"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts de Junho, 2008

Esta bomba é uma BOMBA!!!

Irresponsabilidade? Burrice?

Uma coisa é certa…

Com dinheiro consegue-se TUDO no nosso bom Portugal, até contruír uma bomba de gasolina em terrenos de fumarolas em que o sub-solo atinge temperaturas superiores a 100ºC!!

Nem sei que mais diga… bem, vejam o vídeo!!!

http://videos.sapo.pt/62QdDvIJeiNob3At8ZVw

 Fiquem bem, e longe desta brincadeira de miúdos…

Curiosidades do 1º Moto-Rali Açores

O 1º Moto-Rali Açores foi um evento muito interessante a todos os níveis, tendo levado paa as estradas Micaelenses Motociclistas do Continente que durante 3 dias animaram a ilha e deram um novo colorido.

Nestes 3 dias de Moto-Rali consegui apanhar com a minha máquina fotográfica algumas coisas que captaram a minha atenção, digamos que foram curiosidades.

As motas foram muitas e de vários tipos, mas essencialmente turísiticas e trails, mas havia uma que chamava para si todas as atenções, a BMW F 800 GS do Rui Baltazar e toda equipada pela Touratech:

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Simplesmente maravilhosa e um espectáculo para os trilhos Micaelenses. Esta “menina” deixou muitos homens de “barba rija” a suspirar por ela.

Foi também um evento que mereceu atanção por parte dos meios de comunicação social e teve mesmo um representante de uma revista Nacional, o Casemiro, que fez a cobertura deste evento:

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Em várias motas era possível encontrar autocolantes alusivos a vários eventos de grande importância e que infelizmente tiveram um fim abrupto, nomeadamente o Dakar:

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Noutras era notório que se tratavam de motas de pessoas com muitos quilómetros feitos:

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Claro que foram vários os Moto Clubes com representação neste evento:

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Incluindo pessoal de outros fóruns:

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E frases cheias de carácter:

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Havia também aqueles que exibiam com muito orgulho as provas de participação na maior prova de mototurismo Nacional, o Portugal de Lés-a-Lés:

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Alguns participantes tinham penduras especiais:

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Mas a vontade dos participantes iniciarem este Moto-Rali era muita:

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Em algumas zonas de controle passaram-se situações engraçadas, como no controle da Lagoa do Canário, onde foi invadido por uma multidão de cabras. De todas, a que está abaixo tentou obter algum protagonismo:

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Pode ser que um dia apareça na FHM ;-)

Este casal era um bom exemplo de boa disposição, mesmo aos comandos de uma Yamaha DT 125 com 20 e muitos anos. Terminou o Moto-Rali:

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Os barcos não servem só para navegar:

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O Giesta exibiu um novo capacete para o Verão, será que é da Arai???

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Até baleias a GS transporta:

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Quando a selecção de Portugal joga os Portugueses vibram e ficam felizes. O orgulho Nacional fala sempre mais alto:

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Nem à noite este pessoal parou:

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Aqui está a janela de estilo Manuelino que tinham de encontrar na cidade da Ribeira Grande:

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Bem, este controle foi lixado, declamar um poema é dose, mas ficar a ouvir os muitos participantes do Moto-Rali a declamar o mesmo é dose de cavalo:

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Este senhor é um dos heróis deste evento, porque a Scooter que lhe foi emprestada teimava em não subir zonas de grande inclinação, sendo necessário adoptar um estilo à “Flinstone”:

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E por vezes nem isso o salvava:

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Ele só dizia: “a minha GS está na garagem a rir-se de mim ” :-)

Antes dos participantes chegarem ao controle do Pico Bartolomeu as condições meteorológicas estavam muito boas, permitindo fotos como esta:

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Depois veio o nevoeiro e nada mais se viu :-(

A natureza é fantástica e proporciona-nosmomentos espectaculares como este:

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Resolver uma avaria electónica poderá ser uma carga de trabalhos:

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Vida de repórter não é fácil:

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Saiam da frente que o homem está atrasado:

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Bem… palavras para quê:

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O Zé Valença esteve sempre muito bem disposto neste Moto-Rali, bem como sensual:

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Chapéus há muitos:

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Hehehe… quem é que ficou sem as calças???

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Este fio era manhoso, os controladores diziam que dava choques eléctricos, mas era tudo a brincar:

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Não sei qual era a ideia dele, mas o resultado não iria ser bom:

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Estas foram algumas das curiosidades que captei ao longo dos 3 dias de Moto-Rali e que algumas situações foram motivo de grande diversão.

