"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts de Setembro, 2009

De férias com uma… KTM 950 ADVENTURE - Parte 1

Na semana de 21 a 25 de Setembro estive uma semana de férias, mas sem a minha habitual companheira de aventura, ou seja, a Suzuki V-Strom 650.
No entanto, não foi por isso que as minhas férias se tornaram mais monótonas, bem pelo contrário, o companheiro Miranda teve a bondade de me ceder a sua KTM 950 ADVENTURE, para que eu pudesse dar algumas voltinhas.
Já devem estar a imaginar como é que eu fiquei, SUPER ENTUSIASMADO e cheio de vontade de fazer kms por “maus caminhos” ;-)
Qualquer uma das voltas que efectuei nunca tiveram um percurso certo, limitei-me a partir em direcção a um dos lados da ilha e entrar nos trilhos e estradas que desejasse.

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Independentemente do percurso ou destino, o objectivo foi sempre só um, divertir-me ao máximo, familiarizar-me melhor com a KTM e, mais importante, tratar bem a mota, pois não queria sofrer nenhum tipo de infortúnio e danificar a mota do Miranda.
Passando ao passeio de um dos dias, apesar de já ter ido no dia anterior às Sete Cidades, decidi ir lá novamente e divertir-me nos excelentes trilhos que vão deste a freguesia da Relva até às Sete Cidades.
Percuros “off-road” não faltam, o que é necessário é entusiasmo :-)
Entrada no trilho da Vigia das Feteiras:

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Um trilho que já conheço muito bem e que por esta altura do ano começa a ficar com zonas cada vez mais fechadas de vegetação. Espectáculo! :-)

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Vista sobre a costa da freguesia das Feteiras:

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Estava a divertir-me tanto com a KTM, que praticamente não desmontava o “bicho” para tirar fotos.
Esta mota é tão divertida e eficaz que se torna díficil querer fazer paragens, só mesmo se tiver de ser ;-)
Na freguesia das Feteiras, entrei em mais alguns percursos muito divertidos, os quais alternavam entre algumas zonas com umas boas rectas e outras mais sinuosas.

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Dá um gozo enorme enrolar o punho direito na ADVENTURE e sentir o enorme “power” deste motor e a surpreendente capacidade dela de ultrapassar os obstáculos.
Hajam braços…

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Ora descia…

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…ora subia

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Esta último percurso possuia algumas lombas que me permitiram dar alguns pequenos saltos. Adorei! :-)

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E chegada ao miradouro da Vista do Rei com a sua vista soberba sob as lagoas das Sete Cidades :-)

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Não tem motor, mas leva-o a todo o lado ;-)

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O próximo trilho não era díficil de escolher, Cumeeiras :-)

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Este trilho fantástico circunda parte das lagoas das Sete Cidades, oferecendo vistas magníficas, a par de um percurso rápido e muito divertido.

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A KTM não queria que eu parasse, mas estas vistas tornam a minha missão díficil ;-)

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Fabuloso!!! :-)

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Depois de efectuar a descida ao centro das Sete Cidades, passagem pela zona da Península para umas fotos junto à lagoa.

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Esta mota é muito fotogénica, especialmente com o verde da lagoa junto a ela ;-)

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As Sete Cidades é o local ideal para que procura tranquilidade, silêncio e um contacto mais íntimo com a natureza. Adoro este local, parece ser mágico…

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Após mais algumas voltinhas pelas Sete Cidades, tomei outros trilhos em direcção à freguesia dos Mosteiros.

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Não foi preciso andar muito para ficar com os Mosteiros á vista :-)

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Quando a diversão é grande, nem damos pelo tempo a passar e, não tardou nada, já era hora de almoçar qualquer coisa.
A tarde reservou-me alguns trilhos um pouco mais complicados, mas nada que a KTM não aguentasse :-)
Dirigi-me até à zona do Pico do Fogo, onde explorei alguns trilhos situados no meio de uma mata e que costumam a ser utilizados para provas de TT.

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Já os tinha feito alguns meses atrás e correu tudo bem, mas agora desconhecia o seu estado e estava sózinho. Por isso, havia que ter precuações.

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Mas as surpresas acabaram por acontecer, ou seja, estes trilhos estavam mais díficeis que a última vez que os fiz, isto é, tinham muita pedra solta, vários regos profundos, zonas com pedra coberta por vegetação húmida, etc, etc. Tudo junto causou-me várias dificuldades de tracção e dificuldades em progredir mais rapidamente no terreno.

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Tive que tomar mais atenção e não ser brusco com o acelerador…

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Independentemente das dificuldades, estes trilhos desta zona são muito bonitos e possuem uma vegetação mais densa. Estamos literalmente a atravessar uma mata :-)

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Após ultrapassada a zona mais díficil, paragem para descansar um pouco.

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Quem disse que as surpresas acabaram???
Tive que desviar alguns troncos de árvores para poder passar. Vá lá que não eram pesados.

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Estes trilhos levaram-me até à cidade da Ribeira Grande e, já que estava lá, fiz uma pequena visita à Lagoa do Fogo :-)

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Esta é a zona vulcânica com mais actividade na ilha.

