"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts de Outubro, 2008

Aluguer de motos nos Açores - ANC MOTOS RENT, Lda

Na sequência de um comentário colocado num tópico sobre o aluguer de motos nos Açores, venho com muita satisfação anunciar que em São Miguel vai ser possível alugar motos com cilindrada superior a 50 cc, bem como moto4.

A nova empresa dedicada a este tipo de negócio dá pelo nome de ANC MOTOS RENT, Lda e faz parte de outras duas empresas conceituadas na Região dos Açores, a Equipo Honda, concessionário oficial da Honda e ANC MOTOS, concessionário oficial da Kawasaki, Can Am e Keeway.

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Esta empresa já se encontra praticamente constituída e está em fase final de burocracias inerentes à abertura deste tipo de empresa. Quem estiver interessado em saber mais informações acerca do aluguer de motos desta empresa poderá fazê-lo através dos seguintes contactos: 296 630 300 ou 96 376 50 55.

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Os meus parabéns à nova empresa e desejos dos maiores sucessos comerciais, porque segundo aquilo que sei, não vão faltar interessados, especialmente Motociclistas do Continente, os quais quando se deslocam a São Miguel em férias procuram de imediato uma empresa deste género.

Não percam esta oportunidade de percorrer as mais belas estradas Açorianas aos comandos de uma mota!!!

Boas curvas! :-)

Rooke Customs

Já não é novidade para ninguém o meu gosto especial pelas motas alteradas ou personalizadas, independentemente da sua marca ou segmento a que pertencem. Simplesmente adoro alterações a acho que é uma forma de tornas os nossos “brinquedos” mais belos, diferentes, únicos e, acima de tudo, mais ao nosso gosto.

Dentro deste panorama de motas alteradas ou contrucções de raíz, quero destacar o Americano Jesse Rooke, proprietário da Rooke Customs.

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Jesse Rooke não é apenas mais um “maluco” pelas motas alteradas e que vai fazendo umas construcções que aos olhos de alguns poderão parecer pouco utilizáveis ou funcionais. Este rapaz foi piloto profissional no seu país, tendo corrido nos campeonato Americano de Motociclismo AMA roadracingMotocross. Também correu em alguns desportos de 4 rodas, como o Karting. Portanto, estamos a falar de alguém muito experiente, com conhecimento de causa e que sabe o que é que vai funcionar ou não.

A Rooke Customs tem apresentado ao longo do tempo produções fantásticas e muito diferentes, as quais primam pela sua funcionalidade e carácter desportivo, havendo uma mistura de “old school” com aquilo que de mais moderno se faz. Aliás, encontamos nas motas deste constructor elementos de grande qualidade, como materiais em carbono e titânio, jantes de desenho e fabrico próprio, as quais são muito diferentes daquilo que se vê por aí, ciclísticas de inspiração clássica, mas muito eficazes, suspensões e travões de topo e motores capazes de grandes prestações, ou seja, bem “vitaminados”. Jesse gosta que as suas motas ofereçam sensações fortes… :-)

As motas que abaixo apresento, são para mim algumas das suas mais belas produções e de que nao me importava de possuir.

Hardrock:

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Margi:

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Rossmeyer Flyer:

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X1:

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Kaylee Ann:

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E agora as que mais gostei e me chamaram atenção, uma Supermoto que dá pelo nome de Slotard, a qual possui um compressor para aumentar a potência do seu v-twin:

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E mais duas motas invulgares, não pelo seu estilo, mas sim pela unidade motoriz que lhes animam, o fantástivo v-twin LC8 950 da KTM, devidamente potenciado e senhor de prestações soberbas.

Darla, simplesmente fabulosa:

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E esta Cafe Racer de muito bom gosto e que simplesmente delirei, a Jaden:

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Uma produção recheada de pormenores constructivos de grande impacto visual e espectacularidade. Tudo preparado para oferecer ao proprietário elevadas prestações a par de muitas sensações e adrenalina.

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Uma obra de arte!!!

