"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts de Julho, 2009

Belo capacete…

Já conhecem este novo modelo de capacete??? :-)

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Este capacete é o último grito da tecnologia, ou seja, construído com materiais nobres, sistema de ventilação, arejamento, bem como design desenvolvido em túnel de vento, interiores anti-transpirantes, anit-alérgicos, laváveis e desmontáveis, viseira anti-embaciante, etc, etc.
Quanto ao fabricante, o mesmo ainda é desconhecido, dado que este capacete ainda encontra-se em fase de testes, mas prevê-se uma grande procura… ;-)
Resumindo: é de partir a rir :-)

Boas Curvas! :-)

ADVENTURE RIDING TECHNIQUES - Livro

Para quem gosta de usar as suas Maxi-Trails no “off-road”, ou simplesmente pretende ou sonha fazer uma viagem de aventura, existem determinadas dúvidas ou questões relacionadas com a condução destas “grandes” motas no fora de estrada, que invariavelmente relacionam-se com quais as melhores técnicas para tirar partido destas motas.
Para responder a muitas destas questões, recomendo o livro “ADVENTURE RIDING TECHNIQUES”, o qual considero um livro muito bom nesta área, aliás, este será a vossa biblía obrigatória ;-)

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Este livro foi escrito por Robert Wicks e Greg Baker, dois viajantes com muitos quilómetros de experiência e que passaram todos os seus conhecimentos de técnicas de condução para este livro, o qual possui ilustrações muito boas e elucidativas.
De salientar que este livro teve a colaboração de Simon Pavey, o qual é instructor numa das escolas de “off-road” da BMW, bem como um ex competidor do Dakar. Ao longo do livro, Simon vai fornecendo conselhos muito importantes para as mais variadas situações, conselhos estes que pretendem não só melhorar as técnicas de condução, mas também ajudar cada um a construir uma atitude mais positiva e tirar o máximo de partido da sua mota num simples passeio, ou mesmo numa viagem de aventura.

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Este livro não pretende ser uma espécie de manual para resolução de todos os problemas, mas antes um guia que pretende maximizar os níveis de controle que cada um tem sobre a mota, minimizar os níveis de fadiga, que muitas vezes atrapalham, forncer a técnica de condução mais adequada para cada situação e, mais importante, fazer do Mototurismo de Aventura uma experiência mais segura e divertida.
Este livro poderá ser adquirido na Touratech Portugal em: http://www.touratech-portugal.com/

Boas Curvas! :-)

PS: Depois de ler o livro, o mais díficil é ter a coragem para aplicar determinadas técnicas. Mas aos poucos vou tentando… ;-)


 
 

SETE CIDADES TT - Sol, Lama, Terra, Areia & Muita Diversão

Aproveitando o balanço do último fim-de-semana, Eu na V-Strom 650 Adventure, o Gregóri0 na Dominator e o Nuno na KLE, voltamos à terra este Domingo que passou.
Encontramo-nos no local habitual, onde as condições climatéricas apresentavam-se boas para mais um dia de verdasca. Aliás, o dia estava a clarear aos poucos e parecia que ia ficar ainda melhor.

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Devido a uma prova do Campeonato Regional de Rallye que estava a decorrer na Ribeira Grande, decidimos que seria melhor não explorar os trilhos desta zona da ilha, dado que os mesmos poderiam estar a ser usados pelo Rallye e decidimos ir para os trilhos da zona das Sete Cidades.
A zona das Sete Cidades é muito rica em percursos para a prática do todo terreno, onde existe uma grande variedade de percursos, que vão desde a simples estradões a trialeiras muito complicadas. Mas estes últimos são para a malta das “cabras do monte” ;-)
Fizemo-nos à estrada e entramos nos trilhos da Rocha da Relva, trilhos que já conhecemos bem, mas que para o Nuno poderiam ser uma novidade, ou não fosse este o seu 2º passeio na nossa companhia.

