"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts de Janeiro, 2010

A KTM foi à Inspecção Técnica Periódica

A KTM que adquiri foi matriculada em Janeiro de 2006, tendo  em Janeiro deste ano (2010) celebrado a jovem idade de 4 anos, que significa Inspecção Técnica Periódica :-(
Segundo a lei Regional e que, segundo consta, foi adoptada a nível Nacional, qualquer veículo de 2 rodas de cilindrada superior aos 125 cc, faz a primeira  Inspecção Técnica Periódica aos 4 anos de idade.
A Inspecção deverá ser feita no mês em que a mota foi matriculda, não sendo necessário ir num dia específico ou efectuar uma marcação prévia, é só comparecer. Desde que seja feita no mês (ou antes) que consta no agora chamado Documento Único de Circulação, está tudo bem, porque se for feita no mês seguinte, paga-se uma coima.
Assim sendo, lá fui eu com a LC8 para o centro de Inspecções da ilha, a CENTROVIA, onde tive que passar primeiramente pela recepção para:

-apresentação da documentação - Documento Único de Circulação (antigo Livrete + Registo de Propriedade) e Seguro
-pagamento de 22,40 euros

Simples, não???
Pois é, mas os 22,40 euros é que me parecem um pouco exagerados, mas é assim que está regulamentado…
Seguidamente, foi só seguir com a LC8 para uma das linhas de Inspecção e aguardar serenamente a minha vez:

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Muito importante para quem for pela 1ª vez à inspecção:

-mota em estado geral de limpeza e conservação
-número do quadro legível
-pneus em bom estado e com as medidas indicadas pelo fabricante
-luzes de mudança de direcção homolgadas e, claro, a funcionar
-iluminação dianteira e traseira a funcionar, incluindo luz de STOP a funcionar quer com o pedal de travão, quer com a manete de travão
-espelhos no seu devido lugar e homolgados
-Calços/pastilhas discos de travão em bom estado
-escape em condições, ou seja, esqueçam escapes de série adulterados ou escapes de rendimento excessivamente ruídosos, porque os décibeis serão medidos por um aparelho próprio para o efeito e o nível dos décibeis terá que estar de acordo com os dados da homolgação. Optem por escapes de série ou de rendimento homolgados ou com os “abafadores” de ruído amovíveis que alguns trazem de série

Resumindo: A mota terá que estar em condições/estado de ir à Inspecção e circular na via pública, porque todos os aspectos acima referidos, serão avaliados pelo Inspector e aparelhos específicos para os Motociclos.

No meu caso, a KTM estava num estado irrepreensível, quer de limpeza, quer do material em si:

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Chegada a minha vez, o Inspector pediu o Documento Único de Circulação e verificou se todos os dados do Motociclo estavam correctos, incluindo quilometragem, e deu uma vista de olhos geral na mota, que inclui a verificação do nº do quadro.
Depois, avaliou toda a iluminação, incluindo respectivas homolgações do material, onde se inclui a avaliação das luzes médias e altas feitas por um aparelho específico, o qual indicou que as luzes médias estavam baixas. Nada de especial, pois não significa ”chumbo” e as mesmas poderão ser rapidamente ajustadas no local, caso fosse exigido.
Seguidamente, o Inspector verificou se os pneus estão em condições, bem como se as medidas estavam correctas. O facto dos pneus serem cardados não importa, desde que possuam as medidas correctas e estejam em bom estado (com piso), passam sem qualquer problema.
Depois assumiu os comandos da mota e levou-a para a “máquina de rolos”, para inspeccionar o sistema de travagem traseiro e dianteiro:

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Com um dos pneus colocados na “máquina dos rolos”, a mesma faz o pneu rodar e o Inspector vai travando progressivamente até bloquear a roda, de forma a avaliar a eficácia dos travões.

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Nesta fase da Inspecção, se alguma coisa estiver mal em algum dos travões, como pastilhas/calços gastos, poderá ser suficiente para “chumbar”…
No meu caso, a travagem estava impecável :-)
Como possuía escapes de série e os mesmos não se encontravam adulterados ou a emitir ruídos estranhos/elevados, não foi necessário proceder à medição dos décibeis.
E posto isto, termina a Inspecção, onde o resultado foi o desejado, ou seja, APROVADO! :-)

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Quando a Inspecção termina, recebemos um documento com o resultado da Inspecção e com todos os dados referentes ao Motociclo, como a marca da mota, ano, nº do quadro, etc, do qual consta uma parte picotada (tipo o selo das Finanças) que deverá ser retirada e acompanhar os documentos do Motociclo.