Foi sem dúvida um evento espectacular e com a participação de pessoas animadas e que sem eles não teria sido o mesmo.

Cá vos espero para a próxima edição e não se esqueçam de trazer um amigo(a).

Boas curvas! :-)

1º Moto-Rali Açores - Crónica de um controlador

Depois de muita expectativa e espera, o 1º Moto-Rali Açores realizou-se no passado fim-de-semana, nomeadamente nos dias 7, 8 e 9 de Junho.

O meu papel neste Moto-Rali não seria de participante, mas sim de uma das muitas pessoas que ajudaram à realização desta grande prova de MotoTurismo e, que neste caso, foi o de controlador. Por isso, esta será uma crónica com a minha visão dos acontecimentos e que se baseará apenas nos vários pontos de controle que tive o privilégio de estar, a par de outros amigos. Por mais que tente demonstrar a grande festa que foi esta prova, será sempre incompleto, visto que faltarão relatos de histórias e peripécias engraçadas que se passaram em outros pontos de controle.

Mas passando à crónica deste evento, o mesmo começou com a descarga das motas  dos nossos companheiros do Continente, os quais começaram a chegar ao fim da tarde da sexta-feira. As saudades das suas montadas já eram muitas:

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Do interior dos contentores surgiram motas de vários segmentos, desde as polivalentes Trails até às Desportivas:

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Após muita azáfama, as motas ficaram finalmente descarregadas e prontas para a prova. Mas na sexta-feira à noite ainda houve tempo para todo o pessoal tomar um copo no Clube Motard de São Miguel, tendo o recinto do mesmo ficado apinhado de motas, conferindo um visual diferente do habitual. Foi um espectáculo ver tantas motas no recinto do Clube:

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Nesta noite travaram-se os primeiros contactos entre os Motociclistas locais e os Continentais, reinando uma grande animação entre todos.

No dia seguinte, dava-se o ínicio ao 1º Moto Rali Açores:

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Os meios de comunicação social estiveram presentes neste dia, nomeadamente a RTP Açores, onde a Presidente do Clube Motard de São Miguel, a Carolina, foi entrevistada, entre outros participantes:

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Contudo, estava na hora de eu e o David partirmos para o nosso ponto de controle, que seria na lagoa do Canário. Um ponto de controle espectacular e que deslumbrou todos os participantes deste evento, com uma vista magnífica sob a lagoa das Sete Cidades e lagoas circundantes:

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Importa referir que todos os participantes penalizaram neste controle, porque simplemente paravam várias vezes pelo caminho para tirarem fotos. Foram vários que referiram que era impossível cumprir com o road-book a tempo, porque as belezas naturais eram muitas e merecedoras de fotos. Para eles era impossível ficar indiferentes. Para um Açoreano como eu, foram palavras carregadas de grande importância, pois era sinal de que estavam a adorar e a prova ainda ia no ínicio…

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hehehe…

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Quando este ponto de controle fechou já era hora do almoço. Eu e o David apressamo-nos a almoçar, de modo a seguir-mos para o próximo local de controle que nos tinha sido atribuído, neste caso o porto de pesca das Capelas:

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O dia estava simplesmente maravilhoso, com muito sol, digno de um dia de Verão. deu para ficar bem vermelhinho na cara.

Neste local de controle, voltamos a constatar uma grande satisfação dos participantes em relação ao evento. Para eles as belezas naturais e os cenários com que se depararam eram simplesmente paradisíacos e no caso de algumas pessoas ia muito além daquilo que estavam à espera.

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Depois deste local de controle e de um grande escaldão, fomos observar a chegada dos participantes após o fim deste dia de prova, onde o Ernesto Cordeiro controlava minunciosamente a chegada dos participantes:

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Neste dia havia o 1º jogo da selecção de Portugal e ninguém queria perder o mesmo. Por isso fomos jantar todos ao restaurante Carolito, que foi um boa escolha, dada a quantidade de plasmas existentes em todo o recinto. Ninguém perdeu o jogo!

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Quando Portugal marcou os golos, foi uma grande explosão de alegria:

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Aliás, durante todo o jantar a animação foi uma constante. Os nossos companheiros do Continete trouxeram na bagagem muita boa disposição e contagiaram todos os Açoreanos presentes com a sua alegria de viver o Motociclismo. Bem haja!!!

