"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts de Julho, 2007

MV AGUSTA BRUTALE 910S - O MEU TEST-RIDE!!!

Não é todos os dias que cai do céu a oportunidade, ou melhor dizendo, o convite para fazer um test-ride a uma das grandes obras de arte da indústria motociclística Italiana e Mundial, a MV Agusta Brutale 910S.

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Foi pela mão do Stand MotoMais, na pessoa do Manuel Martins (mais conhecido entre nós por “Mané” ;-)) que surgiu a MV Agusta em S. Miguel-Açores, reunindo desde a sua chegada o interesse de muitos entusiastas pelas 2 rodas, bem como o espanto e admiração pela coragem desta empresa em colocar não apenas a Brutale 910S, mas também a F4312 em exposição, sendo que esta última já se encontra vendida para o nosso conhecido e grande entusiasta Fraga, que sortudo!

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Desde a chegada das MV Agusta que o Mané já me tinha convidado para fazer o test-ride da Brutale 910S, o qual eu aguardava ansiosamente (quem não aguardaria?!) e, claro, que não podia deixar de deixar aqui no nosso espaço o meu testemunho daquilo que foi o MEU test-ride ` Brutale.

Por conseguinte, este trabalho não tem quaisquer pretensões jornalísticas do tipo das revistas da especialidade, os quais avaliam todos e mais alguns aspectos técnicos, dinâmicos, estéticos, etc, dado que não passo de um Motociclista comum que teve a oportunidade (se calhar única) de “sentir” o pulsar de uma MV Agusta. Portanto, as minhas palavras valem aquilo que valem…

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Mas passemos a factos!

O meu test-ride dividiu-se em 2 dias, sendo que o primeiro dia foi algo inesperado, dado que me encontrava na sede do Clube Motard de S. Miguel quando o Mané surgiu aos comandos da F4 312 e o Sérgio (outro Motard local) aos comandos da Brutale.

Bem…, que som que estas duas belas Italianas emitem, onde saliento não o ruído emitido pelos escapes, seco e rouco, mas sim o ruído mecânico do motor que chega a parecer que é mais elevado que o próprio ruído emitido pelo escape. Fantástico!!!

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Após uns bons minutos a observar todos os detalhes destas 2 beldades, escutei atentamente o Mané e o Sérgio, os quais muito entusiasmados relatavam todas as sensações que as MV Agusta transmitem, deixando-me com “água na boca”.

E para meu espanto, quando era sensivelmente uma e pouco da manhã o Mané faz-me o convite para fazer um test-ride ` Brutale, o qual prontamente aceitei.

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Depois de vestir o casaco, luvas e capacete lá me fiz ` estrada, a qual estava com muito pouca circulação de “enlatados”, sem vento, bom tempo, enfim, ideal para se testar a Brutale sem correr o perigo de ser incomodado, principalmente pelos “enlatados”.

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O meu test-ride podia-se resumir apenas a uma só palvar: BRUTAL!!!

Mas não vos vou deixar em branco! :-)

O meu test-ride foi feito principalmente em estrada aberta, pois é o ambiente natural de uma naked desportiva como esta, apesar de ter também circulado um pouco em cidade, ambiente pouco propício ao carácter visceral do seu motor com 910cc.

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Após alguns quilómetros de circulação em estrada abeta rapidamente constatei que a Brutale gosta de andar rápido e incita a isso, fornecendo uma resposta motoriz sempre pronta, rápida e algo brutal para os mais inexperientes, pois quando se roda o acelerador de forma decidida a resposta é simplesmente brutal (para uma naked), onde a progressividade e suavidade de unidades motorizes de outras marcas simplesmente não existe ou nem damos por ela, tal é o carácter visceral deste motor.

Os 139 cavalos `s 11.000 rpm e 96.0 Nm (9.8 kgm) de binário declarados pelo fabricante são entregues de forma imediata e decidida, proporcionando acelerações muito rápidas e excitantes, onde o ruído mecânico do seu 4 cilindros em linha de válvulas radiais aumenta ` medida que o ponteiro do tânquimetro sobe, fazendo uma melodia simplesmente inconfundível, parecendo que estamos a ouvir todas as peças internas do motor a trabalhar.

