"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts de Março, 2009

TT Baptismo da Tenere

Sábado passado o pessoal do Azores Trail TT reuniu-se novamente para mais um magnífico passeio pelos trilhos maravilhosos de São Miguel.
Mas desta vez, este passeio tinha uma novidade em absoluto, ou seja, era a estreia de um novo companheiro e mota no grupo. Este novo companheiro é o Francisco Marques e a sua novíssima Yamaha Tenere 660, ainda (acho eu) em plena rodagem, mas já equipada com um par de pneus cardados.
O ponto de reuinião do grupo foi o do costume, com o grupo a apresentar-se a horas e ansioso por mais uma aventura por maus caminhos:

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O dia não se apresentava nas melhores condições, dado que a chuva fez a sua aparição, caindo com alguma insistência, mas nada que demovesse a sede de TT do grupo. Aliás, para nós a chuva só iria tornar as coisas melhores e mais interessantes, dado que não haveria pó e haveria alguma lama. Espectáculo!!! :-)
E lá partimos nós, Eu na V-Strom 650 Adventure, Miranda na KTM 950 Adventure, Gregório na Honda Dominator 650, Hugo na Yamaha DT 50 e Francisco na Yamaha Tenere 660. Um grupo bem composto e animado.
Para aquecer um pouco os músculos, tomamos alguns trilhos situados na Lagoa, os quais já são um velho conhecido nosso e ideais para abrir a pestana ao pessoal. Assim que entramos nestes trilhos, o Francisco desatou a rodar o punho direito como se o amanhã não existisse e passou por mim que nem um louco, onde apenas presenciei um rabejar frenético da traseira da Tenere, para nunca mais o ver. O Miranda perante esta situação, decidiu fazer o “canhão” KTM disparar, e nunca mais o vi também. Digamos que o pessoal estava entusiasmado, talvez um pouco demais…
No final deste trilho havia muita excitação no ar e eu decidi acalmar o pessoal, pois o passeio ainda ia no ínicio.
saltamos de imediato para a entrada de outro trilho, o qual era desconhecido, mas que tem servido de palco a algumas provas de TT regionais. Estavamos muito curiosos em explorá-lo.

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Enquanto o grupo conversva um pouco, decidi fazer um reconhecimento pedestre ao ínicio deste trilho e, pareceu-me muito intertessante, não obstante a algumas irregularidades que podiam causar algumas dificuldades, como alguns regos/valas com alguma profundidade e muita pedra solta.

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Mas assim que cheguei o sinal não poderia ser mais positivo, bora pessoal!!!

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Íniciamos a nossa subida, com algumas cautelas, onde o Francisco uma vez mais enfrentava os trilhos com algum entusiasmo, o qual se revestia numa condução exuberante e sempre ao ataque. O Francisco estava nos seus dias e a Tenere mostrava-se à altura dos desafios. Estava a começar a ficar impressionado com esta pequena Trail

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Ultrapassamos esta parte do trilho mais acidentada sem dificuldades de maior, apesar de eu ter parado em 2 zonas, apenas por mera precaução e, também, para poupar as suspensões da V-Strom. Em qualquer uma das vezes que parei, arranquei sem problemas de maior. Aliás, no arranque destas duas paragens já se notava alguma calma e serenidade na minha condução, onde consegui arrancar sem colocar a roda traseira a derrapar ou com velocidade excessiva. Acho que já começo a ganhar alguma maturidade nestas andanças.

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Este trilho delineava-se no interior de uma mata, tornando a condução num mero exercício de prazer, pois o piso não estava muito degradado e conduzir no meio de árvores dá sempre uma sensação extra de desconhecido e de aventura, já para não falar do cheiro a vegetação, que é sempre agardável.

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Uma zona muito apetecível para o TT:

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O Hugo foi durante muitos quilómetros o meu fiél companheiro, pois perante alguma situação mais complicada certificava-se que o meu “mamute” passaria sem problemas. Até desaviou troncos de árvores. Grande Hugo, Obrigada!!!

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Após este trilho, continuamos a explorar mais alguns trilhos junto à zona industrial da Marques, onde o piso alternou muitas vezes entre terra, alguma brita e cascalho, tornando o piso por vezes mais mole.

