"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts de Abril, 2009

TRACK DIESEL T-800 CDI

Da Holanda chega-nos a primeira mota movida a gasóleo, que dá pelo nome de TRACK DIESEL T-800 CDI:

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Esta nova mota pretende revolucionar o mercado das 2 rodas, apresentando uma mota que se insere no segmento das Maxi-Trail, segmento muito popular, quer numa utilização diária quer numa utilização mais turística.

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A TRACK DIESEL não é nenhum exemplo de beleza e refinamento estético, mas não deixa de ser interessante e possuir elementos estéticos que, por um lado, não deixarão ninguém indiferente, mas por outro lado, poderão não reunir opiniões muito positivas. Contudo, nem só de estética vive uma mota, apesar de ser um aspecto importante.

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A nível de motorização, esta marca Holandesa conseguiu produzir esta mota a gasóleo recorrendo a uma motorização oriunda dos automóveis, que é nada mais nada menos que o motor a gasóleo do SMART, marca que se encontra inserida no grupo Mercedes.
Esta motorização possui 3 cilindros, 800 cc, 45 cv às 4500 rpm e um binário de 100 Nm às 1800 rpm. De referir que esta motorização possui um Turbo de 1.25 bar + Intercooler, o qual deverá conferir a este motor acelerações e recuperações interessantes.
A transmissão está a cargo de um cardã e é variável, ou seja, trata-se de uma mota automática, em que basta acelerar e travar :-)
Com este motor, é possível atingir uma velocidade máxima na ordem dos 175 km/h, ir dos 0 aos 100  em 3.75 segundos e atingir consumos na ordem dos 2.1 a 2.5 litros, isto se circularmos a uma velocidade média de 90 km/h. Espectáculo!

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Se o ritmo aumentar, os consumos continuam a apresentar valores interessantes. Por exemplo, a uma velocidade média de 120 km/h, a TRACK DIESEL apresenta um consumo na ordem dos 3.1 a 3.5 litros e, se for para andar no limite, os consumos poderão atingir um máximo de 4.2 a 4.7 litros.
Estamos a falar de um depósito de combustível de 22,5 litros de gasóleo com uma autonomia na ordem dos 900 km. Valores muito interessantes, especialmente perante a crise económica que se vive nos dias de hoje.

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Bem, está visto que na motorização a TRACK DIESEL está a um bom nível. Mas no campo da ciclística também não está nada mal servida.
Esta mota vem equipada com um quadro tubular em cromo molibdênio, uma suspensao diamteira oriunda da WP, de 48 mm e uma suspensão traseira igualmente da WP, com regulação da pré-carga da mola. A travagem está encarregue a 2 discos de travão de 310 mm na dianteira e um disco de travão de 326 mm na traseira.
De referir que estas suspensões e discos de travão parecem ser os mesmos que equipam a KTM 990 Adventure.
As jantes são de raios, oriundas da EXCEL e possuem um diâmetro vocacionado para o uso fora da estrada, sendo a dianteira de 21 mm e a traseira de 17 mm. A jante traseira encontra-se ligado a um bonito mono-braço oscilante, o qual também é o responsável pela transmissão secundária por veio, à semelhança da BMW R 1200 GS.

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Voltando novamente à estética, apesar de não ser das mais apelativas, não pude deixar de notar a presença e influência de alguns elementos que parecem ter sido retirados da KTM 990 Adventure, ou no mínimo “copiados”. Por exemplo, o assento, suporte de faról traseiro e poisa-pés do passageiro, parecem ter sido retirados da mota Austríaca, já para não falar das suspensões e través de disco. O guarda-lmas da roda disnteira também denuncia a sua origem/inspiração.

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O depósito de combustível também apresenta umas linhas inspiradas na KTM.
Na minha opinião, esta mota está muito interessante e, principalmente, muito inovadora e diferente. Só tenho pena de não terem passado este espírito inovador para o campo da estética e elementos ciclísticos, visto que a inspiração e utilização de alguns componentes idênticos (ou serão os mesmos?) à KTM 990 Adventure é mais que evidente.

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Pormenores à parte, esta mota marcará a diferença no mundo das 2 rodas, quer pela origem da sua motorização e combustível utilizado, quer pela sua estética diferente.
Esta não é a primeira tentativa de um constructor  apresentar uma mota de 2 rodas a “DIESEL”, dado que no passado registaram-se outras tentativas, apesar de mal sucedidas, mas será de certeza a mais interessante e, quem sabe, bem sucedida.
Segundo o constructor, esta mota só estará disponível em 2010.
Se desejarem saber mais sobre esta mota cliquem: http://www.dieselmotorcycle.co.uk/ / http://www.dieselmotorfiets.nl/ / http://www.dieselmotorfiets.nl/

Boas curvas! :-)
 
 

Ducati Desmosedici GP9

A temporada de MotoGP da época de 2009 já começou este fim-de-semana e com uma vitória brilhante de Casey Stoner aos comandos da Ducati Desmosedici GP9.
A nova Desmosedici para esta temporada estreia uma solução técnica inédita entre todas as equipas de MotoGP, que é a sua ciclística construída em fibra de carbono.