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Muitas vezes pensamos que já estamos na casa das 12.000 ou 13.000 rpm devido ao seu ruído elevado, quando na realidade ainda vamos com o ponteiro do tânquimetro a indicar 9.500/10.000 rpm. Espectacular!!!

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Este motor proporciona doses elevadas de adrenalina, sendo que por vezes é mais sensato passar de caixa mais cedo, em vez de nos preocupar-mos em levar ao motor perto do red-line, pois há sempre doses elevadas de binário que nos leva a reacelerações/recuperações rápidas e sem ter-mos que estar constantemente e reduzir e sempre assistidos por uma embraiagem a óleo, muito suave e precisa de acionamento.

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Por exemplo, em 6ª velocidade é possível reacelerar desde rotações muito baixas (se calhar por volta das 2.500 rpm) sem que o motor se queixe, engasgue ou se negue. A resposta é sempre pronta e sempre ao “ataque”, levando-nos a que nos entusiasmemos em demasia e quando damos por nós já vamos a velocidades muito além dos limites legais.

A caixa de velocidades possui um escalonamento adequado `s características desta naked, sendo precisa e eficaz em condução desportiva e correcta em no meio urbano.

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Em cidade, o carácter visceral deste motor obrigam a uma condução mais atenta, devido `s suas reacções mais bruscas e levam a que a mota aqueça um pouco mais, sentindo-se este aquecimento facilmente nas pernas. Mas qual é a desportiva que não aquece em andamento urbano???

Tudo uma questão de hábito!

Mas não é só o motor que brilha nesta MV Agusta!

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Quanto ` parte ciclística desta Brutale, a mesma encontra-se num patamar muito elevado, com componentes de elevada qualidade empregues, levando a que esta ciclística esteja ` altura das prestações do seu motor fogoso.

Assim sendo, encontramos um quadro titpicamente Italiano, ou seja, em treliça, abraçando o motor lateralmente e onde este é uma peça integrante da ciclística e contribui para a rigidez da mesma, transmitindo mediante um comportamento desportivo uma estabilidade elevada e uma precisão muito grande em curva.

Quando olhamos para a Brutale antes de a experimentar-mos, ficamos com a sensação de que esta naked parece grande, mas após uma voltinha depressa apercebemo-nos da sua elevada maneabilidade e do seu peso bem distribuído, onde a posição de condução não é das mais radicais e o seu depósito de gasolina proporciona um encaixe das pernas ideal.

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Apesar desta versão S da Brutale não vir equipada com um sistema de travagem da moda, isto é, radial, os travões da Nissin comportam-se ` altura das suas performances, fornecendo uma travagem muito pronta, onde não vale a pena usar mais que 2 dedos na manete do travão da dianteira e, claro, os cabos em malha de aço não podiam faltar.

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O travão traseiro também encontra-se num bom plano, mas quase nem o usamos (pelo menos eu), pois o poder de travagem dianteira é de tal forma bom, que aliado ao travão de motor quase que disapensamos o uso do traseiro. Está lá para aqueles segundos passageiros de “agonia” ou de entusiasmo a mais ;-).

Também não posso deixar de referir no excelente comportamento das suspensões em estrada e em comportamento desportivo, com uma resposta muito positiva e adequada por parte da suspensão dianteira inverida Marzochi com “barras” de 50 mm e da suspensão traseira proveniente da Sachs, mantendo a Brutale sempre na trajectória.

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A secção traseira da ciclística desta MV Agusta possui uma característica inconfundível, que é o seu mono-braço oscilante em alumínio, que em nada prejudica a ciclística e confere um ar de “agressividade” e espectacularidade estética e visual ` Brutale, aliado a uma bela jante em estrela da Brembo.

