"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts de Novembro, 2008

Andando por aí…

Algumas semanas atrás estive de férias uma semana e, como de costume, tinha planeado fazer alguns passeios de mota. Só que quando planeamos muito, às vezes cai em “saco roto”, e foi isso que me aconteceu, ou seja, tive outras coisas para fazer e não consegui realizar um passeio como gosto :-(.

Contudo, num dos últimos dias de férias, saí de mota ao final da tarde, mas sem qualquer objectivo de passeio e até não estava equipado a rigor. Mas por vezes as saídas sem objectivo acabam por se tornar em passeios agradáveis e relaxantes, sendo esta minha saída um exemplo disto. Passo a explicar!

Saí de casa e comecei a rodar o punho em ritmo de passeio, onde a calma e tranquilidade se faziam sentir e lá comecei num bailado que parecia não ter qualquer sentido, ou seja, entrava numa estrada, tomava outra estrada ali, outra acolá e sempre sem qualquer objectivo, até parecia estúpido estar a queimar gasolina daquela forma.

No entanto, quando dei por mim já estava a caminho do norte da ilha, mais concretamente em direcção à cidade da Ribeira Grande e, derrepente, deu-se o clic, vou aproveitar que estou aqui e vou subir até à Lagoa do Fogo.

E assim foi, comecei a minha subida em direcção à Lagoa do Fogo, sempre debaixo de uma temperatura algo fresca, mas sem ser incomodativa e uma luz do dia algo reduzida, pois pairavam imensas nuvens, mas não havia sinal de chuva. Fixe, ao menos não me molho…

Lá fiz a estrada de montanha em direcção a este local magnífico, onde me diverti imenso, pois esta estrada possui várias curvas e para todos os gostos, proporcionando uma condução divertida e até um pouco desportiva. Quando dou por mim, já é tempo de parar no primeiro miradouro, para observar a Lagoa do Fogo.

Lembrei-me, não trouxe a máquina fotográfica, que azar…

No problem, com as novas tecnologias resolve-se tudo, ou pelo menos quase tudo :-)

Saquei o telemóvel e lá fiz umas fotografias, pois perante tanta beleza natural era impossível ir embora com a frustração de não a ter registado.

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Até a V-Strom “babava-se” com tamanha beleza ;-)

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De qualquer ângulo, temos uma vista espectacular:

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Nesta estrada de montanha, existe mais do que um miradouro, sendo possível deliciar-nos com várias panorâmicas do mesmo local. Simplesmente relaxante!

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Melhor que observar, só mesmo fazendo uma caminhada até lá baixo, através do trilho pedestre.

No topo da montanha, a V-Strom ficou novamente com o protagonismo. Isto de fotografia com telemóvel e sem tripé é lixado, fico sempre de fora :-(

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Após estas várias pausas para fotografar a Lagoa do Fogo, sempre com uma belíssima estrada, iniciei a minha descida da montanha pelo lado sul, com um piso de asfalto igualmente bom, mas feito a um ritmo mais calmo e cauteloso. Mas cuidado com as paisagens nesta descida, elas podem ser motivo de distracção:

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O melhor é parar e observar.

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No fim da montanha, rumei novamente a casa, com uma grande sensação de bem-estar e satisfação, porque aquilo que parecia um passeio sem destino tornou-se num óptimo passeio. Para a próxima, a máquina fotográfica vai comigo.

Adorei o passeio!

Boas curvas! :-)

KTM RC8 R - Novidade 2009

O esperado aconteceu, a KTM apresentou uma versão mais “espigada” da sua super-desportiva RC8, respondendo assim aos desejos de alguns aficionados e a alguns boatos lançados pela imprensa mundial.

Agora, esta super-desportiva da KTM passa a ter a designação “R” nos flancos das carenagens, ou seja, RC8 R:

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Esta nova RC8 R é uma evolução natural e esperada do modelo lançado em 2008, de modo a “lutar” de igual para igual com as bicilindrícas desta classe e, muito importante, estar dentro dos novos regulamentos técnicos que permitem a participação de bicilindrícas com uma cilindrada máxima de 1200 cc no Campeonado Mundial de Superbikes (SBK).

