E porque é fim-de-semana, fiquem com esta música
Boas Curvas! ![]()
"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"
E porque é fim-de-semana, fiquem com esta música
Boas Curvas! ![]()
Quando se fala em Maxi-Trails para uso no fora de estrada, muitos Motociclistas questionam se não seria mais seguro possuir uma mota com sistema de travagem ABS, como a BMW R 1200 GS/Adventure, de forma a tornar os passeios mais seguros.
As respostas dos “experts” são sempre as mesmas, se possível, DESLIGUEM o ABS, senão poderão ter uma surpresa desagradável, como um grande tombo.
Até parece esquisito, não seria o ABS uma forma de melhor controlar a travagem na terra?
NÃO! ![]()
Ora vejam lá um exemplo de um Motociclista que se esqueceu de desligar o ABS e a sorte que teve em não cair:
Imaginem lá se esta descida terminasse numa ravina…
Conclusão deste mecanismo: muito útil e eficaz no asfalto, evitando situações menos boas e um grande aliado na segurança.
Mas na terra, só dá mau resultado.
Por isso lembre-se, ABS na terra não combina, DESLIGUE ou evite o “off-road”
Boas Curvas! ![]()
No passado Domingo, dia 7 de Março, o grupo do costume voltou a reunir-se na sede do Clube Motard de São Miguel para mais um passeio aventura, não obstante a ameaça de mau tempo que pairava no ar
Mas há que agarrar todas as oportunidades que temos de levar as nossas “meninas” a passear, pois elas bem merecem ![]()
Contudo, estava planeado para este passeio o aparecimento de mais alguns elementos, incluindo uma valente senhora num Moto4, mas após largos minutos de espera, tal não se concretizou e o passeio acabou por ter uma partida tardia.
Que pena… ![]()
Apesar deste contratempo, não valia a pena estragar o resto da manhã e, após a chegada do Pedro e mais alguns minutos de conversa com o nosso amigo Paulo “TREK” Silva, partimos para mais uma aventura ![]()
Como não havia destino certo e havia alguma quebra de concentração no grupo, devido aos muitos minutos perdidos, acabamos por realizar um passeio um pouco improvisado, aproveitando os vários percursos fora de estrada que haviam nas redondezas.
Foi do tipo, entre num trilho, que depois leva a um outro e que termina num local que dá acesso a outro e por aí adiante.
Nada planeado, mas que acabou por se revelar divertido ![]()
Seguindo esta lógica, começamos por aproveitar os percursos existentes nas laterais das vias rápidas, os quais serviram de aquecimento:
Até apanhamos alguns obstáculos inesperados
Esta época super chuvosa leva ao aparecimento de muitas poças de água, que acabam por animar um pouco mais os passeios
Entrada num percurso do Pilar da Fajã de Cima, junto à antiga curva “mata mulheres”:
Um percurso acessível, onde apenas alguns regos originados pelas chuvas acabaram por animar mais as coisas
Este percurso leva-nos até à zona do Pinhal da Paz, onde existem mais percursos para explorar. É a tal situação, um trilho vai levando a outro.
O Gregório e o Pedro como são pouco fotogénicos
, preocuparam-se em tomar a dianteira do passeio, deixando as motas mais bonitas para as fotos
Já que estava-mos no Pinhal da Paz, atravessamos o trilho situado junto ao Parque Natural do Pinhal da Paz:
Um trilho que vale sempre a pena e que oferece uma maior envolvência com a natureza.
Contudo, há que ter atenção a alguns regos que se encontram numa zona de piso mais mole:
Seguiram-se os percursos laterais ao campo de Golfe da Batalha, os quais estavam algo traiçoeiros em algumas zonas, ou seja, tapetes de cascalho muito densos e com alguns regos pelo meio, tornando o piso algo incerto e, por vezes, provocava alguma oscilação na roda dianteira.
Nesta zona fui surpreendido por uma sucessão de “whoops”, os quais não tive tempo de evitar e apenas tive que manter a velocidade e esperar por um correcto funcionamento das suspensões, especialmente da dianteira.
Mas, felizmente, as suspensões WP da KTM portaram-se à altura, justificando toda a sua fama
Depois de uma pequena pausa, voltamos à acção
Andamos a deambular por alguns trilhos situados junto à Marques:
Depois surgiu um trilho muito interessante, na zona do Pico do Fogo, que atravessa uma mata:
Este trilho costuma a ser usado em provas de TT e possui algumas dificuldades naturais que exigem um pouco mais de pilotos e máquinas, como regos/valas que, em algumas zonas, dificultam a nossa passagem, muita pedra solta, acompanhada de lama e alguns troncos de árvores.