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É importante referir que, caso o Motociclo não possua a Inspecção Técnica Periódica, o seu proprietário poderá, em caso de abordagem por parte das autoridades (Polícia), “sofrer” coimas pesadas e, se não estou em erro, o Motociclo poderá ser apreendido :-(
Portanto, o melhor mesmo é seguir a lei, que determina que todos os Motociclos (não inclui Ciclomotores):

“4 anos após a data da primeira matrícula e, em seguida, anualmente até prefazerem 7 anos; no 8º ano e seguintes, semestralmente.”

Na minha opinião, a lei não é de todo correcta/adequada, principalmente as Inspecções anuais após os 4 anos.
Mas é a lei que temos… :-(
Para terminar, posso referir que o Inspector que me atendeu foi de uma grande simpatia e empatia pelas motas e, curiosamente, não possuem uma atitude reprovadora como é hábito o senso comum levar-nos a pensar.
Apenas estão a fazer o seu trabalho, o qual passa em grande parte pela avaliação feita por aparelhos próprios e específicos, os quais não são permissivos quando detectam as falhas.
Tenham as vossas motas em condições mecânicas e gerais boas, não só para obterem o resultado APROVADO nas Inspecções, mas também para garantirem que circulam na via pública em condições de segurança.
Não deixem de visitar o site da CENTROVIA (http://www.centrovia.pt/), onde é possível obter mais informações sobre as Inspecções, incluindo toda a legislação sobre a mesma, bem como efectuar marcações “online”.

Boas Curvas! :-)
 
 

Bora lá espairecer um pouco…

Alguns dias atrás, fizemos um pequeno passeio numa tarde de Domingo, o qual mais não serviu para espairecer um pouco, explorar um ou dois percursos novos e, no que toca a mim, ganhar um pouco mais de experiência com a LC8.
Partiram este pequeno passeio “off-road”, Eu e o Miranda nas LC8, o Gregório na Dominator e o Pedro Freire na sua LC4, todos embebidos de um espírito domingueiro, ou seja, nas calmas ;-)
O primeiro percurso a sério foi na freguesia da Covoada, com um trilho com zonas muito enlameadas e molhadas, mas muito divertido de atravessar :-)

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Acho que esta lama possui propriedades medicinais ;-)

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A vista era fabulosa e ajudava a manter um espírito calmo e descontraído:

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Hehehe…, quando pensavamos que a lama acabava, ela aparecia de novo e em mais quantidade. Espectáculo!!! :-)

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Este percurso era um pouco coberto pela vegetação, tornando algumas partes ainda mais belas, mas igualmente mais húmidas:

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A minha LC8 estava como peixa na água, ou seja, ultrapassava tudo sem qualquer dificuldade e com grande facilidade.
Que mota!!!

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Depois da lama na Covoada, vieram alguns percursos mais secos e mais ao jeito de estradão, permitindo-nos fazer o gosto ao punho direito e rolar um pouco mais soltos.

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Em algumas partes, a velocidade chegou a ser bem interessante e atravessar a roda traseira tornou-se uma rotina :-)

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Já pertinho da zona norte da ilha, decidimos explorar um percurso que não conhecíamos e que parecia interessante.
Era em sentido descendente e ao longo da descida a vista era muito bonita.
Será que tinha saída??? :-)

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Bem, nada como explorar o mesmo! ;-)

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No fim da descida, uma surpresa:

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O que é isto, rampas?
É para saltarmos?

