No passado dia 10 de Fevereiro o grupo do costume juntou-se novamente para mais um passeio de Maxi-Trails, em que a passagem por perursos de terra estava novamente presente nos objectivos deste passeio.
Às 10:00 da manhã deu-se ínicio à reunião do grupo do costume, onde eu fui outra vez o primeiro a chegar ao ponto de encontro, que desta vez foi na junto à igreja do Pico da Pedra.
Aos pouco o pessoal foi chegando, equipados a rigor, pois o tempo prometia chuva, tal era a humidade que se fazia sentir.
O Miranda e o outro colega a V-Strom (desculpa lá, mas não sei o teu nome):
O Adolfo no seu “tanque e guerra”:
Esta cara sempre a rir é que não engana ninguém, a velha “raposa” o Clube Motard de São Miguel, o Raposo:
Quando se fala em passeios pela terra o Ernesto não falha, tal é a polivalência da Deauville ;-):
E finalmente o João na sua Transalp:
Com o grupo reunido, toca a partir!
Entramos num primeiro percurso de terra, em direcção poços das Capelas. Muito simples e sempre com uma vista interessante sob a zona costeira das Capelas.
Zonas boas para dar gás
Após este primeiro trilho, paragem no centro das Capelas para alguns reabastecerem e para o nosso colega Giesta juntar-se ao grupo.
Que dupla…
Mas não há tempo a perder. Que venha o próximo percurso, porque a vontade de andar é muita.
Desta vez entramos num percurso de terra batida em direecção à freguesia da Bretanha. Um percurso acessível e rápido, onde até a Deauville do Ernesto atravessou.
Este gajo da GS tá sempre nas fotos…
Lá chegamos à Bretanha e fizemos uma paragem num miradouro simpático, chamado de Parque de merendas da Covilhã.
Lá, uma vista magnífica:
O Grupo do costume:
Que seria deste passeio sem o cronista de serviço???
Depois desta pequena paragem seguimos pelo interior das pequenas freguesias que sucedem a Bretanha, onde voltamos a fazer uma incursão pela terra, novamente acessível a todos.
Próxima paragem, miradouro da Cumeeira e uma vista magnífica da lagoa das Sete Cidades. Só tenho pena do nevoeiro, senão a beleza natural e os verdes desta zona seriam mais que evidentes.
São paisagens simplesmente fantásticas:
O pessoal estava animado:
Nesta zona não restam muitas dúvidas sobre qual o próximo caminho a seguir, Cumeeira e “má nada”!!!
Olha que dois…
Os percursos da Cumeeira estavam igualmente acessíveis, onde apenas uma zona com alguns pequenos “regos” provocados pelas chuvas exigiam um pouco de mais atenção, mas nada de especial e, até deu para o pessoal se divertir um pouco. A minha V-Strom adorou andar a atravessar a traseira :-).
Penúltima paragem do passeio na Vista do Rei, onde não foi possível fazer uma foto decente neste miradouro devido ao muito nevoeira que se fazia sentir.
A GS do Adolfo com os logótipos dos Nomads.
Os percursos apesar de acessíveis a todos e aparentemente fáceis, fizeram das suas. Vejam lá a jante da Deauville do Ernesto como ficou:
Não há milagres, tens que comprar uma Trail Ernesto!
Aqui ficam 2 vídeos do passeio, um na terra e outro pela estrada das Sete Cidades. Peço desculpa pela fraca visibilidade, mas tenho que arranjar um suporte de maiores dimensões.
TT Bretanha:
http://www.youtube.com/watch?v=S66csVGjvmY
Pela estrada das Sete Cidades:
http://www.youtube.com/watch?v=Df78sCzBnaM
A última paragem deste passeio foi num café nas Sete Cidades, onde a minha V-Strom voltou a pregar-me uma partida, ou seja, ficou com o seu v-twin a trabalhar apenas num cilindro, o que me deixou deveras chateado.
Depois de alguma troca de ideias com o pessoal, onde o Adolfo era a favor de desmontar-mos a mota toda :-), chegamos à conclusão que poderia ser falha de corrente no motor, nomeadamente velas ou bobine. Ao mexer nos contactos de uma das bobines, o cilindro que tinha deixado de trabalhar começou novamente a trabalhar.
Estava descoberta a avaria, que se confirmou na oficina, isto é, os contactos da bobine da vela estavam com um pouco de oxidação, provocando falhas de corrente no motor. Uma avaria fácil de se resolver e que me deixou mais descansado, porque já basta de problemas mecânicos que me têm perseguido ultimamente. Vou benzer a mota ;-).
Terminou mais um passeio do grupo do costume, o qual foi acessível a todos e com um nível de dificuldade baixo, proporcionando um passeio descontraído e agradável. Nota positiva para a boa disposição do grupo, coisa que já vem sendo hábito neste grupo de entusuiastas pela terra.
E para onde será o próximo passeio? Estou com vontade de ir à Tronqueira!
Boas curvas!
























































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