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Ora aqui está um cenário que podemos encontrar nos trilhos Micaelenses, ou seja, um animal solto e perdido:

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É preciso ter muita atenção, porque estes animais que se encotram perdidos podem causar surpresas desagradáveis…
No entanto, o trilho da Vigia das Feteiras já estava à espreita e a adrenalina do pessoal já começava a subir um pouco mais :-)

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Este trilho estava com muita pedra solta e em algumas partes, o piso apresentava-se um pouco duro e com algumas “armadilhas”, como depressões inesperadas ou mesmo pedras semi-enterradas, daquelas que fica só a parte mais em bico de fora e que são muito boas para furar peneus :-(

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O que vale é que o espírito do grupo é sempre de fazer estes trilhos com calma e descontracção, apesar do factor diversão + adrenalina estarem sempre associados. Mas vamos com calma ;-)

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Um aspecto que gosto neste trilho é a cobertura de vegetação e canas que possui em algumas partes do trilho. Por um lado torna o trilho mais interessante e dá uma sensação de trilho selvagem e “virgem”, por outro lado, estamos sempre a levar com as canas no capacete e na mota.

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Numa das pastagens da Vigia das Feteiras, havia uma grande plantação de milho. Uma imagem bonita :-)

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No fim do trilho da Vigia das Feteiras, apanhamos uma pequena ligação de asfalto e voltamos a entrar na terra. Decidimos fazer os trilhos que vão desde a freguesia das Feteiras até aos Mosteiros, dado que estes trilhos são acessíveis e bons para rolar e as suas curvas são boas para fazer uns “power slides”.

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Passamos momentos de grande diversão e o Nuno teve a oportunidade de explorar um pouco mais a condução de pé, dado que este é um tipo de condução que ainda não se sente 100% à vontade.
Mas aos poucos este companheiro está a ficar mais à vontade ;-)

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Na freguesia dos Mosteiros, entramos num trilho que sobe a montanha em direcção às Sete Cidades.
Este trilho estava muito interessante, ou seja, estava super enlameado :-)

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A nossa subida foi cautelosa, pois o piso estava super escorregadio, principalmente devido à forte chuvada que tinha caído na noite passada.

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Não tivemos muito pó, mas também não faltou lama para animar o grupo ;-)

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Isso, abre as perninhas, pode ser que ajude ;-) :-)

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E por falar em lama :-)

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Vai Gregório, acelera :-)

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Após alguns quilómetros de lama, iniciamos a nossa descida às Sete Cidades, onde aos poucos a paisagem começava a ficar mais verdejante.

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No final da descida, paragem para relaxar um pouco e para a fotografia dos “bravos do pelotão” ;-)

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Durante a nossa paragem, passaram alguns Moto4, os quais não se inibiram de dar algum espectáculo para a fotografia:

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Passados alguns minutos, voltamos à verdasca, porque paragens muito prolongadas quebram o ritmo ;-)
Entramos em mais um trilho descendente e que nos levava cada vez mais ao centro das Sete Cidades, onde foram necessários alguns cuidados, dado que havia alguma lama na descida e sinais de derrocadas.

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E mais uma ligação por asfalto, na qual é possível visualizar toda a beleza paisagística das estradas sas Sete Cidades. São estradas de montanha enfeitadas com hortênsias, muito verde e um grande prazer de circular aos comandos de uma mota.

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Os próximos trilhos eram de grande expectativa e algum nervosismo, pelo menos para mim, pois tratavam-se de alguns trilhos que nos levariam ao famoso Caminho dos 3 Kms, o qual é um trilho em sentido ascendente e que costuma a fazer parte de várias provas de rampa e TT.
Não é que seja um trilho muito díficil, mas se for no Inverno e se for num perído de grandes chuvadas, este trilho costuma a ficar muito partido, ou seja, com muitas valas e regos, que não deixam muita margem para falhas às Maxi-Trails.
Já fiquei atascado neste trilho e em plena subida e não foi nada agradável sair daquela situação.
Mas apesar daquele nervosismo que normalmente sentimos no fundo do estômago, lá fomos nós.

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Nesta zona apanhamos algumas partes do piso feitas de areia vulcânica, o que tornou este trilho ainda mais interessante, pois a condução em areia não é uma situação muito frequente nos nossos passeios.

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A dada altura passei a máquina fotográfica ao Gregório, porque isto de fazer uma crónica e não aprecer é lixado, especialmente quando se tem um “mamute” como o meu a verdascar :-)

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E íniciamos a subida do Caminho dos 3 Kms… Ai, Ai… ;-)

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Tal como era de esperar, este Caminho não estava de todo mau, mas também estava longe de estar bom.
Havia lama, muitas lombas, e vários regos provocados por máquinas que se encontram a trabalhar no desbaste de mata.

