"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Posts de 2008

KTM Power Wear

Os vários constructores de mota cada vez mais apostam na divulgação da sua imagem, bem como na fidelização dos seus clientes. Uma das formas de fazerem isso e que tem ganho cada vez mais expressão é o vestuário especializado, que vai desde umas simples luvas até um elaborado fato em pele.

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Mas dentro deste panorama, destaco a KTM, a qual possui uma vasta gama de artigos neste sector, os quais primam por uma imagem jovial, irreverente e “racing”, a par de uma grande qualidade. Alguns destes artigos nem são de fabrico próprio, são feitos em parceria com marcas bem conceituadas, como a ARAI e a Dainese.

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Marcas à parte, esta tem sido uma estrtégia inteligente por parte da KTM, dado que para além de reunir um número cada vez maior de clientes, é uma forma muito poderosa de divulgação e fortalecimento da sua imagem, bem como uma forma dos seus clientes marcarem a diferença, com alguma exclusividade e estilo.

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Até a designação deste sector do Motociclismo em particular mereceu atenção da KTM, tendo recebido um nome, que, na minha opinião, é muito apelativo e poderoso, “POWER WEAR”.

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Esta designação remete-nos de imediato para o universo KTM, o qual tem uma imagem sempre associada à competição, a um produto diferente, à irreverência e radicalismo. Simplesmente inteligente!!!

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Como já devem ter reparado, os artigos  da gama “POWER WEAR” têm quase sempre o laranja KTM associado, não deixando margem para dúvidas acerca da sua identidade.

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Pena não se ver pessoal por cá com este equipamento :-(

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Uma gama muito completa, com grande qualidade e que marca a diferença.

Existem mais marcas com este tipo de artigos, mas os da KTM são, talvez, aqueles que mais atenção chamam.

Para verem mais cliquem:

http://www.ktm.com/PowerWear.51.0.html?subcategory=&cHash=14144ccaff&category=1008

Boas curvas! :-)

                    

Ultimate Motorcycles: The Most Exotic and Exclusive Bikes on Earth - Livro

O Natal está aí à porta e muitos de nós já começamos a pensar nas prendas e o que oferecer a este ou aquele amigo.

Em caso de dúvidas, um livro é sempre uma boa e óptima oferta e, caso a pessoa em questão seja um Motociclista, um livro relacionado com as motas será sempre bem-vindo.

Recentemente acabei de ler um livro muito interessante e que deixo aqui como sugestão para este Natal, intitula-se “Ultimate Motorcycles: The Most Exotic and Exclusive Bikes on Earth”:

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Este é um livro que pretende mostrar algumas das motas mais marcantes, importantes, espectaculares e até mesmo exóticas da actualidade, através de várias fotografias de grande qualidade, sempre acompanhadas por um pequeno texto explicativo, o qual refere as características e pormenores que tornaram uma determinada mota num ícone ou referência no mundo do Motociclismo.

Neste livro constam motas dos mais variados segmentos, desde as Super-Desportivas, as Choppers, Turísticas, Naked, Maxi-Trails, etc, onde também não faltam produções mais exclusivas e exóticas, como as Choppers do Arlen Ness e as Confederate.

O autor deste livro é o Mark Holmes, um Motociclista de “corpo e alma” e que trabalha como Jornalista na famosa revista Britânica semanal, a “Motorcycle News”. Este autor reuniu neste livro uma boa amostra das grandes motas da actualidade e fornece a informação necessária acerca das mesmas. Existem mais motas que se podiam incluir neste livro, mas estas ficarão para uma próxima edição.

Atenção, este livro foi publicado com duas capas diferentes, uma como a foto acima mostra e outra como a que está abaixo:

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Um livro indispensável na biblioteca de qualquer Motociclista!

Poderão adquirir este livro na livraria Bertrand:

http://www.bertrand.pt/

Boas curvas! :-)

Midland BT2 TwinPack Intercom

Algumas semanas atrás adquiri um novo equipamento que já desejava algum tempo, comprei uns intercomunicadores da Midland, mas adquiri em formato “pack”, com intercomunicador para condutor e pendura, o Midland BT2 TwinPack Intercom:

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Nunca simpatizei muito com intercomunicadores, porque na sua maioria implicavam uma conexão condutor-pendura via cabos, mais uma conexão via cabo para a os restante equipamento que normalmente se encontrava ligado à bateria debaixo do assento da mota. Enfim, muitos cabos, muita confusão e, na minha opinião, pouco prático para o nosso meio, dado que as viagens são curtas.