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A GP9 apresenta um quadro e braço oscilante construídos em fibra de carbono, sendo esta uma solução que visa reduzir o peso, bem como melhorar a rigidez de todo o conjunto. Uma solução de grande nível tecnológico e que revela uma imagem ainda mais “factory” e profissional da Ducati.

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Segundo os técnicos da Ducati, a fibra de carbono torna a ciclística mais versátil e facilmente adaptável às características do piloto e circuito, bastando apenas modificar os níveis de rigidez na cosntrucção destes elementos. Também referem melhorias substanciais na estabilidade e precisão da Desmosedici em curva, a qual apresentava muitas vezes alguma instabilidade neste tipo de situação, perdendo terreno para as rivais, além de causar alguns sustos aos pilotos.

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Esta é uma solução técnica que ao longo desta temporada terá oportunidade de mostrar a sua validade e continuidade e, uma vez mais, uma solução que mostra o cada vez maior nível tecnológico das MotoGP.
Uma coisa é certa, a Ducati bem precisa que a Desmosedici seja mais estável e precisa em circuitos mais sinuosos, porque motor não lhe falta.

Boas curvas! :-)

Dia do Motociclista 2009

É já no próximo dia 19 de Abril que se realiza o Dia do Motociclista.

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Este dia será igualmente comemorado nos Açores, à semelhança de outros anos. Apesar de não saber qual será o programa oficial para este dia, tudo indica que será praticamente igual aos anos anteriores, ou seja, reunião na sede do Clube Motard de São Miguel a meio da manhã, seguindo-se do cortejo até à Igreja Matriz de Ponta Delgada, para realização da cerimónia religiosa no final da manhã, seguindo-se a já habitual benção dos capacetes e das motas.
Para os sócios e simpatizantes do Clube Motard de São Miguel, a seguir à cerimónia religiosa, haverá um almoço churrasco na sede deste Clube. Quem desejar participar no mesmo terá que formalizar a sua inscrição (pagando um valor simbólico) na sede do Clube Motard de São Miguel.
Este será mais um grande dia para a comunidade Motociclista, onde não faltarão oportunidades de convívio entre todos os Motociclistas e Clubes presentes. Um dia para ser celebrado em grande.
Mas atenção, dispensam-se os excessos…

Boas curvas! :-)

Honda XRV 750 Africa Twin - Test-Ride

Ontem ao final da tarde, eu e o Miranda fomos ver uma mota muito especial e lendária, a qual tive a oportunidade de fazer um pequeno test-ride. Esta é uma mota que sempre admirei e que continuo a achar uma referência no segmento e que foi nada mais menos que a já descontinuada Honda XRV 750 Africa Twin.

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A mota que testei é de finais dos anos noventa e apresentava-se num estado razoavelmente bom, tendo em conta os mais de 10 anos que já tem. Claro que um olhar mais atento conduz-nos a determinadas zonas onde existem algumas ferrugens e oxidações, típicas da idade e, quem sabe, algum descuido por parte do(s) proprietário(s) que teve. Mas nada que uma boa revisão destes componentes não resolva. Contudo, não estava ali para avaliar o estado de determinados componentes, mas sim para satisfazer a minha curiosidade acerca desta mota, pois já li muita coisa sobre ela e, geralmente, comentários muito positivos e que nos remetem para um ideal de Maxi-Trail.   

O staff empresa Equipo Honda/ANC Motos não colocaram quaisquer entraves ao meu test-ride e rapidamente colocaram a mota no exterior das instalações, tendo eu “saltado” de imediato para cima dela. A vontade era muita…    

Ao passar a perna por cima dela, deparei-me com uma grande facilidade em colocá-la em posição “normal”, contrariando uma ideia pré-concebida que tinha dela, que me fazia pensar que esta mota seria pesada. Nada de mais errado, retiramos a Africa Twin do descanso com muita facilidade, apesar do seu centro de gravidade um pouco elevado e, somos brindados com um posto de controle descontraído e que nos proporciona um bom encaixe de pernas na mota. Até o depósito de gasolina deixa de parecer excessivamente grande…     

Os comando estão todos na posição adequada, o painél de instrumentos é agradável, apesar de revelar um formato e disposição antiquada, fruto da idade deste projecto, mas que não deixa de me parecer adequado e de estilo “dakariano”. Afinal de contas esta mota foi buscar a sua inspiração ao Dakar!    