Outro aspecto importante desta versão R é o facto da KTM querer rivalizar directamente com a “raínha” das bicilindrícas, a Ducati, mais concretamente o novíssimo modelo 1198. Uma missão díficil…, mas não e impossível…

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Mas vamos ao que interessa, ou seja, o que é que esta RC8 R tem de novo em relação ao modelo de 2008?

Começando pelo motor, o v-twin de 75 graus vê a sua cilindrada crescer ligeiramente, passando dos anteriores 1190 cc para 1198 cc, ficando quase no limite dos regulamentos das SBK. No entanto, a sua potência também aumentou, passando agora a debitar uns interessantes 165 cv, quando antes debitava a cifra de 155 cv. Um aumento de potência bem-vindo, mas que ainda fica atrás da Ducati 1198. Mas potência não é tudo…

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A nível de ciclística, a RC8 já tinha dado boas indicações a nível de eficácia em pista, havendo muito pouco a alterar ou a melhorar. Mas mesmo assim, os técnicos da KTM quiseram ir um pouco mais além, de modo a torná-la um pouco mais eficiente.

Por conseguinte, a KTM informou que  houve uma evolução na estrutura principal, ou seja, no quadro, de modo a torná-la mais precisa em curva e de modo a melhorar a sua maneabilidade, tendo a geometria de direcção sido alterada para estes propósitos. O quadro também foi nelhorado a nível de rígidez, de modo a lidar melhor com o aumento de potência.

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Na minha opinião, a escolha das cores para as carenagens, quadro e braço oscilante pintado de preto, contribuiu imenso para uma imagem desportiva e agressiva, imagem de marca da KTM, ou não fossem elas “Ready to Race”.

As suspensões da WP foram melhoradas, tendo a dianteira recebido novos “settings”, permitindo afinações mais eficazes e mais orientadas para um desempenho desportivo elevado. Esta mesma suspensão também recebeu um tratamento anti-fricção composto por nitrato de titânio, de forma a melhorar a resistência aos esforços provocados em pista.

Também encontramos um belo par de jantes da Marchesini:

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Na travagem, mais do melhor, ou seja, pinças monobloco de montagem radial da Brembo, as quais são ainda mais orientadas para um uso mais intenso. Os discos de travão também são do melhor e com dimensões orientadas para a competição. Portanto, será de esperar uma grande capacidade de desaceleração.

O painél de instrumentos mantém o mesmo figurino, com informação muito completa, onde não faltam parciais, tempos por volta, etc. Também é vísivel o amortecedor de direcção da WP, o qual é indispensável em pista.

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Por fim, resta referir que o peso total a seco desta RC8 R ficou nos 182 kg. Não é um peso referência, mas também não é exagerado.

Esta nova RC8 R tem tudo o que uma super-desportiva necessita para ser eficaz e competitiva dentro das pistas, onde só os mais atrevidos e experientes conseguirão extrair todo o potencial desta máquina “laranja”. Para a estrada, será igualmente eficaz e divertida, mas esqueçam lá o conforto ou transporte de pendura, porque simplesmente não há poisa-pés para o pendura e o assento deverá ser uma espécie de tábua. Mas esta é uma super-desportiva, pura e dura, portanto…

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Boas curvas! :-)

Alterando a Suzuki B-King…

Um dos pormenores que gerou e ainda continua a gerar mais controvérsia na Suzuki B-King, é a secção traseira, onde imperam 2 enormes ponteiras de escape, que na realidade mais não são do que 2 capas em formato de escape e, as verdadeiras ponteiras de escape, resumem-se a uma panela de escape central (muito pesada).

Uns adoram a estética da B-King com esta solução estética, outros simplesmente detestam, especialmente por não acabar onde acaba a baquete. Na minha opinião, a mota com aquelas 2 ponteiras de escape parece ter saído directamente do filme “Star Trek” ou qualquer coisa assim parecida.