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Nesta subida existem 2 curvas largas que, no caso de grandes “mamutes” (como o meu), convém que sejam feitas de uma só vez, porque existem regos e pedra solta na curva, que, em caso de paragem a meio, poderá causar dificuldades no arranque.

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Felizmente, passamos todos à primeira, apesar de uma das curvas apresentar um grande buraco a meio.

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Após estas 2 curvas, o Caminho dos 3 Kms torna-se mais acessível e apenas temos que ter cuidado na subida à saída do mesmo, dado que, normalmente, tem o piso em más condições, onde se inclui muito cascalho solto, que causa dificuldades de tracção.

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Fiquei impressionado com o Nuno e com a sua KLE neste percurso, dado que conseguiram ultrapassar todas as dificuldades que o mesmo apresentava e, diga-se de passagem, com uma atitude e à vontade surpreendentes.
Ele está à pouco tempo nestas andanças e tem um ritmo muito próprio, mas já dá sinais de evolução. Cá para mim anda a treinar nas horas vagas ;-)

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No fim do Caminho dos 3 Kms, paragem no miradouro da Vista do Rei, para uma vista que já é cartão de visita para quem visita São Miguel.
O que posso dizer, um ESPECTÁCULO!!!

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Neste miradouro era vísivel a grande quantidade de turistas que lá estava e que se deliciava com a vista.
Contudo, decidimos deixar esta confusão e voltar à terra, através de uma pequena ligação pelo asfalto.

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O nosso próximo objectivo situava-se na freguesia dos Mosteiros, mais concretamente uma zona de areia, onde já nos foi possível passar momentos bem divertidos.
O percurso de acesso até lá foi sempre em sentido descendente, levando-nos a adoptar um ritmo calmo e prudente.

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Quando lá chegamos, ficamos um pouco desiludidos, pois a pequena duna de areia que lá existia já tinha desaparecido e o piso de areia parecia algo duro, talvez devido à chuvada da noite anterior.

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Mas mesmo assim, ainda estavam reunidas condições para alguma diversão e para prática em pisos arenosos.

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O Gregório foi o primeiro a verificar se a areia estava mole ou não :-)

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O Nuno também não resistiu à tentação de um “burnout” arenoso :-)

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Por fim, lá vim eu e o meu “paquiderme” ;-)

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Bem, tive que mostrar aos meninos como é que se faz um “burnout” a sério ;-)

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Já perceberam que afinal a areia não estava assim tão dura :-)

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Nem precisou de descanso lateral :-)

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A verdasca estava a ser boa, mas já estava na hora de regressar a casa. Mas lá por regressarmos não quer dizer que não seja por “maus caminhos” ;-)

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O regresso a casa foi feito por mais alguns trilhos que nos levaram até à freguesia das Feteiras, os quais não ofereceram qualquer tipo de dificuldades.
A facilidade com que se fez estes últimos trilhos foi muito bem-vinda, dado que já se sentia algum cansaço, associado ao muito calor que se fazia sentir.
Estava um belo dia de Verão!

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De salientar que a última parte do passeio foi feita através do trilho da Vigia das Feteiras, ou seja, voltamos a fazer o mesmo, só que em sentido inverso.
No final, uma última paragem e mais algumas conversas, mas já em tom de despedida.
A paisagem da Rocha da Relva ajudou a descontrair um pouco.

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E assim terminamos mais uma grande verdasca! :-)
Foi um óptimo passeio, que nos levou por uma boa variedade de trilhos, sempre debaixo de um clima típico de Verão, onde só mesmo o calor foi a nossa maior dificuldade.
Ok, houve alguns trilhos que me causaram alguns calafrios, mas no fim a sensação de vitória superava qualquer sentimento mais angustiante ;-)
Nota final para a boa disposição que reinou durante o passeio, bem como o espírito de camaradagem.