Mas a Midland surgiu no mercado com este produto inovador, o qual dispensa qualquer tipo de cabo para conexão entre condutor e pendura, sendo a comunicação feita via Bluetooth, a qual é de grande qualidade, perceptível e sem falhas. Já o testei neste sentido e a comunicação é perfeitamente audível.

Este intercomunicador que é colocado em ambos os capacetes, os quais poderão ser integrais, modulares ou jet, é de dimensões muito reduzidas, baixo peso e com botões acessíveis, mesmo ao toque da luva:

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Mas estes intercomunicadores não têm que ser necessariamente colocados nos capacetes de condutor e pendura, podem se colocados em capacetes de motociclistas em motas diferentes, permitindo uma comunicação até uma distância de 200 metros. Em caso de um passeio/viagem em grupo, permitem a conexão/emparelhamento via Bluetooth com outros Midland e facilitar assim a comunicação entre todos, sem necessidade de paragens.

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A nível de mais funcionalidades, de salientar que estes intercomunicadores além da comunicação, permitem conexão/emparelhamento via Bluetooth com vários aparelhos, incluindo MP3, GPS, telemóvel ou walkie-talkie. No caso da conexão/emparelhamento com walkie-talkie, este permitirá uma comunicação até uma distância de 5 kms entre várias motas com Motociclistas com este modelo de intercomunicador.

Estes intercomunicadores quando conectados/emparelhados com qualquer um destes outros aparelhos que referi acima, permitem a comunicação e trabalhar em simultâneo com os mesmos. Por exemplo, podemos ouvir música e falar com o pendura em simultâneo ou mesmo atender o telemóvel. Claro que o intercomunicador atribui prioridade a determinadas funções e, por exemplo, em caso de uma chamada de telemóvel, o Midland interrompe a conversa entre condutor e pendura para dar prioridade à chamada, a qual pode ser activada ou atendida através da voz, isto é, basta dizer “está lá…” e já estamos em comunicação :-) .

Se por acaso não tiverem um MP3, GPS, telemóvel ou walkie-talkie que não permita conexão/emparelhamento via Bluetooth, este “pack” possui de série um cabo para se poder fazer a conexão entre o intercomunicador e um destes aparelhos. Existem saídas próprias para este tipo de conexão e outras, com as devidas tampas para se tapar em caso de não serem usadas.

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Outro pormenor de grande importância, é o facto destes intercomunicadores serem à prova de água e impurezas e, caso algum dos outros aparelhos que refri acima respeitarem o protocolo de conexão/emparelhamento A2DP, os mesmos poderão ser controlados através do próprio Midland.

Quanto ao sistema que permite a comunicação e audição, o mesmo é simples e resume-se a dois pequenos “head-phones” (com som stéreo), os quais são instalados no interior do capacete através de um sistema de velcro, permitindo retirar sempre que necessário, e um  microfone, o qual é fornecido em 2 formatos, um aconselhável para capacetes integrais e outro para modulares ou jet. Os “head-phones” e microfone são ligados através de cabos ao intercomunicador, que facilmente se arrumam no interior do capacete, entre os vários espaços existentes no forro.

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Quanto ao suporte que permite o encaixe no lado do capacete, de série é fornecido 2 tipos de encaixe, um através de cola dupla face, outro através de um sistema de prisão, sendo este último mais seguro e aconselhável.

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Este sistema de prisão é encaixado entre o lado interior e exterior do capacete, bastando apenas afastar um pouco o forro interior lateral para se proceder à colocação. Depois é só apertar 2 parafusos para o sistema ficar seguro. Já testei e verifiquei que a força do vento não é suficiente para interferir negativamente com este sistema de encaixe.

Este sistema de encaixe é independente do intercomunicador, permitindo retirar o mesmo sempre que necessário, bem como os restantes cabos de conexão aos “head-phones” e microfone. No capacete fica só o suporte:

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Para retirar, baste premir uma pequena patilha:

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E já está:

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Nada mais simples de retirar!

Já me esquecia, este intercomunicador possui uma autonomia até 8 horas de conversação e é carregado tipo telemóvel, ou seja, de série vem um carregador que permite carregar um ou mesmo os 2 intercomunicadores em simultâneo. Super prático e dispensa pilhas.

