Após muitos anos a marcar várias gerações com a sua imagem de Naked intemporal e de prestações desportivas, a DUCATI renovou por completo a imagem da sua emblemática Monster, que surge numa primeira versão de 696cc.
A nova Monster foi alvo de uma renovação profunda e total, apresentando agora uma estética e design mais actual, porque apesar da versão anterior ainda possuir uma imagem de intemporalidade, certo é que a sua renovação já era necessária, de modo a dar continuidade ao mito que criou ` sua volta.
Contudo, esta renovação apesar de bem conseguida, poderá levar a que muitos adeptos das Monster se apaixonem por esta e, por outro lado, poderá levar ` desilusão de outros.
As renovações em modelos míticos e emblemáticos são sempre um risco e a DUCATI sabe isso melhor que ningém, quando substituiu a 916 pela 999.
Mas voltando a esta nova Monster, verificamos que o quadro em treliça continua lá e que a par do depósito de gasolina e faról trseiro lembram-nos de imediato a versão anterior, ou seja, conseguiram manter a ligação estética com o modelo antecedente.
Desta vez, encontramos um braço oscilante de aspecto mais bem conseguido, com reforço superior, devendo ser mais robusto e rígido e os escapes passam a estar numa posição elevada.
O motor continua a ser o “velho” conhecido bicilindríco em L, de refrigeração a ar/óleo e conhecido por possuir boas acelerações e recuperações. Nesta versão de 696cc estão lá 80 cavalos `s 9000 rotações e 69 Nm `s 7750 rpm associados a um peso pluma de 163 kg.
Na travagem encontramos travões radiais e discos de travão de 320mm na dianteira e 245mm na traseira que juntamente com uma suspensão dianteira invertida Showa de 43mm, deverão proporcionar uma boa capcidade de travagem e leitura do terreno.
De resto, apenas resta esperar pelas reacções do público e amantes da Monster, bem como pelos testes dinâmicos, de modo a verificar-se a validade das novas soluções técnicas empregues.
Boas curvas! ![]()



















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