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A resposta para estas rampas é simples, estava-mos num trilho de bicicletas de BTT, mais concretamente de “DownHill” e as rampas destinam-se aos saltos loucos que estes meninos executam.
O Miranda sugeriu que tentasse-mos saltar, mas quando sugeri que ele fosse o primeiro a tentar, apenas expressou uma gargalhada bem ao seu jeito :-)

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Belas rampas, mas não para os nossos “mamutes” ;-)

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Contudo, haviam algumas saídas laterais destinadas ao “DownHill”, mas não tinha-mos a certeza se estes percursos seriam viáveis na sua totalidade às nossas motas:

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O ínico de cada um parecia simples, mas e o resto?
Se foi feito para bicicletas, acho que só mesmo uma mota de Enduro/MX poderá fazê-los também…

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Achamos sensato não arriscar, até termos informações credíveis acerca do restante percurso.
No entanto, fizemos uma pequena caminhada para verificar se havia outra saída possível, sem termos que voltar para trás:

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Mas parecia que não haviam saídas, apenas um trilho que se tornava cada vez mais estreito e cheio de árvores a barrar o caminho de várias formas:

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Bem, estava mais que visto que a solução era voltar para trás… :-(

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E lá efectuamos as manobras de inversão de marcha:

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Ficamos um pouco desiludidos por não termos arriscado aquelas descidas, mas mais vale a pena tentar mais tarde e com mais certezas do que arriscar.

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Esta zona é muito bonita:

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O Miranda pensava que estava na proa do Titanic :-)

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Depois foi rolar calmamente em mais alguns percursos fora de estrada na zona da Ribeira Grande:

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Passagem pela zona da Batalha, onde o piso estava muito solto, mole e irregular:

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Por vezes a roda da frente ganhava vontade própria ;-)

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E após estes e mais um ou outro percurso, terminamos o nosso passeio molengão de Domingo.
Apesar de ter sido um passeio simples e calmo, apanhamos com muita lama e terra, que tão bem decorou as nossas “meninas”:

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Esta é a decoração natural delas :-)

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Para a próxima, temos que deixar a pasmaceira em casa…

Boas Curvas! :-)
 
 
 

Mais algumas modificações na minha KTM LC8 950 ADVENTURE

Alguns dias atrás, voltei a mimar novamente a minha KTM LC8 950 ADVENTURE, colocando-lhe alguns acessórios que se revestem de grande importância no campo da protecção e não só.

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Apesar de já vir muito bem equipada de série, onde se inclui uma ciclística muito eficaz e um motor que é uma fonte inesgotável de prazer, a LC8 possui, na minha opinião, algumas lacunas, as quais são simples de eliminar.
Começando pela área da protecção, apesar dos depósitos de gasolina serem de uma fibra muito resistente aos impactos, decidi não facilitar e recorri aos serviços da TOURATECH PORTUGAL, através do sempre disponível Rui Baltazar e esposa, para encomendar umas protecções laterais (”crash-bars”).
Contudo, não optei pelas protecções laterais da TOURATECH, mas sim pelas da SW-MOTECH, igualmente representadas pelo Rui Baltazar:

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Optei pelas protecções desta marca, pelo facto de gostar do enquadramento das mesmas na LC8 e pelo facto de serem muito resistentes em caso de quedas laterais.
O meu companheiro de passeios, o Miranda, possui umas idênticas e, infelizmente, já tombou algumas vezes, bem como já teve uma queda um pouco aparatosa em asfalto e as mesmas resisitiram de forma irreprensível aos impactos sofridos :-)
Perante estes factos, não tive dúvidas na escolha ;-)

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Aliás, tombei no 2º PASSEIO SRMOTO KTM e as mesmas apenas sofreram alguns ligeiros riscos.
São de boa qualidade, quer no material usado na sua construcção, quer na qualidade da pintura.

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Possuem um reforço pelo interior da zona frontal da mota, que me parece capaz de evitar que as mesmas vão de encontro ao depósito de gasolina em caso de queda/acidente (espero nunca testar a sua eficácia…):

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Apenas tive o cuidado de colar uma borracha no apoio que encosta ao quadro, de forma a evitar que o mesmo fique danificado (riscos):

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Ainda no campo da protecção, o reservatório de óleo do travão traseiro encontra-se desprotegido e algo exposto aos “maus tratos”. Por isso, recorri à TOURATECH e coloquei uma protecção nesta peça de grande importância na mota:

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Agora está devidamente protegida! :-)
Também optei por proteger as zonas lateais do quadro contra os riscos causados pelo roçar das botas, situação fácil de acontecer.
Para esta zona, recorri aos serviços da SRMOTO, através do catálogo das “POWER PARTS” da KTM, e coloquei umas bonitas protecções em plástico, que por sinal me parecem resisitentes:

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A do lado do esquerdo obrigou-me a desmontar a tampa de série do pinhão de ataque, dado que esta protecção além de proteger o quadro, também faz de tampa do pinhão de ataque mais ao estilo Enduro:

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Ficou com um “look” mais agrssivo, além de facilitar as operações de limpeza desta zona.
Para melhorar a condução em pé, montei os “elevadores” da KTM:

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Aumentam a altura do guiador para 18 mm, que em teoria parece pouco, mas que na prática se sente e até torna a condução sentado mais agradavel, dando uma sensação de mais controle e conforto.
Voltando à TOURATECH, também montei um sistema de fechadura no compartimento dos fusíveis, dado que de série este apenas possui um parafuso de desaperto rápido:

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Mas como já devem ter reparado, não coloquei a fechadura na posição recomendada pela TOURATECH, mas sim na posição onde existia o tal parafuso de despaerto rápido, dado que a posição recomendada pela marca não era 100% eficaz.
Para esta operação, contei com a ajuda de outros 2 Motociclistas, o Francisco Narciso, o qual é um “artista” na arte do bricolage e tem sempre umas ideias interessantes, bem como o David, o qual gosta de nos ajudar sempre nestas operações.
Assim sendo, desmontamos este compartimento e após corta aqui e aperta ali, o sistema de fechadura ficou uma maravilha:

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A peça adaptada que garante que a fechadura fique trancada de forma eficaz:

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Agora já posso deixar objectos de valor com maior segurança e a caixa de fusíveis já não se encontra ao dispôr de brincadeiras de mau gosto.
Outro acessório que coloquei foi uma nova base no pedal de travão traseira, oriunda da TOURATECH:

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Achava que a de série oferecia pouca base de pressão na actuação do pedal de travão traseiro, além de não ser articulado, podendo ficar danificada em caso de tombo.

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Novamente com a preciosa ajuda do Francisco e do David, foi-me possível adapatar a base da “top case” da GIVI na KTM:

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Esta base possuía um apoio próprio para ser montada na V-Strom, não sendo compatível com a LC8. Mas com uma chapa de inox e com a habilidade destes 2 engenheiros, foi possível continuar a utilizar a mesma base e não ter que encomendar as peças necessárias à GIVI:

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Apenas faltou tinta para pintar a parte inferior da chapa. Fica para uma próxima vez ;-)
Outro acessório que passei da anterior mota para esta e que não tinha qualquer dificuldade de montagem, foi o apoio da RAM-MOUNT para o GPS, o qual ficou montado no lado esquerdo do guiador:

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Como toque final na estética, colei na suspensão dianteira uns bonitos autocolantes com o novo logótipo da WP, os quais conferem à secção dianteira mais alguma agressividade e imagem “factory”:

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Este novo logótipo está muito bonito e apelativo.
De destacar a qualidade do autocolante, o qual possui uma certa espessura e uma cola super aderente.
Colá-los foi uma odisseia… ;-)

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E, por enquanto, é tudo em termos de acessórios!

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Mas prometo mais novidades para breve, vindas de Itália e dos Estados Unidos da América :-)
A minha “laranjinha” está, modéstia à parte, cada vez mais linda e cada vez mais a meu gosto.
Por fim, um agaradecimento MUITO especial ao Francisco Narciso e ao David pela sua disponibilidade e engenho na montagem de alguns destes acessórios, ao Miranda pela cedência da sua garagem para esta operação e também pela sua preciosa e sempre disponível ajuda e ao Pedro Freire pela paciência de assistir a estas operações :-)
Também um GRANDE agradecimento ao Rui Baltazar e esposa da TOURATECH PORTUGAL, os quais após receberem todo o material numa quarta-feira, desenvolveram todos os esforços e medidas necessárias para que o material estivesse na sexta-feira nas minhas mãos, de forma a ir mais protegido para o passeio KTM.

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E, claro, à SRMOTO pelo seu GRANDE espírito “Ready To Race” no que respeita às “Power Parts” da KTM.

