"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts de Maio, 2009

Suzuki Gladius - De Naked a Supermoto

Ainda agora começou a ser comercializada e já existem transformações com base neste simpático modelo da Suzuki, a Gladius.
Uma das transformações mais curiosas que encontrei, foi a transformação operada pela  LRG (Lifted Research Group), a qual transformou esta Naked de carácter “pacato” numa Supermoto rebelde e radical:

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Espantados??? :-)
Se ainda não estão, então prestem bem atenção aos componentes que esta Naked, ops :-) , Supermoto possui: substituição da suspensão dianteira por uma suspensão invertida oriunda da Suzuki RM-Z 450, associada a uma mesa de direcção da RG3, braço oscilante alterado pela C&S, jantes Supermoto da Excel, linha de escape completa (colectores + ponteira)  em titânio e carbono da LeoVince.

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Mas há mais! :-)
O sistema de travagem de série foi sbstituído por um mais eficiente e de acordo com o carácter “fun” que esta Suzuki adoptou. Assim, encontramos na dianteira um estupendo sistema de travagem da Beringer de 6 pistões e montagem radial, com um disco de travão da mesma marca e um disco de travão na traseira de capacidade superior. Ambos os travões possuem cabos em malha de aço da Galfer. Poder de travagem deve ser coisa que não falta a esta “menina”.

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Outros pormenores que contribuiram para esta mudança radical, foram a adopção de um guiador “fat bar” da Renthal, alteração da secção traseira, de forma a doptar um faról traseiro oriundo da Suzuki GSX-R 1000, adopção de um novo assento da KSK (Kustom Seats Kreations), clocação de um guarda-lamas dianteiro de estilo Supermoto da Acerbis e uma pintura dos plásticos, ciclística e motor a cargo da Jason Gray Customs (http://www.jasongraycustoms.com/).
Uma transformação com o objectivo de tornar a Gladius numa mota irreverente, radical, agressiva e divertida de pilotar.
Esta transformação poderá até nem ter muito sentido, dado que existem muitas propostas no mercado, no segmento das Supermotos, mas não posso deixar de “tirar o chapéu” à criatividade e engenho da LRG nesta tranformação.
Para os mais conservadores e que queiram manter a Gladius dentro do segmento das Naked, sempre podem adoptar esta fantástica ponteira de escape em carbono da Yoshimura, modelo TRC:

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Com a devida alteração do faról traseiro e colocação desta ponteira de escape, a Gladius passa a dispor de um visual mais agressivo e interessante:

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Será interessante acompanhar a evolução das transformações que poderão ser operadas nesta simpática naked.
Mas para já, a versão Supermoto leva a taça de transformação mais radical.

Boas Curvas! :-)
 
 
 

UNIQUE BIKES

Em Portugal Continental existe uma empresa que se dedica às motas de outros tempos, ou seja, clássicas ou “vintage”, caso preferirem, que dá pelo nome de UNIQUE BIKES.
Esta empresa, dedica-se à recuperação e manutenção de toda e qualquer mota “antiga” e orgulha-se de trabalhar com pessoal especilaizado nas mais variadas áreas de restauro, que vão desde a mecânica, pintura, entre outros serviços, de modo a devolver a qualquer mota “antiga” o seu aspecto original.
Da UNIQUE BIKES já sairam vários trabalhos que espelham todo o profissionalismo desta empresa e que valem uma espreitadela.
Vejam por exemplo esta Honda NS 400 R de 1987:

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Uma desportiva pertencente a uma era em que as desportivas eram equipadas com motores a 2 tempos, muito poderosos e entusiasmantes de conduzir e ouvir. Uma raridade!
E esta Kawsaki KZ 1300 de 1979:

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Uma maravilha de 6 cilindros, mas que infelizmente não conheceu muito sucesso na sua era, mas que não deixou de ser uma mota com um “grande” motor.
Mas há mais! :-)
Entrando no campo do todo terreno, encontrei esta magnífica Yamaha YZ 125 Bob Hannah Replica de 1980:

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Para os amantes de Motocross, este modelo é, com certeza, uma peça de grande valor, para além de encerrar em si uma imagem típica de uma época de grandes glórias do Motocross, como o próprio Bob Hannah.
Também gostei da Trail da Yamaha que recuperaram, a XT 500 de 1981:

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A gama XT sempre foi muito importante para a Yamaha e, mesmo na década de 80, o seu aspecto e carácter “dual sport” já eram bem patentes. Uma mota que obteve muita aceitação do público.
Também não resisti a esta espectacular Honda VFR 400 de 1990, uma das mota mais recentes que recuperaram:

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Apesar de, naturalmente, estar desactualizada face às Desportivas actuais, esta mota não deixa de possuir aspectos técnicos e ciclísticos que continuam a fazer parte do imaginário de muitos fãs do Motociclismo, bem como a ser utilizados na actualidade, como um motor desportivo em “V” e o fantástico mono-braço oscilante, o qual possui uma bonita jante de 8 raios.
Para terminar em grande, uma Honda RVF 400 de 1994:

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Esta foi uma Desportiva super exclusiva da Honda e que na sua versão de 750 cc trouxe muitos sucessos desportivos à Honda em provas de velocidade, como nas Superbikes ou mesmo na mítica prova Isle of Man.
Uma raridade e que continua a possuir uma imagem de grande impacto visual, aliada a uma grande exclusividade.
Não deixem de dar uma vista de olhos nestas maravilhas de outros tempos em http://www.unique-bikes.com/ , onde podem ver outras motas exemplarmente restauradas por esta empresa do Porto.
Se reparerem no site, estas motas encontram-se à venda. Vai uma clássica? ;-)
Não se esqueçam, antigo poderá significar motas desactualizadas quando comparadas com as dos dias de hoje, mas são motas carregadas de história, charme e muito carisma, que marcaram uma época, bem como a história do Motociclismo e que não deixam ninguém indiferente.

Boas Curvas! :-)
 

GC CYCLES

Numa das minhas deambulações pela net, encontrei mais um constructor Americano, a GC CYCLES, o qual tinha na sua lista de motas construídas, 2 motas de grande impacto visual, bem como de grande espectacularidade.
Como qualquer contructor vindo dos “states”, a imagem é muito importante e quer uma quer outra mota que aqui apresento, contam com esta imagem que não deixa ninguém indiferente, para além de encerrarem em si diversos componentes e acessórios de grande qualidade.
Uma delas é a HELLION, uma mota que se enquadra no universo das Nakeds, Streetfighters e Muscle Bikes, que possui uma imagem simplesmente brutal:

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Um quadro em treliça, um motor oriundo da Yamaha Road Star Warrior, suspensões Marzocchi, travões radiais P.M., são apenas alguns dos componentes que constituem esta mota e que acentuam o carácter exclusivo desta produção.

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As jantes são de grande beleza, a par do manífico monobraço oscilante, o qual é uma magnífica construcção artesanal. Reparem na localização da travagem da roda traseira :-)

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Nem mais, junto ao motor e colector de escape. Coisas à americana…

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A outra mota é a GC 1000, também ela do mesmo tipo que a anterior e que teve como ponto de partida o motor da Honda VTR 1000:

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Podia fazer um relato interminável de todos os componentes que constituem esta mota, mas não vale a pena. Mas para terem só uma pequena ideia :-) , suspensões Ohlins, jantes PVM em alumínio, sistema de travagem dianteira PVM, sistema de travegem traseiro da Brembo, escape em titânio, etc, etc. Só material de primeira linha! :-)

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Os escapes “underseat” continuam a ser uma opção que confere um “look” de grande espectacularidade:

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Enfim, uma mota espectacular!

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Não deixem de ver mais umas fotos destas 2 beldades em: http://www.gc-cycles.com

Boas Curvas! :-)

NAU N350 HEXXA

Desde que tenho a Yamaha Drag Star 650 Classic na garagem, tenho feito alguns passeios de curta/média distância, essencialmente com intuito de descontrair um pouco, a baixa velocidade e sentir o ar a bater na cara.
Estes passeios têm sido agradáveis e nem mesmo um capacete de acordo com o espírito das Choppers faltou, um capacete tipo “penico”, com formato de capacete da 2ª Guerra Mundial das tropas Alemães.
Mas havia um pequeno problema, este tipo de capacete não se encontra homolgado para uso em motas de cilindrada superior a 50 cc. Aliás, o próprio capacete é considerado pela marca que o comercializa, a Red Bike, como capacete de colecção.
Por tanto, estava a arriscar-me a pagar uma multa, que, segundo consta, são 120 euros. Este dinheiro já dá para encher o depósito da Star umas quantas vezes e fazer uns quantos passeios…
Decidi que já era tempo de mudar este cenário e, após uma procura nas casas da especialidade existentes na ilha, a NAU foi a marca que tinha a proposta mais de acordo com as minhas expectativas e exigências, com o modelo N350 HEXXA:

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Calma, não é um capacete de aviador, mas a inspiração parece ter sida retirada deste :-)
O capacete que melhor assenta numa Chopper, homolgado (claro) é, sem dúvida, um capacete do tipo “jet” ou semelhante e, após a tal procura, a Equipo Honda tinha na NAU a proposta mais em conta.

