A marca da asa dourada já tem a sua nova desportiva de um litro de capacidade pronta.
A nova CBR 1000RR apresenta-se com um design totalmente diferente da sua antecessora, onde o pormenor da colocação da ponteira de escape salta logo ` vista, dado que a Honda abandona o conceito de escape “underseat”, adoptando uma posição baixa, onde a panela de escape encontra-se integrada debaixo do motor com a ponteira a sair lateralmente (` semelhança da Yamaha YZ-F R6), para uma maior centralização de massas e consequente melhoria da maneabilidade.
Por conseguinte, o design da CBR em geral não surpreende, sendo até, na minha opinião, ainda algo conservador e pouco radical face ` nova ZX10R e mesmo a YZ-F R1.
A ponteira de escape não é o mais agradável ` vista e quem dizia que a ponteira de escape da GSX’R 1000 K6 e as 2 ponteiras da K7 eram de estética controversa, o que dizer desta?! Enfim, gostos nao se discutem.
Ao que se fala por aí, a Honda aposta forte na electrónica desta nova CBR 1000, não se sabendo entretanto valores de potência e binários máximo, mas que deverão estar dentro dos padrões da classe 1000.
De referir ainda a continuidade do sistema de travagem radial proveniente da Tokico, braço oscilante de aspecto GP, suspensão dianteira invertida e em princípio a Honda estreia nesta nova 1000 um sistema de Ram-Air, de modo a melhorar os ganhos de potência.
Apesar de poucos radicalismos aparentes, a nova CBR 1000 deverá seguir o lema da marca nas suas super-desportivas, o “total control” e proporcionar assim aos seus utilizadores um comportamento equilibrado, eficiente, suficientemente competitivo e sem extremos, de modo a que consiguam tirar todo o partido de uma desportiva tetracilindríca de última geração.
Boas curvas! ![]()
























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