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A partir daqui, fui até á zona das Lombadas, seguido do Monte Escuro.

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Adoro a estrada de montanha do Monte Escuro, dado que o trânsito é praticamente inexistente e pode nos levar a vários locais, sempre pela montanha.

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Não tardou nada e já estava na zona do Castelo Branco :-)

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O dia estava maravilhoso e descoberto, sendo possível nesta zona observar em lados opostos o Vale das Furnas e a Vila Franca do Campo.
Furnas:

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Vila Franca do Campo:

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Estamos numa zona de montanha e aqui as vistas são sempre verdejantes e fantásticas.

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Contudo, já estava a começar a ficar um pouco cansado, mas nada que me impedisse de dar um saltinho às Furnas e, seguidamente, subir as Pedras do Galêgo e entrar em mais alguns trilhos com uns estradões espectaculares para fazer o “v-twin” da “laranjinha” gritar que nem um louco :-)

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E regresso a casa, após um dia cheio de aventuras aos comandos da KTM :-)

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Para um primeiro dia aos comandos da KTM, tive um dia em cheio e com muitos percursos fora de estrada :-)
Correu tudo dentro da normalidade, sem azares e sempre com muita diversão e entusiasmo.
A KTM 950 ADVENTURE provou o porquê de ser uma Maxi-Trail excepcional no fora de estrada, tendo sempre um comportamento exemplar, onde a sua ciclística e motor estão à altura das nossas exigências e abusos.
Adorei o passeio e fiquei ainda mais apaixonado por esta mota :-)
Já só pensava no passeio do dia seguinte…

Boas Curvas! :-)

PS: Miranda, MUITO OBRIGADO pela confiança depositada :-)
 

Test-Ride AJP PR3 125 SUPERMOTO

Na semana passada e a convite da MotoMais, fui testar uma mota que qualquer Português se pode orgulhar, a AJP PR3 125 SUPERMOTO :-)

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Para quem ainda desconhece, a AJP é a única marca Portuguesa de motas no activo e, actualmente, possui uma gama de produtos muito interessante, que vão desde motas de Todo Terreno/Enduro a Supermotos, todas elas com uma qualidade de construcção assinalável.
Quando cheguei às instalações da MotoMais, deparei-me de imediato com esta beldade, a qual brilhava de tão nova que estava, praticamente acabadinha de sair do caixote.
De imediato, o Manuel Martins com a sua habitual simpatia, informou-me que podia saltar para cima dela e fazer-me à estrada e para ter cuidado com a potência do “bicho”.
Claro que estava a brincar :-) , pois afinal de contas, trata-se de uma mota com um motor de 125 cc a 4 tempos.
No entanto, apesar da motorização ser de baixa cilindrada, esta AJP tinha outros argumentos que me iriam impressionar.
Mas já lá vamos! :-)
Assim sendo, parti da oficina e fiz-me à estrada, tomando algumas ruas da cidade de Ponta Delgada, onde esta PR3 Supermoto se revelou de imediato uma mota muito ágil e maneável, “furando” o trânsito com grande à vontade.
Espectáculo, já começava a recordar os tempos em que tive uma Suzuki DR 125 :-)
Para compreender melhor as características estradistas desta mota, tomei uma estrada rica em curvas, lombas e bom asfalto, situado na freguesia de Santa Clara, onde a PR3 estava como “peixe na água”, “devorando” todas as curvas com uma facilidade e precisão desconcertante, fruto do seu baixo peso, dimensões contidas e um bom acerto de toda a ciclística.
Um mimo! :-)

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Na primeira paragem efectuada, tirei algum tempo para conhecer melhor esta AJP :-)

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Mesmo parada, não deixa de ser elegante e de chamar atenção.

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Qualquer ângulo que se olhe, a PR3 revela dimensões reduzidas, contribuindo para uma imagem de mota leve e ágil, situação que se confirma na realidade, onde não encontramos dificuldades de controle.

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Vista deste ângulo, é fácil percebermos este conceito de dimensões reduzidas e de percebermos que o formato do seu assento proporciona um bom encaixe do corpo, que juntamente com a correcta posição e altura do guiador, proporcionam uma excelente posição de condução.
Pena o assento ser um pouco duro, mas isto não é defeito, é característica deste género de motas. Mas para uma condução mais divertida, este assento torna-se um bom aliado :-)

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Para melhorar a distribuição de peso e maneabilidade, os técnicos da AJP colocaram o depósito de combustível na zona central da mota, isto é, debaixo do assento e, a zona dianteira onde este normalmente se situava, oferece lugar a alguns componentes, como a bateria, tornando esta zona muito estreita.

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Na prática, não andamos com as pernas demasiadamente abertas, melhorando o conforto, além de melhorar a distribuição do peso.

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O bocal de enchimento do depósito de gasolina situa-se no fim do assento, numa zona que que não incomoda o condutor, mas o pendura…, bem, o pendura terá que se habituar ;-)

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Outro factor que confere uma imagem agressiva e forte a esta AJP, é o seu quadro, o qual é uma mistura de dois materiais, ou seja, uma zona construída em alumínio e outra em aço.
A mota Portuguesa a revelar inovação tecnológica, aliada a um desempenho dinâmico fantástico :-)

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Nota alta, mas mesmo muito alta, ao fantástico braço oscilante em alumínio, muito bem construído, de aspecto moderno e “racing“ e a contribuir para uma imagem de mota “maior” a esta 125.

