"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts de Outubro, 2008

Há pessoas que não merecem qualquer respeito…

Pois é meus amigos, apesar de viver-mos em tempos tão modernos, onde imperam mentalidades cada vez mais abertas, ainda existem pessoas com grandes dificuldades em aceitar a diferença e em aceitar as motas como meio de transporte e lazer.

Para piorar este tipo de descriminação, estas mesmas pessoas conseguem desenvolver dentro de si sentimentos de revolta, sentimentos de agressividade e de indiferença em relação ao ser humano que opte, simplesmente, por ser MOTOCICLISTA.

Cliquem no link abaixo para verem um artigo sobre o Motard, escrito por um anónimo deste blog e assumidamente Automobilista:

 http://ostressss.blogs.sapo.pt/25493.html

Este é um artigo que o classifico de pura estupidez e desrespeito pelos Motocilistas e ser humano, que poderá chocar os mais sensíveis.

Também peço que leiam os comentários que se encontram abaixo do artigo, os quais expressam bem a revolta que este anónimo provocou em muitos Motociclistas.

Se algum dia a sua identidade for descoberta, que Deus o proteja…

Já agora, o link abaixo é o pedido de desculpas aos Motociclistas. Um pedido muito disfarçado e “soft”. Será que já teme pela sua segurança???

http://ostressss.blogs.sapo.pt/43332.html

Às vezes fico literalmente “parvo” com artigos como este. Quando penso que já li tudo de negativo acerca de nós Motociclistas, eis que aparece alguém que consegue superar o último bronco que proferiu comentários ou escreveu artigos estúpidos em ralação a nós.

É triste…

Vincent Black Chopper

Quem disse que as mota”antigas” não são uma boa base para personalização ou mesmo ponto de partida para uma nova mota???

Quem assim disse ou pensou enganou-se por completo!!!

A mota que abaixo apresento é uma Chopper que tem como ponto de partida o motor de um grande e já desaparecido contructor Britânico de motas, a Vincent. Na sua nova vida, esta Vincent ganhou o nome de Vincent Black Chopper:

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Esta fantástica produção de estilo “bobber” veio dos estados Unidos da América, mais concretamente da Carolina do Sul, das oficinas Redneck Engineering (www.redneckengineering.com), e tem por base o já referido motor Vincent de 1951 (sim, leram bem, é do ano 1951), um v-twin de 998 cc e com 55 cv, o qual recebeu uma revisão em todos os seus componentes e adoptou um carburador Mikuni e filtro de ar K&N.

O suficiente para realçar as suas boas performances:

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Na sua versão original e no longínquo ano de 1951, este motor atingia uma velocidade máxima de 200 km/h, no modelo Black Shadow da Vincent. Performances arrasadoras para a altura e que a tornaram naquela época numa das motas mais rápidas de série, bem como desejada por todos. As Black Shadow eram palavra de ordem quando se falava em performance.

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Esta construcção é de grande beleza e possui elementos constructivos interessantes, como as belas jantes em alumínio, um depósito em formato lágrima de grande beleza e um braço oscilante muito estilizado.

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A suspensão dianteira é longa e do tipo “Springer”, conferindo um “look” clássico, mas também contribui para uma imagem de grande agressividade e espectacularidade. Os escapes curtos e de cor negra dão um toque “racing” e deverão emitir uns décibeis interessantes, apenas permitidos nos “States”.

Resumindo, uma contrucção ESPECTACULAR e que trás a Vincent de volta à vida.

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Boas curvas! :-)

PS: Os amantes das clássicas devem achar esta construcção uma heresia, dado que foge ao formato original.

AJP PR5 - Novidade 2009

Falamos tanto nas motas dos grandes contructores mundiais, que por vezes nos esquecemos do produto “made in Portugal”.

Estou a falar do nosso grande constructor de motas de todo terreno e Supermoto, a AJP. A marca de António Pinto apresentou recentemente no salão internacional Intermot a sua nova aposta no mecado do TT e, futuramente, Supermoto, a PR5.

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A nova AJP representa uma grande evolução constructiva na marca nacional, dado que é a primeira AJP a incorporar um motor de maior capacidade em ralação aqueles que até agora figuravam na gama PR. Este novo motor possui 250 cc e trata-se de um motor que descente quase directamente dos motores que equipavam as saudosas Honda XR 250.