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E o painél? Simples, de leitura rápida e onde, na minha opinião, apenas falta a inclusão de um indicador de mudança engrenada.

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Até no reforço central do guiador na mesa de direcção nos lembra que estamos sentados em cima de uma Italiana. :-)

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Mas já me esquecia.

O 2º dia do meu test-ride foi feito hoje, terça-feira, ao fim do dia onde o objectivo não foi tanto testar a mota em si, mas sim fotografar a mesma e verificar mais um ou outro aspecto técnico da mesma e onde não pude deixar de verificar o olhar de curiosidade e admiração de algumas pessoas que viram esta mota, em que algumas delas ficam simplesmente boquiabertos ou de olhos “arregalados”, quer seja com a beleza desta, quer seja com o som emitido, ou mesmo o indíviduo que ia em cima dela ;-).

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Meus amigos, em jeito de conclusão, este foi o MEU test-ride ` MV Agusta Brutale 910S, que simplesmente adorei, delirei, deliciei-me, consolei-me e que se pudesse voltava a repetir muitas mais vezes.

É uma mota simplesmente espectacular no verdadeiro sentido da palavra, cheia de pormenores constructivos interessantes e de componentes de alta qualidade que a tornam num produto único, exótico e exclusivo e apenas acessível a alguns sortudos.

É puro prazer em 2 rodas, onde o seu motor é um autêntico “sex bomb” e a sua ciclística digna de “alta costura” Italina.

Fico a imaginar de como será o comportamento da Brutale 910R???

Bem, vou ter que continuar a sonhar com esta…

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Foi um sonho realizado e o meu muito obrigado ` MotoMais e ` sua equipa pela oportunidade concedida, quer para o meu enriquecimento/prazer pessoal, quer para o enriquecimento deste NOSSO espaço.

Boas curvas! :-)

Amanhecer na Lagoa do Fogo

Pois bem, há dias acordei com uma nóia daquelas… :lol:
Já há algum tempo que, ao levantar-me, olhava o monte da Lagoa do Fogo e tinha uma vontade louca de ir ver o nascer do sol lá dos seus 949m de altitude. 8)
Vai daí, o “puto motard” lembrou-se que tinha fome `s 5 da matina :roll:

Estava dado o mote para dar o biberão “` MotoGP”, tomar uma ducha, atestar de cafeína, montar na burra e “ála que se faz tarde”, marcava o relógio 06h41.

Após 15 minutos da minha estrada favorita, que o digam os poisa-pés do ferro 8)

lá cheguei ao Miradouro da Barrosa

O Sol levantava-se por trás dos montes e a vista era simplesmente magnífica

A Intruder M800 fica bem em qualquer enquadramento 8)

Bem tá quase na hora de ir trabalhar :)