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Até possui a inscrição da marca no seu centro:

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No campo da travagem, nada a apontar, com a mesma a cumprir bem a sua função e de acordo com as prestações motorizes.
A dianteira destaca-se pelo seu disco de travão de dimensões superiores:

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Na traseira, outro disco de travão, mordido por pinças de travão da AJP, as quais são assistidas por cabo em malha de aço (tal como na dianteira).
De destacar também as bonitas jantes SM e os fabulosos e aderentes pneus Michelin :-)

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Ainda na ciclística, a PR3 vem muito bem servida no campo das suspensões, as quais contribuem grandemente para o bom desempenho desta SM nos traçados sinuosos, levando a que a mesma descreva as curvas com grande precisão.
Nos pisos mais irregulares, revelam-se um pouco mais “durinhas”, mas nada que não se afine ao gosto, porque ambas são multi-ajustáveis.
Na traseira, temos uma SACHS:

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E na dianteira, uma Marzocchi, com as baínhas a possuirem um tratamento anti-fricção:

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Na mesa de direcção, é possível encontrarmos o mecanismo de ajuste desta Marzocchi:

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Uma suspensão digna de uma mota “pró”, que confere um “look” agressivo à dianteira desta mota, para além de toda a eficácia e segurança que transmite a quem conduz a AJP.
Nem a protecção de cárter se esqueceram :-)

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Na instrumentação, a AJP volta a mostrar uma grande modernidade e qualidade, onde impera um bonito painél digital, onde as suas reduzidas dimensões tornam a sua visualização um pouco díficil. Questão de hábito.

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No campo da motorização, já tinha referido que a PR3 vem equipada com um monocilindríco de 125 cc a 4 tempos e refirgerado por ar/óleo, o qual é senhor de uma grande fiabilidade e honestidade, oferecendo prestações mais que suficientes para quem procura uma mota económica, fiável e divertida.

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A resposta é sempre suave e progressiva, não causando sustos, sendo possível atingir velocidades interessantes e mais que suficientes para o dia a dia ou mesmo para umas brincadeiras.

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Na minha opinião e tendo em conta que já tive uma mota com este tipo de motorização, o grande aliado do futuro proprietário serão os baixos consumos e fiabilidade, com as vantagens de possuir uma mota muito bem servida no campo da ciclística.
Pena o escape ser muito abafado, não deixando este motor expressar-se um pouco mais, quer em prestações, quer em ruído.
Mas este cenário é fácil mudar… ;-)

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Como ficou demonstrado, a esta AJP não faltam atributos técnicos capazes de convencer os mais cépticos, os quais vão desde o simples guiador em alumínio, ao quadro, travões e umas fantásticas suspensões, que não encontram paralelo em muitos modelos da concorrência.

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Uma mota fantástica, que dinamicamente não desilude, sendo capaz de nos proporcionar boas sensações, as quais vão desde uma grande agilidade em cidade, até umas simples brincadeiras ou mesmo uma condução mais empenhada em estradas sinuosas.
Tem tudo para vingar no seu segmento, onde a sua imagem moderna e rebelde serão, certamente, apelativas ao público mais jovem.

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Muito importante, esta é mais uma opção a ter em conta a todos os que aderirem à já aprovada “Lei das 125“.
Um produto “Made in Portugal“, feito por apaixonados das motas e que de geração para geração vai ficando cada vez melhor.
Para quem desejar conhecer melhor a AJP e a sua gama de produtos, clique em:
http://www.ajpmotos.com/ajp.html ou vá até à MotoMais (http://www.moto-mais.com/), na Rua Pintor Domingos Rebelo, nº 59, Ponta Delgada.
Por fim, o meu MUITO OBRIGADO à MotoMais, na pessoa do Manuel Martins, bem como ao proprietário da PR3, pela oportunidade de testar uma mota fabulosa.

Ao proprietário, desejos de muitos kms de diversão :-)

Boas Curvas!


 
 

EXPO 2 RODAS, MOBILIDADE E LAZER - Crónica

Abriu ao público na passada 6ª feira, a EXPO 2 RODAS, MOBILIDADE E LAZER, no parque de estacionamento da praia das Milícias.
Com o objectivo de promover a mobilidade e lazer através das 2 rodas, com e sem motor, várias empresas deste sector marcaram presença e expuseram os seus produtos, num espaço suficiente para uma primeira iniciativa, onde nem a presença da Divisão de Trânsito da PSP e vários Moto Clubes faltaram a esta iniciativa.
De salientar que um dos objectivos desta iniciativa foi divulgar um pouco mais a já muito na moda “lei das 125“, a qual permite os possuidores de carta de automóvel aceder à condução de uma mota até 125 cc.
Para abrilhantar esta Expo, esteve presente o grande impulsionador desta “lei das 125“, o Deputado do PCP Miguel Tiago.
Como era de esperar, os modelos expostos iam de encontro às pretensões da nova lei e proporcionaram a todos os visitantes um vasto leque de opções, quer em marcas e preços.
Mas passemos às fotos :-)
Espaço Peugeot de Luís Raposo:

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Sempre muito interessantes, as Peugeot há muito que já cativaram o público Açoriano :-)

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Mesmo ao lado, espaço da empresa Carreiro & Comp., Lda, representante da Suzuki, Piaggio, SYM, Gilera, entre outras.

