"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts de Fevereiro 9th, 2010

O regresso dos “professores”

No passado Domingo, dia 7 de Fevereiro, realizou-se mais um passeio aventura, o qual revestiu-se de um carácter muito especial e até nostálgico, dado que contou com a presença de 2 pessoas muito importantes no panorama aventureiro das Trails em São Miguel, o Adolfo Pedradas e o Carlos Raposo.
Mas o que é que estes 2 indivíduos têm de especial??? :-)
Simples, foi na companhia deles que Eu e o Miranda íniciamos as nossas aventuras no fora de estrada e foram eles que deram ínicio a esta pequena “grande” revolução na nossa vida enquanto Motociclistas.
O Raposo é o nosso “old school teacher”, com muita experiência de vida e sempre com bons conselhos.
O Adolfo Pedradas, que veio do Continente, mudou e marcou as nossas vidas positivamente através desta pequena “grande” revolução.
É um grande “maluco” (no bom sentido) e GRANDE, mas mesmo GRANDE aventureiro, que sempre esteve pronto para nos acompanhar nas nossas aventuras.
Em traços gerais, são estes aspectos que tornaram este passeio especial e, também, porque já fazia muito tempo que os 2 não nos acompanhavam, um por motivos de saúde e o outro por motivos profissionais, estilo Nómada ;-).
Contudo, o Miranda e o Gregório não puderam ir :-( , tendo sido uma pena, pois são duas presenças obrigatórias nestes passeios e completam este círculo aventureiro.
Mas voltando ao passeio, o encontro deu-se na sede do Cube Motard de São Miguel, onde pelas 9:00 o grupo já estava praticamente reunido, ou seja, Eu na KTM LC8 950 ADV, o Dinis na Suzuki DR 600 Dakar, o Pedro Freire na KTM LC4 640 ADV, o Raposo na BMW R 1200 GS, o João Morais na BMW R 1150 GS e, apenas faltava o Adolfo na BMW R 80.

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Este passeio também era uma espécie de baptismo para o João Morais, dado que era a 1ª vez que acompanhava o grupo e, também, uma excelente oportunidade de ficar a conhecer melhor a ilha, dado que este é um homem do norte “carago” :-) , recém chegado à ilha.
Naturalmente, a sua bonita GS 1150 despertou alguma curiosidade nos participantes:

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Todos à espera do Adolfo ;-)

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E não tardou nada até o nosso Alentejano Nómada chegar, montado na sua relíquia. Respect!!! :-)

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Tomou-se um cafézinho, trocaram-se algumas conversas e estava na hora de arrancar para mais um passeio aventura:

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Dado que se tratava de um passeio de iniciação para o João Morais, optamos por efectuar um passeio na zona das Sete Cidades, onde existem alguns estradões simpáticos e acessíveis a alguém que se inicia.

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Não foi necessário realizar muitos kms até entrarmos nos trilhos mais ao jeito da aventura, ou seja, fora de estrada:

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Neste caso, estou a falar do trilho da Rocha da Relva, um velho conhecido nosso :-)

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Não existem grandes segredos para atravessar este trilho, a não ser estar atento às constantes mudanças do terreno, o qual oscila entre o piso duro e rochoso, a piso solto ou mesmo enlameado.
Chega a ser esquisito, porque o mesmo tipo de piso não se mantém por muito tempo neste trilho, podendo mesmo acontecer surpresas…

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No entanto, devo confessar que achei este primeiro trilho um pouco “agressivo” para o João, dada a diversidade constante de piso existente e visto que devido aos dias de chuva que têm assolado a ilha, este trilho não iria ser uma auto-estrada.
Infelizmente, o João sofreu uma pequena queda, mas sem consequências físicas:

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Foi uma daquelas quedas quase parado, ajudada por alguma lama traiçoeira. Mas o poessoal estava logo ali para o ajudar e apenas partiu 2 piscas, os quais com um pouco de fita adesiva ficaram operacionais novamente ;-)
Depois da Rocha da Relva, seguiram-se os vários estradões que existem junto à costa deste lado da ilha e que vão desde a freguesia das Feteiras até às Sete Cidades.