A Lagoa do Fogo a acordar

Fui…

Para quem não conhece aqui fica alguma informação sobre a Lagoa do Fogo

A Lagoa do Fogo
Esta lagoa é uma das maiores lagoas dos Açores e a segunda maior da ilha de São Miguel sendo classificada desde 1974 como Reserva Natural.
Faz parte integrante da Rede Natura 2000, pelo facto de ter sido classificada como Sítios de Importância Comunitária. SIC (Açores) , aprovado por Decisão da Comissão Europeia no dia 28 de Dezembro de 2001, nos termos da Directiva Habitats 92/43/CEE do Conselho. Esta lagoa de águas muito azuis ocupa uma área de 1 360 ha, o que é bastante tendo em atenção as dimensões da própria ilha.
A Lagoa do Fogo, ocupa a grande caldeira do vulcão adormecido do fogo. Este vulcão dá forma ao grande maciço vulcânico da Serra de Água de Pau, localizado no centro da ilha de São Miguel. Toda esta zona é rodeada por uma densa e exuberante vegetação endémica.
Esta caldeira vulcânica, tal como o vulcão que lhe deu forma é a mais jovem da ilha de São Miguel e ter-se-á formado há cerca de 15 000 anos. A sua configuração actual é resultado do último colapso, tido como importante e que ocorreu no topo do vulcão, há aproximadamente 5 mil anos. A última erupção data do ano 1563.
Esta Lagoa, é também a lagoa mais alta da ilha de São Miguel, facto que se deve a se encontrar no cimo de uma montanha cujo ponto mais alto se eleva a 949 metros. Localiza-se no topo do grande Vulcão do Fogo, também conhecido como vulcão de Água de Pau. A Caldeira tem forma elíptica e dimensões aproximadas de 3 x 2,5 Km. As paredes desta caldeira chegam a atingir desníveis de 300 metros.
A lagoa devido a se encontrar no centro da cratera localiza-se a uma cota bastante mais baixa, encontrando-se a 575 metros. A profundidade máxima atingida nesta lagoa são os 30 metros. Dentro de todo o perímetro da Reserva Natural, lagoa, cratera, e vertentes da mesma, destacam-se bastantes espécies de plantas endémicas dos Açores. é o Caso do Cedro-do-mato (Juniperus brevifolia), o Louro (Laurus azorica) e o Sanguinho (Frangula azorica). Surgem ainda a Malfurada (Hypericum foliosum), a Urze (Erica Azorica) e o Trovisco-macho (Euphorbia Stygiana).
A principal fauna, aqui representada pelos pássaros de pequenas dimenções é muitas vezes acompanhada por aves de grande porte como as aves de rapina. Assim, surgem nos ares da lagoa, além das aves caracteristicamente terrestres como o Pombo-torcaz-dos-Açores (Columba palumbus azorica), o Milhafre ou Queimado (Buteo buteo rothschildi), a Alvéola-cinzenta (Motocilla cinérea) e o Melro-preto (Turdus merula azorensis), as aves marinhas como a a Gaivota (Larus cachinnans atlantis) e o Garajau-comum (Sterna hirundo).”
in Wikipedia

Boas curvas,

Telmo

Só para lembrar!

É já no dia 31 de Julho que termina o prazo de pagamento do “esfolanço”, o nosso amigo IMV (Imposto Municipal sobre Veículos)!

Cá por mim só tenho intenção de o pagar mesmo nas últimas, os meus 152,06€ (101,77€ da mota e 50,29€ do carro) vão custar a chegar lá ;)

Ver a tabela em vigor para 2007
Até dói…

Hotshoe Custom M1800R / M109 Suzuki

Não podia deixar de vos mostrar este MONSTRO :)

Passeio TT e paisagístico

Quando se está de férias nesta altura do ano há que aproveitar ao máximo e hoje foi dia disso.
Logo após ao almoço e aproveitando que estava um lindo dia de sol, parti mais a minha fiél companheira de passeios para mais um passeio que se revelaria muito relaxante e bem ao jeito das Trail.
Parti em direcção `s sete Cidades, mas desta vez fui pelas freguesias que antecedem esta, nomeadamente pelas Feteiras, Várzea e Ginetes, para fazer a minha primeira paragem no miradouro desta última freguesia onde é possível observar cá de cima a zona balnear da Ferraria.

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Esta zona caracteriza-se por possuir uma espécie de piscina natural, onde a água do mar entra e sai, mas o que torna esta piscina natural realmente especial é o facto de ficar situada numa zona vulcânica e pela altura da maré baixa a água do mar daquela piscina fica simplesmente quente e chega a fazer fumarola de tão quente que está.

Um espectáculo e que atrai muita gente que por cá passa, banho obrigatório a quem cá vier!!!

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Após ficar cheio de inveja do pessoal que lá se banhava, entrei no meu 1º estradão de terra, onde me diverti um pouco com algumas “atravessadelas” que a minha V-Strom dava a cada golpe de acelerador mais a sério.

Uns Continental TKC 80 tinham dado muito jeito nestes estradões.

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Querem vir comigo???

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Este estradão levou-me até ao miradouro do Escalvado, onde se pode deliciar a vista com a freguesia dos Mosteiros e os seus ilhéus.

