"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts de Março, 2009

YOSHIMURA já equipa Super-Desportivas de 2009

A reputada marca Japonesa de escapes Yoshimura, já apresentou algumas propostas no campo das ponteiras de escape de rendimento e colectores de escape para alguns modelos desportivos de 2009, como a nova Suzuki GSX-R 1000, Yamaha YZF-R1 e Kawasaki ZX-6R.
Começando pela Suzuki GSX-R 1000 K9, a Yoshimura apresentou uma primeira proposta que visa substituir as 2 ponteiras de série por apenas 1 em carbono e titânio, a qual se junta a uns colectores em titânio da mesma marca. O modelo dá pelo nome de TRC-D e possui este aspecto fantástico:

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Um look verdadeiramente factory, com o seu característico formato tri-oval e cujas prestações oferecidas por esta linha de escape completa não deverão desiludir.

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Outra desportiva que recebeu atenção por parte da Yoshimura foi a Yamaha YZF-R1, a qual recebeu igualmente uma linha de escape completa TRC-D, que termina em 2 espectaculares ponteiras de escape tri-ovais em carbono e titânio, cujo aspecto é simplesmente brutal:

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Nem quero pensar no som que esta nova R1 deverá emitir…

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Por fim, a Kawasaki ZX-6R, com o já referido TRC-D, o qual deverá deixar esta verdinha ainda mais nervosa. A ponteira de escape diferencia-se dos modelos destinados às motas anteriores pela dua dupla saída, conferindo um aspecto mais agressivo:

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Com estes produtos da Yoshimura, estas Super-desportivas de 2009 deverão ficar com um carácter desportivo bem mais vincado e agressivo, a par de um aspecto verdadeiramente racing e um som cheio de carácter. Mas atenção, as linhas de escape aqui apresentadas não são homolgadas…
Para mais informações: http://www.yoshimura-rd.com/

Boas curvas! :-)

BMW F 800 GS ADVENTURE BY TOURATECH

A BMW F 800 GS já é de série uma Trail com qualidades invejáveis e que praticamente só tem paralelo na máquina Áustríaca, nomeadamente a KTM 990 Adventure.
De forma a potenciar ainda mais a sua polivalência e capacidade para grandes viagens por percursos pouco convencionais, a Touratech desenvolveu uma série de acessórios para a GS 800, que a tornam numa Trail de aspecto mais aventureiro, não sendo de todo incorrecto apelidá-la de F 800 GS Adventure.

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Por conseguinte, a GS 800 com esta nova roupagem ganha uma série de  protecções em alumínio, que protegem as partes mecânicas mais expostas aos maus tratos, protecções de mãos, bem como umas malas laterias em alumínio da ZEGA, modelo Pro. Condutor e passageiros também foram contemplados com um assento mais confortável e um kit frontal constituído por uma espécie de carenagem mais o vidro, denominado por Desierto III, que certamente proporcionará uma maior protecção aos elementos naturais.

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Mas a maior inovação da Touratech para este modelo da BMW reside no depósito de combustível adicional. De série, o depósito de combustível da GS 800 situa-se nas parte traseira da mota, nomeadamente nas carenagens laterais/baquete, albergando uns escassos 16 litros. O depósito convencional apenas albergava a caixa do filtro de ar e pouco mais, ou seja, uma solução com vista a uma melhor distribuição de massas.
A Touratech desenvolveu um depósito convencional de maiores dimensões e que permite a colocação de todos os componentes mecânicos que de série vinham, aumentando a capacidade de combustível, juntamente com os depósito laterais de série, para 36 litros e a autonomia para uns respeitaveis 700 a 850 km.

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Uma solução muito bem-vinda, especialmente para os viajantes e aventureiros.
O resultado final não poderia ser outro senão uma autêntica aventureira e, quem sabe, não dê algumas ideias para a BMW desenvolver o seu próprio modelo Adventure.
De uma forma ou outra, esta Trail ficou bem mais de acordo com os propósitos dos viajantes, com o benefício de serem acessórios de grande qualidade e resistência a que a Touratech já nos habituou.
Para mais informações: http://www.touratech.de/new/main.php?sprache=1

Boas curvas! :-)

Test-Ride Yamaha XTZ 660 Tenere

Na passada quarta-feira, tive a oportunidade de fazer um test-ride à nova Yamaha XTZ 660 Tenere, a qual é pertença do Francisco Marques, Motociclista entusiasta das Trails.
Contudo, este não foi um daqueles test-ride com a durabilidade suficiente para explorar todo o potencial desta nova Trail da Yamaha, foi um test-ride curto, mas que serviu para retirar algumas impressões. Por isso, será mais apropriado chamar contacto em vez de test-ride.
Por conseguinte, o meu primeiro contacto com a nova Tenere foi na sede do Clube Motard de São Miguel, onde primeiramente perdi alguns minutos a olhar para ela de um modo geral, para depois centrar-me nos pormenores, porque são estes que fazem a diferença.