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Um espaço agradável, que apresentava uma grande variedade de scooters, com especial destaque para as scooters SYM, as quais apresentam um nível assinalável de qualidade e variedade, a par de preços muito atractivos.
O Miranda olhava com especial atenção para este modelo da SYM, será que vai trocar a sua KTM por uma? ;-)

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Eu sempre gostei da Vespa :-)
Acho que esta fica bem com a cor do meu casaco ;-)

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No entanto, algumas marcas presentes tinham expostos algumas motas de alta cilindrada, de forma a abrilhantar ainda mais os seus espaços e dar a conhecer um pouco mais a gama de produtos que representam.

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Passando para o espaço do gigante Nipónico, isto é, a Honda, encontramos um espaço igualmente interessante.

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A Equiponda e ANC MOTOS expuseram uma boa quantidade de modelos, onde a grande estrela foi, na minha opinião, a Varadero 125.
Uma mota com porte de mota “grande” e com características fantásticas para o segmento em que se insere.

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No campo das Scooters também haviam porpostas a ter em conta :-)

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De destacar a excelente iniciativa deste grupo de empresas ao colocar à disposição do público um vídeo jogo que simula a condução da mota.

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A Keeway também estava lá, com os seus produtos a preços muito interessantes :-)

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O espaço da empresa Horácio Silva Garcia, apresentou uma grande variedade de scooters e motas da Yamaha, entre as quais vários modelos muito apelativos e espectaculares, como esta simples YZF-R 125 :-)

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A Yamaha está em “grande forma” neste segmento e possui, talvez, a gama de modelos 125 mais atractivos do mercado, os quais apelam à jovialidade e primam por uma grande modernidade das linhas a par de uma boa qualidade de construcção.

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As WR 125 R e X são de deixar qualquer um de cabeça perdida :-)

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Mas também existem os modelos mais económicos, mas igualmente fiáveis:

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Nas Scooters, não faltam opções:

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Esta fez parte da minha juventude :-)

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Nem o Rossi faltou a este evento ;-)

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Tal como referi, a Divisão de Trânsito da PSP marcou presença, com Agentes da Autoridade muito simpáticos e prestáveis :-)
Apesar de muitas vezes não reconhecermos, estes senhores trabalham diariamente para a nossa segurança nas estradas :-)

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Este “Xôr Polícia” parece-me familiar… :-)

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Alguns Moto Clubes também lá estiveram, com espaços criativos e reveladores das suas actividades, que não deixaram ninguém indiferente.
Grave Diggers MC, um Clube com uma identidade muito própria e com um espaço de grande impacto visual, com 3 Choppers expostas de grande espectacularidade, especialmente a “laranjinha”.
Importante referir que este foi o clube pioneiro e impulsionador das motas Custom e Choppers nos Açores, bem como pioneiro nas concentrações e actividades de solidariedade e caridade.
Os “ferros” estão na moda ;-)

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Clube Motard de São Miguel, com 2 relíquias expostas e passagem de alguns vídeos alusivos às actividades Mototurísticas que este Clube tem organizado e participado.
Uma presença obrigatória, dado tratar-se do Moto Clube mais antigo nos Açores e pioneiro no MotoTurismo.

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O Grupo Motard Sempre Livre também lá esteve, com um espaço simples, mas bem conseguido.
Apesar de serem uma organização muito recente, já possuem um currículo interessante, onde não faltam organização de 2 concentrações e actividades de carácter social, como eventos ligados à caridade.

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Por fim, o espaço dedicado ao Motocross Regional, com 3 belíssimas motas de MX :-)

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E assim terminou a minha deambulação pela EXPO 2 RODAS, MOBILIDADE E LAZER.
Mas antes de terminar, é importante dar os parabéns a todas as empresas envolvidas, nesta excelente iniciativa, as quais de forma muito interessante e apelativa souberam expor os seus produtos e transmitir ao público em geral a importância das motas (bem como bicicletas) como meio de transporte (e lazer) e como forma de escapar à “loucura” do trânsito que os centros urbanos apresentam actualmente.
Os meus parabéns, também, à entidade promotora deste evento, nomeadamente a Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada.
Com esta iniciativa deram, de certeza, um grande passo em frente no Motociclismo Regional.