Estes intercomunicadores permitem mais funções, as quais se encontram muito bem explicadas no manual de instrucções. Aqui apenas referi as funções principais e mais utilizadas.

Um produto com muita qualidade e que melhora muito a qualidade de um simples passeio ou viagem entre condutor e pendura, ou mesmo entre várias motas. Da minha parte, valeu a pena o investimento. De manhã quando vou a caminho do emprego, vou sempre ouvindo as notícias da rádio, ou mesmo uma musiquinha para descontrair.

Quem estiver interessado em adquirir este tipo de intercomunicadores, poderá fazê-lo através da empresa representante deste equipamento em Portugal, a Espaços Sonorors:

http://www.espsonoros.com/

Ou dirija-se à empresa Carreiro & Comp., Lda, a qual representa nos Açores os produtos da Espaços Sonoros:

www.carreiro.pt

Boas curvas! :-)

Paulo Marques - Uma Vida de Roda no Ar - Livro

À poucos dias atrás acabei de ler um livro que aconselho a todos os aficionados do Enduro, todo terreno, Dakar e Motociclismo em geral, que se intitula “Paulo Marques - Uma Vida de Roda no Ar”:

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Este livro é uma biografia redigida pelo Germano d’Oliveira Nunes e transcreve para o papél a vida e carreira do melhor piloto de Enduro Português de todos os tempos, o Paulo Marques, mais conhecido por “Marquês”.

Um livro muito rico em pormenores da vida do Paulo Marques, onde não faltam relatos acerca da sua vida pessoal, desde pequeno até aos dias de hoje, relatos da sua vida profissional, com uma descrição muito detalhada acerca da carreira do “Marquês”, desde os primórdios até à actualidade, havendo relatos na primeira pessoa acerca dos Campeonatos Nacionais de Enduro, todo terreno e, principalmente, do Dakar.

Neste livro o Dakar possui um destaque especial, onde encontramos relatos pormenorizados acerca de tudo o que caracteriza esta prova, bem como da partecipação do Paulo na mesma, tendo inclusivé vencido algumas etapas desta dura prova de TT. Aliás, o Paulo é o piloto Português com mais participações no Dakar.

Um livro indispensável para aqueles que pretendem conhecer melhor o campeão absoluto em Portugal, com 11 títulos nacionais de Enduro, 7 títulos de todo terreno, vitórias em etapas do Dakar e em outras provas TT realizadas em outros países europeus e estrangeiros.

Enfim, um livro que conta todas as façanhas deste mito vivo do desporto motorizado e que será uma boa opção para oferta do Natal que se aproxima ;-) .

Podem encontrar este livro numa livraria perto de si, como a Bertrand.

Boas curvas! :-)

Action Camera ATC 3K - as crónicas vão modernizar-se…

Este fim-de-semana fui a uma festa de aniversário de um amigo Motociclista, o Paulo Silva, o qual recebeu uma prenda muito especial e que me fez desejar uma também :-) , ou seja, recebeu uma câmera de filmar da Action Camera ATC, modelo 3K - Helmet Camera:

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Mas o que é que tem de tão especial esta câmera, que mais parece um binóculo e que me fez logo encomendar uma???

Muito simples de responder.

Esta câmera foi concebida com o objectivo de ser usada em condições extremas e radicais, como desportos radicais e motorizados, e captar todos os momentos, sem que o seu utilizador fique preocupado com com facotres externos que possam afectar a filmagem ou a câmera em si.

Esta pequena maravilha possui uma grande qualidade de construcção, sendo de dimensões e peso reduzidos, robusta, à prova de água até uma profundidade de 3 metros, à prova de impurezas, chuva, neve, pó e tudo mais que normalmente nos preocupa quando usamos uma câmera convencional ou máquina digital.

De série possui uma data de acessórios que nos permite vários tipos de fixações, de modo a facilitar a colocação da câmera para a filmagem.

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Um local onde pode ser colocado com facilidade e, que será usado muitas vezes nas minhas crónicas, é no capacete:

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De referir que as imagens e som são capatados para um cartão de memória do tipo SD, com sensor CMOS VGA de 640×480, a 30 fps (frames por minuto), as quais são transferidas para o computador pessoal através do próprio cartão SD ou cabos USB/AV.

