ver os participantes à volta do roadbook, ou seja, alguns parece que estão literalmente a decorar o percurso, outros tentam associar as imagens a locais que conhecem, outros preocupam-se em saber onde é o destino final, alguns ficam nervosos e outros vão na base da descontracção e diversão :-)

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Para quem participa pela 1ª vez, há sempre uma ansiedade extra ;-)

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E contas às médias??? :-)
Há quem leve as médias muito a sério e faça contas… ;-)

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De salientar a presença de membros do Clube Motard do Norte, os quais são sempre uma presença agradável e simpática.
Também tivemos a participação de 2 novos simpatizantes, o Nelson Rêgo e o seu amigo (não sei o nome, sorry), montados nas suas Honda CB 1000 R e Suzuki Bandit 1200.
Com a presença da CB 1000 R, o Paulo ficou com o coração dividido ;-)

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Não penses muito no assunto Paulo, troca a Hornet 600 pela CB 1000 R ;-)
Também tivemos a presença da RTP Açores:

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As actividades do Clube Motard de São Miguel não passam despercebidas, bem como o Giesta :-)

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Este Moto-Rali registou uma boa adesão e voltou a reforçar a preferência de sócios e simpatizantes por este tipo de actividade.

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E era chegada a hora da partida, com cada participante a controlar a sua hora de saída:

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Hehehe…, o Marco a ser alvo de grande atenção por parte dos média ;-)

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Esta mota é muito bonita! :-)

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Bem, e assim foi! :-)
Íniciamos a acitvidade, com o roadbook a revelar-se de fácil leitura e a levar-nos em direcção às montanhas e aos seus percursos sinuosos, que tão divertidos são:

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No meu caso, fiz dupla com o Mário Jorge, o qual revelou-se um excelente companheiro de actividade e com bom sentido de orientação :-)

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O percurso estava a ser muito agradável e o tempo estava a ajudar :-)
Nas paragens mais prolongadas, era comum os vários participantes cruzarem-se e aproveitarem para esclarecer determinadas dúvidas.
O espírito de camaradagem estava em alta :-)

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O roadbook levou-nos em direcção ao topo da montanha da Lagoa do Fogo, onde fomos assaltados por um crescente nevoeiro e uma temperatura mais baixa.
A coisa estava a ficar agreste, mas nem por isso retirou beleza ao evento e às paisagens magníficas desta zona.

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Foi preciso circular com mais um pouco de precuação, pois o nevoeiro em algumas zonas ficava um pouco mais denso.

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E mais uma paragem, onde alguns participantes, incluindo eu, pensavam que havia controle…, mas não havia :-)

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Não havendo controle, contempla-se a beleza inconfundível da Lagoa do Fogo:

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A temperatura estava um pouco mais baixa, que diga o Marco ;-)

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Mas o mais interessante foi quando iniciamos a descida da montanha, onde a partir de determinada altura o nevoeiro desapareceu por completo e as temperaturas voltaram a subir.

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Na zona da Caldeira Velha, a Organização encontrava-se numa zona manhosa a fazer um controle secreto. Manhosos… ;-)
Seguiu-se a parte mais hilariante da minha participação, ou seja, o roadbook indicava na zona industrial da Ribeira Grande a presença de um percurso com areia e, assim que vi uma “canadinha” com aspecto de ter areia, entrei de imediato e levei atrás de mim o Mário Jorge na V-Strom e o Marco na B-King.
Bem, foi demais, porque além de possuir alguma areia, pedra e uns ligeiros regos, a mesma não tinha saída e não fazia parte do roadbook. Fomos iludidos com a indicação da presença de areia :-)

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Para mim foi engraçado, pois a minha KTM estava como peixe na água e eu diverti-me naquele pequeno percurso, acelerando que nem um louco.
O Marco e o Mário Jorge é que sofreram um pouco com esta minha adrenalina, pois “comeram” um pouco de pó…
Aos 2 as minhas sinceras desculpas, mas foi mais forte que eu ;-)
Mas ao menos o Marco já pode dizer que fez “canadas” com a B-King ;-)

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Esta incursão “off-road” baralhou as nossas contas e demos por nós perdidos e completamente fora de rota.
Tivemos que encontrar um ponto de referência…

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Paragem numa estação de serviço…

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E tempo para acertar as médias:

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Resultado: estamos fora do nosso tempo, ou seja, a penalizar…
Bem, paciência :-)
Resta-nos aproveitar o resto da actividade da melhor forma, gozando cada curva, cada percurso e as nossas belas estradas, que por esta altura são uma delícia.

