"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts de Fevereiro, 2009

Paris Tuning Show

O Paris Tuning Show é um dos salões mais importantes da Europa dedicado às alterações operadas nas motas, onde todos os anos os visitantes são presenteados com motas super alteradas, onde prolifera materiais e acessórios de grande qualidade para as 2 rodas
Este ano o salão não foi excepção à regra e voltou a mostrar produções de grande nível, efectuadas por “artesãos” locais, como West Coast Desgin, Paris Nord Moto, Dub Performance, entre outros.
As motas presentes foram essencialmente desportivas e naked, as quais são sempre as mais solicitadas para as modificações. Havia de tudo, desde pinturas muito elaboradas, alterações ciclísticas, motas mais potenciadas, race réplicas, etc, tudo em prol de uma imagem mais única e espectacular.
Aqui ficam as imagens de alguns dos melhores exemplares.
Suzuki GSX-R 1000, ainda mais R:

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Suzuki GSR 600:

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Suzuki B-King, o colosso ainda mais colosso:

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Honda CBR 1000 RR:

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A Naked da moda, a Honda CB 1000 R:

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Outra Naked que muitos fãs tem angariado, a Kawasaki  Z 750:

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Aprilia Shiver 750, ainda mais espectacular:

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As Yamaha V-Max já são um clássico no Tuning em França:

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Também estiveram presentes algumas produções de carácter Streetfighter. Imponentes, agressivas e radicais:

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Outras produções eram algo estranhas:

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E as Choppers, que embelezam qualquer salão:

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Lindas:

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Motas para todos os gostos e que não deixam ninguém indiferente.

Boas curvas! :-)
 

Mais uns mimos para a KTM 950 Adventure do Miranda

Alguns dias atrás Eu, o Gregório e o Miranda reunimo-nos na garagem do Miranda para passarmos mais um serão à volta das motas, neste caso, à volta da KTM 950 Adventure do Miranda.
O objectivo principal desta vez era a montagem dos novos espelhos rallye, montagem da roda dianteira, montagem da bateria e testar os novos punhos aquecidos que o Miranda pretende levar para a sua viagem Argentina-Chile
Quando chegamos à garagem, a KTM estava à espera da roda dianteira:

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A roda dianteira tinha sido retirada para resolver um ligeiro empeno que a mesma tinha. Não era nada de sério, mas convinha dar um jeito naquele empeno, porque queremos as nossas meninas em condições para os passeios TT :-)
O Miranda e o Gregório lá se agarraram à roda dianteira e em poucos minutos a mesma já estava montada. Pareciam prós a fazer aquilo ;-)

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A bateria também teve que ser recarregada, pois no último passeio ela fez uma pequena partida ao Miranda, obrigando-o a ficar em casa.

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Seguidamente, passou-se à montagem dos espelhos rallye, com o Gregório a fazer a montagem dos mesmos:

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E o aspecto deles:

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Estes são os tais espelhos que possuem uma articulação que permite que os mesmos sejam dobrados para o interior, de modo a não incomodarem na condução em passeios TT e evitar que os mesmos se partam em caso de tombo.

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Claro que o Miranda teve que saltar para cima da burra para verificar se os espelhos estavam a gosto:

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Com a montagem dos espelhos concluída, testamos uns punhos aquecidos que o Miranda quer montar para a altura que for fazer a viagem Argentina-Chile. Os punhos são da KTM e, após os ligar-mos à bateria da Dominator, verificamos que os mesmos aquecem, transmitindo uma temperatura agradável e que as mãos do Miranda vão agradecer quando ele estiver em viagem:

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Por fim, tempo para dar uma vista de olhos no novo pneu traseiro que o Miranda adquiriu para substituir o já gasto Continental TKC 80, o Dunlop D 908 RR:

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Um pneu de aspecto muito agressivo e com um piso de tacos com uma altura considerável. Resta testar este pneu a fim de verificar se está à altura do TKC 80 ou se supera o mesmo. Só os próximos passeios o dirão :-)
E assim se passou mais uma noite de sexta-feira, a fazer aquilo que nos dá mais prazer e na companhia de grandes companheiros de passeio.

Boas curvas! :-)
 
 

Será???