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Possui um ecrã LCD para as funções, as quais são directas e simples:

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Como é hábito nas tecnologias de hoje em dia, o software desta máquina compatível com os sistemas operativos mais usados hoje em dia, como o Wndows XP, 2000, Vista, entre outros.

Enfim, um “brinquedo” que vai aumentar a qualidade das crónicas dos passeios do MotoAzores, permitindo-me dispensar a máquina fotográfica para filmagens e usá-la em exclusivo para fotos e obter filmagens e fotos dos passeios em simultâneo.

Acabaram-se as preocupações com a agua, com o pó e com a fragilidade da máquina fotográfica, quando usada em situações de risco. Agora, espero tornar as crónicas mais espectaculares e captar ainda melhor os bons momentos que se passam aos comandos das nossas motas.

Ques estiver interessado num brinquedo deste género ou em saber mais informações, clique em:

http://www.ingeniu.com/ecommerce/control/main

Link desta máquina:

http://www.ingeniu.com/ecommerce/control/product/…

Boas curvas! :-)

PS: Atenção, existem 2 modelos desta máquina, a 2K e a 3K. A última é a mais aconselhável.

Yamaha FZ1 by ABARTH

Deixo aqui mais uma prova de que o mundo das motas e dos automóveis por vezes se misturam e originam produções muito interessantes.

Desta vez coube à famosa empresa ABARTH, a qual costuma a ser autora de criações automobilísticas muito especiais em parceria com a FIAT, debruçar-se sob a Yamaha FZ1 e torná-la um pouco mais especial e exclusiva, nascendo assim FZ1 ABARTH:

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Esta versão limitada da FZ1 não foi alvo de modificações muito profundas, mas apenas as necessárias para torná-la numa mota com um carácter mais desportivo, bem como uma estética mais apelativa e igualmente desportiva.

Começando pela pintura, a mesma é de muito bom gosto e revela um carácter “racing”, que misturado com o dourado das bonitas jantes Marchesini, resultam numa imagem que capta imediatamente a atenção de qualquer um. Continuando neste dourado de carácter desportivo, encontramos as estupendas suspensões Ohlins na dianteira e traseira, sendo as mesmas totalmente ajustáveis. A suspensão dianteira possui um tratameno anti-fricção - TIN.

Também é importante referir a colocação de um amortecedor de direcção proveniente da Ohlins.

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Como estamos a falar numa produção com materiais nobres, não podiam faltar uns travões monobloco de montagem radial da reputada Brembo, os quais assistem discos de travão em pétala da Braking,  a par das obrigatórias tubagens em malha de aço, com uma coloração a vermelho, tornando a secção dianteira ainda mais vistosa. De referir que o painél de instrumentos adopta a cor vermelha que predomina na decoração da mota.

A unidade motoriz não foi mexida, pois os seus 150 cv de série já são mais que suficientes. Houve apenas a preocupação de tornar estes cavalos um pouco mais agressivos, através da adopção de uma linha de escape completa (colectores + ponteira de escpae) em titânio e carbono da Akrapovic, com um formato estilo GP.

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Relativamente à restante mota, nota-se a inclusão de determinados acessórios com o objectivo de embelezar ainda mais esta produção, como uma corrente de transmissão em cor dourada, um guiador em alumínio tipo “fat-bar”, acompanhado de uns punhos especiais e pesos de punho em alumínio, sendo estes dois elementos igualmente de cor vermelha.

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Uma FZ1 muito especial e em que apenas serão fabricadas menos de 400 unidades, todas elas acessíveis mediante encomenda.

Boas curvas! :-)

SBK 2009 - Cada vez melhor!!!

O ano de 2009 promete ser uma ano “quente” no Campeonato Mundial de Superbikes (SBK), não só pela crescente popularidade que tem atingido, mas principalmente pelo cada vez maior número de constructores envolvidos nesta competição.

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Assim, aos tradicionais protagonistas deste campeonato, nomeadamente a Honda, Suzuki, Kawasaki, Yamaha e Ducati, irão juntar-se mais alguns constructores que prometem animar ainda mais esta competição, sendo eles a BMW e a Aprilia.