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Os argumentos deste capacete são simples, mas mais que suficientes  para me convencer. Um capacete com um visual e estética muito agradável, uma viseira muito útil, especialmente em estrada aberta, boa qualidade de construcção, que vai desde o seu casco termoplástico aos interiores amovíveis, laváveis, anti-alérgicos e anti-transpirantes, passando pela viseira com tratamento anti-risco.
Que mais podia pedir por um preço de 69,75 euros (preço com desconto)?  :-)

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Um preço muito bom, tendo em conta tudo o que oferece e, mais importante, um produto “made in Portugal”, que é sinónimo de qualidade, ao contrário daquilo que muitos poderão pensar.

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Mas faltava uma coisa, colocá-lo na cabeça e verificar se realmente o seu conforto era bom, porque já tinha experimentado alguns “jet” de marcas com muita reputação e o seu conforto e encaixe na cabeça (pelo menos na minha), era esquisito e desconfortável.
Após colocá-lo na cabeça, fiquei agradávelmente surpreendido com o seu conforto, apesar de não ser referencial, mas ao menos o encaixe na cabeça não era estranho, sendo muito natural.
O interior:

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Os materiais de que são feitos o interior pareceram-me de boa qualidade, onde não falta mesmo um pequeno prolongamento do interior, para proporcionar mais algum conforto extra:

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O fecho do capacete é feito através de um sistema de encaixe rápido, sendo muito rápido e intuitivo de operar:

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Outro pormenor importante, o peso, que neste modelo fica-se pelas 1100 gramas, as quais parecem ser menos, tal a sensação de leveza que este capacete transmite.
O sistema que prende a viseira é de boa qualidade, com o parafuso central a ser construído num metal de boa resistência. Apenas a parte que segura a viseira é que podia ser construída num material mais resistente, dado que é construída em plástico. Mas só o tempo dirá a resistência deste sistema.

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Um aspecto que achei de bom gosto foi o acabamento existente a contornar o capacete, em pele, transmitindo uma imagem de qualidade e atenção aos pormenores:

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Por fim, faltava o teste dinâmico:

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Fui dar uma volta até Ponta Delgada e depois até Vila Franca do Campo, de forma a testar o comportamento deste capacete na “vida real”.
Bem, não fiquei desiludido! :-)
O capacete é realmente confortável e agradou-me num aspecto muito importante, a insonorização. Apesar de não ter a insonorização de um capacete integral, a mesma encontra-se a um bom nível neste “jet”, abafando na quantidade suficiente o ruído exterior, especialmente o troar vindo dos “Silver Tail Pipes”, o qual pode ser incómodo ao fim de alguns kms.
Quanto à viseira, na prática é funcional e oferece uma boa protecção para metade da face. No entanto, esta viseira deveria possuir uma patilha, ou outro sistema qualquer, que facilitasse a operação de deslizar para baixo ou para cima. Mas esta não é uma característica que manche a qualidade geral deste produto.
Resumindo, uma boa proposta da NAU, quer na qualidade, quer no preço :-)

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Se querem um “jet”, não deixem de dar uma vista de olhos no N350 HEXXA nas instalações do stand Equipo Honda, no Caminho Pico do Funcho, Armazém 14, ou dêm uma vista de olhos em: http://www.nau-helmets.com/

Boas Curvas! :-)
 
 

Lei das 125 cc aprovada - FINALMENTE!!!

FINALMENTE, foi aprovada por unanimidade na Assembleia da República a “LEI DAS 125″, a qual irá permitir que todos os automobilistas possam conduzir motociclos até 125 cc e 15 cv, sem necessitar de mais algum exame de condução.

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Apenas os automobilistas com idade inferior aos 25 anos, terão que efectuar um pequeno exame prático numa escola de condução, o qual será económico.
De salientar o trabalho desenvolvido por vários meios de comunicação social da área do Motociclismo, os quais elaboraram vários artigos no sentido de mudar determinadas mentalidades e preconceitos, bem como de outras associações, como a Federação de Motociclismo de Portugal e a GAM, os quais trabalharam com afinco para esta aprovação.
Não menos importante foi o trabalho do deputado Comunista e igualmente Motociclista, o Sr. Miguel Tiago, o qual defendeu e trabalhou arduamente na Assembleia da República, para que esta lei fosse finalmente aprovada.
Um grande passo em frente para o Motociclismo Nacional, o qual terá grandes vantagens em termos de melhoramento da mobilidade e descongestionamento dos centros urbanos, para além de Portugal ficar em sintonia em relação a outros países Europeus, que já aprovaram esta lei à muito tempo atrás.