A primeira B-King que veio para os Açores, foi parar às mãos do Frederico Pacheco, um Motociclista conhecido do meio Micaelense e meu amigo de infância. Inicialmente, o Frederico até estava satisfeito com a estética dos ditos escapes, mas com o passar do tempo cansou-se do som abafado da “besta” e da estética do escapes.

A solução encontrada foi simples, subustituir os escapes de série por uns de rendimento. E adivinhem qual foi a marca eleita pelo Frederico???

YOSHIMURA!!!

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Quando cheguei à casa do Frederico para ver a montagem dos escapes da Yoshimura, os mesmos já lá estavam montados e, a secção traseira, nomeadamente a baquete, estava completamente desmontada, porque além da substituição dos escapes, o Frederico também queria fazer um novo suporte de matrícula, com iluminação incluída.

Visto ao perto, estes escapes são brutais e têm um diâmetro muito esclarecedor, ou seja, um som digno de um motor com mais de 180 cv:

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Estes Yoshimura são em carbono, extremamente leves e oferecem a possibilidade de os transformar em escapes “street legal”, ou seja, trazem uns restrictores de ruído, tornando-os mais silenciosos e de acordo com a legislação anti-ruído. Mas quando ouvimos a B-King sem estes restrictores, ficamos imediatamente apaixonados com a melodia produzida, isto é, rouca e profunda. Um espectáculo!!!

Após concluída a montagem dos escapes, o Frederico e o seu ajudante, nomeadamente o Fragata, passaram à construcção do suporte de matrícula, partindo de uma chapa em inox, a qual teve que ser recortada para se integrar entre as 2 ponteiras de escape.

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Grandes “artistas”, era um tal corta daqui, acerta ali, sobe um pouco mais, etc…

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Após algumas tentativas e habilidades, o prjecto da chapa de matrícula já ganhava forma, onde é vísivel a inclusão de um pequeno faról de presença/stop em LEDs:

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O faról apesar de ser pequeno, tem uma boa limunosidade:

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Mas isto não ficou por aqui. Ainda fizeram mais alguns acertos e, também, foi preciso fazer a furação para a chapa de matrícula:

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Vai, segura aí, mas desvia os dedos, senão furo-te ;-)

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Com a chapa de matrícula montada, a traseira ficou assim:

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Com a baquete montada, a iluminação do faról traseiro ainda é mais vísivel:

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Visto deste âgulo, é bem vísivel o quanto a traseira ficou curta, onde sobressai o enorme Dunlop:

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Uma grande melhoria estética, não só por ter diminuído a secção traseira ao essencial, onde além da colocação dos fatásticos Yoshimura, a colocação do novo suporte de matrícula fez com que a iluminação original ganhasse uma nova localização, ou seja, originalmente o faról encontra-se localizado por debaixo das ponteiras de escape, agora fica por cima das mesmas. Devia vir assim de série.

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E a fotografia lateral, onde é perfeitamente vísivel o quanto ficou mais bonita e espectacular a secção traeira. Ficou mais desportiva e agressiva.

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As transformações operadas pelo Frederico e pelo Fragata foram muito simples, mas muito eficazes. O melhor da “festa” foi o facto destas transformações terem sido feitas em casa, poupando-se assim alguns preciosos euros, caso as mesmas fossem feitas numa oficina.

Mas o trabalho não ficou completo, faltou uns retoques finais, como pintar o suporte de matrícula em preto, de modo a ficar de acordo com a cor da mota. O Frederico também ficou de montar, assim que disponível, um filtro de ar K&N. Com estes escapes de rendimento e um filtro de ar de rendimento, fico com “água na boca” em relação ao comportamento desta “besta”.

Parabéns ao Frederico e ao ajudante Fragata pelas transformações engenhosas.

