"Não tento explicar às pessoas porque é que ando de mota.
Para os que compreendem, nenhuma explicação é necessária!
Para os que não compreendem nenhuma explicação é possível…"


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Moto Verde

Hoje inauguramos no Moto Azores mais uma categoria, que consideramos ser de grande importância, bem como actual, denominada de Moto Verde.
Com esta categoria, pretendemos não só separar mais eficazmente todos os temas aqui publicados, mas também expor situações ligadas directamente ao meio ambiente e ao Motociclismo, como, por exemplo, denunciar casos flagrantes de poluição, como o abandono de lixo nos nossos trilhos.
Esperamos que esta ferramenta seja de grande utilidade na sensibilização dos Motociclistas (e público em geral) para estas questões e que seja mais um alerta para aquilo que está mal e que nós Motociclistas tantas vezes presenciamos.
Assim sendo, vou expor aqui algumas fotografias de lixo abandonado em dois percursos fora de estrada, os quais não poderiam ser ignorados.

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Num dos passeios aventura que realizei alguns dias atrás, deparei-me com este cenário horrível, bem perto do Pinhal da Paz :-(

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Simplesmente vergonhoso!!!
No mesmo dia, mais lixo abandonado num percurso fora de estrada na freguesia da Covoada:

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Encontramos de tudo no lixo que abandonam, desde o lixo que diariamente produzimos em nossas casas, passando por objectos de dimensões consideráveis, como colchões, electrodomésticos e móveis, até lixo proveniente de obras, ou seja, entulho :-(
São cenários impressionantes e revoltantes e que não se justificam nos dias de hoje, onde existem vários mecanismos de recolha selectiva do lixo.
É que chego a ficar parvo quando me deparo com estes cenários, porque, por vezes, este lixo encontra-se em trilhos de díficil acesso, deixando-me a pensar como é que alguém ainda se dá ao trabalho de passar determinadas dificuldades para abandonar o seu lixo, quando na realidade existem locais adequados para tal e de acesso fácil.
Não há justificação possível para esta falta de civismo…
Resumindo, os nossos trilhos continuam a ser alvo de actos desta natureza, sendo muito triste encontrar cenários como os descritos nas fotos acima em zonas de grande beleza.
Estas fotos são a prova de que ainda há muito trabalho a realizar na sensibilização das pessoas, bem como na área da fiscalização.

Tenham juízo e tratem bem do nosso pequeno paraíso!

Boas Curvas!
 
 

2º Passeio SRMOTO KTM by “on board camera”

Apesar de já ter passado algumas semanas desde a sua realização, o 2º PASSEIO SRMOTO KTM ainda continua a dar que falar, quer pelo qualidade do evento e agradável convívio, quer pelos vídeos realizados durante o passeio que ainda continuam a surgir.
Desta vez, foi a vez do conhecido piloto Micaelense de TT Sancho Eiró, a disponibilizar um belíssimo vídeo realizado através “on board camera”, o qual mostra um pouco de todas as sensações e peripécias vívidas aos comandos de uma mota de Enduro, por trilhos de São Miguel.
Cliquem no link abaixo e divirtam-se com mais uma curta metragem de grande qualidade :-)

http://www.vimeo.com/9120124

Boas Curvas! :-)

Moto Rali de Inverno

Realizou-se este Domingo através do Clube Motard de São Miguel, mais uma actividade de carácter MotoTurístico e que tantos adeptos normalmente reúne, o Moto Rali de Inverno :-)
Para esta actividade, haviam algumas expectativas, dado que a Organização prometia algumas passagens interessantes, onde a paisagem é sempre uma presença constante, tornando este tipo de actividade ainda mais interessante.
Acresce ainda o facto do dia ter amanhecido sob condições meteorológicas excelentes :-)
Os participantes começaram a surgir aos poucos, montados num leque mais ou menos variado de motas, mas onde as Maxi-Trails continuam a marcar uma forte presença face às demais.