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Mais novidades em breve… :-)

Boas curvas! :-)

Enduro Riding With Manuel Martins

No passado Domingo, tive uma vez mais a oportunidade de participar num passeio de todo terreno de carácter mais endurista. Esta oportunidade fói-me concedida pelo Manuel Martins, a par da sua empresa do ramo motociclísitico, a MotoMais (http://www.moto-mais.com/), os quais me concederam uma Husqvarna TE 250 toda alteradinha, a qual já tinha baptizado de “White Power”. E que power que ela tem…

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Para este passeio compareceram mais 2 amantes do TT, nomeadamente o Sérgio Chaves e a sua Husqvarna TE 510, um autêntico canhão:

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O Isac na sua Honda XR 250:

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Por fim, o nosso guia para este passeio, o experiente Manuel Martins, o qual estreou neste passeio uma Gas Gas EC 300, também ela muito interessante:

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O último passeio que participei na condição de convidado do Manuel Martins, foi muito acessível ao meu nível de experiência e técnica, que, diga-se de passagem, é muito baixo. Mas lá consegui me desenrascar e até deu para me divertir, pois os trilhos escolhidos pelo Manuel eram acessíveis. Mas desta vez as coisas foram muito diferentes…
Após o pessoal encontrar-se devidamente equipado e as motas devidamente preparadas, partimos em direcção aos trilhos, comigo a experimentar as primeiras sensações da Husky de 250 cc, que, eram muito honestas e acessíveis, quando comparadas com a mota do último passeio que o Manuel me emprestou, a TE 450.
Para aquecer os músculos do pessoal, entramos em alguns percursos TT super acessíveis, situados na freguesia da Relva, onde o trilho da Vigia das Feteiras foi feito num ápice e fez com que quase de imediato me apercebesse que a TE 250 iria ser uma boa companheira de passeio, ou seja, potente quanto baste, leve, maneável e umas suspensões de luxo. Estava a deliciar-me!!!

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Depois deste trilho, entramos em vários trilhos da freguesia das Feteiras, onde os trilhos começaram a ficar um pouco mais exigentes, mas sempre num nível perfeitamente aceitável e acessível. Pelo caminho, o Mané divertia-se que nem um louco, aproveitando pequenas lombas para efectuar saltos, derrapagens longas, cavalinhos, enfim, estava no seu habitat natural.

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Os trilhos desta zona da ilha são simplesmente espectaculares e muito bons para a prática do TT, oferecendo um piso muito diversificado, o qual pode num instante parecer muito inocente, mas uns metros mais à frente pode ficar mais complicado. Enfim, rapidamente passamos de estradões para trialeiras.

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Na foto abaixo, é possível ver uma zona onde o Mané ganhava balanço e efectuava um salto espectacular, o qual é vísivel no vídeo. Além do autêntico recital de pilotagem que ia demonstrando ao longo do passeio, o  Mané tinha o cuidado de parar em determinadas zonas, para oferecer ao pessoal uma demonstração grátis de espectáculo.

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De referir que o Sérgio e o Isac estavam a ser uns excelentes companheiros de passeio, ajudando-me sempre que eu precisava.
A certa altura, tive a oportunidade de testar a TE 510 do Sérgio, a qual revelou-se de imediato excessiva para os meus dotes de pilotagem, isto é, um autêntico canhão e poço de força para a minha condição física e técnica. A experiência foi interessante, mas após aquela voltinha já estava com saudades da TE 250
Entra trilho, sai trilho e já estávamos nas Sete Cidades:

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O dia estava maravilhoso, com uma temperatura agradável e as paisagens a condizer:

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Mas o passeio não era paisagístico, mas sim TT, e, a partir deste ponto, as dificuldades começaram a aumentar e os trilhos começaram a exigir mais de mim. Mas o que poderia eu fazer com tão pouca experiência???

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Bem, com  a minha experiência, apenas poderia suspirar de alívio cada vez que me safava de uma situação mais complicada.

