Estas minhas viagens ao Porto já começam a fazer parte da minha rotina, pois da última vez foi um fim-de-semana, agora foi uma semana.
Esta foi uma viagem sem objectivos pessoais, pois desloquei-me ao Porto novamente, porque a minha “cara metade” está a fazer um Mestrado na área da Enfermagem e foi reunir-se com a sua orientadora, cabendo-me a dura tarefa de fazer turismo no Porto.
A crónica desta viagem não teria sentido de ser aqui apresentada se as motas não estivessem presentes. Fui novamente a determinados pontos de paragem obrigatória, ou seja, stands de motas, onde uma vez mais deliciei-me e sonhei, sem pressas e, claro, lá gastei dinheiro em algumas coisas.
A minha primeira visita foi à MotoBoxe, a qual representa a marca da asa dourada (entenda-se Honda), onde lá é possível encontrar muitos modelos, incluindo os mais importantes para o mercado Português, como a Hornet, CBR 600 RR, Transalp, entre outras.
Aqui fui brindado com um óptimo atendimento e foi neste stand que fiz a minha primeira compra, um blusão da SPIDI, modelo VOYAGER 2008, o qual inclui um sistema inovador de iluminação nas costas, denominado de “safety lamp”. Este sistema ao ser ligado numa caixinha existente num dos bolsos e que alberga 2 pilhas, faz com que uma faixa existente na zona das costas se ilumine através de uma cor azul, podendo esta iluminação ser do tipo “pisca pisca” ou simplemente permanentemente ligada. Uma mais valia em termos de segurança à noite.
Contudo, as minhas compras na MotoBoxe não se ficaram por aqui, comprei uma mochila SPIDI e um par de sapatos para a minha “menina”, uns Michelin Anakee. Em qualquer uma destas compras, obtive por parte do vendedor bons descontos, isto é, preços que infelizmente não se encontram em São Miguel. Desculpem lá senhores das motas nos Açores, mas é verdade.
No entanto, a minha peregrinação pela rua das motas, isto é, rua de Camões não parou por aqui. A próxima paragem foi na meca dos “ferros”, stand Harley Davidson e Buell.
Antes de entrar neste ponto de venda HD, já era possível observar beldades:
No interior, loucura total, Night Rod Special (baba-te Telmo):
Também lá estava uma grande turismo da Harley, a qual era mesmo GRANDE:
E que dizer desta Harley Davidson side-car de outra época Impecavelmente restaurada???
Este motor HD estava na montra da loja:
Mas nem só de Harleys e Buells vive este stand, aqui também é possível comprar as não menos exclusivas Ducati, onde lá foi-me possível estar de perto de uma belíssima Ducati Sport 1000. Uma naked de inspiração retro e que não me importava de ter na minha garagem. Cada vez mais gosto destas imitações das “antigas”.
Claro que para além destas beldades, era possível encontar uma vasta gama de acessórios originais Harley Davidson e Ducati, os quais custam os “olhos da cara”.
Não satisfeito com tudo o que já tinha visto até agora, parei no stand da KTM e Triumph:
Aqui, uma vez mais perdi vários minutos a observar a novíssima Naked de média cilindrada da Triumph, a Street Triple 675. Espectáculo!!!
Esta Naked é simplesmente arrebatadora no verdadeiro sentido da palavra. Tem personalidade que baste e qualidade de construcção. Depois de a ver ao vivo percebo o porquê deste modelo andar esgotado um pouco por todo o mundo.
A secção traseira é simplesmente de “cortar a respiração”:
Esta já mostrei na crónica da minha 1ª viagem ao Porto, mas não me canso de a mostrar, a Tiger 1050:
E que dizer deste “ferro” da Triumph, a America?
Nas fotos em revista parece pequena, mas ao vivo é massiva.
Rui, uma das tuas preferidas, a Scrambler, a qual estava em test-ride:
Quanto à KTM, a LC4 690 Supermoto rouba todas as atenções em relação às suas “irmãs”:
Ao vivo percebe-se perfeitamente que é baixa e é possível ver neste modelo a crescente qualidade de construcção que a KTM tem demonstrado.
Mais adiante, stand Kawasaki e stand BMW AS Motorrad:
Na Kawasaki, grande destaque para a GTR 1400, a qual é simplesmente imponente e interessante. Uma boa proposta para quem quer uma turismo “rápido”:
Gostei particularmente dos acessórios montados nesta Versys:
Na BMW, voltei novamente a sonhar com a GS 1200:
Esta GS que se encontra na imagem é usada, estava rigorosamente nova e contava com vários extras, como malas, punhos aquecidos, jantes de raios, etc. Um bom negócio, mas não é desta que posso dispendar do meu orçamento familiar 12000 “ouros” por uma usada.
A gama de Turismo estava toda presente:
Esta F 800 S é bem interessante:
Para a terra, a G 650 X. Achei-a muito alta e comprida. Mas a qualidade de construcção Bávara está lá.
Bem, já devem estar a pensar, este gajo não fez outra coisa no Porto senão ver motas???
Claro que fiz! Aliás, se forem adeptos de caminhadas, não faltam pontos de interesse turístico para visitar, onde uma travessia da ponte em direcção às caves e consequente prova do vinho é obrigatório.
Toca a enfrascar
Nas minhas caminhadas pelo Porto, não faltaram motas, incluindo uma velha conhecida minha:
O pessoal do Porto gosta de andar rápido:
Nesta minha viagem conheci um membro do fórum V-Strom Portugal (www.vstrom.pt.vu), conhecida lá como Krizz. Uma simpatia em pessoa e que espero voltar a reencontrar numa próxima deslocação ao Porto, de preferência para uma volta de mota:
Mas isto aqui fala-se é de motas e não de turismo de cidade. Portanto, back to the bikes!!!
Já perto do fim da minha estadia no Porto, encontrei, finalmente, o stand Suzuki, a Horizmoto, a qual também comercializa a Aprilia e os moto4 BRP (ex Bombardier):
Neste stand o meu destaque vai para a Suzuki Intruder M1800. Um colosso!!! baba-te outra vez Telmo
Grande em todos os sentidos:
Outro colosso que lá estava era a B-King:
E que dizer da Aprilia Shiver 750?
Muito bonita e com pormenores fabulosos.
A Aprilia Mana também não deixava de ser curiosa, mas pecava em alguns pormenores, especialmente na colocação e formato do escape:
Este Quad da BRP impõe respeito:
A RSV 1000 nunca deixa ninguém indiferente:
Neste stand Suzuki, é possível encontrar uma gama de vestuário da Dainese muito completa, onde só os preços poderão ser um entrave.
Mesmo ao lado do stand Suzuki, uma loja de acessórios e vestuário dedicado aos Motociclistas, a S. Francisco:
Nesta loja havia de tudo, casacos, capacetes, luvas, malas, acessórios para Choppers, porta-chaves, etc, etc. Montes e montes de coisas. Foi aqui que adquiri uns piscas em leds para montar na minha V-Strom a um bom preço.
Depois de visitar este último stand, não encontrei mais pontos de vendas de motas. Das japonesas ficou a faltar a Yamaha. Que pena.
Esta foi uma viagem em que as motas foram novamente uma constante, dentro e fora dos stands, uma viagem onde gastei mais dinheiro do que aquilo que inicialmente tinha previsto :-(, mas principalmente, foi uma viagem que deu para descansar um pouco e recarregar baterias.
O Porto vale a pena ser visitado, é uma cidade bonita, com pessoas simpáticas, mulheres bonitas
e com controle policial em 2 e 4 rodas/patas :-):
Boas curvas

































































































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