Após familiarizar-me com a mota, arranquei, puxei ligeiramente pelas primeiras relações e o resultado foi muito positivo. Apesar de não ser um “canhão”, como por exemplo a minha actual V-Strom 650, a Honda possui uma boa faixa de utilização, que se traduz numa sensação de binário em baixas e médias muito agradável, o qual é colocado no asfalto de forma suave e progressiva. Depois de mais alguns quilómetros no asfalto, continuei a explorar o seu bicilindríco de 52 graus e reconfirmei esta sensação agradável de binário que este motor nos oferece, sendo a sua resposta muito prevísivel e controlável. Nota-se perfeitamente que este não é um daqueles v-twin que goste de fazer rotação se ser levado até ao limite, prefere que o seu utilizador aproveite aquilo que de melhor ele tem para nos dar, que é a faixa baixa e média de rotação. Contudo, sempre são cerca de 62 cv às 7.500 rpm e um binário de 62.7 Nm às 6.000 rpm, valores muito bons na sua altura.   

Um dos aspectos que não me agradou muito foi a caixa de velocidades, a qual achei algo dura, mas foi sempre de grande precisão. Mas não considero isto um defeito, mas sim característica.    

 Quanto à ciclística, apesar dos pneus se apresentarem em fim de vida, deu para retirar algumas ilações, as quais foram igualmente agradáveis. A nível de suspensões, achei que tinham um bom compromisso entre estrada e fora de estrada, pois absorvem com facilidade as irregularidades do piso. Tive a oportunidade de as testar em dois percursos fora de estrada e verifiquei que as irregularidades que estes pisos apresentavam eram ultrapassadas com facilidade e à vontade, fruto de uma suspensão dianteira com um longo curso e uma traseira que acompanha as pretensões da dianteira, bem como a existência de uma roda dianteira de 21 polegadas. Não se esqueçam, estamos a falar de uma mota com mais de 10 anos… 

Os travões não me impressionaram, achei que a sua potência se apresentava num nível suficiente. Chegam para as encomendas, mas mais alguma “agressividade” era bem vinda. Um aspecto que adorei foi a distribuição do peso. Na minha opinião, este aspecto está num bom patamar, tendo em conta a idade deste modelo, onde destaco a zona dianteira, a qual apresenta-se leve, aspecto muito bom na hora de enfrentar alguns trilhos mais revirados. Já tinha lido várias opiniões que a consideravam pesada, mas para quem anda com uma V-Strom no TT, a qual é uma Trail muito estradista, e passa para uma Africa Twin, acha-a de imediato leve, nem que seja pelo facto da sua zona dianteira se apresentar leve e intuitiva no TT. É claro que no asfalto este aspecto pode ser penalizador na hora de andar de punho enrolado, mas a Africa Twin não foi pensada para isso…  

Como já tinha referido, tive a oportunidade de tomar dois pequenos percursos fora de estrada e testar o comportamento da Africa Twin no TT e fiquei muito satisfeito com o resultado. Assim que entrei nestes percurso, senti de imediato uma enorme confiança, fruto das suspensões de longo curso e de uma secção dianteira mais leve que, por exemplo, a minha V-Strom. Ataquei de imediato, acelerando com um pouco mais de convicção e, a AT manteve-se sempre estável e neutra, sem nunca me causar surpresas desagradáveis. Neste ambiente senti de imediato o quanto a faixa de binário deste motor era utilizável, o qual revelou uma resposta suficientemente cheia, mas sempre suave e progressiva. Podia-se acelerar com alguma confiança, pois a resposta do motor nunca se revelou brusca. Nesta mota as coisas são muito previsíveis…  

Deliciei-me com esta mota nestes percursos, atravessando a traseira diversas vezes e ultrapassando os obstáculos com grande à vontade. De facto, a Africa Twin é realmente uma “dual sport”. Espectáculo!!!  

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Como tudo o que é bom acaba rápido, já estava a chegar novamente ao ponto de partida. Quando lá cheguei, o Miranda estava super curioso para ouvir os meus comentários, bem como o staff do stand. Assim que lhes transmiti as minhas impressões, ficaram naturalmente satisfeitos, especialmente por se tratar de uma mota com alguma idade. Com os comentários que teci, o Miranda ficou super curioso para a testar, mas como não estava devidamente equipado, adiou por mais alguns dias. Miranda, tem paciência… Enfim, foi um test-ride que colocou a Africa Twin num patamar ainda mais elevado da minha consideração e que a colocou ainda mais no topo da minha lista de preferências. Não chegou para destronar a minha preferida de sempre, a KTM 950/990 Adventure, mas ocupou um lugar muito especial…

Só tenho pena da Honda ter descontinuado este modelo, pois esta é uma “verdadeira” Trail, com aptidões reais para o fora de estrada e com uma fiabilidade invejável.
Futuramente, a Honda devia repensar o seu posicionamento no segmento das Trail e, quem sabe, lançar uma Africa Twin actualizada.  Mas por favor, não façam o mesmo que fizeram à Transalp, continuem com o espírito Dakar, isto é, suspensões de longo curso, jantes de raios, jante de 21 polegadas na roda dianteira, boa autonomia, boa distribuição de peso, etc, etc.  