Abaixo, encontram-se os dados relativos ao passeio:
Número de Participantes:
3
Númer de Quedas: 0
Tempo Deslocação: 01:57
Parado: 01:35
Deslocação Média: 35.6 km/h
Média Geral: 19.6 km/h
Velocidade Máxima: 174 km/h
Ascenção Total: 1628 m
Elevação Máxima: 590 m
Odómetro: 69.84 km

Mapa com o percurso do passeio:

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Boas Curvas! :-)

Já chegou a São Miguel o KTM 450 SX ATV

A convite a SRMOTO, concessionário oficial da KTM em São Miguel, o MotoAzores foi conhecer pessoalmente o muito aguardado Moto4 “Ready to Race” da KTM, o 450 SX ATV:

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O primeiro impacto visual é simplesmente arrebatador, diria mesmo BRUTAL, pois estamos na presença de um Quad cujo desenvolvimento e concepção foi pensado apenas com um objectivo, competição, ou melhor dizendo, ganhar corridas! :-)

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A KTM empenhou-se a fundo no desenvolvimento desta “bomba” e aplicou todo o seu “know how” neste “brinquedo”, o qual evidencia desde logo as suas pretensões, bem como uma elevada qualidade de construcção, bem patente em todos os materiais e acessórios usados na sua construcção.
Desde logo, verfica-se a presença do poderoso monocilindríco a 4 tempos de 449 cc, de refrigeração líquida e alimentado por um carburador Keihin FCR-MX 41, assistido por uma caixa de velocidades de 5 velocidades.

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Um motor sobejamente conhecido por ser um dos mais potentes do mercado e que apresenta uma taxa de compressão de 12,5:1, tornando-o num dos motores mais rotativos e com maior entrega de potência.
Por outras palavras, um colosso, que apenas precisará da parte do seu proprietário a mudança da ponteira de escape de série por uma AKRAPOVIC, por exemplo.

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Mas este Moto4 não é só motor, apesar de ser um elemento preponderante.
Também estamos perante uma ciclística de “alta costura” e pronta a enfrentar todo o tipo de abusos, onde as suspensões multi-ajustáveis da WP saltam de imediato à vista, com as molas a estarem pintadas no bonito laranja KTM:

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Estas são as primeiras suspensões desenvolvidas pela WP específicamente para este modelo, e que permitem um leque muito variado de afinações, onde se inclui afinação da pré-carga, da recuperação da mola e da compressão da mesma em baixa e alta velocidade.
Na dianteira encontramos molas com um curso de 244 mm e na traseira um curso de 258 mm.
Um pormenor curioso no campo das suspensões, é o facto da suspensão traseira seguir a filosofia das motas de 2 rodas de MX e Enduro, ou seja, estamos perante o já bem conhecido sistema PDS, o qual garante um desempenho à altura das maiores exigências e com provas dadas em competição.

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De salientar que os braços/triângulos dianteiros do SX são de 32 mm de espessura e conferem à dianteira uma largura total de 1.265 mm, garantindo um apoio e estabilidade total da dianteira. Neste modelo, não são precisos “truques” ou peças “after market” para melhorar o comportamento da dianteira, está tudo lá e é tudo uma questão de afinação ao gosto do cliente ou características do circuito.

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A secção traseira também encontra-se bem servida, com um braço-oscilante que permite a afinação do eixo, o qual poderá ir dos 1.193 mm aos 1.265 mm, contribuindo (tal como a dianteira) para um grande aprumo e precisão desta secção.

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A travagem traseira é feita por um disco de travão de 200 mm e na dianteira por 2 discos “wave” de 180 mm assisatidos por um evoluído sistema de travagem da Magura. Ambos os travões encontram-se assistidos por cabos em malha de aço.

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Outro pormenor que achei de bom gosto, são as jantes utilizadas, as quais são da DWT e são em alumínio.

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Além de serem bonitas, são de grande eficácia no terreno, onde as jantes traseiras possuem um sistema que, em caso de furo, evitam que o pneu se solte da jante. Mais um pormenorm típico de Quads de corrida, especialmente os de QuadCross.

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Até nos pneus não foram feitas quaisquer concessões e foram colocados uns magníficos Maxxis Razr MX, os quais deverão fazer as delícias em provas de circuito e não só.

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E a coluna de direcção?
Escusam de ir ao mercado de peças especiais, pois neste KTM este pormenor não foi esquecido e encontramos uma coluna de direcção apta à competição, associada a um guiador em alumínio Magura de 28mm.

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Também achei a embraiagem hidráulica da Magura um pormenor delicioso, dado que são muito eficazes e suaves de acionamento.

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Os seus comandos são de grande simplicidade, como mandam as regras da competição e apenas encontramos um par de luzes avisadoras mais a chave. Tudo está pensado para a mais pura competição, tudo o que é supérfulo não existe neste Quad.

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Ainda na ciclística, a KTM dotou o SX de “nerf bars” e respectiva rede. Um acessório obrigatório para quem quer competir e que além de possuir uma função específica, confere um “look” ainda mais agressivo e “racing”.