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Gostei muito do seu aspecto geral, porque em revista parece que possui uma imagem com forte inspiração nas motas de Rallye-Raid, situação que se confirma na prática, onde a secção dianteira muito contribui para este conceito, com o o seu faról em posição elevada, painél de instrumentos em posição elevada, suspensão de longo curso, depósito com grande capacidade, jantes de raios, enfim, na dianteira tudo parece bem.
Mas a secção traseira também não está nada mal, onde as 2 ponteiras de escape muito bem integradas preenchem esta zona e a ausência de carenagens laterais contribuem para uma imagem de mota alta. O faról em LED é muito bonito.
Por falar em mota alta, quando saltei para cima dela, notei de imediato que a Tenere é de facto alta, o que deverá ser muito bom na hora de enfrentar percursos fora de estrada, mas mau para quem tem perna curta.
Mas apesar de ser alta, sentimos de imediato algum à vontade, dado que esta mota possui o seu peso bem distribuído e não temos aquela sensação de “trambolho”. Em cima dela, sentimos uma grande leveza e o encaixe das pernas na zona do depósito de gasolina está num bom nível, situação que o assento do condutor também contribui, sendo o mesmo suficientemente macio e não muito largo.
Os comandos estão “à mão” e o guiador em alumínio que incorpora de série transmite uma boa sensação de controle.
Mas o que é que vale esta mota na estrada???

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Ok, a determinada altura o Francisco ofereceu-me a oportunidade de dar uma voltinha e, como fica feio dizer que não a um convite, lá parti com a nova Tenere.
Logo no arranque senti uma enorme facilidade, com a embraiagem a ter um tacto muito macio e intuitivo. Apesar de fazer um “clank” algo barulhento no engrenamento da 1ª velocidade, o funcionamento da embraiagem e caixa de velocidades revelou-se suave e preciso, bastando um pequeno toque no pedal para o engrenamento ser feito com sucesso.
Outras sensações muito positivas que esta mota nos transmite é a leveza e maneabilidade. É fácil serpentear com a Tenere em zonas com curvas encadeadas, com a ciclística a permitir mudanças de diracção rápidas, mas acompanhadas por uma grande sensação de leveza. Um espectáculo, parece um brinquedo e esta leveza e maneabilidade será muito apreciada no off-road.
Quanto ao motor, limitei-me em tentar isolar-me do conceito de grandes motores e de motores com mais do que um cilindro, para conseguir perceber o que de positivo este monocilindríco podia me oferecer.
E, de facto, este motor não me desiludiu muito. O monocilindríco da Tenere não assusta na sua resposta. Responde de forma suave e progressiva, transmitindo muito poucas vibrações, as quais são praticamente imperceptíveis. Este motor não é um foguete, tipo a irmã endurista WR-F, é sim um motor que foi feito com o intuito de oferecer uma faixa de utilização honesta e acessível, bem como pensado para uma utlização em passeios mais longos. Por isso, não convém uma resposta ríspida e seca, mas sim suavidade. Ok, se em vez de 48 cv tívessemos 55 ou 60 cv à disposição do punho direito não era nada mau, mas lá se ia a suavidade…
Assim sendo, a 1ª velocidade é curta, a 2ª também não tem um alongamento muito grande e, a partir da 3ª velocidade, o motor já começa a render mais um pouco, alongando um pouco mais e transporta-nos para velocidades na ordem dos 150 km/h com alguma facilidade, tendo em conta que é um monocilindríco. Mas atenção, é possível circular acima dos 150 km/h, mas já exige um pouco do monocilindríco, se bem que um pouco acima desta velocidade já convém apanhar alguma inclinação descendente para a mesma ganhar mais alguma velocidade. Fiquei agradávelmente surpreso quando logrei atingir 175 km/h numa inclinação, sempre acompanhado de um baixo ruído dos escapes. Nada mau para este motorzinho, o qual não gosta de ser levado acima das 6.500/7.000 rpm.
Mas o intuito desta Trail não é viajar rápido. É preferível ir a médias de 130/140 km/h, do que mais do que isso, porque a protecção ao vento também não é muita. Neste campo e para os viajantes, um ecrá de maiores dimensões será bem vindo.
Quando chegou à hora de travar, mais surpresas agradáveis. Neste primeiro contacto, a travagem dianteira revelou-se muito competente, onde os 2 discos assistidos por pinças de travão Brembo mordem com uma prontidão assinalável. No entanto, achei este poder de travagem algo exagerado, seria preferível mais alguma suavidade no tacto. Em condução fora de estrada há que ter atenção ao poder de travagem na dianteira.
Na traseira a travagem cumpre a sua função, não brilhando em nenhum aspecto.
O aspecto que menos apreciei na nova Tenere foi a suapensão dianteira, não pelo longo curso que oferece, mas sim pela sua afinação. De série, esta suspensão vem afinada para oferecer algum conforto, caracterizando-se por ser algo mole. Por exemplo, mediante uma travagem dianteira mais forte, a suspensão afunda com alguma facilidade e afunda em excesso, dando a sensação que o seu curso esgota com facilidade. No entanto, esta situação poderá ser remediada com uma simples afinação ou mudando as molas por umas mais rígidas.  Mas esta opinião da suspensão dianteira já reflecte uma preferência pessoal minha.
Da suspensão traseira não tenho nada apontar neste contacto de estrada, dado que a mesma ofereceu um tacto de grande conforto e boa absorção das irregularidades. Resta ver a validade desta em percursos TT.
Dado que este test-ride foi feito à noite, pude observar a beleza do painél de instrumentos da Tenere, sendo o mesmo muito perceptível na sua informação, bem como completo e iluminado. Por falar em iluminação, a iluminação do faról dianteiro é muito boa.
Para terminar este relato deste contacto, só posso dizer que todos os componentes em geral apresentam uma grande qualidade de construcção, onde notei a ausência de ruídos vindos de plásticos e um bom encaixe dos mesmos.
Resumindo, uma boa Trail, onde o equilibrio, suavidade e facilidade são palavras de ordem e, muito importante, oferece a possibilidade de fazer algumas incursões em percursos fora de estrada, onde a sua ciclística e motor serão grandes aliados, através do seu comportamento equilibrado e prevísivel.
Ao Francisco Marques, o meu MUITO OBRIGADO pela possibilidade de testar a Tenere e desejos de muitos e muitos quilómetros de diversão.
Miranda, muito obrigado pelas fotos, sem ti este post estaria mais pobre ;-)