Nesta sua nova “vida”, este monocilindríco arrefecido por ar e óleo vem alimentado por injecção electrónica, sgnificando uma melhoria na resposta, sendo a mesma mais eficaz. A par desta melhoria, encontramos a já conhecida fiabilidade deste monocilindríco, a qual é praticamente à prova de tudo. Uma mais valia nos dias díficeis que a economia Portuguesa vive e que os Portugueses bem conhecem.

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A nível ciclístico encontramos um estupendo quadro em alumínio a par de um braço oscilante do mesmo material e de fazer inveja a muitos constructores de renome. Estes dois elementos são construídos pela própria AJP. O depósito de combustível encontra-se debaixo do banco da mota, proporcionando uma boa distribuição de peso e consequente maneabilidade da mota.

As suspensões deverão ser aquelas que normalmente encontramos nas gerações mais recentes das AJP, nomeadamente uma Marzocchi na dianteira e possivelmente uma Paioli na traseira. Informações a confirmar. Mas de certeza que deverão porporcionar um bom desempenho.

Outro pormenor que começa a ficar cada vez mais na moda e que a AJP também adoptou, são os plásticos laterais de dimensões minimalistas, contribuindo para uma imagem ainda mais espectacular e desportiva.

Em traços gerais, estas são as características mais importantes da nova AJP, as quais são mais que suficientes para nos deixar com “água na boca” e para levar o constructor nacional cada vez mais longe no mundo do motociclismo. Um pacote muito atractivo e que terá de certeza um preço muito interessante, como já vem sendo hábito.

Espero que um dia consigam chegar a uma PR com 450 cc. Nada é impossível…

Boas curvas! :-)

BMW - Família K recebe retoques para 2009

A série K da BMW recebeu alguns retoques para 2009, os quais centraram-se principalmente no aumento da capacidade do 4 cilindros em linha que equipa a GT, a S e a R, ou seja, esta unidade motoriz passou dos anteriores 1200 cc para 1300 cc.

Este aumento de cilindrada também traduz-se numa melhoria a nível de potência, binário e consequentemente resposta do motor, tornando esta unidade motoriz ainda mais poderosa do que já era.

Comecemos pela Naked, a K 1300 R:

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Esta Naked de aspecto fabuloso e musculado, vê a sua imagem reforçada com adopção de novas cores, que contribuem para uma imagem radical e agressiva.

Entre as alterações mais importantes para 2009, destaco a nova ponteira de escape e adopção de novas tecnolgias, como o sistema de regulação electrónica de suspensões, que em 2009 já vai na 2ª geração (ESA II), já para não falar do sistema de suspensão dianteira Duolever, também ele de  2ª geração e com  um peso inferior ao da anterior geração.

De destacar também a inclusão de um sistema electrónico de controlo de tracção (ASC), tornando as BMW únicas como sempre e uma montra de tecnologia.

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A potência do motor passou agora a ser de 173 cv às 9250 rpm.

E aquilo que foi dito acima também serve para a K 1300 S:

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Esta grande Sport-Turismo também recebe novos esquemas cromáticos, tornando-a mais agradável à vista. Contudo, os mesmos não disfarçam as grandes dimensões deste modelo em particular. Mas estamos  falar de um motor que disponibiliza uma boa dose de potência e binário, tornando-a numa boa desportiva devoradora de quilómetros.

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A transmissão na S e R está a cargo do tradicional e já comprovado veio.

Por fim, a turística, a K 1300 GT:

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A turística mais desportiva da BMW também possui o novo motor de 1300 cc e destaca-se por um incremento de potência, disponibilizando agora 160 cv às 9000 rpm, um aumento de 8 cv.

A GT continua a possuir um aspecto muito particular, em que se gosta ou desgosta, mas encerra em si muita tecnologia BMW, como as que referi acima nas suas “irmãs”, tendo sempre como objectivo proporcionar o máximo de conforto e segurança ao seu ou seus ocupantes. Quase que dispensava referir, mas o ABS é uma presença garantida neste modelo.

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Uma mota pronta para grandes travessias e que fará as delícias dos mototuristas adeptos deste género de motas.

Com estas alterações na gama K, a BMW continua tecnologicamente evoluída e continua a apostar numa imagem forte e agressiva no mercado, onde tem conquistado cada vez mais adeptos em todo o mundo.