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De salientar a presença de um novo Motociclista entre nós, vindo directamente da bonita cidade do Porto, o João Morais, montado na sua BMW GS:

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Depois assistiu-se aos trabalhos normais desta actividade, como a colagem dos autocolantes alusivos ao nº de participante:

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E, claro, uma vista de olhos no Road-Book:

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Alguns participantes demonstraram nesta actividade um comportamento mais a sério, ou seja, houve uma maior preocupação com as médias de tempo e velocidade a cumprir.
Mas todos teciam o mesmo tipo de discurso: “epá, é só para não me enganar…”, “é só para perceber melhor como isto funciona e tal..”, mas lá no fundo, já se nota que o “bichinho” deste tipo de actividade já lhes contagiou e querem cada vez mais melhorar a sua prestação.
Até fizeram contas com calculadora:

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Eu que estva numa de turista começava a ficar preocupado com o nível desta actividade, mas já começava a pensar nas desculpas que tinha que dar no fim ;-)

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O Nicolau e o Branquinho a estudarem a melhor estratégia oara vencer a actividade:

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O pessoal das Naked vieram munidos de Road-Books de última geração, da marca “desenrasca” :-)

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Outros espalhavam boa disposição, como é o caso do João Pinto :-)

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O Clube Motard de São Miguel estava bonito de se ver, isto é, muitas motas e pessoal animado:

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A meio da manhã deu-se a partida para mais uma grande actividade:

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O percurso deste Moto-Rali teve o seu ínicio na área de Ponta Delgada, para depois nos levar à à Lagoa, onde, normalmente, sugem alguns enganos ou confusões, devido à grande quantidade de ruas e proximidade entre si. Contudo, a Organização optou por não complicar a vida aos participantes e delineou um percurso simples e acessível aos demais.

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Verificando o percurso a seguir:

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No cruzamento do junto à entrada para o Parque da Macela, no Cabouco, alguns participantes (incluindo Eu) interpretaram o Road-Book à sua maneira e acabaram por efectuar uma pequena incursão num percurso fora de estrada, o qual, felizmente, não passava de um estradão de terra batida, não oferecendo dificuldades:

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O Marco já pode dizer que já andou nas “canadas” com a sua Hayabusa ;-)
No entanto, assim que detectamos o erro, voltamos para trás pelo mesmo percurso até ao último ponto que tínhamos a certeza que estava correcto, e retomamos a actividade pelo percurso correcto, mas acumulando alguns preciosos minutos de atraso.
Mas são estas peripécias que tornam os Moto-Ralis mais divertidos :-)

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Depois do Cabouco seguiram-se mais alguns percursos muito acessíveis e através de estradas bem conhecidas de todos (ou quase todos), levando os participantes a uma passagem pela freguesia de Água do Pau, seguido de uma agradável passagem e paragem de 10 minutos na bonita zona costeira e de veraneio da Caloura.

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O controlador estava lá à nossa espera e não falhou no registo dos participantes ;-)
Nesta paragem houve oportunidade de trocar algumas ideias acerca desta actividade, bem como tomar um cfá ou simplesmente apreciar o mar.

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Na Caloura, o mar estava bravo:

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Mas a beleza desta força da natureza é inegável:

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Ainda na Caloura, havia um sinal informativo muito sugestivo, o qual não sei se estava lá a pedido da Organização ;-)

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Houve mais uma paragem de 10 minutos, desta vez junto à praia da Caloura, onde o cenário é de grande beleza:

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Depois foi tempo do Road-Book nos levar novamente à estrada, onde já se adivinhava um percurso em direcção à Vila Franca do Campo:

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E assim foi, com mais um  controle junto à praia da Vila Franca do Campo:

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Lá vinham eles serenamente…

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Pai e filho:

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Palavras para quê…

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O que será que o Nicolau estava a dizer à Organização??? :-)

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Outtro estreante nas actividades do CMSM e único participante montado numa Chopper, uma muito bonita Harley Davidson:

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E bora lá continuar, porque a hora do almoço já se apróxima a passos largos:

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Na zona da Vila Franca do Campo tivemos a oportunidade de rodar por algumas vias alternativas muito interessantes e divertidas, as quais mais não são do que vias de acesso a muitas pastagens:

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O piso estava um pouco escorregadio e sujo, obrigando a cuidados redobrados, mas nada de assustar.
O pior eram as muitas depressões que apanhamos no piso, as quais obrigavam alguns participantes a reduzir o ritmo, mas a outros proporcionava a oportunidade de se divertirem um pouco.
Assisti o João Pinto a levantar a roda traseira um par de vezes, enquanto eu divertia-me com uns mini “cavalinhos” à saída das depressões ;-)

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O Road-Book continuou a guiar-nos por vias alternativas, onde as paisagens foram de uma grande beleza, especialmente aquelas onde se avistava o ilhéu das Vila Franca do Campo.
Mas após alguns kms, voltamos novamente aos “bons caminhos”, os quais já tinham como objectivo levar-nos ao local do almoço, ou tal como vinha referenciado no Road-Book, “já cheira a almoço” :-)

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O Moto-Rali terminou junto ao antigo cinema da Vila Franca do Campo, ou seja, no centro desta Vila, debaixo de muita boa disposição e entusiasmo :-)

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Os participantes já começavam a fazer contas e previsões do possível vencedor.
Claro que o Mário Jorge estava super ansioso com os resultados ;-)

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A prova já tinha terminado, mas o entusiasmo era tanto que se houvesse uma etapa a realizar de tarde, o pessoal alinhava :-)

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O almoço foi servido no restaurante “O Aninhas”, mas não sem antes o Presidente e Vice-Presidente analisarem todos os dados referentes ao Moto-Rali, para determinar a classificação.

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Enquanto não era servido o almoço, o convívio prosseguia com conversas muito animadas e um queijinho para abrir ainda mais o apetite :-)

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E sem mais demoras, foi hora de almoçar :-)

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Bem, comida era coisa que não faltava :-)

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E também ninguém ia “morrer” de sede ;-)

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Para esta etapa não foi preciso Road-Book ;-)

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Após o almoço, seguiu-se a entrega dos trofeus, os quais eram muito bonitos e alusivos ao Motociclismo:

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Em 3º lugar ficou o Nicolau Wallenstein:

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Em 2º lugar ficou o João, que apesar de ainda não conduzir, foi responsável pelo sucesso do seu pai ;-)

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E em 1º lugar, ficou o Zé Branquinho, um especialista na matéria:

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Mas antes de terminarmos o almoço, houve ainda tempo para uma queijadinha da Vila.
Depois todos os participantes rumaram em caravana até à sede do Clube Motard de São Miguel, onde se planeava mais algumas horas de convívio.

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Pelo caminho houve tempo para o pessoal se divertir um pouco, ou seja, alguns membros separaram-se da caravana e seguiram até ao Clube em ritmo “animado”.
Pessoalmente, não me livrei de um pequeno susto, fruto de uma distracção, que deixou a Carla sem “pinga de sangue” ;-) . Mas, felizmente, não passou mesmo de um susto…
No Clube, as conversas voltaram a ficar animadas :-)

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Enquanto que outros experimentavam novas sensações, ou melhor dizendo, novas melodias, não é Paulo??? ;-)

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E assim terminou mais uma grande actividade! :-)
O balanço é super positivo, dado que uma vez mais o Clube Motard de São Miguel conseguiu realizar um Moto-Rali com um percurso acessível a todos e com passagens por zonas de grande beleza.
Os participantes divertiram-se imenso e, na minha opinião, venham mais actividades como esta :-)
Aqui fica o mapa com o trajecto realizado neste Moto-Rali:

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Boas Curvas! :-)

 PS: O meu OBRIGADO ao Eduardo Wallenstein pela cedência de algumas fotos :-)
 
 
 

A KTM foi à Inspecção Técnica Periódica

A KTM que adquiri foi matriculada em Janeiro de 2006, tendo  em Janeiro deste ano (2010) celebrado a jovem idade de 4 anos, que significa Inspecção Técnica Periódica :-(
Segundo a lei Regional e que, segundo consta, foi adoptada a nível Nacional, qualquer veículo de 2 rodas de cilindrada superior aos 125 cc, faz a primeira  Inspecção Técnica Periódica aos 4 anos de idade.
A Inspecção deverá ser feita no mês em que a mota foi matriculda, não sendo necessário ir num dia específico ou efectuar uma marcação prévia, é só comparecer. Desde que seja feita no mês (ou antes) que consta no agora chamado Documento Único de Circulação, está tudo bem, porque se for feita no mês seguinte, paga-se uma coima.
Assim sendo, lá fui eu com a LC8 para o centro de Inspecções da ilha, a CENTROVIA, onde tive que passar primeiramente pela recepção para:

-apresentação da documentação - Documento Único de Circulação (antigo Livrete + Registo de Propriedade) e Seguro
-pagamento de 22,40 euros

Simples, não???
Pois é, mas os 22,40 euros é que me parecem um pouco exagerados, mas é assim que está regulamentado…
Seguidamente, foi só seguir com a LC8 para uma das linhas de Inspecção e aguardar serenamente a minha vez:

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Muito importante para quem for pela 1ª vez à inspecção:

-mota em estado geral de limpeza e conservação
-número do quadro legível
-pneus em bom estado e com as medidas indicadas pelo fabricante
-luzes de mudança de direcção homolgadas e, claro, a funcionar
-iluminação dianteira e traseira a funcionar, incluindo luz de STOP a funcionar quer com o pedal de travão, quer com a manete de travão
-espelhos no seu devido lugar e homolgados
-Calços/pastilhas discos de travão em bom estado
-escape em condições, ou seja, esqueçam escapes de série adulterados ou escapes de rendimento excessivamente ruídosos, porque os décibeis serão medidos por um aparelho próprio para o efeito e o nível dos décibeis terá que estar de acordo com os dados da homolgação. Optem por escapes de série ou de rendimento homolgados ou com os “abafadores” de ruído amovíveis que alguns trazem de série

Resumindo: A mota terá que estar em condições/estado de ir à Inspecção e circular na via pública, porque todos os aspectos acima referidos, serão avaliados pelo Inspector e aparelhos específicos para os Motociclos.

No meu caso, a KTM estava num estado irrepreensível, quer de limpeza, quer do material em si:

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Chegada a minha vez, o Inspector pediu o Documento Único de Circulação e verificou se todos os dados do Motociclo estavam correctos, incluindo quilometragem, e deu uma vista de olhos geral na mota, que inclui a verificação do nº do quadro.
Depois, avaliou toda a iluminação, incluindo respectivas homolgações do material, onde se inclui a avaliação das luzes médias e altas feitas por um aparelho específico, o qual indicou que as luzes médias estavam baixas. Nada de especial, pois não significa ”chumbo” e as mesmas poderão ser rapidamente ajustadas no local, caso fosse exigido.
Seguidamente, o Inspector verificou se os pneus estão em condições, bem como se as medidas estavam correctas. O facto dos pneus serem cardados não importa, desde que possuam as medidas correctas e estejam em bom estado (com piso), passam sem qualquer problema.
Depois assumiu os comandos da mota e levou-a para a “máquina de rolos”, para inspeccionar o sistema de travagem traseiro e dianteiro:

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Com um dos pneus colocados na “máquina dos rolos”, a mesma faz o pneu rodar e o Inspector vai travando progressivamente até bloquear a roda, de forma a avaliar a eficácia dos travões.

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Nesta fase da Inspecção, se alguma coisa estiver mal em algum dos travões, como pastilhas/calços gastos, poderá ser suficiente para “chumbar”…
No meu caso, a travagem estava impecável :-)
Como possuía escapes de série e os mesmos não se encontravam adulterados ou a emitir ruídos estranhos/elevados, não foi necessário proceder à medição dos décibeis.
E posto isto, termina a Inspecção, onde o resultado foi o desejado, ou seja, APROVADO! :-)

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Quando a Inspecção termina, recebemos um documento com o resultado da Inspecção e com todos os dados referentes ao Motociclo, como a marca da mota, ano, nº do quadro, etc, do qual consta uma parte picotada (tipo o selo das Finanças) que deverá ser retirada e acompanhar os documentos do Motociclo.

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É importante referir que, caso o Motociclo não possua a Inspecção Técnica Periódica, o seu proprietário poderá, em caso de abordagem por parte das autoridades (Polícia), “sofrer” coimas pesadas e, se não estou em erro, o Motociclo poderá ser apreendido :-(
Portanto, o melhor mesmo é seguir a lei, que determina que todos os Motociclos (não inclui Ciclomotores):

“4 anos após a data da primeira matrícula e, em seguida, anualmente até prefazerem 7 anos; no 8º ano e seguintes, semestralmente.”