Boas Curvas! :-)
 
 
 
 

Reportagem 2º PASSEIO SRMOTO KTM no “Tudo Sobre Rodas”

Para os que não puderam participar no 2º PASSEIO SRMOTO KTM, ou simplesmente para os curiosos, deixo aqui o link do vídeo com a reportagem efectuada pelo programa “Tudo Sobre Rodas”, transmitido a 19 de Janeiro na RTP Açores:

http://videos.sapo.pt/KtUYreutwzqHEPz79HBW

Boas Curvas! :-)

2º PASSEIO SRMOTO KTM - CRÓNICA

No passado Domingo, dia 17 de Janeiro, realizou-se a 2ª edição do Passeio KTM, organizado pela empresa concessionária da marca para São Miguel, a SRMOTO.
Este era um passeio de carácter “off-road” e que, segundo os seus organizadores, nomeadamente o Sr. Victór Rodrigues e Sr. Miguel Sousa, pretendia reunir o máximo de membros possíveis da “família” KTM e passar um dia divertido por alguns dos mais belos percursos fora de estrada da ilha.
Apesar dos inscritos serem maioritariamente possuidores de motas de Enduro e Motocross, a organização optou por disponibilizar dois percursos, com o objectivo de adequar os percursos às motas de TT “puras” e às grandes réplicas de Rally-Raid, as Adventure, bem como os Moto4.
Resumindo, todos iam ter um gostinho do TT e passar por momentos de muita adrenalina e diversão :-)
Como é hábito neste tipo de eventos, o ponto de encontro foi nas oficinas da SRMOTO, nos Valados, onde logo pela manhã começaram a surgir os primeiros madrugadores, equipados a rigor, como mandam as regras do “off-road”:

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Entre os participantes haviam aqueles que se destacavam pelas suas montadas, quer por algumas delas possuírem um grau de preparação interessante, ou quer por já virem de série com elementos técnicos e decorativos que não deixam ninguém indiferente, como esta edição especial da EXC-F 250, alusiva aos ISDE realizados no ano passado em Portugal Continental:

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No interior das instalações da SRMOTO, o ambiente era de boa disposição e confraternização entre todos os participantes, onde os temas de conversa eram invariavelmente sobre motas e, como é óbvio, o TT :-)

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Victór Rodrigues sempre prestável e disponível para uma boa conversa:

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Outra pessoa incansável nestas andanças foi o Miguel Sousa, que aqui estava a explicar ao Miranda e ao Pedro algumas técnicas úteis no “off-road”. Não sei se aprenderam algumas coisa… ;-)

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Nem uma decoração interessante faltou no interior das oficinas :-)

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Para este passeio compareceram várias personalidades conhecidas do panorama Regional do TT, como foi o caso do nosso bem conhecido Paulo Maciel, o qual apesar de não possuir uma KTM, já é uma presença habitual entre os pilotos convidados neste evento “laranja” :-)

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Na foto abaixo, Miguel com outra cara bem conhecida do TT e Rallies, neste caso Sancho Eiró ao centro e outro entusiasta do TT, o Filipe:

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No entanto, as condições meteorológicas pioraram durante alguns largos minutos, onde o vento se fazia sentir com alguma intensidade, bem como a chuva, apesar desta última ser um mal menor.
A organização optou por esperar alguns minutos até estas condições melhorarem, oferecendo mais uma oportunidade de convívio entre todos os participantes, apesar da vontade de todos se fazerem aos “maus caminhos” já ser muita :-)

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Os mais precavidos preferiram não arriscar e começaram a vestir os “fatos de mergulho” ;-)

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Entretanto, o parque começava a ficar cada vez mais composto, onde o “laranja KTM” imperava em todo o seu explendor, sendo um regalo para os olhos ;-)

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Ao contrário daquilo que as condições meteorológicas faziam prever, a chuva parou, o vento abrandou e foi possível à Organização dar ínicio ao passeio, através de um breve “brieffing”:

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Nem mesmo esta espectacular 530 Supermoto faltou a este passeio :-)

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Todos os participantes montaram as suas motas e arrancaram para o passeio, com o Victór Rodrigues a capitanear o grupo das motas de Enduro e Motocross, as quais iriam enfrentar um percurso mais ao seu jeito, ou seja, mais ao estilo Enduro/Todo o Terreno.