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São percursos acessíveis e que permitem rolar de uma forma mais despreocupada e solta. Inclusivé, existem algumas zonas onde rodar o acelerador torna-se um grande exercício de prazer :-)

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Uma foto de grupo, onde é fantástico ver tantas Trail juntas:

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Voltando aos estradões, os mesmos continuaram super acessíveis e apenas houve que ter cuidado com uma ou outra curva com um piso mais arenoso ou enlameado. São ratoeiras bem disfarçadas…

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O Dinis e a sua DR não falham, ou seja, devagar mas certinhos :-)

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Notei que o João estava algo tenso na sua condução, o que é normal, visto que não tem muita experiência no “off-road” com grandes “mamutes”.
Mas se for persistente, apanha o jeito e depois é só diversão :-)

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Hehehe…, o Adolfo, homem de paz, amor e aventura ;-)

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Cenários simples, mas que tornam estes passeios em grandes e bons momentos de relaxamento :-)

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Após alguns kms, a freguesia dos Mosteiros e os seus ilhéus já se encontravam no nosso horizonte.  Um cenário simplesmente lindo! :-)

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A malta estava animada e sedenta por mais aventura ;-)

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Na freguesia dos Mosteiros haviam mais alguns percursos interessantes e que nos levariam até às Sete Cidades.
Uma característica destes percursos é a mudança da cor da terra, passando da característica cor castanha escura, tipo barro, para um castanho claro.
Talvez haja alguma explicação de origem vulcânica, mas só o Pedro é que poderá dar ;-)

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A partir daqui já começaram a surgir algumas zonas com algumas lombas, que permitiam rodar um pouco mais o acelerador e efectuar alguns pequenos saltos.
De salientar o comportamento da minha LC8 nestas lombas, onde saltar era praticamente “brincadeira de criança”. Espectáculo!!! :-)

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Mas já era tempo de fazer uma pequena pausa no passeio, de modo a recuperar algum fôlego e energia.
Na nossa chegada ao centro das Sete Cidades, estavam lá os homens do Enduro, na companhia do Victór Rodrigues da SRMOTO.
Estavam todos montados em KTM, vai se lá saber porquê… :-) ;-)
Claro que a foto com este pessoal mais “hardcore” era inevitável:

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E o descanso dos “guerreiros”, com uns bolinhos pelo caminho :-)

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No café, a conversa foi animada, onde se falou no ínicio destas aventuras e de todas as histórias engraçadas que fazem parte delas.
Desde a chegada do Adolfo à ilha, aos primeiros passeios com motas super mal preparadas para o efeito, até ao espírito e valores que reinam no grupo e que são importantee não esquecer, ou seja, o COMPANHEIRISMO, a AMIZADE, a ENTRE AJUDA, o RESPEITO, a PERSISTÊNCIA, etc, etc.
Resumindo, o importante é conviver, passar bons momentos e desfrutar da beleza da ilha :-)
Apesar da conversa estar a ser agradável, voltamos aos “maus caminhos”, através das Cumeeiras:

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Nas Cumeeiras as vistas deslumbrantes sob as lagoas das Sete Cidades são uma constante, podendo mesmo levar a algumas distracções ;-)

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Aqui o vento estava um pouco forte e fazia com que a mota, por vezes, mudasse a sua trajectória involuntariamente. Mas estamos numa zona com alguma altitude, por isso, é normal ;-)
Os 2 Alentejanos do passeio, Adolfo e Dinis:

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Conforme fomos subindo, surgiu o nevoeiro e mais vento, a par de um piso mais irregular, onde constavam várias valas/regos, os quais exigiam mais cuidados.