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O grupo estava a circular sem problemas, mas a um ritmo mais de acordo com as pretensões mototurísticas, apesar de o Francisco andar quase sempre de punho enrolado, não dando qualquer hipótese à objectiva da minha máquina fotográfica. Acho que depois desta crónica ele vai queixar-se pelo facto de aparecer em poucas fotos, mas…
Pelo caminho, as paisagens já começavam a fazer a sua aparição, através de cenários de montanha:

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Mas o passeio estava longe de terminar e, quando demos por nós, já estavamos a entrar em alguns trilhos situados numa zona muito perto da Lagoa do Fogo, os quais eram, também, uma novidade para nós. Estes novos trilhos estavam a ser dados a conhecer pelo Francisco, o qual já foi em tempos um praticante assíduo de Enduro.
Estes trilhos ficavam situados numa zona de pastagens, onde o verde é a cor predominante:

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Houve quem se aventurasse com a mota numa destas pastagens, neste caso o Francisco e a sua Tenere. A “burra” queria pastar ;-)

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O autor desta crónica em plena verdasca:

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Alguns metros mais à frente mais uma magnífica paisagem:

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Entra trilho, sai trilho e já estavamos a explorar mais alguns percursos novos na zona de Água d’Alto, os quais eram acessíveis e interessantes, apesar de algumas partes parecerem não ter saída, obrigando-nos a voltar para trás.
Francisco “too fast too furious”:

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Gregório e a sua fiél Dominator:

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O Hugo em acção:

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Miranda e o “canhão”:

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Alguns metros mais à frente, aconteceu o inesperado, ou seja, o Francisco foi ao tapete com a sua Tenere, devido a um rego mais “manhoso”, que fez a roda dianteira lhe pregar uma partida.
Felizmente foi uma queda sem consequências graves para o Francisco, o qual apenas se queixava de algumas dores musculares e manifestava alguma preocupação com a sua nova mota, a qual apenas possuia alguns riscos, um pisca partido e o pedal de travão torto.
Não te preocupes Francisco, tudo se arranja e já tá na hora de colocares algumas protecções nessa Tenere. Alguém falou em Touratech??? :-)
A partir deste ponto interrompemos o passeio e fizemos escolta ao Francisco até a casa, porque convinha ele colocar algum gelo nas zonas mais afectadas pela queda, como medida de precuação. 
No entanto, eu e o Miranda decidimos continuar o passeio e dirigimo-nos para a zona do Pinhal da Paz, para explorar-mos mais alguns trilhos novos, situados junto ao parque natural do Pinhal da Paz e campo de golfe da Batalha.

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Inicialmente, pensamos que os trilhos desta zona iriam ser complicados, mas afinal revelaram-se fáceis, pois havia sinais no terreno que os mesmos tinham sido alvo de alguma atenção, estando o piso muito aplanado.

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Contudo, havia lagumas zonas com um piso mais mole, tornando as coisas mais interessantes.
Nesta zona estavamos a passar junto ao campo de golfe da Batalha, o qual se situa no meio das montanhas:

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Percorremos vários percursos situados nesta área, os quais nos levaram até ao Pico da Pedra e Rabo de Peixe. O ritmo foi sempre calmo, oferecendo-nos oportunidade de contemplar as várias vistas que nos apareciam:

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Apesar da tarde estar a terminar, eu e o Miranda ainda estavamos cheios de vontade de fazer mais alguns quilómetros.

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Decidimos regressar ao ínicio destes trilhos e fazer praticamente mesmo caminho de regresso, só para voltarmos a atravessar uma zona cujo piso se encontrava um pouco mole, oferecendo-nos a oportunidade de treinar para um futuro passeio em pisos com areia, como Marrocos, por exempolo :-)

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Maravilha!!!