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Bem, já deu para perceber que nas motas da Rooke Customs não falta estilo, personalidade, autenticidade, qualidade, espectacularidade e prestações. Para mim, este é um dos melhores constructores da actualidade, porque não se limita a contruir uma Chopper, dota-as de um estilo inconfundível e de elementos que possibilitem um comportamento rebelde.

Quem estiver interessado em conhecer melhor Jesse Rooke e a sua empresa clique:

http://www.rookecustoms.com/

Boas curvas! :-)
 

MotoAzores no passeio anual KTM by SRMOTO

No próximo Domingo, dia 2 de Novembro, vai se realizar em São Miguel o passeio anual da KTM, cuja organização estará a cargo da SRMOTO.

Este será um passeio de todo terreno, no qual os seus participantes terão oportunidade de rodar com as suas KTM nos mais belos trilhos TT de São Miguel e passar um dia em grande.

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Este passeio será também uma forma de juntar os possuidores de KTMs e promover o convívio entre os mesmos, sendo uma boa forma de todos trocarem experiências entre si e promover o espírito de camaradegem.

De salientar que fui convidado pela empresa SRMOTO para participar neste evento aos comandos de uma KTM e, não estarei só, o “camarada” Miranda e a sua fantástica KTM Adventure 950 estarão comigo neste evento. Escusado será dizer que este evento terá cobertura pelo MotoAzores e será devidamente publicado neste Vosso espaço.

Agradeço desde já à SRMOTO por este convite!!! :-)

Os possuidores de KTMs que estiverem interessados em participar ou saber mais pormenores, deverão dirigir-se à SRMOTO, situada em frente ao Hipér SolMar dos valados, na freguesia dos Arrifes.

Não percam esta oportunidade!

Boas curvas! :-)

KTM 690 ENDURO R - Novidade 2009

Vou aproveitar o balanço do post anterior acerca da inauguração do novo concessionário KTM em São Miguel, a SRMOTO, e vou falar numa novidade da KTM para 2009, a qual se torna uma proposta muito interessante para o mercado Açoriano e não só.

Trata-se da nova KTM 690 Enduro R:

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Mas deverão estar a pensar que este novo modelo já existia, mas não. Esta nova Enduro é uma versão mais especializada e espigada da versão “normal”, tendo recebido a designação de R para a diferenciar.

Contudo, as diferenças não se ficam pela letra R. Na prática, estamos a falar de uma mota muito mais apata à prática do Enduro e TT, contando para isso com vários elementos técnicos que a tornam apta a cumprir com estas pretensões e exigências destas modalidades.

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Mas o que é que a torna tão especial???

Muito simples, a começar pela decoração de série, a qual é super apelativa e confere um “look” mais “racing” e atrevido. Contudo, não é isto que faz dela uma mota mais endurista e especial…

Se olhar-mos mais atentamente, verfificamos que os discos de travão dianteiros são diferentes, sendo do tipo “wave”, ofercendo um maior poder de travagem e arrefecimento. Um elemento típico de uma mota TT dos dias de hoje e que muito sucesso tem tido.

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As suspensões também foram revistas e receberam novos “settings”, oferecendo um maior leque de afinações, bem como uma maior eficácia. De referir que a suspensão traseira apresenta uma disposição “normal”, ou seja, um sistema por bielas em vez do tradicional PDS da gama EXC e afins.

O painél de instrumentos abandona a configuração estradista e passa a ser idêntico aos das “irmãs” EXC, oferencedo apenas a informação essencial. O guiador é um “fat bar” da Renthal, imagem quase de marca das KTM’s.

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As jantes também são diferentes, são umas DID Dirt Star, sendo mais resistentes e aptas aos “maus tratos”. Também encontramos protecções de mãos e um guarda-lamas dianteiro mais endurista.

A nível de motorização, tamos mais do mesmo, ou seja, continuamos a ter à nossa disposição o fantástico monocilindríco de 690 cc, de refrigeração líquida e injecção electrónica. Este motor continua a oferecer uma boa dose de potência, a qual é nada mais nada menos que 62 cv.