Após o jantar regressamos à sede do Clube Motard de São Miguel para mais um copo ou outro, para mais 2 ou 3 dedos de conversa, enfim, para mais um convívio animado:

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No Domingo juntei-me ao Eduardo Wallenstein e ao Miguel, para juntos efectuar-mos mais um controle, desta vez junto à Câmara Municipal da cidade da Ribeira Grande:

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Os participantes foram chegando aos poucos e neste controle tinham um pequeno almoço oferecido pelo Clube Motard de São Miguel numa sala junto ao teatro desta cidade, gentilmente cedido pela Câmra Municipal da Ribeira Grande:

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Neste ponto de controle tinham que descobrir um edíficio que possuia uma janela de estilo Manuelino e responder a uma questão relacionada com a mesma. Foi engraçado ver alguns paerticipantes a andarem de um lado para o outro à procura da dita janela:

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Após o fecho deste ponto de controle, juntei-me ao João Cabral, o qual seria o meu parceiro no próximo controle, a ser efectuado no Pico Bartolomeu. Bem, a mim só me calhou locais de controle espectaculares, que mais podia eu pedir?

Seguimos viagem até Nordeste e almoçamos lá por cima. Estava um dia muito bom, com o sol a brilhar forte e a prometer mais um grande dia de Moto-Rali. Quando chegamos ao Pico Bartolomeu, as montanhas estavam à vista:

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Mas infelizmente esta vista sob as montanhas desta zona foi só possível por pouco tempo, porque meio hora mais tarde e mesmo na hora dos participantes começarem a passar, o nevoeiro fez a sua aparição e cobriu esta zona montanhosa com o seu manto, tendo impossibilitado os participantes de se deliciarem com a vista possível desta zona. Perante o desânimo dos participantes, ia mostrando na máquina fotográfica as fotos que tinha feito alguns minutos antes.

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Depois de ter terminado este controle, encontrei logo mais abaixo de onde estava alguns participantes a tentarem resolver uma avaria electrónica numa Honda Varadero:

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Aparentemente, o alarme ficou marado e baralhou a centralina de tal forma que a Varadero não trabalhava, nem sequer fazia o check-up da centralina. O seu proprietário estava furioso. Foi preciso desmontar muita coisa da Varadero para se resolver este problema, tendo mesmo sido necessário retirar todo o sistema de alrame. O senhor que resolveu este problema é da Espaços Sonoros e a ele o dono desta Varadero ficou a dever um jantar.

Depois desta intervenção mecânica seguimos para Ponta Delgada para assistir à chegada dos participantes:

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Voltei a falar com mais alguns participantes e os mesmos expressaram uma grande admiração e entusiasmo pelas belezas naturais da ilha. A zona norte da ilha, nomeadamente Nordeste, deixou-lhes encantados!!!

Na noite deste dia houve novamente muita conversa e animação entre todos:

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Na segunda-feira foi dia da última etapa deste Moto-Rali, que seria mais curta. Juntei-me novamente ao João e uma vez mais um local de controle de grande interesse, ou seja, entre ribeiras, situado na zona da lagoa do Fogo na Ribeira Grande.

Nesta zona o controle ficava situado entre 2 ribeiras, sendo possível fotografar vários participantes na travessia de uma das ribeiras. Para alguns foi um momento de grande diversão, para outros foi uma travessia cautelosa:

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Esta ribeira não oferecia qualquer perigo, era mesmo muito fácil atravessá-la:

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Uma vez mais notamos uma grande alegria e simpatia por parte dos participantes, sendo uma autêntica recompensa ao nosso trabalho e dedicação a esta prova.

Depois de momentos de grande diversão com a travessia desta ribeira, passamos pelo controle do nosso colega Miranda, que era na Caldeira Velha.

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Quando lá chegamos encontramos o Miranda  e outros banhistas (entenda-se biquinis) em pleno banho. Uma zona de controle muito relaxante, ou será quente???

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O Miranda e o David decidiram juntar-se a nós e fomos dar uma vista de olhos em outra zona de controle, desta vez no porto de pescas da Caloura, onde se encontrava lá o Mário Jorge e o Narciso:

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Por esta altura já começava-mos a sentir que a prova caminhava para o seu fim e na hora de almoço as histórias relativas à mesma já eram muitas, sendo algumas delas hilariantes e motivadoras no sentido de dar continuidade a este evento.

O meu útimo ponto de controle foi na lagoa de São Bráz, onde o Miranda e o David fizerm companhia a mim e ao João nesta controle. 