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A última parte do roadbook levou-nos até às Caldeiras da Ribeira Grande, Lombadas e Monte Escuro, tendo sido muito agradável, apesar do piso algo degradado em algumas zonas, que castigou um pouco o pessoal das Naked.
Mas o que vale é a beleza desta zona, a qual faz-nos esquecer tudo o resto :-)

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Chegada às Lombdas, onde nos esperava um controle, através do nosso amigo Raposo e esposa:

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Claro que com o Raposo nos controles reina sempre a boa disposição :-)

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Já não faltava muito para o final do Moto-Rali, mas nada como dar uma última vista de olhos no roadbook, pois até ao final as surpresas podem acontecer e os resultados finais podem alterar-se num ápice ;-)

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Bem, esta crónica sem uma foto do cronista de serviço perdia a piada ;-)

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Partimos para a última etapa, trepando e serpenteando pelo Monte Escuro, onde o seu percurso de montanha é um espectáculo e envolve-nos num ambiente único e contagiante.

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Esta última etapa foi super acessível e em poucos minutos atingimos o final da actividade, mais concretamente em São Brás, no restaurante o Emigrante:

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Quando lá chegamos já cheirava muito bem… :-)

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O pessoal estava cá com uma fome… :-)
Antes do almoço, apuraram-se os resultados e as conversas ficaram animadas, sempre acompanhadas das histórias hilariantes que normalmente acontecem nestas actividades, como a incursão “off-road” do Marco e a B-King :-)

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O João Pinto estava super animado e contagiou todos com a sua habitual boa disposição.
Este rapaz é uma presença obrigatória! :-)

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O nosso Raposo e esposa, a Natália, sempre bem dispostos.

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E o KTM RACING :-) , Eu ;-)

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E chegou a hora mais desejada, ALMOÇAR!!! :-)

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O churrasco que o restaurante Emigrante nos preparou estava uma delícia :-)

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De comer e chorar por mais, não é Giesta??? :-)

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No almoço tivemos a presença de um convidado especial, que estava sempre a chamar pelo Raposo :-)
Raposo, bééééééééééé… :-)

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Será que o Presidente está a pensar mudar de montada??? :-)

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O nosso amigo João Pinto é que se revelou um comilão de primeira, e que depois de ter almoçado e repetido, ainda arranjou espaço para uma sopa :-)
Este gajo deve dar despesa… :-)

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No fim do almoço, era chegada a hora mais aguardada, o anúncio dos vencedores :-)

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Em 3º lugar, Eduardo Cordeiro (classificação viciada ;-) ):

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Em 2º lugar, o nosso super, híper, mega, muito bem diusposto João Pinto:

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Como disse o Raposo, este rapaz anda sempre muito bem acompanhado ;-)

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E, finalmente, em 1º lugar, Zé Branquinho:

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Os resultados finais:

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E assim terminou em ambiente de festa e boa disposição mais uma excelente actividade :-)
Contudo, terminou a actividade, mas não terminou o convívio.
O pessoal rumou em caravana até à sede do CMSM, para lá continuar o convívio.

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A viagem até Ponta Delgada foi muito agradável e a um ritmo que deu para relaxar e aproveitar todas as paisagens magníficas que foram surgindo pelo caminho.
Infelizmente, a estrada do lado norte da ilha ainda se encontra sob forte circulação das máquinas das obras da nova via rápida, condicionando muito a circulação, já para não falar da degradação do piso em algumas zonas :-(

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Chegada ao CMSM e mais uma oportunidade para todos os sócios e simpatizantes conviverem e comerem um belíssimo gelado da Gorreana.