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Ainda no motor, de referir a existência da possibilidade de se escolher 3 mapas de injecção, podendo facilitar o uso desta Enduro conforme as condições do piso. A ideia é tirar o máximo proveito do motor nas mais variadas situações.

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De resto, estamos a falar num peso total de 138,5 kg a seco, sendo a ciclística em treliça um dos elementos resposáveis por este baixo peso e bos distribuição do mesmo. Quando comparada com as “irmãs” EXC, poderá parecer pesada, mas afinal de contas estamos a falar de uma 690 e numa mota muito indicada para provas do tipo Baja. Nos Estados Unidos da América esta mota poderá ser uma caso de sucesso, dada o grande “apetite” deste país por este tipo de provas. 

Em suma, poderemos considerar uma boa proposta no campo das Trail de média cilindrada, a qual está uns pontos acima da concorrência, quer a nível da ciclística quer a nível de motor.

Boas curvas! :-)
 

Inauguração SRMOTO

Hoje, dia 25 de Outubro, abriu em São Miguel mais um espaço dedicado aos apaixonados pelo Motociclismo e, em particular, pela marca KTM:

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A SRMOTO é uma empresa nova e que faz parte da já conhecida empresa Auto Rodrigues, a qual possui agora a variante 2 rodas e com as fantásticas KTM.

A SRMOTO dá assim continuidade à KTM em São Miguel e pretende continuar o sucesso da marca Austríaca no todo terreno e Motocross Micaelense, oferecendo uma vasta gama de motas para estes objectivos, bem como para o asfalto.

Eu e o Miranda fomos convidados a esta inauguração, onde foi possível ver de perto alguns modelos novos da KTM, das quais destaco a espectacular EXC 250 SIX DAYS:

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Uma Endurista pura e dotada de várias peças especiais que melhoram o seu comportamento na prática do todo terreno e Enduro. Uma edição limitada.

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Tudo nesta 2 tempos respira competição, onde ressalta um conjunto de aspecto sólido e bem construído, demonstrando a grande preocupação da KTM com os pormenores e qualidade de construcção.

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Outra presença agradável nesta inauguração foi o quad da KTM, o XC 450:

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Uma autêntica “bomba” de 4 rodas e, tal como a restante família KTM, cheia de argumentos para fazer delirar os amantes destas máquinas, como por exemplo as suspensões Ohlins da dianteira.

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Não poderia falar nesta inauguração sem deixar de referir a presença da simpática (e minha adorada) Adventure 950:

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Esta mota que aqui estava tinha a particularidade de estar equipada com um par de pneus cardados da Metzeler, que a dão um “look” mais radical e de bom gosto. Uma Maxi-Trail com grandes aptidões TT.

Esta empresa possui um espaço comercial simpático e bem apelativo aos que passam na rua. Um pormenor importante no campo do marketing.

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No interior deste espaço comercial haviam vários acessórios dedicados à prática do TT, como equipamentos e peças, a par de mais algumas motas de da KTM, como 2 enduristas de 250 e 450 cc a quatro tempos. Tudo com um aspecto organizado e apelativo.

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Na foto abaixo esncontram-se os resposáveis pela empresa SRMOTO, nomeadamente o Sr. Victór Rodrigues (de calças castanhas) e o Sr. Miguel Sousa (de camiseiro branco):

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Duas pessoas bem conhecidas do meio TT Micaelense e os quais já praticaram assiduamente todo terreno e com grandes resusltados desportivos. Ambos já competiram em moto4 e são conhecidos por grandes dotes de pilotagem na área.

Muitas foram os Motociclistas do TT que compareceram a esta inauguração, a par de familiares, conhecidos, meios de comunicação social e outros anónimos. Aliás, quem ali passasse apercebia-se de imediato de que algo estava a acontecer.

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Também não faltou a benção do espaço comercial, a qual ficou a cargo do Padre Paulo, Pároco da freguesia dos Arrifes:

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Após a inauguração do espaço comercial, as pessoas foram convidadas a deslocarem-se às instalações dedicadas à manutrenção, nomeadamente a oficina, a qual também iria ser inaugurada e benta.