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Na zona das Sete Cidades e as suas bonitas lagoas, existem muitos trilhos, os quais variam um pouco, ou seja, podemos optar por trilhos simples e com vários estradões, ou podemos optar por trilhos mais ao estilo de uma prova de Enduro, em que os mesmos oferecem várias zonas técnicas e trializantes.
Para minha sorte (ou não…), o Mané optou por alguns dos trilhos mais díficeis, os quais possuiam várias zonas estreitas, onde a circulação da mota apenas era possível através de pequenas valas/regos situados no chão.

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Alguns destes trilhos ofereciam a hipótese de visualisar paisagens de grande beleza natural, além de algumas zonas darem a impressão de estarmos a penetrar no coração da natureza, pois a vegetação começa a ficar mais densa e, por vezes, temos que literalmente furar a vegetação.

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Em alguns destes trilhos é preciso ter algumas cautelas, dado que existem várias árvores atravessadas no caminho, obrigando a que baixemos a cabeça. Numa destas zonas bati com a parte superior do capacete, porque não me baixei a tempo.

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A dada altura, o Sérgio trocou de montada com o Mané e decidiu experimentar as sensações de uma dois tempos, neste caso a Gas Gas. Entretanto, O Mané ia abrindo caminho com a 510:

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Nestes percursos, a cor verde ganha outro protagonismo, ficando super intensa.

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Mas quando eu pensava que o nível de dificuldade não ia aumentar, o Mané decidiu subir um pouco mais o nível e levou-nos para um percurso que fez parte da extinta prova do Nacional de Enduro que se realizava por cá alguns anos atrás.
Apelidei este trilho de trilho do Diabo, porque é simplesmente demolidor para alguém inexperiente como eu:

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O Mané foi claro nas indicações para este trilho, ou seja, motas desligadas e com a 1ª velocidade engrenada e usar o travão traseiro a par da 1ª velocidade engrenada como travão. Este era um trilho descendente e acentuado, dando a impressão que estamos a ir escarpa abaixo, onde o motor praticamente não nos serve de nada, só mesmo para ultrapassar alguns obstáculos e voltar a desligar o mesmo.

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O Mané disse que fazia este trilho em 7 minutos e que nós talvez o conseguisse-mos fazê-lo em 20/30 minutos. Bem, falhou por pouco, foram 40 minutos de grande dificuldade, dado que além da inclinação, havia de tudo, desde lama, pedras com limos super escorregadios, muita pedra solta, vegetação densa, enfim, vários obstáculos naturais que provocavam alguns arrepios na espinha e muito cansaço.
Contudo, o Mané consciente das minhas dificuldades, parava lá de vez enquando e esperava por mim ou mesmo ajudava-me a transpôr alguns obstáculos. Mas para ele, era apenas mais um trilho e mais uma oportunidade de diversão.

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No meio de tanta dificuldade, aparecia uma paisagem ou outra que ajudavam a esquecer por alguns segundos estas dificuldades:

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Aquilo que para nós é dificuldade, para o Mané é apenas rotina:

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Os minutos passavam e este trilho do Diabo parecia não acabar, ao contrário da minha resistência física, a qual já começava a dar sinais de fadiga, levando-me a pequenos tombos para o lado e dificuldade em colocar de pé novamente a Husky. Não há dúvida que a condição física é primordial no TT mais a sério.

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A dada altura o Isac veio em meu auxílio, porque já estava tão esgotado que nem consegui erguer a Husky.

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Mas lá fizemos uma pequena paragem para descansar um pouco, porque seguia-se uma zona de grande dificuldade, ou seja, um “drop” de altura considerável e que exigia alguma perícia em fazê-lo, porque não bastava saltar , era necessário dar um pequeno jeito à mota para a mesma entrar no caminho certo, que era à esquerda.

Visto de cima:

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De baixo:

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Felizmente, o Mané encarregou-se de fazer a transposição desta zona a todas as motas do pessoal, pois ninguém se sentia à vontade para tal. Grande Mané, foi uma ajuda preciosa ao longo do passeio e nunca deixou de nos ajudar.