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A subida correu super bem e até ficamos agardavelmente surpresos com o nosso desempenho e com a performance das “meninas”. Só temos pena de não haver mais trilhos com este tipo de piso, senão… ;-)
Daqui para a frente, já não hava muito mais para fazer, porque o dia já estava a terminar e o sol já começava a preparar-se para ir embora. Perante esta situação, decidi que era a altura ideal para fazer umas fotografias do por do sol.
Assim sendo, rumamos para o miradouro da Rocha da Relva:

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Para chegarmos a este Miradouro fizemos mais alguns trilhos, juntando o útil ao agradável, ou seja, verdasca e um por do sol fantástico:

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Seja qual for a foto que optemos fazer, fica sempre bem com um por do sol como este:

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De um lado o sol a esconder-se, do outro ainda alguma claridade:

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Nem o avião da SATA me escapou:

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E os resistentes que terminaram o passeio, Eu:

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E o Miranda:

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Foi um passeio excelente e que serviu para iniciar o Francisco nas andanças deste grupo, bem como conhecer novos trilhos e ver o que a Tenere valia no terreno. Da minha parte, nota positiva para esta Trail, pois mostrou estar à altura das exigências deste passeio e parecia muito fácil e intuitiva. Quanto ao Franciaco, apesar do tombo, espero que ele volte, pois a sua boa disposição torna estes convívios ainda mais divertidos.
E, como já vem sendo hábito, o vídeo do passeio:

http://www.youtube.com/watch?v=BU2Ija89ipg

Resta esperar pela próxima verdasca neste pequeno paraíso chamado São Miguel :-)

Boas curvas! ;-)
 
 


 

PÓ & Água ao Pequeno Almoço

Já lá vão umas quantas semanas desde o último passeio TT do grupinho do costume. Esta situação deixou o pessoal a ressacar e a desejar um passeio o mais rapidamente possível, porque o vício já começava a falar mais alto :-)
Por conseguinte, Eu, o Miranda, o Gregório e o Hugo juntamo-nos no Domingo passado para mais um  passeio TT, de forma a “matar” o vício, tendo o ponto de encontro sido num posto de abastecimento local.

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Antes da partida para o passeio, estivemos a ver o novo visual do guarda-lamas dianteirto da KTM do Miranda, o qual apresenta este aspecto super moderno ;-)

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Pois é, vestígios de uma ida ao tapete…, mas o guarda-lamas da KTM Super Enduro 690 já está à espera de tomar o lugar deste.
Bem, após a reunião do grupo, decidimos partir para os “maus caminhos”, onde o único inconvenienente era o facto do meu tempo disponível para este passeio estar limitado a apenas algumas horas :-(
Decidimos ir para os trilhos mais próximos e entramos em alguns trilhos situados na Lagoa e que vão até à Ribeira Grande.

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O dia estava bom, mas parecia que o pó ia ser a nossa companhia ao longo do passeio, obrigando-nos a algumas paragens de forma a evitar o pó levantado pelos elementos que seguiam à frente.

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Tivemos tomar alguns atalhos, obrigando-nos a transpôr alguns obstáculos, de forma a chegarmos aos trilhos desejados.

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De volta aos estradões, o piso estava super rápido e solto, devido à presença de muita brita, a qual por vezes causava alguns sustos, porque se circulasse-mos lentos demais, a dianteira começava a ficar instável, se circulasse-mos rápidos demais, podia não dar tempo para abarandar em segurança. O meio termo era o mais seguro.
Neste percurso encontramos mais pessoal a verdascar, nomeadamente a malta dos Quads, os quais levantaram imenso pó. Raios partam… ;-)

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A dada altura fizemos uma pequena paragem, onde eu pude deliciar-me com uma voltinha na KTM do Miranda. Aos comandos desta mota tudo é diferente, para melhor, mais fácil, mais entusiasmante e mais eficaz. Espectáculo!!!

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No entanto, o objectivo não era só dar uma voltinha, era verificar se havia algum problema com a direcção, porque desde a ida ao tapete desta mota, o Miranda estava com a impressão que havia algo de mal com a direcção. E não se enganou, verifiquei que o guiador estava ligeiramente torto. Bem, lá se vão mais uns euros…

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Depois desta paragem, o pessoal voltou à carga e seguimos em direcção à Ribeira Grande:

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Os trilhos já começavam a ficar mais interessantes e menos poeirentos:

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A montanha da Lagoa do Fogo era a nossa companhia:

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Devido ao pó que apanhamos em alguns trilhos, decidimos ir em direcção aos trilhos situados na zona Geotérmica da Lagoa do Fogo, para uma lavagem grátis das motas:

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Como sou um pouco curioso, decidi explorar a origem da água desta ribeira:

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Bem, a paisagem já era bonita, mas assim ficou bem melhor :-)

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Um pouco mais atrás, o restante grupo ficou com medo de molhar os pés…, ou será que ficaram com medo que as suas “meninas” se constipassem??? :-)

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Olhando mais adiante, parecia ser possível seguir em frente, mas será que havia saída???