Poderão ficar a conhecer melhor, ou adquirir esta mota na empresa representante da Yamaha em São Miguel, a Horácio da Silva Garcia, na Rua da Vitória, 2, Ponta Delgada.

Boas curvas :-)

Metric Choppers

O universo das Custom/Choppers tem conhecido ns últimos anos muitas alterações e mudanças de atitude, quer nos conceitos de transformações/modificações, quer nas motas alvo de tais trabalhos.
A mais recente moda e que começa a ganhar muitos adeptos, quer pela Europa, quer no mercado Motociclístico mais importante, ou seja, Estados Unidos da América, são as Metric Choppers. Mas que raio são as Metric Choppers??? :-)
As Metric Choppers são as motas não Harley Davidson do segmento Custom/Chopper (mas também podem ser de outros segmentos), que são alvo de profundas modificações, à semelhança daquilo que fazem com as Harley Davidson, bem como constructores como a OCC, West Coast Choppers, entre outros.
No fundo, encontramos motas de série, como uma Yamaha Drag Star 650, uma Wild Star 1600, Suzuki Intruder 1500, Honda Shadow 1300, entre outras, completamente desfiguradas do seu aspecto original e transformadas em Choppers de grande impacto visual e espectacularidade. Muitas destas transformações são confundidas com modelos de origem Harley Davidson ou produções idênticas, mas mais não são do que motas de série muito bem modificadas.
Nos Estados Unidos da América, as Metric Choppers já são uma realidade e encontram-se em fase de ascensão de popularidade. São cada vez mais procuradas para transformações e já existem constructores especializados nestas motas em particular, como a BMS Choppers de Sam Nehme.
A BMS Choppers tem apresentado trabalhos de grande nível e qualidade, os quais têm assentado essencialmente em modelos Custom da Yamaha, como a Drag Star, Wild Star, Royal Star, Road Warrior, Road Star, enfim, a gama Custom da Yamaha após passar pelas oficinas destes especialistas nunca mais volta a ser a mesma.
Abaixo, encontram-se alguns dos melhores exemplares da BMS Choppers, os quais tanto podem apresentar uma imagem radical, como pode primar por uma grande simplecidade das linhas, que nunca deixam de ser atractivas.
E por falar em radical:

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Quem diria que se trata de uma Yamaha???

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Pneus sobre dimensionados, jantes espectaculares, depósitos largos, enfim, transformação total:

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As suspensões longas também figuram em algumas transformações:

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Para quem preferir algo menos radical, também encontramos produções interessantes, que apesar de parecerem algo simples de aspecto, não deixam de transparecer algum trabalho bem conseguido e de qualidade:

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Quem gosta de Choppers com aspecto clássico??? Eu adoro!!! :-)

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Também não escondo o meu gosto pessoal por Choppers de secção traseira curta e pneus bem largos:

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O preto fica sempre bem numa Chopper:

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Para terminar, uma Road Warrior, um modelo que apenas foi destinado ao modelo Americano:

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As Metric Choppers vieram para ficar e, se desejarem conhecer mais trabalhos deste constructor, quer em Choppers ou mesmo em Super-desportivas, clique em:

http://www.bmschoppers.com/

Boas curvas! :-)

Será??? - Parte 2

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Mais uma fotografia para dar que pensar… ;-)
Novidades, novidades, só… daqui algum tempo :-)
Fiquem atentos.

Boas curvas! :-)