Já começa a parecer uma peregrinação, mas nos últimos 2 anos tenho viajado várias vezes até à bonita cidade do Porto.
No Porto é possível fazer umas férias interessantes, especialmente na altura em que fui, isto é, mês de Julho. Uma das coisas que não podem ficar por fazer é a prova do vinho, bem como uma volta pela cidade, onde imperam vários edíficios de aspecto antigo e muitas curiosidades, como esta:
Hehehe…
Mas eu não vim falar de turismo de cidade para aqui!
Um Motociclista que se desloque ao Porto tem como paragem obrigatória a Rua de Camões, pois é lá que se encontram vários stands de várias marcas, algumas delas das mais importantes a nível Mundial.
A minha caminhada começou junto ao stand da BMW, onde à sua porta se encontrava este Airbus:
Lá dentro, a minha perdição, R 1200 GS e F 800 GS:
Grandes 2 motas para explorar os trilhos Micaelenses, se bem que a 800 já me satizfazia e se adequava melhor ao nosso meio:
Mesmo ao lado, outra loucura, KTM, onde na montra já era possível delirar com a magnífica RC8:
Esta super-desportiva é simplesmente espectacular e as suas linhas são muito agressivas quando vistas de perto:
No interior, um ícone das Supermotos, a Duke 690:
A irmã mais velha também lá estava, a Super Duke 990:
Quando pensava que já tinha visto tudo, deparo-me com esta Trail, a LC4 690:
Uma Trail de média cilindrada muito interessante e de dimensões contidas para a sua cilindrada. Deve ser muito interessante numa utilização mista.
Mas KTM não é só 2 rodas, o quad também lá estava:
Debaixo do mesmo tecto da KTM, também lá estava a Triumph, onde destaco a presença de uma Street Triple 675, com alguns extras, como capa do assento do passageiro e linha de escape da ARROW. De ficar com água na boca:
Uma MV Agusta F4 1000 nunca passa despercebida:
Esta era uma usada e estava à venda por 15000 e muitos euros…
Bem, se o Telmo está a ler isto, já deve estar a perguntar-se se eu vi “ferros” ou não
Vi sim Senhor, e dos bons. Entrei no HD Porto, onde na montra estava uma fabulosa Cross Bones:
Uma Chopper da “velha guarda” muito bem construída e onde a qualidade de construcção é vísivel em vários pormenores constructivos, como a pintura.
A que se segue dispensa apresentações:
Para os amantes das Clássicas:
E, finalmente, aquela que realmente me seduziu e me deixou “babado”, Rocker C:
Mais parece uma produção vinda de um constructor (tipo OCC) qualquer, tal é a imagem de personalização que tem.
A gama desportiva da Harley, as Buell, também lá estavam:
À saída, deparei-me com um sinal importante:
Hehehe… os gajos dos “ferros” são tramados.
Mas eu não vou em qualquer (H)onda, e a DN-01 é uma delas:
Um conceito interessante, mas que na minha opinião “não é carne nem peixe”.
No stand da Honda, também lá estava a CB1000 R:
Uma Naked bem ao estilo Streetfighter, de dimensões compactas e com uma estética nuito bem conseguida.
Neste espaço comercial havia uma mota muito interessante, a Moto Guzzi Stelvio:
Quando se olha para ela é quase inevitável não encontrar-mos traços estílisticos inspirados na R 1200 GS da BMW, pelo menos na minha opinião.
Na rua ao lado estava a Suzuki, com uma forte presença da gama desportiva GSX-R.
O “falcão” estava lá:
A nova GSX-R 600 também lá estava:
Uma estética que me agradou:
A secção dianteira da mesma faz-me lembrar as máscaras que os Samurais levavam para as batalhas. Pode parecer maluquisse, mas lembra-me:
A clássica 1800 não passava despercebida:
E terminou a minha volta pelos espaços comerciais dedicados ao Motociclismo, onde destaco a existência de motas para test-ride em todos eles. Uma mais valia para o cliente.
No entanto, estamos no Verão e apetece andar mais de mota. Na cidade do Porto deparei-me com várias motas estacionadas e de vários tipos. Algumas delas são raridade e díficeis de encontrar, como esta Vespa:
Ou mesmo esta Ducati Hypermotard:
Simplesmente linda! Ao vivo é de dimensões reduzidas e baixa:
No Porto encontrei um exemplar da nova Ducati Monster:
Ao vivo percebi que é, de facto, uma digna substituda da geração anterior.
Mas se algumas motas são raridades, outras são uma espécie de “best seller”, ou como o pessoal gosta de dizer, “mota do povo”. E o que eu quero dizer é que a mota que eu mais vi na cidade do Porto foi a Suzuki DL 650 V-Strom:
Parecia que havia uma em cada esquina, quase todas 650 e onde apenas encontrei uma 1000. Impressionante, parecia que estava em São Miguel. Os Motociclistas do Porto são pessoas de bom gosto
Outra mota que se vê com alguma frequência, quer sejam elas de habitantes ou de turistas, é a R 1200 GS, quer a “normal” quer a Adventure:
Cada vez que vejo uma destas fico minutos a admirá-la.
E assim termina o meu relato turístico pelo mundo das motas no Porto, onde só faltou uma visita ao Moto Clube do Porto. A visita estava planeada, mas não foi possível. Fica para a próxima.
Boas curvas e boas férias se for o caso! ![]()




















































































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