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No ínicio houve uma pequena passagem pela terra, de modo a “aquecer” os pneus ;-)

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Tal como referi no ínicio, o segundo grupo foi liderado pelo Miguel Sousa e o seu Moto4 SX 450 ATV, os quais tinham como objectivo levar este grupo constituído por Quads e pelas Adventure, por percursos mais acessíveis, mas sem criar facilidades excessivas, senão perdia a piada ;-)

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Assim que nos fizemos ao terreno, o entusiasmo e adrenalina estavam ao rubro, pois a vontade de enrolar o punho nas nossas “canadas” era muita, muito por culpa de todo o ambiente que nos encontrava-mos envolvidos, onde o ruído “feroz” das motas de Enduro/MX (especialmente as 4 tempos) fazia cada batida do nosso coração acompanhar o ritmo do motor.

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A partir de um determinado ponto, cada grupo rumou para o seu percurso e apenas me restaram algumas fotos de partes dos percursos por onde andamos, pois o ritmo imprimido não permitia muitas paragens para fotografias.
E o Miguel dizia-nos que estava a rolar com calma…, imaginem lá se não estivesse ;-)
Assim sendo, começamos por enfrentar o percurso “off-road” da Rocha da Relva o qual, ao contrário daquilo que pensava, encontrava-se em muito mau estado, apresentando zonas com muita lama, muitos buracos, pedra solta e algumas armadilhas pelo caminho.
Digamos que estava impróprio para pilotos mais “verdinhos”…

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O Pedro na sua LC4 640 Adventure:

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O Miranda com a sua bem conhecida calma lá ia ultrapassando tudo nas calmas :-)

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Neste percurso e numa zona com um piso que combinava areia com lama, esqueci-me de desligar na minha cabeça o modo “on road” e assim que pressionei ligeiramente a manete do travão dianteiro, fui de imediato ao tapete :-(
Foi o baptismo da minha Adventure! ;-)
Felizmente, já tinha as protecções laterais montadas e não houve danos materiais ou físicos. Este tombo aconteceu comigo praticamente parado (que vergonha…).
Daqui para a frente, só funcionou o modo “off-road” ;-)

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Nas paragens que efectuamos, as conversas foram sempre super animadas :-)

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O passeio continuou a desenrolar-se em direcção às Sete Cdades, onde, ocasionalmente, partilhava-mos por breves momentos alguns trilhos com o pessoal das “cabras do monte”, para depois desaparecerem por entre o mato em busca de sensações fortes.
Na Vista do Rei havia uma pequena assisatência rápida para aqueles que precisassem, de modo a que ninguém se visse forçado a parar ou desistir.
Um pormenor bem pensado por parte da organização! :-)

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Da parte dos bravos das Adventure, estava tudo 5 estrelas :-)

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Na Vista do Rei a paisagem continuava como sempre, ou seja, FABULOSA, mesmo com algum nevoeiro:

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A chegada dos “outros”, vindos de percursos que, segundo eles, estavam em muito mau estado, muito por culpa da muita chuva que tem caído ultimamente.

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Todos equipados a rigor:

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Contudo, o passeio continuou pelo trilho das Cumeeiras, sempre a um ritmo despachado:

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Os homens do Enduro em mais uma passagem muito rápida por nós:

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Eles voavam baixinho…

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O percurso seguinte revelou-se um pouco mais duro e apresentou-nos umas quantas dificuldades, as quais surgiram sob a forma de valas/regos com alguma profundidade e largura que não deixavam muita margem de manobra, ou seja, a melhor solução era enrolar o acelerador e passar em velocidade.

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Até foi divertido e as Adventure ultrapassaram tudo sem pestanejar, mas estas dificuldades juntamente com alguma falta de visibilidade devido ao nevoeiro, exigiram mais concentração e empenho na condução.

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Na minha opinião, os heróis do dia estavam a ser os 2 participantes que vieram montados em Supermotos, os quais estavam a efectuar os mesmos percursos que nós e estavam a chegar ao fim dos mesmos.
No entanto, não se livraram de alguns tombos e uns quantos sustos, mas depois compensavam tudo com “cavalinhos” intermináveis e muito bem executados nas zonas de asfalto :-)

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Seguiram-se mais trilhos com muita lama…

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… mas igualmente muito belos:

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Estava particularmente a adorar este percurso, não sei bem porquê, mas estava.
Será que era por causa de algum mais à vontade com a LC8???
Talvez…

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Nada como trilhos com uma vegetação mais densa…

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Depois foi tempo de mais uma pequena paragem, antes do regresso à SRMOTO, onde nos esperava uma grande churrascada :-)