Na minha opinião, a lei não é de todo correcta/adequada, principalmente as Inspecções anuais após os 4 anos.
Mas é a lei que temos… :-(
Para terminar, posso referir que o Inspector que me atendeu foi de uma grande simpatia e empatia pelas motas e, curiosamente, não possuem uma atitude reprovadora como é hábito o senso comum levar-nos a pensar.
Apenas estão a fazer o seu trabalho, o qual passa em grande parte pela avaliação feita por aparelhos próprios e específicos, os quais não são permissivos quando detectam as falhas.
Tenham as vossas motas em condições mecânicas e gerais boas, não só para obterem o resultado APROVADO nas Inspecções, mas também para garantirem que circulam na via pública em condições de segurança.
Não deixem de visitar o site da CENTROVIA (http://www.centrovia.pt/), onde é possível obter mais informações sobre as Inspecções, incluindo toda a legislação sobre a mesma, bem como efectuar marcações “online”.

Boas Curvas! :-)
 
 

Bora lá espairecer um pouco…

Alguns dias atrás, fizemos um pequeno passeio numa tarde de Domingo, o qual mais não serviu para espairecer um pouco, explorar um ou dois percursos novos e, no que toca a mim, ganhar um pouco mais de experiência com a LC8.
Partiram este pequeno passeio “off-road”, Eu e o Miranda nas LC8, o Gregório na Dominator e o Pedro Freire na sua LC4, todos embebidos de um espírito domingueiro, ou seja, nas calmas ;-)
O primeiro percurso a sério foi na freguesia da Covoada, com um trilho com zonas muito enlameadas e molhadas, mas muito divertido de atravessar :-)

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Acho que esta lama possui propriedades medicinais ;-)

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A vista era fabulosa e ajudava a manter um espírito calmo e descontraído:

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Hehehe…, quando pensavamos que a lama acabava, ela aparecia de novo e em mais quantidade. Espectáculo!!! :-)

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Este percurso era um pouco coberto pela vegetação, tornando algumas partes ainda mais belas, mas igualmente mais húmidas:

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A minha LC8 estava como peixa na água, ou seja, ultrapassava tudo sem qualquer dificuldade e com grande facilidade.
Que mota!!!

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Depois da lama na Covoada, vieram alguns percursos mais secos e mais ao jeito de estradão, permitindo-nos fazer o gosto ao punho direito e rolar um pouco mais soltos.

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Em algumas partes, a velocidade chegou a ser bem interessante e atravessar a roda traseira tornou-se uma rotina :-)

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Já pertinho da zona norte da ilha, decidimos explorar um percurso que não conhecíamos e que parecia interessante.
Era em sentido descendente e ao longo da descida a vista era muito bonita.
Será que tinha saída??? :-)

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Bem, nada como explorar o mesmo! ;-)

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No fim da descida, uma surpresa:

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O que é isto, rampas?
É para saltarmos?

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A resposta para estas rampas é simples, estava-mos num trilho de bicicletas de BTT, mais concretamente de “DownHill” e as rampas destinam-se aos saltos loucos que estes meninos executam.
O Miranda sugeriu que tentasse-mos saltar, mas quando sugeri que ele fosse o primeiro a tentar, apenas expressou uma gargalhada bem ao seu jeito :-)

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Belas rampas, mas não para os nossos “mamutes” ;-)

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Contudo, haviam algumas saídas laterais destinadas ao “DownHill”, mas não tinha-mos a certeza se estes percursos seriam viáveis na sua totalidade às nossas motas:

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O ínico de cada um parecia simples, mas e o resto?
Se foi feito para bicicletas, acho que só mesmo uma mota de Enduro/MX poderá fazê-los também…

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Achamos sensato não arriscar, até termos informações credíveis acerca do restante percurso.
No entanto, fizemos uma pequena caminhada para verificar se havia outra saída possível, sem termos que voltar para trás:

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Mas parecia que não haviam saídas, apenas um trilho que se tornava cada vez mais estreito e cheio de árvores a barrar o caminho de várias formas:

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Bem, estava mais que visto que a solução era voltar para trás… :-(

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E lá efectuamos as manobras de inversão de marcha:

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Ficamos um pouco desiludidos por não termos arriscado aquelas descidas, mas mais vale a pena tentar mais tarde e com mais certezas do que arriscar.