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No interior destas instalações havia um cocktail à nossa espera e, diga-se de passagem, veio mesmo a calhar ;-)

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Até camarão havia, numa mesa com uma decoração bem interessante e original. Espectáculo!!!

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De salientar o bom aspecto da oficina, aspecto que para o cliente se reveste de grande importância e que inspira confiança. Neste aspecto nota positiva para a SRMOTO!!!

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Quando se fala em comida não falta pessoal :-)

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Dentro da oficina encontrei uma mota, que é no mínimo especial, uma SXS-F (a versão “normal” é a SX-F):

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Esta é uma mota de Motocross da KTM, mas uma série limitada e especial, replecta de material de topo e que a tornam numa autêntica mota de sonho. Desde as mesas de direcção maquinadas e de cor laranja, linha de escape completa em titânio e carbono da Akrapovic, kit de transmissão especial com a tradicional cor laranja, suspensões de topo, entre outros pormenores, fazem desta KTM uma espécie de réplica de uma “factory bike”.

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E terminou assim a inauguração de mais um espaço comercial dedicado ao às motas, que só vem a contribuir para o enriquecimento do Motociclismo Regional, deixando entre todos uma boa impressão e indicações de que será uma empresa dotada de grande rigor e profissionalismo na área.

Da parte do MotoAzores, desejamos à SRMOTO os maiores sucessos comerciais e pessoais e, caso entrem em competições, os maiores sucessos neste campo.

Boas curvas! :-)
 

Sete Cidades TT + Caminho dos 3 kms

No passado dia 18 de Outubro, os entusiastas do todo terreno para “pesos pesados”, voltaram a reunir-se para mais um passeio pelos “maus caminhos”.

O grupo, nomeadamente Eu, o Miranda, Diniz e Gregório, juntou-se na sede do Clube Motard de São Miguel e facilmente chegamos à conclusão de que o nosso destino seria as Sete Cidades, onde apenas pretendia-mos um passeio “soft”, para relaxar, nada de exigências de maior. Mas uma vez mais, estava-mos a enganar-nos a nós próprios…

Antes da partida, tempo para apreciar as alterações que o Miranda efectuou na sua KTM Adventure, nomeadamente a colocação de um guarda-lamas dianteiro idêntico ao das motas de Enduro da KTM e, colocação de um par de protecções das baínhas da suspensão dianteira:

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Estava um mimo!!!

Outros, precupavam-se com inspecções de última hora. Será que o problema é da biela do escape??? ;-)

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Uns minutos mais tarde fizemo-nos à estrada, em direcção à costa norte da ilha, nomeadamente a zona das Capelas e Bretanha, para entrar-mos no nosso primeiro percurso fora de estrada, o qual teria como objectivo levar-nos até às Cumeeiras das Sete Cidades.

A vista à entrada deste percurso era magnífica:

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Este percurso já nos era familiar, só que desta vez ia ser feito no sentido ascendente.

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Como de costume, havia um pequeno nervosismo à entrada do trilho, mas que foi desaparecendo à medida que enrolamos o punho e à medida que o entusiasmo começou a tomar conta de nós.

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Este passeio teve a particularidade de não possuir muitas fotos do grupo em plena acção, dado que preocupamo-nos em fazer mais filamagens, as quais geraram os filmes que se encontram no fim.

Contudo, sempre se foi tirando algumas, as quais mostram algumas zonas acessíveis, outras nem por isso.

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Neste percurso ascendente, houve oportunidade para enrolar bem o punho e efectuar alguns pequenos saltos aproveitando as lombas existentes, as quais estavam numa posição favorável a este tipo de iniciativa.

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Mas havia que ter algum cuidado, dado que o piso possuia muita terra, pedra e algum cascalho, os quais estavam muito soltos e caso aumentasse-mos demais o ritmo a traseira rabejava em demasia, isto é, desenhava vários S’s. Era divertido, mas podia correr mal…

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Haviam zonas com algum nevoeiro, mas nada de grave.