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E pronto, terminou mais uma excelente actividade :-)
Foi um Moto-Rali muito interessante, onde todos os participantes foram brindados com um percurso deveras Turístico e muito bonito, além de muito acessível em termos de roadbook.
Que venha o próximo Moto-Rali! :-)

Boas Curvas! :-)

Sete Cidades… AGAIN…

Pois é, ontem fui passear para os lados das Sete Cidades e hoje outra vez…
Mas havia uma razão lógica, decorreu hoje o rallye da Ribeira Grande e a zona norte e arredores estava complicada, ou seja, muitos percursos interrompidos e alguns a serem usados pelo rallye.
Logo não nos restava outra alternativa segura senão ir para as Sete Cidades.
O ponto de encontro foi no local do costume, onde apenas compareceram Eu na KTM 950 Adventure, o Gregório na Honda Dominator e o Nuno na Honda NX4:

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Partimos numa de aproveitar o lindo dia que estava, mas tentando fugir aos percursos mais óbvios e utilizados, tendo sido necessário fazer alguns kms pelo asfalto, através de percursos de acesso a pastagens.
Não demorou muito tempo até sermos interrompidos por vacas :-)

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Tivemos que parar e esperar que elas passassem, pois ficaram de tal forma assustadas com o ruído das motas, que algumas fugiram para um pasto, levando o dono a ficasse furioso e a “disparar” palavrões que nem uma AK47 ;-)

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Por fim a terra e ínicio da aventura :-)

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Como é hábito em São Miguel, os cenários são sempre uma maravilha, com o verde a ser a cor dominante:

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O ritmo do passeio estava a ser bom, sem excessos, apesar da minha KTM estar sempre a pedir mais e mais.
Que rapariga mais irrequieta ;-)

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Assim que entramos nas Cumeeiras, deparamo-nos com este cenário fantástico e digno de postal:

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Quase que nos esquecemos de respirar, tal a beleza destas paisagens…

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Continuamos a rolar calmamente, mas não pude deixar de raparar que o nosso amigo Nuno já está muito à vontade no “off-road”.
Já vi que em breve temos homem para fazer umas coisas mais malucas ;-)

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Bem, hoje os Lavradores tiraram o dia para mudar as vacas de pasto…

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Pronto, há dias assim ;-)
Mas o importante é não perder o ritmo, por isso, toca a enrolar o acelerador ;-)

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Num trilho de ligação, apanhamos um pequeno susto, aliás, o Gregório apanhou, ou seja, do nada surgiu um cão que estava a guardar uma pastagem e fez-se ao Gregório, levando-o a perder um pouco o controle da sua Dominator e a passar por cima de uma lomba de forma mais brusca.
A sorte foi o cão estar amarrado, senão teria sido bem pior.
Contudo, a passagem na lomba provocou uma pequena dor no joelho do Gregório, a qual o incomodou o resto doa dia.

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Moderamos um pouco mais o ritmo, de forma a que o Gregório não tivesse que esforçar em demasia o joelho.

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Entramos no trilho de acesso ao Caminho dos 3 Kms, onde as várias zonas de areia foram uma delícia, ou seja, adorei enrolar o punho nestas zonas :-)

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Subimos o Caminho dos 3 Kms, o qual apesar de muito irregular, foi muito agradável de subir, pois dá aquela sensação da mota estar a trepar e não simplesmente a subir.
No fim deste percurso, os meus Karoo acusaram os abusos…

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E paragem na Vista do Rei:

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A vista é sempre a mesma, mas sempre carregada de beleza.

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Após uma pequena paragem para almoço, voltamos a atacar os trilhos, apesar do Gregório estar com o seu joelho um pouco magoado.

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No entanto, lá de vez em quando ultrapassava o Gregório, de forma a aumentar um pouco o ritmo e divertir-me um pouco com o “power” da LC8.
Esta mota é uma fonte inesgotável de prazer :-)
Mas…

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Não, não caí devido a excessos! :-)
Estava em andamento a conversar com o Gregório e não reparei que a roda dianteira dirigia-se para uma zona de piso mole, tipo areia e, sem que eu desse conta, a roda dianteira “enrolou-se” neste piso e apenas limitei-me a abrir as pernas e deixar a KTM cair :-(
Foi uma daquelas quedas quase parado :-)
Quanto a danos, NENHUNS! :-)
Bela mota! ;-)
O resto do passeio não teve grande história, ou seja, entramos em mais alguns percursos, incluindo um percurso cheio de zonas espectaculares para saltos.