BMW já não é sinónimo de motas feias ou motas para “velhos”, é sinónimo de qualidade e inovação.

Boas curvas! :-)

TCX INFINITY

Já estava a precisar de um par de botas novo para substituir as já velhinhas SIDI que tinha lá em casa. Mas desta vez pretendia umas botas um pouco mais robustas a nível de concepção e construcção, bem como umas botas com um aspecto mais adequado a uma Maxi-Trail.

Depois de alguma pesquisa, encontrei umas botas que achei simplesmente espectaculares, são as TCX INFINITY:

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Estas são umas botas com um aspecto um pouco “bruto”, dado que descendem do modelo de botas do TT/Motocross, mas com a diferença de se encontrarem devidamente “civilizadas” para um uso quotidiano ou mototurístico.

Estas botas possuem uma elevada qualidade de contrucção, onde destaco o uso de uma membrana de GORE-TEX na pele em que é contruída, que as tornam impermeáveis, permitindo a pele das mesmas respirar e consequentemente uma maior capacidade de disssipação da humidade bem como a retenção de uma temperatura ideal para o pé. Na prática mantem o pé com a temperatura ideal, deixando-o seco e nunca suado.

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Quanto ao sistema de fecho, verifica-se novamente a inspiração nas botas de competição, existindo uma espécie duas mini-alavancas que ao serem “trancadas” permitem um ajuste correcto da zona lateral da bota à perna. Este sistema de mini-alavancas permitem 2 níveis de “tranca”/ajuste e quando correctamente ajustadas contribuem para que os sistema anti-torsão do tornozelo que estas botas possuem actue eficazmente quando solicitado. Espero não precisar dele…

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A borracha que constitui a sola é macia e permite um pisar seguro e confortável, sendo, segundo o fabricante, uma sola à prova de óleo e combustível, ou seja, não escorrega quando em contacto com estes elementos. Uma mais valia em termos de segurança, porque os mesmos são fáceis de entrar em contacto nas nossas estradas.

Já andei com estas botas algumas vezes e tenho que confessar que são um espectáculo, quer em termos de conforto, quer em termos de aspecto. São super fáceis de calçar e o sistema de 2 trancas laterais é intuitivo, não causando dificuldades no seu funcionamento. Ainda tenho que as testar num dia de chuva, mas um dia de chuva a sério :-)

Para que tiver curiosidade em conhecer este modelo em particular, bem como a restante gama de botas desta marca, clique:

http://www.tcxboots.com

Boas curvas! :-)

Motas, mobilidade e política

Numa altura em que o debate acerca de como melhorar a mobilidade das pessoas e o crescente congestionamento das cidades voltam a estar na agenda política de muitos países, os quais têm se preocupado em criar soluções reais para estas questões, em Portugal este tipo de assunto nem tem tido a devida atenção.

Mas voltemo-nos para a realidade dos Açores.

Neste momento estamos a viver um período de campanha eleitoral, onde se assiste a debates acesos entre os candidatos, à apresentação de novas ideias, soluções, novas políticas, enfim, promessas e mais promessas, com alguns abraços e beijinhos nas crianças, idosos e população em geral. O mesmo “circo” de sempre.

Com tanto blá blá blá por parte dos canditados, ainda não ouvi um candidato que apresentasse soluções para o crescente congestionamento de Ponta Delgada para além da criação de novos parques de estacionamento, rotundas, estradas, pontes, etc. Toda a política assenta em obras e mais obras e nada de promoção da mota como meio de transporte alternativo.

Ok, Ponta Delgada até nem é das cidades piores, temos uns quantos estacionamentos reservados para as motas neste meio urbano. Mas é só isto e mesmo este aspecto podia ser melhorado com a colocação de mais alguns espaços de estacionamento e um tipo de piso mais adequado.

Onde é que estão as políticas de promoção da mobilidade através das motas???

Esqueçam, não existem e não fazem parte dos planos dos nossos políticos. Aliás, as motas normalmente só servem para inaugurações de novas estradas ou para quando se quer justificar as razões o aumento da sinistralidade no país. É triste…

Em várias cidades Europeias já foram adoptadas várias políticas que visam a promoção da mota como meio de transporte alternativo e como forma de descongestionar as cidades do trânsito louco que possuem. Por exemplo, em Londres as motas estão autorizadas a circular na faixa BUS e vão ser criadas faixas de circulção exclusivas para as mesmas. Mas há mais, para se entrar nesta mesma cidade, paga-se uma espécie de portagem, as motas estão isentas, os automóveis não.