Boas curvas! :-)

SPIDI VOYAGER

No passado mês de Janeiro, quando me desloquei em férias à cidade do Porto, adquiri na MOTOBOXE um casaco da marca Italiana SPIDI, modelo VOYAGER.

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Após alguns meses de uso, o mesmo já foi testado em várias situações, deixando-me em condições para falar um pouco sobre este produto, o qual possui muita qualidade e argumentos válidos para os mais variados usos.

Este é um casaco que se encontra classificado como “touring” e “enduro”, podendo o mesmo ser usado em motas do segmento das Turísticas e Trail, se bem que, na minha opinião, fica bem em qualquer mota, tal as formas sóbrias e discretas que tem.

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O SPIDI VOYAGER não é um casaco de 3 quartos, mas também não é um casaco curto (que termina na zona da cintura), fica a  caminho destes dois tipos, apresentando apenas um ligeiro comprimento em relação a um casaco curto, sendo este comprimento suficiente para proporcionar mais alguma protecção à chuva e cobrir as calças de forma a que não interfira com as mesmas. Quantas e quantas vezes os casacos curtos ficam presos na zona da cintura ou mesmo no cinto das calças??? Com este SPIDI isto não acontece.

Mas passemos às características que o tornam num produto muito interessante.

Para começar, este VOYAGER é 100% impermeável, sendo composto por Tenax 440, Cordura 500, Nylon 6.6 e uma membrana H2O out, as quais são resposáveis por esta impermeabilidade. Já andei com ele debaixo de muita chuva e esta SPIDI não deixa passar nem uma gota de água. Neste capítulo, este casaco é 5 estrelas.

Contudo, o VOYAGER possui um forro interior, o qual é impermeável e térmico, proporcionando uma temperatura muito boa em dias de frio. Este forro tem a mais valia de ser amovível, tornando o VOYAGER num casaco mais polivalente, ou seja, poderá ser usado em outras estações do ano, como Primavera e Verão.

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Por dentro também possui alguns bolsos, os quais dão sempre muito jeito em termos de arrumações e, também possui dois locais na zona das costas onde se prende duas tiras elásticas, que após o casaco vestido, passam por entre as pernas e prendem-se na zona frontal do casaco, sendo muito útil para não deixar o casaco subir com a pressão do vento. Na minha opinião, estas tiras elásticas serão mais úteis para aqueles que o usarem em motas do tipo “R” ou Naked.

Como é normal nos casacos de mota, este SPIDI possui vários ajustes com faixas de velcro, nomeadamente na zona da cintura e na zona dos braços, sendo os mesmos muito úteis em tornar o casaco mais confortável e ajustado à nossa anatomia. Estes ajustes quando correctamente feitos, tornam o VOYAGER muito confortável, parece que encaixa na perfeição.

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Até na zona da gola do casaco existe a possibilidade de ajustar-mos o fecho em várias posições, conforme as características físicas de cada um ou mesmo em caso de alguém colocar um “Buff” ou passa-montanhas. Um pormenor muito bem pensado e útil.

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Na parte externa deste SPIDI existem vários bolsos, onde o único aspecto negativo dos mesmos é o facto de nem todos serem 100% impermeáveis. Mas A SPIDI teve o cuidado de colocar nos bolsos que não são impermeáveis uma etiqueta com a indicação “warning” a avisar que o bolso não é impermeável. Portanto, ninguém pode dizer que não foi avisado ;-)

Mas a grande novidade da SPIDI para a sua colecção de casacos para 2008 foi a adopção de uma nova tecnologia, denominada de “Safety Lamp”, desenvolvida no “Safety Lab” da SPIDI:

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O “Safety Lamp” consiste numa faixa azul colocada nas costas do casaco, a qual através de um sistema eléctrico alimentado por 2 pilhas acende uma luz de cor azul, a qual poderá ficar ligada de forma permanente ou intermitente. Esta luz quande se acende lembra os neons que o pessoal do Tuning usa nos carros.