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Mas o joelho do Gregório não estava a permitir grandes aventuras e decidimos dar por terminado o passeio, de forma a que o rapaz pudesse descansar um pouco.
Aqui fica o mapa com o percurso, by Google Earth:

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Andamos a circundar os vulcões :-)

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Foi um óptimo passeio e onde me diverti bastante :-)
A adaptção às botas TT está cada vez melhor e até já consigo andar rápido com as mesmas.
Ainda acontecem alguns deslizes, mas já são em menor quantidade.

Boas Curvas! :-) 


 

Equipamento novo…, BORA LÁ ESTREAR!!!

Este Sábado acordei com uma vontade tremenda de, finalmente, comprar umas botas e calças decentes para os passeios fora de estrada.
O equipamento que andava a usar da cintura para baixo, nomeadamente as calças e botas, eram oriundos da estrada, sendo, naturalmente, limitados e inadequados para estes passeios mais aventureiros.
Saí de casa e parei no concessionário Honda local, a Equipo, onde me apaixonei de imediato por umas calças Acerbis Baggy Moto Korp, bem como umas botas da mesma marca, as Graffiti:

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As botas apesar do seu aspecto algo irreverente e até estranho, são muito bonitas ao vivo :-)

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Após uma breve conversa com o funcionário, o mesmo apresentou-me um preço irrecusável pelos 2 artigos e sem pensar em mais nada, comprei-os de imediato :-)
O meu OBRIGADO à Equipo pelo excelente preço :-)
Claro que a vontade de estrear este material era muita e decidi aproveitar o excelente dia de sol que estava para testar os novos artigos.
Como nunca tinha tido umas botas 100% TT, estranhei de imediato as mesmas, dado que se perde muita sensibilidade e o tacto torna-se estranho.
Apercebi-me de imediato que tinha que haver uma adaptação ao “feeling” deste tipo de botas e não convinha fazer um passeio por percursos muito díficeis, de forma a poder adaptar-me às mesmas, sem pressas ou incidentes.
Resumindo, parti para as Sete Cidades, para efectuar os trilhos que vão desde as freguesias deta zona até às Sete Cidades, os quais são trilhos simples, acessíveis e com algum estradão.
Nos primeiros kms, foi tudo muito estranho, quase não sentia o pedal do travão traseiro e, muitas vezes, ou travava a menos ou travava a mais.
O pedal das mudanças também passou a ser um estranho, ou seja, estava numa posição muito baixa para este tipo de botas e andava a falhar o engrenamento de mudanças várias vezes.
Em suma, os primeiros trilhos estavam a ser desastrosos, com muitos erros de pilotagem. Eu parecia pior do que alguém que vai para o fora de estrada pela primeira vez…
Tive que parar nos, no miradouro da Ferraria, para me recompor e esquecer os primeiros kms, os quais foram um autentico martírio :-(

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Verifiquei que as obras de reabilitação da zona balnear termal da Ferraria encontram-se em bom ritmo e já se nota que as mesmas poderão estar a terminar:

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Recomposto, voltei aos trilhos, com um piso super seco e solto:

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Cada vez que olhava para baixo, sentia-me estranho, pois usar botas de TT era um mundo novo para mim e que estava a ser de díficil adaptação.

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Contudo, com o passar dos kms as coisas começaram a melhorar e, progressivamente, comecei a habituar-me ao “feeling” das botas e a conseguir tirar mais partido das mesmas, apesar das mesmas ainda estarem a condicionar muito a minha condução.
Mas a coisa estava a melhorar :-)
Os ilhéus dos Mosteiros ao longe:

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O dia estava magnífico, ou seja, não estava excessivamente quente e para qualquer lado que fossemos não havia qualquer nebulosidade.