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Bem, o que é certo é que eu decidi não continuar explorar a ribeira e decidi voltar para trás, só que fiquei atascado numa zona mais mole:

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Quando estava a tentar dar a volta, a mesma complicou-se um pouco mais, porque na tentativa de evitar algumas pedras e algumas zonas mais profundas de água, acabei por atascar e, apesar de ter tentado sair desta situação sózinho, estava a ser complicado.
Mas enquanto eu fazia várias tentativas para sair, os meus compnheiros riam-se que nem uns perdidos a observar as minhas tentativas ineficazes e poisavam para as fotos:

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Tentativas e mais tentativas e poucos progressos eram conseguidos. Já farto da situação, pedi ajuda e, lá vieram  voluntários à força, a saltar de pedra em pedra:

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Primeiro veio o Miranda e depois o Hugo, os quais foram uma ajuda preciosa e juntos lá conseguimos desatascar a V-Strom, apesar destas tentativas terem magoado um pouco o joelho do Miranda. São ainda pequenas lembranças do asfalto…

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Esta incursão na ribeira tornou-se um momento engraçado e que serviu de motivo para umas boas gargalhadas. Além disso, serviu para refrescar os pés, especilamente o Hugo, cujas botas pareciam uma piscina. O nosso companheiro Gregório safou-se deste banho, porque esteve o tempo todo a filmar.
Quando abandonamos a ribeira, entramos em mais alguns trilhos de montanha, os quais voltaram a ser um pouco desagradáveis, devido ao pó que se fazia novamente sentir. Estava mais que visto que iria ser pó do fim ao princípio.

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Desta zona montanhosa, era possível avistar ao longe a costa norte:

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Contudo, a hora de eu abandonar o passeio já se aproximava e decidimos que o passeio deste Domingo iria terminar um pouco mais cedo que o habitual. De forma a que a diversão não acabasse abruptamente, o caminho de regresso foi exectamnente o mesmo, só que feito em sentido inverso.

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Voltamos a divertir-nos mais um pouco e apanhamos mais algum pó. No fim, a já havia mais alguma alegria, pois o jejum de algumas semanas sem passeio já tinha sido quebrado.
Mas ficou no ar alguma sensação de que este passeio soube a pouco, levando-nos de imediato a equacionar o próximo passeio já no próximo Domingo.
De qualquer forma, este foi um bom passeio, onde o pó e a água foram o nosso pequeno almoço. Que venha o próximo!
Deixo aqui o vídeo deste passeio:

http://www.youtube.com/watch?v=I7qcEGC7zTU

Boas curvas! :-)
 
 
 
 

KTM para Senhoras

Uma KTM no mínimo original :-)

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O pessoal, das KTM que se ponha em sentido, porque elas”andam aí” ;-)

Boas curvas! :-)

“Cavalinhos”

Quem não gosta de ver um Motociclista a fazer um bom “cavalinho”???
Em geral, todos nós gostamos, especialmente se for feito por profissionais e em condições de segurança. Mas o que mais me impressiona não são os “cavalinhos” feitos em motas de TT, Nakeds ou Super-Desportivas, são os “cavalinhos” feitos em motas que à partida seria muito díficil fazer, como Turísticas e Custom/Choppers.
Este tipo de motas normalmente caracteriza-se por dimensões generosas e um peso algo elevado, sendo estas características que à partida dificultam a execução de um “cavalinho”, ao contrário de uma, por exemplo, Naked ou Super-Desportiva.
Mas nada é impossível e, as imagens que se encontram abaixo, são bem demosnstrativas que com um pouco de coragem, destreza, habilidade e alguma maluqueira à mistura, tudo é possível
Por exemplo, a Honda Goldwing:

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O “navio almirante” da Honda não se nega aos “cavalinhos”. Impressionante!!!