Inicialmente, este sistema parece uma coisa um pouco espalhafatosa, rídicula ou mesmo comotada como “foleiro”, mas nada disso, é uma solução muito inteligente no campo da segurança e que contribui para uma maior visibilidade do Motociclista na estrada, especialmente em zonas mais escuras. Esta luz poderá parecer pouco vísivel, mas na prática é de grande visibilidade. Uma solução inteligente e inovadora.

A caixinha onde colocamos as 2 pilhas que alimentam este sistema encontra-se localizada no interior do bolso frontal superior:

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Na SPIDI é assim, segurança acima de tudo:

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A par deste sistema de iluminação de segurança, existem vários tecidos reflectores, os quais contribuem para esta visibilidade e são obrigatórios em qualquer casaco de mota.

A SPIDI também teve a preocupação de dotar o VOYAGER de várias protecções, onde podemos encontrar as habituais protecções de ombros, ante-braço e cotovelo, bem como uma protecção das costas, solução nem sempre presente em todos os casacos e que normalmente está disponível como opcional.

Por fim, deixo aqui algumas fotos de carácter mais artístico, onde se pode observar a faixa do “Safety Lamp” com uma cor mais intensa, que indica estar acesa. Claro que a foto não é 100% esclarecedora da limunosidade provocada por este sistema:

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E os diversos reflectores, os quais são perceptíveis:

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E o modelo e mota convidados para esta apresentação, EU e a minha V-Strom 650 ;-)

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Após todos estes meses de uso, concluo que a compra do SPIDI VOYAGER foi muito acertada, onde destaco a grande qualidade de construcção que a marca Italiana tem, a par dos vários pormenores ligados à segurança, que são sempre alvo de um estudo e desenvolvimento aprofundado por parte da SPIDI, como o inovador sistema “Safety Lamp”.

Mas outros aspectos que adorei neste casaco é o facto de depois de vestido sentimos um elevado conforto e à vontade com o mesmo, ficando a sensação de que o casaco foi feito em exclusivo para as nossas características anatómicas. Acerta que nem uma luva e é um acessório de protecção e segurança indispensável a qualquer Motociclista.

Uma boa opção para esta época de mais frio e chuva e que, infelizmente, não poderá ser adquirido nos Açores, dado não haver representação. Contudo, poderão adqurir o mesmo no Continente em diversos pontos de venda. Em Lisboa poderão adquiri na MOTOPONTO (http://www.motoponto.pt/) e no Porto na MOTOBOXE (http://motoboxe.pt/).

Para os interessados em conhecer os produtos da SPIDI, clique em:

http://www.spidi.it/

Boas curvas! :-)

PS: O modelo e mota que poisaram para esta sessão fotográfica não estão disponíveis na compra do casaco ;-) :-)

Harley Davidson V-Rod Muscle - Novidade 2009

A novidade do segmento Custom/Chopper para 2009 que mais me impressionou e agradou foi a Harley Davidson V-Rod Muscle:

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Esta nova HD é, no verdadeiro sentido da palavra, simplesmente espectacular. Ao olhar-mos para o novíssimo modelo da família V-Rod ficamos imediatamente perdidos nos vários pormenores que conferem a esta HD um aspecto musculado, colossal e “dragster”, começando pelo pneu traseiro, o qual possui a generosa medida de 240 mm.

Quando vista de trás, é simplesmente “brutal”, onde impera este enorme pneu, um fabuloso gurada-lamas traseiro com as luzes perfeitamente integradas no mesmo e duas ponteiras de escape que completam muito bem toda esta zona. Linda!!!

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Mas a Harley Davidson não se preocupou em apenas criar uma mota com um forte espírito de “dragster”, escolheu, também, o fabuloso v-twin de 60 graus, de injecção electrónica e refrigerado por líquido, conhecido por “Revolution”.

Nesta versão de 1250 cc, este motor debita uns interessantes 121 cavalos às 8.250 rpm e um binário de 110 Nm às 7.000 rpm. Com estes valores de potência anunciados, não será nada díficil fazer uns arranques “canhão” ou mesmo arranques em pleno “burn-out”.