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Quanto às calças da Acerbis, as mesmas assentaram que nem uma luva e estavam a cumprir bem com o seu papel, permitindo muita liberdade de movimentos, quer fossemos de pé ou sentados.
Mesmo com as joeilheiras por baixo, não havia qualquer incómodo.
Boa compra!
Continuei a subir em direcção às Sete Cidades, sempre num piso muito seco e solto.
Estava a ser um gozo atravessar a traseira da LC8 em aceleração :-)

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No entanto, achei que estava na gora de ajustar o pedal da caixa de velocidades, dado que quando conduzia de pé estava a sentir muitas dificuldades em passar de caixa e tinha que baixar muito o pé para o fazer.
Sentado disfarçava, mas de pé não e a condução estava a sair prejudicada…

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Depois de ajustar o pedal, entrei nas Cumeeiras:

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Uma vez mais o deslumbramento total…

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Em dias de sol, as Sete Cidades são qualquer coisa de fantástico e vistas das Cumeeiras, ainda melhor! :-)

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Que coisa mais linda!!! :-)

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Bem, quando estamos nas Cumeeiras e olhamos no horizonte e percebemos que temos pela frente um belíssimo trilho de montanha, só apetece “disparar” em ritmo contra-relógio :-)

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E foi exactamente isso que fiz, ou seja, fiz o restante percurso em ritmo de corrida, onde tudo me corria bem, desde o curvar, travar ou mesmo controlar a mota nas zonas mais irregulares.
Sem dar por nada, a sensação de estranho que as botas me causavam já tinha praticamente desaparecido e eu estava a curtir os trilhos e a mota sem que as botas me incomodassem.
Houve uma ou outra situação que falhei a passagem de caixa ou travagem, mas já estava a ser menos frequente.
Já estava a gostar mais das botas :-)
Paragem no miradouro Vista do Rei:

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O entusiasmo era tanto que quase não parei e decidi fazer as Cumeeiras no sentido inverso, mas com um objectivo, tentar ser um pouco mais rápido.
Claro que ia ser díficil, especialmente com paisagens destas pelo caminho:

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Mas consegui ser mais rápido que a primeira passagem e até fiquei surpreendido comigo mesmo, visto que nunca pensei andar de forma tão “diabólica” nas Cumeeiras como andei neste dia.
É a LC8, faz-nos parecer o Meoni por breves momentos… ;-)
E seguiram-se mais alguns trilhos, um pouco mais lentos:

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Também atravessei o percurso que serve de acesso ao caminho dos 3 kms, de forma a poder disfrutar do piso arenoso que lá existe.
Adorei!!!

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Seguiu-se as Cumeeiras de cima, em direcção à freguesia da Covoada, onde as paisagens continuaram a ser de cortar a respiração:

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Algumas partes do percurso apresentavam sinais de derrocada, havia que ter cuidado…

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Palavras para quê???

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De salientar que por esta altura as botas já quase não incomodavam, apesar de lá de vez enquando cometer alguns erros…

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Passagem pela Covoada:

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De regresso a Ponta Delgada através da freguesia da Covoada, parei na zona do cascalheiro, onde me diverti um pouco com o piso mole dos percursos existentes neste pequeno “playground”.

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Hehehe…, quando os nossos passeios não têm água, até estranhamos ;-)

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Para terminar o dia em grande, passagem pela Rocha da Relva, para assistir a um lindo por do sol:

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O passeio não podia ter terminado de forma melhor! :-)
Foi um passeio muito agradável e que me ajudou muito na adaptação às botas de TT.
Nunca pensei que fosse sentir tantas dificuldades a adaptar-me a este tipo de botas…
Contudo, reconheço as vantagens em termos de funcionalidade e segurança e as mesmas são para continuar a usar, sem dúvida!
Quanto às calças, um espectáculo!