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Reparem neste pormenor existente nos “nerf bars”:

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Não há hipótese de confusão, é um KTM! :-)
O depóssito de gasolina é bem ao estilo MX, tendo apenas capacidade para 10,3 litros de gasolina, além de permitir um bom encaixe do corpo e contribuir para uma grande maneabilidade.

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Para terminar, referência importante para o quadro “chromoly steel” + sub-quadro em alumínio de apenas 14 kg, a contribuirem para um peso total de 165 kg (com todos os líquidos, exceptuando a gasolina), tornando este Quad numa das referências incontornáveis do mercado.

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A KTM uma vez mais mostrou estar à altura dos desafios e exigências da competição, criando um Moto4 de eleição, recheado de componentes de grande qualidade e eficacia, dispensando qualquer tipo de gastos desnecessários.
Um Quad que espelha bem a filosofia da marca Austríaca e ambição de vencer dentro e fora das pistas. Aliás, este SX já está a dar nas vistas nas competições um pouco por todo o Mundo.
Com este SX, a questão que se põe ao utilizador é, “Are You Ready To Race?”.

Boas Curvas! :-)

PS: Da parte do MotoAzores, os nossos agradecimentos à SRMOTO pelo convite dirigido e pela oportunidade de ver em primeira mão um Quad de deixar “água na boca”.
 
 
 
 
 

SHOEI XR - 1100

A reputada marca Japonesa de capacetes, a SHOEI, já apresentou o sucessor do seu popular XR - 1000 e que promete ser um caso sério de popularidade, o XR - 1100:

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Na minha opinião, só existe um adjectivo para classificar este capacete, especialmente o seu aspecto, ESPECTACULAR!

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O XR - 1100 apresenta argumentos muito actuais e capazes de convencer qualquer um, começando pela sua aerodinâmica, a qual dizem ser mais eficiente, bem como os materiais empregues na sua construcção, que são, como de costume, de grande qualidade.
Outro aspecto positivo, é a sua viseira, a qual possui um sistema de anti-embaciamento, através da dupla viseira e seu sistema de “pinlock”.
Ainda na viseira, a mesma possui um sistema de desmontagem e montagem simples e eficaz, não havendo tampas laterais para complicar o processo.

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Os interiores são de grande qualidade e conforto, em que se verifica a aplicação de materiais anti-transpirantes, anti-alérgicos, laváveis, etc, etc, para além de serem amovíveis.
De referir que a SHOEI trabalhou no melhoramento da insonorização, dado que o antecessor era muito criticado neste aspecto

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Nota final para o sistema de ventilação, o qual foi melhorado e proporciona condições de ventilação superiores ao seu antecessor. Este sistema de ventilação é feito através das bonitas entradas de ar situadas na sua colota, as quais também estão estrategicamente colocadas.
Por fim, este capacete estrá disponível em 4 tamanhos diferentes, que vão desde o XXS ao XXL.
Mais informações em: http://www.shoei-helmets.com/

Boas Curvas! :-)
 

Vila Franca do Campo TT

Ontem, dia 5 de Julho, foi dia de Mototurismo de Aventura! :-)
O grupo que costuma a alinhar nestas aventuras já não se reunia algum tempo para uma boa verdasca, havendo desde algum tempo alguma vontade de regressar às terra. É a dependência ;-)
Desta vez, havia uma novidade para este passeio, tínhamos um estreante :-) O novo companheiro de aventura é o Nuno Cruz, que brindou o nosso passeio com uma Kawasaki KLE 500, mota que despertou alguma curiosidade.
O ponto de encontro foi o do costume e, pelas 9:00 horas, o grupo reuniu-se, mas com a falta de um elemento, o Miranda e a sua KTM 950 Adventure.
Infelizmente, o Miranda teve que ficar em casa, devido a falta de bateria na sua KTM. Digamos que são consequências de muito tempo sem verdasca ;-)

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Contudo, a Dominator, V-Strom e KLE eram mais que suficientes para fazer a festa, num dia que amanheceu muito quente e com o sol a brilhar bem forte. O Verão no seu melhor!
Lá partimos, como destino à Vila Franca do Campo, onde o Gregório iria nos levar para alguns trilhos novos que tinha descoberto e que, segundo a sua descrição, pareciam interessantes e uma boa estreia para o Nuno e a sua KLE.