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Outros aspectos que também me deliciaram nesta mota são a suspensão dianteira invertida, a par do guarda-lamas dianteiro de dimensões reduzidas e as bonitas jantes, a contribuir para esta imagem mais desportiva. O faról dianteiro também foi bem escolhido, especialmente por ser pequeno.

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Os cromados nesta V-Rod também forma reduzidos ao essencial, onde o mais importante foi criar uma imagem “musculada”, ao invés de uma mais “molengona” Custom. Um aspecto bem conseguido e que dinamicamente se deverá traduzir num comportamento irrequieto.

Em suma, mais uma criação fantástica e de grande qualidade da Harley Davidson.

Boas curvas! :-)

Aprilia MXV Supermoto

A novas Aprilia MXV ainda agora foram apresentadas e já começam a surgir as primeiras imagens deste fabuloso modelo transformado numa “diabólica” Supermoto.

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A moto que está na imagem pertence à equipa V2Racing, a qual ao invés de preparar melhor a versão SXV para corridas, decidiu que a versão de Motocross, a MXV 450, seria o ponto de partida para criar uma mota de corridas.

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Tendo em conta o enorme potencial desta Aprilia, quer motoriz quer ciclístico, não foi preciso “mexer” em muita coisa para tornar esta máquina numa autêntica devoradora de curvas. Bastou uma preparação profissional das suspensões, as quais tiveram que ser ajustadas às especificidades do Supermoto, umas magníficas jantes Marchesini, travões Brembo e uns retoques no motor, ficando no ar a possibilidade de mais uns retoques.

Resultado, 62 cv e 109 kg.

Fantástico!!!

Boas curvas! :-)

STUNT RIDING - RADICAL!!!

Um dos desportos motorizados mais espectaculares na área do Motociclismo é o Stunt Riding.

Este magnífico desporto é ainda muito recente, mas de ano para ano tem conhecido cada vez mais praticantes, bem como admiradores e seguidores desta modalidade, a qual também tem sido muito solicitada para espectáculos e demosntrações em concentrações. Inclusivé, já existem vários campeonatos dedicados a esta modalidade, quer Nacionais e Mundiais, o que demonstra bem a crescente popularidade do Stunt Riding.

Nesta modalidade, há que destacar determinados praticantes, os quais têm contribuído muito para a evolução e divulgação da mesma e, também, têm marcado esta modalidade com manobras de grande espectacularidade e beleza, a par de grande dificuldade e destreza. É uma modalidade muito exigente, que requer alguns dotes, os quais tornaram os praticantes abaixo em verdadeiros ícones do Stunt Riding.

Uma dos praticantes que está indiscutívelmente ligado aos primórdios do Stunt Riding, que inicialmente se denominava Freestyle, é o incontornável AC Farias.

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O simpático Brasileiro é considerado por muitos como o “pai” do Stunt Riding, pois ele já andava a dar espectáculos e dmonstrações quando ainda nem se falava na criação oficial de uma modalidade ligada a este tipo de manobras.

Durante muitos anos o AC Farias encantou multidões com as suas fantásticas manobras e inspirou muitos Motociclistas adeptos dos “cavalinhos”, “burrinhos” e afins a seguirem-no. Foi uma fonte de isnpiração para muitos e, apesar de já não ser propriamente um “puto”, ainda continua a praticar a modalidade e a dar espectáculos em todo o mundo.

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Uma das características do AC Farias é a presença da cor verde da bandeira do Brasil na sua mota ou fato. O verde está sempre lá.

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Contudo, começaram a surgir novos valores no Stunt Riding, os quais além de seguirem as pisadas do AC Farias, introduziram novas manobras, cada vez mais elaboradas e arriscadas, mas que também têm contribuído para uma maior espectacularidade.