Boas Curvas! :-)
 

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Preparando a época “adventure” 2009/2010 - Parte 4 - Teste Dinâmico

Após a minunciosa manutenção ao “coração” da KTM 950 Adventure do Miranda, faltava apenas efectuar manutenção à suspensão WP dianteira, ou seja, fazer uma mudança de óleo, de forma a manter a mesma com um funcionamento eficaz e desejado.
Para esta parte e devido a um conjunto de factores, o Miranda decidiu que seria melhor colocar este componente nas mãos do técnico da KTM, neste caso o Mestre Ernesto da SRMOTO, de forma a garantir uma mantenção correcta. Mas numa próxima vez, este poderá ser outro componente alvo de mais uma manutenção caseira :-)
Feita a intervenção na suspensão, fui auxiliar o Miranda a trazer a mota para casa, o qual me incubiu da missão de a conduzir até a casa. Fixe! :-)
Contudo, o Miranda tinha uma surpresa guardada para mim, isto é, pediu-me para efectuar um teste dinâmico à sua KTM, no asfalto e no fora de estrada, de forma a testar a validade da manutenção por nós efectuada, bem como a manutenção feita à suspensão dianteira.
Fiquei radiante, mas ao mesmo tempo com um grande sentido de responsabilidade, pois era o 1º passeio a “sério” que esta “menina” ia efectuar deste a sua paragem.
Haviam algumas preocupações que tentei ter sempre em mente, ou seja, ir verificando o nível do líquido refrigerante, verificar se a bomba de água estava a funcionar dentro da normalidade, verificar se não haviam derrames de óleo na tampa do motor, e, finalmente, verificar se a suspensão dianteira estava a trabalhar de forma correcta.
Parecem poucas coisas, mas para testar convenientemente, são situações que assumem alguma responsabilidade, especialmente quando feitas por um “outsider” ;-)
Inicialmente, não pretendia fazer o teste no fora de estrada, dado que não estava devidamente equipado. Mas assim que arranquei da oficina, a rebeldia e a irreverência tomou conta de mim e já começava a pensar qual era o 1ª trilho a tomar.
Estas KTM Adventure são o “diabo”, levam-nos à perdição, não há hipótese :-)
Assim sendo, parti dos Arrifes em direcção à Relva, onde de imediato tomei um pequeno atalho para entrar no meu primeiro percurso fora de estrada, o trlho da Vigia das Feteiras.
Um  trilho ideal para este teste, dado que possui alguma variedade de piso e, dado que já é um velho conhecido meu.
Feitos os primeiros kms, nada a apontar, com a KTM a responder dentro da normalidade, isto é, com uma resposta cheia e limpa, com a ventoínha a trabalhar nas situações mais “quentes” e, mais importante, nenhuma luz avisadora a acender no painél.

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No capítulo da suspensão dianteira, nada a apontar, a não ser elogios ao trabalho efectuado pelo Mestre Ernesto. As WP estavam a absorver as irregularidades de forma muito eficaz, com a alguma suavidade à mistura, tornando o domínio da KTM num exercício de prazer e diversão.
Estavam um espectáculo e a KTM evoluía no terreno de forma muito natural :-).
Estava a adorar! :-)
Quando cheguei ao fim deste trilho, achei que ainda era muito cedo para terminar este teste e tomei a estrada de asfalto que me iria levar até ao miradouro da Vista do Rei.
No asfalto, apenas uma situação a apontar, a partir de uma certa velocidade, a direcção começava a abanar de forma algo assustadora.
No entanto, esta situação poderá estar relacionada com o facto de a KTM ter um pneu cardado montado, por não ter todas as carenagens montadas e por, recentemente, o Miranda ter montado uma nova jante dianteira, a qual ainda não foi devidamente calibrada, devido à falta de “pesos” para as jantes raiadas.
Neste capítulo, teremos que aguardar pela resolução de todos os factores acima enunciados.
Mas não foi por causa destes contras que deixei de me divertir com a Adventure no asfalto, pelo contrário, ela portou-se à altura dos desafios, devorando as curvas e proporcionando-me sensações motorizes fantásticas, como o seu “cantar” forte e profundo e acelerações muito entusiasmantes.
Que mota viciante!!! :-)
E paragem na Vista do Rei, com a foto obrigatória da magnífica vista sob as lagoas.

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Esta paragem foi aproveitada não só para relaxar um pouco com a vista, mas também para verificar novamente se a KTM estava em ordem, ou seja, ne os níveis dos líquidos estavam correctos e se não haviam derrames.
Uma vez mais, tudo em ordem, confirmando a boa manutenção que o Miranda planeou e efectuou, deixando-me mais descansado e pronto para mais alguns kms.
Como ainda estava com o “diabo” no corpo, decidi verdascar mais um pouco e entrei no trilho das Cumeeiras, onde o seu traçado rápido e divertido iria me proporcionar bons momentos de condução “off-road“.
Neste trilho, as vistas sob as lagoas são de cortar a respiração :-)

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Ainda sem alguns plásticos e protecções, a KTM estava algo descaracterizada, mas não menos eficaz ;-)

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A travessia das Cumeeiras deu-se num ápice, com a KTM a revelar-se um “brinquedo” e de uma facilidade desconcertante, quando comparada ao meu “mamute” V-Strom
A suspensão dianteira estava a trabalhar às “mil maravilhas”, não causando cansaço significativo aos braços, tornando a condução ainda mais divertida.
No final das Cumeeiras, decidi fazer o mesmo trilho de regresso :-)

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Feito no sentido Sete Cidades-Vista do Rei, as Cumeeiras tornam-se num trilho ainda mais divertido, na minha opinião, claro ;-)
Pelo caminho, alguns cuidados, dado que por vezes encontramos Agricultores nas suas mudanças de pastagens.
Mas a KTM estava toda afinadinha, não havia motivos para receios ;-)

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A partir deste ponto, praticamente me concentrei na condução da mota, dado que tudo estava a trabalhar dentro da normalidade desejada, não havendo razão para mais paragens intermédias de verificações técnicas.