Boas Curvas! :-)

Aluguer de motos em São Miguel by ANC - MOTO RENT, Lda.

A partir de hoje já é possível alugar legalmente em São Miguel motas de cilindrada superior a 125 cc, através da empresa ANC - MOTO RENT, Lda.
Este tipo de aluguer encontra-se legalizado e aprovado pela DGV e, nada melhor que as próprias palavras do detentor desta empresa, o Sr. André Coelho, para ficarem mais esclarecidos no assunto:

“CAROS AMIGOS, HOJE É UM DIA IMPORTANTE PARA O NOSSA ORGANIZAÇÃO DE EMPRESAS DO GRUPO ANC MOTOS, NASCEU HOJE A 1ª E ÚNICA EMPRESA NOS AÇORES CERTIFICADA PELA DGV E COM ALVARÁ, PARA O ALUGUER DE MOTOCICLOS E MOTOS 4 SEM CONDUTOR, NOS AÇORES, DESIGNADA, ANC MOTO-RENT, LDA.
EM SEGUIMENTO DA NOSSA INTENÇÃO E PROMESSA DE INICIAR ESTA ACTIVIDADE DE ALUGUER NOS AÇORES, O PROMETIDO É CUMPRIDO. SÃO TODOS VOCÊS OS PARTICIPANTES DESTE BLOG, OS PRIMEIROS A SER INFORMADOS, POIS SÓ SAIRÁ ESTA INFORMAÇÃO PARA O PUBLICO EM GERAL NO JORNAL AO DO DIA DE AMANHÂ.
PARA O ALUGUER, TEREMOS VÁRIOS MODELOS DE MOTOS E MOTO 4 HOMOLGADAS PARA 2 PESSOAS PARA ALUGUER. AS CONDIÇÕES PARA O ALUGUER SÃO SIMILARES AS RENT A CARS (POIS AS LEIS/REGRAS SÃO AS MESMAS APROVADAS PELA DGV), OPÇÃO DE SEGUROS TODOS OS RISCOS COM AS DEVIDAS FRANQUIAS (CATIVO DE CARTÃO DE CREDITO NA ORDEM DOS 650€ ), E PARA O ALUGUER SERÁ NECESSÁRO A IDADE MINIMA DE 23 ANOS.
OS VALORES ESTÃO NA ORDEM DOS 35€ A 65€ DIA, VARIANDO A OPÇÃO DA CLASSE DA VIATURA E OS DIAS A CONTRATAR. VENHAM CONHECER TODAS AS VANTAGENS DE SER CLIENTE DO NOSSO GRUPO DE EMPRESAS DA ANC MOTOS.”

ANC MOTO-RENT, ALUGUER DE MOTOCICLOS SEM CONDUTOR, LDA
CONTACTO / RESERVAS
96 376 50 55 / 296 630 300
ANDRÉ COELHO

Boas Curvas! :-)

Limpeza da zona do pinhão de ataque da V-Strom 650

Ter a mota a circular em condições não significa ter apenas as revisões em dia, também é preciso dispensar alguma atenção na sua limpeza e lubrificação.
Uma das zonas que acumula muita sujidade e que normalmente nos esquecemos, é a zona do pinhão de ataque, a qual está, normalmente, fechada/coberta por uma tampa, que se encontra lá por razões de segurança e evita que fiquemos sujos de óleo de corrente e outro tipo de sujidade.

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Esta é uma zona que merece a nossa atenção em termos de limpeza e passados algumas semanas, ou mesmo meses sem limpeza, acumula detritos vindos do óleo de corrente e outras impurezas que se colam ao óleo de corrente, como a terra.
Por conseguinte, decidi colocar mãos à obra e relatar esta experiência, a qual poderá ser muito útil a todos os possuidores de uma Suzuki V-Strom 650.
Antes de começar a desmontagem da tampa, é importante reunir o material necessário. Para a Suzuki V-Strom 650, reuni um desengordurante poderoso e, caso não possuam (como foi o meu caso), o WD40 ou semelhante, dá perfeitamente para o serviço, um roquete e papél de limpeza. Em alternativa podem usar um pano, mas como o tipo de sujidade está essencialmente relacionado com óleo, mais vale a pena usar papél de limpeza descartável.