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Mas toca andar, que o próximo estradão já nos espera!

Esta foto chama-se juntar o bonito (V-Strom) ao espectacular (ilhéu dos Mosteiros)!

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Sem que me apercebesse, fui através de estradões de terra da freguesia dos Ginetes até aos Mosteiros, zona de enorme beleza e que também possui várias piscinas naturais que fazem as delícias de quem passa o dia aqui.

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De meter inveja…

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Outrora um moínho, agora convertido numa casa de verão:

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São várias as zonas junto ao mar e onde é possível tomar um banho em águas limpas e frescas:

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A foto artística:

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O porto de pesca dos Mosteiros:

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Uma ribeira que vai desaguar ao mar:

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E a praia dos Mosteiros:

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Bem, depois de ficar super invejoso do pessoal que se banhava no belo dia de sol que se fazia sentir, fui afogar a minha inveja para mais uns estradões de terra que me levariam até `s Sete Cidades.

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A Strom no seu habitat natural:

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As sete Cidades vista de outros ângulos, através de um estradão de terra que contorna este vale, que em tempos foi um vulcão:

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Só se para para as fotos :

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Lindo!!!

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Um estradão muito fixe e onde uma vez mais fiquei cheio de vontade de montar uns TKC 80:

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Este estradão de terra terminou na Vista do Rei, ou seja, contornei as Sete Cidades mas não entrei no centro desta .
Na Vista do Rei existem uns vendedores ambulantes a vender artesanato local e não só. Há que fazer pela vida!
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As Sete Cidades vista da Vista do Rei:

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Quem diria que este foi em tempos um hótel de 5 estrelas, que se encontra desde há muitos anos para cá desprezado e abandonado, tendo sido também vandalizado.
Chamava-se Monte Palace e foi um investimento inútil e rídiculo e que contrasta com esta área de grande beleza natural.
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Após esta paragem para recuperar energias com um bom gelado, parti novamente, subindo pela montanha e depois descendo até ` freguesia da Covoada.
Sim, a estrada é toda minha!!!
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Antes de ir para casa, passei pela freguesia das Capelas, para mais umas fotos e dava por terminado mais um bom passeio.

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Estradas muito agradáveis de circular e recheadas de Hortências:

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Capelas:

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Foi um bom passeio e que serviu para ver quais os percurssos “off-road” a fazer num próximo passeio com mais alguns Stromers que costumam a acompanhar-me e que de certeza nunca fizeram estes percursos em cima das suas V-Strom.
Só falta mesmo o pessoal aqui do Blog acompanhar-me nestes passeios.

Boas curvas! ;-)

Caloura, Vila Franca do Campo e Sete Cidades

No dia 1 de Julho os 2 Stromers Bruno e Frederico juntaram-se novamente para mais um passeio, desta feita sem destino pré-definido.
Lá juntamo-nos no local habitual, em Ponta Delgada no Café di Roma e após alguma conversa decidimos que o nosso passeio seria até ` Caloura, zona de veraneio e que se caracteriza pela sua calma e tranquilidade, ficando situada na freguesia de Água de Pau, mesmo junto ao mar.
Esta zona possui 2 praias, 1 piscina natural e um porto de pesca, onde também é possível alugar equipamento de mergulho e fazer mergulho nesta zona.
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A 2ª praia:

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Tá-se bem…

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Vamos lá mergulhar?

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Esta é a Quinta Altamira, onde se pode alugar bungallows e passar uns dias de verdadeiro descanso junto ao mar.
Uma boa cura para o stress:

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Após esta passagem pela Caloura decidimos ir até ` Vila Franca do Campo, até ` sua bem arranjadinha Marina para reabastecer o corpo e decidir o nosso próximo destino.
Pelo caminho tive tempo de tirar umas fotos em andamento numa das zonas favoritas de muitos Motards cá da ilha, no Pisão.
O Pisão fica a caminho da Vila Franca do Campo e caracteriza-se por ser uma zona de descida acentuada em cimento e com curvas e no sentido contrário é uma zona de subida acentuada, onde é possível subir a um ritmo elevado e divertido com boa aderência da borracha no cimento.