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Depois das Cumeeiras, regressei ao asfalto e à bonita estrada sinuosa, onde a KTM bailou nas curvas que nem uma bailarina profissional.
Esta estrada levou-me, novamente, até ao trilho da Vigia das Feteiras, o qual foi feito em sentido contrário.

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Ao longo deste trilho, a Adventure continou a maravilhar-me com o seu comportamento e a demonstrar que tudo estava bom.
É caso para se dizer “dam, we’re good:-)

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No final, regresso ao asfalto e regresso a casa, para montagem dos restantes componentes plásticos e respectivas protecções.
Em jeito de conclusão, verificou-se que a intervenção mecânica foi positiva e acertada, dado que a KTM não transmitiu nenhum sintoma de anomalia mecânica, funcionando da forma que melhor sabe, ou seja, “Ready To Race“.
De salientar também, a excelente manutenção da suspensão dianteira efectuada pelo Mestre Ernesto da SRMOTO, o qual conseguiu um bom equilíbrio de funcionamento entre suavidade e eficácia. Uma maravilha! :-)
Por fim, o meu MUITO OBRIGADO ao Miranda pela honra concedida de ser o 1º a testar a KTM após esta manutenção de grande importância.
Um sinal de grande confiança, mas mais importante, um sinal de amizade e camaradagem que já existe algum tempo entre nós. Bem haja!!! :-)

Boas Curvas! :-)


 
 
 

Dual Sport Riding Techniques - Basic & Advanced - DVD

Algum tempo atrás, adquiri 2 DVDs fantásticos sobre técnicas de condução no fora de estrada aos comandos de Trails ou Maxi Trails, os quais têm sido uma ajuda preciosa nos passeios de aventura que o grupo do costume tem realizado.
Estes DVDs foram produzidos pela DUAL SPORT RIDING (http://dualsportriding.com/) e por uma equipa de Motociclistas muito experientes que, de forma muito natural e profissional, mostram ao longo das filmagens técnicas muito úteis e eficazes na condução destas grandes motas no fora de estrada.
As filmagens são de grande qualidade, muito elucidativas e são feitas numa zona que oferece as mais variadas condições de terreno e situações que poderemos encontrar numa incursão TT.
Digamos que é uma espécie de curso de condução fora de estrada via filme :-)
Estes DVDs de técnicas de condução, dividem-se em 2, em que o 1º DVD é o Dual Sport Riding Techniques:

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Este DVD concentra-se apenas nas técnicas mais básicas, como as posições do corpo mais adequadas, dependendo da dituação, curvar, subidas e descidas de montanhas ou terrenos com grandes inclinações ou depressões, condução em terrenos pedregosos, arenosos, enlameados, entre outros, escolha da melhor trajectória, etc.
Também inclui alguns extras muito úteis, como a preparação básica da mota, mudança de pneus, afinação da suspensão, etc.
Um filme muito cativante e que nos alarga os horizontes no que respeita à condução das Maxi-Trails ou Trails no fora de estrada.
O 2º DVD, é o Advanced Dual Sport Riding Techniques:

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Este DVD dá continuidade a todos os aspectos que foram focados no 1º DVD, mas com a particularidade de transpor estes aspectos para cenários mais complicados, adicionando mais algumas técnicas específicas e mais algumas técnicas para situações mais díficeis e específicas.
Alguns dos aspectos focados neste DVD de técnicas avançadas são as técnicas de travagem, técnicas avançadas de curvar, uso adequado da suspensão na ultrapassagem de obstáculos ou terrenos díficeis, travessias de ribeiras/cursos de água, condução em bermas, terrenos acidentados ou bermas de montanhas, formas de ultrapassar zonas complicadas, condução com pendura, conservação de energia física, entre outos aspectos cruciais.
O objectivo de ambos os filmes mais não é do que tornar os entusiastas pelo Mototurismo de Aventura em Motociclistas mais preparados, mais confiantes e mais descontraídos nos seus passeios, fazendo com que cada passeio seja um mero exercício de prazer e aventura.
Em ambos os filmes são usadas motas do dia a dia e bem conhecidas, como as KTM 640/950 e 990 Adventure, Kawasaki KLR 650, BMW F 650, entre outras.
Estes DVDs podem ser adquiridos em http://dualsportriding.com/.