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Este troço possuia algumas zonas bem rápidas, proporcionando algum gozo e diversão.

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E finalmente chegamos às Cumeeiras, sempre ligeirinhos…

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E tempo para despedidas, o dever chamava pelo Diniz e este teve que abandonar o passeio a partir deste ponto, mas sem antes observar as bonitas lagoas das Sete Cidades:

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Há gajos que fazem tudo para a sua “menina” ganhar protagonismo :-)

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Após esta pequena paragem, seguimos por este troço das Cumeeiras, já com o objectivo de descer até às Sete Cidades. O piso nesta zona estava bom e inspirava muita confiança e, consequentemente, o ritmo aumentava, Os motores roncavam de prazer…

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Bem, já estava na altura de abrandar o ritmo. Nada melhor que entrar num trilho mais técnico para acalmar os ânimos.

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Este percurso que se seguiu era curto e a descer, mas exigia alguns cuidados e atenção, dado que a par de várias lombas, havia novamente muita terra, pedra e cascalho solto, mas desta vez estava pior e fez-nos abrandar. Apanhei uns 2 ou 3 sustos, onde quase perdi a traseira da minha mota com as atavessadelas proporcionadas por este piso.

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A última vez que circulei neste percurso tive um precalço com a embraiagem da minha mota. Se calhar as coisas não me correram muito bem por causa deste “fantasma” que me atormentou neste percurso. Mas só insistindo é que combatemos os nossos medos.

Depois deste último percurso, fizemos uma pequena paragem para beber qualquer coisa num café local das Sete Cidades. Após estas reposição de energias, continuamos o passeio pela zona da Península da lagoa das Sete Cidades, onde nos divertimos com algumas incursões na lagoa:

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A nebulosidade e humidade era bem intensa nas Sete Cidades. Normal para esta altura do ano.

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E a foto do Grupo dos “maluquinhos” das Trail:

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No entanto, continuamos a circular neste piso de terra batida e dirigimo-nos para a outra lagoa, onde encontramos um acesso para um outro trilho.

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Entramos no mesmo, mas com a dúvida se seria privado ou não. Pelo caminho encontramos um grupo que estava a jogar Paint Ball, os quais cessaram fogo para nos proporcionar uma passagem segura. Depressa nos apercebemos a razão pela qual estava a decorrer este tipo de jogo nesta zona, isto é, quanto mais seguia-mos em frente, o caminho ficava mais estreito, a vegetação ficava mais densa e mais parecia que estava-mos a circular no interior de uma selva, tal era a densidade da vegetação e árvores.

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Um espectáculo, agora parecia uma daquelas aventuras que só vemos em livros. Uma espécie de exploração do desconhecido por um trilho incerto, acidentado e maioritariamente coberto pela natureza. Houve partes em que fomos atingidos por ramos de árvores e por folhas de vegetação. O pessoal estava a adorar!!!

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Ainda por cima era final de tarde e no meio deste mato já começava a ficar muito escuro, parecendo ínicio de noite em algumas zonas:

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Mas este troço levou-nos a outro trilho que nos fez tremer temporariamente, ou seja, levou-nos ao famoso Caminho dos 3 kms:

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Este é um percurso de 3 kms, muito usado para provas de todo terreno e, especialmente, para provas de rampa, onde o pessoal tem que efectuar este subida, a qual é super acidentada, com muitas lombas, valas, zonas moles e várias curvas. Resumindo, uma carga de trabalhos. Se o pessoal com motas para o puro TT já afirma que o mesmo é díficil, imaginem lá com motas como as nossas…

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Mas decidimos enfrentar a subida e para nossa surpresa, tudo começou bem e as nossas motas lá iam trepando com mais ou menos dificuldade. Mas umas curvas mais à frente, fiquei atascado numa vala com terra mole.