Um espectáculo! ![]()
Mas antes de avançarmos, demos uma vista de olhos a pé, de forma a analizar o percurso, pois as fortes chuvadas devem ter tornado esta zona ainda mais interessante
Um percurso muito bonito em termos de vegetação, mas cuja subida não oferece grandes facilidades.
O 1º valente a iniciar a subida foi o Miranda:
Com muita calma e jeitinho, o Miranda lá chegou ao fim, apesar de não se ter livrado de algumas situações de para-arranca.
Seguiu-se o Pedro e a sua 640 Adventure:
O seu ritmo foi mais à defesa, mas estava a safar-se
No entanto, não conseguiu evitar uma sacudidela da traseira, fruto da pedra solta que lá estava e teve um pequeno tombo:
Nada de preocupante e em breves segundos a mota estava de pé e com o Pedro pronto para enfrentar o restante percurso.
A pedra solta estava sempre a provocar reacções inesperadas da traseira e consequente perda de tracção:
E chegou a minha vez
E também tive direito a tombo:
Numa zona de rego e onde tinha que seguir na lateral do mesmo, esqueci-me de fazer contra-balanço e assim que me desiquilibrei para o lado do rego, tombei de imediato, dado que já não tinha pernas para chegar ao chão.
Um tombo sem consequências físicas e onde apenas se registou uma manete da embraiagem super torta e uns riscos na protecção de mão.
Ossos do ofício ![]()
Nada de desanimar e bora lá seguir em frente
E, finalmente, o Gregório:
Com o seu típico ritmo calmo e sem grandes aventuras, ultrapassou todos os obstáculos:
Continuamos no interior desta mata, sendo os seus vários percursos muito agradáveis.
Maravilha!
Como já estava no final da manhã e eu tinha que abandonar o grupo, devido a compromissos familiares, fizemos mais alguns percursos paralelos à via rápida, de forma a que eu ficasse mais perto de casa.
E tempo de me despedir do pessoal
Mas esta malta tinha mais alguma disponibilidade e decidiram continuar a explorar mais alguns percursos.
Segundo o Miranda, foram explorar mais alguns trilhos situados entre a freguesia de Água d’Alto e Água de Pau, com passagem por algumas zonas pertencentes às obras das novas vias rápidas.
Segundo consta, os trilhos foram muito interessantes. Que inveja…
Entraram num trilho em que parte do mesmo era propriedade privada, mas sem obterem qualquer tipo de problemas e com uma circulação sempre respeitosa pelo meio envolvente.
O Miranda contou-me que o mesmo tinha algumas zonas com alguma dificuldade, mas ultrapassáveis.
Contudo, o aspecto que mais destacou, foi a beleza de todo o percurso, sempre com uma grande envolvênvia de mata e vegetação, tornando-o mais selvagem e bonito.
Grandes vadios
Como é hábito nas zonas de alguma altitude, a paisagem torna-se interessante, apesar de algo sombria, devido ao mau tempo.
Atravessando as obras para as nova via rápida:
Esta invasão da natureza é que não me convence nada, mesmo NADA! ![]()
Espero estar enganado, mas esta evolução poderá vir a ser desastrosa para o nosso meio ambiente.
Que crime…
E assim terminou mais um grande passeio do pessoal Trail Açores ![]()
Mas antes da despedida, fiquem com o vídeo deste passeio:
Se preferirem, vejam no canal AçoresTube:
http://www.acorestube.com/video/4437/TT-SEM-DESTINO–SÃO-MIGUEL#video
Apesar do contratempo ocorrido de manhã, este foi um belo passeio, que apesar de não ter tido nenhum destino em particular, foi muito bom em todos os sentidos, mas com especial destaque para toda a amizade e espírito de entre ajuda sempre presente.
Boas Curvas!
PS: Espero que a senhora do Moto4 apareça na próxima oportunidade ![]()
Com o objectivo de melhorar ainda mais a minha KTM 950 ADVENTURE, coloquei hoje uma nova protecção do radiador:
A nova protecção do radiador é construída em alumínio e visa substituir a de série, construída em plástico.
Também visa melhorar o arrefecimento do radiador, dado que a de série é fechada demais, dificultando a passagem do ar.