Para perceberem um pouco melhor aquilo que expliquei acima, deixo-vos o trailer:

Já testei algumas destas técnicas e resultam na perfeição :-)

Boas Curvas! :-)

Preparando a época “adventure” 2009/2010 - Parte 3

Alguns dias atrás, voltamo-nos a reunir na garagem do Miranda, para mais alguns trabalhos de manutenção, os quais visaram apenas a KTM 950 Adventure do Miranda.
Desta vez, a nossa atenção centrou-se na montagem dos novos componentes que constituem todo o sistema mecânico da bomba de água, como os rolamentos, freios, entre outros, bem como a montagem final da tampa do motor, onde se inclui a montagem de uma nova junta.
Operações que antecedem, naturalmente, a colocação de todos os líquidos essenciais ao funcionamento da “laranjinha”.
Mas vamos por partes! :-)
Quanto à bomba de água, o Miranda após ter lido atentamente o manual de mecânica e todos os relatos referentes a esta operação, feitos por outros utilizadores, ganhou coragem e passou à fase de montagem, sempre com a minha ajuda e do Gregório, dado que 3 cabeças pensam melhor que uma ;-)
Para esta operação, os rolamentos forma colocados uns dias antes do frigorífico :-) , e a tampa do motor foi aquecida no fogão, de forma a facilitar o encaixe dos rolamentos.
Uma operação que mais parece retirada de um livro de culinária, mas que resulta na perfeição :-)

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Depois de alguns minutos ao lume, passamos à montagem dos novos rolamentos, com o devido cuidado e ajuda de um martelo e de uma ferramenta oriunda das chaves de roquete, com a mesma largura dos rolamentos. As pancadas do martelo tinham que ser dadas com calma, descontracção, mas de forma firme.

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Havia algum nervosismo nesta operação, dado que haviam alguns receios de danificar os rolamentos, mas no fim, tudo correu da melhor forma e com a ajuda de alguma massa consistente à base de lítio, os rolamentos escorregaram para a sua posição correcta.

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A colocação deste freio, que fica entre os 2 rolamentos que constituem este mecanismo da bomba de água, não ofereceu qualquer problema de montagem :-)

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O Miranda lá de vez em quando ficava um pouco nervoso e começava a ser um pouco mais “precipitado” na montagem. Mas após alguns segundos de relaxamento e de respirar fundo 3 vezes, as coisas aconteciam de forma mais natural e calma.
É o nervosismo típico de quem se aventura na mecância pela 1ª vez :-)
Eu também estava um pouco nervoso… ;-)

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Após finalizada a operação da montagem dos rolamentos, colocamos uma espécie de vedante em borracha, mas um pequeno veio que travessa este vedante e rolamentos.

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Como se tratava de uma peça em borracha, as pancadas do martelo foram mais cuidadosas, de forma a não deformar/danificar esta peça em borracha.

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Mais uma operação bem sucedida! :-)
Seguidamente, pssou-se à limpeza da zona onde a tampa da bomba de água vai ser montada, bem como à limpeza da zona onde a tampa do motor vai encaixar.

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É importante limpar esta zona, de forma a que a nova junta fique fixa de forma uniforme, sem altos ou baixos causados por resíduos da junta antiga.

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Enquanto um limpa, o outro aperta os parafusos que seguram a ventoínha do radiador, “team work” ;-)

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Outro mecanismo que o Miranda aproveitou para fazer manutenção, foi o sistema hidráulico da embraiagem.

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A desmontagem do parafuso interior deste sistema hidráulico revelou-se manhosa, ou seja, o parafuso interior era fácil de desapertar, mas retirá-lo foi mais complicado :-(

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Com uma ferramenta especial, entenda-se, um bocadinho de madeira :-) , conseguiu-se retirar o parafuso pretendido. Com um pouco de pressão, a madeira encaixou na ranhura do parafuso, permitindo puxar o mesmo para o exterior e proceder-se à manutenção.

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O hidráulico da KTM do Miranda estava em boas condições, não havendo muito mais a fazer.
Outra alteração muito útil, foi a colocação de umas válvulas na suspensão dianteira, as quais vazam o ar em excesso do interior da suspensão com apenas um pouco de pressão no topo da válvula. Uma operação que originalmente é feita através de um parafuso e de uma chave.
Agora é mais rápido e eficaz! :-)

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Para a montagem da tampa do motor, bem como de outros componentes, havia necessidade de recorrer a uma ferramenta específica e da qual não dispúnhamos, uma chave dinamométrica.
Apenas com esta chave é que conseguimos garantir que determinadas peças ficam com o aperto certo, de forma a que as vibrações não façam com que estas se soltem.
No entanto e sem que nada o fizesse prever, o Miranda comprou esta chave mágica para estas operações:

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Uma chave com boa qualidade de construcção e com capacidade para a maior parte dos apertos necessários a estas intervenções mecânicas, com indicação em Nm e Libras.

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Antes de passarmos à montagem da tampa do motor e da bomba de água, verificação dos parafusos necessários a esta operação, dado que consoante as zonas, o tamanhos dos parafusos mudam.

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Antes de usarmos a chave dinamométrica na tampa do motor, testamos a mesma na montagem do bujão do reservatório de óleo, o qual, segundo o livro de manutenção, requer um aperto com este tipo de chave.

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Uma chave simples de operar e que, quando atinge a força de aperto desejada, dá um “clic” a indicar que já atingimos o aperto certo.
E toca a preparar a montagem da pampa do motor:

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Não esquecer de colocar a nova junta e certificar que a mesma fica colocada correctamente, porque basta um decuido para no fim haverem derrames de óleo pela junta.