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O João foi apanhado de surpresa por uma destas valas e ficou com a mota apoiada sob a protecção de cárter, sendo quase impossível para ele sair de lá sem tombar ou, possívelmente, danificar a mota.

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Mas o espírito de entre ajuda é forte no grupo e lá o ajudamos a recuar e a optar por uma nova e mais segura trajectória :-)

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Lá vai o João com muita cautela, pois a GS 1150 não é propriamente uma peso-pluma:

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Nas várias valas/regos que surgiram nesta parte do percurso, o segredo era rodar o acelerador com decisão saltar as mesmas, pois só assim se tinha uma passagem “limpa” e segura, além de muito divertida.
Até dava gozo ver o Adolfo “voar” baixinho com a sua R 80 do tempo dos Romanos ;-)

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Este percurso das Cumeeiras iria conduzir o grupo até à Covoada, zona das 9 janelas (acho que são 9).

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Na Covoada deu-se a separação do grupo, ou seja, o Raposo e o João tinham que nos deixar, dado que tinham compromissos familiares.
Desejamos-lhes boa viagem e votos de um rápido regresso a estes passeios.
Quanto aos restantes, decidimos de imediato continuar esta aventura, mas não sem antes almoçarmos.
No entanto, não há nada melhr do que procurar um local para o almoço através do mato:

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Existem alguns trilhos na Covoada que são um espectáculo e que possuem um tipo de lama com muitas propriedades medicinais para as nossas “meninas” ;-)

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Highway to heaven :-)

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Palavras para quê, uma beldade num cenário espectacular ;-)

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Numa zona de terreno mais aberto, o vento estava forte e conseguiu derrubar o Adolfo. Até foi um momento divertido, dado que o apanhou desprevinido ;-)

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De referir que encontramos nesta zona, bem como em outras, mais lixo abandonado, revelando cenários desoladores de olhar… :-(
Irei falar mais tarde nestes cenários que encontrei na nova categoria dedicada a estas saituações - Moto Verde.
Depois seguiu-se o almoço, em Santo António, no restaurante 4 Plátanos:

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Um restaurante muito simpático e acolhedor, onde destaco não só a gastronomia, mas também a simpatia dos seus funcionários e a magnífica vista sob a costa norte que o mesmo oferece:

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Não deixem de visitar o site deste espaço (http://www.4platanos.com/), onde cosntam fotos soberbas da ilha e não só, tiradas pelo Ludgero Costa. Grande fotógrafo!!!
No almoço, a conversa foi, naturalmente, super animada, onde se trocaram várias experiências de vida e se falou de tudo um pouco.
Quando o Adolfo está, é impossível não haverem conversas animadas :-)
Após o Almoço, “back to the road”!

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Da parte da tarde, andamos um pouco à deriva, isto é, a explorar vários trilhos desconhecidos, os quais quase sempre nos levaram a zonas sem saída.

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Mas apesar de não possuirem saída, forma muito interessantes de explorar e ate ofereceram algumas dificuldades inesperadas.

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Num destes becos se saída, o Adolfo decidiu deitar-se um pouco para descansar ;-)

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Adolfo rules!!! :-)

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Pessoalmente, estava a adorar estes percursos, porque nos obrigaram a a efectuar algumas manobras de inversão de marcha, estilo “adventure rider”, ou seja, sentado na mota e recuando e manobrando com a roda dianteira até a mota ir progressivamente virando para a direcção oposta.

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Mais um percurso com lama medicinal :-)

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O Adolfo, uma vez mais, a querer dormir uma sesta ;-)
São efeitos de um bom almoço :-)

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Ui…, que gozo atravessar a lama ;-)

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Como tinha referido, surgiram algumas dificuldades inesperadas:

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Por vezes o piso parecia sólido e assim que passava-mos por cima dele, era notório o qunato estava mole, causando algumas dificuldades de tracção.
Nada de preocupante, haviam vários braços para ajudar empurrar ;-)

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Numa determinada zona, o Dinis foi também apanhado de surpresa e ficou atascado naquilo que parecia um piso solido:

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Era estranho, porque havia uma zona com piso super verde e que parecia tipo relvas, mas, era muito enganador e, assim que lá pisava-mos, os pés desapreciam para o fundo.
Se este percurso tivesse saída e com este tipo de piso, seria muito engraçado ver o desempenho das máquinas e pilotos ;-)

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Tivemos que voltar para trás!