Este é só um exemplo de uma cidade, porque pela Europa fora existem mais exemplos de políticas deste género e que têm dado resultados de relevo no descongestionamento das cidades e melhoria da mobilidade das pessoas.

Por cá, continuamos comos as mesmas histórias, com as mesmas políticas, ideias, etc. Em vez de acompanhar-mos a Europa nestas questões, “batemos o pé” às mesmas.

Até quando???

Nordeste dos RESISTENTES

A febre do TT parece ter vindo para ficar em alguns de nós possuidores de Trails e Maxi-trails.

Inicialmente o grupo era constituído por um número agradável de participantes e até já nos chamava-mos grupo do costume, dada a regularidade das mesmas pessoas nos passeios. Mas com o passar do tempo, o grupo sofreu uma redução considerável e neste momento é conhecido pelo grupo dos RESISTENTES, grupo este que não desarma deste tipo de passeio. ALiás, a vontade de fazer mais passeios destes é cada vez maior. Será dos pneus??? Mas adiante!

No passado Domingo, dia 28 de Setembro, os Resistentes voltaram a reunir-se às 9:00 na sede do Clube Motard de São Miguel para mais um passeio TT, o qual já estava planeado para se desenrolar na bonita zona de Nordeste. E como o objectivo era andar no TT o dia inteiro, trouxemos almoço.

Antes da partida, o Gregório testava o conforto da V-Strom “Adventure”. Será que vai mudar de montada??? :-)

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O Hugo estava todo equipado, mais parecia um “action man”:

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Depois de alguma conversa e consequente acerto do percurso até Nordeste, decidimos partir, tomando as estradas do lado sul da ilha, com o objectivo de chegar à Povoação e tomar um percurso da famosa prova de TT Micaelense, o Transverde 500, o qual nos levará até à Tronqueira.

Pelo caminho, houve que fazer acertos à pressão dos pneus:

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O dia estava espectacular e proporcionou algumas fotos agradéveis, como esta na Povoação:

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Hehehe…, o Homem da crónica:

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E o “canhão” de serviço:

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Após uma breve paragem na Povoação, a qual serviu para o Hugo abastecer s sua cinquentinha, entramos finalmente nos percursos TT, embora eu e o Miranda já tívesse-mos feito um pré-aquecimento na zona da lagoa das Furnas ;-)

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O primeiro percurso teve o seu ínicio na Povoação e iria nos levar até ao percurso do Transverde 500. Esta parte do passeio revelou-se fácil e engraçada:

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Depois foi um tal enrolar o punho nuns estradões muito bons:

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Os percursos desta zona da ilha possuem uma cor avermelhada, e os mesmos são em determinadas partes um pouco escorregadios, provocando sustos aos mais desprevenidos.

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A foto abaixo foi tirada no percurso de ligação à Tronqueira e foi palco de um episódio um pouco caricato, mas ao mesmo tempo engraçado. E adivinhem que foi o actor deste episódio??? O Miranda e a sua KTM.

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O nosso amigo Miranda ao ver-me a filmar a sua passagem e a fazer sinal para abrandar, entendeu que eu estava a dizer para ele acelerar e com base nesta interpretação acelerou que nem um louco nesta descida super irregular e escorregadia. Mas não se lembrou que este trilho acabava uns metros mais à frente com uma curva e quando deu conta disto teve que travar a fundo, porvocando um “rabejar”algo brusco da traseira da KTM.

Ao filmar este cena até ele desaparecer da minha vista, fiquei com a sensação de que tinha caído, especialmente depois de o ter ouvido a gritar, mas afinal era falso alarme. Após o grito ele voltou a gritar bem alto “tou vivo, não caí” :-). Fiquei aliviado, pois se aquele “rabejar” tivesse corrido mal  não sei qual seria o resultado.

Quando todos chegaram, o assunto era naturalmente o episódio acima relatado, com muitas gargalhadas à mistura e o Miranda ainda a tremer e incrédulo de que tinha conseguido dominar a KTM naquela situação de grande instabilidade. Este episódio caricato tá no vídeo que apresento no fim.

