Viciante. Esta droga é mesmo viciante. Passeio o domingo a ver o DVD completo de Long Way Round.
Não resisti e uma vez que já tinha lido o livro aproveitei para ver episódio após episódio da corajosa jornada que Ewan McGregor e Charley Boorman realizaram de Londres a Nova York pelo caminho mais longo em 4 meses de viagem.
Na realidade este documentário superou as minhas expectativas. Ao ler o livro consegue-se imaginar um pouco das aventuras pelas quais passaram, mas é vendo o documentário que nos apercebemos da camaradagem existente na equipa, nas incertezas, quedas, acidentes e sorte que tiveram para conseguirem terminar a viagem.
No fim, sinto um pouco de inveja…






Mais um agarradinho
ou serão dois??? 
Nós avisamos-te!

Vais ficar agarradinho, não há hipótese
Naquele DVD dá para perceber que as BMW GS são grandes e magníficas Trail! Só o quadro é que cede com todo aquele peso e com caminhos esburados como aqueles não há milagres.
Ok, o ABS também falhou, mas por culpa da soldadura no quadro
Mas inveja daquela viagem é pouco, deixa-nos todos a sonhar com uma aventura do género.
Não foi o quadro, foi o sub-quadro, que é diferente, e por razões óbvias!
Não que as BMW precisassem de provar mais alguma coisa a quem quer que fosse, mas tiveram ` altura desta grande aventura!
Menos boa, foi a atitude dos responsáveis da KTM, que só ficaram a perder, com a sua precipitada decisão! Acredito perfeitamente que as Adventure seriam motas para se comportar tão bem com as GS…
Há quem goste muito de “encher” a boca com as japonesas, que obviamente terão o seu valor, mas há outras equivalentes ou mesmo melhores!!!
PS - Que seja o primeiro de muitos, Miguel…
Ok, foi o sub-quadro

Erro técnico, pensei bem mas escrevi mal
No que concerne `s Trail propriamente ditas, ou seja, ao conceito em si, as Europeias, nomeadamente KTM e BMW são as únicas a possuir propostas que ainda se enquadram no conceito “puro e duro” de Trail.
As Japonesas estão a ficar estradistas de mais e a nova Triumph Tiger também não foge ` regra.
São opções dos fabricantes!
Olá companheiros.
Concordo que é contagiante uma viagem destas. Mas todas as viagens o são.
Não concordo com o valorizar das maquinas em relação á resistencia. Qualquer mota, devidamente em boas condiçôes, independentemente da marca está apta a fazer tal trajecto. Ressalvo melhor opinião, salientando ainda que não vi o filme.
Talvez o espirito de ajuda entre o grupo seja o mais destacavél.
Como sempre, o espirito de irmandande motociclista a vir ao cima.
Boas Festas para todos e o 2007 traga o necessário.
Bem vindo AnjoPeCa!
Tens um bom ponto de vista!
Porque realmente qualquer máquina bem preparada poderá fazer a viagem “Long Way Round”, mas existem ` partida determinados modelos que vêm de série mais aptos e exigem menos preparação, como é o caso da BMW GS 1200R.
Por exemplo e dentro das Trail, as Japonesas, como V-Strom (tenho uma :-)) e Varadero exigirão um maior cuidado na sua preparação para os percursos que o Ewan McGregor e Charley Boorman fizeram na Mongólia e Cazaquistão.
Já se sabe que para uma viagem pela Europa e que sejam contempladas apenas estradas em asfalto, qualquer mota de qualquer marca minimamente preparada está apta para a viagem.
Se decidires adquirir este filme não te arrependerás, pois é contagiante lá é possível verificar aquilo que tu bem disseste, o espírito de ajuda entre o grupo, que tão bem caracteriza a irmandade motociclista.
Continua por cá, participa e diverte-te!
Já agora, boas festas e um 2007 cheio de boas curvas!
Pois…
Vamos lá ver se me consigo explicar, sem ser mal interpretado…
Não é uma questão de valorizar, é apenas reconhecer o seu real valor…
A questão é que as motas de origem europeia são normalmente perseguidas pelo mito da falta de fiabilidade, blábláblá…
Mas depois pela sua maior especificidade conseguem reunir as condições necessárias para aventuras do género, no caso, com um grau de dificuldade bastante elevado (zonas TT) e comportam-se ` altura…
Ora nem mais Rui!