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Finalmente, entramos num trilho com saída, desta feita, em direcção às Sete Cidades.
Um trilho já nosso conhecido e com muitas zonas de salto, além de uma grande beleza paisagística.
Que Domingo maravilhoso! :-)

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Este trilho levou-nos, novamente, às Cumeeiras, onde o cansaço já se fazia sentir, quer no corpo, quer no ritmo.

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“I’m the king of the world!” :-)

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Mas bastava olhar para cenários como o abaixo, para as forças virem ao de cima e voltar a rodar o acelerador com entusiasmo :-)

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Eu é que não resisto a uma ou outra paragem para, apenas, contemplar e inspirar-me :-)
Adoro esta ilha! :-)

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Notei que o Pedro está cada vez mais à vontade com a sua KTM, onde se nota um aumento de segurança e confiança na sua condução. A persistência tem destas coisas…

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E, para terminar, travessia do último percurso das Cumeeiras, em direcção à Vista do Rei.

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Nesta última parte “off-road” do passeio, decidi queimar as últimas energias e fiz o mesmo em ritmo contra-relógio, sempre ajudado pela eficácia soberba da LC8, a qual me fez voar pelas Cumeeiras.
Adorei esta brincadeira e por breves momentos pensei que estava numa prova Africana ou coisa do género.
Com a KTM ADVENTURE, nem os sonhos são lmites ;-)
Na Vista do Rei, uma vista digna de… REI :-)

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Paragem para um breve repouso e debate sobre próximos passeio e percuros:

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Demos por terminado o passeio, mas não a nossa separação, ou seja, aceitamos o convite do Pedro e fomos até ao armazém da sua empresa, a GEO FUN, para darmos um tratamento de beleza às “meninas” :-)

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A BMW do Adolfo mesmo parada é muito veloz :-) , reparem no velocímetro, vai a 150 km/h, mesmo parada :-)

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Já que é para lavar, é mesm o para lavar tudo :-)

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Hehehe…, não interpretem mal, o jacto tinha muita pressão, quase levantava voo ;-)

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E assim terminou mais um grandioso passeio, com muita galhofa, diversão e algum cansaço.
Foi um dia muito bem passado, na companhia de pessoal de grande nível, diria mesmo 5 estrelas, onde a diversão foi obrigatória e os trilhos espectaculares :-)
Um passeio que nos fez reviver passeios mais antigos, pois lá estavam o Raposo e o Adolfo e que deixou no ar votos e desejos de mais eventos deste estilo, pois são as pessoas que os tornam únicos e especiais.
Pena o Miranda e o Gregório não estarem presentes, pois, certamente, teriam deixado a sua marca e ajudado à festa.
Mas contamos com eles para a próxima, bem como os restantes elementos que participaram desta vez (ouviste Raposo? ouviste João?)! :-)

Abaixo deixo alguns dados do passeio:
Número de participantes/motas: 6
Quedas: várias…
Tempo Deslocação: 03:06
Parado: 03:15
Deslocação Média: 40.1 Km/h
Média Geral: 19.6 Km/k
Velocidade Máxima: 135 Km/h
Ascenção Total: 4144 m
Elevação Máxima: 865 m
Odómetro: 124.66 Kms

Mapa com o percurso do passeio:

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E um vídeo para animar o pessoal:

 

Se preferirem ver no Açores Tube, que parece-me ter ficado com mais qualidade de imagem , cliquem:

http://www.acorestube.com/video/4317/SETE-CIDADES-OFF-ROAD#video

Boas Curvas! :-)