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Fiz com a ajuda do Miranda algumas tentativas  para superar esta zona, mas quanto mais insistia mais ficava atascado e mais o motor aquecia. Fizemos uma pausa e esperamos pelo Gregório, o qual conseguiu ultrapassar esta zona, e o mesmo veio em nosso socorro, mas a pé.

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Com o Gregório a ajudar houve uma maior confiança, pois tinha uma pessoa de cada lado a manter-me equilibrado, e lá consegui superar esta zona díficil.

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No fim, havia um cansaço generalizado entre todos, porque tiveram todos que empurrar a minha “burra” :-) . Mas a satisafação de obstáculo ultrapassado superava o cansaço.

Neste percurso também dava para observar a lagoa das Sete Cidades:

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E lá vinha o Gregório a pé:

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Visto deste ângulo até nem parece mau, mas do ângulo contrário as coisas são bem diferentes…

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No fim da subida, o cansaço apoderou-se de tal forma do Miranda que apenas restou-lhe deitar-se no chão:

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A vida de um “KTM RIDER” não é fácil ;-)

No final desta subida, a qual fica situada junto ao miradouro da Vista do Rei, decidimos dar por terminado o passeio e regressar a casa.

Foi um passeio espectacular, especialmente pelas dificuldades que sentimos neste último percurso e pelo trilho no meio do mato. Fez-nos sentir uns verdadeiros aventureiros e ficamos com vontade de repetir a dose.

Abaixo deixo o link do vídeo deste passeio, o qual está dividido em 2 partes. No vídeo é bem vísivel a espectacularidade de alguns dos percursos por onde circulamos.

1ª Parte:

http://www.youtube.com/watch?v=Oc6ibNOjPzQ

2ª Parte:

http://www.youtube.com/watch?v=O5JY1uqDtXI

 Boas curvas! :-)

Aprilia MXV - Novidade 2009

A Aprilia já apresentou a sua nova aposta para o universo do Motocross, a MXV:

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A nova Aprilia de Motocross não é uma derivação da versão de Enduro, a RXV, mas sim um projecto novo e desenvolvido especificamente para a prática desta exigente modalidade.

A MXV continua a ter por base o fantástico e compacto bicilindríco de 77 graus de 450 cc, mas que nesta versão de Motocross possui uma configuração do tipo “big bang”, ou seja, permite configurar a resposta e funcionamento do motor conforme o circuito onde vai competir, extraindo assim uma melhor resposta de motor, a qual se reflecte numa maior eficácia no terreno. Claro que a electrónica possui um papel preponderante neste campo, permitindo várias afinações através de um simples PC portátil.

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A ciclística também foi desenvolvida a pensar no Motocross, verificando-se profundas alterações em relação às ciclísticas existentes nas anteriores versões da Enduro RXV. Contudo, a aposta na mistura do aço com o alumínio continua bem patente, mas com novas formas, as quais transmitem uma maior sensação de ligeireza.

O braço oscilante abandona o formato anterior, o qual era de muito bom gosto estético, mas que para a prática do Motocross revelava determinadas limitações. Agora possui um formato mais “tradicional” e assimétrico, mas que, segundo a Aprilia, mais eficaz no seu funcionamento, melhorando, por exemplo, a tracção em determinados pisos.

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Outros pormenores de bom gosto, bem como de clara melhoria, são a inclusão de discos de travão recortados, plásticos com um formato mais agressivo, jantes pintadas de preto, conferindo aquele “look” de fábrica e um sistema de escape no mínimo curioso:

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Ao olhar-mos para estas ponteiras de escape tão pequenas ficamos um pouco “desapontados”, mas no fundo escondem um ronco profundo e rouco de um v-twin cheio de energia. Imaginem lá como ficará com um Arrow ou Akrapovic??? :-)

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Estes são alguns dos aspecto técnicos mais importantes da nova Aprilia. Se fosse para falar em todos os aspectos desta “obra de arte”, ficaria aqui o dia todo.

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Uma mota pronta ”atacar” as pistas de Motocross e oferecer ao seu piloto a melhor eficácia e resposta possível, a par de pormenores constructivos de grande qualidade.

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Boas curvas! :-)