Esta nova é toda perfurada, proporcionando uma entrada directa do ar e consequente melhoria em termos de arrefecimento (pelo menos em teoria…).
Uma vez mais recorri ao catálogo “POWER PARTS” da KTM, através da SRMOTO, os quais têm sido sempre de uma disponibilidade imediata.
Visto que me encontrava na oficina da SRMOTO, aproveitei os serviços e amabilidade do Mestre Ernesto para a montagem desta protecção:
A protecção de série:
O formato das alhetas não facilita a passagem de ar.
O radiador:
E a nova protecção em alumínio já montada:
De salientar o baixo peso desta peça e maior área de protecção da mesma, bem como a facilidade de montagem.
Como podem ver nas fotos, a minha KTM está toda decorada do último passeio
Mais uma alteração de grande utilidade, que para além dos seus aspectos funcionais, confere à minha KTM um ar mais cuidado e “racing” ![]()
Uma vez mais, o meu OBRIGADO à SRMOTO e ao Mestre Ernesto pela sua atenção e disponibilidade imediata para estas alterações.
Boas Curvas! ![]()
Fazem muitas campanhas de prevenção rodoviária, mas faltam anúncios como este no nosso país:
Lembrem-se, os Motociclistas existem!
Boas Curvas! ![]()
É isso mesmo, o lixo ESTÁ EM TODO O LADO!
No último passeio realizado, deparamo-nos novamente com mais situações desagradáveis e que por momentos conseguem deixar-nos com algum sentimento de revolta
Estávamos a caminho das Furnas, tomando alguns trilhos situados na Vila Franca do Campo, quando nos deparamos com o cenário acima.
Não, não tem nada haver com a minha mota, mas sim com isto:
É que não zona da ilha isenta de vandalismos deste tipo ![]()
E sempre no mesmo esquema, ou seja, abandonam o lixo, entulho e tudo o mais que possam imaginar, em zonas de díficil acesso e situadas em áreas de grande beleza paisagística.
O caso acima acaba por interferir com o acesso de uma pastagem.
Aposto que o proprietário da mesma deve ter ficado contente…
Já perto do fim do passeio, mais lixo abandonado junto a um curso de água, na Povoação:
Como é que é possível haver pessoas tão insensíveis, tão ignorantes, tão “quadradas” e bestas???
Desculpem lá os adjectivos, mas quando se passa por locais tão deslumbrantes como os que a nossa ilha tem para oferecer, é impossível ficar indiferente a estas situações.
Este último cenário estava mesmo junto a este lindo curso de água que atravessa a Povoação:
Por essas e por outras é que as nossas ribeiras estão entupidas de lixo e só quando acontece uma “desgraça” é que se apercebem das barbaridades que andam a cometer. Pessoal, não fiquem indiferentes, denunciem às autoridades sempre que apanharem em flagrante este tipo de situações.
Não deixem que estraguem este cantinho do céu!
Se não estão convencidos, vejam mais abusos no tópico Moto Verde.
Tenham juízo e tratem bem do nosso pequeno paraíso!
Boas Curvas!
No passado Domingo, realizou-se mais um magnífico passeio aventura, o qual foi uma excelente forma de terminar Fevereiro em grande.
Para este passeio, não haviam muitos participantes, pelo menos os habituais… ![]()
Contudo, pelas 9:30 o Pedro Freire e o Paulo Miranda apareceram em minha casa e um pouco depois fizemo-nos à estrada, com apenas uma pequena paragem para abastecimento.
Apenas 3 motas e curiosamente todas KTM! ![]()
Quanto ao destino do passeio, o objectivo era Nordeste e a exploração do mesmo.
No entanto, o Pedro não dispunha do dia todo para esta aventura, tinha compromissos familiares e, de forma a que ele também aproveitasse um pouco o passeio, decidimos efectuar algumas incursões “off-road” antes de atingirmos Nordeste.
O percurso era simples, Vila Franca do Campo, Salto do Cavalo e pelo final da manhã já estaríamos muito perto do Nordeste.
Assim sendo, fomos directos para Vila Franca do Campo e iniciamos a nossa aventura pelos percursos onde actualmente estão a construir as novas vias rápidas, as famosas “scuts”.
Os pilares de algumas pontes já são bem vísiveis e, diga-se de passagem, é um contraste total com a natureza que se encontra à volta:
São tudo questões políticas, mas estas novas obras são um crime no nosso meio…
Nestas ditas obras, haviam algumas rectas em cascalho muito boas para um “sprint”
Depois abandonamos estes percursos feitos pelo Homem, para entrarmos em percursos mais naturais e bem mais bonitos.