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Esta zona é muito bonita:

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O Miranda pensava que estava na proa do Titanic :-)

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Depois foi rolar calmamente em mais alguns percursos fora de estrada na zona da Ribeira Grande:

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Passagem pela zona da Batalha, onde o piso estava muito solto, mole e irregular:

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Por vezes a roda da frente ganhava vontade própria ;-)

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E após estes e mais um ou outro percurso, terminamos o nosso passeio molengão de Domingo.
Apesar de ter sido um passeio simples e calmo, apanhamos com muita lama e terra, que tão bem decorou as nossas “meninas”:

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Esta é a decoração natural delas :-)

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Para a próxima, temos que deixar a pasmaceira em casa…

Boas Curvas! :-)
 
 
 

Mais algumas modificações na minha KTM LC8 950 ADVENTURE

Alguns dias atrás, voltei a mimar novamente a minha KTM LC8 950 ADVENTURE, colocando-lhe alguns acessórios que se revestem de grande importância no campo da protecção e não só.

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Apesar de já vir muito bem equipada de série, onde se inclui uma ciclística muito eficaz e um motor que é uma fonte inesgotável de prazer, a LC8 possui, na minha opinião, algumas lacunas, as quais são simples de eliminar.
Começando pela área da protecção, apesar dos depósitos de gasolina serem de uma fibra muito resistente aos impactos, decidi não facilitar e recorri aos serviços da TOURATECH PORTUGAL, através do sempre disponível Rui Baltazar e esposa, para encomendar umas protecções laterais (”crash-bars”).
Contudo, não optei pelas protecções laterais da TOURATECH, mas sim pelas da SW-MOTECH, igualmente representadas pelo Rui Baltazar:

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Optei pelas protecções desta marca, pelo facto de gostar do enquadramento das mesmas na LC8 e pelo facto de serem muito resistentes em caso de quedas laterais.
O meu companheiro de passeios, o Miranda, possui umas idênticas e, infelizmente, já tombou algumas vezes, bem como já teve uma queda um pouco aparatosa em asfalto e as mesmas resisitiram de forma irreprensível aos impactos sofridos :-)
Perante estes factos, não tive dúvidas na escolha ;-)

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Aliás, tombei no 2º PASSEIO SRMOTO KTM e as mesmas apenas sofreram alguns ligeiros riscos.
São de boa qualidade, quer no material usado na sua construcção, quer na qualidade da pintura.

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Possuem um reforço pelo interior da zona frontal da mota, que me parece capaz de evitar que as mesmas vão de encontro ao depósito de gasolina em caso de queda/acidente (espero nunca testar a sua eficácia…):

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Apenas tive o cuidado de colar uma borracha no apoio que encosta ao quadro, de forma a evitar que o mesmo fique danificado (riscos):

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Ainda no campo da protecção, o reservatório de óleo do travão traseiro encontra-se desprotegido e algo exposto aos “maus tratos”. Por isso, recorri à TOURATECH e coloquei uma protecção nesta peça de grande importância na mota:

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Agora está devidamente protegida! :-)
Também optei por proteger as zonas lateais do quadro contra os riscos causados pelo roçar das botas, situação fácil de acontecer.
Para esta zona, recorri aos serviços da SRMOTO, através do catálogo das “POWER PARTS” da KTM, e coloquei umas bonitas protecções em plástico, que por sinal me parecem resisitentes:

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A do lado do esquerdo obrigou-me a desmontar a tampa de série do pinhão de ataque, dado que esta protecção além de proteger o quadro, também faz de tampa do pinhão de ataque mais ao estilo Enduro:

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Ficou com um “look” mais agrssivo, além de facilitar as operações de limpeza desta zona.
Para melhorar a condução em pé, montei os “elevadores” da KTM:

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Aumentam a altura do guiador para 18 mm, que em teoria parece pouco, mas que na prática se sente e até torna a condução sentado mais agradavel, dando uma sensação de mais controle e conforto.
Voltando à TOURATECH, também montei um sistema de fechadura no compartimento dos fusíveis, dado que de série este apenas possui um parafuso de desaperto rápido:

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Mas como já devem ter reparado, não coloquei a fechadura na posição recomendada pela TOURATECH, mas sim na posição onde existia o tal parafuso de despaerto rápido, dado que a posição recomendada pela marca não era 100% eficaz.
Para esta operação, contei com a ajuda de outros 2 Motociclistas, o Francisco Narciso, o qual é um “artista” na arte do bricolage e tem sempre umas ideias interessantes, bem como o David, o qual gosta de nos ajudar sempre nestas operações.
Assim sendo, desmontamos este compartimento e após corta aqui e aperta ali, o sistema de fechadura ficou uma maravilha:

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A peça adaptada que garante que a fechadura fique trancada de forma eficaz:

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Agora já posso deixar objectos de valor com maior segurança e a caixa de fusíveis já não se encontra ao dispôr de brincadeiras de mau gosto.
Outro acessório que coloquei foi uma nova base no pedal de travão traseira, oriunda da TOURATECH:

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Achava que a de série oferecia pouca base de pressão na actuação do pedal de travão traseiro, além de não ser articulado, podendo ficar danificada em caso de tombo.

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Novamente com a preciosa ajuda do Francisco e do David, foi-me possível adapatar a base da “top case” da GIVI na KTM:

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Esta base possuía um apoio próprio para ser montada na V-Strom, não sendo compatível com a LC8. Mas com uma chapa de inox e com a habilidade destes 2 engenheiros, foi possível continuar a utilizar a mesma base e não ter que encomendar as peças necessárias à GIVI:

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Apenas faltou tinta para pintar a parte inferior da chapa. Fica para uma próxima vez ;-)
Outro acessório que passei da anterior mota para esta e que não tinha qualquer dificuldade de montagem, foi o apoio da RAM-MOUNT para o GPS, o qual ficou montado no lado esquerdo do guiador:

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Como toque final na estética, colei na suspensão dianteira uns bonitos autocolantes com o novo logótipo da WP, os quais conferem à secção dianteira mais alguma agressividade e imagem “factory”:

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Este novo logótipo está muito bonito e apelativo.
De destacar a qualidade do autocolante, o qual possui uma certa espessura e uma cola super aderente.
Colá-los foi uma odisseia… ;-)

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E, por enquanto, é tudo em termos de acessórios!

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Mas prometo mais novidades para breve, vindas de Itália e dos Estados Unidos da América :-)
A minha “laranjinha” está, modéstia à parte, cada vez mais linda e cada vez mais a meu gosto.
Por fim, um agaradecimento MUITO especial ao Francisco Narciso e ao David pela sua disponibilidade e engenho na montagem de alguns destes acessórios, ao Miranda pela cedência da sua garagem para esta operação e também pela sua preciosa e sempre disponível ajuda e ao Pedro Freire pela paciência de assistir a estas operações :-)
Também um GRANDE agradecimento ao Rui Baltazar e esposa da TOURATECH PORTUGAL, os quais após receberem todo o material numa quarta-feira, desenvolveram todos os esforços e medidas necessárias para que o material estivesse na sexta-feira nas minhas mãos, de forma a ir mais protegido para o passeio KTM.

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E, claro, à SRMOTO pelo seu GRANDE espírito “Ready To Race” no que respeita às “Power Parts” da KTM.

Boas Curvas! :-)
 
 
 
 

Reportagem 2º PASSEIO SRMOTO KTM no “Tudo Sobre Rodas”

Para os que não puderam participar no 2º PASSEIO SRMOTO KTM, ou simplesmente para os curiosos, deixo aqui o link do vídeo com a reportagem efectuada pelo programa “Tudo Sobre Rodas”, transmitido a 19 de Janeiro na RTP Açores:

http://videos.sapo.pt/KtUYreutwzqHEPz79HBW

Boas Curvas! :-)