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Antes dos participantes chegarem estivemos a divertir-nos nesta zona, com algumas incursões no todo terreno numa zona de areia, incluindo incursões na lagoa. Mas estes momentos de grande diversão vão ficar para outra crónica.

Tempo para tirarem mais algumas fotos, já com sabor a fim de prova:

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O Vasco na sua simpática Vespa:

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E final do 3º dia do 1º Moto-Rali Açores:

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Nesta mesma noite realizou-se o jantar alusivo à entrega dos prémios dos vencedores e participantes, feito na Cerâmica Vieira da Lagoa:

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Também houve os habituais discursos dos membros organizadores deste evento bem como dos representantes da Federação Nacional de Motociclismo:

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Neste jantar de encerramento houve grandes momentos de boa disposição e diversão, onde o Rui Baltazar e o Zé Valença muito contribuiram:

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Neste evento não se viveram apenas grandes momentos de alegria, também cimentaram-se amizades:

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O espírito do Motociclismo é isso mesmo, camaradagem e companheirismo.

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A foto das 3 primeiras equipas classificadas:

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E assim terminou o 1º Moto-Rali Açores!

Foi um evento que serviu para dar a conhecer São Miguel, por estradas, montanhas, freguesias, ribeiras, etc, aos nossos companheiros do Continente. Quisemos mostrar toda a beleza natural que caracteriza a nossa ilha, quisemos dar a provar um pouco da nossa cultura, dar a conhecer as nossas gentes, a nossa gastronomia e tudo mais que de bom São Miguel tem.

Nem tudo foi perfeito, existem sempre pormenores a melhorar. Mas a intenção do Clube Motard de São Miguel foi proporcionar grandes momentos de MotoTurismo a todos os participantes, bem como convívio social.

Foi um evento que me deu muito gosto em participar e em que a maior recompensa era o deslumbramento dos participantes bem como os seus elogios a toda a ilha.

O Clube Motard de São Miguel e todos os seus elementos envolvidos na organização deste evento estão de parabéns pelo magnífico road-book que prepararam e, se para o ano houver 2ª edição, podem contar comigo.

Boas curvas! :-)

Autocolantes

Finalmente já estão disponiveis autocolantes do Moto Azores, para quem quiser decorar a “traseira” da sua moto!!!

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Yamaha V MAX - Está de volta!!!

A Yamaha finalmente decidiu renovar outro modelo muito carismático da sua gama, a V MAX.

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Este é um modelo que desde o seu lançamento, na década de 90, encantou muitos motociclistas, tendo mesmo se tornado numa mota de culto e alvo de muitas personalizações.

Mas passados alguns anos este modelo deixou de ser fabricado e até hoje a data do seu regresso era uma incógnita. Mas em boa hora a Yamaha decidiu voltar à carga no crescente mercado das Streetfighters ou Muscle Bikes, com um modelo que se enquadra na sua recente filosofia de “torque sports”.

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A nova V MAX está dotada de vários elementos estilísticos e técnicos que fazem dela uma mota muito atraente e de aspecto muito musculado, onde as imponentes ponteiras de escape conferem um aspecto massivo.

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O páinel de instrumentos também é de muito bom gosto, bem como moderno e desportivo:

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Mas vamos ao que interessa, a alma desta “besta”:

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Este é um motor totalmente novo, um V4 a 65 graus, de 1679 cc, injecção electrónica, que imprega a mais recente tecnologia electrónica da Yamaha, já estreada na R6 e R1, ou seja, o YCC-T e YCC-I, fazendo com que este V4 debite uns impressionantes 200 cavalos às 9000 rpm e 17 Kgm às 6500 rpm. Simplesmente colossal!!!

Claro que estamos a falar de uma mota com 310 kg em ordem de marcha, mas este V4 tem potência mais que suficiente para deixar uma super desportiva a “ver navios” num arranque de semáforo.

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Mas nem só de motor e estética vive esta Yamaha.

A ciclística está à altura das prestações, onde impera um quadro em alumínio, uma suspensão dianteira invertida de 52 mm, sistema de travagem oriundo da R1, com discos de travão dianteiros de 320 mm e bomba de travão radial de 6 pistões.

Bem, já deu para perceber que esta nova V MAX não vai defraudar as expectativas dos seus seguidores e tem tudo para dar continuidade ao sucesso da sua antecessora, bem como elevar um pouco mais o nível no campo das Muscle Bikes.