Boas Curvas! :-)

Mata dos 3 Kms - Sete Cidades

No passado fim-de-semana, o pessoal das Trail voltou aos belos trilhos Micaelenses, para mais um passeio aventura.
Desta vez, não contaram com a minha presença, pois o meu Metzeler Karoo traseiro já não se encontrava em condições de grandes aventuras, digamos que passou de pneu cardado para pneu slick…, e mais não digo ;-)
Contudo, não podia deixar de divulgar a aventura dos meus companheiros de “armas”, a qual foi, de facto, espectacular.
Desta vez, aventuraram-se por alguns trilhos um pouco mais exigentes e que lhes obrigaram a puxar pelo físico, aliás, puxar pelo físico não, foi mais puxar pelas motas ;-)
O destino foi as Sete Cidades, mais concretamente a Mata dos 3 Kms, a qual possui um percurso bem interessante e cheio de vegetação, tornando a progressão no terreno muito agradável.

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A lama fez a sua aparição e, pelos vistos, não era superficial…

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Houve quem atascasse forte e feio, não é Sr. Gregório ;-)

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Aqui ficam algumas passagens pela lama:

De salientar a estreia de um novo elemento no grupo, o Nuno, o qual estreou-se com uma Honda NX4, que acho ser do irmão.
Nuno, para a próxima tens que trazer a tua V-Strom ;-)

Este percurso é muito bonito… :-)

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Quando estamos no meio de tanta vegetação, parece que estamos num local completamente diferente.
São Miguel é FANTÁSTICO, tem o poder de nos transportar em poucos minutos para um ambiente diferente e sempre com um toque de beleza paisagística.

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Lá vão eles, sempre a explorar o mato :-)

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Espectacular! :-)

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A partir de uma determinada zona, os meninos começaram a sentir mais algumas dificuldades, nomeadamente algumas valas mais acentuadas, que obrigaram a todos a recorrerem à camaradagem e força de braços.

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As coisas pioraram… :-)

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Aliás, melhoraram :-)
Se fosse tudo fácil não tinha piada ;-)

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O que se passou foi simples, a dada altura depararam-se com o caminho barrado por uma árvore, a qual era impossível de remover, só mesmo cortando.
Tiveram que contornar por cima do tronco e fazer as motas deslizar pela pequena barreira lateral.
Claro que aqui não houve outra solução senão recorrer à ajuda de todos, de forma a que a ultrapassagem deste obstáculo de processasse de forma segura.
Pelo que soube, apesar do esforço físico, foram momentos hilariantes :-)

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De referir que este percurso é usado em provas de bicicleta de montanha, o “downhill”, não sendo fácil ultrapassar determinados obstáculos que surgem no caminho.

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Desta vez o Miranda deixou a grande KTM 950 Adventure em casa e trouxe a sua bicicleta de reconhecimento de percursos, a Suzuki DR 650 :-)

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E os rapazes a exercitarem os músculos :-)

O grupo dos maluquinhos:

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Da esquerda para a direita: Miranda (DR 650), João (Dominator), Hugo (DT 50), Gregório (Dominator), Filipe (WR 250) e Nuno (NX4).

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As dificuldades continuaram…

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Estes passeios mais durinhos fazem das suas às meninas:

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Nada que não se resolva de forma primitiva, mas eficaz ;-)

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Força!!! :-)

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Depois de lama e terra, nada como lavar um pouco as meninas :-)

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E mais algumas dificuldades :-)

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Os meus companheiros divertiram-se, garantidamente :-)
Só posso dizer que tenho pena de não ter participado neste passeio, apesar do mesmo ter oferecido algumas dificuldades que seriam mais complicadas de ultrapassar para os grandes “mamutes”.
Mas não há nada que não se tente… :-)
Próximo fim-de-semana há mais!

Boas Curvas! :-)
 

Ribeira Chã - Vila Franca do Campo - 2ª PARTE

Nesta 2ª parte do passeio, esperava-nos, talvez, a zona mais interessante de todo o passeio, e que iria exigir um pouco mais de nós.
Continuamos a subir em direcção à montanha, sempre acompanhados por uma brisa muito agradável, lembrando os bem apetecidos dias de Verão, que teimam em demorar a fazer a sua aparição.