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Respira-se fundo uma vez e bora lá:

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E já está! :-)

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Uma operação um pouco delicada, mas que correu bem.
Não obstante a este sucesso, o Miranda e o Gregório fizeram algumas verificações de segurança, seguindo o manual.
Rapazes cuidadosos ;-)

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E a chave dinamométrica entra novamente em cena, onde se dá o aperto com os Nm indicados pelo manual :-)

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Montagem da tampa de um filtro que se encontra na parte inferior do motor:

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Depois pasamos à montagem dos restantes componentes da bomba de água, onde se inclui uma pequena ventoínha:

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Na montagem da bomba de água, utilizamos um pouco de cola LOCTITE 243 nos parafusos, de forma a reforçar a fixação dos mesmos. Uma operação indicada no manual de medcânica da KTM.

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2 cabeças pensam sempre melhor que 1 :-)

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Antes da montagem da tampa da bomba de água, procedemos a uma limpeza de todo o circuito deste mecanismo, com uma simples mangueira de água e injectar água para o interior.
Entra por um lado e sai pelo outro :-)

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Uma operação simples, mas que me deixou um pouco apreensivo.
Mas se é assim, então não vale a pena ter mais dúvidas ;-)
A partir daqui, montou-se a tampa da bomba de água e todos os restantes componentes necessários para se colocar a mota em funcionamento e testar a validade da nossa intervenção mecânica.

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O Gregório ocupou-se do bujão de óleo do motor:

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E substituiu o filtro de ar, o qual já não estava em condições:

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Montagem do hidráulico da embraiagem, simples e rápido de efectuar:

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Não esquecer de montar o colector de escape do cilindro dianteiro, o qual revelou-se muito simples de montar, ao contrário de algumas motas…

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Os depósitos laterais é que são um pouco mais incómodos de montar, mas nada que com um pouco de paciência não se faça ;-)

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Montagem da bateria:

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E hora de colocar todos os líquidos necessários ao funcionamento da KTM, começando pelo líquido refrigerante:

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Atestou-se até que o mesmo transbordou, transparecendo uma cor algo “nuclear” :-)

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E colocação do precioso óleo:

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Antes de colocar a KTM em funcionamento, últimas verificações no manual de mecânica, de forma a verificarmos se não faltou fazer nada e se tudo o que é necessário ao seu funcionamento está devidamente montado.

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E chegou à hora do momento da verdade, ligar a mota:

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A KTM não se negou e entrou em funcionamento :-)
Durante os minutos em que a deixamos em funcionamento, ela desligou-se algumas vezes, fruto (julgamos nós) do óleo ainda não estar a circular por completo no motor.
Mas depois de ultrapassada esta fase, nunca mais se desligou e os ruídos mecânicos emitidos pelo motor e escape pareceram-nos normais e saudáveis. A Adventure está, de novo, “viva” e pronta para acção! :-)
Agora fica a faltar o teste de estrada, de forma a confirmar se tudo está a trabalhar bem e se não existem derrames de líquido refrigerante ou óleo.
No fim, a celebração foi inevitável :-)

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E uma foto das peças velhas que foram substituídas por novas:

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Os dias que passamos na manutenção da KTM 950 Adventure do Miranda foram muito positivos para nós todos, mas principalmente para o Miranda, dado que tivemos um contacto mais directo e intímo com o mundo da mecânica, onde nos foi possível acabar com alguns tabus e incertezas típicas de quem nunca se aventurou neste mundo.
Com calma, descontracção, ferramentas certas e com os manuais, tudo se faz.
Também saliento o papél do Miranda nesta intervenção, dado que as operações mais importantes e de risco foram feitas por ele, contribuindo para alargar os seus conhecimentos pessoais da sua mota.
Agora ninguém o pára :-)
O ínicio da época “adventure” está cada vez mais próximo :-)

Boas Curvas! :-)

PS: Ontem ao final do dia, o Miranda efectuou um primeiro teste de estrada e, tudo parece estar a funcionar dentro da normalidade. Espectáculo! :-)
 

EXPO 2 RODAS, MOBILIDADE E LAZER

Nos próximos dias 25, 26 e 27 de Setembro, irá realizar-se a EXPO 2 RODAS, MOBILIDADE E LAZER, no parque de estacionamento da praia das Milícias-Ponta Delgada.

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Este será um evento cuja temática se encontra subordinada às questões da mobilidade e lazer, as quais passam, efectivamente, pela utilização da mota ou bicicleta, como meios de promoção das temáticas deste evento.
Um evento que contará com a presença de várias empresas ligadas às 2 rodas, com ou sem motor, as quais irão expor os seus produtos e serviços à disposição de todos os visitantes.
Um evento a não perder e promovido pela Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada.
Para os interessados, os horários desta EXPO são os seguintes:

Sexta-feira, dia 25: 18:00 às 24:00
Sábado, dia 26: 13:00 às 24:00
Domingo, dia 27: 13:00 às 22:00

Não percam!

Boas Curvas! :-)