A partir daqui foi trepar a montanha, em direcção ao Salto do Cavalo:
Havia de tudo, lama, regos, cascalho, pedra solta, mas sempre dentro das nossas possibilidades.
Curiosamente, costuma haver aqui uma passagem de água e, desta vez, estava seca. Fiquei admirado, pois tem chovido imenso e aqui quase de certeza que deveria haver uma passagem de água.
A lama começou a surgir com mais frequência e, pelo caminho, contabilizamos um pequeno tombo do Pedro, sem quaisquer danos físicos ou materiais.
Por esta altura, já estavamos no Salto do Cavalo, mas não para o efectuar por asfalto ![]()
Tomamos um percurso paralelo fora de estrada, o qual iria nos levar até bem perto de Nordeste:
Aqui haviam algumas zonas com muita pedra solta, causando algumas dificuldades de tracção.
Seguimos em ritmo rolante, sem stress nem pressas, pois a partir de um determinado ponto as coisas iriam tornar-se um pouco mais complicadas ![]()
A paisagem, como sempre, é fantástica:
Daqui em frente e tal como referi, as coisas iam tornar-se um pouco mais complicadas, pois íamos iniciar uma descida que era um misto de lama e muitos buracos irregulares, os quais mais se assemelhavam a uma trialeira.
Mas antes da descida, o Pedro decidiu descansar um pouco
Esta descida maravilha situa-se numa zona de pastagem, que serve de entrada a uma zona de mata, cujo único acesso é este percurso super irregular:
O Pedro foi o 1º a atacar e safou-se muito bem.
Este rapaz anda a revelar uma evolução muito interessante e aquela 640 Adventure parece ser à prova de tudo
Depois foi a vez das “big ones”, sempre a um ritmo calmo e atento, pois o piso não oferecia facilidades:
O Miranda seguia atrás de mim e perante o meu ritmo calmo e cauteloso demais, só gritava: “anda pá, deixa essa mota andar, acelera…”
Apesar de motivadoras, as palavras dele não me fizeram seguir mais rápido…
Ainda por cima, em algumas partes fui pela lado mais díficil…
Uma visão muito interessante do restante percurso:
Sempre que olhava para trás…
Lá estva o Miranda a dirigir-me palavras de incentivo
Os buracos neste percurso eram enormes. Por 2 vezes fiquei apoiado na protecção do cárter.
A minha sorte é a KTM ter uma ciclística excelente, senão…
E, finalmente, chegmos ao final deste “castigo” e entramos na zona de mata:
O percurso tornou-se mais agradável e foi uma oportunidade de relaxar um pouco os braços.
A transposição de alguns obstáculos foi rápida e pacífica:
E paragem para descanso e despedida do Pedro:
Daqui adiante, o passeio ia ser feito apenas por mim e pelo Miranda.
Mas já era hora do almoço e, sem hesitarmos, procuramos uma zona para almoçarmos, que acabou por ser no Parque Natural Ribeira dos Caldeirões:
Uma excelente escolha para o almoço, pois reina uma grande tranquilidade neste Parque:
Bora lá recuperar energias
Para a sobremesa, trazia 4 queijadas de nata, mas, para minha surpresa, as 4 queijadas de nata transformaram-se numa só, resultado de andar à pendura numa KTM 950 Adventure:
Nunca vi tal coisa ![]()
Após o almoço, era hora de explorar alguns percursos de Nordeste! ![]()
Começamos por explorar alguns trilhos no meio do mato, os quais eram muito bonitos, mas igualmente traiçoeiros, pois o seu piso estava muito coberto por ramos e folhas de árvore, ocultando possíveis depressões ou lombas.
Também havia que ter atenção a algumas árvores que se encontravam caídas no percurso:
No entanto, chegamos a um beco sem saída ![]()
Aliás, no percurso havia uma parte que indicava que em tempos este percurso teve continuidade, mas, devido às constantes mudanças da natureza e do terreno, já não havia mais zona de passagem para o outro lado.
Tivemos que voltar para trás
Enveredamos por mais percursos de montanha, sempre acompanhados por este verde intenso, que chega a fazer confusão aos olhos
E atingimos os Graminhais, zona que possui um percurso de montanha que nos permite circular muito rápido.