Os interessados em saber mais sobre esta mota, poderão dar um saltinho ao seguinte fórum: http://www.xrv.org.uk/     

Os meus agradecimentos pessoais à Equipo Honda/ANC MOTOS e ao seu staff pela oportunidade de testar uma lenda viva do Motociclismo e espero que esta mota seja adquirida por alguém que realmente valoriza este tipo de motas

Boas Curvas! :-)

Suzuki GSX-R 1100 Off-Road

Transformar uma Super-Desportiva numa mota de Todo Terreno à primeira vista parece impossível e nada racional, mas é possível.
Em Itália, a empresa RM Racing lembrou-se de transformar uma Suzuki GSX-R 1100 dos anos 90, numa mota de fora de estrada, tendo o resultado final ficado assim:

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Quando olhamos para esta transformação, deparamo-nos com linhas algo rudes e sobre-dimensionadas para uma mota de TT, que fazem parecer uma BMW HP2 um “brinquedo”.
Contudo, esta empresa não se limitou a adicionar um par de suspensões de longo curso da KTM e uns plásticos minimalistas. A mesma aumentou a cilindrada para os 1200 cc, colocou pistões de alta compressão, cames diferentes, uns carburadores mais “gulosos”, uma centralina diferente, um sistema de escape que praticamente se resume aos colectores, entre outras alterações, tornando esta “besta” num TGV do TT.

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Quanto a potência, a GSX-R 1100 dos anos 90 tinha qualquer coisa como 155 cv. Com este aumento de cilindrada e melhoramento de alguns componentes do motor, diria que esta mota ficou com excesso de potência. Aliás, no seu formato de origem, a potência para o TT já é excessiva, mas com mais alguns “truques”, diria que esta “besta” ficou brutal.

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Quanto ao objectivo de uma transformação deste género, sabe-se lá, mas não deixa de ser uma transformação estranha e que requer muita coragem por parte do futuro utilizador.

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Uma coisa é certa, deve subir paredes lisas :-)

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Boas curvas! :-)
 
 

MotoMais já tem blog

O stand multimarcas MotoMais já possui o seu próprio blog na net:

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Este é um espaço virtual que vem a reforçar a posição desta empresa no mercado, a qual tem primado por oferecer um serviço inovador, de qualidade e jovial.
É também um espaço onde todos os interessados poderão tomar conhecimento das últimas novidades, quer sejam elas relacionadas com motas, passeios, competição, acessórios, etc.
Um espaço que merece a nossa atenção: http://motomaisloja.blogspot.com

Boas curvas! :-)

GLOBERIDERS - Indochina Expedition

Como sou um grande apreciador de filmes sobre viagens mototurísticas, especialmente aquelas que envolvem percursos fora de estrada, adquiri recentemente um DVD realizado pelos GlobeRiders, denominado  “Indochina Expedition”.
Esta expedição  levou o fundador desta organização, o Sr. Helge Pedersen e o seu amigo Chris Poland até ao Continente Asiático, para explorar vários países desta zona do globo.

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Esta expedição levou estes dois aventureiros a vários países de grande beleza e espectacularidade, como o Vietname, Laos, Camboja, Tailândia, Malásia e Singapura, onde tiveram o privilégio não só de circular por estradas e trilhos de montanha, alguns deles num estado algo degradado, como também contactar com a população e costumes locais.

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Esta foi uma viagem delineada em 71 dias e com um total de 8.000 milhas, onde a BMW R 1200 GS Adventure e a BMW HP2 foram as fiéis companheiras destes dois aventureiros, permitindo-os ultrapassar todas as contrariedades que o terreno por vezes apresentava.
Um filme muito interessante, onde somos brindados com os pormenores da preparação da viagem e das motas e que nos mostra muito bem a realidade social e territorial destes países asiáticos, bem como todas as peripécias vividas pelos protagonistas nesta viagem.
Este DVD pode ser adquirido na loja Touratech Portugal: http://www.touratech-portugal.com/
Para os que gostam de mototurismo de aventura, este é um documentário a não perder!
Poderão saber mais pormenores desta viagem e não só em http://www.globeriders.com/

Boas curvas! :-)