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Chegados à Vila Franca do Campo, começou a verdasca! :-)

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A primeira sequência de trilhos levou-nos a uma zona de montanha, onde está a decorrer a construcção de uma nova estrada.
Uma zona com um piso muito acessível e onde haviam várias zonas com estradões e onde pudemos enrolar o punho direito “sem dó nem piedade” :-)

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Havia apenas que ter alguma atenção a algumas zonas que se apresentavam mais escorregadias, devido a alguma chuva que tinha caído nos dias anteriores.

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Fui seguindo na traseira do Nuno, o qual apresentava uma condução cautelosa e sem excessos. Como tem pouca experiência, optou por jogar seguro e aproveitar a oportunidade para ganhar algum à vontade no “off-road”
Muito bem Nuno, não vale a pena entrar em excessos logo na primeira escapadinha do alcatrão.

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Ora aqui está  uma das zonas onde foi um prazer rodar a fundo e sentir a traseia a atravessar-se em aceleração :-)

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No fim do estradão, primeira paragem e primeiras impressões do Nuno acerca do passeio, as quais foram positivas.

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Nesta paragem, a vista era agradável, sob o ilhéu da Vila Franca do Campo:

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Vejam só a cara de satisfação do novo companheiro ;-)

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É o poder de atracção que o Mototurismo de aventura tem sob nós ;-)
Claro que o assunto dominante nesta paragem foi a Kawasaki KLE 500 do Nuno, a qual nos parecia muito à vontade nos trilhos, apesar do Nuno nos confidenciar que achava a suspensão dianteira demasiado mole.

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Mas em caso de dúvidas, nada como pedir algumas opiniões aos colegas de verdasca ;-)

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O Gregório foi o primeiro a fazer o teste, sem capacete ;-(
Mau mau Sr. Gregório…

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A seguir fui Eu:

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O que posso dizer, gostei do comportamento da KLE, onde destaco a suavidade do motor a subir de rotação. No campo das suspensões, apesar do Nuno achar as mesmas muito moles, achei o seu comportamento muito agradável, filtrando as irregularidades sem grandes problemas. Resta ver o seu comportamento em pisos mais irregulares.

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Conversas e test-rides à parte, era tempo de voltar à verdasca, a qual estava a decorrer debaixo de um sol abrasador. Já sentia o suor a correr pelos braços…

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Os próximos trilhos continuaram a explorar Vila Franca do Campo, mas mais na zona montanhosa, onde a vegetação começou a ficar mais densa e o piso começou progressivamente a exigir mais alguma atenção e empenho.

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Não é que estivesse díficil, mas algumas zonas mais enlameadas, que alternavam com algumas valas, poderiam causar surpresas.
O verde da vegetação também estava a ficar cada vez mais denso. Adoro este tipo de trilhos, ou seja, cobertos por vegetação :-)

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O Nuno estava a rolar calmo, mas sem quaisquer problemas. Mesmo sem pneus cardados, a KLE lá ia trepando :-)

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Num dos trilhos, acabamos por entrar numa zona de pastagem, a qual tinha uma vista magnífica sob a montanha:

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Ó amigo, pode me indicar qual o caminho a seguir? ;-)

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Nesta zona de pastagem, verificamos a presença de elementos que podiam denunciar a presença do dono da pastagem ou de um cão de guarda.
Preferimos não arriscar e o Gregório foi a pé verificar se a nossa passagem seria viável e segura, pois não queríamos ter um encontro desagradável.

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Após verificação do Gregório, tivemos luz verde para avançar.
A travessia seria através da pastagem, de forma a termos acesso aos próximos trilhos.

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Numa parte da pastagem, o Nuno entrou numa zona com lama muito mole e começou a ter algumas dificuldades de tracção.

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Nada de preocupante, afinal de contas um dos princípios do grupo é a inter-ajuda :-)

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E estava na vez do “mamute” passar ;-)

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Não arriscamos e passamos pelo lado, porque aquela zona de lama parecia-nos muito mole e potencial causadora de alguma situação menos boa ;-)

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Mais um estradão que foi do nosso agrado :-)

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Tinha alguma terra e pedra solta, tornando a condução mais divertida ;-)

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Bem, tenho que confessar, estava a adorar os trilhos da Vila Franca do Campo :-)
Esta é uma zona que ainda tem muitos trilhos para serem explorados. Nos vários trilhos que atravessamos, haviam vários acessos a outros trilhos, os quais serão, de certeza, explorados numa próxima oportunidade :-)

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Bem, o que posso dizer, esta foto está ESPECTACULAR (modéstia à parte)!!!