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Estou de olho em ti…

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No final do Pisão é possível observar ao longe o Ilhéu da Vila Franca do Campo, que por esta altura encontra-se cheio de turistas a apanhar grandes escaldões:

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Uma das praias de Água d’Alto, logo após o Pisão:

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A outra praia de Água d’Alto:

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E finalmente paramos na Marina de Vila Franca do Campo, sob um sol fantástico e que nos fazia ficar com vontade de tomar uma banhoca:

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Um ponto de paragem obrigatório aos Stromers e em que o seu caminho de montanha é muito agradável de fazer:

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Ora aqui está, Vila Franca do Campo de um lado…

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…e as Furnas do outro

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E paisagens verdejantes é o que não falta nesta área:

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E a foto de família no Castelo Branco:

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Mas já era hora de almoçar-mos e decidimos regressar ` base, que é como quem diz Ponta Delgada e almoçamos juntos, porque decidimos que o dia não ficaria por aqui e após o nosso 3º Stromer se juntar a nós, neste caso o Alberto Botelho, fomos até `s Sete Cidades.
Claro que não podia faltar a foto da praxe na Vista do Rei:

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Lá descemos até ao centro das Sete Cidades, onde eu uma vez mais tirei umas fotos em andamento e onde a beleza desta estrada assume sem dúvida o papél principal

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Sempre floridas as nossas estradas:

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As Sete Cidades vista de um miradouro que fica pelo caminho:

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Lá vai o Frederico a curvar…

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Claro que aqui também é possível fazer um bom churrasco na companhia desta fantástica natureza:

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A chegada ` ponte que divide as 2 lagoas:

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E após chegar ao centro fomos por um percurso “off-road” na zona da Península para nos divertir-mos um pouco e tirar mais umas fotos:

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A V-Strom fica sempre bem em qualquer cenário

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São percursos de terra que pelo seu verde dão um prazer imenso de os fazer:

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Também existem nas Sete Cidades muitas moradias de veraneio:

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Os suspeitos do costume:

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Calminha que isso escorrega…

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No final deste percurso “off-road” tempo para se comer um bem apetecido gelado na companhia das 2 Lagoas e regressar até Ponta Delgada.

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Foi mais um bom passeio, onde foi possível uma vez mais aliar o prazer de condução em 2 rodas a paisagens lindas e para o próximo fim-de-semana há mais!!!

Boas curvas! ;-)

Suzuki RM-Z 450 2008

Aos poucos os fabricantes de motas vão revelando as suas novidades para o próximo ano.

A Suzuki não quer ficar atrás desta onda de novidades e já mostrou a sua nova “arma” para as pistas de Motocross e Supercross, a RM-Z 450, na qual Ricky Carmichael foi campeão de Motocross e Supercross nos Estados Unidos da América.

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Existem muitas novidades nesta nova RM-Z quatro e meio, a começar pelo quadro, que apesar de se manter um dupla trave em alumínio, o mesmo possui traves mais estreitas e possui secções redesenhadas.

Esta RM-Z também incorpora os discos de travão da moda, isto é, wave, plásticos redesenhados e de aspecto mais compacto e agressivo, assento com um novo formato, depósito de combustível em alumínio e a grande novidade que é a alimentação feita por injecção electrónica, tornando assim a Suzuki na 1ª marca a instalar este sistema na gama de cross.

O sistema de injecção:

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Os discos wave:

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A Suzuki com a adopção da injecção electrónica reclama uma entrega de potência superior nos baixos e médios regimes em relação ao modelo anterior e concerteza que a maneabilidade e leveza deste modelo devem estar num patamar bem elevado, aliados ao poderoso monocilindríco, que no modelo anterior já reclamava 57 cavalos.

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Nas mãos certas será uma autêntica endiabrada nas pistas de Motocross e Supercross.

Boas curvas! ;-)