"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"




Verde, verde, verde e… mais verde

Aquilo que gosto mais de fazer quando estou de folga é fazer alguns quilómetros de mota, fazer algum mototurismo, percorrer as nossas estradas regionais e nelas divertir-me um pouco, ou nesmo relaxar com as paisagens incríveis que por cá temos.

Hoje foi mais um destes dias e apesar das condições meteorológicas estarem mais típicas de um dia de Outono do que um dia de Verão, isso não me deteve e lá parti com rumo às Sete Cidades e arredores.

Pelo caminho, reparei que o dia cinzento que estava a par do imenso nevoeiro que se fazia sentir na zona de montanha, intensificava um pouco mais os verdes da nossa paisagem e até certo ponto conferia um tipo de beleza diferente, a qual não podia deixar de registar e vos mostrar:

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A minha “menina” estava de olhos postos na estrada e com um sorriso matreiro, e sabem porquê???

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Por causa destas curvas:

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É um prazer fazer esta estrada de montanha, onde as curvas sucedem-se e parecem não terminar. Mota e Motociclista formam um par num bailado de curvas, onde a natureza verdejante mais não é do que um simples espectador:

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Após terminar esta dança, parei para contemplar a lagoa das Sete Cidades a partir do miradouro da Vista do Rei:

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Reparem na quantidade de nevoeiro que se encontrava nesta zona:

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Quase que “engole” as Sete Cidades:

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Contudo, continuei o passeio, deixando para trás o triste e abandonado hótel Monte Palace:

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Pelo caminho, tive a possibilidade de observar as lagoas sob outra perspectiva:

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Mas sempre com o nevoeiro a marcar presença nas fotos:

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Os verdes desta zona são uma delícia para os olhos:

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Na minha descida às Sete Cidades, não podia ignorar esta belíssima lagoa em que o seu verde e o verde à volta é tão forte que quase que ficamos embriagados:

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Espectáculo!!!

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Um pouco mais à frente, estive a ver de perto este trilho fora de estrada:

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A vontade de explorar o mesmo era muita, mas sózinho nem pensar, porque não sei onde o mesmo vai dar, se é possível ir até ao fim do mesmo com a mota, se é perigoso, etc, etc. Acima de tudo, não estava devidamente equipado e o pneu traseiro já se encontra gasto. Mas já tenho um par de Metzeler Karoo T com muita vontade de explorar este trilhos :-)

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Uma vez mais um olhar diferente sob a lagoa:

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Bem, já devem ter reparado que nas fotos de hoje só existe uma tonalidade, o VERDE! Ainda não acabou, há mais verde, por isso façam uma pausa para descansar a vista :-).

No fim da descida para as Sete Cidade, uma paragem para obsrervar as duas lagoas, de um ângulo mais próximo:

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Não me importava de alugar aquela casa e passar um fim-de-semana aqui nas Sete Cidades:

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Seja qual for o ângulo por onde se observa, a beleza paisagística está sempre lá:

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Depois de passear um pouco nas Sete Cidades, decidi regressar pelo mesmo caminho e regressar a Ponta Delgada pela zona da Covoada. Mas decidi fazer uma paragem nesta zona:

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É isso mesmo, já adivinharam, mais um trilho que conto fazer de mota muito em breve. Já o fiz de bicicleta de montanha e o mesmo é possível de se fazer de mota. Contudo, há que ter determinadas precauções, porque apesar de aparentemete fácil, o mesmo tem as suas “armadilhas”.

Para não variar, a foto com o incansável Mototurista e a sua fiél companheira:

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Continuei a descer a estrada de montanha da zona da Covoada, debaixo de um nevoeiro um pouco mais cerrado e com alguns pingos de chuva, mas nada de especial e nada que me impedisse de registar mais alguns… VERDES:

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Nesta estrada construiram um novo miradouro, o qual tem uma vista magnífica sob Ponta Delgada, mas que o nevoeiro não permitiu observar convenientemente:

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Nesta foto ficamos com a sensação de que o nevoeiro vai tocar nas nossa cabeça:

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Continuei a minha descida e enveredei por um percurso que me levou à Relva e decidi, quase à última da hora, ir até ao miradouro da Rocha da Relva, essenciamente por causa do acesso até ao mesmo, ou seja, um caminho de terra batida e fácil. A intenção era mesmo divertir-me um pouco na terra, mas num percurso fácil como este.

Mas cuidado, por vezes nos deparamos com surpresas como esta:

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E a vista do miradouro mencionado:

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Depois deste miradouro rumei até casa para escrever esta crónica e, também, para fugir da chuva que ameaçava cair. Aliás, meia hora depois começou a chover bastante. Safei-me!!!

Foi um passeio muito agradável, quer pelo percurso quer pelas paisagens e, desculpem lá a quantidade de fotos, mas a beleza da nossa ilha é tão grande que não me consigo conter ;-)

Boas curvas! :-)

2 comentários em “Verde, verde, verde e… mais verde”


  1. 1 Candilhes

    Excelentes fotos – parabéns! Estou cada vez mais inclinado a comprar uma V- Strom!

    P.S. – só um pequeno reparo, se me permite - numa das últimas fotos escreveu que o miradouro tem uma excelente vista sobre Ponta Delgada apesar do nevoeiro, no entanto a foto mostra a costa Norte e a Ribeira Grande ao fundo.

    Cumprimentos

  2. 2 BRUNO BOTELHO

    Olá Candilhes!
    Bom reparo!
    Já é o hábito de estar sempre a referir Ponta Delgada ;-) Quanto à tua possível compra, só te posso dizer que será uma boa compra. Se a tua intenção for fazer passeios com conforto, ter uma mota com uma ciclística equilibrada, bons travões e um motor sempre disponível, a V-Strom é uma boa hipótese.
    Se precisares de mais informações sobre a mesma ou dar uma vista de olhos numa (a minha) mais ao perto é só apitar.

    Boas curvas! :-)

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