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Outro peso pesado do mundo das motas é a Triumph Rocket III:

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Potência não lhe falta, mas coragem para levantar esta besta…

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E uma BMW LT, na boa:

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Na R 1200 C também é possível este tipo de diversão:

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E mais alguns exemplos de “cavalinhos” em Custom/Choppers, os quais não estão ao alcance de qualquer um, especialmente os verticais:

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De loucos:

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Peso elevado e distância entre eixos longa não são problema para alguns:

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Como podem verificar, tudo é possível, independentemente do peso, dimensões e potência. Mas convém deixar este tipo de brincadeira para os profissionais. Por isso, não tentem isto na via pública.
De qualquer forma, dá gozo ver um “cavalinho” feito como manda a lei :-)

Boas curvas! :-)

Aprilia Dorsoduro - Versão Racing

Em Itália vai se realizar um novo tipo de competição dentro do já existente Campeonato de Supermoto, o qual se vai dedicar exclusivamente às Supermoto de alta cilindrada, como a Ducati Hypermotard, KTM Supermoto 990, BMW Megamoto e a não menos espectacular Aprilia Dorsoduro 750.
Com vista a este campeonato, a equipa V2 Racing agarrou uma Aprilia Dorsoduro 750 e efectuou uma preparação de luxo para esta Supermoto endiabrada, a qual adoptou a designação de Dorsoduro RR:

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Esta versão racing da Dorsoduro apresenta argumentos de fazer qualquer um delirar e eleva as prestações do motor e da ciclística a um patamar elevado e com vista a esta competição, dado que as restantes participantes possuem cilindradas acima dos 900 cc, sendo a Aprilia a de cilindrada mais baixa.

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Contudo, esta Aprilia não deverá desiludir, pois estamos a falar numa mota com um v-twin de 750 cc bem afinado, onde a sua potência cresceu dos 92 cv de série para uns interessantes 110 cv, que deverão permitir andamentos muito rápidos. Esta potência encontra-se associada a uma embraiagem deslizante, acelerador ride by wire, sistema de escape completo da Silmotor, filtro de ar de rendimento, entre outros “truques” que deverão causar algumas surpresas às concorrentes de maior cilindrada.

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As ponteiras de escape da Silmotor em carbono possuem este aspecto fantástico, conferindo uma grande agressividade à Dorsoduro:

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Na ciclística, encontramos um cocktail muito interessante, onde impera na dianteira uma suspensão invertida de 50 mm da Marzocchi, modelo Shiver, a par de 2 discos de travão em pétala da Galfer de 320 mm. A bomba de travão é da Beringer e a pinça da Galfer, sendo a mesma de montagem radial:

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Na secção traseira mais um pequeno luxo, uma suspensão da Ohlins, totalmente ajustável, tal como a Marzocchi dianteira:

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Outros pormenores de grande importância e que contribuem para o aumento da performance e maneabilidade desta Aprilia são as jantes em magnésio da Marvic com as respectivas medidas de 16,5 na dianteira e 17 na traseira, assistidas por um par de pneus slick da Pirelli. A secção traseira do quadro, ou seja, sub-quadro é construída em titânio- ergal. O guiador é da McMaster e existem diversos acessórios construídos em carbono.
No final de tudo, esta Aprilia dorsoduro passou dos seus originais 185 kg para uns impressionantes 138 kg!!! ESPECTÁCULO!!!

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Por fim, a Aprilia vai disponibilizar em Itália uma réplica desta máquina de corridas da equipa V2 Racing, a qual terá praticamente todas as alterações da versão de corridas para um uso em estrada.

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É caso para se dizer: QUERO UMA!!! :-)

Boas curvas! :-)

Husqvarna TE 250 White Power by MotoMais

Quando eu pensava que o Manuel Martins já tinha colocado a Husqvarna TE 250 no ponto, ou seja, com um aspecto factory, eis que ele me voltou a surpreender e apresentou a mesma Husky com um novo look, ainda mais agressivo e racing:

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À primeira vista, somos bem enganados e pensamos que se trata de uma outra Husky qualquer, mas na realidade é a mesma mota, a qual com o seu novo kit de autocolantes ganhou uma nova vida e ficou com uma estética super apelativa e vistosa.