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Nesta foto é vísivel osa pneus Michelin Pilot (slick) que este participante usa na sua Supermoto e com os quais efectuou o passeio.
Não foi nada fácil, mas este jovem tem muito espírito :-)

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Com o grupo todo reunido fizemo-nos à estrada, onde os homens das Supermoto uma vez mais não resistiam à tentação dos “cavalinhos”:

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E chegada à SRMOTO, já com o churrasco em andamento :-)

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Mas antes do pessoal “atacar” o churrasco, havia uma pequena surpresa, ou seja, um percurso tipo circuito, no qual os participantes iriam tentar efectuar o mesmo no mínimo tempo possível, demonstrando toda a sua técnica e destreza.
Escusado será dizer que apenas participaram os homens das motas “light” ;-)
Quem não participou ajudou a Organização a orientar os participantes no percurso e deliciou-se com o espectáculo proporcionado pelos mesmos.
Algumas fotos da zona onde me encontrava:

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Uma subida que causou alguns desiquilíbrios aos mais desprevenidos ;-)

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Os meios de comunicação social aproveitaram para efectuar algumas filmagens interessantes:

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No fim, venceu o Paulo Maciel e as entrevistas aos responsáveis de mais um evento pleno de sucesso foram inevitáveis:

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Nem Eu escapei a uma entrevista…
Mas toda esta excitação já pedia um bom almoço! :-)
Portanto, bora lá devorar o churrasco! :-)

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O almoço estava divinal!!! :-)

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Após o almoço, a foto de família, embora já sem a presença de alguns participantes:

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Para fechar o dia em beleza, a SRMOTO disponibilizou o Moto4 SX 450 ATV para “test ride” :-)

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Claro que eu não perdi esta belíssima oportunidade :-)

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Que posso dizer sobre esta experiência???
Bem, fenomenal!!!
Este Moto4 tem tudo o que se espera de uma máquina de topo deste tipo, isto é, estabilidade, precisão, eficácia, ciclística e um motor que é um autêntico “canhão”.
Apesar de enferrujado, adorei as voltas que fiz ao circuito, com o SX a responder sempre de forma irrepreensível e muito para além dos meus dotes de pilotagem.

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Depois foi a vez dos mais experientes demonstrarem o que uma máquina destas é capaz:

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O Victór não brinca em serviço e consegue domar esta “fera” com muito à vontade:

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O Miguel também mostrou que quem sabe não esquece e também deu espectáculo:

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Aliás, ele ao longo do passeio demonstrou grande rapidez, apesar de já não competir com estes “animais” já algum tempo.

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E com este “test ride” deu-se por encerrado o 2º PASSEIO SRMOTO KTM.
Foi um passeio que conseguiu amplamente atingir todos os objectivos que se esperam deste tipo de eventos, ou seja, reunir a “família” e proporcionar momentos de grande diversão, adrenalina e convívio, sempre num ambiente de festa e descontracção.
Os percursos foram excelentes e as KTM superaram todas as dificuldades que surgiram no terreno, ficando bem patente que a filosofia “Ready To Race” não é apenas um slogan, é uma realidade ;-)
A Organização está de parabéns e, para os que não participaram, para o ano há mais e até lá, fiquem com este vídeo:

 Para os que preferirem uma música mais “agressiva” (bem melhor):

http://www.acorestube.com/video/4204/2º-PASSEIO-SRMOTO-KTM#video

E o percurso efectuado pelos Moto4 e Maxi-Trails (as Enduro/MX andaram por percursos mais radicais):

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Boas Curvas! :-)


 
 


 
 

KTM SX 450 ATV IN ACTION

Na última vez que estive na oficina da SRMOTO, o Moto4 da KTM, o SX 450 ATV, estava prestes a fazer-se à “terra” para um breve teste, que tinha como objectivo testar as novas afinações das suspensões, bem como a pressão dos pneus.
Este breve teste contou com a pilotagem de um dos membros da equipa SRMOTO, o Miguel Sousa, o qual já foi um excelente piloto de TT aos comandos destes “mísseis” de 4 rodas.

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Para o Miguel estes “brinquedos” não têm segredos e não foi preciso esperar muito para vê-lo a varrer terreno com uma naturalidade espontânea :-)

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Este SX 450 ATV é impressionante, pois além de possuir umas linhas super agressivas, possui material de topo e que o tornam no Moto4 mais “Ready To Race” do mercado.