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No caso da V-Strom 650, podem usar o roquete associado a uma chave de caixa número 8, ou podem usar um acessório que normalmente vem nas caixas de roquete, que faz um formato em “T”, o qual acho muito mais prático para esta situação.

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Após ter a ferramenta necessária reunida, inicei a desmontagem da tampa, a qual encontra-se segura por 3 parafusos, os quais estão acessíveis.
Retirando o primeiro parafuso:

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Os próximos 2 parafusos encontram-se na zona inferior da tampa:

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O 3º parafuso possui uma localização mais incómoda, dado que para o retirarmos temos o pousa-pé a dificultar a operação de rotação da ferramenta :-(

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Mas não há nada que não se resolva! :-)
Arranja-se uma corda ou qualquer coisa do género, para puxar o pusa-pé para trás e assim facilitar esta operação. A mola que o pousa-pé possui possibilita este movimento:

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Assim já é mais fácil retirar o último parafuso ;-)

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Com a tampa desmontada, o cenário que encontramos numa V-Strom 650 é este:

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Vemos o pinhão de ataque, a corrente, o mecanismo da embraiagem e, aparentemente, está tudo limpo. Mas as aparências enganam:

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A sujidade está lá, a qual está sob a forma de uma massa formada pela acumulação de óleo de corrente e terra:

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E o interior da tampa? Também não está em melhor estado:

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Agora começa a parte menos divertida, limpar esta sujidade :-(
Tal como referi acima, é necessário ter um desengordurante poderoso, mas como não tinha mais nada além do WD40, o mesmo serviu na perfeição. Aliás, o WD40 limpa muito bem qualquer superfície com sujidade de óleo.

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Não é preciso esfregar muito ou perder muito tempo para que o papél revele toda a sujidade que se encontra nesta zona. E ainda ia no ínicio…

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Após uns bons minutos de limpeza e de uns quantos papéis de limpeza gastos, a sujidade começou a desaparecer aos poucos e esta zona começou a ficar com um ar mais cuidado. É uma tarefa um pouco aborrecida e que requer alguma paciência, mas com uma musiquinha de fundo o tempo passa mais rápido ;-)
Vejam a diferença, antes:

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Depois:

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E a tampa? Ficou um espectáculo! :-)

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A zona do pinhão de ataque ficou com melhor aspecto:

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Se repararem, em frente ao pinhão de ataque está o mecanismo da embraiagem, o qual possui uma mola, um mecanismo que faz uma rotação quando se aperta a embraiagem e vê-se parte do cabo da embraiagem.
Quem desejar, pode lubrificar estas partes com WD40 (ou outro) ou mesmo optar por colocar um pouco de massa consistente, a qual creio que terá um efeito mais prolongado e eficaz, pois esta é uma zona que apanha de tudo.

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Claro que a massa consistente poderá ajudar a acumular mais sujidade, mas voltamos à história do ínicio, esta é uma zona que deverá ser limpa lá de vez em quando ;-)
Então toca a besuntar estas zonas :-)

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E após esta lubrificação, terminamos a limpeza desta zona, ficando com um aspecto impecável.

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Contudo, no caso das V-Strom com alguns anos, existem partes que acabam por ficar com nódoas escuras, provocadas pela acumulação de sujidade. Estas nódoas saem, mas exige um produto de limpar metais e muita força nos dedos para esfregar.
No meu caso e como esta é uma zona que não está exposta, mas sim coberta, optei por terminar esta tarefa com a montagem da tampa :-)

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Não se esqueçam de apertar bem os parafusos ;-)

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Ter atenção ao parafuso inferior esquerdo, o qual deverá apertar, também, o mecanismo que prende o cabo do sensor do descanso lateral:

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E termina assim a limpeza da tampa e zona circundante do pinhão de ataque.

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No caso da minha mota, esta zona não se encontrava muito suja, porque tinha-a limpo à pouco tempo. Mas se deixar-mos passar algumas semanas ou meses sem limpar e, se neste período de tempo, incluirmos alguns passeios fora de estrada, dias de chuva e lubrificações da corrente, esta zona fica um caos de sujidade. Acreditem, já a encontrei assim e o cenário não é nada agradável e fácil de limpar.
Esta não é só uma questão de limpeza, porque se juntar-mos à limpeza a lubrificação do mecanismo da embraiagem, já estamos a prolongar a vida destes componentes.
Divirtam-se com esta tarefa, tal como eu me diverti ;-)

Boas Curvas! :-)