Mas o melhor mesmo é circular a um ritmo mais moderado e aproveitar toda a beleza paisagística que esta zona nos oferece.
E lá fomos uma vez mais para o mato
A partir daqui efectuamos um percurso muito voberto por vegetação e árvores, tornando o passeio muito agradável, mas igualmente fresco:
Com esta mota é impossível não ficar com um enorme sorriso
Nordeste é um espectáculo em termos de percursos e paisagem.
Uma deslocação mais longa, mas que vale a pena
Após vários percursos menos exigentes, seguiram-se alguns mais interessantes
E por falar em interessante:
Este próximo percurso era desconhecido e tornou-se mais complicado por ser feito em sentido descendente e pelo facto de terminar mesmo junto à estrada, não oferecendo qualquer hipótese de travagens mais tardias.
Para ajudar ainda mais à festa, possuía zonas de pedra irregulares, assim como muita pedra solta.
Parecia mais sólido, mas não era ![]()
Se a mota ganhasse velocidade, ia ser muit complicado travar no meio de tanta pedra solta.
Ok, a malta safou-se desta, mas havia mais kms pela frente ![]()
Voltamos a entrar no desconhecido, mas para uma vez mais não haver saída:
Entramos num percurso tipo pastagem, cujo piso era super traiçoeiro, isto é, mole e escorregadio, mas voltamos a entrar num beco sem saída, obrigando-nos a manobras incómodas de inversão de marcha.
O piso estava tão mole que até o pneu passava de cardado a slick:
E, por fim, entramos num dos percurso que mais adoramos em Nordeste, a Tronqueira:
Um percurso de montanha de grande beleza paisagística e que permite um ritmo muito alegre.
Mas é preciso ter cuidado com o ritmo, pois existem muitas curvas de reduzida visibilidade e é preciso ter sempre presente que esta é uma zona muito visitada por turistas, podendo cada curva esconder uma surpresa…
De qualquer forma, foi muito divertido, especialmente atravessar a traseira à saída de curvas
Quando já estávamos a descer para a Povoação, o trilho revelou algumas surpresas, fruto do mau tempo que se tem abatido na ilha, ou seja, algumas derrocadas, que incluíam árvores, as quais barravam parte do caminho:
Nada de díficil transposição, mas para os Jipes já será mais complicado.
Esta descida é espectacular!
E mais obstáculos no caminho:
Neste caso o espaço de passagem era bem mais pequeno:
Mas com jeitinho lá passamos
O restante percurso foi simples tinha algumas rectas muito interessantes para “sprintar”
Adorei andar de punho enrolado nestas rectas
Esta “menina” é “unstoppable”
Na Povoação voltamos a explorar mais um trilho desconhecido, mas, novamente, não tinha saída.
Aliás, o ter saída tinha, mas só por água:
Bem, tivemos que voltar para trás, onde por esta altura, o cansaço já se fazia sentir.
Decidimos dar por terminado o dia e regressar a casa.
Apesar de já estarmos um pouco cansados, ainda tomamos mais alguns percursos fora de estrada que ficavam pelo caminho, mas já a um ritmo vísivelmente mais lento e típico de que já está cansado.
Ainda assim, tivemos que fazer uma paragem e esperar que estas “amigas” se desviassem do percurso:
Que mais posso dizer???
Já sei, vejam o vídeo:
Ou, se preferirem, vejam o vídeo aqui:
http://www.acorestube.com/video/4405/NORDESTE-TT–28-FEVEREIRO-2010#video
Foi um passeio magnífico, mas com algum sabor a 1ª vez, dado que ainda não tinha circulado com a KTM nestes percursos.
A KTM portou-se à altura do desafio, ultrapassando todos os obstáculos com grande à vontade, permitindo mesmo que se abuse em algumas situações, que se corrijam erros e que se retire o máximo de diversão dos trilhos.
É uma mota FANTÁSTICA!
Como sempre, a companhia neste passeio foi do melhor e só tenho mesmo pena de não ter aparecido mais pessoal.
Nordeste vale a pena!
Alguns dados do passeio:
Participantes: 3
Quedas: 3
Tempo Deslocação: 04:57
Parado: 02:55
Deslocação Média: 41.7 Km/h
Média Geral: 26.2 Km/h
Velocidade Máxima: 158 Km/h
Ascenção Total: 6312 m
Elevação Máxima: 958 m
Odómetro: 206.85 Km
Mapa com o trajecto efectuado:
Boas Curvas! ![]()
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