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Assim que o Miguel terminou a sua brincadeira, desculpe, teste :-) , chegou outro apaixonado por estes “brinquedos”, o Victór Rodrigues, e também quiz fazer a vontade ao punho direito :-)

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Para os mais distraídos, o Victór Rodrigues também é um ex piloto de Moto4 (actualmente mais ligado às 2 rodas) e, quando competia, era um “osso duro de roer”.
Lembro-me de o ver travar batalhas épicas e memoráveis, sempre a um ritmo alucinante.
O Victór era “louco”… :-)

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Pena o Victór e o Miguel já não competirem de Moto4, pois são pilotos que fazem falta nas provas Micaelenses.

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No fim, a “besta” olhava-me com um ar pouco amigo.
Simplesmente fabulosa, mas intimidante…

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E que tal verem o Victór Rodrigues a divertir-se um pouco com o KTM SX 450 ATV?
Que tal ouvirem o ronco deste “animal”???
Deliciem-se com este pequeno vídeo :-)

Quem sabe não esquece! :-)
Para dominar este “fera” é preciso coragem e alguma dose de loucura ;-)
Se quiserem ver esta mota em pormenor, basta ir até à oficina da SRMOTO nos Valados, ou poderão ver a mesma em pormenor aqui neste blog.

Boas Curvas! :-)
 
 
 

Os primeiros mimos para a KTM

Apesar das KTM serem motas que ao sairem da caixa já estão “Ready To Race”, eu não resisti à tentação de melhorar um pouco mais a minha ADVENTURE e meti mãos à obra :-)

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O primeiro acessório a ser colocado, foram os espelhos articulados que se encontravam na V-Strom, os quais são muito funcionais na hora de ir para o fora de estrada, pois dobram-se para o interior do guiador, não interferindo na condução.
Também oferecem várias possibilidades de ajuste.

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Também foi adicionado umas válvulas/purgadores de ar da suspensão dianteira, oriundos das “Power Parts” da KTM:

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De série, era necessário recorrer a uma ferramenta para desaparafusar um pouco o parafuso e vazar o ar. Mas com estas válvulas/purgadores, basta pressionar no topo (a preto), que o ar sai pelo pequeno oríficio que se vê na foto acima.
Funciona na perfeição e ouve-se o ar a sair.

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De série, a KTM ADVENTURE possui uns poisa-pés de Todo o Terreno, só que os mesmos encontram-se cobertos por uma borracha, de forma a evitar que se sintam vibrações indesejadas.
Contudo, esta borracha é amovível e dispensável num uso “off-road”, tendo me levado a remover a mesma.
Assim fica bem melhor! :-)

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Como era de esperar, troquei os pneus de série, uns Pirelli Scorpion, por um par de pneus cardados, tendo a minha escolha recaído sob os Metzeler Karoo.
Para esta operação, recorri à oficina da SRMOTO e aos serviços do Mestre Ernesto:

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Em poucos minutos o pneu traseiro já estava montado:

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Um pneu com um aspecto nítidamente TT e que não faz qualquer concessão a um uso meramente estradista.

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Ao vivo, este pneu é lindo, mas o aspecto do seu piso não deixa margem para dúvidas, ou seja, na terra deve ter uma aderência fantástica, mas em estrada poderá ser “traiçoeiro” e, se não tiver alguma moderação no acelerador, ele vai ficar “slick” num abrir e fechar de olhos.

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Também escolhi estes pneus pelo facto da Metzeler fornecer a medida “150″ para o pneu traseiro (medida de série) e a um preço muito acessível. A maior parte das marcas apenas possui a medida “140″…, isso se não quisermos optar pelos caríssimos Continental TK-C 80

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Depois do traseiro, foi a vez do dianteiro:

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Não tardou nada e já estava montado :-)

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Com estes Metzeler, tenho a certeza que a segurança está mais que garantida e já poderei efectuar passeios com outro nível de dificuldade :-)
Estas são as primeiras alterações que a minha KTM LC8 950 ADVENTURE recebeu, mas já se encontra em projecto outras modificações, as quais têm como objectivo tornar o BOM em EXCELENTE :-)

Boas Curvas! :-)