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O cenário desta zona é simples, mas muito cativante, onde o verde domina a paisagem. São Miguel éuma ilha fantástica! :-)

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Antes da próxima paragem, havia mais uma sucessão de trilhos na montanha:

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Nesta zona havia uma zona que fazia a transição entre 2 trilhos e que se encontrava empedrada.
Mas havia um problema, esta zona empedrada estava muito degradada e com apenas 2 zonas ideiais para efectuar a travessia. Para piorar um pouco mais as coisas, haviam vários limos na pedra, podendo causar algum “azar” :-(

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No entanto, o Gregório e o Nuno atravessaram esta parte com algum à vontade :-)

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Mas os meus índices de confiança não estavam no seu melhor em relação a esta zona e decidi fazer a travessia ao lado da mota, com a mesma engrenada em primeira velocidade e com o Nuno e Gregório a prestarem-me apoio.

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Mas nada demais aconteceu e após esta zona rolamos nas calmas pela montanha acima.

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Miranda, se estás a ver estas fotos, tem paciência :-) , haverão mais oportunidades ;-)

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Para terminar este trilho, lama, muita lama :-)
Espectáculo!!! ;-)

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Este último percurso levou-nos à estrada do Castelo Branco em Vila Franca do campo, onde efectuamos mais uma paragem, sempre com uma vista magnífica.

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Pois é, esta coisa de verdascar em pleno Verão dá muita sede. O que vinha mesmo a calhar eram umas “loirinhas” ;-)

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E a fotografia do grupo:

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Um pormenor interessante que registei no meu GPS foi a altitude a que nos encontrávamos, ou seja, a 666 metros:

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Este passeio estava a ser demoníaco ;-)
Após esta paragem haviam mais alguns trilhos a fazer, os quais nos levariam até à Achada das Furnas.
Mas, infelizmente, não pude continuar, devido a obrigações familiares :-(  e rumei a casa, deixando o Nuno e o Gregório com a diversão só para eles ;-)
Fica para a próxima!
Foi um passeio que adorei, aliás, nós todos adoramos, pois levou-nos por trilhos desconhecidos, de gande beleza paisagística e onde as dificuldades eram superadas, nem que fosse com ajuda.
Para a próxima, temos que explorar ainda mais esta zona.
Por fim, nota muito positiva para o novo companheiro, o Nuno, o qual mostrou espírito à altura dos desafios e muito boa disposição. Temos Homem! ;-)

Abaixo, algumas estatísticas do passeio:
Número de participantes:
3
Número de quedas: 0
Tempo Deslocação: 01:28
Parado: 01:07
Ascenção Total: 1734 m
Elevação Máxima: 695 m
Velocidade Máxima: 177 km/h (o meu regresso apressado a casa)
Deslocação Média: 52.1 km/h
Média Geral: 29.7 km/h
Odómotro: 77.15 km

Mapa com o percurso do passeio:

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Boas Curvas! :-)
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Ducati 848 Nicky Hayden Edition

Durante a corrida de MotoGP em Laguna Seca, nos Estados Unidos da América, a Ducati apresentou uma edição exclusiva da sua Super-Desportiva 848, a Nick Hayden Edition:

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Aparentemente, esta 848 é em tudo idêntica à 848 “normal”, com excepção da pintura e grafismos, os quais são alusivos ao ex Campeão do Mundo de MotoGP, Nicky Hayden, onde nem o seu característico número “69″ escapou a esta decoração.
Esta edição especial também possui a particularidade de estar autografada pelo próprio Nicky Hayden e estará disponível para venda ainda este mês de Julho.
A má notícia é que, ao que parece, esta 848 apenas estrá à venda nas terras do  “uncle Sam” :-(

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De qualquer forma, não tenho dúvidas que o número de unidades disponíveis desta 848  serão vendidas muito rapidamente, ou não fosse os Estados Unidos da América um país com um carinho especial por produtos exclusivos.
Uma Ducati que continua com toda a qualidade de construcção e dinâmica que já lhe conhecemos, mas que nesta edição especial assume uma importância diferente.

Boas Curvas! :-)