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Podem ficar a saber mais sobre esta beleza em: www.next-vmax.com

Boas curvas! :-)

Exemplo

Sábado passado fui dar um passeio, acompanhado pelo Miguel e pelo meu irmão, principiante nesses passeios, no qual fomos à Lagoa de S.Brás, Furnas e Ribeira Quente, regressando pelo lado sul, passando na Vila, Lagoa e regressando à RG. não fiz reset no conta kms, mas no final foram certamente mais de 70kms…

Até aqui tudo normal ;) , não tivesse o Miguel aproveitado esse passeio para tirar apenas uma fotografia, que segundo ele serviria para dar o exemplo ao Bruno, em como se faz um post sem muitas fotos…

Lagoa sbras

Mas depois ele percebeu que o post iria ficar uma grande seca, porque no fundo ninguem quer ler muita palha, mas sim ver muitas fotos bonitas, e não teve coragem de publicar o post ;)

Por isso aqui estou eu a relatar a verdade dos factos!! :)

Riding with Mané Martins

Na passada semana recebi um convite para um passeio de mota, mas não para um passeio qualquer, mas sim para um passeio de todo terreno “puro”. O convite partiu de um Motociclista bem conhecido da nossa ilha, neste caso do Manuel Martins (Mané para quem o conhece), o qual me informou que me ia emprestar uma mota de todo terreno para este passeio, neste caso a AJP 200. Uma mota de iniciação ao TT e que seria a opção ideal para  mim, dada a minha pouca experiência em todo terreno “puro”.

Para quem não conhece o Mané, ele apenas é um dos melhores pilotos da Região, quer em Motocross quer em todo terreno/enduro. Um “expert” na matéria e um grande privilégio para mim.

O ponto de partida foi no passado Domingo, dia 1 de Junho, na casa do Mané, onde lá compareceram mais alguns madrugadores para este passeio e equipados a rigor:

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Eu fui neste passeio com o meu equipamento de estrada, destoando por completo do resto do grupo. Mas eu não me estava a sentir intimidado, pelo contrário, queria divertir-me o máximo que pudesse, aprender mais algumas coisas com o pessoal que foi e, tenho de confessar, tentar não cair muitas vezes. Mas o Mané disse que o passeio iria ser “soft”, mas para a minha pouca experiência o conceito de “soft” poderá ser muito diferente do dele.

Neste passeio, o Hugo acompanhou-nos até certa parte aos comandos da sua DT 50, corajoso:

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Um pouco mais à frente alguns elementos que compunham o grupo seguiram em frente, dado que o ritmo do passeio iria ser mais calmo, de modo a que eu acompanhasse o grupo:

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Entrtanto, o Mané andou a “trepar” montanhas:

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Partimos em direcção aos “maus caminhos”, sempre acompanhado de muita vegetação, muitos verdes. Contudo, eu já não me encontrava aos comandos da AJP 200… O Mané fez questão de eu curtir este passeio aos comandos da sua mota, que era nada mais nada menos que uma Husqvarna TE 450, modelo de 2008 e com injecção electrónica.

Bem, eu pensei cá comigo, hoje vou me matar. Convenhamos que uma 450 para a minha experiência em TT é um pouco demais para as minhas reais capacidades. Contudo, fiquei radiante com esta troca e só pensava em gozar o passeio.

Mais à frente entramos numa pastagem:

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Nesta entrada havia um rego de terra que colocou algumas dificuldades a alguns de nós:

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Para outros foi uma brincadeira:

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Através desta passagem acedemos a um percurso que nos levou montanha acima. Impressionante a capacidade de tracção da Husqvarna TE 450:

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Claro que estes percursos fora de estrada apenas são acessíveis a motas de todo terreno, levando-nos por caminhos com vistas priveligiadas:

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A parte que mais me preocupou encontra-se na foto abaixo, porque na última vez que este grupo atravessou este terreno encontrava-se lá o dono que os mandou para trás exibindo uma caçadeira. Mas fomos optimistas e ele não se encontrava lá:

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Verdes e mais verdes:

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Depois de alguns quilómetros, paramos para uma intervenção mecância rápida:

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Continuamos por este trilhos que nos levavam cada vez mais para o interior da ilha e houve alturas que eu já não sabia onde me encontrava, porque eram percursos totalmente novos para mim.

Mais à frente o Sérgio tentava encontrar um novo atalho:

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Mas que se mete por atalhos mete-se em trabalhos:

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Mas outros trilhos nos esperavam e eu estava a adorar a Husqvarna 450, porque a mesma ultrapassava qualquer obstáculo sem problemas e a sua ciclística mostrava-se de uma eficácia irrepreensível, onde destaco as suspensões, as quais absorviam as irregularidades do terreno com grande eficácia.