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A partir desta zona de pastagem, começamos a entrar mais no interior do mato, havendo uma enorme curiosidade, dado que os percursos pelo interior da ilha são sempre mais interessantes e oferecem outro tipo de desafios :-)

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As poças de água e lama começaram a surgir com mais frequência, tornando a nossa aventura bem mais divertida :-)

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E que tal umas valas???
Fixe, mas com cuidado ;-)

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Pois é, a partir de uma determinada zona começamos a ter que lidar com um percurso um pouco mais exigente, visto que as valas e regos começaram a ser uma constante, acompanhadas de pedras. Ainda por cima quase sempre a descer…

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Aqui a coisa complicou um pouco mais, dado que o percurso apresentava-se muto irregular.
Mas apesar disso, estava a ser interessante, dado que estava a exigir mais de nós e a contribuir para uma melhoria da nossa técnica de condução.

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O Miranda seguia-me de perto, sempre com aquele seu sorriso matreiro…

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E chegamos a uma zona espectacular, ou seja, havia uma grande árvore caída no percurso, deixando apenas um pequeno espaço para a nossa passagem.
Além disso, o piso estava com muita pedra solta.

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E lá foi o Miranda, com o seu habitual espírito de aventura :-)

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Seguiu-se eu :-)

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Com jeitinho, de forma a que a cabeça não fique atrás ;-)

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E travessia concluída, sem stresses :-)

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Uma pequena paragem para recuperar fôlego ;-)

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Aqui havia uma pequena passagem de água, que conferia ao local uma certa beleza, bem como frescura.

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Uma boa zona para a foto de grupo :-)

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Entretanto, chegou a esta zona 2 Motociclistas Enduristas, em que um deles era meu conhecido, o Rodrigo Eloi, montado na sua KTM:

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Claro que houve tempo para uma breve conversa, onde constatamos que o Rodrigo estava surpreso com a nossa progressão naqueles percursos e com motas de dimensões grandes.
Mas é assim mesmo Rodrigo, o pessoal das “big” Trail não batem bem da cabeça ;-)
Depois fizeram-se ao percurso, bem como nós.

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É disso que gostamos ;-)

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Estes percursos estavam a ser uma delícia, quer bela sua beleza, quer pela forma como se apresentavam.

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Voltamos a ser confrontados com mais umas descidas com um nível de inclinação acentuado, mas com uma particularidade, possuíam várias zonas de piso mole, tornando as coisas um pouco mais delicadas. Nada de transcendente, mas havia que ter cuidado.

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E algumas valas surpresas…

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Mas a LC8 estava a ser irrepreensível, tornando tudo mais fácil e divertido.
Que mota!!! :-)

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Quando a zona não é porpícia à colocação do descanso…, encosta-se :-)

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E mais umas descidas:

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Em relação ao último passeio, o João estava super à vontade com a Dominator, mostrando muita vontade de ir mais além, sem ter que entrar em ritmos exagerados.

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Contudo, eu e o Miranda já estavamos a abusar um pouco mais do acelerador e a sinfonia emitida pelos escapes LeoVince de ambas as motas era qualquer coisa de surreal…

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Encontramos um acesso que parecia que nos levaria a algum lado:

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Contudo, tratava-se de um acesso incerto e, ainda por cima, estava com o piso super escorregadio, podendo tornar a subida um pouco penosa, caso o mesmo não tivesse saída.
Resumindo, o João foi na Dominator explorar o mesmo, pois em caso de dificuldades, a Dominator seria bem mais leve de empurrar ;-)

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O João teve que regressar, porque o mesmo não tinha saída.
Ainda bem que não descemos ;-)

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Continuamos a progredir no terreno, mas a um ritmo um pouco mais “vivo”, pois estava a ser díficil fazer o contrário :-)

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Numa pequena manobra de inversão de marcha, o Miranda decidiu deixar a LC8 descansar um pouco :-)

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Neste pequeno descanso, o pousa-pés do passageiro desmontou-se, obrigando a uma rápida intervenção:

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E a partir daqui voltamos a dar de caras com o asfalto e também verificamos que já estava na hora de rumar para casa.
Foi um passeio curto, mas rico em espectacularidade, diversão e companherismo, onde os cenários foram de grande beleza e, em algumas situações, chegaram a ser um desafio para nós.
Um percurso a repetir no sentido inverso, mas com mais tempo, de forma a explorar melhor o mesmo e encontrar mais percursos ligados a este.
Domingo há mais!

Boas Curvas! :-)