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Mesmo em zonas estreitas, o Mané conseguia voltar a mota para a direcção que pretendia. A mota parecia leve como uma pena:

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Para minha satisfação, chegamos ao fim deste trilho e pude respirar de alívio, apesar de também ficar com uma grande sensação de realização pessoal por ter conseguido chegar até ao fim.
No final deste percurso, esperava-nos um estradão coberto por água, a qual chegava até à altura do motor e estava super suja:

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Infelizmente não evitei um tombo lateral nesta zona, tendo ficado completamente sujo e com um cheiro desagradável daquela água.
No entanto, fizemos uma pausa num café local das Sete Cidades e a Laranjada nunca soube tão bem com o cansaço que estava a sentir.
Mas isto ainda não tinha acabado. Após alguns minutos fizemo-nos à estrada e, uma vez mais, as paisagens eram de cortar a respiração:

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Na zona das Cumeeiras as vistas sob as lagoas das Sete Cidades são uma constante. Efectuamos esta zona a um ritmo despachadinho e pude em algumas zonas expremer o motor da TE 250, o qual revelava-se muito rápido e suficiente.
E, uma vez mais, paisagem:

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Finalmente saímos da zona das Sete Cidades e fomos em direcção à freguesia da Covoada, para entrarmos num cascalheiro situado nesta freguesia:

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Nesta zona existe uma subida que alícia muitos praticantes de TT a tenatrem subi-la até ao fim. A dificuldade não é a inclinação, mas sim o seu piso mole feito em cascalho:

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Tudo o que sobe, também desce ;-)

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Numa das suas subidas, o Mané fez um cavalinho em plena subida. Uma demonstração clara do seu nível elevado de experiência e técnica. São muitos anos de Motocross, TT e Enduro…

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Depois destes momentos bem passados, voltamos a entrar no mato e na vegetação densa, sendo os trilhos bem mais acessíveis. Mas acessível não quer dizer menos atenção…

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Numa determinada zona deste trilho, havia uma vasta área sem árvores e com várias zonas que faziam lembrar as dunas do deserto, sendo igualmente moles. Uma zona espectacular e muito divertida de se fazer.

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Adorei esta zona e adorava voltar à mesma. Talvez um dia…

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Após este trilho, rumamos praticamente directos ao ponto de partida do passeio, porque já não haviam forças para muitas mais aventuras e brincadeiras.
Este foi um passeio um pouco mais exigente e díficil, mas que não deixou de ser igualmente divertido e interessante a vários níveis, pois não só me permitiu disfrutar de uma mota fantástica como a Husqvarna TE 250, como também me permitiu expandir um pouco mais os meus conhecimentos de todo terreno e acumular experiência.
O balanço que faço da Husqvarna TE 250 é mais que positivo, porque revelou-se uma mota super amigável e acessível, mas tremendamente eficaz no TT, independentemente da dificuldade dos trilhos. Esta “pequena” Husky tem tudo o que um utilizador de fim-de-semana e pouco experiente necessita, motor com a potência na dose certa, ciclística eficaz e um peso pluma que, após alguns trilhos exigentes, ficamos ainda mais a gostar.

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E, como de costume, o vídeo do passeio, com uma panorama geral do mesmo:

http://www.youtube.com/watch?v=dWhRYfM26aE

E um vídeo com o Manuel Martins a dar show com as Husqvarnas:

http://www.youtube.com/watch?v=J5f6Jl1Y0M8

Por último, o meu MUITO OBRIGADO ao Manuel Martins por este Enduro oportunity e ao Sérgio e Isac pela sua ajuda e companheirismo ao longo do passeio, o qual foi espectacular em todos os sentidos. Percursos e mota foram do melhor.

Boas curvas! :-)

PS: Ainda estou com o corpo um pouco moído daquele trilho do Diabo ;-)

Alpinestars Octane S-Moto

Na minha última viagem ao Porto não resisti a umas luvas que estavam no Stand Suzuki Horizmoto. São da Alpinestars, modelo Octane S-Moto:

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As luvas são para mim um acessório de grande importância e uso-as sempre, independentemente da estação do ano. Mais do que um acessório, são uma forma de protecção.
As luvas de inspiração Supermoto são as minhas preferidas, quer pelo seu aspecto geralmente mais irreverente e radical, quer pelo bom nível de protecção que normalmente oferecem e, estas Alpinestars reuniam estas características.
A nível de materiais empregues, a Alpinestars demonstra neste modelo toda a sua qualidade, onde as mesmas são integralmente cosntruídas em pele de boa qualidade, a qual é muito confortável e moldável, ao contrário de outras marcas, em que a pele é muito rija e de díficil habituação.
Nestas luvas existem vários tipos de protecção, onde a protecção dos ossos dos dedos é a mais evidente, através de um sistema termoplástico PU, o qual inclui um sistema inteligente de ventilação da mão, de modo a manter a mesma numa temperatura ideal:

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De referir que existem várias zonas com pequenas perfurações, também elas responsáveis pelo refrescamento da mão, bem como um sistema de acordeão flexível sobre os dedos, de modo a melhorar o ajuste da luva.
De resto, encontramos o logótipo da Alpinestars como único elemnto decorativo, ficando assim as luvas com um ar sóbrio e discreto, apesar do seu aspecto claramente desportivo.
A pele da zona da palma da mão oferece uma boa sensibilidade aos comandos da mota e, segundo a marca, esta mesma pele possui um reforço especial de modo a resisitir melhor ao desgaste que esta zona normalmente sofre e provocar uma maior sensação de aderência aos comandos da mota.
Já andei de mota várias vezes com elas e são um espectáculo a nível de conforto, temperatura e sensibilidade:

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Adoro luvas com este “look” agressivo:

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O sistema de fecho e simples, consistindo em apenas uma faixa em pele que fecha através de um sistema de velcro, à semelhança de qualquer outro tipo de luvas.
Luvas de grande qualidade e que aconselho a todos os apaixonados por luvas com boa protecção e do tipo desportivas.

Mais informações em: http://www.alpinestars.com/ 

Boas curvas! :-)

A minha V-Strom e as alterações - A saga continua…

O ano de 2009 começou da melhor forma para a minha V-Strom, dado que a mesma recebeu mais uns presentes, que vieram torná-la um pouco mais bela, que é como quem diz, mais a meu gosto ou mais adaptada às minhas exigências ;-)
As novas alterações foram muito simples e apenas visaram melhorar alguns pontos menos bons, ou mesmo frágeis, que a V-Strom possui de série. Estes pontos menos bons que me refiro são apenas considerados menos bons na óptica do TT, dado que em caso de tombo, eram, por vezes, os primeiros a partirem-se.
A primeira alteração de 2009 foram as luzes indicadoras de mudança de direcção, vulgarmente conhecidas por piscas, os quais foram substituídos por uns com dimensões bem mais reduzidas e construídos num material um pouco mais flexível:

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Estes piscas são de origem Italiana, nomeadamente pertencentes aos kits de homolgação das Husqvarna de Enduro. Os piscas foram adquiridos na MotoMais (http://www.moto-mais.com/), através do sempre prestável Manuel Martins. Obrigada pelos piscas Mané!!! :-)

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Na foto abaixo, é possível verificar que estes piscas não ficam tão saídos para fora quanto os de série, sendo mais díficil partir os mesmos em caso de tombo. Nada é impossível, mas com estes piscas as hipóteses ficaram bem mais reduzidas.

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De referir que não foram precisas quaisquer alterações de lâmpadas ou adptações de engenhocas eléctricas. Estes piscas são perfeitamente compatíveis com o sistema eléctrico da V-Strom.
Vista de traseira:

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A segunda alteração de 2009 foram os espelhos, os quais foram substituídos por uns espelhos do tipo Rallye:

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Estes espelhos possuem a particularidade de serem articulados através de um sistema simples, como mostra a foto abaixo:

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A grande vantagem destes espelhos prende-se com a sua articulação, a qual permite que os dobremos para o interior da mota, mais concretamente para junto do guiador:

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Esta vantagem é muito útil nos passeios TT, dado que ao serem dobrados evitamos que os mesmos fiquem danificados ou mesmo partidos em caso de tombo. Também existem determinadas situações nos passeios TT, em que os espelhos acabam por incomodar em determinadas manobras ou mesmo na travessia de trilhos mais densos de vegetação. Contudo, no final dos passeios é preciso não nos esquecer-mos de os colocar na posição original.
Vista de frente com os espelhos:

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Com os espelhos dobrados para dentro:

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Até ficamos com a impressão que a mota ficou mais estreita ;-)
Estes espelhos são de boa qualidade e para colocarmos o espelho a nosso gosto, temos que o regular através do parafuso que o aperta ao guiador e do que se situa um pouco mais acima da articulação.
Com estas últimas alterações, a V-Strom ficou ainda mais a meu gosto e, estas poderão ter sido as últimas alterações que fiz. Mas não vale a pena fazer previsões, porque quando menos se espera…
E para acabar este post, deixo uma foto do novo medidor de pressão de pneus que me chegou esta semana, oriundo da Touratech:

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Um acessório indispensável para os passeios TT e não só, dado que por vezes é necessário verificar a pressão dos pneus conforme os trilhos que enfrentamos. A ideia é ter sempre a pressão correcta, de modo a evitar situações desagradáveis.
Este medidor da Touratech é de boa qualidade e é construído numa espécie de metal e mede em BAR e PSI. Fiz alguns testes e o mesmo parce medir a pressão correctamente.
E, como não podia deixar de ser, a lista actualizada das alterações da minha V-Strom 650:

-Ecrã preto transparente da SECDEM
-Protecções das mãos da Suzuki
-Piscas mais pequenos, oriundos das Husqvarna Enduro
-Espelhos Rallye (com articulação)
-Aros cromados para o painel de instrumentos da V-Strom 1000
-Top Case GIVI E-52 Maxia-Monokey
-Instalação de um kit de luzes de STOP na Top Case
-Colocação de luzes no interior da Top-Case da OSRAM
-Encosto para o passageiro da GIVI na Top Case
-Malas laterais da GIVI E41 Keyless-Monokey
-Grelha para a Top Case da GIVI
-Forra interior da Top Case da GIVI
-Saco de depósito magnético V-Strom
-saco de depósito manético SW-MOTECH
-Crash-Bars da GIVI
-Suportes de malas laterais da GIVI
-Protecção da corrente em alumínio polido da Suzuki
-Protecção do radiador de água em alumínio de cor preta da Suzuki
-Protecções do quadro em borracha da DL 650 V-Strom K7
-Protecção do depósito em espinha da Pro-Grip
-Protecção imitando carbono do bocal de enchimento do depósito Pro-Grip
-Medidor de pressão de pneus da TOURATECH
-Protecção do colector de escape da TOURATECH
-Protecção do radiador de óleo da TOURATECH
-Protecção do cárter do motor SW-MOTECH
-Protecção das baínhas da suspensão dianteira BBB
-Protecções das crash-bars Woodman Components
-Poisa-pés do tipo “rallye” TOURATECH
-Molas da suspensão dianteira da Wirth - TOURATECH
-Pedal do travão traseiro da TOURATECH
-Tampa do óleo do motor da TOURATECH
-Alargador do descanso lateral da TOURATECH
-Guarda-lamas dianteiro da TOURATECH
-Cabos de travão dianteiro em malha de aço da GODRIDGE
-Cabo de travão traseiro em malha de aço da HEL
-Ponteira de escape em titânio da REMUS
-Filtro de ar da K&N
-Desbloqueador da centralina da NIKKO RACING - G-PACK
-Velas NGK íridium
-Alarme da Suzuki específico para a V-Strom
-Assento da TOP-SADLERY
-Corrente cinza RK CHAIN
-Cremalheira JT SPROCKETS
-Pinhão JT SPROCKETS
-Guiador Renthal 677
-Pesos do guiador da RIZOMA
-punhos da Ariete
-Suportes de cavalete Valter Moto Components
-Pneus Metzeler Karoo T
-Descanso central da SW MOTECH
-Guarda-Lamas traseiro encurtado

Até às próximas alterações, boas curvas! :-)

Na terra e no asfalto

Este Domingo tive o privilégio de fazer um passeio de 2 géneros, ou seja, de manhã fui para a terra fazer um pouco de TT e de tarde realizei um passeio no asfalto de carácter Mototurístico.
Começando pelo passeio TT, o pessoal do Azores Trail TT juntou-se novamente para mais um passeio TT. Contudo, o nosso companheiro Miranda não pude acompanhar-nos desta vez, porque a bateria da sua KTM não colaborou e porque à última da hora foi chamado para ajudar uma “donzela” em apuros :-)
Por conseguinte, partiram para o passeio Eu na V-Strom Adventure, o Hugo na Yamaha DT 50 e o Gregório na Honda Dominator. Íniciamos o nosso passeio na Lagoa, onde tomamos uns trilhos já nossos conhecidos, que se situam numa zona paralela à via rápida:

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Os trilhos desta zona são acessíveis, onde apenas temos que contar com algumas partes com alguma pedra solta. Mas nada que assuste.