Contudo, a KTM já apresentava alguns sinais de maus tratos. Miranda, tu és mau…

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Nada que não se resolva.

Depois do Miranda recuperar o fôlego, decidimos continuar o passeio, já em plena Tronqueira:

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Olhem só que dois:

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Nos trilhos da Tronqueira foi um tal verdascar “forte e feio” e nem mesmo o peso extra de algumas “meninas” mais encorpadas (enetenda-se V-Strom) fez abarndar o ritmo. Aliás, o ritmo estava espectacular!!!

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Após alguns bons momentos de TT, o miradouro da Tronqueira era ponto de paragem obrigatória. A paisagem vista de lá é algo de espectacular, tal a imensidão do verde:

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São trilhos e mais trilhos no meio do mato:

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E a foto do grupo dos RESISTENTES:

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No entanto, a sede do TT ainda era muita. Por isso, fizemo-nos à estrada para mais uma boa dose de verdasca.

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Na Tronqueira é fácil distrair-mo-nos com a paisagem:

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Estes percursos são uma delícia de fazer. Proporcionaram grandes momentos de prazer, nos quais se inclui curvas com as respectivas traseiras das motas a atravessarem-se, arranques a fundo e muita, mas mesmo muita diversão.

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O tempo passa depressa quando estamos a fazer aquilo que gostamos de fazer. Quando demos por nós já era tempo de reabastecer energias e lá fomos até ao miradouro da Ponta do Sôssego para almoçar-mos.

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A vista deste Miradouro também é muito bonita:

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Após o almoço, partimos novamente em busca dos “maus caminhos” e descemos um trilho que, acho eu, se chama Fajá do Araújo, a qual desce a montanha em direcção ao mar, através de um trilho um pouco inclinado e escorregadio. Nada que não se faça e até porporciona alguma diversão.

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junto ao mar tiramos mais algumas fotografias.

O “KTM Man”:

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E o “Billy the Kid”:

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No regresso, a tal subida inclinada foi muito divertida de se fazer, levando-nos até ao topo a um ritmo “vivo”, onde uma vez mais o Miranda e a sua KTM voavam baixinho. Grande motão!!!

Depois deste trilho, dirigimo-nos para a freguesia da Algarvia, situada em Nordeste, para entrar-mos num percurso em direcção aos Graminhais.

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Este percurso tem o nome de Planalto dos Graminhais e é igualmente espectacular, com partes muito rápidas. E quando digo rápidas, são mesmo rápidas.

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Eu e o Miranda circulamos bem rapidinho nestes percursos do Planalto dos Graminhais:

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O Gregório e o Hugo também estava a divertir-se, apesar de mais comedidos no acelerador.

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Já em pleno Graminhais, a vista era novamente de grande beleza:

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Nesta parte do passeio circulamos com alguma precaução, porque o piso era muito irregular, alternando valas com muita pedra solta.

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Este percurso levou-nos até ao Salto do Cavalo, onde uma vez mais havia uma paisagem de gande beleza, desta vez sob as Furnas:

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Por esta altura o cansaço já se fazia sentir um pouco, mas ainda havia uma reserva de energias.

Esta reserva de energias foi gasta num percurso na Achada das Furnas, o qual nos levou até Vila Franca do Campo.

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Aqui já circulamos a um ritmo mais moderado, não só pelo cansaço, mas também porque neste dia havia Rally e esta troço fazia parte do mesmo. Para nossa sorte, o Rally já tinha terminado e circulamos um pouco mais descansados.

Quando chegamos a Vila Franca do Campo, fizemos uma pausa na Marina e tomamos um copo. Também decidimos dar por terminado o passeio, pois o cansaço já se fazia sentir e afinal de contas já tinha-mos feito cento e muitos quilómetros (quse 200 kms ao todo) em percursos TT. Das 9:00 às 17:00 foram horas de pura diversão!!!

E deixo aqui uma foto diferente, será que reconhecem???

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Nota final para os “meninos” que continuam a faltar a estes passeios. Será que já não têm capacidades para acompanhar o ritmo dos RESISTENTES???

Aqui fica o vídeo do passeio:

http://br.youtube.com/watch?v=slG_zA61jb4

Boas curvas! :-)

PS: Os Karoo T e TK-C 80 são uma maravilha no TT. Eu e o Miranda estamos cada vez mais à vontade e rápidos. O pessoal que anda a faltar que se cuide…