Com a entrada destas novas marcas e possível permanência das mesmas, este campeonato vai aumentar de competitividade, interesse e popularidade, havendo mesmo alguns especialistas que afirmam que com tantos constructores envolvidos de forma empenhada neste campeonato, o mesmo corre o risco de se tornar mais popular que o MotoGP.

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Actualmente, a grelha de MotoGP conta apenas com os 4 constructores Japoneses, a par das resistentes e competitivas Ducati, tendo este campenato perdido algum interesse do ponto de vista das marcas envolvidas e da própria competição entre eles. Não quer dizer que não há competição entre estas várias marcas, simplesmente não se assiste a cenários de grande interesse e espectacularidade das SBK, em que se assiste muitas vezes a 3 ou 4 marcas diferentes a lutar pelos lugares cimeiros, já para não falar no facto de serem motas baseadas naquelas que o comum dos mortais tem acesso.

Costuma-se a dizer que “cada macado no seu galho”, mas, sinceramente, com a entrada da Aprilia com a sua muito vistosa RSv4 e a BMW com a S1000R, este campenonato vai chamar a atenção de mais pessoas e reunir o interesse de mais entidades e patrocínios, tornando esta competição cada vez mais importante e mediática.

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E eu nem sequer estou a falar das já habituais marcas, em que algumas delas viram os seus carismáticos modelos renovados, encerrando em si soluções técnicas que prometem elevar o nível de competitividade e adrenalina em pista. Um exemplo disto é a nova Yamaha R1, a qual possui tecnologia herdada da M1 de MotoGP, já para não falar no som emitido, que nos remete imediatamente para a referida M1. A R1 promete!

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A Suzuki tmabém viu-se renovada em todos os aspectos e promete continuar a dar luta às restantes equipas, tal como tem vindo a fazer ao longo dos anos. A Honda continua com o actual modelo, o qual tem demonstrado uma elevada competitividade e capacidade para andar na linha da frente. Mesmo com novas motas e pilotos, a Honda Ten Kate é sempre uma equipa díficil de bater e muito competitiva.

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A Kawasaki continuará a fazer campanha com a actual e não renovada Ninja ZX10R e, espero que suba de competitividade, porque os resultados têm ficado aquém do potencial da máquina verde.

Também é preciso não esquecer um pormenor, a KTM apesar não entrar em 2009 nas SBK, já anunciou que 2010 será o seu ano de entrada, não descartando no entanto a possibilidade de algumas participações na condição de “wild card”, de modo a testar o “pulso” a este campeonato. Os Austríacos têm “know how” suficiente para serem competitivos e possuem uma mota estupenda e cheia de potencial, a RC8.

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No entanto, esta é uma análise apenas do ponto de vista dos contructores, porque há que contar com um factor igualmente importante, ou talvez mais, o plioto. Em 2009 as equipas reforçaram-se e vão surgir novas caras neste campeonato, como por exemplo o Campeão de AMA SBK, o Ben Spies e os ex militante das SBK Britânicas Tom Sykes e Leon Haslam.

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Ainda falando em pilotos, houve várias trasnferências dentro do plantel de pilotos já existente, dos quais destaco a passagem de Max Biaggi da Ducati Sterilgarda para a nova equipa oficial da Aprilia, bem como a transferência de Noriyuki Haga para a Ducati e Troy Corser para a BMW. Transferências interessantes e que deverão resultar em resultados e desempenhos interessantes.

A única situação a lamentar neste campeonato é a reforma do campeoníssimo Troy Bayliss, o qual tem sido um grande animador das SBK. A reforma é uma situação inevitável, mas este piloto apesar da idade ainda tem tudo para continuar em jogo e porporcionar grandes exibições. Mas há valores que falam mais alto, e o Campeão decidiu reformar-se e dedicar-se à família. 

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Em jeito de conclusão, podemos verificar que as SBK estão a atravessar uma fase de ascensão e popularidade, sendo uma campeonato cada vez mais interessante e competitivo, quer pelos pilotos envolvidos, quer pelo cada vez maior número de constructores envolvidos, quer pelas grandes “batalhas” pelos lugares cimeiros que se assiste com regularidade.

Se continuar assim, não me admira nada que apareçam mais constructores envolvidos nesta competição. Seria interessante ver a entrada da MV Agusta, da Benelli ou mesmo da Triumph na mundo das SBK. Nada é impossível…

Um campeonato a seguir com muita atenção.

Boas curvas! :-)