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Neste trilhos apanha-se de tudo, até mesmo zonas de passagem de água de nascentes vindas da montanha:

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E aqui está o cronista, numa mistura de “on e off road”:

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Hehehe… lá vou eu, a Husky trepa tudo:

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No todo terreno aparece de tudo, até mesmo árvores a servir de obstáculo:

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Nada que não se resolva com alguma ajuda. Aliás, o pessoal que integrou este grupo ajudavam-se uns aos outros perante as dificuldades. Grande espírito de companheirismo:

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Daqui para a frente, o percurso era um pouco estreito, não oferecendo muitas hipóteses para erro:

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Porque que errasse ou se desiquilibrasse o panorama não era bom:

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Exactamente, acaba bem lá em baixo. Percebem agora o conceito de “soft”???

 Apesar do perigo, estava simplesmente a ADORAR!!!

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Outra zona de passagem com pouco espaço para erros:

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Na transposição deste obstáculo, o Mané fez as honras da casa e encarregou-se de fazer algumas motas passar:

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Até nas dificuldades (para mim) o Mané dá show:

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Este percurso levou-nos a uma zona com uma vista espectacular sob Ponta Delgada e arredores:

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Mas o melhor estava para vir, isto é, havia uma subida grande, cujo piso era mole e exigia que se subisse com convicção. Nada de impossível, mas para um iniciante como eu, a coisa não ia ser fácil:

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Isto era só o ínicio da subida, onde o Mané subiu algumas vezes em jeito de demonstração. Contudo, ele deu um “show do caraças”, pois subia com uma velocidade tremenda, fazendo cavalinhos durante a subida. Foi espectacular ver a rapidez com que ele sobe e que no vídeo que indico no fim é possível verificar:

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É sempre de punho enrolado:

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Para ele foi uma brincadeira:

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Mais uma passagem e novamente um autêntico recital de pilotagem e técnica:

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Depois de assistir-mos ao “mestre”, chegou a nossa vez e em alguns casos, incluindo eu, a subida foi feita à 2ª e 3ª tentativa. Aqui o Sérgio em apuros:

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O segredo era começar a subida desde lá de baixo e subir sempre com convicção e sempre sem deixar o motor cair de rotação. Para os amadores convinha subir em 2ª velocidade e ir tocando de levinho na embraiagem de modo a não deixar o motor perder tracção. Estas foram as dicas que o Mané me forneceu e que resultaram na perfeição, senão levaria o dia todo ali.

Após a transposição desta subida, o percurso fornecia uma vista para Vila Franca do Campo:

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Os próximos trilhos eram um pouco acidentados, mas a Husqvarana revelou-se uma vez mais de uma eficácia tremenda, onde apenas a minha falta de experiência contrastava com o profissionalismo e competência com que a Husqvarana ultrapassava os obstáculos:

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Foi um tal trepar montanhas:

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Sempre acompanhados de vistas magníficas e algum nevoeiro:

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No entanto, tudo o que é bom acaba depressa. Aliás, quando estamos a divertir-nos nem damos pelo tempo passar. Foi tempo de regressar a casa, de modo a dar tempo de ver o MotoGP em Mugello:

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Para os interessados, deixo aqui o link do vídeo deste passeio, que inclui estas e mais fotografias, bem como uns vídeos do Mané a subir que nem um louco aquela tal subida. Vale a pena ver a rapidez dele:

http://br.youtube.com/watch?v=ru9BsaI_BMw

Foi um passeio espectacular, onde apenas caí uma vez e onde destaco o espírito de camaradagem que se vive neste tipo de passeios, sempre com o pessoal a ajudar-se mutuamente. Este passeio também serviu para melhorar a minha condução fora de estrada e ter uma melhor noção do todo terreno.

A Husqvarna TE 450 foi uma autêntica escola de pilotagem, com um motor com potência para dar e vender e uma ciclística que ultrapassa tudo sem dificuldades de maior. Para a minha experiência tinha mais do que aquilo que necessitava, mas ADOREI andar nela e quanto mais andava mais confiante ficava, pois a mota é super intuitiva e fácil de levar. Se pudesse ela ocupava um lugar especial na minha garagem…

Resta-me agradecer ao Manuel Martins pela oportunidade proporcionada, quer pelo passeio quer pela mota que me cedeu para o passeio. MUITO OBRIGADO Mané!!!

Boas curvas!