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O Hugo está a revelar-se um verdadeiro “Show Man”:

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Este passeio não tinha nenhum objectivo específico em termos de percurso ou zona de destino. A ideia era descontrair um pouco e não enveredar por zonas muito complicadas. Por isso, os trilhos desta zona foram ideais para os nossos propósitos.
Quando demos por nós, já estavamos na zona Geotérmica da Lagoa do Fogo:

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O Hugo ao “ataque”:

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As ribeiras são sempre muito divertidas de atravessar:

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Um aspecto a salientar nos nossos passeios é o espírito que reina no grupo, isto é, normalmente o penúltimo elemento certifica-se que o elemento que vai em último mantém contacto com o grupo, de forma a não se perder do mesmo. Neste aspecto o Hugo é incansável :-)

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Depois de explorar-mos os trilhos que ligam a Lagoa à Ribeira Grande, continuamos a explorar mais alguns trilhos acessíveis e, já tinha chegado à minha hora, ou seja, tinha que regressar a casa para ir para um almoço de família.

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No regresso a casa fomos pelos mesmos trilhos que ligou a Lagoa à Ribeira Grande, a um  ritmo mais alegre. No entanto, tenho que confessar que hoje não estava nos meus dias, dado que psicológicamente estava um pouco em baixo, refectindo-se na minha condução, a qual estava pouco apurada e desconcentrada. Enfim, coisas da vida…
Depois do almoço, estava com vontade de fazer mais alguns quilómetros de mota, mas de uma forma ainda mais calma. Decidi ir para o asfalto e fazer um daqueles passeios turísticos e divertir-me um pouco no asfalto.
O percurso estava escolhido: ir até às Furnas pelo Norte e regressar pelo Sul. Parti a um ritmo despachado, tendo rapidamente verificado que estava muito vento, fazendo com que a mota abanasse em demasia. Tinha que abrandar o ritmo…

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Não se deixem enganar pela foto acima, porque apesar de parecer um dia de sol, o vento era mais que muito e, na subida para as Furnas um pouco mais à frente da Gorreana, comecei a apanhar com alguns chuviscos e nevoeiro, o qual tornou-se super denso à medida que me aproximava das Furnas.
Após chegar às Furnas, o mau tempo continuou e decidi que não valia a pena parar lá, tendo apenas parado em alguns pontos junto à lagoa das Furnas para algumas fotos.
O nevoeiro é mais que vísivel:

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E a minha grande companheira de aventura, que no próximo mês de Março terá a bonita idade de 5 anos. Parece que foi ontem que a comprei…

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Apesar de ser Inverno e de estar um dia cinzento e nebolado, é impossível não reconhecermos alguma beleza neste cenário Invernal:

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No percurso de regresso a casa, nomeadamente via sul/Vila Franca do Campo, o nevoeiro e chuviscos continuaram, levando-me a circular a um ritmo moderado, pois o piso estava escorregadio e a visibilidade reduzida. Mas quando me encontrava mais perto da Vila Franca do Campo, as condições de visibilidade melhoraram e o Ilhéu da Vila já se encontrava à vista, com um magnífico por do sol a iluminá-lo:

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Não parei na Vila Franca do Campo e continuei em frente, já a um ritmo mais despachado, pois o piso já se encontrava seco, fazendo com que me divertisse um pouco no asfalto. A V-Strom roncava de alegria…
A minha última paragem foi na praia de Água d’Alto, para mais uma foto do por do sol:

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O meu passeio de asfalto terminou com este por do sol maravilhoso e confesso que no final deste passeio a minha moral já estava melhor. Aliás, estava bem melhor, porque o ritmo até a casa foi entusiasmante e rápido, situação apenas possível quando estamos concentrados naquilo que estamos a fazer.
O próximo passeio já está para breve.

Boas curvas! :-)