Nesta nova geração de “Stunters”, seria um erro não referir o Chris Pfeiffer:

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Este jovem de nacionalidade Alemã tem encantado a tudo e todos com as suas manobras inovadoras, especialmente por serem aos comandos de motas pouco vulgares nesta modalidade, como a Ducati Monster e, actualmente, uma BMW F800 devidamente transformada numa Naked.

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Só para terem uma ideia do nível elevado deste jovem, o mesmo já possui diversos títulos de Stund Riding, onde se incluem Campeonatos Mundiais, Europeus, entre muitos outros. Um dos ícones actuais desta modalidade.

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De referir que o Chris Pfeiffer praticou durante vários anos Trial, o qual lhe deve ter dado muita experiência em vários capítulos muito úteis ao Stunt Riding, como o equilíbrio e controle da mota.

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Manobras espectaculares, como este “cavalinho” em pé e em círculo. De loucos… 

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Mas nem só de estrangeiros vive o Stunt Riding.

Portugal possui vários praticantes e também possui um Campeonato Nacional, o qual é muito disputado. Mas também possui alguns dos melhores praticantes Mundiais desta modalidade, onde destaco o fabuloso Humberto Ribeiro:

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O nosso “tuga” não é só mais um “maluco” que faz umas manobras engraçadas, é antes de mais um dos melhores praticantes, reconhecido internacionalmente e, mais importante, já foi Campeão Mundial de Stunt Riding, onde bateu o Chris Pfeiffer. Fantástico!

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Humberto faz de tudo em cima de uma mota e, até já possui manobras inventadas por ele próprio, o que só reflecte as ínumeras horas que passa a praticar, sempre com o objectivo de melhorar mais e mais.

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Sempre em grande estilo…

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Em cima da mota, de lado ou mesmo de costas, nada intimida o Huberto Ribeiro.

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Outro Português que destaco nesta modalidade é o Ricardo Domingos, mais conhecido por “Arrepiado”:

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O Ricardo não é só mais um nomes nesta modalidade, é um verdadeiro “showm man”, com espectáculos de grande nível e variedade, onde se incluem outros veículos, como moto4, Supermoto e um Smart com um motor de uma Hayabusa.

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Apesar de não possuir qualquer título Mundial, Ricardo é reconhecido como um dos melhores praticantes da modalidade e já foi um dos animadores do Campeonato Nacional desta modalidade. Aliás, o “Arrepiado” possui alguns títulos de Campeão Nacional.

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Uma particularidade deste piloto é a sua fideliadade à Suzuki e à Yoshimura como marcas de eleição para esta modalidade. Um grande praticante!

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Por fim, o destaque para aquele que foi o pioneiro do Stunt Riding em Portugal, o Paulo Martinho:

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Paulo Martinho foi um dos grandes impulsionadores desta modalidade em Portugal e ainda se mantém em actividade, proporcionado grandes espectáculos, com muitas manboras de grande espectacularidade e originalidade.

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Os shows do Paulo Martinho também são ricos em variedade, onde o seu moto4 Banshee está sempre presente, a par do não menos importante Ferrari.

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Paulo é e vai continuar a ser uma figura de referência no Stunt Riding em Portugal e continua a mostrar que é um dos melhores praticantes desta modalidade.

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Actualmente, Paulo é requisitado para muitos espectáculos, não só em Portugal, mas também por toda a Europa, sendo um claro reconhecimento do entretenimento que consegue proporcionar, com um show muito variado e completo.

O Stunt Riding veio para ficar e é uma modalidade que continua a encantar tudo e todos, apesar de, por vezes, estar associada a uma imagem de “fora de lei”, de incentivo às manobras ilegais, de perigo e inconsciência.

Mas o Stunt Riding não é nada disso, é espectacularidade, show, controle, domínio e equilíbrio da mota, irreverência e muito radicalismo.

Deixo-vos algus sites lisgados ao Stunt Riding:

http://www.chrispfeiffer.com/

http://www.arrepiado.com/

http://www.zoominstudio.eu/clientes/humbertoribeiro/

http://www.paulomartinho.com/

Boas curvas! :-)