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Este novo kit de autocolantes foi feito mandado fazer pelo Manuel Martins a uma empresa da especialidade e, para nós MotoAzores, esta decoração tornou-se especial, porque incorpora os adjectivos que usamos num post anterior para a apelidar, isto é, WHITE POWER:

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Adorei, simplesmente genial e o nosso agradecimento ao Manuel Martins por usar algo saído deste blog. Para nós é uma grande honra :-)
Mas vale a pena perder alguns minutos para olhar bem para estas fotos, porque não se trata apenas de mais alguns autocoloantes ou mais uma decoração, é um kit de autocolantes muito pessoal e que revela a quem olha para ele as origens da mota e do Motociclista, sobressaindo a bandeira dos Açores, o nome do piloto (Martins), marca do equipamento do piloto (ASW) e as Empresas (MotoMais e Azores 4 Adventure):

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Vista de traseira, continuamos a constatar as dimensões super minimalistas desta Husky, mas com a diferença do contraste causado pela nova decoração. um xpetáculo!!!

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Até no guarda-lamas encontramos toda a informação associada a esta empresa e piloto, sendo este um pormenor típico de uma mota de corridas:

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E de frente:

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A secção dianteira segue a mesma tendência, vincando ainda mais o carácter agressivo desta Husky, onde o logótipo da marca ocupa a posição principal:

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De resto, o figurino anteriormente conhecido mantém-se, com as suspensões devidamente afinadas pela MXT, as quais têm um comportamento soberbo, tal como pude constatar num Enduro Riding com o Mané, travões Brembo, cabeça do motor pintada em vermelho “Ferrari“, protcções de motor e quadro, guiador em alumínio, entre outros pormenores de grande qualidade a que a Husqvarna já nos habituou.
Neste novo look, a Husqvarna do Manuel Martins ficou simplesmente soberba e bem se pode dizer que será um caso à parte no panorama do TT/Enduro Regional.
Os meus parabéns ao Manel Martins e à MotoMais (http://www.moto-mais.com/) por mais uma produção muito bem conseguida, que espelha bem o carácter competitivo e inovador de ambos. “Long Live The White Power” :-)

Boas curvas! :-)

Suzuki DR-Z 400 Supermoto By YOSHIMURA

Outra novidade da Yoshimura a que não resisti foi a linha de escape completa para a Suzuki DR-Z 400 Supermoto, denominada de RS-4 “Twin Pipe Full System“:

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Não resisti a esta novidade, porque já fui um feliz proprietário de uma DR-Z 400 devidamente transformada em Supermoto e, porque esta linha de escape completa em titânio e carbono confere à DR-Z um aspecto super agressivo e racing.
Vista deste ângulo, parece uma mota de corridas, apesar de à primeira vista causar algum impacto visual e até espanto, devido à posição invulgar das ponteiras de escape neste tipo de mota:

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Mas o resultado final não poderia ser melhor e, para aumentar ainda mais as performances desta 400, bem como a adrenalina, a Yoshimura disponibiliza uma linha completa de peças especiais para o motor e ciclística, que vão desde um kit que aumenta a cilndrada para 450 cc, carburador de competição, filtro de ar BMC, kit de ignição, pedal de arranque (vulgo kick), discos de travão recortados, acessórios em carbono, etc, etc. Tudo para tornar a DR-Z ainda mais performante e endiabrada.
Seria interessante ver este modelo de escape duplo em outras Supermoto, como, por exemplo, as KTM, Husqvarna, entre outras :-)
Para os adeptos das ponteiras de escape em posição “normal”, a Yoshimura possui uma linha de escape completa em titânio e carbono, denominada de RS-2, igualmente bem enquadrada na estética desta Suzuki:

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Apesar de já não ser um modelo recente, a Suzuki DR-Z 400 continua a ser um produto muito procurado em vários países e alvo de upgrades oriundos da Yoshimura que a deixam num pequeno “torpedo”.
É mais um exemplo da qualidade e inovação dos produtos da Yoshimura, os quais visam sempre prestações de topo.
Mais informações em: http://www.yoshimura-rd.com/

Boas Curvas! :-)